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Medium 9788573076387

7. UTILIZANDO O ENSINO PRÁTICO REFLEXIVO PARA DESENVOLVER HABILIDADES PROFISSIONAIS

Schön, Donald Grupo A - Penso PDF

CAPÍTULO 7

UTILIZANDO O ENSINO PRÁTICO REFLEXIVO PARA

DESENVOLVER HABILIDADES PROFISSIONAIS

Neste capítulo, a partir de minhas observações de ateliês de projetos arquitetônicos, construo o esboço geral de um ensino prático reflexivo, uma idéia cuja aplicação à educação para o talento artístico em outros campos da prática será o assunto das Partes 3 e 4.

O design, tanto em seu sentido arquitetônico mais restrito quanto no sentido mais amplo de que uma prática profissional é uma forma de , deve ser aprendido no fazer. Não importa o quanto os estudantes possam aprender sobre o processo de projeto a partir de leituras ou palestras, pois há sempre um componente da competência para o design, na verdade, seu aspecto central, que eles não podem aprender dessa forma. Uma prática com caráter de design é passível de ser aprendida, mas não de ser ensinada, por métodos de sala de aula. E quando os estudantes são ajudados a aprender a projetar, as intervenções mais úteis a eles são mais como uma instrução do que um ensino, como em uma aula prática reflexiva.

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Medium 9788527718998

40 Questões Éticas e Relacionadas com o Fim da Vida

LEVINE, Wilton C. (ed.) Grupo Gen PDF

40

Questões Éticas e Relacionadas com o Fim da Vida

Sheri Berg e Rae M. Allain

Este capítulo explora questões éticas com as quais o anestesiologista se depara com frequência. Costumes, leis, convicções éticas e práticas religiosas variam nas diferentes culturas e sociedades. O capítulo descreve a prática corrente no Massachusetts General Hospital em Boston, Massachusetts.

I. DECISÕES RELATIVAS AO TRATAMENTO

A. A autonomia do paciente (i. e., o respeito pelas preferências do in­di­ví­duo) é um princípio éti-

co norteador valorizadíssimo na medicina norte-americana. Pacientes adultos competentes podem aceitar ou recusar tratamentos médicos. Quando há dúvidas sobre sua competência, o paciente deve ser avaliado por um psiquiatra, que verifica se ele é capaz de tomar decisões. Para isso, é necessária a faculdade de receber e compreender as informações médicas, discernir as várias opções apresentadas e escolher uma conduta com base nas informações oferecidas e nos próprios valores.

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Medium 9788502095120

1.2 As normas gerais tributárias: conceito, conteúdoe abrangência

Benício, Sérgio Gonini Editora Saraiva PDF

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ICMS – Apontamentos teóricos e práticos sobre a substituição tributária

Consoante já insinuado alhures, a motivação do legislador constitucional, ao prever a necessidade de lei complementar para a União instituir e regulamentar alguns tributos, identifica-se com a preocupação de garantir que tais assuntos não sejam determinados por maiorias parlamentares ocasionais, oportunistas. E assim é, justamente, porquanto a lei complementar requer quorum qualificado para sua aprovação.

Entretanto, a segunda função da lei complementar, em matéria tributária, liga-se, como também já afirmado, ao exercício da legislatura nacional. A Constituição Federal preceitua que o sistema de legislações parciais, emanadas da União, dos estados, dos municípios e do Distrito

Federal, deve ser obediente a algumas normas basilares de direito tributário – dispositivos estes que têm aplicabilidade em todo o território nacional, ocupando posição de preeminência sobre as legislações exclusivas dos entes federados.

Tais regras primaciais de direito tributário, denominadas usualmente normas gerais, representam, assim, dizendo de forma mais clara, verdadeiras diretrizes vinculantes para as leis federais, estaduais, municipais e distritais, a serem editadas pelo Congresso Nacional na qualidade de legislador nacional, e consideradas coercivas para todas as esferas administrativas – inclusive em relação ao próprio Parlamento brasileiro, desta feita na condição de legislador federal.

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Medium 9788521627487

Parte V - Capítulo 15 - Um Modelo Dinâmico da Demanda Agregada e Oferta Agregada

MANKIW, N. Gregory Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

Um Modelo Dinâmico da Demanda Agregada e Oferta Agregada

O importante em ciência não é tanto obter fatos novos, mas sim descobrir novas maneiras de pensar sobre eles.

A

— William Bragg

citação de abertura deste capítulo, de autoria de

William Bragg (físico que viveu há aproximada‑ mente um século), aplica‑se, na mesma medida,

à economia, a outras ciências sociais e às ciências naturais.

Muitos dos fatos estudados pelos economistas são aqueles que encontramos diariamente nas manchetes dos meios de comunicação: mudanças na renda nacional, inflação, desem‑ prego, a balança comercial, e assim por diante. Os economis‑ tas desenvolvem modelos que proporcionem novas maneiras de pensar sobre esses fatos conhecidos. Um bom modelo é aquele que não apenas se ajusta aos fatos, mas que também oferece novos insights sobre eles.

Nos capítulos anteriores, examinamos modelos que explicam a economia tanto no longo prazo quanto no curto prazo. Poderia parecer que, em certo sentido, nosso estudo da macroeconomia está completo. Entretanto, acre‑ ditar nisso seria um equívoco. Como os cientistas, os eco‑ nomistas nunca descansam. Haverá sempre mais perguntas a responder, mais aperfeiçoamentos a realizar. Neste capítulo, e também no próximo, apresentamos alguns dos avanços na teoria macroeconômica que expandem e aperfeiçoam nossa compreensão das forças que governam a economia.

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Medium 9788521618638

Capítulo 24 - Tópicos Avançados

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 24

TÓPICOS AVANÇADOS

1193

TÓPICOS AVANÇADOS

1 A PROFISSÃO DE ENGENHEIRO DE SOFTWARE

1.1 Introdução

A profissão de Engenheiro de software é uma das profissões mais demandadas nas áreas de alta tecnologia, e, ao que tudo indica, continuará a sê-lo no futuro previsível. Não apenas grandes empresas de software estão entre as maiores do mundo, como as empresas de petróleo, automóveis, comércio e bancos, que formam a maioria no topo da lista, são todas grandes consumidoras de tecnologia da informação.

Política e economicamente, a indústria de software tem um papel global importante. No segundo país mais populoso do mundo, a Índia, o software representa um dos principais produtos de exportação. A indústria de software contribuiu para transformar a

Irlanda, um país pequeno, historicamente sempre um dos mais pobres da Europa, em um dos países de maior renda per capita do mundo. O conceito de combater a exclusão digital faz parte de muitas políticas de distribuição de renda, no Brasil e no mundo.

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Medium 9788502028579

LEI DE TÓXICOS

Capez, Fernando Editora Saraiva PDF

LEI DE IMPRENSA — PRAZO PRESCRICIONAL

O Direito Penal reúne o Código Penal e as leis especiais. O Código, por sua vez, é a matriz dessa área jurídica. Denominando, por isso, Direito

Penal Fundamental. Válido para o Direito Penal, a não ser que a lei especial disponha diferentemente. A prescrição não foi disciplinada pela Lei de

Imprensa, salvo quanto ao prazo. O Código Penal, assim, só foi afetado nesse pormenor. Aplica-se a disciplina orgânica da lei fundamental (STJ,

HC 8.221/CE, 6ª Turma, Rel. Min. Luiz Vicente Cernicchiaro, DJ, 12-41999, n. 68-E, Seção 1, p. 197).

No mesmo sentido:

STJ, RE 14.813-0/SP, 6ª Turma, v. u., Rel. Min. Luiz Vicente Cernicchiaro,

DJU, 21-2-1992, p. 15707.

LEI DE IMPRENSA — RETRATAÇÃO PREVISTA NO ART. 143

DO CP

Crime de imprensa. Retratação. Ação penal pública condicionada.

Animus de ofender.

I — Se a verificação do animus, como elemento do tipo subjetivo, exige o cotejo das provas, tal não pode ser utilizado para o trancamento da ação penal.

II — A Lei de Imprensa, lex specialis, no art. 26, caput, não apresenta a ressalva da norma geral (art. 143 do CP).

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Medium 9788530961282

Capítulo XI – Inspeção Judicial

GRECO, Leonardo Grupo Gen PDF

Capítulo XI

Inspeção Judicial

Muitas vezes, o juiz se sente impulsionado a travar contato direto com os fatos da causa, a visitar determinado local e a observar o comportamento de determinadas pessoas, mas não se sabe se deve fazê-lo informalmente, ou às escondidas, ou oficialmente.

Se o fizer informalmente, não poderá fazer uso das suas observações no julgamento da causa. Se forem relevantes, deverá depor como testemunha, tornando-se impedido para atuar como juiz (CPC de 1973, art. 409; CPC de 2015, art. 452).

Mas esse tipo de atitude não deve ser refreada. Ao contrário, é muito útil, porque nenhuma comunicação indireta dos fatos da causa pelos demais meios de prova é tão persuasiva quanto será a que o juiz adquire quando utiliza a sua própria percepção sensorial. A aquisição dos fatos far-se-á de modo completo, com todos os pormenores relevantes, cobrindo possivelmente todos os aspectos relevantes. Mas para que essa cognição fática direta seja processualmente adequada e possa ser utilizada como meio de prova no processo, é necessário que o juiz a efetive com o prévio conhecimento e a participação das partes, sob contraditório. Para a obtenção dessa excelente prova direta, com absoluto respeito à garantia constitucional do contraditório, a lei institui o procedimento da inspeção judicial (CPC de 1973, arts. 440 a 443; CPC de 2015, arts. 481 a 484).

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Medium 9788527726825

Capítulo 21 Doenças Cardiovasculares

MORETHSON, Priscilla Grupo Gen PDF

Doenças Cardiovasculares capítulo 21

Eliana Hiromi Akamine  •  Marinella Holzhausen  •  Ana Carolina R. H. Horliana  •

Adriana Moura Foz  •  Giuseppe Alexandre Romito

Introdução

A importância de se abordarem as doen­ças cardiovasculares em um livro de Odontologia justifica-se por serem doen­ças de alta prevalência e incidência na população, e, consequentemente, o cirurgião-dentista depara-se frequentemente com pacientes que estão em tratamento farmacológico.

Segundo a Organização Mundial da Saú­de (OMS), as doen­

ças cardiovasculares são um grupo de distúrbios do coração e dos vasos sanguí­neos, que inclui cardiopatias is­quêmicas, doen­

ças cerebrovasculares, insuficiên­cia cardía­ca, hipertensão arterial, doen­ça arterial periférica, trombose venosa profunda, doen­ças cardía­cas congênitas e doen­ças cardía­cas reumáticas. Além da alta prevalência e incidência, as doen­ças cardiovasculares são responsáveis por cerca de 30% de todas as mortes no mundo.

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Medium 9788522474363

1 O Que é Shopper Marketing?

D’ANDREA, Rafael; CÔNSOLI, Matheus Alberto; GUISSONI, Leandro Angotti Grupo Gen PDF

1

O Que é Shopper Marketing?

“Embora os shoppers e consumidores sejam geralmente a mesma pessoa, eles têm expectativas totalmente diferentes.”1

Iniciamos este capítulo abordando o conceito do termo shopper marketing, bem como sua origem para a aplicação empresarial. Em seguida, é tratada a temática do comportamento do consumidor para contribuir com a contextualização do assunto abordado no livro, explorando também as variáveis que influenciam o shopper no ponto de venda e quais ações devem ser feitas para criar a experiência de compras no varejo.

Consumidores são aqueles que consomem. Isso mesmo, quem come, bebe ou usa um produto. Tendo estabelecido essa ideia, atente que a partir do momento em que as pessoas decidem comprar um produto, elas se tornam “compradores”, ou como se diz em inglês: “shoppers”. Por exemplo, quando alguém compra ração para o seu cachorro, o cachorro é o consumidor e seu dono é o shopper. O mesmo ocorre para fraldas (mãe é shopper, crianças são consumidores) e assim por diante. Existem outros papéis, como o do influenciador no processo de compra, dentre outros que são comentados ao longo do livro, mas o shopper é o tema central.

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Medium 9788502058545

4.4. DA IMUTABILIDADE À MUTABILIDADE DO REGIME DE BENS

Brandão, Débora Vanessa Caús Editora Saraiva PDF

A escolha é feita por meio de um pacto antenupcial.

Corroborando o afirmado sobre a conveniência do sistema de liberdade, Pires de Lima e Antunes Varela declaram:

“Além disso, o sistema da liberdade de convenção, sendo o que melhor corresponde ao pensamento geral da autonomia privada, é sem dúvida o que maiores facilidades oferece aos nubentes, no sentido de adaptarem o estatuto das suas relações patrimoniais às circunstâncias concretas do seu caso, circunstâncias que podem variar imenso de situação para situação”143.

Diante da ampla liberdade de opção por um regime de bens, há que observar regras mínimas, seja qual for o regime, para que não haja lesão ao direito de terceiros, a fim de resguardar os interesses da família e dos próprios cônjuges, já que o exercício da liberdade é limitado pelo direito. Daí a importância do regime primário ou estatuto imperativo de base.

O terceiro princípio que sustenta a disciplina dos regimes de bens no

Brasil é o da mutabilidade relativa, justificada ou controlada144. Esse princípio, em especial, será analisado em capítulo próprio, por ser um dos pontos fundamentais deste trabalho. Apenas para constar, ele permite que os cônjuges alterem o regime escolhido por ocasião do casamento.

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Medium 9788521634621

CAPÍTULO 5 Misturas simples

ATKINS, Peter; PAULA, Julio de Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 5

Misturas simples

Misturas são uma parte essencial da química tanto por sua própria importância como por ser o meio para se iniciar reações químicas. As seções a seguir discutem a riqueza das propriedades físicas das misturas e mostram como expressá-las em termos de grandezas termodinâmicas.

5A  A descrição termodinâmica das misturas

A primeira seção deste capítulo desenvolve o conceito de potencial químico como exemplo de uma grandeza parcial molar. Depois, exploramos como usar o potencial químico de uma substância para descrever as propriedades físicas das misturas. O princípio fundamental subjacente em toda a exposição é o da igualdade do potencial químico de uma substância em todas as fases de um sistema em equilíbrio. Veremos como, com o apoio de duas observações experimentais, a lei de Raoult e a lei de Henry, exprime-se o potencial químico em termos da fração molar de uma substância em uma mistura.

5B  As propriedades das soluções

Nesta seção, o conceito de potencial químico é utilizado para calcular o efeito que o soluto exerce sobre certas propriedades termodinâmicas de uma solução. Estas propriedades incluem o abaixamento da pressão de vapor do solvente, a elevação do ponto de ebulição do solvente, o abaixamento do ponto de congelamento do solvente e a origem da pressão osmótica. Veremos também que é possível desenvolver um modelo de certo tipo de soluções reais denominadas “soluções regulares” e, assim, verificar como as propriedades desse tipo de soluções se afastam daquelas das soluções ideais.

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Medium 9788502082991

Como fica a privacidade?

Pinheiro, Patricia Peck Editora Saraiva PDF
Medium 9788502108042

9. Cláusulas abusivas, leoninas e potestativas. Parâmetros normativos do Código Civil e Código de Defesa do Consumidor. Rumo a uma teoria geral de controle de abusividade? (Diogo Leonardo Machado de Melo)

Lotufo, Renan Editora Saraiva PDF

Cláusulas abusivas, leoninas e potestativas. Parâmetros normativos do

Código Civil e Código de Defesa do

Consumidor. Rumo a uma teoria geral de controle de abusividade?

Diogo Leonardo Machado de Melo*

1. UM TEMA PARA DEBATE NOS 20 ANOS DE “CÓDIGO DE

DEFESA DO CONSUMIDOR”

Para ENZO ROPPO1, o problema das cláusulas contratuais gerais2 dos contratos é, hoje, o problema do seu controle. Para o mestre italiano, a abusividade

* Doutorando em Direito Civil pela PUCSP. Mestre em Direito Civil pela PUCSP. Especialista em Direito Processual Civil pela PUCSP. Diretor do Instituto de Direito Privado – IDP. Membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual – IBDP. Associado efetivo do IASP. Pesquisador bolsista CAPES. Advogado.

1

ROPPO, Enzo. I contratti standard e le tecniche del loro controlo. In: RODOTÀ, Stefano. Il controllo sociale delle attività private, p. 548 e 552.

2

Cláusulas contratuais gerais não se confundem com os contratos de adesão, nem são partes indispensáveis de um mesmo processo. A rigor, a fórmula contratos de adesão é mais ampla, normalmente concluído por meio de cláusulas contratuais gerais, mas pode acontecer que falte às cláusulas pré-formuladas o requisito da generalidade (ou da indeterminação) caso em que teremos o contrato de adesão (estando presentes as características da pré-disposição, unilateralidade e rigidez) sem se poder falar de cláusulas contratuais gerais. Estas últimas são previamente elaboradas, tendo em vista a celebração, no futuro, de múltiplos contratos, que serão de adesão, mas tais contratos não deixarão de o ser, se faltarem às cláusulas pré-formuladas os requisitos da generalidade e indeterminação. Os contratos de adesão nem sempre conterão cláusulas contratuais gerais e nem sempre são voltados à multiplicidade e à generalidade de contratantes. As cláusulas contratuais gerais são estipulações redigidas, prévia e

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Medium 9788530948818

CAPÍTULO IV - PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO

ARAGÃO, Alexandre Santos de Grupo Gen PDF

CAPÍTULO IV

PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO

Sumário: IV.1 – Introdução – IV.2 – Conceito de princípio jurídico – IV.3 – Classificação dos princípios do direito administrativo – IV.4 – Princípio da juridicidade: IV.4.1 – Princípio da legalidade – IV.5 – Princípio da Proporcionalidade ou razoabilidade – IV.6 – Princípio da segurança jurídica: proteção da confiança legítima e proibição de comportamento administrativo contraditório – IV.7 – Princípio da boa-fé objetiva da administração pública – IV.8 – Princípio da impessoalidade – IV.9

– Princípio da moralidade administrativa – IV.10 – Princípio da eficiência – IV.11 – Princípio da publicidade – IV.12 – Princípio da motivação – IV.13 – Princípio da finalidade – IV.14 – Princípio da supremacia do interesse público (ou a sua superação)

– IV.15 – Princípio da indisponibilidade do interesse público

(consensualidade e arbitrabilidade no Direito Administrativo) –

IV.16 – Princípio da presunção de veracidade e de legitimidade

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Medium 9788502130449

A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE E O PROCESSO DE AFIRMAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO ESTADO DE DIREITO AMBIENTAL

Bucci, Daniela Editora Saraiva PDF

A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE E O

PROCESSO DE AFIRMAÇÃO DOS DIREITOS

HUMANOS NO ESTADO DE DIREITO AMBIENTAL

roBinson niCÁCio de MirAndA

Mestrando em Direito Ambiental pela Universidade Católica de Santos. Pós-graduado em Direito Constitucional pela Escola Superior de Direito Constitucional.

Professor de Direito Constitucional, Direitos Difusos e Coletivos e Direito Urbanístico na Universidade Municipal de São Caetano do Sul – USCS.

1

CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Como a preocupação em relação à manutenção dos recursos ambientais é uma clara opção de continuidade de vida, as discussões em torno do meio ambiente como bem juridicamente a ser protegido implicam em seu enquadramento na categoria de interesses que ultrapassam a esfera puramente individual na medida em que os efeitos danosos ao meio ambiente possuem reflexo coletivo.

Desta colocação decorre que o patrimônio ambiental há de ser necessariamente protegido tendo em vista seu uso coletivo e, com efeito, o propósito da norma ambiental será o de assegurar a sadia qualidade de vida, ou algo próximo a isso.

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