Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável - 3ª edição.

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É inegável a importância da responsabilidade social na atualidade, tanto que existe um movimento mundial em torno desse tema. Prova disso são as inúmeras iniciativas promovidas por empresas, entidades organizacionais, ONGs e órgãos vinculados à ONU. O número crescente de códigos de ética, programas de responsabilidade social empresarial e de normas voluntárias atestam o vigor desse movimento. Neste livro, serão discutidas as principais teorias relacionadas à responsabilidade social empresarial. Para cada uma delas será apresentado um breve resumo de sua origem e influências, seguido de uma exposição de suas ideias centrais e, ao final, uma apreciação de suas contribuições e limitações. Além disso, a obra apresenta os principais modelos de gestão da responsabilidade social empresarial, desdobrando as dimensões primordiais (econômica, social, ética e filantrópica) e mostrando as visões atualizadas desses modelos e os importantes movimentos e convergências que propiciaram a organização sustentável. Esta 3ª edição, entre suas novidades, inclui as Metas do Desenvolvimento Sustentável, uma das recomendações aprovadas durante a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável no Rio de Janeiro (Rio+20), em 2012. A obra explica, ainda, as diversas fontes de princípios e diretrizes que os gestores podem usar para estabelecer políticas, objetivos e metas a fim de tratar a responsabilidade social em suas organizações –. Discute também alguns instrumentos de gestão considerados adequados para implementar e manter práticas administrativas e operacionais coerentes com as propostas de responsabilidade social, segundo as ideias e propostas do desenvolvimento sustentável.

 

17 capítulos

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Os autores

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Os autores

José Carlos Barbieri. Doutor em Administração pela Escola de Administração de

Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP-FGV). Atualmente,

é professor do Departamento de Administração da Produção e Operações da

EAESP-FGV. Foi professor em renomadas instituições de ensino superior, como a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e a Pontifícia Universidade de

São Paulo. Foi pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Desenvolve pesquisas nas áreas de gestão do meio ambiente e da inovação e atua como pesquisador e coordenador de diversos projetos de pesquisa financiados por várias instituições de fomento. Membro do Fórum de

Inovação da EAESP-FGV. Professor do programa de pós-graduação stricto sensu da EAESP da linha de pesquisa em gestão socioambiental e de saúde. Participa de diversas comissões de estudo da ABNT e do Inmetro. Membro de comitês científicos de diversas revistas e congressos científicos nacionais e internacionais, bem como de várias agências de fomento. Conferencista, consultor e autor de livros, capítulos de livros e deze­nas de artigos sobre gestão da inovação, gestão ambiental e responsabilidade social publicados no Brasil e em diversos países.

 

Prefácio

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Prefácio

Fabio Gallo Garcia

D

o Caos surge Gaia, a Mãe-Terra, a segunda divindade primordial de

Hesíodo. Com sua força única de criação, independe da intervenção masculina, para gerar vida, fazendo surgir as montanhas e o mar. Permitindo o ordenamento do Cosmo. Capaz de receber o Humano.

Mas, até quando Gaia suportará a ação humana?

Talvez as melhores perguntas sejam: Qual o futuro da humanidade? Haverá futuro para nós?

A revista Science em sua edição online de 15 janeiro de 2015 publicou um artigo de 18 pesquisadores dando conta que quatro dos nove limites do planeta já foram ultrapassados. Esses quatro limites são a mudança climática, mudança na integridade da biosfera (perda de biodiversidade e extinção de espécies), mudança no sistema de solos e mudança nos fluxos biogeoquímicos (ciclos de nitrogênio e fósforo). Os dois primeiros são chamados de limites centrais e podem determinar a alteração definitiva de nosso planeta. Hoje, há riscos efetivos de mudança ambiental abrupta e, pior, irreversível.

 

Prefácio da 2ª edição

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Prefácio da 2ª edição

Ricardo Young Silva

O

equilíbrio sempre delicado entre o interesse particular e coletivo, da livre iniciativa e do interesse público inspirou acirrados debates, quando não foi central nos grandes embates politico-ideológicos que assombraram o século XX.

Se a empresa se constituiu como a célula de um complexo sistema por meio da qual a sociedade capitalista moderna se organizou, até que ponto ela poderia desequilibrar este mesmo sistema que a concebeu? As visões tradicionais de crescimento econômico, principalmente no pós-guerra, traziam uma promessa de afluência que disfarçava seus elementos mais deletérios. Estes, porém, começaram a surgir no final da década de 1950 e início da década de 1960. Questões ligadas aos agrotóxicos na produção de alimentos, à poluição do ar e das águas, às desigualdades sociais, à necessidade de promover o trabalho digno e decente e, mais recentemente, às consequências da escassez de recursos naturais e à falência de sistemas naturais inteiros – colocando em xeque a própria resiliência da natureza em recompô-los – cobra de uma sociedade globalizada outro modo de produção, consumo e formas de organização e participação política.

 

Prefácio da 1ª edição

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Prefácio da 1ª edição

Oded Grajew

F

elizmente, cada vez mais tem-se falado em responsabilidade social empresarial, mas ainda há muita desinformação e falta maior clareza sobre o assunto, em especial junto ao grande público.

O que é responsabilidade social empresarial? Costumo explicar o conceito a partir de uma reflexão sobre a capacidade, ou melhor, sobre o dom que todos possuímos de fazer escolhas. Somos seres políticos, fazemos escolhas baseados em nossos julgamentos, princípios e valores. Infelizmente, muitas vezes, não dedicamos tempo suficiente para refletir sobre esse fato, para meditar sobre nossas escolhas e oportunidades, sobre o sentido daquilo que fazemos. Muitas vezes, ligamos o piloto automático e fazemos o que estamos acostumados a fazer, o que a sociedade, os amigos, a família, o emprego esperam de nós, sem pensar no que realmente queremos, no que tem significado para nós. Não só podemos fazer coisas diferentes das que fazemos atualmente, como também podemos fazer as mesmas coisas, mas de várias formas diferentes.

 

Introdução

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Introdução

É

inegável a importância da responsabilidade social na atualidade, tanto que existe um verdadeiro movimento mundial em torno do tema. Prova disso são as inúmeras iniciativas promovidas por empresas, entidades empresariais, ONGs e órgãos vinculados à ONU. O número crescente de códigos de ética, programas de responsabilidade social empresariais e de normas voluntárias como SA 8000, AA 1000, ISO 26000 e NBR 16001 atestam o vigor desse movimento. Diversas associações empresariais foram criadas com o objetivo de difundir propostas de responsabilidade social empresarial, como a Business for

Social Responsibility, nos Estados Unidos, o Instituto Ethos de Responsabilidade

Social e o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), ambos no

Brasil. A diversidade de expressões relacionadas, como empresa cidadã, filantropia estratégica, ética empresarial, investimentos sustentáveis, governança corporativa e muitas outras decorre da importância desse assunto.

 

1 Enfoques teóricos

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Enfoques teóricos

D

ebates em torno da responsabilidade social das empresas ocorrem desde que elas começaram a surgir, no início da Era Moderna, mas só recentemente passaram a ter um destaque sem precedentes, em praticamente todos os setores da sociedade. Muito do que se faz e se pensa sobre esse tema se deve a uma infinidade de trabalhos acadêmicos de longa data, que passaram a ser reproduzidos com mais frequência a partir da década de 1970.

Empresários bem-sucedidos, como Henry Ford e Andrew Carnegie, também contribuíram para popularizar o assunto, principalmente com relação à filantropia, entendida, grosso modo, como a prática de ações que representem liberalidades em benefício de outros. Henry Ford escreveu diversos livros nos quais discorre sobre seus pensamentos, nem sempre de forma bem ordenada, sobre questões administrativas entremeadas de exaltações ao trabalho, à prosperidade gerada pela indústria, à sua política salarial, à distribuição de dividendos, entre outros.

 

2 Responsabilidade social e sustentabilidade empresarial

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Responsabilidade social e sustentabilidade empresarial

S

empre haverá dificuldades para implantar práticas de responsabilidade social empresarial e as razões são muitas, começando pelo fato de envolver uma diversidade de questões que se traduzem em direitos, obrigações e expectativas de diferentes públicos, internos e externos à empresa. Os diferentes entendimentos a respeito da empresa e de sua relação com a sociedade e com o meio ambiente são mais uma fonte de complicação. Acrescente ainda que tudo isso é feito concomitantemente às atividades da empresa em busca de resultados econômicos favoráveis. Um modo tradicionalmente bem-sucedido de enfrentar uma situação complexa é por meio da desagregação de seus componentes. Esse

é o esquema usado por Carroll, um dos principais expoentes do movimento da responsabilidade social empresarial cuja obra tem sido uma fonte inesgotável de inspiração.

2.1 As quatro dimensões da responsabilidade social empresarial

 

3 Ética e ética empresarial

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Ética e ética empresarial

A

relação entre responsabilidade social empresarial e ética está repleta de controvérsias. Um estudo sobre essa relação identificou quatro posicionamentos diferentes: (1) a responsabilidade social é ética no contexto empresarial; (2) a responsabilidade social focaliza os impactos das atividades da empresa sobre a sociedade, enquanto a ética concerne à conduta de seu pessoal interno; (3) não há conexão entre responsabilidade social e ética; (4) a responsabilidade social envolve várias dimensões, sendo a ética uma delas1.

São exemplos desse último posicionamento a abordagem da pirâmide ou das quatro responsabilidades (Figura 3.1A) e a dos três domínios da responsabilidade

(Figura 3.1B), ambas comentadas no capítulo anterior. Recordando, na primeira abordagem a responsabilidade social é constituída pelas expectativas econômicas, legais, éticas e filantrópicas e representada por uma pirâmide. Pela abordagem dos três domínios a responsabilidade social resulta da interação entre os domínios econômico, legal e ético, representados por círculos que se interpenetram.

 

4 Teorias éticas

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Teorias éticas

E

m qualquer organização, as pessoas, independentemente dos cargos que ocupam ou das funções que exercem, tomam decisões e agem produzindo efeitos sobre outros indivíduos, grupos e segmentos inteiros da sociedade, bem como sobre o meio ambiente, o que as coloca na esfera da moral. As teorias éticas normativas que foram construídas ao longo da história fornecem orientações e argumentos para a ética aplicada às empresas. Há várias formas de classificar as teorias éticas, sendo que uma das mais frequentes divide-as em dois ramos: teorias teleológicas e teorias deontológicas.

As deontológicas (do grego déon = dever, obrigação) entendem que o acerto da ação decorre dela mesma ou da norma que a sustenta, independentemente do resultado que tal ação produz. Assim, a ação ou a regra que a orienta poderá ser moralmente boa ou certa, mesmo que suas consequências não sejam boas ou certas conforme outros critérios que não o juízo moral do próprio agente ou o cumprimento de uma regra que ele considere válida.

 

5 Colocando em prática

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Colocando em prática

A

responsabilidade social das empresas integra preocupações econômicas, sociais, éticas e ambientais, o que a coloca como um meio para alcançar um objetivo maior, o desenvolvimento sustentável, conforme mostrado em outros capítulos. A definição de responsabilidade social constante na norma

ABNT NBR ISO 26000 reforça esse entendimento ao defini-la como a responsabilidade pelos impactos das decisões e atividades da organização na sociedade e no meio ambiente, por meio de um comportamento ético e transparente que contribua para o desenvolvimento sustentável, inclusive a saúde e o bem-estar da sociedade1. Esse conceito considera as três dimensões da responsabilidade: econômica, legal e ética, sob uma perspectiva das partes interessadas2.

Como adverte a norma guia 82:2014, os termos sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e responsabilidade social são conceitos diferentes, embora sejam usados como sinônimos com frequência. Sustentabilidade é o estado global do sistema, incluindo os aspectos ambiental, social e econômico. De acordo com ela, as necessidades do presente são atendidas sem prejudicar a capacidade das gerações futuras de atenderem as suas próprias necessidades. Como as necessidades das futuras gerações não podem ser plenamente definidas pela geração presente, nem as constantes mudanças ambientais, sociais e econômicas, a sustentabilidade não pode ser descrita como um estado final determinado, pois se trata de uma característica do planeta como um todo e não uma atividade particular. Desenvolvimento sustentável trata das atividades e produtos das organizações (empresas, comunidades, nação etc.) e da capacidade para se envolver em tal desenvolvimento a fim de contribuir

 

6 Instrumentos gerenciais

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Instrumentos gerenciais

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iversos instrumentos gerenciais foram elaborados ao longo das últimas décadas com o objetivo de tornar efetivos os comprometimentos sobre responsabilidade social alinhada ao conceito de desenvolvimento sustentável feitos no nível estratégico, sendo que muitos deles já incluem alguns dos princípios diretivos tratados no capítulo anterior. Esses instrumentos se reportam ao nível operacional da gestão da organização e, portanto, são endereçados às atividades do dia a dia da organização com vistas a alcançar efeitos positivos em termos econômicos, sociais e ambientais. Portanto, são compatíveis com as várias instâncias da gestão empresarial convencional, tais como gestão financeira, marketing, produção, gestão de pessoas, logística, desenvolvimento de produtos.

A Figura 6.1 apresenta exemplos dos instrumentos gerenciais normativos que refletem a convergência da responsabilidade social com o desenvolvimento sustentável, ou seja, incorporam contribuições de cada um desses movimentos sob diferentes perspectivas em uma abordagem normativa. Na base dessa figura estão as fontes de princípios diretivos que se tornaram os grandes indutores da criação de normas de gestão, padrões de relatórios e outros instrumentos para práticas de gestão social responsável no nível operacional. As conferências promovidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e suas agências, especialmente as conferências de Estocolmo e do Rio de Janeiro, de 1972 e

 

7 A Norma ISO 26000 e seusdesdobramentos

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A Norma ISO 26000 e seus desdobramentos

A

norma ISO 26000 fornece diretrizes e ajuda prática a qualquer organização que queira atuar com responsabilidade social associada ao desenvolvimento sustentável. De seu processo de criação participaram milhões de pessoas em todos continentes, algo inédito no âmbito da ISO. Nunca uma norma recebeu tanta atenção de pessoas estranhas ao ambiente de produção de normas internacionais, que em geral são produzidas em círculos estreitos de profissionais, consultores, certificadores e agentes governamentais. Também não houve norma criada pela ISO que teve participação tão expressiva de representantes de países em desenvolvimento, a começar pelo fato de que os trabalhos de elaboração dessa norma foram presididos por um representante de um país em desenvolvimento, no caso, um representante da ABNT. Esse fato merece destaque, pois os trabalhos de produção de normas da ISO quase sempre são presididos e secretariados por membros de países desenvolvidos.

 

8 Considerações finais

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Considerações finais

A

quantidade de pessoas e organizações envolvidas na busca de meios para que as empresas se tornem socialmente responsáveis conforme a perspectiva do desenvolvimento sustentável permite afirmar que não se trata de uma onda passageira, mais um modismo que sempre acontece no campo da administração. Raro é o dia em que problemas socioambientais não estão estampados nas primeiras páginas dos jornais ou constituem as chamadas para os noticiários da TV. Cada vez mais as pessoas em todo o mundo começam a se inteirar dos graves problemas que afetam o planeta e que colocam em perigo a sua sobrevivência. A escalada dos problemas socioambientais na era da informação alimenta os movimentos pelo desenvolvimento sustentável e pela responsabilidade social das empresas, ambos de caráter global e que crescem a cada dia.

Uma certeza possível neste mundo de incertezas é que esses movimentos já criaram raízes profundas que dificilmente serão arrancadas. Assim, pode-se afirmar que a responsabilidade social segundo essa perspectiva não é um capítulo a mais a ser adicionado ao vasto campo da administração, algo que se acrescenta aos seus temas típicos, mas que não provoca alterações significativas no seu modo peculiar de tratá-los. As propostas desses movimentos estão provocando mudanças profundas em todas as áreas e subáreas da administração, e novas práticas administrativas e operacionais estão sendo concebidas para serem implantadas em todos os níveis da organização.

 

Posfácio

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Posfácio

Moldando um mundo mais responsável: a razão principal deste livro,

ISO 26000 e a responsabilidade social em um ambiente globalizado

Rob Steele

A

ssumir a responsabilidade por nossas ações – não seria isso um sinal de maturidade de uma sociedade e das organizações que atuam no mundo atual?

Seja uma companhia multinacional, uma instituição de caridade ou um departamento de serviços municipais – qualquer organização responsável reconhece o impacto de suas decisões e atividades sobre a sociedade e o meio ambiente. Os elementos dessa responsabilidade estão refletidos nas expectativas da sociedade em um determinado ponto na história e são objeto de políticas públicas e instrumentos governamentais nos âmbitos nacional, regional e internacional.

Ao longo dos anos, diversas iniciativas destinadas a resolver ou a melhorar os aspectos decorrentes da responsabilidade social de uma organização têm sido tomadas. No entanto, desenvolver e manter um abrangente e expressivo conteúdo com aceitação internacional neste tema requer um processo decisório altamente participativo e transparente.

 

Glossário

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Glossário

ABNT: fundada em 1940, a Associação Brasileira de Normas Técnicas é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil. Entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único Foro Nacional de Normalização, pela Resolução n. 07 do Conmetro, de 24 de agosto de 1992. É membro fundador da International Organization for Standardization (ISO), da Comissão Panamericana de Normas Técnicas (Copant) e da Associação

Mercosul de Normalização (AMN) (http://www.abnt.org.br).

Ação corretiva: ação para eliminar a causa de uma não conformidade e para prevenir a recorrência [ISO, 2011].

Accountability: condição de responsabilizar-se por decisões e atividades e prestar conta dessas decisões e atividades aos órgãos de governança de uma organização, autoridades legais e, de modo mais amplo, às partes interessadas [ABNT, 2010].

Alta administração: pessoa ou grupo de pessoas que dirige e controla uma organização no mais alto nível hierárquico [ISO, 2011].

 

Referências

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Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

Tag along: termo usado no âmbito das sociedades anônimas para referir-se ao direito de alienação das ações por parte dos acionistas minoritários quando a alienação das ações for feita pelo acionista controlador.

Transparência: franqueza sobre decisões e atividades que afetam a sociedade, a economia e o meio ambiente, e a disposição de comunicá-las de forma clara, precisa, tempestiva, honesta e completa [ABNT, 2010].

Whistleblower: denunciante, informante, pessoa que denuncia atos ilícitos em uma organização.

Whisteblowing: denúncia de ato ilícito, prática incentivada em sistemas de compliance e de boas práticas de governança corporativa.

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 16001. Responsabilidade social – Sistema de gestão – Requisitos. Rio de Janeiro, 2012.

______. NBR ISO 26000. Diretrizes sobre responsabilidade social. Rio de Janeiro: ABNT,

2010.

 

Índice remissivo

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Índice remissivo

A

Acionista, 2, 7-22, 27-29, 47-48,

58, 67-68, 71, 128, 137, 168-169,

170-174, 224

Accountability, 190, 197, 202, 227

Agenda 21, 4, 121-123, 130, 133

Agenda 2030, 131-133

Agência: ver problema de agência, 11-12

Auditoria, 162, 216-217

Autodeclaração, 208, 210-212

C

Cálculo hedonista, 94-95

Cadeia de suprimento, 124, 141,

206

Cadeia de valor, 193-196, 202,

215

Capital: financeiro, 58 físico, 58 natural, 59-60 social, 60, 62

Caridade, 50, 86, 91, 141-142

Certificação, 162, 216-218

Código de ética, 75-76

Compliance, 174-177

Comunicação, 29, 91, 141,159,

165-168, 171-172, 186, 198, 202203, 215, 224

Conformidade legal, 47, 155,

177-178, 191, 216

Conservacionismo, 51-52

Consumidor, 9, 22, 80, 92, 126, 128,

136, 184, 196, 203, 207, 215, 227

Cooperação, 17-18, 31, 136, 154,

165

Corrupção, 22, 51, 80, 114, 125,

 

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