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Medium 9788522468171

4ª Capa

DUTRA, Joel Souza (Org.) Grupo Gen PDF

DUTRA

GESTÃO DE CARREIRAS NA EMPRESA CONTEMPORÂNEA

JOEL SOUZA DUTRA

Organizador

A gestão de carreiras vem sendo discutida intensamente no mundo todo. Este livro procura trazer os aspectos mais relevantes dessa discussão para a realidade

O texto resgata a evolução do pensamento sobre o tema e aprofunda questões relativas aos processos de transição na carreira, processos de orientação e processos sucessórios nas organizações.

Outros livros de Joel Souza Dutra publicados pela Atlas

Em todos os temas o autor focaliza a perspectiva da pessoa que vive o processo

• Administração de carreiras: uma

organização. Além desses assuntos, aborda questões que têm provocado muitas

proposta para repensar a gestão de pessoas

• Gestão de pessoas: modelos, processos, tendências e perspectivas

• Competências: conceitos e instrumentos para a gestão de pessoas na empresa moderna

• Competências: conceitos, métodos e experiências (co-organizador)

e na perspectiva do gestor que deve estruturar e conduzir o processo do lado da reflexões, como por exemplo: a conciliação entre vida e carreira e carreira técnica e funcional versus carreira gerencial.

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Medium 9788527728041

17 - Endocardite infecciosa

MORAES, Pedro Ivo De Marqui Grupo Gen PDF

Capítulo 17

ENDOCARDITE INFECCIOSA

Daniela Baggio Redini Martins e

Fábio Martins Nardo Botelho

DEFINIÇÃO

Endocardite infecciosa (EI) é a infecção que atinge a superfície endotelial do coração, podendo acometer primária ou secundariamente as estruturas cardíacas como válvulas, cordas tendíneas, endocárdio, miocárdio e pericárdio. Geralmente é causada por bactérias, fungos e outros microrganismos. Caracteriza-se pela presença de uma vegetação, um coágulo de plaquetas e fibrina contendo leucócitos e hemácias.

EPIDEMIOLOGIA E PREDISPOSIÇÃO

A incidência da EI em adultos varia de 1,7 a 6,2 casos por 100 mil habitantes, com a proporção de homens afetados maior que a de mulheres

(1,7:1). A mortalidade se aproxima de 30% em 1 ano. De 25 a 50% dos casos de fase aguda requerem cirurgia. A mortalidade operatória global com EI ativa é de 6 a 25%.

Está, com frequência, associada a dispositivos invasivos como próteses, cateteres e fios de marca-passo. A população brasileira apresenta má saúde bucal e baixo acesso a tratamento odontológico, o que aumenta a incidência de EI.

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Medium 9788597013504

1 - Definição e Características da Pesquisa de Marketing

NIQUE, Walter; LADEIRA, Wagner Grupo Gen PDF

1

Definição e Características da

Pesquisa de Marketing

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

No final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

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Explicar o conceito central de pesquisa de marketing como uma função do marketing.

Compreender a pesquisa de marketing dentro do sistema de informação em marketing.

Diferenciar os objetivos e as intenções da pesquisa pura e da pesquisa aplicada.

Entender a importância da pesquisa de marketing no mundo dos negócios.

Elencar os principais tipos de pesquisa existentes, entendendo suas aplicabilidades.

VAI DE UBER OU DE TÁXI?

O serviço de transporte individual se tornou um assunto amplamente discutido no mundo todo com a entrada de empresas privadas, como a norte-americana Lyft e a chinesa Didi Kuaidi, dentro da chamada economia de compartilhamento (Share Economy). No Brasil, a chegada da startup Uber causou uma forte ruptura no mercado de transporte individual, gerando grande debate, especialmente entre os taxistas, antes oficialmente os detentores dos direitos monopólicos a oferecerem o serviço.

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Medium 9788530979522

Capítulo 6 – Estado. O nome e a coisa

GIANTURCO, Adriano Grupo Gen PDF

Capítulo 6

ESTADO. O NOME E A COISA

O estado não é a única instituição política existente e não é a única forma de fazer política. Existem e existiram várias e diferentes instituições políticas. Existiram impérios, res publicas, regnum, cidades-estados, etc. Hoje na ONU há 41 microestados

(menos de 1 milhão de pessoas) e 70 miniestados (entre 1 e 10 milhões de pessoas). Mas, com certeza, o estado é a forma política mais relevante da modernidade, pertence à modernidade. É redundância falar de “estado moderno”, uma vez que o estado é moderno por definição e por isso é incorreto usar o termo “estado” para nos referirmos a épocas diferentes (Miglio).

A instituição de referimento da Grécia Clássica é a polis.

Roma passou pelo regnum, império, república. Na Idade Média, as fronteiras políticas se encolheram, surgiram burgos, cidades, ducados, pequenos reinos ou principados. A política era fragmentada e descentralizada. Depois, gradualmente o estado-nação surge e se afirma com o Tratado de Vestfália (1648).

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Medium 9788582601457

Capítulo 7 - Sistema de banco de dados

Fabio Yoshimitsu Okuyama; Evandro Manara Miletto; Mariano Nicolao Grupo A PDF

César Augusto Hass Loureiro

Mariano Nicolao

capítulo 7

Sistema de banco de dados

Armazenar e manipular grandes quantidades de informação em uma empresa

é tarefa crucial para sua sobrevivência. Um banco de dados é uma coleção de informações relacionadas de forma a cria um sentido num contexto computacional. Neste capítulo, você aprenderá os conceitos necessários para a modelagem de um banco de dados, a fim de que, ao final de sua leitura, você possa criar seu próprio modelo Entidade Relacionamento (ER).

Objetivos deste capítulo

Saber o que compõe um sistema gerenciador de banco de dados.

Conhecer as propriedades de uma transação.

Reconhecer quais as etapas necessárias para uma modelagem de dados.

Compreender como funcionam os relacionamentos entre tabelas.

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Conceitos básicos

Entidade é qualquer objeto, evento, fato que seja passível de representação. No momento que reunimos as características desta entidade, nós possuímos dados, isto é, elementos reais ao seu respeito (evento, estado, fato, etc.) que podem ser apresentados através das mais diversas formas possíveis (imagens, textos, vídeos, fotos, etc.). Representando os dados de uma suposta entidade cliente, teríamos:

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Medium 9788527723473

53 - Noções de Anatomia e Fisiologia

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

Seção 2

Artérias

53

Noções de Anatomia e Fisiologia

Edvaldo de Paula e Silva e Yosio Nagato

A árvore arterial é constituí­da de artérias de grande, médio e pequeno calibres e de arterío­las.

São de grande calibre: aorta, tronco braquicefálico, ilía­ cas comuns, ilía­cas externas, femorais comuns e carótidas comuns; de médio calibre, as artérias subclávias, carótidas internas, axilares, braquiais, femorais superficiais e poplíteas; as demais artérias são de pequeno calibre. As arterío­las, além de apresentarem diâ­me­tro ainda menor, têm características histológicas especiais.

A parede arterial é formada por três camadas – endotélio, média e adventícia – com estruturas diferentes, de acordo com o calibre e a função do vaso (Figura 53.1).

A camada endotelial apresenta células endoteliais dispostas em escamas e sustentadas por um arcabouço de tecido con­ juntivo frouxo. Separando‑a da camada média, existe uma estrutura de fibras elásticas, denominada membrana elástica

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Medium 9788530973940

PARTE IV – Capítulo 2 – Contestação – Passo a Passo para sua Elaboração

ROQUE, Nathaly Campitelli Grupo Gen PDF

Capítulo 2

Contestação – Passo a Passo para sua Elaboração

1. O endereçamento. A contestação, deduzida por escrito, deverá ser endereçada, como regra, ao juízo ou tribunal que determinou sua citação.

Exemplo

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 18.ª Vara Cível do Foro

Central da Comarca de São Paulo.

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz Federal da 3.ª Vara Cível da Seção

Judiciária de Campinas

Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Relator da 14.ª Câmara de

Direito Privado – Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

Excelentíssimo Senhor Doutor Desembargador Federal Relator da 5.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região.

nte

Importa

Caso haja alegação de incompetência, poderá a contestação ser apresentada no domicílio do Réu. A contestação será submetida a livre distribuição ou, se o réu houver sido citado por meio de carta precatória, juntada aos autos dessa carta, seguindo-se a sua imediata remessa para o juízo da causa.

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Medium 9788565848312

Configurações

Frederico de Mello Brandão Tavares; Reges Schwaab Grupo A PDF

4

Configurações

Revista e instituição: a escrita do lugar discursivo

Reges Schwaab

O objetivo deste capítulo é trabalhar um modo de apreensão da revista por meio do lugar que as próprias publicações criam para a construção de sua resposta ao tempo presente. Nossa visada é discursiva, abordando, de forma correlata, a editora como instituição e a revista como instituição. Vamos propor que um projeto editorial, como encontro de ambas, sintetiza um lugar discursivo para a revista, cujos efeitos estão, por sua vez, colados ao lugar social de cada publicação.

Consideramos a revista como dispositivo jornalístico altamente elaborado, com capacidade de promover mediações entre diferentes dizeres. Instituir relevância a um conjunto de fatos e assuntos, pelo inerente princípio ordenador que a caracteriza,

é outro de seus atributos simbólicos. A revista oferta modos de conhecer a atualidade, informa e quer orientar sobre nossa temporalidade complexa. Para tal proposição interpretativa, concorrem variáveis jornalísticas, institucionais e mercadológicas, componentes de um quadro identitário em torno de um “saber dizer” os temas

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Medium 9788597008265

PARTE IV – 16 - Análise Técnica de Ações

PINHEIRO, Juliano Lima Grupo Gen PDF

16

Análise Técnica de Ações

Conteúdo

16.1

Conceitos e definições da análise técnica

16.2

Herança dos clássicos

16.3

16.4

16.2.1

Teoria de Charles Dow

16.2.2

Teoria das ondas de Elliot

Análise gráfica

16.3.1

Tipos de gráficos

16.3.2

Princípio das tendências na análise gráfica

16.3.3

Figuras gráficas

Indicadores técnicos

16.4.1

Indicadores de tendência

16.4.2

Osciladores

16.4.3

Aplicação dos indicadores técnicos à análise de tendências

Questões para consolidação

Teste de verificação

Prova_Final_Pinheiro_Mercado_Capitais.indb 569

07/19/2016 3:26:52 PM

570 

Mercado de Capitais  • Pinheiro

16.1 Conceitos e definições da análise técnica

Os primórdios da análise técnica deu-se por volta de 1700, quando algumas famílias japonesas começaram a formular o preço do que hoje denominamos “Contratos Futuros de Arroz”. Essas famílias passaram a acompanhar o comportamento do preço do arroz e formular tendências. Esse método é conhecido mundialmente como Candlestick.

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Medium 9788563308221

14. Compostos organometálicos

Francis A. Carey Grupo A PDF

606

CAPÍTULO CATORZE

Compostos organometálicos

C A P Í T U L O

14

Compostos organometálicos

R E S U M O

14.1

14.2

14.3

14.4

14.5

14.6

14.7

14.8

14.9

14.10

14.11

14.12

14.13

14.14

14.15

14.16

14.17

14.18

D O

C A P Í T U L O

Nomenclatura de organometálicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 608

Ligações carbono-metal em compostos organometálicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 608

Preparação de compostos organolítio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 609

Preparação de compostos organomagnésio: reagentes de Grignard . . . . . . . . . . . . . . . . . . 611

Compostos organolítio e organomagnésio como bases de Brønsted . . . . . . . . . . . . . . . . . . 612

Síntese de álcoois usando reagentes de Grignard . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 614

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Medium 9788597006384

5 - Orçamento Público

KOHAMA, Heilio Grupo Gen PDF

1a Prova

5

Orçamento Público

1 Significado

O Governo tem como responsabilidade fundamental o melhor nível dinâmico de bem-estar à coletividade. Para tanto, utiliza-se de técnicas de planejamento e programação de ações que são condensadas no chamado sistema de planejamento integrado.

Esse sistema busca, principalmente, analisar a situação atual – diagnóstico – para identificar as ações ou alterações a serem desenvolvidas visando atingir a situação desejada.

Para isto, num plano mais amplo e político-teórico, elaboram-se planos de longo prazo, ou seja, planos que contenham situações desejadas para os próximos dez a quinze anos, no mínimo. Obviamente, partindo do diagnóstico da situação atual, projeta-se para o futuro o que se pretende alcançar em termos ideais.

Para o início de uma determinação mais prática, elaboram-se planos de médio prazo, onde são esboçadas as ações a serem desenvolvidas para os próximos três a cinco anos, geralmente.

2 Processo de planejamento-orçamento

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Medium 9788530978648

Unidade 5: Capítulo 3 – Processo Legislativo

MOTTA, Sylvio Grupo Gen PDF

3

PROCESSO LEGISLATIVO

3.1.

NOÇÕES GERAIS

3.1.1. Breve Histórico

Antes mesmo do surgimento de órgãos responsáveis pela elaboração das leis, já era possível notar a necessidade de legislar.

Em Roma, as leis eram votadas nos comícios populares, ratificando a posição demonstrada acima, vez que com tal atitude, era esboçado um sistema de representatividade.

Porém, tal aparecimento se deu verdadeiramente quando o rei se transforma em soberano nacional e, com a ajuda de barões, procura se relacionar com seus governados.

Em 1295, na Inglaterra, se fez a primeira Assembleia Legislativa, no reinado de

Eduardo I, cuja ideia era: a decisão tomada pelo rei e aprovada por esse corpo parlamentar tornava-se um estatuto. Há que se ressaltar que tal Assembleia Parlamentar era composta por três órgãos: o Clero, os cidadãos e os burgueses.

Nos Estados Unidos, a representação se consolidou e foi reformulada ao longo da

Convenção de Filadélfia, em 1787, durante a qual foi elaborada sua Constituição de maneira independente. Com a concretização da Constituição americana, foi acolhida a ideia de se manter duas câmaras, uma representando o povo, de forma generalizada, e a outra a representar os Estados-membros.

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Medium 9788565837736

Capítulo 9 - Grafos Orientados

Seymour Lipschutz; Marc Lipson Grupo A PDF

Capítulo 9

Grafos Orientados

9.1

INTRODUÇÃO

Grafos orientados são grafos nos quais as arestas são em um sentido. Tais grafos são frequentemente mais úteis em vários sistemas dinâmicos, como computadores e sistemas de fluxo. Contudo, essa característica extra torna mais difícil determinar certas propriedades sobre o grafo. Isto é, processar esses grafos pode ser semelhante a viajar em uma cidade por muitas ruas de sentido único.

Este capítulo nos dá as definições básicas e propriedades de grafos orientados. Muitas das definições são semelhantes àquelas do capítulo anterior sobre grafos (não orientados). Contudo, por motivos pedagógicos, este capítulo é, em grande parte, independente do anterior.

9.2

GRAFOS ORIENTADOS

Um grafo orientado G ou digrafo (ou, simplesmente, grafo) consiste em duas coisas:

(i) Um conjunto V cujos elementos são chamados de vértices, nós ou pontos.

(ii) Um conjunto E de pares ordenados (u, v) de vértices chamados de arcos ou arestas orientadas ou, simplesmente, arestas.

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Medium 9788547213626

SUBTRAÇÃO, OCULTAÇÃO OU INUTILIZAÇÃODE MATERIAL DE SALVAMENTO xxXiX

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF

SUBTRAÇÃO, OCULTAÇÃO OU INUTILIZAÇÃO

DE MATERIAL DE SALVAMENTO

xxXiX

Sumário: 1. Bem jurídico tutelado. 2. Sujeitos do crime. 3. Tipo objetivo: adequação típica. 4. Tipo subjetivo: adequação típica. 5. Consumação e tentativa. 6. Classificação doutrinária. 7. Pena e ação penal.

Subtração, ocultação ou inutilização de material de salvamento

Art. 257. Subtrair, ocultar ou inutilizar, por ocasião de incêndio, inundação, naufrágio, ou outro desastre ou calamidade, aparelho, material ou qualquer meio destinado a serviço de combate ao perigo, de socorro ou salvamento; ou impedir ou dificultar serviço de tal natureza:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.

1. Bem jurídico tutelado

Bem jurídico protegido é a incolumidade pública, particularmente o perigo comum que pode decorrer das condutas proibidas. A simples exposição a perigo justifica a proteção, já que a eventual produção de dano é irrelevante para a caracterização do crime.

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Medium 9788527729680

CAPÍTULO 7 - Sistema Esquelético | Crânio

KARDONG, Kenneth V. Grupo Gen PDF

242  Vertebrados | Anatomia Comparada, Função e Evolução

c a p í t u l o

7

Sistema Esquelético | Crânio

Introdução, 243

Condrocrânio, 243

Embriologia, 243

Esplancnocrânio, 245

Embriologia, 245

Origem das maxilas, 247

Tipos de inserções da maxila, 248

Dermatocrânio, 249

Partes do dermatocrânio, 250

Séries de ossos dérmicos, 250

Resumo da morfologia do crânio, 251

Caixa craniana, 251

Maxilas, 252

Aparato hioide, 254

Cinese craniana, 254

Filogenia do crânio, 255

Agnatos, 256

Primeiros vertebrados, 256

O esqueleto dá forma ao corpo do vertebrado, sustenta seu peso, oferece um sistema de alavancas que produz movimento junto com os músculos e ainda protege partes moles, como nervos, vasos sanguíneos e vísceras. Por ser rígido, pedaços do esqueleto sobrevivem melhor à fossilização do que tecidos moles, de modo que a maioria de nosso contato com animais extintos há muito tempo costuma ser por meio de seus esqueletos. A história da função e da evolução dos vertebrados está escrita na arquitetura do esqueleto.

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