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Medium 9788527718158

Introdução

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Introdução

Matérias-primas e Conservação de Alimentos

Maria Gabriela Bello Koblitz

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Alimentos e nutrientes, 2

Histórico, 2

Ciência e tecnologia de alimentos, 3

Matérias-primas alimentícias, 3

Bibliografia, 3

1

2

Matérias-primas Alimentícias

Alimentos e nutrientes

Os alimentos podem ser definidos como produtos de composição complexa que, em estado natural ou processados, são consumidos pelo homem para satisfazer suas necessidades nutritivas e sensoriais. Nutrientes são substâncias contidas nos alimentos que o organismo absorve, transforma e utiliza, com a finalidade de obter a energia e o material destinados à formação e à manutenção dos tecidos, e ao mesmo tempo regulam o funcionamento dos órgãos.

O corpo necessita dos alimentos para o “metabolismo de descanso”, para a síntese de tecidos, para manter o balanço térmico, para os processos de excreção e para a realização das diversas atividades físicas. A composição química de um alimento é descrita, em geral, em termos de seu conteúdo percentual de carboidratos, proteínas, lipídios e água, além de componentes minoritários, como vitaminas e minerais, por exemplo.

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Medium 9788521630111

Parte IV - 26. Conversor Analógico-digital

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira LTC PDF

PRÁTICA 26

CONVERSOR

ANALÓGICO-DIGITAL

OBJETIVOS

◗ Observar na prática os conceitos da conversão analógica-digital.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um conversor analógicodigital, realizando medições, como resolução do conversor, fundo de escala e não linearidade diferencial.

TEORIA

Noções sobre conversão A/D

A conversão analógica-digital é o processo em que um sinal analógico é convertido em um código digital proporcional, ou seja, um conversor analógico-digital

é um dispositivo que representa valores contínuos de tensão através de símbolos constituídos por um conjunto de dígitos binários (bits). Esta representação é feita de acordo com uma característica de transferência preestabelecida. A Figura 26.1

é um diagrama de bloco que representa um conversor A/D.

A conversão analógica-digital pode ser dividida em duas etapas: a amostragem e a quantização. Na amostragem o sinal analógico é periodicamente amostrado,

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Medium 9788527725958

37 - Infecção Urinária e Doença Renal Crônica

MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; REZENDE FILHO, Jorge de Guanabara Koogan PDF

I

37

nfecção Urinária e

Doença Renal Crônica

JJ

Alterações fisiológicas, 474

JJ

Infecção urinária, 474

JJ

Bacteriú­ria assintomática, 474

JJ

Cistite, 474

JJ

Pielonefrite, 474

JJ

Nefrolitía­se, 475

JJ

Doença renal crônica, 476

JJ

Repercussões na gravidez, 476

JJ

Tratamento, 476

473

Rezende - OF - 13ed - 37.indd 473

30/6/2014 12:02:24

JJ

Alterações fisiológicas

PARTE 3

As alterações do sistema urinário em resposta à gravidez são notáveis (Tabela 37.1) e foram amplamente abordadas no Capítulo  5. Os aumentos da taxa de filtração glomerular (TFG) e do fluxo plasmático renal que ocorrem logo ao início da gestação e excedem os níveis pré-gravídicos em 50%, a elevação da depuração da creatinina (110 a 150 m/min) e a diminuição da creatinina (0,5 a 0,8 mg/d) e da ureia (9 a 12 mg/d) séricas são algumas dessas alterações. Anatomicamente, em decorrência da compressão do útero gravídico nos ureteres, principalmente

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Medium 9788502068506

5.9. Implementação, avaliação, controle, monitoramentoe revisão do plano diretor

Silva, Carlos Henrique Dantas da Editora Saraiva PDF

transitórias e os anexos, que poderão conter mapas, tabelas e demais formas de ilustração e definição do plano diretor.

5.8. Aprovação do plano diretor

Assim como as demais leis que passarão pela Câmara Municipal, o protocolo a ser seguido pelo Projeto de Lei do Plano Diretor poderá ser o seguinte:

1) apresentação do Projeto de Lei do Plano Diretor com a

Exposição dos Motivos para o Presidente da Câmara Municipal;

2) este poderá encaminhá-lo às Comissões correspondentes

(Constituição e Justiça, Orçamentária etc.) e à assessoria legislativa da Câmara;

3) depois de aprovado por esses órgãos, o projeto de lei será encaminhado à Assembléia, que deverá analisá-lo, discuti-lo e aprová-lo (ou não), seja o todo ou as suas partes.

O projeto, depois de aprovado pela Câmara, só se converterá em lei depois de publicado no Diário Oficial do Município ou em meios de ampla divulgação na forma impressa, tendo pelo menos uma cópia arquivada no Arquivo Público Municipal ou em ambiente público próprio para ele.

Deve a Câmara Municipal, na medida do possível, realizar convocação específica para a discussão e aprovação do plano diretor, que podem ser na forma de audiências públicas ou outras formas abertas à população, de acordo com o regimento interno da casa.

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Medium 9788502196520

Capítulo 13 - Da apelação

Greco Filho, Vicente Editora Saraiva PDF

66. Aspectos gerais. Cabimento. Extensão

A apelação é o recurso ordinário cabível contra as sentenças em primeiro grau de jurisdição. Nos termos do art. 162, § 1º, sentença é o ato do juiz que implica em uma das situações do art. 267, extinção do processo sem resolução do mérito, ou nas do art. 269, decisão que resolve o mérito. Abrange, pois, a decisão terminativa do processo, historicamente denominada interlocutória mista, e a decisão de mérito, extinga ou não o processo em primeiro grau. Esta última será extintiva quando, por exemplo, o juiz reconhece a prescrição ou a decadência, ou quando rejeita o pedido do autor julgando-o improcedente. Não será extintiva quando houver necessidade de cumprimento da sentença, desdobrando-se o processo em fase de natureza executiva.

Na apelação, é possível voltar a discutir todas as questões discutidas em primeiro grau, tanto as de fato quanto as de direito, renovando-se integralmente o exame da causa, com exclusão, apenas, das questões decididas antes da sentença, em relação às quais tenha ocorrido a preclusão.

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