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Medium 9788521632740

CAPÍTULO 3 - REAÇÕES ÁCIDO–BASE

KLEIN, David Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

3

REAÇÕES ÁCIDO–BASE

Os primeiros capítulos de qualquer livro-texto de química orgânica concentram-se na estrutura das moléculas: como os átomos se unem formando ligações, como representamos tais ligações, os problemas com os métodos de representação, como dar nome às moléculas, como são as moléculas em 3D, como as moléculas se torcem e se dobram no espaço e assim por diante. Somente após adquirir um entendimento claro da estrutura é que nós passamos às reações. Porém, parece haver uma exceção: a química ácido–base.

A química ácido–base é geralmente tratada em um dos primeiros capítulos de um livro-­ texto de química orgânica, apesar de parecer ser mais adequada aos capítulos posteriores, que versam sobre reações. Há uma razão importante para o ensino de química ácido–base ser dado logo no início do seu curso. Entendendo esta razão, você terá uma perspectiva melhor de por que a química ácido–base é tão incrivelmente importante.

Para reconhecer a razão de ensinar a química ácido–base logo no início do curso, precisamos inicialmente ter um entendimento muito simples do que é a química ácido–base.

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Medium 9788547218362

9. DAS ELEIÇÕES

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF

Ética

II – membros de órgãos do Poder Judiciário, do Ministério

Público, dos tribunais e conselhos de contas, dos juizados especiais, da justiça de paz, juízes classistas, bem como de todos os que exerçam função de julgamento em órgãos de deliberação coletiva da administração pública direta e in­ direta; (Vide ADIn 1.127-8)

III – ocupantes de cargos ou funções de direção em Órgãos da Administração Pública direta ou indireta, em suas fun­ dações e em suas empresas controladas ou concessioná­ rias de serviço público;

IV – ocupantes de cargos ou funções vinculados direta ou indiretamente a qualquer órgão do Poder Judiciário e os que exercem serviços notariais e de registro;

V – ocupantes de cargos ou funções vinculados direta ou indiretamente a atividade policial de qualquer natureza;

VI – militares de qualquer natureza, na ativa;

VII – ocupantes de cargos ou funções que tenham compe­ tência de lançamento, arrecadação ou fiscalização de tri­ butos e contribuições parafiscais;

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Medium 9788521632023

Apêndices

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF

apêndice A

Potências de Dez e Notação Científica

Em ciência, números decimais muito grandes e muito pequenos são expressos de forma conveniente em termos de potências de dez, algumas das quais estão listadas a seguir:

O fator de dez elevado a menos onze indica que a vírgula decimal no termo 5,29 deve ser deslocada onze posições para a esquerda a fim de se obter o raio como um número sem potências de dez. Quando números estão expressos com o auxílio de potências de dez, diz-se que eles estão em notação científica.

Cálculos que envolvem a multiplicação e a divisão de potências de dez são efetuados nos exemplos a seguir:

Usando potências de dez, podemos escrever, por exemplo, o raio da

Terra da seguinte maneira:

As regras gerais para tais cálculos são

Raio da Terra 5 6 380 000 m 5 6,38 3 106 m

O fator de dez elevado à sexta potência é igual a dez multiplicado por ele mesmo seis vezes, ou um milhão, logo o raio da Terra é igual a 6,38 milhões de metros. Outra forma de interpretar o fator de dez elevado

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Medium 9788597009286

5. FUNCIONAMENTO DAS SOCIEDADES CONTRATUAIS

MAMEDE, Gladston Grupo Gen PDF

5

FUNCIONAMENTO DAS SOCIEDADES

CONTRATUAIS

1

Relações entre os sócios

A sociedade não se confunde com seus sócios, mas eles a compõem. A existência e o funcionamento da sociedade resultam das deliberações dos sócios. Há direitos e deveres que surgem do contrato social, sendo válidos e eficazes a partir da assinatura do instrumento, mesmo antes do registro, salvo estipulação em sentido contrário. Esses direitos e deveres perduram até um eventual saída do sócio, com resolução do contrato social em relação a si (dissolução parcial), ou extinção da sociedade (dissolução total), embora haja relações pós-executórias que se estendam mesmo além.

Como se trata de um contrato (relação jurídica plurilateral), as cláusulas ajustadas são exigíveis por cada sócio e de cada sócio, contratantes que são. Quando digam respeito diretamente a um dos contratantes, ele as poderá exigir – até judicialmente – em nome próprio e para benefício próprio. Quando digam respeito à sociedade (pessoa jurídica que é, com direitos e deveres próprios), tais direitos e deveres devem ser exigidos pela sociedade ou da sociedade, conforme o caso. Essa regra exige atenção e cuidado para

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Medium 9788581140827

Parte 4 - 24 - Ácido hialurônico: características, propriedades e suas diferentes apresentações

MATEUS, Andréia; PALERMO, Eliandre AC Farmacêutica PDF

24

Ácido hialurônico: características, propriedades e suas diferentes apresentações

Érica de O. Monteiro

᭿ INTRODUÇÃO

Há vários produtos para preenchimento cutâneo disponíveis no mercado e que são classificados de diferentes maneiras, como por origem (animal ou não animal), por duração (permanente ou não permanente) e outras.

Entre os não permanentes, o que merece maior destaque é o ácido hialurônico, devido ao perfil de segurança, eficácia, versatilidade, facilidade de armazenamento e de uso, satisfação e gratificação dos resultados tanto para o médico quanto para o paciente. Em decorrência das inúmeras vantagens de seu uso, várias empresas comercializam implantes contendo o ácido hialurônico. Apesar de todos serem classificados como “ácido hialurônico”, cada um tem características de produção, elasticidade, viscosidade, concentração, quantidade e tipo de ligações cruzadas (crosslinking) únicas. Por isso, cada produto deve ser avaliado cuidadosamente pelo médico e deve ser escolhido de acordo com o tipo de pele do paciente (fina, espessa), local a ser tratado (sulco nasolabial, região periorbital, orelha ou outra), sexo do paciente (feminino, masculino), lesão (linha, sulco, ruga, cicatriz) e outras variáveis.

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Medium 9788502175594

XIII – A PERÍCIA NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

Bina, Ricardo Editora Saraiva PDF

Esta última disposição, trazida pelo novo § 6º do art. 159 do

CPP, permite ao assistente técnico atuar como se perito fosse, desde que obedecidas algumas regras:

1º – Deverá examinar o objeto probatório no ambiente do órgão oficial (a prova não poderá deixar o Instituto de Criminalística ou o Instituto Médico Legal);

2º – O exame deverá ser acompanhado de perito oficial; e

3º – Dependerá da existência de material coletado e guardado para a eventualidade de futura contraprova.

Essas são as principais inovações da prova pericial no processo penal.

XII – CONCEITO DE PERÍCIA

1) O que é perícia?

É a atuação de um especialista nomeado pela autoridade competente, designado a informar o Poder Judiciário na pessoa do juiz de direito sobre fatos permanentes e duradouros que deixam vestígios e de interesse médico-legal.

A autoridade competente (art. 178 do CPP) pode variar conforme as normas de organização e estrutura da Polícia Científica.

Em São Paulo, por exemplo, os peritos oficiais são designados para realização das perícias médico-legais pelo Superintendente da

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Medium 9788577807826

1. A ÁREA DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF

PARTE I

FUNDAMENTOS DE

GESTÃO DO DESIGN

CAPÍTULO 1

A ÁREA DO DESIGN

Para tornar o design compreensível a quem não é especializado na área, uma série de tópicos e questões deve ser considerada. Primeiro, devemos descrever a natureza da profissão, as diversas áreas em que o design é praticado e os vários métodos que os profissionais de design empregam em seu trabalho. Podemos, então, avaliar a relevância do design para a ciência da administração e descobrir o que se pode aprender com o processo criativo. Por último, precisamos avaliar o impacto do design sobre o desempenho corporativo a fim de determinar o que os gestores podem ganhar com ele.

Neste livro, o termo “design” é usado para designar a profissão como um todo e “designer” refere-se à pessoa que o pratica.

T

Todos os homens são designers. Tudo o que fazemos, quase o tempo o todo, é design, pois o design é básico para todas as atividades humanas.

—Victor Papanek

A IDEIA DO DESIGN

Existem muitas definições de design. Em termos mais amplos, design é uma atividade que confere “forma e ordem para atividades cotidianas” (Potter, 1980). Antes de escolher uma definição consagrada, é importante analisar a etimologia da palavra.

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Medium 9788527732468

63- Manifestações Cutâneas Reveladoras de Neoplasia

AZULAY, Rubem David Grupo Gen PDF

63

Manifestações Cutâneas

Reveladoras de Neoplasia

Mônica Manela-Azulay

j

Luna Azulay-Abulafia

j

David R. Azulay

Um médico bem treinado e atento pode chegar ao diagnóstico de uma neoplasia extracutânea por meio de alterações que ocorrem na pele. As manifestações cutâneas relacionadas com neoplasias subjacentes podem ser classificadas em quatro grupos: j j j

j

metástases cutâneas de câncer visceral linfomas ou infi ltrações leucêmicas doenças potencialmente reveladoras de malignidade interna dermatoses paraneoplásicas.

O primeiro e o segundo grupos diferenciam-se dos demais pela presença de células neoplásicas nas lesões. Nos outros dois, as lesões clinicopatológicas não são de natureza neoplásica e apresentam-se sob a forma de doenças bem conhecidas, algumas hereditárias e/ou congênitas e outras adquiridas. A maioria dos autores não percebe com clareza as diferenças entre eles nem a importância de saber distingui-los e tendem a agrupá-los ora com a denominação de sinais cutâneos marcadores de malignidade, ora sob o nome de dermatoses paraneoplásicas (DP), com os quais os autores do capítulo não concordam pelas razões apresentadas.

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Medium 9788597009101

IV - Propriedade Territorial Rural do Brasil

MARQUES, Benedito Ferreira; MARQUES, Carla Regina Silva Grupo Gen PDF

IV

Propriedade Territorial Rural do Brasil

1 Terras devolutas

Diversos são os conceitos que os jurisconsultos têm atribuído ao instituto das

“terras devolutas”, consagrado na literatura jurídica agrária brasileira, desde a

“Lei das Terras” (Lei no 601, de 18.9.1850).

Para o festejadíssimo MESSIAS JUNQUEIRA,1 de quem se conhece a mais densa abordagem sobre o assunto, “devolutas são aquelas terras que não verteram para o domínio privado, deste excluído, evidentemente, o que estiver aplicado a qualquer uso público”.

ALTIR DE SOUZA MAIA,2 em alentado trabalho publicado pela Fundação

Petrônio Portela, assinala que é notória a divergência conceitual adotada para as terras devolutas ao tempo do Império e da posterior República. Por primeiro, entendia-se como terras ermas, sem aproveitamento, desocupadas, ou, ainda, aquelas devolvidas à Coroa Portuguesa, pela ocorrência do comisso, isto é, aquelas objeto de sesmarias cujas obrigações assumidas pelo sesmeiro não eram, no todo ou em parte, cumpridas. Já no período republicano, a ideia de terreno abandonado, sem ocupação, cedeu lugar à concepção de que, mesmo ocupadas, a terras se consideravam devolutas.

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Medium 9788547209117

Ações Judiciais –Petições Iniciais

VELLOSO, Leandro Saraiva- Jur PDF

Ações Judiciais –

Petições Iniciais

1. Ações Constitucionais

1.1. modelo de peça:

Mandado de Segurança

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ... Vara ... da Comarca ...,

Estado ... (ver outras competências tais como da Justiça Federal e do STJ e STF, dependendo do problema em razão das competências originárias em relação a autoridade coatora e/ou impetrante)

(pule aproximadamente 3 linhas)

Fulano de tal, (qualificação – ou seja, deve-se qualificar com os dados do problema e/ou pelas regras do art. 75 do CPC ou pelo art. 319, II, do CPC, verifique qual dispositivo se aplica) vem, respeitosamente, a Vossa Excelência, por seu bastante advogado infra-assinado, na forma dos arts. 103 a do CPC, com endereço profissional ..., impetrar

Mandado de Segurança Individual c/c Pedido Liminar ou Medida Liminar pelo rito especial da Lei n. 12.016, de 2009, com fundamento no art. 5º,

XXXV, e no art. 5º, LXIX (se for o individual) e LXX (se for o coletivo), da CRFB/88, bem como pelos arts. 1º, 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, caput, e 7º, I, II e III, da Lei Federal n.

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Medium 9788547207977

46. COMERCIANTE PESSOA FÍSICA. PENHORA DE BEMIMÓVEL. INTIMAÇÃO DA MULHER

THEODORO JUNIOR, Humberto Saraiva- Jur PDF

a partir da data em que seu Advogado for intimado, no Juízo de origem, para cumprimento deste acórdão.

Fica, assim, mantida a procedência dos embargos, na parte que interessa

à mulher, arcando a embargada com a restituição, por metade, das custas despendidas para o preparo dos embargos.

Todavia, no que toca ao varão, os embargos foram julgados improcedentes. Por isso, nos termos do art. 20 do CPC, fica ele condenado a pagar a outra metade das custas e os honorários advocatícios, arbitrados em Cr$ 20.000,00

(vinte mil cruzeiros), tendo em vista as circunstâncias assinaladas nos §§ 3º e

4º do aludido preceito processual.

Daí por que dão provimento parcial aos recursos oficial e adesivo.

O julgamento teve a participação dos Srs. Des. Geraldo Roberto (Presidente, com voto) e Arruda Alvim.

São Paulo, 10 de fevereiro de 1982 – Vieira de Moraes, Relator.

(TJSP, 14ª Cciv., Ap. 17.202-2, Rel. Des. Vieira de Moraes, ac. de 10-21982, RJTJSP, 78:188.)

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Medium 9788502156579

Capítulo VII - DISPOSIÇÕES PENAIS

Coelho, Fábio Ulhoa Editora Saraiva PDF

514

Arts. 167 a 178

Art. 167. O disposto neste Capítulo não implica impossibilidade de realização de outras modalidades de acordo privado entre o devedor e seus credores.

348. Outro dispositivo inútil

A lei não precisava dizer que as declarações de vontade continuam a ser juridicamente vinculantes, a despeito da introdução, na legislação falimentar, do instituto da recuperação extrajudicial.

Trata-se de mais um dispositivo inútil.

Capítulo VII

DISPOSIÇÕES PENAIS

Seção I

Dos Crimes em Espécie

Fraude a Credores

Art. 168. Praticar, antes ou depois da sentença que decretar a falência, conceder a recuperação judicial ou homologar a recuperação extrajudicial, ato fraudulento de que resulte ou possa resultar prejuízo aos credores, com o fim de obter ou assegurar vantagem indevida para si ou para outrem.

Pena — reclusão, de 3 (três) a 6 (seis) anos, e multa.

Aumento da pena

§ 1º A pena aumenta-se de 1/6 (um sexto) a 1/3 (um terço), se o agente:

I — elabora escrituração contábil ou balanço com dados inexatos;

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Medium 9788502196797

Capítulo XXXVI - SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA

Tôrres, Heleno Taveira Editora Saraiva PDF

SUSPENSÃO CONDICIONAL DA PENA

XXXVI

Sumário: 1. Origem e desenvolvimento do instituto. 2. Conceito e denominação do instituto. 3. Natureza jurídica. 4. A suspensão condicional no Direito positivo brasileiro. 4.1. Requisitos ou pressupostos necessários. 4.2. Espécies de suspensão condicional. 4.2.1. Condições do sursis. 4.3. O período de prova. 4.3.1. Causas de revogação obrigatória. 4.3.2. Causas de revogação facultativa. 4.4. Prorrogação do período de prova. 5. Extinção da pena privativa de liberdade.

1. Origem e desenvolvimento do instituto

Referindo-se às práticas judiciais eclesiásticas, isoladas, de substituir a condenação, Cuello Calón disse que “não é possível pensar que tais práticas tenham influído na aparição das leis europeias que criaram e organizaram em fins do século XIX a suspensão condicional da pena”1.

Para alguns, a verdadeira origem da suspensão condicional se deu em Massachusetts, Estados Unidos (no ano de 1846), com a criação da Escola Industrial de Reformas2. O instituto, inicialmente, nessa escola, destinava-se aos delinquentes menores, naturalmente primários, que, em vez de sofrerem a aplicação da pena, deveriam ser recolhidos a tal escola, sendo assim subtraídos dos malefícios ocasionados pela prisão. A consagração definitiva do instituto ocorreu somente com a edição de uma lei em 1896, no mesmo Estado de Massachusetts, que depois se estendeu aos demais Estados. Na Inglaterra, o Criminal Law Consolidation

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Medium 9788527731546

74 - Transtorno Afetivo Bipolar na Visão Cognitiva

PAYÁ, Roberta Grupo Gen PDF

74

Transtorno Afetivo Bipolar na Visão Cognitiva

Karina Barros Pellegrinelli Guedes, Erika Leonardo de Souza e Danielle Soares Bio

Caracterização do transtorno bipolar

As mudanças de humor ocorrem em condições normais na vida de todos os in­di­ví­duos, que podem sentir tristeza, alegria, raiva, ódio, irri­ tação, entre outras emoções. Assim, queixas ou sentimentos isolados de alegria, tristeza ou irri­ tabilidade não são suficientes para diagnosticar um transtorno psiquiá­trico. No transtorno bipo­ lar (TB), essas emoções são encontradas como sintomas e sinais que compõem os chamados episódios depressivos ou manía­cos/hipomanía­ cos e persistem na maior parte do tempo (horas, dias, semanas ou meses); duram pelo menos

15 dias, no caso do episódio depressivo, ou de 4 a 7 dias ou mais, no caso do episódio manía­co/ hipomanía­co; causam prejuí­zo no funcionamento

global habitual do paciente e sofrimento; e geral­ mente as mudanças de comportamento são per­ cebidas pelas pessoas à volta do paciente. O TB

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Medium 9788536322117

36 Hemofilia e AIDS

Mello-Filho, Julio de Grupo A - Artmed PDF

36

HEMOFILIA E AIDS

Virgínia Fontenelle Eksterman

Ana Cristina M. Procaci

Lisandre F. Oliveira

Marcia Pinto Fontenelle Mello

Patrícia Corina Rocha

Este trabalho é resultado da experiência de uma equipe de psicólogas, durante o período de três anos, numa instituição que atende exclusivamente a pacientes hemofílicos. Após a avaliação das necessidades da instituição e de seus pacientes, foi possível organizar alguns tipos de atendimento baseados nos modelos psicossomáticos.

ASPECTOS CLÍNICOS DA HEMOFILIA

A hemofilia é uma doença crônica e se caracteriza por uma deficiência genética no cromossomo X, que tem como efeito a carência de proteínas fundamentais para o processo de coagulação do sangue.

O hemofílico transmite a suas filhas o gene com tal característica hereditária e estas, portadoras, o transmitirão ou não a seus descendentes diretos, conforme a combinação cromossômica. No caso de filhos homens que recebam essa carga genética, a doença será manifesta, o mesmo não acontecendo com as filhas, que continuarão sendo portadoras, pois um dos cromossomos X compensa a deficiência do outro. Um casal, em que ambos possuam a deficiência genética, tem a probabilidade de vir a ter filhas nas quais a doença será manifesta.

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