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Medium 9788597011913

2 - Investimentos

RIOS, Ricardo Pereira; MARION, José Carlos Grupo Gen PDF

2

I nvestimentos

2 .1   C O N C E I TO

2 .1.1  C onc ei to “a mp lo ”

De forma genérica, o termo “investimentos” se confunde com o conceito de ativo, designando todas as aplicações de recursos feitas pela empresa a fim de atingir os seus objetivos operacionais.

É nesse sentido que se fala em “retorno sobre o investimento” – que nada mais é do que a comparação do lucro operacional com o total aplicado pela empresa em seu ativo – ou, ainda, nos fluxos de caixa, quando é segregada a movimentação decorrente das atividades de “investimentos” – com base na variação dos valores do ativo.

2 .1. 2  C onc ei to “r est r i to ”

Abrange apenas as aplicações feitas pela empresa em valores que não estejam ligados diretamente às suas atividades operacionais, especialmente em títulos e valores mobiliários, seja em caráter temporário ou permanente.

2 .2   IN V E STIME N TOS T E MPORÁRIOS

2 . 2 .1   C onc ei to

Para a empresa que, por qualquer circunstância de mercado, passa a ter capital de giro que deverá ficar ocioso por certo período e não quer que esse capital fique parado sem lhe proporcionar rendimento, a única solução é aplicar essas disponibilidades em investimentos de natureza temporária, tais como: fundos e certificados de depósitos bancários, títulos públicos, ouro, dólar, ações ou quotas de outras sociedades etc.

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Medium 9788502129436

SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS NA TERCEIRA MINUTA DA ÁREA DE LIVRE-COMÉRCIO DAS AMÉRICAS (ALCA) - FABRICIO SANTOS DAMASCENO

Oliveira, Bárbara da Costa Pinto Editora Saraiva PDF

SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS NA

TE RCE I RA M I N UTA DA ÁR EA DE LIVR E- COMÉRCIO DAS AMÉR ICAS (ALCA)

FABRICIO SANTOS DAMASCENO∗

1. INTRODUÇÃO

O desenvolvimento de uma área de livre-comércio hemisférica descende de tensões e conflitos muito acima da liberalização comercial. A própria Ciência, em qualquer das suas estratificações, evolui e prospera segundo um movimento de amplitude e retração, numa pendular alternância entre a generalidade e a particularidade. Embora nos referindo apenas

à solução de controvérsias da ALCA, é primordial adotarmos uma postura interdisciplinar, diferentemente da multidisciplinar, que reinterpreta uma disciplina através da outra ou da transdisciplinar, que propõe a migração de conceitos já estabelecidos entre as várias seções do conhecimento. Tal postura metodológica pressupõe a fertilização mútua entre algumas disciplinas, a saber: o Direito, a Economia e a Política –– todas a serem consideradas de forma estanque, mas convergente.

É de suma importância informar o leitor sobre essas tênues especificidades epistemológicas iniciais, de forma a justificar possíveis falhas de

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Medium 9788527727495

140 - Anafilaxia

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF

140

Anafilaxia

Helen M. Hollingsworth e Nereida A. Parada

I. Princípios gerais

A. A anafilaxia é um tipo grave e potencialmente fatal de hipersensibilidade imediata (reconhecimento de antígeno mediado por imunoglobulina E [IgE]). A reação anafilactoide é causada por um mecanismo diferente de reconhecimento do antígeno pela IgE.

B. Neste capítulo, são denominadas reações anafiláticas as reações mediadas ou não por IgE.

II. Fisiopatologia

A. A ligação de antígeno alergênico (Tabela 140.1) a moléculas de IgE adjacentes sobre mastócitos/basófilos sensibilizados ativa a síntese e a secreção de mediadores da anafilaxia, como histamina, leucotrienos

(LTC4, LTD4 e LTE4) e citocinas.

B. A ativação de mastócitos e basófilos também ocorre por vários mecanismos mediados por IgE (Tabela 140.2).

III. Manifestações clínicas

A. As principais manifestações clínicas da anafilaxia são urticária, angioedema, obstrução respiratória (estridor, sibilância, dispneia) e colapso cardiovascular (tontura, hipotensão, perda de consciên­cia); a urticária

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Medium 9788547213848

Bibliografia Básica

FIORILLO, Celso Antonio Pacheco Saraiva - jur PDF

Bibliografia Básica

FIORILLO, Celso Antonio Pacheco. Curso de direito ambiental brasileiro.

16. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2015.

_____. Princípios do direito processual ambiental – a defesa judicial do patrimônio genético, do meio ambiente cultural, do meio ambiente digital, do meio ambiente artificial, do meio ambiente do trabalho e do meio ambiente natural no Brasil. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.

_____. Biodiversidade, patrimônio genético e biotecnologia no direito ambiental. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.

_____. Crimes ambientais. São Paulo: Saraiva, 2012.

_____. O direito de antena em face do direito ambiental no Brasil. São

Paulo: Saraiva, 2000.

_____. O marco civil da internet e o meio ambiente digital na sociedade da informação. São Paulo: Saraiva, 2015.

_____. Princípios constitucionais do direito da sociedade da informação.

São Paulo: Saraiva, 2014.

_____. Crimes no meio ambiente digital em face da sociedade da informação. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2016.

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Medium 9788502191006

4 SINTAXE

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

4

SINTAXE

SIN.TA.XE

[ss ou cs]

Gram. sf.

1. Conjunto de regras que determinam a ordem e as relações das palavras na frase

2. Essa ordem e as relações das palavras na frase

3. Estudo da estrutura gramatical das frases

4. Conjunto de regras sintáticas que caracterizam uma época, escola, autor etc.:

A obra aborda a sintaxe do modernismo.

5. P.ext. Fig. Livro que apresenta essa parte da gramática

6. Conjunto de regras que ordenam qualquer tipo de linguagem:

Estudava a sintaxe da linguagem computacional.

[F.: Do lat. syntaxis, deriv. do gr. sýntaxis.]

Caldas Aulete

J

4.1.

J

4.1.1.

FRASE, ORAÇÃO E PERÍODO

Frase

É todo enunciado que tem sentido completo. A frase pode ou não ter verbo.

Quando não tem, denomina-se FRASE NOMINAL.

“Eta, vida besta, meu Deus.” (Carlos Drummond de Andrade)

Fogo!

Embora as frases nominais não tenham verbo, conseguem comunicar ideias completas, pois pressupõem a presença de verbos ocultos subentendidos. Equivalem a:

Meu Deus, como essa vida é besta.

Está pegando fogo!

J

4.1.2. Oração

É todo enunciado que contenha verbo:

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Medium 9788502041653

CÓDIGO CIVIL DE 1916

Azevedo, Álvaro Villaça Editora Saraiva PDF

362

CÓDIGO CIVIL DE 1916

Seção IV

Da garantia da tutela

(arts. 418 e 419)

Explicação

Pelo Código Civil de 1916 o tutor, pelo art. 418, antes de assumir a tutela, era obrigado a especializar, em hipoteca legal, inscrita no Registro, os imóveis necessários, para assegurar, sob sua administração, os bens do menor tutelado.

Caso o tutor não tivesse patrimônio imobiliário, deveria assegurar sua gestão por meio de caução.

Tudo dependia, também, da idoneidade do tutor e dos riscos que sua gestão pudesse causar ao pupilo, bem como das circunstâncias da situação.

A eliminação desse art. 418 foi providencial, pois há outros modos de garantir o menor, menos gravosos e de custo mais reduzido do que pela criação do direito real de hipoteca. Tais custos, muitas vezes, não podiam ser arcados pelo menor.

O art. 419 do Código de 1916 agravava ainda mais a situação do tutor que, se tivesse imóveis que não valessem o patrimônio do menor, teria de reforçar dita hipoteca mediante caução real ou fidejussória, só dispensada se ele não tivesse meios ou fosse de reconhecida idoneidade.

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Medium 9788547210076

Capítulo IV - DO AGRAVO INTERNO

LUNARDI, Fabrício Castagna Saraiva- Jur PDF

C apítulo

IV

DO AGRAVO INTERNO

O agravo interno é um recurso destinado contra decisão monocrática do relator para levar a questão a julgamento pelo órgão colegiado do tribunal.

O Novo CPC prevê a disciplina geral do agravo interno no art. 1.021, mas o seu processamento é previsto pelo regimento interno dos tribunais.

O prazo para o agravo interno é de 15 dias (úteis), nos termos do art. 1.070 do

Novo CPC1.

O agravo interno deverá ser interposto, por petição escrita, dirigida ao relator, em que apresentará os fundamentos das suas razões de inconformidade, bem como requererá novo julgamento.

O relator da decisão monocrática recorrida deverá determinar a intimação do agravado para apresentar contrarrazões (ou contraminuta) ao agravo interno, no prazo de 15 dias.

Aplicam-se ao agravo regimental as regras que preveem prerrogativas de prazo

(em dobro). Nesse sentido, aliás, a Súmula 116 do STJ2.

Após as contrarrazões, o relator deverá fazer juízo de retratação. Caso mantenha a decisão impugnada, deverá levá-lo a julgamento pelo órgão colegiado do tribunal, conforme dispuser o regimento interno.

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Medium 9788547203009

Capítulo 2 - O DIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS E A REDEFINIÇÃO DA CIDADANIA NO BRASIL*

PIOVESAN, Flavia Saraiva- Jur PDF

Capítulo 2

O DIREITO INTERNACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS E A

REDEFINIÇÃO DA CIDADANIA NO BRASIL*

1. O Movimento de Internacionalização dos Direitos Humanos

Pretende este ensaio tecer uma reflexão sobre o Direito Internacional dos Direitos Humanos e a redefinição da cidadania no Brasil. Isto é, objetiva­

‑se examinar a dinâmica da relação entre o processo de internacionalização dos direitos humanos e seu impacto no processo de redefinição da cidada‑ nia no âmbito brasileiro.

O Direito Internacional dos Direitos Humanos constitui um movimen‑ to extremamente recente na história, surgindo, a partir do pós­‑guerra, como resposta às atrocidades cometidas pelo nazismo. É neste cenário que se desenha o esforço de reconstrução dos direitos humanos, como paradigma e referencial ético a orientar a ordem internacional contemporânea.

Nesse sentido, uma das principais preocupações desse movimento foi converter os direitos humanos em tema de legítimo interesse da comuni‑ dade internacional, o que implicou os processos de universalização e inter‑ nacionalização desses direitos. Como afirma Kathryn Sikkink: “O Direito

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Medium 9788530926090

Parecer n. 40 - Contrato de mandato. Omissão quanto à possibilidade de substabelecer. Negócios jurídicos celebrados pelo substabelecido. Vinculação do mandante originário

PEREIRA, Caio Mário da Silva Grupo Gen PDF

40

Fatos

Sociedade estrangeira. Constituição de procurador no Brasil por instrumento particular. Substabelecimento dos poderes. Prática de atos e conclusão de negócios pelo procurador substabelecido em nome da mandante. Da procuração não consta qualquer referência à faculdade de substabelecer. Indagação quanto à licitude do substabelecimento, e se os atos praticados pelo substabelecido obrigam a sociedade estrangeira.

Direito

Contrato de mandato. Omissão quanto à possibilidade de substabelecer. Negócios jurídicos celebrados pelo substabelecido. Vinculação do mandante originário.

B

DC INTERNATIONAL constituiu PMB S.A. sua procuradora no Brasil, por instrumento particular de 30 de maio corrente.

A mandatária substabeleceu os poderes recebidos no Sr. CSS, que no exercício dos poderes transferidos tem praticado atos e concluído negócios jurídicos em nome da primeira.

No instrumento de mandato não existe qualquer referência a substabelecimento.

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Medium 9788547223939

Parte I - Direito Internacional dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente

ROSATO, Luciano Alves Saraiva - Jur PDF

Parte I

Direito Internacional dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente

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ECA_Comentado_9ed_001-712.indd 38

04/09/2017 13:27:26

Direito Internacional dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente

1. Considerações iniciais

As crianças são titulares de direitos humanos, como quaisquer pessoas. Aliás, em razão de sua condição de pessoa em desenvolvimento, fazem jus a um tratamento diferenciado, sendo correto afirmar, então, que são possuidoras de mais direitos que os próprios adultos.

Essa é a atual compreensão da comunidade internacional sobre os direitos humanos de crianças, comprovada principalmente após vários documentos, entre Declarações e Convenções, surgidos no século XX, que passam a reconhecer a criança como objeto de proteção

(Declaração de Genebra) ou sujeito de direitos (Declaração de Direitos e Convenção sobre os

Direitos), tal como todos os seres humanos. Além disso, as crianças passam a ser merecedoras de total atenção em temas específicos, em decorrência de graves ofensas que não se encontram adstritas aos limites dos territórios nacionais, como ocorre com a venda, a pornografia e a exploração infantis.

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Medium 9788547214579

LIÇÃO 14 Direito penaltransitório

MARTINELLI, João Paulo Orsini; BEM, Leonardo Schimitt de Saraiva - jur PDF

LIÇÃO 14

Direito penal transitório

§ 1.  PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE.  A proibição de retroatividade da lei mais severa deriva do princípio constitucional da legalidade (art. 5º, XXXIX) e é uma consequência lógica do princípio constitucional da anterioridade (art. 5º, XL)1.

Quando um comportamento é criminalizado, retira-se parte da liberdade de agir livre de sanções. Assim, todo cidadão tem o direito de saber quais os limites para agir conforme o direito e, em caso de extrapolar esses limites, quais sanções lhe poderão ser impostas. Por isso, após praticar um comportamento, o cidadão não po­ derá ser surpreendido com sua criminalização posterior ou nova sanção mais severa que aquela anteriormente prevista. Para Aníbal Bruno, os preceitos destacados consubstanciam “a garantia e a estabilidade do ordenamento jurídico, sem o qual não haveria condição preliminar de ordem e firmeza nas relações sociais e de segurança dos direitos individuais”2, porque, adaptando a doutrina de Roxin,

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Medium 9788527732550

8 - Fundamentos da Administração de Medicamentos

TAMEZ, Raquel Nascimento Grupo Gen PDF

8

Fundamentos da

Administração de

Medicamentos

Introdução, 82

��

Absorção, distribuição, metabolismo e eliminação, 82

��

Interações medicamentosas, 83

��

Métodos de administração de medicamentos, 84

��

Cateteres centrais, 88

��

Cateteres umbilicais, 88

��

Dosagem de medicamentos | Cálculos e fórmulas, 92

��

Cartão com os medicamentos de emergência, 95

��

Bibliografia, 96

��

Tamez - 08.indd 81

27/06/2017 10:32:38

82

Enfermagem na UTI Neonatal

Introdução

O principal objetivo da administração de um medicamento é produzir a concentração efetiva da substância, que terá ação terapêutica para um local específico, alcançando os efeitos desejados e evitando toxicidade.

No paciente neonatal, existem fatores que podem interferir nesses objetivos. O crescimento ponderal é variável, o que afeta a dosagem do medicamento; 10 a 20% de mudança no peso corporal podem indicar necessidade de ajuste da dose. Na 1a semana de vida, o peso utilizado para se calcular a dosagem dos medicamentos e líquidos deve ser o peso ao nascimento, tendo em vista que flutuações no peso corporal do recém-nascido nesse período estão mais relacionadas com as mudanças dos líquidos corporais do que com o ganho, ou não, de peso.

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Medium 9788527723022

Capítulo 11 - Rubéola

MORAES, Sandra do Lago; FERREIRA, Antonio Walter Grupo Gen PDF

Capítulo 11

Rubéola

Kioko Takei e Yoshimi Imoto Yamamoto

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Ferreira 11.indd 142

Introdução, 143

Epidemiologia, 143

Aspectos clínicos, 145

Vírus da rubéo­la e seus antígenos, 146

Resposta imune à infecção e interpretação clínica dos resultados, 147

Diagnóstico laboratorial, 150

Referências bibliográficas, 152

12/6/2013 13:44:21

143

Capítulo 11  |  Rubéola

CC

Introdução

A primeira descrição da rubéo­la foi feita no início do ­século

18 por George Maton, na Inglaterra, como sendo uma doen­ça discreta caracterizada por exantema maculopapular, adenopatia, pouca ou nenhuma febre. O nome rubéo­la foi proposto em 1866 por Henry Veale, para designar a doen­ça até então conhecida por Rotelm ou German measles, que significava

“similar ao sarampo”.1

A doen­ça não despertou grande interesse, sendo considerada uma infecção da infância, sem conse­quências mais graves. A primeira descrição do efeito teratogênico do vírus da rubéo­la (VR) foi feita em 1941, por Norman McAlister

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Medium 9788530965723

Gabaritos

MARIANO, Fabrício Grupo Gen PDF

Gabaritos

Seção 1.10.:

1. D

2. A

3. C

4. A

5. E

6. D

7. E

8. A

9. E

10. C

11. B

12. D

13. B

14. C

15. E

Seção 2.3.:

1. E

2. C

3. A

4. A

5. A

6. E

7. E

8. Errado

9. Certo

10. Certo

11. Errado

12. A

13. C

14. C

15. C

16. B

17. E

18. C

19. B

20. A

21. B

22. B

23. E

24. A

25. D

26. A

27. B

28. E

29. E

30. D

31. D

32. A

33. B

34. D

35. C-C-E

36. C

37. A

38. E

39. D

40. D

41. D

42. D

43. D

44. C

45. B

46. E

Seção 3.3.:

1. D

2. C

3. A

4. D

5. E

6. C

7. B

8. D

9. A

10. E

11. B

12. E

13. A

14. A

15. D

Seção 4.3.:

1. C

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Medium 9788597014129

8 - NOTA PROMISSÓRIA

MAMEDE, Gladston Grupo Gen PDF

8

Nota Promissória

1 CONCEITO E REQUISITOS

A nota promissória é um título de crédito que documenta a existência de um crédito líquido e certo, que se torna exigível a partir de seu vencimento, quando não emitida a vista. É um instrumento autônomo e abstrato de confissão de dívida, emitido pelo devedor que, unilateral e desmotivadamente, promete o pagamento de quantia em dinheiro que especifica no termo assinalado na cártula. Desmotivadamente, frise-se, por ser título que prescinde da investigação de sua causa;

é prova do ato unilateral de confessar-se obrigado ao pagamento indicado. Há, portanto, um corte jurídico entre sua emissão (ato jurídico unilateral) e o negócio fundamental ao qual tenha servido; basta a verificação do vencimento para que seu portador, apresentando-a e nada mais, possa exigir a satisfação do crédito anotado. Isso seja para o devedor principal, seja para os devedores solidários, como já visto. Ao contrário da letra de câmbio, na promissória há uma confissão de dívida, ou seja, a promessa de pagamento é feita pelo próprio devedor (o emitente). O crédito completa-se com sua emissão, não havendo falar em aceite.

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