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Medium 9788547217563

CAPÍTULO 2 O estabelecimento comercial

SACRAMONE, Marcelo Barbosa Saraiva - Jur PDF

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CAPÍTULO 2  O estabelecimento comercial

1.  Conceito de estabelecimento comercial

Para exercer profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou para a circulação de bens ou de serviços, o empresário necessita aparelhar-se de um complexo de bens.

O estabelecimento comercial não é a empresa, caracterizada como atividade.

Tampouco se confunde com o empresário, sujeito da atividade e titular dos direitos e obrigações dela decorrentes. Estabelecimento é o objeto, a base econômica, o instrumento utilizado pelo empresário para o desenvolvimento da empresa.

Denominado anteriormente fundo de comércio, o Código Civil conceituou, em título próprio, como estabelecimento comercial, o complexo de bens organizado pelo empresário ou sociedade empresária para o desenvolvimento da atividade

(art. 1.142).

Não é, entretanto, qualquer conjunto de bens que caracteriza o estabelecimento. Estabelecimento só ocorre quando o conjunto de bens foi organizado para o exercício de uma empresa.

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Medium 9788521618089

Capítulo 9. Drucker e a Próxima Sociedade

SWAIM, Robert W. LTC PDF

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Drucker e a Próxima Sociedade

O cientista social

O que já aconteceu que definirá o futuro?1

Introdução

Este capítulo apresenta as observações de Drucker a respeito do que ele identificou como a próxima sociedade, assunto discutido em um de seus últimos livros, Managing in the Next Society, com alguns comentários adicionais a partir de livros anteriores do autor, Managing in a Time of Great Change e Management

Challenges for the 21st Century.2 Drucker também teceu comentários sobre as cinco certezas que podem servir de base para a estratégia e que correspondem às questões abordadas neste capítulo.

Incluí este capítulo para mostrar um tema recorrente em Drucker: observar o ambiente externo e, em especial, as mudanças que ocorrem na sociedade em geral. Essas mudanças têm implicações importantes para a estratégia e também para as oportunidades de inovação. As observações sobre a próxima sociedade refletem, de fato, a visão de Drucker sobre si mesmo como cientista social. Embora ele tenha identificado com clareza tais questões, abordaremos aqui também algumas lacunas deixadas por Drucker que precisam ser eliminadas.

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Medium 9788570065438

34 - Características do Zywave (Bausch & Lomb)

AMBRÓSIO Jr., Renato Guanabara Koogan PDF

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Características do Zywave

(Bausch & Lomb)

Hamleto Molinari • Cláudio Muranaka

Introdução

Miopia, hipermetropia e astigmatismo eram os únicos erros ópticos do sistema visual que poderiam ser medidos e tratados. Tinha-se conhecimento da existência de outras imperfeições no sistema óptico ocular, mas que não podiam ser detectadas.

A análise de frente de onda (wavefront), foi aplicada primeiramente na astronomia, permitindo que os astrônomos pudessem enxergar além das limitações dos telescópios comuns, que tinham parte de sua imagem distorcida devido às deformações ou aberrações induzidas pela atmosfera.

Em 1997, o Dr. David Williams e sua equipe na Universidade de Rochester estudaram as aberrações óticas, então chamadas de aberrações de alta ordem. Em vez de medir apenas as aberrações de baixa ordem (miopia, hipermetropia e astigmatismo), até 64 aberrações diferentes de alta ordem puderam ser detectadas e medidas. A pesquisa determinou que aproximadamente 90% das imperfeições ópticas oculares são decorrentes das aberrações de baixa ordem com o restante sendo compostas de 64 aberrações de alta ordem.

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Medium 9788521623908

Capítulo 7 - Sistemas Funcionais e Empresariais

GORDON, Steven R.; GORDON, Judith R. LTC PDF

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Sistemas Funcionais e

Empresariais

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Após completar o Capítulo 7, você estará apto a:

• Analisar a cadeia de valor de uma empresa e seus processos de apoio, para a identificação dos serviços funcionais que a tecnologia da informação pode suportar.

• Explicar por que a integração da cadeia de valor estendida de uma empresa pode melhorar suas operações e lucratividade.

• Explicar como a gestão do relacionamento com o cliente ajuda a empresa a se tornar mais focada no cliente.

• Descrever os componentes da manufatura integrada por computador.

• Comparar e indicar as diferenças entre os diversos níveis de customização.*

• Descrever as vantagens e desvantagens do estoque just-intime** e do estoque administrado pelo fornecedor, a partir das perspectivas do fornecedor e do usuário do estoque (fabricante, distribuidor, ou varejista).

• Descrever duas tecnologias para redução do custo de estoques.

• Identificar os principais elementos e funções dos sistemas de informações de recursos humanos e dos sistemas de informações contábeis.

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Medium 9788597011098

13 - Bens públicos

NOHARA, Irene Patrícia Atlas PDF

Bens públicos

13

13.1  Considerações introdutórias

O domínio do Estado sobre os bens divide-se entre:

• domínio eminente: do Estado sobre todas as coisas de seu território; e

• domínio público (öffentlichen Sachen): sobre os bens do Estado.

Domínio eminente é o que decorre da soberania do Estado sobre o território. São elementos constitutivos do Estado: o povo, a soberania, o território e a finalidade. O povo é o elemento humano. Tecnicamente, ele se compõe dos nacionais. A soberania é o poder de autodeterminação plena do Estado, desde que ele não esteja subordinado a outros Estados. O território é o elemento espacial do Estado e a finalidade, elemento analisado especialmente na obra1 de Dalmo de Abreu Dallari, é a consecução do bem comum. Entendemos que a persecução do bem geral2 é um pressuposto de legitimação do Estado.

Ora, como o Estado é um ente jurídico cuja existência está alicerçada no objetivo de atendimento ao interesse comum, ele exerce o domínio eminente sobre

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Medium 9788527717915

6 - Baço

LORENZI, Therezinha Ferreira Guanabara Koogan PDF

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Composite 133 lpi at 45 degrees

6

Baço

Therezinha F. Lorenzi

FISIOPATOLOGIA

O baço pode ser considerado um grande lago venoso intercalado na circulação sangüínea de retorno. Embora tenha pequena dimensão, cerca de 50-80 g em média, o que representa apenas 0,1% do peso corpóreo do indivíduo normal, por ele circula continuamente um grande volume de sangue. Considerando-se um débito cardíaco de 5.000 ml por minuto, cerca de 6% deste volume (ou seja, 300 ml) atravessam o parênquima esplênico nesse mesmo período de tempo.

A anatomia do baço é relativamente simples, não existindo células consideradas características do órgão. Há uma cápsula fibrosa externa, que é revestida pela serosa peritoneal, uma vez que o baço ocupa parte da loja superior esquerda da cavidade abdominal.

Da cápsula fibrosa, relativamente espessa, partem trabéculas ou septos fibrosos, os quais formam um conjunto de ramos secundários, terciários e quaternários, servindo de guia para os vasos e nervos que penetram o parênquima esplênico.

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Medium 9788502206427

1 Constituição: em busca de um conceito ideal

Puccinelli Júnior, André Editora Saraiva PDF

1

Constituição: em busca de um conceito ideal

Como observa REGINA FERRARI5, da multiplicidade de acepções semânticas do vocábulo “Constituição” decorre a heterogeneidade de concepções e a ausência de consenso doutrinário na esfera conceitual.

Apesar das coincidências apontadas pelas diferentes escolas doutrinárias, a dogmática jurídica ainda não chegou a aclarar o conceito de Constituição a ponto de granjear aceitação suficientemente ampla para fixar uma opinião dominante. No círculo acadêmico, reina grande imprecisão terminológica e conceitual.

De mais a mais, o recurso à Filologia ou à Etimologia espraia poucas luzes sobre a matéria. Sem desprezar o aporte científico de outros ramos do saber, até porque, à maneira de CANOTILHO, compreende-se o Direito Constitucional como uma ciência intertextual6, é muito pouco provável que o nevoeiro de dúvidas se reduza a uma simples questão linguística ou morfossintática. Aliás, apenas a título de ilustração, impende dizer que AURÉLIO

BUARQUE DE HOLANDA FERREIRA, um dos maiores filólogos brasileiros, indica nada menos do que seis significados distintos para o termo Constituição7, o

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Medium 9788527718271

3 - IMUNOLOGIA DA SUPERFÍCIE OCULAR

GOMES, José Álvaro Pereira; ALVES, Milton Ruiz Guanabara Koogan PDF

3

IMUNOLOGIA DA SUPERFÍCIE OCULAR

Joyce Hisae Yamamoto · Seiji Hayashi · Marinho Jorge Scarpi

José Álvaro Pereira Gomes · Harminder Singh Dua · Rubens Belfort Jr.

Imunologia da Superfície Ocular

INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA OCULAR

e herpesvírus, mas também um tecido simples de ser transplantado.

Em virtude de sua origem embriológica e da presença de fatores fisiológicos que modulam a resposta imune, o olho apresenta características imunológicas únicas. Quando um antígeno entra em contato com a conjuntiva, a resposta imunológica desencadeada é similar

à promovida pela mucosa do trato respiratório superior ou do sistema digestivo.1 Por outro lado, a resposta iniciada por antígenos expostos aos tecidos intraoculares é bastante atípica. A ausência de linfáticos internos e drenagem regional e a presença de fatores protetores, como a barreira hematoaquosa, bem como de fatores imunomoduladores no humor aquoso, e o fenômeno conhecido como ACAID

(desvio imunológico associado à câmara anterior), interagem e tornam o olho imunologicamente privilegiado quando submetido a antígenos exógenos. A córnea apresenta-se parcialmente isolada do sistema imune periférico, pois sob condições normais, não apresenta vasos sanguíneos ou linfáticos em sua estrutura. Essa condição torna-a vulnerável a uma série de agentes infecciosos, tais como fungos

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Medium 9788521631866

5 - Métodos e Filosofia do Controle Estatístico do Processo

MONTGOMERY, Douglas C. LTC PDF

5

Esquema

Métodos e Filosofia do

Controle Estatístico do

Processo do

Capítulo

5.1 INTRODUÇÃO

5.2 CAUSAS ALEATÓRIAS E ATRIBUÍVEIS DA

VARIAÇÃO DA QUALIDADE

5.4 O RESTANTE DAS SETE FERRAMENTAS

5.3 BASE ESTATÍSTICA DO GRÁFICO DE

CONTROLE

5.5 IMPLEMENTAÇÃO DO CEP EM UM

PROGRAMA DE MELHORIA DA QUALIDADE

5.6 UMA APLICAÇÃO DO CEP

5.3.1 Princípios Básicos

5.3.2 Escolha dos Limites de Controle

5.3.3 Tamanho da Amostra e Frequência de

Amostragem

5.3.4 Subgrupos Racionais

5.3.5 Análise de Padrões em Gráficos de

Controle

5.3.6 Discussão de Regras Sensibilizantes para Gráficos de Controle

5.3.7 Fase I e Fase II da Aplicação do Gráfico de Controle

5.7 APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO

DE PROCESSOS E FERRAMENTAS DA

MELHORIA DA QUALIDADE EM EMPRESAS

DE TRANSAÇÕES E SERVIÇOS

Material Suplementar para o Capítulo 5

MS5.1 UMA ALTERNATIVA SIMPLES PARA

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Medium 9788521617815

Capítulo 6 - Modelos

FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues LTC PDF

CAPÍTULO

6

MODELOS

6.1 INTRODUÇÃO

Modelos são representações detalhadas de uma estrutura ou processo (Marcus, 1998), tanto abstratas (modelos mentais) quanto concretas (modelos conceituais).

Os modelos mentais servem para explicar, simular, predizer e controlar os objetos do mundo. Os modelos conceituais exteriorizam os objetos por meio de palavras e/ou figuras. Os modelos conceituais traduzem, portanto, abstrações (conhecimentos, idéias) em formas concretas (diagramas, descrições etc.) (Collins, 1995). O projeto das interfaces começa nas primeiras etapas do desenvolvimento do sistema. Durante o planejamento, que precede o desenvolvimento propriamente dito, define-se o escopo do projeto e identificam-se os usuários potenciais.

Feito o planejamento, passa-se à análise, que compreende diversas atividades: análise de necessidades (os objetivos do sistema), análise de requisitos (o que é preciso para cumprir esses objetivos) e análise de usuários. Nesta última fase, constrói-se o “modelo de usuários” (Collins, 1995).

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Medium 9788502617971

Sobre o autor e os tradutores

ZIPPELIUS, Reinhold Saraiva- Jur PDF

Sobre o autor e os tradutores

Autor

Reinhold Zippelius é Professor jubilado da Friedrich-Alexander-Universität, Erlangen-Nürnberg, onde leccionou diversas disciplinas jurídicas, como Filosofia do Direito, Direito Constitucional, Direito

Administrativo e Direito Canônico. É um dos mais ilustres professores de Direito alemães, tendo publicado uma vastíssima obra jurídica, destacando-se os seguintes livros, alguns deles traduzidos em diversas línguas: Estado e Igreja, 2ª ed., 2009; Introdução ao Direito, 5ª ed., 2008;

Filosofia do Direito, 6ª ed., 2011; Teoria Geral do Estado, 16ª ed., 2010;

Doutrina do Método Jurídico, 10ª ed., 2006; Direito Estadual Alemão, 32ª ed., 2008; História das Ideias do Estado, 2003; Pequena História Constitucional Alemã. Da Alta Idade Média até ao Presente, 7ª ed., 2006.

Tradutores

António Franco é Professor Associado (ap.) da Faculdade de

Letras da Universidade do Porto. Doutor em Linguística Geral por esta Universidade. Áreas de investigação: Linguística Contrastiva

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Medium 9788597012026

CAPÍTULO 3 – LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS AO PODER DE TRIBUTAR

MACHADO SEGUNDO, Hugo de Brito Atlas PDF

Capítulo 3

LIMITAÇÕES CONSTITUCIONAIS

AO PODER DE TRIBUTAR

3.1. NOÇÕES GERAIS

Como explicado nos capítulos anteriores, o Estado, enquanto ente soberano, originalmente tem o poder de tributar, assim entendida a aptidão para, “de fato”, obter dos cidadãos os tributos que desejar. Trata-se de uma das facetas do próprio poder que caracteriza o Estado enquanto tal, juntamente com outros dois elementos (povo e território).

Entretanto, embora o tributo seja inerente a qualquer governo, em qualquer época da História, houve um período em que revoluções (motivadas invariavelmente por razões tributárias) levaram ao estabelecimento, ou a um mais eficaz restabelecimento, visto que algumas já existiam na Antiguidade, de normas que limitam esse poder de tributar. Aliás, tais revoluções levaram ao surgimento e à consolidação do próprio Estado de Direito e à promulgação das primeiras Constituições e Declarações de Direitos nos quais se estabelecem limites ao poder estatal em seus mais variados aspectos, tal como ainda hoje conhecidas. Foi o que se deu com a revolta dos barões contra João

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Medium 9788570066480

CAPÍTULO 7 - Classificação dos Glaucomas

ALLINGHAM, R. Rand; SHIELDS, M. Bruce (eds.) Guanabara Koogan PDF

Classificação dos Glaucomas

7

Existem diversos sistemas pelos quais o glaucoma pode ser classificado. Os mais comuns são baseados em (a) etiologia, ou seja, o distúrbio subjacente que levou à alteração na dinâmica do humor aquoso, e (b) mecanismo, ou seja, a alteração específica no ângulo da câmara anterior que levou ao aumento da pressão intraocular (PIO). Uma desvantagem desses sistemas é que eles sugerem que a PIO elevada seria o único fator que levaria ao glaucoma, o que é incorreto.

A segunda desvantagem é que nenhum sistema incorpora a origem genética, que provavelmente é a base da grande maioria dos glaucomas. Entretanto, até que tenhamos uma melhor compreensão das etiologias e dos mecanismos do glaucoma, estes sistemas ainda fornecem a classificação mais útil.

Na verdade, o conceito de glaucoma primário ou secundário é mais um reflexo da nossa compreensão incompleta a respeito dos eventos fisiopatológicos que levam à atrofia óptica glaucomatosa e perda de campo visual, e não uma divisão verdadeira. À medida que o conhecimento sobre os mecanismos que levam a determinados tipos de glaucoma avança, essa classificação em formas primária e secundária torna-se cada vez mais inadequada. Além disso, os glaucomas causados por anomalias do desenvolvimento do ângulo da câmara anterior não se enquadram em nenhuma dessas categorias. Por essas razões, recomendamos substituir essas ideias tradicionais por um novo sistema, que fornece bases melhores para os novos conceitos de mecanismos, diagnóstico e tratamento que irão ditar a abordagem dos glaucomas no século XXI. Essa classificação é utilizada neste texto para a discussão de diversas formas de glaucoma.

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Medium 9788502638525

32. CONCURSO DE PESSOAS

CAPEZ, Fernando Saraiva- Jur PDF

a responsabilidade por fato de terceiro. A conclusão aplica-se a qualquer infração penal”293.

32. CONCURSO DE PESSOAS

Nomenclatura: é também conhecido por codelinquência, concurso de agentes ou concurso de delinquentes. Com a reforma penal de 1984, passou-se a adotar, no Título IV, a denominação “concurso de pessoas”, no lugar de “coautoria”, visto que se trata de expressão “decerto mais abrangente, já que a coautoria não esgota as hipóteses de concursus delin­quentium” (CP,

Exposição de Motivos).

Com efeito, não é correto dizer que todos os casos de concurso de agentes caracterizam coautoria, dada a existência de outra forma de concurso chamada de participação. A expressão adotada pela nova legislação, qual seja, “concurso de pessoas”, é bem mais adequada, pois abrange tanto a coautoria, que é apenas uma de suas espécies, quanto a participação.

Espécies de crimes quanto ao concurso de pessoas a) Monossubjetivos ou de concurso eventual: são aqueles que podem ser cometidos por um ou mais agentes. Constituem a maioria dos crimes previstos na legislação penal, tais como homicídio, furto etc. b) Plurissubjetivos ou de concurso necessário: são os que só podem ser praticados por uma pluralidade de agentes em concurso. É o caso da associação criminosa, da rixa etc.

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Medium 9788581142210

ATONIA UTERINA

HIME, Lúcia de Fátima C. da Costa; PEDROSA, Miguel Arcanjo AC Farmacêutica PDF

ATONIA UTERINA

Miguel Arcanjo Pedrosa

Lúcia de Fátima Hime

ETIOLOGIA

• Fetos macrossômicos (com peso ≥ 4.000 g).

• Descolamento prematuro de placenta.

• Uso abusivo de ocitocina.

• Anestesia geral.

• Multiparidade.

• Gestação gemelar.

• Manobra de Kristeller.

• Manobra de Credé.

• Polidrâmnio.

DIAGNóSTICO

Essencialmente clínico, por meio dos seguintes achados:

• Hemorragia genital volumosa e maciça.

• Queda da pressão arterial e polipneia.

• Ausência do globo de segurança de Pinard.

• Extremidades frias, angústia e palidez.

• Pela palpação, útero amolecido, flácido e globoso com o corpo • Taquisfigmia e sudorese. não contraído.

• Transtorno de consciência. obs.: deve-se realizar a revisão da cavidade uterina e do canal de parto para excluir inversão aguda do útero, retenção placentária, traumatismos e coagulopatia.

DIFERENCIAL

A atonia uterina é a deficiência de retração do útero após a dequitação. O útero não responde aos estímulos físicos e químicos, com uma incapacidade de as fibras miometriais contraírem-se satisfatoriamente, o que resulta no não fechamento da luz dos vasos sanguíneos do leito placentário. Como consequência, temos a ausência do miotamponamento e a formação de quadro hemorrágico. O

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