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Medium 9788527727211

3 - Planejamento na Reabilitação Neuropsicológica Infantil

MIOTTO, Eliane Correa Grupo Gen PDF

3

Planejamento na Reabilitação

Neuropsicológica Infantil

Anna Carolina Rufino Navatta

JJ

Introdução

Reabilitação ou habilitação infantil?

O conceito de planejamento do processo de reabilitação neuropsicológica infantil pode esbarrar nas discussões acerca do uso dos termos “reabilitação” ou “habilitação” infantil. Por isso, este capítulo inicia explorando a conceituação desses termos. Independentemente dos possíveis déficits cognitivos encontrados nas crianças (considerando quadros de lesões cerebrais, transtornos de aprendizagem ou alterações no neurodesenvolvimento), as funções cognitivas desse público sempre se encontram em processo de desenvolvimento.

Nas lesões cerebrais, alterações em determinadas habilidades neurocognitivas ocorrem paralelamente ao desenvolvimento das demais funções cognitivas da criança, casos em que a intervenção deve reabilitar as habilidades perdidas, considerando o desenvolvimento global. Já nos quadros de transtornos do desenvolvimento (p. ex., transtornos de aprendizagem, transtornos invasivos e quadros de deficiên­cia intelectual), as crianças não apresentam as aquisições plenas de determinadas funções cognitivas e podem exibir alterações comportamentais associadas ao transtorno. A intervenção nesses casos é a habilitação de funções não desenvolvidas adequadamente. Para tal, podem ser utilizados recursos compensatórios, treinos para desenvolvimento e melhora das habilidades, com inserção de adaptações e mudanças ambientais.

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Medium 9788565837026

A lei de Gay-Lussac – volume constante

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF

CAPÍTULO 5 • AS MEDIDAS DE GASES

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A LEI DE BOYLE – TEMPERATURA CONSTANTE

A lei de Boyle descreve os efeitos do volume e da pressão – a temperatura é mantida constante. Essa lei estipula que o volume de um gás é inversamente proporcional à pressão, a uma temperatura constante.

(PV)inicial = (PV)final

ou

P1V1 = P2V2

A LEI DE CHARLES – PRESSÃO CONSTANTE

A lei de Charles descreve os efeitos do volume e da temperatura – a pressão é mantida constante. Essa lei afirma que o volume de um gás varia diretamente com a temperatura expressa na escala Kelvin (temperatura absoluta).

Observação: as relações matemáticas envolvendo temperaturas muitas vezes requerem que os valores destas sejam expressos na escala Kelvin. Isso ocorre porque os fenômenos influenciados pela temperatura normalmente não obedecem às relações nas escalas Celsius e Fahrenheit. Isso vale para o comportamento de um gás com relação à temperatura.

A LEI DE GAY-LUSSAC – VOLUME CONSTANTE

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Medium 9788522471157

3. Processo e agentes da gestão da qualidade

PALADINI, Edson Pacheco Grupo Gen PDF

3

Processo e agentes da gestão da qualidade

Embora seja um processo com especificidades bem definidas, a Gestão da

Qualidade é viabilizada por um grande número de agentes. Muitos desses agentes desenvolvem ações técnicas (os gerentes, por exemplo). Mas, como se verá, dada a abrangência da Gestão da Qualidade, seu desenvolvimento não poderia ficar restrito a esse grupo de profissionais.

3.1  Processos gerenciais

Os sistemas de gestão apresentam características gerais e especificidades que lhes conferem um modelo conceitual diversificado (sua base envolve múltiplas definições) e uma estrutura organizacional bastante complexa (porque envolve elementos complexos, como, por exemplo, os recursos humanos). Essa abrangência poderia tornar muito difícil o estudo desses sistemas, não fosse o fato de que todos têm dois objetivos básicos: devem desenvolver mecanismos que, em um primeiro momento, garantam a sobrevivência da organização e, a seguir, possibilitem sua permanente e contínua evolução.

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Medium 9788521618041

23 - Revestimentos Não Metálicos Inorgânicos

GENTIL, Vicente Grupo Gen PDF

23

Revestimentos

Não Metálicos Inorgânicos

Os revestimentos não metálicos inorgânicos são aqueles constituídos de compostos inorgânicos que são depositados diretamente na superfície metálica ou formados sobre essa superfície.

Entre os revestimentos inorgânicos depositados sobre superfícies metálicas e mais usados em proteção contra corrosão podem ser citados: esmaltes vitrosos, vidros, porcelanas, cimentos,

óxidos, carbetos, nitretos, boretos e silicietos.

Os esmaltes vitrosos são constituídos principalmente de borossilicato de alumínio e sódio ou potássio e são usados pela boa resistência aos ácidos, exceto ácido fluorídrico.

Os vidros, devido à reconhecida resistência aos mais diferentes meios corrosivos, são usados como revestimentos de tubulações e reatores. Não resistem a ácido fluorídrico e soluções fortemente alcalinas. São muito usados os vidros de borossilicato e de sílica fundida.

Os cimentos e porcelanas podem também ser usados como revestimentos, por exemplo, de tanques e tubulações para condução de água salgada. Os cimentos são, geralmente, mais resistentes aos meios básicos ou alcalinos, existindo porém produtos especialmente formulados para resistirem a ácidos. São constituídos de um agregado inerte (quartzo), solução de silicato de sódio ou potássio e fluorsilicato de sódio. Alguns produtos são formulados à base de resinas como, por exemplo, fenólica, epóxi, poliéster e furânica, a fim de atribuir ao cimento maior resistência a determinadas condições ambientais.

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Medium 9788527726900

Capítulo 43 - Borreliose

GREENE, Craig E. Grupo Gen PDF

Capítulo 43 | Borreliose 471

mais.312 Alguns surtos foram associados ao consumo de alimentos contaminados com urina de roedores.160 A exposição a atividades externas relacionadas com água é um risco para infecção; entretanto, foi também identificada uma alta taxa de infecção de leptospirose em centros urbanos.34,157,278,342 Houve suspeita de exposição das muco‑ sas ou da pele lesionada de seres humanos que viviam em ambientes com condições sanitárias precárias e contaminados por urina de roe‑ dores.95 Não foi eliminada a probabilidade de que os cães pudessem estar envolvidos.

Em alguns surtos, pode ocorrer exposição simultânea de pessoas e cães.341 A transmissão direta (não pela água) da infecção de cães para pessoas ou entre outros hospedeiros incidentais é raramente rela‑ tada e ainda não foi confirmada por análise genética.159 Entretanto, a urina contaminada é altamente infecciosa para os seres humanos e para espécies de animais suscetíveis, de modo que é necessário evi‑ tar qualquer contato. Os espiroquetas não penetram na pele intacta; entretanto, as feridas abertas na pele ou o amolecimento ou macera‑

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Medium 9788547211455

7DO INADIMPLEMENTODAS OBRIGAÇÕES

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF

7

DO INADIMPLEMENTO

DAS OBRIGAÇÕES

JJ 7.1. 

A OBRIGATORIEDADE DOS CONTRATOS

De acordo com o secular princípio pacta sunt servanda, os contratos devem ser cumpridos. A vontade, uma vez manifestada, obriga o contratante. Esse princípio significa que o contrato faz lei entre as partes, não podendo ser modificado pelo Ju­ diciário. Destina­‑se também a dar segurança aos negócios em geral.

Opõe­‑se a ele o princípio da revisão dos contratos ou da onerosidade excessi‑ va, baseado na cláusula rebus sic stantibus, bem como na teoria da imprevisão, e que autoriza o recurso ao Judiciário para se pleitear a revisão dos contratos ante a ocor­ rência de fatos extraordinários e imprevisíveis (CC, art. 478).

JJ 7.1.1. 

O inadimplemento

A matéria ora em estudo trata do inadimplemento das obrigações, ou seja, da exceção, que é o não cumprimento da obrigação. Este pode decorrer: a) de ato culposo do devedor; ou b) de fato a ele não imputável.

A palavra culpa aqui é empregada em sentido lato, abrangendo tanto a culpa stricto sensu (imprudência, negligência e imperícia) como o dolo. Em regra, as obri­ gações são voluntariamente cumpridas, seja espontaneamente, por iniciativa do de­ vedor, seja após a interpelação feita pelo credor. Mas nem sempre assim sucede.

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Medium 9788522483129

10 Vendas e Distribuição

LAS CASAS, Alexandre Luzzi Grupo Gen PDF

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Vendas e Distribuição

Para lidar com vendas é necessário conhecimento específico de distribuição.

Qual a razão disso?

Em geral, a responsabilidade de decidir a respeito de distribuição é do administrador de marketing, mas, de uma forma ou de outra, o gerente de vendas também estará envolvido.

Na sua essência, o departamento de vendas distribui produtos, pois estabelece um elo entre produtor e consumidor ou usuário. Por isso, é necessária uma decisão entre as várias possibilidades de distribuição. Poder-se-á optar por vender diretamente, ou, em determinados mercados, através de representantes comerciais.

Para tomar essas decisões o gerente deve, no mínimo, ter certos conhecimentos das características de vários intermediários com que poderá contar. Daí resulta uma das primeiras necessidades de conhecimento da matéria.

Como conseqüência da trajetória escolhida, as vendas devem ser adaptadas à situação. É bastante diferente fazer uma venda porta a porta, diretamente ao consumidor, ou de realizar uma venda diretamente ao intermediário varejista. Por outro lado, uma venda ao distribuidor atacadista exige diferenças de tratamento quando comparada com a venda ao estabelecimento varejista. Tudo isto se deve ao fato de que cada membro do canal possui expectativas diferentes, e um dos objetivos de marketing é conhecer quais são estas expectativas para melhores resultados de vendas. Por isso, é necessário o conhecimento das funções e tipos de intermediário que fazem parte do sistema de distribuição. Portanto, para quem trabalha com vendas, o conhecimento de distribuição física é muito importante.

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Medium 9788547211578

2 - BREVE HISTÓRIA DO DIREITO PENAL

ESTEFAM, André; GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF

2

BREVE HISTÓRIA DO DIREITO PENAL

JJ 2.1. A

importância da compreensão histórica

O Professor Joaquim Camargo, lente na Faculdade de Direito do Largo de São

Francisco e cultor da história do Direito Penal, ponderou com justeza: “(...) como poderemos saber se o direito penal é uma conquista das ideias esclarecedoras dos tempos modernos sobre as doutrinas viciosas do passado, ou se é a continuação des‑ sas doutrinas rudes e bárbaras, como as sociedades em que dominavam, sem conhe‑ cer a sua história? Como explicar os textos, as suas disposições, os seus preceitos, sem conhecer o passado? É necessário, portanto, estudar a história do direito penal para bem conhecer a este”1.

JJ 2.2. A

pré­‑história do Direito

A compreensão da história do Direito Penal constitui elemento indispensável em seu estudo, ainda que pontuada por noções basilares como as que ora serão propostas.

Não se sabe com precisão quando o homem surgiu na Terra; é certo, porém, que a aurora da humanidade e a do Direito são contemporâneas2; afinal, o ser humano sempre se reuniu em agrupamentos sociais, até porque não sobreviveria muito tempo de outro modo, fazendo­‑se necessário um conjunto mínimo de regras, inclusive pe‑ nais3, a serem observadas; daí por que ubi societas ibi ius4.

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Medium 9788521627296

6 - Comunicações Digitais

CARVALHO, Luiz Pinto de Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

6

Comunicações

Digitais

6.1 Sinais Digitais:

Conversão A/D e D/A

6.1 Sinais Digitais: Conversão

A/D e D/A

6.2 Transmissão

Digital da Voz,

Imagem e

Outros Sinais

Um sinal analógico é aquele que pode assumir todos os valores, entre um máximo e um mínimo, de forma contínua. Ele é contínuo em termos dos valores e também no tempo; por isso, diz-se que é um sinal contínuo.

6.3 Multiplexagem

Digital

Sinais analógicos podem representar som

(voz, música, etc.) ou imagem (televisão, telefoto, fax), uma medida qualquer que pode variar no tempo (telemedida) ou um sinal de controle

(telecontrole).

Para lidar com um sinal em um sistema digital (armazenar na memória, disco ou fita de um computador, fazer algum processamento digital ou transmiti-lo digitalmente), ele precisa estar representado na forma em que o sistema digital trabalha, que é com números binários.

Para isso, uma sequência de valores do sinal deverá ser representada numericamente, e os números resultantes serão trabalhados pelo sistema digital. A conversão da forma analógica para a digital é chamada de “conversão análogo/digital”, “analógica/digital” ou “conversão A/D”.

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Medium 9788582714621

Capítulo 56. Anestesia para transplante pulmonar

James Manica Grupo A PDF

916

Anestesiologia

56.

Anestesia para transplante pulmonar

Artur A. R. Burlamaque

Fábio Amaral Ribas

Paulo José Irigon Pereira

A história do transplante experimental de pulmão iniciou-se na

União Soviética, em 1947, quando Vladimir Demikhov1 realizou homoenxertos de lobos pulmonares em cães. O primeiro transplante monopulmonar em humanos foi realizado por James Hardy2 em 1963, tendo o receptor sobrevivido 18 dias e falecido por insuficiência renal. O primeiro transplante de coração e pulmão foi realizado por Denton A. Cooley3 em uma criança de 2 meses de idade em 1968. A essas experiências iniciais, seguiram-se 20 anos, 50 transplantes e apenas um sobrevivente a longo prazo.

A era moderna do transplante de pulmão teve início com

Joel Cooper na Universidade de Toronto em 1983. O grupo de

Cooper4 iniciou a realização de transplantes monopulmonares em pacientes com fibrose pulmonar. Nessa época, a descoberta da ciclosporina abriu novas perspectivas no campo da imunossupressão. Para proteger a anastomose brônquica da deiscência, cobria-se a região da sutura com uma porção vascularizada do omento. Dos primeiros 17 pacientes, nove (53%) sobreviveram além de um ano. Após 1990, Calhoon e colaboradores,5 dando continuidade ao trabalho desenvolvido por Veith, relatou que a utilização de uma anastomose brônquica telescópica provavelmente anulava a necessidade da omentopexia. Hoje, em alguns centros, a sobrevida do transplante monopulmonar em um ano ultrapassa 90%.

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Medium 9788521614746

Capítulo 7 - A Distribuição Normal

HINES, William W.; MONTGOMERY, Douglas C.; GOLDSMAN, Dave; BORROR, Connie M. Grupo Gen PDF

Capítulo

7

A Distribuição Normal

7-1 INTRODUÇÃO

Neste capítulo, consideraremos a distribuição normal. Essa distribuição é muito importante, tanto na teoria quanto nas aplicações da estatística. Discutiremos, também, as distribuições lognormal e normal bivariada.

A distribuição normal foi estudada pela primeira vez no século XVII, quando se observou que os padrões em erros de medidas seguiam uma distribuição simétrica em forma de sino. Ela foi apresentada pela primeira vez em forma matemática em 1733, por DeMoivre, que a deduziu como forma-limite da distribuição binomial. A distribuição era, também, conhecida por Laplace antes de 1775. Por um erro histórico, tem sido atribuída a Gauss, cuja primeira referência publicada relativa a essa distribuição apareceu em 1809, e o termo distribuição gaussiana tem sido usado com freqüência. Várias tentativas foram feitas durante os séculos XVIII e XIX para estabelecer essa distribuição como a lei de probabilidade subjacente a todas as variáveis aleatórias contínuas; assim, o nome normal passou a ser usado.

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Medium 9788582601556

Apêndice - Linux: O sistema operacional preferido do engenheiro de rede sem fio

Wrightson, Tyler Grupo A PDF

296

APÊNDICE

Linux: O sistema operacional preferido do engenheiro...

O sistema operacional Linux

Durante sua carreira, certamente você irá se deparar com vários sistemas operacionais independentemente das atribuições de seu cargo. Só alguns sistemas operacionais dominam o universo de TI, e, definitivamente, o Linux faz parte desse grupo. Se você nunca teve a oportunidade de trabalhar com o Linux, agora é a hora certa para tal. Existem muitas ferramentas de segurança de redes sem fio disponíveis para o Linux que não são executadas no Windows ou no Mac OS. Além de ser um sistema operacional desktop perfeito para usuários de redes sem fio, ele também é um participante importante do mercado de servidores. Seu conhecimento do Linux será um grande benefício para você e sua carreira.

O Linux é um sistema operacional (kernel) livre e de fonte aberta lançado sob o modelo de licença pública GNU. O termo fonte aberta significa que o código subjacente está disponível para quem quiser ver e manipular. Isso é o oposto dos softwares mais comerciais, que são de fonte fechada, ou seja, o código-fonte não está disponível para o público.

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Medium 9788520432488

9. Afasia

Rodrigo Deamo Assis Manole PDF

9

Afasia

Silvana Oliva

Maria Carolina Lizana Monreal

Introdução

O objetivo deste capítulo é definir o que é afasia e suas principais manifestações e assim contribuir para um olhar mais amplo do fisioterapeuta no processo de reabilitação do indivíduo afásico. A comunicação é um fator essencial no contexto terapêutico e pode ocorrer de maneira insatisfatória por falta de conhecimento dos profissionais da área de saúde que atuam junto a indivíduos afásicos.

Cabe aqui ressaltar que o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para o trabalho de linguagem. O fonoaudiólogo é um profissional de saúde e educação que atua em pesquisa, prevenção, avaliação e terapia na área da comunicação oral e escrita, da voz, da fluência, da articulação da fala, da função auditiva periférica e central, da função vestibular e dos sistemas miofuncional, orofacial, cervical e de deglutição.

O fonoaudiólogo pode atuar sozinho ou em conjunto com outros profissionais da área da saúde em unidades básicas de saúde, ambulatórios de especialidades, hospitais e maternidades, consultórios, clínicas, centros de reabilitação, home care, berçário de alto risco, escolas (regulares e especiais), empresas, indústrias, emissoras de rádio e televisão e teatro.

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Medium 9788547214654

Apresentação

FERRETTO, Vilson Editora Saraiva PDF

Apresentação

Este trabalho não tem pretensão acadêmica, mas meramente temática, mesmo porque temática é a atividade do profissional da advocacia.

Seu objetivo é destacar aspectos relevantes e polêmicos do Direito Agrário, ocorrentes no dia a dia forense, particularmente em relação aos contratos agrários, de modo a tentar ser útil a quem se dedica a esse ramo do Direito e à própria atividade agrária.

Inicialmente, no Capítulo I, são feitas considerações gerais sobre a legislação agrária e os princípios básicos que informam os contratos agrários, sistematizados pelo Estatuto da Terra e seus respectivos Regulamentos, de modo a antecipar uma visão panorâmica da matéria que será examinada nos capítulos seguintes, que tratam, objetivamente, de seus aspectos polêmicos.

O Estatuto da Terra, como consabido, trouxe profundas modificações na sistemática agrária de nosso País, instaurando a autonomia do Direito Agrário, até então embutido no Direito Comum (Direito

Civil), através de disposições dirigidas unicamente aos prédios rústicos e

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Medium 9788527732291

4 - Sistemas de Transporte na Membrana Celular

CURI, Rui; PROCOPIO, Joaquim Grupo Gen PDF

Capítulo

4

Sistemas de Transporte na Membrana Celular

Maria Oliveira de Souza

Funções das membranas biológicas, 42

Transporte passivo não mediado (difusão simples), 42

Transporte passivo mediado (difusão facilitada), 43

Uniporte, 45

Transporte ativo, 46

Transporte ativo primário, 46

ATPases do tipo P, 47

ATPases do tipo V, 49

Regulação da H+ ATPase do tipo vacuolar, 50

Transporte ativo secundário, 50

Funções das membranas biológicas

Uma das principais funções das membranas biológicas é o transporte de solutos. Toda célula viva deve adquirir, do meio ambiente, substratos para a biossíntese e produção de energia, enquanto libera para o meio externo os produtos do seu metabolismo. A membrana plasmática possui, em sua estrutura, proteínas específicas que reconhecem e transportam uma grande variedade de moléculas.

Estes sistemas de transporte são importantes para:

■■ Regular o volume da célula

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