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Medium 9788527714068

32 - Schistosoma mansoni e Esquistossomíase: O Parasito

REY, Luís Grupo Gen PDF

32

Schistosoma mansoni e

Esquistossomíase: O Parasito

INTRODUÇÃO

CARACTERIZAÇÃO DO PARASITO

ORGANIZAÇÃO E FISIOLOGIA

O ciclo do Schistosoma mansoni

Os helmintos adultos

Morfologia

Fisiologia

INTRODUÇÃO

As esquistossomíases, denominadas também esquistossomoses ou bilharzioses, são doenças produzidas por trematódeos do gênero Schistosoma que, para o homem, têm como principais agentes etiológicos as espécies S. mansoni, S. haematobium e S. japonicum.

S. mansoni ocorre na África, na América do Sul e nas

Antilhas, onde determina uma infecção denominada esquistossomíase mansônica ou intestinal, pela localização dos parasitos nas vênulas da parede do grosso intestino, sigmóide e reto, com sintomas predominantemente intestinais. Nas formas mais graves, há hepatosplenomegalia, hipertensão no sistema porta ou outras manifestações patológicas. Sua distribuição geográfica está condicionada pela de algumas espécies de moluscos de água doce, do gênero Biomphalaria, que são os hospedeiros intermediários de S. mansoni.

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Medium 9788597011098

9 - Intervenção do Estado no domínio econômico e atuação no domínio social

NOHARA, Irene Patrícia Grupo Gen PDF

Intervenção do Estado no domínio econômico e atuação no domínio social

9

9.1  Intervenção no domínio econômico

A intervenção no domínio econômico é uma das principais atividades do

Estado, que deve adotar medidas para garantir o seu crescimento e desenvolvimento econômico. Nesta perspectiva, determina o art. 174 da Constituição que:

“como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado”.

Planejamento é uma ferramenta administrativa1 fundamental para a consecução de objetivos ou metas. Ele envolve um processo em que antes da ação são analisados inúmeros fatores condicionantes, como os prazos, os custos, o desempenho, e conjunturais, como, por exemplo, os riscos envolvidos, tendo em vista o cenário econômico (inflação, escassez de certos recursos etc.), para o alcance de determinados resultados.

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Medium 9788521625568

Capítulo 15 - Gerenciamento de Materiais

HALPIN, Daniel W.; WOODHEAD, Ronald W. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 15

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS

15.1 PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DE MATERIAIS

No relacionamento contratual tradicional, o proprietário contrata uma empresa de engenharia ou um gerente de construções para a construção de um empreendimento e o projeto com um arquiteto. O construtor geral, através de seu contrato com o proprietário, se obriga a executar o serviço de acordo com as instruções, especificações e desenhos do arquiteto. Portanto, o arquiteto é o agente do proprietário durante o projeto e a execução de um empreendimento. A

Fig. 15.1 mostra as linhas de comunicação que são estabelecidas entre as três partes.

Tudo o que constituir os meios necessários para a construção de um edifício está sujeito à revisão do arquiteto ou do profissional responsável pelo projeto. O empreiteiro normalmente delega a responsabilidade para algumas das categorias de trabalho existentes no empreendimento para subempreiteiros e fornecedores. Essa delegação é feita através

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Medium 9788530934699

PARTE TRÊS - 23 - A GENEALOGIA DA MORAL

YOUNG, Julian Grupo Gen PDF

A GENEALOGIA DA MORAL

23

Parsifal, Dostoievski e um Terremoto “Bem-Intencionado”

O ano de 1887 começou com um frio intenso: a “Europa”, escreveu Nietzsche a

Elizabeth, no calor opressivo do Paraguai, “transformou-se em uma montanha de neve e em um urso polar”. Embora não houvesse neve em Nice, as colinas ao seu redor estavam cobertas de neve.1 Apesar do novo quarto com vista para o sul na Rue des Ponchettes (p. 535-536), seu problema de “cianose” persistiu, assim como um agravamento em sua saúde e em seu estado de espírito, um efeito cumulativo, ele pensou, de dois meses de frio e chuva.2 No entanto, no final de janeiro seu ânimo melhorou em razão de uma viagem inesperada: a ida a Monte Carlo para assistir o prelúdio de Parsifal. “Deixando de lado a questão do uso dessa música e observando-a do ponto de vista puramente estético”, ele escreveu a Köselitz,

Wagner compôs algo melhor? A percepção psicológica profunda e a precisão referente ao que deveria ser dito, expresso, transmitido, as formas mais curtas e diretas, cada nuance de sentimento reduzida a epigramas: a clareza da música como uma arte descritiva... e um sentimento sublime e extraordinário, a experiência memorável da alma no cerne da música que homenageia Wagner no mais alto grau.3

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Medium 9788521625995

10 A liderança

REGATO, Vilma Cardoso Grupo Gen PDF

10

A liderança

Objetivos deste capítulo: liderança.

• Definir os diferentes tipos de poder assumidos na liderança.

• Analisar traços de personalidade compatíveis com a liderança.

• Associar

• Discutir a importância da liderança sobre o comportamento grupal.

De todos os temas discutidos no decorrer deste livro, a liderança poderia estar inserida em vários capítulos, dadas sua importância e abrangência. Exatamente por isso, separamos um capítulo exclusivo para melhor estudá-la.

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10.1 Conceitos

Robbins e Fiorelli concordam em apontar o exercício da liderança como busca de resultados organizacionais por intermédio das pessoas.

Liderar, contrariando muitos preconceitos, não é tarefa fácil. O líder, para exercer bem seu papel, depende de alguns atributos pessoais, como facilidade de comunicação e motivação específica para liderar

“energias” (potenciais de trabalho).

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Medium 9788530965921

Capítulo XXXIII – RESPONSABILIDADE DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS PÚBLICOS

RIZZARDO, Arnaldo Grupo Gen PDF

Capítulo XXXIII

Responsabilidade das Empresas

Prestadoras de Serviços Públicos

1. Empresas prestadoras de serviços públicos

Nos termos de seu art. 37, no § 6º, a Carta Federal atribui a responsabilidade às pessoas jurídicas de direito público e às de direito privado prestadoras de serviços públicos pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.

Importante é definir ou classificar o serviço público que é, na lição de José

Afonso da Silva, “por natureza estatal. Tem como titular uma entidade pública. Por conseguinte, fica sempre sob o regime jurídico de direito público. O que, portanto, se tem que destacar aqui e agora é que não cabe titularidade privada nem mesmo sobre os serviços públicos de conteúdo econômico, como são, por exemplo, aqueles referidos no art. 21, XI e XII”.

Tais serviços desenvolvem-se no regime da livre iniciativa. Todavia, segue o autor citado, “numa ordem econômica destinada a realizar a justiça social, a liberdade de iniciativa privada não pode significar mais do que liberdade de desenvolvimento da empresa no quadro estabelecido pelo Poder Público. É, sim, um direito fundamental, enquanto exercido no interesse da realização da justiça social, da valorização do trabalho e do desenvolvimento nacional”.1

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Medium 9788597012965

12 - Efeitos da Crise econômica-política-ética nas Finanças Públicas

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF

Efeitos da Crise econômica-política-ética nas

Finanças Públicas

12

“O Brasil ainda carece de um projeto de nação consistente, estabelecido por meio de um sólido pacto social, não contaminado por interesses corporativos ou patrimonialistas, que contemple o interesse de todos.”

J. Matias-Pereira, 2016

Temos como objetivo neste capítulo avaliar os motivos que obrigaram o Brasil a adotar um novo regime fiscal. Levou-se em consideração, nesse contexto, que a convergência das crises política, econômica e ética contribuíram para a queda no desempenho da economia e a desorganização das Finanças Públicas. Para tornar isso possível, foram analisadas as dimensões: economia, política e corrupção, a partir das bases de dados e dos relatórios das principais instituições nacionais e multilaterais. Conforme fica evidenciado nas discussões, a forma simultânea como as crises política, econômica e ética ocorreram contribui para a desorganização da Administração Pública e a queda no desempenho da economia brasileira, que desestruturou as contas públicas. Esses graves desequilíbrios nas

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Medium 9788521634287

CAPÍTULO 6 - Tabelas de Dupla Entrada

MOORE, David S.; NOTZ, William I.; FLINGER, Michael A. Grupo Gen PDF

C A P Í T U LO

6

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Tabelas de Dupla

Entrada*

Neste capítulo abordamos...

6.1 Distribuições marginais

6.2 Distribuições condicionais

6.3 O paradoxo de Simpson

A

té agora, nos concentramos em relações nas quais pelo menos a variá­vel resposta

é quantitativa. Vamos, agora, descrever relações entre duas variáveis categóricas.

Algumas variáveis – como gênero, raça e ocupação – são categóricas por natureza.

Outras variáveis categóricas são criadas pelo agrupamento em classes dos valores de uma variável quantitativa. Com frequência, dados publicados aparecem na forma agrupada para economizar espaço. Para analisar dados categóricos, usamos contagens ou percentuais de indivíduos que caem nas várias categorias.

E X E M P L O 6 .1

Um Emprego Fora de Casa

Em uma pesquisa amostral com adultos (18 anos de idade ou mais), perguntou-se “Se tivesse liberdade de escolha, você preferiria ter um emprego fora de casa ou preferiria ficar em casa e cuidar da casa e da família?”. A Tabela 6.1 mostra as respostas.1 Essa

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Medium 9788547211660

SÚMULA N. 371 AVISO PRÉVIO INDENIZADO. EFEITOS. SUPERVENIÊNCIADE AUXÍLIO-DOENÇA NO CURSO DESTE

KLIPPEL, Bruno Saraiva - Jur PDF

Direito Sumular Esquematizado® — TST

369

Contudo, se não pago o valor mínimo horário, serão devidas as diferenças salariais. Se, além disso, for exigido trabalho superior ao limite constitucional, além das diferenças salariais, deverá também ser pago adicional por labor extraordinário, no percentual mínimo de 50% (cinquenta por cento).

ATENÇÃO: Os médicos e engenheiros não possuem jornada reduzida garantida por lei, mas um salário mínimo para a jornada de 4 horas para os médicos e de 6 horas para os engenheiros, de forma que ambos possuem um valor módico garantido, mesmo nas jornadas reduzidas.

SÚMULA N. 371

AVISO PRÉVIO INDENIZADO. EFEITOS. SUPERVENIÊNCIA

DE AUXÍLIO-DOENÇA NO CURSO DESTE (conversão das

Orientações Jurisprudenciais ns. 40 e 135 da SBDI-1) —

Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005

A projeção do contrato de trabalho para o futuro, pela concessão do aviso prévio indenizado, tem efeitos limitados às vantagens econômicas obtidas no período de pré-aviso, ou seja, salários, reflexos e verbas rescisórias. No caso de concessão de auxílio-doença no curso do aviso prévio, todavia, só se concretizam os efeitos da dispensa depois de expirado o benefício previdenciário. (ex-OJs ns. 40 e 135 da SBDI-1 — inseridas, respectivamente, em 28.11.1995 e 27.11.1998)

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Medium 9788527729604

Capítulo 1 - Vida | Princípios Biológicos e a Ciência da Zoologia

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF

CAPÍT ULO

1

PAR T E 1

Vida | Princípios

Biológicos e a

Ciência da Zoologia

Zoóloga estudando o comportamento de babuínos-amarelos (Papio cynocephalus) na Reserva Amboseli, Quênia.

Os usos dos princípios

Conquistamos conhecimentos sobre o mundo animal, aplicando ativamente princípios orientadores importantes às nossas investigações. Assim como a exploração do espaço sideral é guiada e limitada pela tecnologia disponível, a exploração do mundo animal depende criticamente das nossas perguntas, métodos e princípios. A zoologia só tem pleno sentido quando os princípios que usamos para a sua construção são bem compreendidos.

Os princípios da zoologia moderna têm uma longa história e muitas fontes. Alguns princípios vêm das leis da física e da química, aos quais todos os sistemas vivos obedecem. Outros derivam do método científico e nos informam que nossas explicações hipotéticas sobre o mundo animal devem nos guiar para a obtenção de dados que, potencialmente, possam refutar essas explicações. Muitos princípios importantes derivam de estudos prévios do mundo vivo do qual os animais são parte.

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Medium 9788547210496

BIBLIOGRAFIA

SIQUEIRA JR., Paulo Hamilton Saraiva - jur PDF

BBIBLIOGRAFIA

IBLIOGRAFIA

ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Notas introdutórias ao estudo do direito.

2ª ed., São Paulo: Ícone, 1990.

ADEODATO, João Maurício. Filosofia do direito: uma crítica à verdade na ética e na ciência. 3ª ed., São Paulo: Saraiva, 2005.

ADEODATO, João Maurício Leitão. O problema da legitimidade: no rastro do pensamento de Hannah Arendt. Rio de Janeiro: Forense,

1989.

AGRA, Walber de Moura. Curso de direito constitucional. 2ª ed., Rio de

Janeiro, 2007.

______. Pós-modernidade, crise do Estado social de direito e crise na legitimação da jurisdição constitucional. In: Constitucionalismo e Estado. Agassiz Almeida Filho e Francisco Bilac Moreira Pinto Filho

(coords.). Rio de Janeiro: Forense, 2006.

AIDAR, Carlos Miguel. Pela extinção das medidas provisórias. Folha de S.

Paulo, quarta-feira, 25.4.2001, p. A3.

ALVES DA SILVA, A. B. Introdução à ciência do direito. São Paulo: Livraria Salesiana Editora, 1940.

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Medium 9788547201258

5 - SER HUMANONO DIREITO INTERNACIONAL

Hildebrando Accioly/G.E. do Nascimento e Silva/Paul oBorba Casella Saraiva - Jur PDF

5

SER HUMANO

NO DIREITO

INTERNACIONAL

A Declaração Universal dos Direitos do Homem, de 10 de dezembro de 19481,

é marco importante no estudo dos direitos do homem, embora se possam citar algumas relevantes manifestações precursoras, como a Magna Carta (1215)2 e as posições tomadas por LAS CASAS, VITÓRIA e SUAREZ, em defesa das populações ameríndias3 nos séculos XVI e XVII. Desde o início, as formulações se fazem acompanhar do descompasso entre a teoria e a prática: em considerável extensão, uma vez formulados e aceitos em sua formulação, a questão central será, como em outros campos do direito, a de assegurar que sejam efetivamente implementados.

Dentre os documentos anteriores à segunda guerra mundial, três se destacam: a Declaração inglesa (Bill of Rights) (1689)4, a Declaração da Independência dos Estados Unidos (1776)5 e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789 e 1793)6, cuja influência nos movimentos de independência

1.

2.

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Medium 9788527730730

Parte 5 - 21 - Longevidade das Restaurações | “Espiral da Morte”

FEJERSKOV, Ole; NYVAD, Bente; KIDD, Edwina Grupo Gen PDF

21

Longevidade das Restaurações |

“Espiral da Morte”

V. Qvist

Introdução.................................................................................................................................................................................................... 337

Avaliação clínica das restaurações.......................................................................................................................................................... 337

Avaliação da longevidade da restauração............................................................................................................................................. 340

Discussão sobre o amálgama e suas consequências........................................................................................................................... 340

Longevidade das restaurações na dentição decídua.......................................................................................................................... 341

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Medium 9788527720809

Capítulo 1 - Pesquisa e Comunicação Científica

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen PDF

1

Pesquisa e

Comunicação Científica

Somos aprendizes de uma arte na qual ninguém se torna mestre.

Ernest Hemingway, 1898-1961, escritor norte-americano, a propósito da arte de escrever.

1.1

1.2

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1.5

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1.9

1.10

1.11

1.12

1.13

Introdução, 2

Necessidade da divulgação das pesquisas, 2

Preparação de artigo científico, 2

Publicação de artigo científico, 3

Evolução da comunicação científica nas ciências da saúde, 3

Revolução digital e comunicação autor-editor, 3

Informações científicas na internet, 4

Periódicos de acesso livre, 4

Competição para publicar, 5

Raciocínio científico, 5

Sugestões, 5

Comentário final, 6

Referências, 6

1

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2 

Artigos Científicos  |  Como Redigir, Publicar e Avaliar

A

mensagem subjacente neste livro é de que uma pesquisa só termina quando os seus resultados são divulgados de forma adequada. O artigo científico é a maneira mais eficiente de fazê-lo. Este capítulo introdutório contém generalidades sobre esses temas, e os assuntos nele tratados são retomados nos demais capítulos.

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Medium 9788527727716

8 | Avaliação do Gasto Energético

ROSSI, Luciana; GALANTE, Andrea Polo Grupo Gen PDF

8

Avaliação do Gasto Energético

Calorimetria direta

Luciana Rossi

Origem da mensuração da energia térmica dos seres vivos

A unidade de medida de calor, o joule, tem como origem os estudos da Física sobre o Princípio de Conservação de Energia (1842) descrito por Mayer: “as energias são entidades conversíveis, mas indestrutíveis...” (Nussenzveig, 1987; Einstein e Infeld, 1962).1,2 Assim, das especulações sobre a natureza da energia térmica e suas transformações, nasceu o problema da determinação do equivalente mecânico do calor, que foi resolvido pelo cervejeiro e cientista amador de 30 anos, o inglês James Prescott Joule. Porém coube ao físico-matemáticofisiologista Hermann von Helmholtz, em seu livro intitulado

Sobre a conservação da energia, mostrar que esse princípio se aplicava a todos os fenômenos mecânicos, térmicos, elétricos, magnéticos e, principalmente, na área da Biologia, no que concerne ao metabolismo dos seres vivos (Einstein e Infeld, 1962).2

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