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Medium 9788577260546

16. Doença falciforme

Von Roenn, Jamie H. Grupo A - AMGH PDF

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Doença falciforme

Eufemia Jacob, PhD, RN e Elizabeth Ely, PhD, RN

a principal preocupação são as infecções, porque podem causar sepse, seqüestro esplênico, infartos encefálicos silenciosos ou acidentes vasculares encefálicos (AVE) manifestos, síndrome torácica aguda e dor secundária à obstrução vascular. À medida que as crianças se aproximam da adolescência e da vida adulta, aumentam os riscos de AVE, doença renal, hipertensão pulmonar e úlceras das pernas, enquanto a dor secundária aos fenômenos vasculares obstrutivos pode tornar-se incapacitante e crônica (p. ex., necrose avascular do quadril ou do ombro).

A expressão doença falciforme (DF) descreve um grupo de distúrbios que se caracterizam pela produção de hemoglobina anormal, cujas manifestações clínicas variam com o genótipo e a idade do paciente. A primeira descrição dessa doença foi publicada em 1910 pelo Dr. James B. Herrick, que observou que um dos seus pacientes das Índias Ocidentais tinha anemia evidenciada por eritrócitos incomuns com formato de “foices”. Mais tarde, ficou evidente que o afoiçamento das hemácias estava relacionada com a diminuição de oxigênio e que a hipoxemia alterava a molécula da estrutura da hemoglobina. O seqüenciamento do DNA da hemoglobina falciforme mostrou que o ácido glutâmico da posição 6 da cadeia β da globina havia sido substituído por valina. Com base nas informações disponíveis sobre os aminoácidos e os códigos que os codificam, foi possível prever a mutação da doença falciforme. Isso tornou essa doença o primeiro distúrbio genético com bases moleculares conhecidas.

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Medium 9788597011197

CAPÍTULO 25 - AÇÕES

TOMAZETTE, Marlon Grupo Gen PDF

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Ações

1 Noções gerais

As ações são os títulos representativos do capital social das sociedades anônimas, conferindo aos seus titulares o direito de participar dos resultados da atividade das companhias. A expressão ação foi usada pela primeira vez em 1606, no sentido da pretensão judicial para exigir o pagamento do dividendo.1 Trata-se do único valor mobiliário de emissão obrigatória, sendo, por conseguinte, a mais importante forma de atração de investidores por meio das companhias.

As ações são títulos livremente negociáveis, que asseguram a condição de acionista aos seus titulares com todos os direitos e obrigações inerentes a tal condição. Representam, por outro lado, frações do capital social da companhia.

2 Valores

Sendo um investimento extremamente complexo, a ação pode ser analisada por vários aspectos, dependendo do aspecto analisado o valor a ser atribuído para ela. No regime atual, podemos distinguir cinco valores atribuíveis a uma ação, de acordo com o ponto de vista de análise. Assim, temos:

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Medium 9788597010862

10 - A Análise em sua Globalidade

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF

A Análise em sua Globalidade

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Já afirmamos nos capítulos anteriores que o número de combinações possíveis com os dados dos demonstrativos contábeis é imenso. Alguns quocientes especiais terão interesse em casos específicos. Por exemplo, num banco, talvez seja de interesse relacionar os depósitos a prazo fixo com os depósitos sem juros. Numa empresa de seguros, por sua vez, a análise dos vários tipos de reservas técnicas e matemáticas, bem como a da carteira de ações, terá um interesse todo especial. Em outras empresas poderíamos ter um interesse especial em outros relacionamentos. As possibilidades são inúmeras. Todavia, consideramos que, num grande número de situações, os quocientes vistos neste capítulo servem às finalidades essenciais de uma análise de balanços, principalmente numa empresa industrial ou comercial.

10.1  Comparações de quocientes

Já tivemos oportunidade de realçar a importância das comparações. O assunto, todavia, é tão crítico que voltamos a ele. Como vimos, qualquer análise de balanços de determinada empresa deveria ser comparada com: a) série histórica da mesma empresa; b) padrões previamente estabelecidos pela gerência da empresa; c) quocientes análogos de empresas pertencentes ao mesmo ramo de atividade, bem como com as médias, medianas e modas dos quocientes do setor; d) certos parâmetros de interesse regional, nacional ou mesmo internacional.

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Medium 9788597011487

6 - COMPRANDO POR MEIO DE UM PROCURADOR

SILVA, Bruno Mattos e Grupo Gen PDF

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COMPRANDO POR MEIO DE UM PROCURADOR

O vendedor do imóvel poderá outorgar uma procuração para que alguém, em seu nome, outorgue a escritura de compra e venda. Assim, “A” nomeia “B” para que pratique o ato de vender o imóvel a “C”. Dizemos, assim, que “A” é o mandante e “B”, o mandatário.

O mandatário praticará atos em nome do mandante, que ficará obrigado pelos atos que o mandatário praticar, nos termos dos poderes conferidos, que deverão constar da Procuração, que é o instrumento do mandato. O procurador deverá ser alguém maior de dezesseis anos (art. 666 do Código Civil). Evidentemente, o cônjuge (ou companheira) do vendedor também deverá figurar na procuração como mandante, se não for assinar diretamente a escritura pública.

É necessário que o comprador exija que o procurador do vendedor tenha uma procuração lavrada por instrumento público. No período de vigência do Código Civil revogado, o entendimento predominante da doutrina era de considerar como válida uma procuração em instrumento particular, com firma reconhecida;1

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Medium 9788527728126

Capítulo 34 - Exame Clínico no Paciente Varicoso

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF

Capítulo 34

Exame Clínico no

Paciente Varicoso

Maria Elisabeth Rennó de Castro Santos

Introdução

As varizes primárias de membros inferiores apresentam incidência de 2,6% em mulheres e 1,9% em homens,1 havendo um aumento com a idade. Sua prevalência varia entre 0,1 e

68% no sexo feminino e de 5,1 a 57% no sexo masculi­no.2–9

No entanto, a prevalência de veias varicosas clinicamente sig‑ nificativas situa‑se entre 3 e 29% nas mulheres e 5 e 15% nos homens.2

O conceito de doen­ça venosa crônica se baseia nas altera‑

ções decorrentes da hipertensão venosa, independentemente de sua causa, e abrange não só as varizes primárias, mas tam‑ bém as secundárias. A partir desse conceito, surgiu a classi‑ ficação CEAP (clínica, etiologia, anatomia e patofisiologia), fundamentada no quadro clínico, na etiologia, no comprome‑ timento anatômico e nos diferentes mecanismos fisiopatológi‑ cos da doen­ça venosa, o que favorece uma avaliação ampla e detalhada de cada paciente, visando à uniformização de con‑ ceitos e à melhor orientação do tratamento.

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Medium 9788527718349

57 Cirrose Hepática

DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo Friche Grupo Gen PDF

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Cirrose Hepática

Adávio de Oliveira e Silva, Verônica Desirée Samudio Cardozo,

Evandro de Oliveira Souza, Taiane Costa Marinho,

Leonardo Reuter Motta Gama, Lucas Cagnin,

Rafael Hygino Rodrigues Cremonin, Paula Hugueney Cruz,

Guilherme Tarameli dos S. Cecílio, Maria Juliana Louggio Cavalcanti,

Francisco César Nassar Tribulato, Raul Carlos Wahle

Cirrose hepática resulta da inter-relação entre diversos fatores etiológicos, que atuam ao longo dos anos, tais como, morte e regeneração celular, degradação e formação anormal da matriz extracelular. Trata-se de um processo que se caracteriza por formações de fibrose difusa, além de micro e macronódulos, estabelecendo perversão da arquitetura normal do parênquima.

O diagnóstico confirma-se por meio de dados clínicos, laboratoriais, anatomopatológicos, ou valendo-se de métodos de imagens como ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética, videolaparoscopia ou até pela cintigrafia. Representa a principal causa de morte em muitas partes do mundo, comportamento que se relaciona com a participação de diferentes causas e manifestações clínicas, gravidade das lesões histológicas, reserva funcional parenquimatosa e oferta de possibilidades terapêuticas.

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Medium 9788527726689

13 - Manejo de Enfermagem | Hipertensão Arterial

PELLICO, Linda Honan Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 13

Andrea Rothman Mann

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Comparar e contrastar o continuum de normotensão, pré-hipertensão, hipertensão arterial e crise hipertensiva

2. Avaliar fatores de risco primários e secundários de hipertensão arterial

3. Correlacionar a fisiopatologia da hipertensão arterial com as complicações nos órgãos-alvo

4. Descrever o manejo da enfermagem de clientes com pré-hipertensão e hipertensão arterial, inclusive as mudanças no estilo de vida e a terapia farmacológica

5. Relatar o manejo do cliente com crise hipertensiva

6. Incorporar as evidências científicas atuais à assistência ao cliente com pré-hipertensão e hipertensão arterial

(inclusive hipertensão sistólica).

Manejo de Enfermagem |

Hipertensão Arterial

Atualmente, 65 milhões de adultos nos EUA e 1 bilhão de in­di­ví­duos em todo o mundo apresentam hipertensão arterial (DeSimone, 2009; NIH,

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Medium 9788502043695

D) LEI FEDERAL N. 9.472/97

Dutra, Carlos Roberto de Alckmin Editora Saraiva PDF

D) LEI FEDERAL N.

9.472/97

LEI N. 9.472, DE 16 DE JULHO DE 19971

Dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações, a criação e funcionamento de um órgão regulador e outros aspectos institucionais, nos termos da Emenda Constitucional n. 8, de 1995.

O Presidente da República:

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LIVRO I

DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Art. 1º Compete à União, por intermédio do órgão regulador e nos termos das políticas estabelecidas pelos Poderes Executivo e Legislativo, organizar a exploração dos serviços de telecomunicações.

Parágrafo único. A organização inclui, entre outros aspectos, o disciplinamento e a fiscalização da execução, comercialização e uso dos serviços e da implantação e funcionamento de redes de telecomunicações, bem como da utilização dos recursos de órbita e espectro de radiofreqüências.

Art. 2º O Poder Público tem o dever de:

I - garantir, a toda a população, o acesso às telecomunicações, a tarifas e preços razoáveis, em condições adequadas;

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Medium 9788547210076

Capítulo X - DO INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DE MANDASREPETITIVAS (IRDR)

LUNARDI, Fabrício Castagna Saraiva- Jur PDF

C apítulo

X

DO INCIDENTE DE RESOLUÇÃO DE DEMANDAS

REPETITIVAS (IRDR)

1.

DEFINIÇÃO E ESCOPO

Cada vez mais a jurisprudência dos tribunais passa a ocupar um papel relevante como fonte do direito. Além disso, há a tendência de redução dos recursos cabíveis, bem como de atribuição de competência ao relator para decidir monocraticamente questões que já estejam pacificadas no âmbito do tribunal de segunda instância ou dos tribunais superiores.

Nesse ínterim, o Novo CPC criou o incidente de resolução de demandas repetitivas com o objetivo de permitir que o tribunal decida qual é a interpretação para determinada questão de direito, uniformizando a jurisprudência interna do tribunal, bem como fixando a tese jurídica que entender adequada, o que é vinculativo para os demais

órgãos do tribunal e para os juízos de primeira instância a eles vinculados.

Assim, a criação de tal incidente tem por escopo proporcionar segurança jurídica e assegurar isonomia. Trata-se de um mecanismo processual apto a compor as divergências jurisprudenciais internas dos tribunais, conferindo maior agilidade ao julgamento dos recursos e, ainda, maior segurança jurídica aos jurisdicionados. Com isso, busca, inclusive, evitar que casos semelhantes tenham destinos completamente diferentes em razão de diferentes entendimentos nos órgãos fracionários dos tribunais. Nesse sentido, o incidente também visa assegurar a isonomia1.

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Medium 9788521620433

6 - Reações Iônicas - Reações de Substituição Nucleofílica e de Eliminação em Haletos de Alquila

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton Grupo Gen PDF

6

Reações Iônicas

Reações de Substituição Nucleofílica e de

Eliminação em Haletos de Alquila

A síntese orgânica, independentemente de onde ela ocorra, seja na vidraria do laboratório ou nas células dos organismos vivos, envolve frequentemente processos relativamente simples, como a inserção de um grupo metila na posição exata. Por exemplo, podemos querer inserir um grupo metila no átomo de nitrogênio de uma amina terciária; esta é uma reação que tem uma importância grande na bioquímica. Para fazer isso, usamos frequentemente uma reação como a que se vê a seguir:

R

R9N

R

R

H3C9I

R9N 9CH3

R

Se quisermos descrever esta reação para um químico orgânico, diríamos que ela é uma reação de substituição nucleofílica, um tipo de reação que descreveremos em detalhe neste capítulo.

Por outro lado, se quisermos descrever essa mesma reação para um bioquímico, podemos chamá-la de reação de transferência de metila. Os bioquímicos descrevem muitas reações semelhantes desta forma. Por exemplo, a reação vista a seguir transfere um grupo metila da S-adenosilmetionina (SAM) para uma amina terciária formando colina. A colina é incorporada nos fosfolipídeos de nossas membranas celulares e é o produto da hidrólise da acetilcolina, um importante neurotransmissor. (Cristais de acetilcolina observados em um microscópio de luz polarizada são mostrados na figura anterior.)

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Medium 9788527725101

11 - Conclusão

LEONI, Miriam Garcia Grupo Gen PDF

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Conclusão

Como procuramos demonstrar neste estudo, o autoconhecimento dos enfermeiros que ocupam o cargo de gestão apresentou-se como um tema difícil, amplo, complexo e polêmico, mas também como uma necessidade sentida pelos profissionais em questão.

Os resultados apontaram para a importância de respeitar o outro em sua alteridade, com suas peculiaridades e diferenças, como afirmado, durante a dinâmica, pelo enfermeiro Platão: “Ninguém é igual a ninguém”. Essa visão foi vislumbrada e incorporada após a realização e as discussões oriundas da Janela de Johari. O enfermeiro sugeriu que o autoconhecimento fosse trabalhado e desenvolvido por meio dessa dinâmica sistematizada, obtendo a concordância dos demais. Essa nos pareceu uma atividade interessante, intrigante, instigante, nova e extremamente animadora, partindo de enfermeiros.

Não é fácil dar feedback de tal modo que ele possa ser recebido sem sombra de ameaça à outra pessoa. Muito mais difícil, porém, é ter receptividade para o feedback, com abertura suficiente para torná-lo sistemático no dia a dia, com aproveitamento para o aprimoramento de si mesmo.

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Medium 9788502097957

AÇÃO COLETIVA PASSIVA NO DIREITO BRASILEIRO: NECESSIDADE DE REGULAMENTAÇÃO LEGAL

Gozzoli, Maria clara Editora Saraiva PDF

AÇÃO COLETIVA PASSIVA NO DIREITO

BRASILEIRO: NECESSIDADE DE

REGULAMENTAÇÃO LEGAL

Camilo Zufelato*

1

Premissas

O sistema processual coletivo brasileiro vigente foi concebido para ter no polo processual ativo o ente representante da coletividade – público ou privado – e no passivo aquele que de alguma forma possa causar danos, efetivos ou potenciais, a direito transindividual. É justificável essa escolha se compreendida em seu contexto original: no afã de criar mecanismos de estímulo e fortalecimento dos agrupamentos sociais para que fossem a juízo tutelar direitos transindividuais, seria impensável que o ordenamento os admitisse como réus, o que implicaria a imposição de medidas que imporiam pretensas derrotas à coletividade, fato que poderia desestimulá-las e, por consequência, prejudicar a tutela jurisdicional desses direitos. A decisão de conferir unicamente legitimidade ativa aos entes coletivos encontra-se estampada em inúmeras normas de direito positivo, em especial no regime da coisa julgada do art. 103 do CDC, cuja redação é de aplicabilidade exclusiva para autores coletivos1.

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Medium 9788547214791

Nota dos Autoresà Segunda Edição

GAGLIANO, Pablo Stolze; PAMPLINA FILHO, Rodolfo Saraiva - jur PDF

Nota dos Autores

à Segunda Edição

Com muita felicidade, nosso volume dedicado ao estudo da Teoria Geral dos Contratos, lançado no ano passado, chega à sua segunda edição.

Nesta nova publicação, aperfeiçoamos alguns capítulos, inserindo novos posicionamentos, fruto de discussões fecundas travadas com nossos leitores e professores de Direito Civil de todo o País.

Como dizem, livro a gente não acaba de escrever nunca, e a nossa meta será sempre aprimorar o nosso texto, para torná-lo mais e mais crítico e atual.

E, para tanto, contamos sempre com a valiosa colaboração do nosso amigo leitor.

Um fraternal abraço!

Salvador, Bahia, em 19 de março de 2006.

Pablo Stolze Gagliano

Rodolfo Pamplona Filho

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Medium 9788502081413

Decreto n. 6.583, de29 de setembro de 2008

Mello, Jônatas Junqueira de Editora Saraiva PDF

Decreto n. 6.583, de

29 de setembro de 2008*

Promulga o Acordo Ortográfico da

Língua Portuguesa, assinado em

Lisboa, em 16 de dezembro de 1990.

Considerando que o Acordo entrou em vigor internacional em 1o de janeiro de 2007, inclusive para o Brasil, no plano jurídico externo;

DECRETA:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e

Considerando que o Congresso Nacional aprovou, por meio do Decreto Legislativo n. 54, de 18 de abril de 1995, o Acordo Ortográfico da

Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990;

Considerando que o Governo brasileiro depositou o instrumento de ratificação do referido Acordo junto ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Portuguesa, na qualidade de depositário do ato, em 24 de junho de 1996;

*

Art. 1o O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, entre os Governos da República de

Angola, da República Federativa do Brasil, da

República de Cabo Verde, da República de Guiné-Bissau, da República de Moçambique, da República Portuguesa e da República Democrática de São Tomé e Príncipe, de 16 de dezembro de

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Medium 9788547213510

Capítulo 17 - O Juízo FALIMENTAR

NEGRAO, Ricardo Saraiva - jur PDF

Capítulo 17

O Juízo FALIMENTAR

Sumário: 17.1. Fixação da competência judicial. 17.2. Unidade, indivisibilidade e universalidade do Juízo. 17.2.1. Ações não reguladas pela Lei Falimentar, em que o falido figure como autor ou litisconsorte ativo. 17.2.2. Falido autor, em ação regulada pela Lei Falimentar. 17.2.3. Ações de despejo em que a massa falida figure como ré. 17.2.4. Execuções individuais dos credores, anteriores à decretação da falência. 17.2.5. Ações trabalhistas. 17.2.6. Execuções fiscais. 17.2.7. Ações que se processam na Justiça Federal por força da competência privativa. 17.2.8. Ações relativas a imóveis. 17.2.9. Ações ajuizadas antes da quebra, com citação também anterior. 17.3. Resumo da matéria.

17.1. Fixação da competência judicial

Diversamente do que dispõe a Lei Civil acerca da pessoa natural que tiver outras residências, onde alternadamente viva, ou vários centros de ocupações habituais, considerando domicílio qualquer um deles, a Lei n.

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