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10 - Desafios do Campo da Alimentação e Nutrição na Atenção Básica

DIEZ-GARCIA, Rosa Wanda; CERVATO-MANCUSO, Ana Maria Grupo Gen PDF

Capítulo 10    Desafios do Campo da Alimentação e Nutrição na Atenção Básica   89

Capítulo 10

Maria Angélica Tavares de Medeiros

Desafios do Campo da Alimentação e Nutrição na Atenção Básica

Objetivo

Ao término deste capítulo, o leitor estará apto a:

�� Reconhecer as ações de alimentação e nutrição na Atenção Básica, no conjunto das ações de saúde realizadas no Sistema Único de Saúde; identificar os desafios que perpassam essas ações e refletir sobre eles, considerando os determinantes histórico-sociais em que as mesmas se inserem.

Síntese do conteúdo

Este capítulo aborda as ações de atenção nutricional na Atenção Básica, no contexto das políticas de alimentação e nutrição. Para tanto, inicialmente discorre-se sobre o papel da

Saúde Coletiva, trazendo elementos históricos para compreender a constituição do campo da Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva. Na sequência, expõem-se os referenciais político-institucionais que modulam a atuação do nutricionista na Atenção Básica. Após, apresentam-se o cenário e as ações de alimentação e nutrição. Em seguida, problematizam-se sobre os limites e o alcance da atenção nutricional na Atenção Básica, com base na literatura científica, e sobre o desenvolvimento de ações de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), questionando as abordagens prescritivas e normativas em favor de práticas interativas e que promovam a autonomia dos sujeitos. São feitas, ainda, considerações finais, retomando alguns dos desafios expostos ao longo do texto e, finalmente, sugerem-se atividades a serem desenvolvidas com estudantes de graduação.

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Medium 9788521621072

Capítulo 7 - Ambientes de Aprendizagem e Recursos Instrucionais

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen PDF

Capítulo 7

Ambientes de Aprendizagem e

Recursos Instrucionais

Contextualizando

O Cortiço, de Aluísio Azevedo

João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.

Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lha, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.

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Medium 9788553172870

Ementário de legislação

NEGRÃO, Theotonio SaraivaJur PDF

1207

Ementário

Controle de Constitucionalidade

— v. CF 102-I-a e p, 103 e 125 § 2º.

Lei 9.868, de 10.11.99 — Dispõe sobre o processo e julgamento da ação direta de inconstitucionalidade e da ação declaratória de constitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal (v., adiante, texto integral).­

Lei 9.882, de 3.12.99 — Dispõe sobre o processo e julgamento de arguição de descumprimento de preceito fundamental, nos termos do § 1º do art. 102 da Constituição Federal (v., adiante, texto integral).

Lei 12.063, de 27.10.09 — Acrescenta à Lei 9.868, de 10.11.99, o Capítulo II-A, que estabelece a disciplina processual da ação direta de inconstitucionalidade por omissão.

Lei 12.562, de 23.12.11 — Regulamenta o inciso III do art. 36 da Constituição Federal, para dispor sobre o processo e julgamento da representação interventiva perante o Supremo Tribunal Federal (v., adiante, texto integral).

05_Codigo de Processo Civil_1181_1320.indd 1207

16/01/2018 16:05:08

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Medium 9788527726887

Capítulo 5 Análise dos Rótulos dos Alimentos

DOLINSKY, Manuela Grupo Gen PDF

Capítulo 5

Análise dos Rótulos dos Alimentos

Renata Matoso Souto

▪▪

Introdução, 48

▪▪

Rotulagem nutricional obrigatória, 51

▪▪

Referências bibliográficas, 64

Dolinsky - cap 05 Final.indd 47

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48 Emagrecimento Permanente | Nutrição para uma Vida Saudável

XX

Introdução

A mudança nos hábitos de vida da população, em especial das mulheres, vem ganhando espaço. Assim, elas estão mais perto dos altos cargos em grandes empresas e despertam, cada vez mais, o interesse das indústrias de alimentos. O aumento da demanda do mercado consumidor favorece o crescimento da produção e também da variedade de itens industrializados disponíveis. Se, por um lado, isso facilita a vida das pessoas, por outro, pode resultar em ganho de peso, problemas de saúde, maior predisposição a alergias e intolerâncias alimentares e, além de tudo isso, o provável consumo de ingredientes que simplesmente não se deseja consumir. Tais entraves estão relacionados com a desinformação do consumidor quanto ao conteúdo dos alimentos industrializados e de sua influência no organismo. Para que esses inconvenientes não ocorram, é fundamental que todos leiam, de fato, o rótulo dos alimentos antes de incluí-los no carrinho de compras.

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Medium 9788527726900

Capítulo 27 - Febres Maculosas das Montanhas Rochosas e do Mediterrâneo, Doença Similar ao Tifo Transmitida pela Pulga do Gato, Varíola por Riquétsia e Tifo

GREENE, Craig E. Grupo Gen PDF

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Seção 1 | Doenças Causadas por Vírus, Riqué­tsias e Clamídias

Achados patológicos

Tratamento e prevenção

A linfadenomegalia generalizada foi o único achado macroscópico na necropsia de um estudo experimental de cães submetidos à eutanásia nas primeiras semanas de infecção.47 As lesões histopatológicas geral‑ mente foram leves e consistiram em hiperplasia linfoide e plasmoci‑ tose nos linfonodos e no baço, hemorragias perifoliculares em forma de hemorragia crescente no baço e hiperplasia multifocal das células de Kupffer do fígado. O número de megacarió­citos na medula óssea estava dentro da faixa esperada ou aumentado.

Com base em estudos preliminares, as tetraciclinas e o enroflo‑ xacino, nas doses recomendadas nas infecções por E. canis, são aparentemente eficazes contra A. platys (Tabela  26.7).167,295,458

Como os carrapatos (e, possivelmente, outros artrópodes) são, sem dúvida alguma, responsáveis pela transmissão natural dessa doen­ça, recomenda‑se o controle adequado dos vetores para pre‑ venir a sua disseminação (ver Infecções transmitidas por vetor, no

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Medium 9788547224745

16.10 Auditoria do Patrimônio Líquido

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - Uni PDF

CAPÍTULO 16 · Auditoria das demonstrações contábeis

É importante, no entanto, destacar que, para as respostas não recebidas, como procedimento alternativo, é comum executar procedimento de eventos subsequentes. Esses procedimentos visam a identificar ativos ou passivos recebidos ou liquidados após a data da apuração do resultado informado nas demonstrações contábeis que estão sendo auditadas cujos fatos geradores incorreram antes da apuração do respectivo resultado.

Veja, a seguir, um modelo de carta de confirmação positiva:

Timbre da organização que está sendo auditada (remetente)

CARTA DE CIRCULARIZAÇÃO – CONTAS A PAGAR

[Local e data]

[Destinatário (Fornecedor da auditada)]

Prezados Senhores:

Nossos auditores [colocar o nome da empresa de auditoria externa] estão examinando nossas demonstrações financeiras e desejam obter de V.Sas. informações sobre a posição de seu crédito em

[colocar data-base da circularização], referente ao fornecimento de mercadorias e/ou serviços

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Medium 9788522493821

Parte III - 17 Setor de Serviços Públicos

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen PDF

17

Setor de Serviços Públicos

17.1 CARACTERÍSTICAS BÁSICAS E ESTRATÉGIAS

GENÉRICAS

Como organizações de serviços públicos, encontram-se: órgãos da administração direta (federal, estadual e municipal); órgãos da administração indireta; empresas públicas; sociedades de economia mista; autarquias; fundações; e afins.

Na análise das estatais, assinaladas invariavelmente por se desviarem de seus propósitos iniciais, percebe-se que foram criadas para ocuparem lacunas estratégicas no meio econômico que o setor privado, isoladamente, não poderia ocupar e, também, visando compensar as deficiências da administração direta, evidenciando seu fenomenal crescimento e diversificação.

Elas representam uma pluralidade de estruturas, que não constituem necessariamente um conjunto ordenado de agentes, tendo como característica comum o fato de terem se originado de uma mesma fonte, o Estado. Na maior parte dos casos, as estatais posicionam-se em áreas específicas de atuação, em geral detendo o monopólio ou o controle do mercado, em que empresas privadas teriam dificuldades devido à necessidade de manutenção de preços, tarifas e dimensões economicamente vantajosas.

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Medium 9788547201166

Capítulo 10 - Governança

CASTELLI, Geraldo Saraiva - UNI PDF

Capítulo 10

Governança

10.1 Fonte de receita

Toda empresa oferece bens e serviços para atender a necessidades e, uma vez supridas, receber como recompensa o retorno financeiro. Uma das necessidades para as pessoas que viajam é encontrar abrigo. Os meios de hospedagem disponibilizam os recursos para atender a essa demanda, que ganhou, na atualidade, em volume e em diversidade. Na oferta dos bens e serviços disponibilizados pela hotelaria, as Unidades Habitacionais (UHs) têm sido as grandes “vedetes” na geração das receitas decorrentes das vendas de diárias. A taxa de ocupação do hotel, tradicionalmente, tem sido adotada como um indicador para medir a receita do hotel. Contudo, a taxa média

(ADR) e a RevPar são indicadores que sinalizam com maior precisão a receita gerada pelas diárias.

Considerando que as diárias das UHs representam a principal fonte de receitas para os hotéis, é fácil compre-

ender a importância da área da governança e o papel que cabe à equipe encarregada de limpar, higienizar e organizar os apartamentos e ambientes afins. Ressalta-se a atenção que necessita ser dada à capacitação de todos os integrantes da equipe, não somente na execução dos procedimentos operacionais padrão, como também no agir com atitude hospitaleira para se portarem como verdadeiros anfitriões.

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Medium 9788530926090

Parecer n. 24 - Sentença de rescisão contratual. Garantia real. Sub-rogação. Falência

PEREIRA, Caio Mário da Silva Grupo Gen PDF

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Fatos

Contrato de compra e venda assegurado por garantia real. Pagamento adiantado pela compradora. Inadimplemento da vendedora. Resolução do contrato por sentença, com a condenação da vendedora a restituir à compradora os valores recebidos em pagamento adiantado. Posterior decretação de falência da vendedora. Alegação, pela vendedora, de que a sentença que decretou a rescisão do contrato também extinguiu a natureza privilegiada da garantia real anteriormente existente.

Direito

Distinção entre sentença de rescisão contratual e sentença anulatória do contrato. Existência de sentença rescisória. Manutenção da natureza jurídica da obrigação. Sub-rogação da obrigação de entregar a coisa na obrigação de restituir o preço pago pela compradora.

Nova obrigação assegurada pela mesma garantia real. Falência da vendedora. Subsistência da natureza privilegiada (garantia real) do crédito da compradora.

A

LFA S.A. DE COMÉRCIO EXTERIOR adquiriu, para entrega futura, de BETA

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Medium 9788547202828

BIBLIOGRAFIA

REZEK, Francisco Editora Saraiva PDF

BIBLIOGRAFIA

OBRAS GERAIS

ACCIOLY, Hildebrando. Tratado de direito internacional público. Rio de Janeiro,

Ministério das Relações Exteriores, 1956-1957. 3 v.

ACCIOLY, Hildebrando, NASCIMENTO E SILVA, Geraldo Eulálio do & CASELLA, Paulo Borba. Manual de direito internacional público. São Paulo,

Saraiva, 21. ed., 2014.

AKEHURST, Michael. A modern introduction to international law. Londres, Allen

& Unwin, 1990.

AMARAL JUNIOR, Alberto do. Curso de direito internacional público. São Paulo, Atlas, 4. ed., 2013.

ANDRADE, Agenor Pereira de. Direito internacional público. São Paulo, LTr.,

1987.

ANTOKOLETZ, Daniel. Derecho internacional público. Buenos Aires, Ediar, 1972.

ANZILOTTI, Dionisio. Corso di diritto internazionale. Pádua, Cedam, 1955. 2 v.

ARAÚJO, Luís I. de Amorim. Curso de direito internacional público. 9. ed. Rio de Janeiro, Forense, 1995.

BALLADORE-PALLIERI, Giorgio. Diritto internazionale pubblico. Milão, Giuffrè, 1962.

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Medium 9788527729413

38 Princípios dos Tratamentos das Infecções Maxilofaciais

MILORO, Michael; GHALI, G.E.; LARSEN, Peter E.; WAITE, Peter D. Grupo Gen PDF

38

Princípios dos Tratamentos das Infecções Maxilofaciais

Thomas R. Flynn

A incidência, a gravidade, a morbidade e a mortalidade das infec‑

ções odontogênicas têm diminuído significativamente nos últimos

60 anos. Em 1940, Ashbel Williams publicou uma série de 37 casos de angina de Ludwig em que 54% dos pacientes morreram.1 Apenas 3 anos depois, ele e o Dr. Walter Guralnick publicaram a primeira série de casos prospectivos no campo das infecções de cabeça e pescoço, na qual a taxa de mortalidade dos pacientes com angina de Ludwig foi reduzida para 10%.2 Esta acentuada redução de 54 para 10% não se deveu ao uso de penicilina para tratamento dessas infecções; o Dr.

Guralnick aplicou os princípios de primeiro estabelecer a segurança das vias respiratórias, seguida de drenagem cirúrgica precoce e agres‑ siva de todos os espaços anatômicos afetados por celulite ou abscesso.

Desde então, com antibióticos e cuidados de suporte médico avança‑ do, a mortalidade da angina de Ludwig foi reduzida para 4%.3

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Medium 9788521622895

Capítulo 12 - Controle do Movimento de Ar: Contenção, Visualização e Recuperação

WHYTE, William Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

12

Controle do Movimento de Ar:

Contenção, Visualização e Recuperação

Será necessário, ao testar uma sala limpa, demonstrar que o fluxo de ar dentro da sala limpa ou entre salas limpas está correto. Isso pode ser realizado por meio dos seguintes ensaios:

1. Ensaio da integridade da contenção para mostrar que nenhuma contaminação em suspensão no ar vem de áreas menos limpas para a sala limpa;

2. Métodos de visualização para mostrar que o ar se movimenta na direção correta;

3. Ensaios de recuperação para mostrar que, em salas limpas de fluxo de ar não unidirecional, a contaminação em suspensão no ar é rapidamente removida após contaminação.

Vamos agora analisar estes ensaios.

12.1

ENSAIO DE INTEGRIDADE DA CONTENÇÃO DE SALAS

LIMPAS

Para mostrar que uma sala limpa está funcionando corretamente, é necessário demonstrar que a contaminação não se infiltra na sala limpa oriunda de áreas adjacentes mais

123

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Medium 9788577805013

29. O Potencial Elétrico

Knight, Randall Grupo A PDF

O Potencial Elétrico

29

As luzes das cidades, vistas do espaço, mostram onde milhões de lâmpadas estão transformando energia elétrica em luz e energia térmica.

᭤ Olhando adiante

O objetivo do Capítulo 29 é calcular e empregar o potencial elétrico e a energia potencial elétrica. Neste capítulo, você aprenderá a:

■ Usar a energia potencial elétrica

As luzes cintilantes das grandes cidades constituem um espetáculo impressionante.

As lâmpadas que as emitem empregam uma enorme quantidade de energia. De onde vem toda essa energia?

A energia tem sido um tema presente em todo este livro. A energia permite que as coisas aconteçam. Um sistema que não disponha de uma fonte de energia não é muito interessante; apenas está lá. Você precisa de lâmpadas para iluminar, de seu computador para realizar cálculos e de seu aparelho de som para manter os vizinhos acordados. Em outras palavras, você precisa de dispositivos que usem eletricidade para fazer algo em troca, e isso consome energia. É tempo de vermos como o conceito de energia pode nos ajudar a compreender e a analisar um fenômeno elétrico.

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Medium 9788547214982

4 Elementos da gestão de ativos intangíveis

ZANINI, Marco Túlio Saraiva - UNI PDF

por seus diversos grupos de stakeholders possuem a capacidade de gerar benefícios mútuos de forma contínua e consistente ao longo do tempo. Portanto, as relações de confiança internas formam a base necessária sobre a qual a reputação organizacional poderá ser edificada.

4   Elementos

da gestão de ativos intangíveis

A ideia central da gestão integrada de ativos intangíveis é a construção estratégica e a gestão integrada desses ativos, que pode representar uma competência organizacional distinta e um diferencial sustentável para as empresas. O exercício de gestão demanda o diagnóstico, a identificação e o reconhecimento desses intangíveis alinhados à entrega de uma proposta de valor definida para o mercado. Existem dois grandes dilemas a serem enfrentados para a gestão eficaz de intangíveis: a necessidade de capacitar gestores com o conhecimento necessário para uma gestão efetiva dos elementos intangíveis; e a necessidade de se pensar a construção de relacionamentos de longo prazo.

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Medium 9788547224745

7.15 Simbologia

RIBEIRO, Osni Moura Saraiva - Uni PDF

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AUDITORIA SÉRIE EM FOCO

conhecidos na data, poderiam ter causado correções nas demonstrações contábeis ou levado o auditor a modificar seu relatório (NBC TA 560, item 14).

As modificações resultantes na documentação de auditoria são revisadas de acordo com as responsabilidades de revisão expostas na NBC TA 220, item 16, e a responsabilidade final pelas mudanças cabe ao sócio do trabalho (item A20, da NBC TA 230.)

7.15 Simbologia

Para facilitar a identificação das evidências, o auditor usa em seus papéis de trabalho símbolos também conhecidos por ticks ou códigos.

É recomendável que o auditor inclua no seu papel de trabalho uma legenda com explicações do significado de cada tickt utilizado.

Algumas firmas de auditoria podem criar “ticks-padrão”, o que elimina a necessidade da legenda.

É recomendável também que os ticks sejam coloridos. Algumas firmas de auditoria usam a cor azul e aconselham a adoção de ticks diferentes para cada trabalho, porém não aconselham a variação da cor.

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