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Medium 9788582603369

Capítulo 14 - Expressões lambda e referências de método

Herbert Schildt Grupo A PDF

Capítulo 14

Expressões lambda e referências de método

466

Java para Iniciantes

Principais habilidades e conceitos

• Conhecer a forma geral de uma expressão lambda

• Entender a definição de uma interface funcional

• Usar lambdas de expressão

• Usar lambdas de bloco

• Usar interfaces funcionais genéricas

• Entender a captura de variáveis em uma expressão lambda

• Lançar uma exceção a partir de uma expressão lambda

• Entender a referência de método

• Entender a referência de construtor

• Conhecer as interfaces funcionais predefinidas de java.util.function

.....................................................................................................................................

C

om o lançamento de JDK 8, um novo recurso foi adicionado à linguagem Java que melhorou muito seu poder de expressão. Este recurso é a expressão lambda.

Além de as expressões lambda adicionarem novos elementos de sintaxe à linguagem, elas otimizam a maneira como certas estruturas comuns são implementadas. De maneira muito semelhante ao modo como a inclusão dos genéricos remodelou Java anos atrás, as expressões lambda estão remodelando Java hoje. Elas são realmente muito importantes.

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Medium 9788565848718

Parte II - Os inícios do conhecimento

Castorina, José A. Grupo A PDF

Desenvolvimento cognitivo e educação: os inícios do conhecimento 155

to) e estimar a frequência de acontecimentos ou objetos (número). Dificilmente poderíamos imaginar um mundo alheio a eles e menos ainda sobreviver nele.

Passando agora ao bebê: suas expectativas sobre o mundo são semelhantes às do adulto? Desde quando ele conhece as propriedades que distinguem seres animados (pessoas, animais) de seres inanimados (objetos)?

Neste capítulo abordaremos estes e outros aspectos do desenvolvimento do conhecimento do bebê, anteriores ao surgimento da função semiótica.

Como o bebê conhece a realidade?

Diferentes teorias, diferentes respostas

Uma das grandes diferenças entre os teóricos do desenvolvimento reside precisamente em sua perspectiva sobre o desenvolvimento. Alguns o concebem como um processo evolutivo no qual as transformações mais importantes são produzidas durante a ontogênese (a vida do indivíduo) enquanto outros o consideram um processo de enriquecimento a partir de um substrato filogenético (p. ex., as capacidades selecionadas ao longo da história da espécie). Entre os dois extremos existem posições intermédias que tentam integrar aspectos de ambas as perspectivas, a evolutiva-ontogenética e a evolucionista-filogenética. Mas qualquer que seja a abordagem teórica escolhida todos consideram que o estudo do bebê é uma oportunidade única para tentar desvendar os segredos da origem do conhecimento: Qual é o estado inicial do bebê e como ele experimenta o mundo? Como ele chega a conhecer a realidade? Comecemos esboçando as respostas que diferentes teorias têm oferecido desde os princípios do século XX até os dias de hoje.

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Medium 9788527729413

56 Cirurgia em Modelo e Planejamento Virtual para Ortognática

MILORO, Michael; GHALI, G.E.; LARSEN, Peter E.; WAITE, Peter D. Grupo Gen PDF

56

Cirurgia em Modelo e

Planejamento Virtual para Ortognática

Martin B. Steed, Vincent J. Perciaccante e Robert A. Bays

Introdução

A cirurgia tradicional em modelo é um dos primeiros exemplos de si‑ mulação cirúrgica e confecção de modelo pré‑operatório amplamente usada para guiar os movimentos da cirurgia ortognática. Os comple‑ xos movimentos tridimensionais da maxila, da mandíbula e do queixo alcançados com a cirurgia ortognática necessitam de precisão signifi‑ cativa que pode ser obtida por esse processo, se for tomado cuidado na realização de cada passo sequencial. Modelos são usados por todo o curso do tratamento do paciente, começando com o estágio de pla‑ nejamento pré‑tratamento, seguindo para uma cirurgia em modelo analítico imediata pré‑operatória, e no fim resultando na confecção do splint que é transferido intraoperatoriamente para o procedimento ortognático. A informação de diagnóstico obtida com base nas medi‑ das clínicas faciais e dentais, avaliação radiográfica e análise de modelo pré‑tratamento é integrada para estabelecer um plano de tratamento.

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Medium 9788527732574

56 - Operação Cesariana

MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; FILHO, Jorge de Rezende Grupo Gen PDF

56

Operação

Cesariana jj jj

jj jj jj jj jj jj jj jj jj

Rezendinho - CAP-56.indd 838

Indicações de cesárea, 839

Descrição da técnica preferencial

(de Rezende), 839

Modificações da técnica, 847

Antibioticoterapia profilática, 847

Dificuldades, acidentes, complicações, 847

Complicações da ferida operatória, 849

Cesárea clássica, 852

Operações complementares, 853

Prognóstico, 854

Pós-operatório, 855

Cesárea a pedido, 857

04/10/2017 12:15:46

Cesariana, ou cesárea, é o ato cirúrgico que consiste em incisar o abdome e a parede do

útero da gestante para retirar o feto aí desenvolvido. A cesariana é a mais comum operação abdominal realizada no mundo.

Indicações de cesárea

Na Tabela 56.1, são apresentadas as principais indicações da operação cesariana.

Descrição da técnica preferencial (de Rezende)

Na execução da cesárea, conforme ensinada e praticada por Rezende (pai), é preciso ter atenção especial a dois pormenores: a incisão arciforme do útero e a da pele, também curvilínea, em pleno monte púbico.

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Medium 9788527727495

75 - Problemas de Motilidade Gastrintestinal na Unidade de Terapia Intensiva

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF

75

Problemas de

Motilidade

Gastrintestinal na

Unidade de Terapia

Intensiva

Gregory S. Sayuk

I. Princípios gerais

A. As anormalidades da motilidade gastrintestinal (GI) são comuns na unidade de terapia intensiva (UTI).

B. Os problemas de motilidade são conse­quência da disfunção de múltiplos

órgãos, do uso de medicamentos e de distúrbios metabólicos.

C. Até dois terços dos pacientes internados em UTI são afetados, com predomínio de distúrbios da função motora do estômago e do cólon.

D. As manifestações dos distúrbios da motilidade são estase gástrica (que causa doen­ça por refluxo gastresofágico [DRGE]), disfunção do cólon

(distensão abdominal, constipação intestinal) e diarreia.

E. Com fre­quência, os sinais e sintomas típicos são mascarados em pacientes não reativos ou sedados.

F. As complicações relacionadas com a motilidade GI prolongam a internação na UTI e estão associadas a um risco de morte quase duas vezes maior.

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