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Medium 9788527728126

Capítulo 27 - Ultrassonografia das Artérias dos Membros Inferiores

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF

Capítulo 27

Ultrassonografia das Artérias dos Membros

Inferiores

Mariangela Giannini

Introdução

A ultrassonografia ­vascular (ou mapeamento dúplex ‒ MD) arterial é utilizada para diagnóstico e localização de lesões, como aneurismas, estenoses e oclusões. Mostra‑se acurada, tanto antes quanto após intervenção, para o diagnóstico da gravidade da estenose e oclusão, favorecendo decisões em rela‑

ção ao tratamento (clínico, cirúrgico aberto ou endovascular) a ser feito,¹ pois proporciona uma avaliação hemodinâmica, anatômica e morfológica da lesão v­ ascular. Apresenta acurácia comparável à da arteriografia em estudos com pacientes que seriam submetidos a cirurgias de revascularização;2–4 em um estudo se mostrou melhor que a arteriografia para selecionar a artéria receptora.5

Em relação ao custo, é o melhor custo-benefício dos exa‑ mes não invasivos para diagnóstico e avaliação antes do tra‑ tamento da doen­ça ­vascular arterial em membros inferiores.6

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Medium 9788580552867

Capítulo 5 - Unidades elétricas básicas

Frank D. Petruzella Grupo A PDF

capítulo 5

Unidades elétricas básicas

Em situações práticas, você deve ser capaz de medir eletricidade se quiser trabalhar com ela.

Assim como você determina a pressão da água em um tanque com um manômetro, você mede a pressão elétrica com um voltímetro. Em cada caso, uma unidade padrão de medida é usada e o medidor deve estar calibrado nessa unidade. Neste capítulo, focaremos a medição das seguintes grandezas elétricas: tensão, corrente, resistência, potência e energia.

Objetivos deste capítulo

Definir as grandezas corrente, tensão, resistência, potência e energia elétricas e indicar a unidade de medida de cada uma delas

Identificar as partes essenciais de um circuito e estabelecer a função de cada uma delas

Explicar a relação entre corrente, tensão e resistência

Estabelecer a diferença entre o fluxo de elétrons (corrente real) e o fluxo de corrente convencional

Fazer medições de corrente, tensão e resistência

Petruzella_05.indd 91

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Medium 9788577801831

6 Equações Diferenciais de Primeira Ordem Lineares

Bronson, Richard Grupo A PDF

CAPÍTULO 6 • EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM LINEARES

57

transforma (6.4) em uma equação diferencial linear na função incógnita z(x).

Problemas Resolvidos

6.1 Determine um fator integrante para y′ – 3y = 6.

A equação diferencial tem a forma da Eq. (6.1), com p(x) = – 3 e q(x) = 6, e é linear. Neste caso,

de forma que (6.2) se torna

(1)

6.2 Resolva a equação diferencial do problema anterior.

Multiplicando a equação diferencial pelo fator integrante definido por (1) do Problema 6.1, obtemos ou

Integrando ambos os membros da última equação em relação a x, temos

6.3 Determine um fator integrante para y′ – 2xy = x.

A equação diferencial tem a forma da Eq. (6.1), com p(x) = – 2x e q(x) = x, e é linear. Neste caso,

de forma que (6.2) se torna

(1)

6.4 Resolva a equação diferencial do problema anterior.

Multiplicando a equação diferencial pelo fator integrante definido por (1) do Problema 6.3, obtemos ou

Integrando ambos os membros da última equação em relação a x, temos

6.5 Determine um fator integrante para y′ + (4/x)y = x4.

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Medium 9788582711644

Capítulo 8 - Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia no Tratamento de Crianças com TDAH

Irismar Reis de Oliveira; Thomas Schwartz; Stephen M. Stahl Grupo A PDF

8

Integração entre a Psicofarmacologia e a Psicoterapia no Tratamento de Crianças com TDAH

Tais S. Moriyama, Guilherme V. Polanczyk, Fernanda S. Terzi,

Kauy M. Faria, Manfred Döpfner e Luis A. Rohde

Introdução

O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é um dos transtornos mentais mais comuns na infância. Estima-se que cerca de 5% das crianças e adolescentes são afetados em todo o mundo (Polanczyk, de Lima, Horta,

Biederman, & Rohde, 2007) e que a maior parte deles manifestará sintomas e déficit funcional associado na vida adulta (Faraone, Biederman,

& Mick, 2006). O impacto do TDAH pode ser devastador; o transtorno afeta diferentes áreas de funcionamento e os sintomas estão associados a rendimento escolar mais baixo (Mannuzza, Klein, Bessler, Malloy, & Hynes, 1997), problemas conjugais, dificuldades com os filhos

(Barkley & Fischer, 2010), emprego de menor status e desemprego (Mannuzza et al., 1997;

Stein, 2008), envolvimento mais frequente em acidentes de trânsito (Barkley & Cox, 2007) e aumento do risco de outros transtornos psiquiátricos (Mannuzza, Klein, Bessler, Malloy, &

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Medium 9788597015317

Capítulo 6 - Comportamento do produtor

GOOLSBEE, Austan; LEVITT, Steven; SYVERSON, Chad Grupo Gen PDF

C A P Í T U L O

6

Comportamento do produtor

6.1 Princípios básicos da produção

6.2 Produção no curto prazo

6.3 Produção no longo prazo

6.4 O problema da minimização de custos da firma

6.5 Retornos de escala

6.6 Mudança tecnológica

6.7 O caminho de expansão da firma e a curva do custo total

6.8 Conclusão

No início do Capítulo 4, imaginamos ser executivos na Samsung tentando desenvolver o novo smartphone Galaxy para o mercado, e decidindo quais funcionalidades acrescentar de modo que os consumidores teriam desejo de comprá-lo. Agora, suponha que você realizou sua análise de mercado e selecionou as funcionalidades mas, agora, deve produzir o telefone. Que quantidade você deseja produzir? Qual combinação de insumos você vai utilizar para fazer isso? Qual o tamanho da fábrica? Quantos empregados? Que quantidade de vidro? Quanto irá custar? Suponha que o novo Galaxy venha a ser um sucesso ainda maior do que você previu e você deseje acelerar a produção. Caso não consiga facilmente ajustar o tamanho de sua fábrica, o tamanho dela limitará sua capacidade de produzir mais unidades contratando mais empregados?

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Medium 9788582711606

Capítulo 11 - Comorbidades no transtorno de déficit de atenção/hiperatividade–transtornos de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de estresse pós-traumático

Antonio Egidio Nardi; João Quevedo; Antônio Geraldo da Silva Grupo A PDF

11

Comorbidades no transtorno de déficit de atenção/hiperatividade – transtornos de ansiedade, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno de estresse pós-traumático

Rafael Ferreira-Garcia

INTRODUÇÃO

A ansiedade pode ser definida como um estado emocional difuso, desagradável, relacionado à apreensão sobre o possível surgimento de um evento futuro incômodo ou perigoso. Sintomas físicos, como palpitação, dispneia e sudorese, em conjunto com elementos cognitivos, como ruminações, hipervigilância a ameaças, e pensamentos catastróficos são componentes da experiência afetiva de ansiedade.1 Essas reações fazem parte da resposta normal a uma ameaça física real, porém são características dos transtornos de ansiedade quando presentes de maneira repetitiva ou crônica, mesmo na ausência de um perigo real.

Fenômenos como medos, ansiedade de separação e compulsões/obsessões são comuns na infância, e, quando se apresentam de forma moderada, sem prejuízo

às atividades diárias e com curso fugaz, podem ser considerados elementos normais e até esperados do desenvolvimento humano. A exacerbação desses sintomas, seja em intensidade, prejuízo nas atividades diárias ou duração, deve, no entanto,

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Medium 9788577801831

9 Equações Diferenciais Homogêneas Lineares de Segunda Ordem com Coefi cientes Constantes

Bronson, Richard Grupo A PDF

98

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

Obtém-se de maneira análoga as equações características de equações diferenciais em outras variáveis depenj dentes que não y substituindo a j-ésima derivada da variável dependente por λ (j = 0, 1, 2).

(9.3)

A SOLUÇÃO GERAL

A solução geral de (9.1) é obtida diretamente a partir das raízes de (9.3). Existem três casos a serem considerados.

Caso 1

1

e

2

são ambas reais e distintas.

eλ1x e eλ 2 x são duas soluções linearmente independentes, e a

solução geral é (Teorema 8.2)

(9.4)

Para o caso especial λ2 = – λ1, a solução (9.4) pode ser reescrita como y = k1 cosh λ1x + k2 senh λ1x.

Como a1 e a0 em (9.1) e (9.2) são assumidas reais, as raízes de

1 = a + ib, um número complexo.

(a + ib)x

(a – ib)x

(9.2) devem aparecer em pares conjugados; assim, a outra raiz é λ2 = a – ib. e ee são duas soluções linearmente independentes, e a solução geral complexa é

Caso 2

(9.5)

que é algebricamente equivalente a (ver Problema 9.16)

(9.6)

Caso 3

1

=

2

.

eλ1x e xeλ1x são duas soluções linearmente independentes, e a solução geral é

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Medium 9788547229146

15.1. Noções e Características

LÔBO, Paulo SaraivaJur PDF

Capítulo XV

Contrato Estimatório

Sumário: 15.1. Noções e características. 15.2. Natureza do contrato estimatório.

15.3. Objeto: coisas móveis consignadas. 15.4. Determinação do preço ou valor.

15.5. Deveres das partes. 15.6. Prazo para o exercício do poder de disposição.

15.7. Restituição da coisa consignada. 15.8. Impossibilidade da restituição da coisa e a obrigação alternativa. 15.9. Impenhorabilidade da coisa por dívidas do consignatário. 15.10. Indisponibilidade da coisa.

15.1. Noções e Características

O contrato estimatório define-se como contrato bilateral mediante o qual o proprietário ou possuidor, denominado consignante, faz entrega da posse da coisa a outra pessoa, denominado consignatário, cedendo-lhe o poder de disposição, dentro do prazo determinado e aceito por ambos, obrigando-se o segundo a pagar ao primeiro o preço por este estimado ou restituir a coisa. No contrato estimatório há o intuito de alienar a coisa, que um tem, e a livre disponibilidade, que tem o outro. O consignatário tem a posse própria, que se separou do proprietário ou consignante.

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Medium 9788530973889

Capítulo XVII – Direito do Consumidor e Direito Internacional Privado

DEL'OLMO, Florisbal de Souza; JAEGER Jr., Augusto Grupo Gen PDF

XVII

DIREITO DO CONSUMIDOR

E DIREITO INTERNACIONAL PRIVADO

“Em matéria de contratos concluídos pela internet, a questão que se coloca é a de saber se as empresas que oferecem esses serviços, assim como os provedores, podem ser atraídos para o tribunal de domicílio de cada um dos usuários” (Erik Jayme).

17.1 Considerações iniciais

No passado, a proteção do consumidor era garantida com o recurso a outros ramos do Direito, tais como o Direito Comercial, o Direito Civil e o Direito

Econômico, além de outros segmentos das ciências jurídicas. Atualmente, essa situação se alterou, frente à autonomia conquistada pelo Direito do Consumidor.

Para além, agora impera o tratamento da proteção do consumidor também em sua atuação no plano internacional, o que está a cargo do Direito Internacional

Privado.

Com efeito, a abertura do mercado interno dos países a produtos e serviços estrangeiros tem gerado a necessidade de proteção dos destinatários desses benefícios. A integração econômica, a regionalização dos negócios, o desenvolvimento dos meios de transportes e de comunicação, por seu turno, alavancam o turismo, hoje massificado, impondo a defesa das pessoas que consomem bens e serviços provenientes de outros Estados ou que adquirem produtos em suas viagens ao exterior.

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Medium 9788530974602

Capítulo LXXXIV – Impedimentos Matrimoniais e Causas Suspensivas

PEREIRA, Caio Mário da Silva Grupo Gen PDF

Capítulo LXXXIV

Sumário

377. Conceito de impedimento matrimonial. Natureza. Classificação. 378. Dos

Bibliografia

I mpedimentos M atrimoniais e C ausas S uspensivas

Antônio Carlos Mathias Coltro, “Ausência, presunção de morte e o novo casa-

impedimentos no Código Civil de 2002. 379. Da oposição dos impedimentos.

380. Das causas suspensivas. 381. Outros impedimentos. 381-A. A presunção de morte e o casamento.

mento do cônjuge remanescente: questionamentos sobre uma nova realidade”, in

Direito de Família contemporâneo e novos direitos (coord. Florisbald de Souza

Del´Olmo e Luiz Ivani de Amorim Araujo), Rio de Janeiro, Forense, 2006, p.

20; Arnaldo Rizzardo, Direito de Família, Rio de Janeiro, Forense, 2008; Arturo

Carlo Jemolo, Il Matrimonio, nos 29 e segs.; Cândido de Oliveira, “Direito de

Família”, in Manual Lacerda, v. V, §§ 20 e segs., pp. 36 e segs.; Clóvis Beviláqua, Direito de Família, §§ 12 e segs.; Eduardo Espínola, A Família no Direito

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Medium 9788597016253

Capítulo 19 – O Concurso de Crimes

BUSATO, Paulo César Grupo Gen PDF

Capítulo 19

O CONCURSO DE CRIMES

1 INTRODUÇÃO

Teoricamente, se os crimes são previstos em normas que visam compreender determinadas condutas, toda conduta deveria ser reconhecível em um único modelo incriminador.

A realidade criminológica, porém, é bastante mais rica e complexa que isso, levando a que não poucas vezes o operador do direito tenha que realizar muito mais que um mero processo de subsunção para atribuir a carga de responsabilidade a cada um.

Nem sempre o fenômeno criminoso ocorre de um modo isolado. Não são poucas as situações em que vários delitos ocorrem dentro de um mesmo contexto, realizados por um mesmo autor, ou pelo mesmo grupo de autores. Ao lado disso, a própria distinção entre onde começa um delito e termina outro e qual é exatamente a norma aplicável para a situação concreta exigem um trabalho hermenêutico bastante intenso.

Nesses casos, há variáveis importantes entre os casos: existem situações em que vários resultados delitivos são produzidos por uma única conduta sucessiva ou simultaneamente; há outros em que várias condutas sucessivas, mas similares, dão ensejo a diversos resultados delitivos. Para a solução desses problemas, é preciso debruçar-se fundamentalmente sobre o conceito de ação (a fim de verificar quantas e quais tiveram lugar no caso concreto) e na concepção de norma (para entender quantas e quais são aplicáveis na hipótese).

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Medium 9788502635616

Prefácio à 6ª Edição

PECK, Patricia Editora Saraiva PDF

Prefácio à 6ª Edição

Este livro de Patricia Peck Pinheiro, agora em sua 6ª edição, faz parte do cenário jurídico nacional como uma peça fundamental na construção do arcabouço teórico, prático e transdisciplinar do Direito Digital, ou Direito afeto às Novas

Tecnologias, com enorme repercussão sobre temas relevantes e atuais, tais como: a liberdade de expressão, a privacidade, a proteção do conteúdo, a era dos aplicativos, as marcas, os bitcoins e a moeda digital. Demais, a proteção dos dados pessoais, o direito ao esquecimento, a propriedade intelectual e os novos institutos e princípios de direito internacional aplicáveis ao Direito Digital são tratados com valentia e enorme desenvoltura — aquelas de quem navega com autoridade do argumento.

Esta 6ª edição vem revista, atualizada e ampliada de acordo com a Lei n.

12.965/2014, também conhecida como Marco Civil da Internet, assim como pelas novas Leis n. 12.865 e 12.864, pelos Decretos n. 7.962 e 8.135 e pela

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Medium 9788536327730

11. A família em crise

Asen, Eia Grupo A PDF

11

A família em crise

Este capítulo abrange:

Um modelo para pensar sobre crises

Prática sistêmica e prevenção de crises

Estratégias de enfrentamento de crises familiares

Estratégias de enfrentamento para equipes de atenção primária em crise

Se você tivesse que olhar para trás, ao longo das consultas das semanas anteriores, quantas você consideraria que foram desencadeadas por crises? O diagnóstico de câncer gástrico em um homem de 45 anos, ou o risco potencial de suicídio de um jovem deprimido cuja namorada acabou de deixá­‑lo? Quantas consultas tinham pequenas crises incrustadas a elas, como dor no fígado em uma mulher que teve câncer de mama dois anos antes? Em quantas consultas houve reverberação de crises passadas? Talvez um adolescente que fica um pouco deprimido traga de volta para a família memórias do suicídio do seu tio. Em quantas consultas pode haver crises escondidas? Considere, por exemplo, um úmero fraturado (violência doméstica?), indigestão recorrente (abuso de álcool?), infecção urinária recorrente (abuso sexual?). Em quantas consultas parecia haver uma crise para você, mas não para a pessoa atendida? Por exemplo, quando uma pessoa apresentou três problemas na última consulta, quando os horários da unidade de saúde já estavam atrasados, ou quando você tentou fazer uma consulta por vídeo com o residente e o som do vídeo não funcionou e você já estava começando atrasado? Em quantas consultas a pessoa estava angustiada, mas você permaneceu calmo e confiante? Pense no menino de 3 anos para quem evacuar é assustadoramente doloroso e para quem cada necessidade de ir ao banheiro é uma grande crise.

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Medium 9788597014815

6 - Casamento Inexistente, Nulo e Anulável

VENOSA, Sílvio de Salvo Grupo Gen PDF

6

CASAMENTO INEXISTENTE,

NULO E ANULÁVEL

6.1

CASAMENTO INEXISTENTE

É no campo do casamento que a doutrina realça a categoria dos negócios inexistentes. Em nosso Direito civil: parte geral (seção 28.5), já nos ocupamos do assunto. Como enfatizamos, a lei não consagra essa classificação. Por vezes, porém,

é necessário recorrer à inexistência para explicar uma modalidade de falha no negócio. No ato nulo e no ato anulável, existe a formação do negócio, ao menos de forma aparente, o qual, em razão de falta de integração, não produz efeitos regulares.

No ato inexistente, há, quando muito, mera aparência de ato jurídico. A teo­ ria da inexistência foi elaborada por Zaccharias, escritor alemão do século XIX, e encontrou adeptos na doutrina italiana e francesa. É considerado inexistente o casamento no qual o consentimento não existe, na ausência de autoridade cele­ brante, ou quando há identidade de sexos. Advirtamos, de plano, que no direito de família, como regra, somente ocorrem nulidades textuais, ou seja, só será nulo ou anulável o ato se a lei o declarar expressamente. O legislador preocupa-se, pro­ eminentemente, com a validade do casamento, incentivando-a de todas as formas, somente admitindo a invalidade ou ineficácia em situações descritas textualmente.

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Medium 9788502636552

RESUMO

FACHIN,Odília Saraiva - Uni PDF

Evolução dos conhecimentos

23

RESUMO

Do exposto, nota-se que, na Antiguidade, já havia preocupação científica, embora faltassem métodos e observação dos acontecimentos. A filosofia procura conhecer a natureza profunda das coisas e seus fins. É um modo de atuação inacabado; é a investigação constante de um interrogar e um exercício reflexivo realizado pela busca de um conhecer, e não de sua posse. O conhecimento filosófico tem por origem a capacidade de reflexão do ser humano, e por instrumento exclusivo, o raciocínio. Pode-se afirmar que, por meio desse conhecimento, chega-se ao científico.

O conhecimento teológico, por sua vez, baseia-se na fé e na crença em algo superior ao ser humano. Provém das revelações do mistério, do oculto, de algo que é interpretado como mensagem ou manifestação da divindade.

Já o conhecimento empírico é adquirido pela aprendizagem informal ou pela experiência do cotidiano. Esse conhecimento não se fundamenta em procedimentos metodológicos, simplesmente desconhece o rigor dos métodos.

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