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Medium 9788580552867

Capítulo 16 - Visão geral de circuitos e sistemas elétricos

Frank D. Petruzella Grupo A PDF

capítulo 16

Visão geral de circuitos e sistemas elétricos

Anos atrás, os circuitos em uma casa eram ligados com fios individuais que corriam separadamente e eram apoiados em suportes de porcelana. O sistema consistia em apenas uma fase e no neutro; o fio terra não era empregado. Ambos os fios corriam separadamente para os dispositivos elétricos, e as caixas de derivação para as conexões elétricas na residência eram raramente utilizadas. Esse tipo de fiação ainda pode ser encontrado em casas mais antigas, a menos que elas tenham sido reformadas. Os métodos atuais de cabeamento/fiação utilizam cabos ou dutos que são lançados em comprimentos contínuos entre as caixas elétricas. Todas as conexões devem ser feitas em caixas elétricas, e essas caixas devem estar acessíveis para inspeção e solução de problemas depois de concluída a instalação. Neste capítulo, vamos apresentar uma visão geral dos tipos mais comuns de circuitos e sistemas encontrados em instalações elétricas atuais.

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Medium 9788527728720

7 - Lançamentos e Arremessos

MATTHIESEN, Sara Quenzer Grupo Gen PDF

7

Lançamentos e Arremessos

Lançamento do dardo1

Um pouco da história

Os dados históricos revelam que o lançamento do dardo consistia em uma das provas do pentatlo desenvolvida pelos gregos nos Jogos Olímpicos da Antiguidade. Na Era Moderna, o dardo, segundo Fernandes (1978), integra a programação olímpica masculina desde os Jogos Olímpicos de 1906, rea­li­zados em Atenas, enquanto, no feminino, passou a ser rea­li­zado dentro dos Jogos Olímpicos a partir de Los Angeles, em 1932 (Tabelas 7.1 e 7.2).

Assim como em outras modalidades, as regras e o implemento sofreram alterações como, por exemplo, em relação ao centro de gravidade. Atualmente, homens e mulheres executam o lançamento do dardo de acordo com as regras oficiais que não permite a rea­li­zação de “estilos não ortodoxos” (Figura 7.1).

Tabela 7.1 Provas oficiais de recorde mundial | Lançamento do dardo.

Categoria

Idade

Prova

Sexo

Sub-14

12 e 13 anos

Lançamento do dardo (400 g)

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Medium 9788580551471

Capítulo 66 - Pâncreas Endócrino

Hershel Raff; Michael G. Levitzky Grupo A PDF

C A P Í T U L O

66

Pâncreas Endócrino

Patricia E. Molina

OBJETIVOS

Identificar os principais hormônios secretados pelo pâncreas, as células que os produzem e a sua estrutura química.

Compreender os mecanismos nutricionais, neuronais e hormonais que regulam a secreção dos hormônios pancreáticos.

Listar os principais órgãos-alvo da insulina e do glucagon e seus principais efeitos fisiológicos.

Identificar os estados patológicos associados ao aumento ou à diminuição da secreção e da sensibilidade à insulina, bem como descrever as principais manifestações de cada estado.

O pâncreas é uma glândula mista, endócrina e exócrina, que possui papéis centrais na digestão, no metabolismo, na utilização e no armazenamento de substratos energéticos. A função normal do pâncreas é essencial para o controle fisiológico da homeostasia da glicose. A homeostasia da glicose envolve, por sua vez, a interação entre vários tecidos e hormônios para manter regulado o equilíbrio entre a liberação hepática de glicose (resultante da quebra do glicogênio e da gliconeogênese), a absorção da glicose da dieta e a captação e a utilização de glicose pelos tecidos adiposo e muscular esquelético. Os hormônios pancreáticos, insulina e glucagon, desempenham papéis centrais na regulação de cada um desses processos, e os seus efeitos globais são, em parte, influenciados por outros hormônios, como o hormônio do crescimento, o cortisol e a adrenalina.

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Medium 9788582601709

Capítulo 3 - Circuito CC Série e Paralelo

John Omalley Grupo A PDF

Capítulo 3

Circuito CC Série e Paralelo

RAMOS, NÓS, LAÇOS, MALHAS E COMPONENTES CONECTADOS EM SÉRIE E EM

PARALELO

Estritamente falando, um ramo de um circuito é um componente simples, como um resistor ou uma fonte. Ocasionalmente, no entanto, esse termo é aplicado a um grupo de componentes que conduzem a mesma corrente, em especial quando são do mesmo tipo.

Um nó é um ponto de conexão entre dois ou mais ramos. Em um diagrama de circuito, um nó é ocasionalmente indicado por um ponto que pode ser um ponto de solda no circuito real. O nó também inclui todos os fios conectados ao ponto. Em outras palavras, ele inclui todos os pontos ao mesmo potencial. Se um curto-circuito liga dois nós, eles são equivalentes e, de fato, são apenas um único nó, mesmo se dois pontos são mostrados.

Um laço é qualquer caminho fechado simples em um circuito. Uma malha é um circuito que não tem um caminho fechado no seu interior. Não há componentes dentro de uma malha.

Os componentes são conectados em série, se percorridos pela mesma corrente.

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Medium 9788565852067

Capítulo 33 - Ultrassonografia

Nelson Mattioli Leite; Flávio Faloppa Grupo A PDF

C A P Í T U L O 33 � ULTRASSONOGRAFIA

398

ULTRASSONOGRAFIA

33

Marcelo G. Jannini

Eloy De Ávila Fernandes

O ultrassom é uma onda sonora de alta frequência, superior a 20 mil hertz (ciclos por segundo), acima da capacidade auditiva humana, que varia na faixa de 15 a 20 mil hertz.1-4

Essa onda é utilizada para a formação de imagem, sendo a primeira tentativa de utilização desse método realizada durante a II Guerra Mundial com o advento do SONAR (sound navigation and racing), pelo físico francês Paul Langevin, para localização de submarinos. Na natureza, um método semelhante é utilizado por golfinhos e morcegos, sendo chamado de biossonar, que possibilita a localização espacial por meio de ecos gerados em pulsos sonoros. Esses pulsos são vibrações mecânicas oscilando e propagando-se por zonas de rarefação e compressão alternadas (ondas). Na ultrassonografia diagnóstica, as vibrações são emitidas e interagem com os tecidos normais e patológicos. À medida que se propaga, a onda sonora perde sua energia (atenuação), que varia conforme a distância percorrida e as diferentes interfaces que atravessa. Além disso, a onda sonora submete-se a fenômenos de reflexão para a formação da imagem (eco). A formação da imagem na escala de cinza baseia-se na diferença de amplitude de ondas refletidas.2

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Medium 9788547203030

Capítulo V - Agentes Diplomáticos e Agentes Consulares

GUERRA, Sidney Editora Saraiva PDF

Capítulo V

Agentes Diplomáticos e Agentes Consulares

1. Noções Gerais

A sociedade internacional está integrada, fundamentalmente, por entidades coletivas, os Estados e as organizações internacionais, que se relacionam entre si por meio de pessoas que atuam como representantes ou agentes1.

Por intermédio de seus órgãos, os sujeitos internacionais exercitam os direitos correspondentes, celebram tratados e mantêm e desenvolvem suas relações nos mais diversos âmbitos2.

A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas, de 1961, é o documento mais importante quanto às relações diplomáticas entre os Estados e concretiza as missões diplomáticas que se destinam a manter as relações amistosas entre o Estado representa-

SHAW, Malcolm N. International law. 6. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2008, p. 750 e 751: “Rules regulating the various aspects of diplomatic relations constitue one of the earliest expressions of international law.

Whenever in history there has been a group of independent states co-existing, special customs have developed on how the ambassadors and other special representatives of other states were to be treated. Diplomacy as a method of communication between various parties including negotiations between recognised agents, is an ancient institution and international legal provisions governing its manifestations are the result of centuries of state practice.

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Medium 9788565848596

Capítulo 15 - Laboratórios de aprendizagem: funções, limites e possibilidades

Jaqueline Moll Grupo A PDF

15

LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM

Funções, limites e possibilidades

Beatriz Vargas Dorneles

INTRODUÇÃO

Este capítulo analisa o papel dos laboratórios de aprendizagem em um sistema de ensino, especialmente quanto às possibilidades desse “espaço-recurso” de enfrentar o fracasso escolar. Após uma breve reflexão sobre o fracasso escolar, discutem-se as definições de

“laboratório de aprendizagem”, suas possíveis funções como um espaço alternativo de aprendizagem e suas limitações, bem como as possibilidades que ele cria para professores e alunos. Discutem-se as características que os laboratórios precisariam ter para serem locais efetivos de aprendizagem, bem como os recursos técnicos e pessoais os professores poderiam desenvolver para construir esses espaços.

Conclui-se o capítulo apontando algumas limitações dos laboratórios, considerando-se especialmente a complexidade do fenômeno do fracasso escolar e suas diferentes dimensões que ultrapassam a escola.

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Medium 9788582710371

Capítulo 38 - Enfermaria no 6, de Anton Tchekhov

Táki Athanássios Cordás; Daniel Martins de Barros Grupo A PDF

Depois de Kant, o pensamento sobre o mundo e o pensamento no mundo jamais foram os mesmos, persistindo assim até hoje. A realidade primeira e seus desígnios, ambos corolários de Deus, restaram não somente impalpáveis como também à margem das interrogações filosóficas.

A ciência, a incluir-se o campo investigativo e doutrinário da Medicina, erige-se, ao longo do século XIX, sob o método experimental, no lugar antes ocupado pelo sagrado.

Em 1884, Tchekhov, então com 24 anos, formou-se médico em Moscou e, ao longo de sua vida, interrompida pela tuberculose, em 1904, clinicou em regiões provincianas da Rússia. Nele, a biografia engendrou a obra. Sua literatura tem a objetividade e a precisão do cientista, sem eximir-se de expressar (contidamente, como era de seu estilo) as notas sutis da experiência emocional humana. E, se acreditava na força inexorável do progresso, entusiasta que era das aquisições científicas de seu tempo, permaneceu intransigentemente cético quanto à possibilidade de a ciência redimir as intempéries do espírito, materializadas na existência precária de seus próximos.

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Medium 9788527724227

66 - Administração de Medicamentos: Orais

BOWDEN, Vicky R.; GREENBERG, Cindy Smith Grupo Gen PDF

CapÍTULO

66

Administração de Medicamentos: Orais

Diretrizes clínicas

• Todos os medicamentos devem ser administrados por enfermeira, técnica de enfermagem, médico ou pelos pais, sempre que tenham sido orientados sobre a medicação e as técnicas de administração por via oral a uma criança

• Os medicamentos devem ser prescritos por um médico

• Devem ser seguidos os princípios de tratamento farmacológico (veja o Capítulo 4)

• A administração por via oral deve ser utilizada sempre que possível por ser o método menos invasivo e também por ser menos traumática que as vias intra­muscular (IM) e intravenosa (IV). O trato gastrintestinal (GI) proporciona uma vasta

área de absorção ao medicamento. A absorção pelo trato GI, bem como a distribuição, o metabolismo e a eliminação dependem da maturidade da criança. Fatores como pH gástrico, tempo de esvaziamento gástrico, motilidade intestinal, ­área de absorção, nível de atividade enzimática e fatores relacionados com a dieta podem afetar a absorção pelo trato gastrintestinal

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Medium 9788547216153

Títulos de Crédito Industrial

NEGRAO, Theotonio Editora Saraiva PDF

1894

Ementário

Títulos de Crédito Industrial

Dec. lei 413, de 9.1.69 — Dispõe sobre títulos de crédito industrial e dá outras providências (v. adiante, texto integral).

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1895

Decreto-lei n. 413, de 9 de janeiro de 1969

Dispõe sobre títulos de crédito industrial e dá outras provi­dências.

O Presidente da República, no uso das atribuições que lhe confere o §

1º do art. 2º do Ato Institucional n. 5, de 13 de dezembro de 1968, decreta:

Capítulo I Do Financiamento Industrial

Art. 1º.O

financiamento concedido por instituições financeiras a pessoa física ou jurídica que se dedique à atividade industrial poderá efetuar-se por meio da cédula de crédito industrial prevista neste decreto-lei.1

Art. 1º: 1. s/ a aplicabilidade do CDC a essa operação, v. nota 2 à Lei 8.078 (CDC).

Art. 2º.O

emitente da cédula fica obrigado a aplicar o financiamento nos fins ajustados, devendo comprovar essa aplicação no prazo e na forma exigidos pela instituição financiadora.

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Medium 9788547220631

1. Conceitos Básicos, Nomenclaturas e Convenções

PUCCINI,Abelardo de Lima Saraiva - Uni PDF

1.

1.1

C on ce i tos B ás i c o s , N o m e n c l a t u r a s e C on v e nçõe s

Introdução

Neste capítulo vamos apresentar os conceitos básicos que norteiam o estudo da

Matemática Financeira e as nomenclaturas e convenções adotadas no livro para a representação dos valores envolvidos no desenvolvimento das fórmulas e na resolução dos problemas.

1.2

Conceitos Básicos

O valor do dinheiro no tempo e a existência de juros são elementos interligados e indispensáveis no estudo da Matemática Financeira.

Os juros remuneratórios ou compensatórios, expressos em porcentagem por período, representam: a) a remuneração do capital do credor por ficar privado do seu uso e não poder usar o capital financiado até o dia do recebimento, com o risco de não receber o capital de volta (inadimplência); b) o custo do capital financiado para o tomador do financiamento, para que tenha o direito de usar o capital emprestado até o dia do pagamento; c) a remuneração paga pelas instituições financeiras sobre o capital nelas aplicado.

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Medium 9788582714683

Capítulo 15. Mutualismo e comensalismo

Michael L. Cain; William D. Bowman; Sally D. Hacker Grupo A PDF

15

CONCEITOS-CHAVE

CONCEITO 15.1 

Nas interações positivas, nenhuma espécie é prejudicada e os benefícios são maiores do que os custos para pelo menos uma espécie.

CONCEITO 15.2  Cada parceiro em uma interação mutualista atua de modo que atenda a seus próprios interesses ecológicos e evolutivos.

CONCEITO 15.3 

As interações positivas afetam a abundância e a distribuição das populações, assim como a composição das comunidades ecológicas.

Mutualismo e comensalismo

Os primeiros agricultores: Estudo de Caso

Os seres humanos começaram a cultivar há cerca de 10 mil anos. A agricultura foi um desenvolvimento revolucionário que levou tanto a um grande aumento no tamanho de nossa população quanto a inovações em governo, ciência, artes e muitos outros aspectos da sociedade humana. Contudo, as pessoas estavam longe de ser a primeira espécie a cultivar outros organismos. Essa distinção vai para as formigas da tribo Attini*, um grupo de 210 espécies, a maioria das quais vive nas florestas tropicais da América do Sul.

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Medium 9788597014792

2 - Efeitos do Direito Real

VENOSA, Sílvio de Salvo Grupo Gen PDF

2

EFEITOS DO DIREITO REAL

2.1

DENOMINAÇÃO: DIREITO DAS COISAS. DIREITOS REAIS

Já apontamos que o Livro II de nosso Código Civil de 1916 iniciava-se sob o título “Do Direito das Coisas”. No Código de 2002, a matéria está colocada no Livro III.

O vocábulo reais decorre de res, rei, que significa coisa. Desse modo, nada obsta que se denomine indiferentemente este compartimento do Direito Civil sob uma ou outra denominação. No entanto, como vimos, coisa possui conotação mais propriamente subjetiva. Os direitos reais cuidam de um ramo objetivo da ciência jurídica. Sob tal prisma, nada impede que se utilize das duas expressões, consagradas pela doutrina nacional e estrangeira.

Advertimos que decorre da palavra latina res toda terminologia básica deste ramo do Direito Civil: reivindicação, ação reivindicatória, ação real, obrigação real ou reipersecutória etc. Nada impede, portanto, que tais termos sejam usados indiferentemente.

2.2

DIREITO REAL E EFICÁCIA ERGA OMNES

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Medium 9788597012927

4 Como Classificar as Pesquisas?

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF

4

COMO CLASSIFICAR

AS PESQUISAS?

Como as pesquisas se referem aos mais diversos objetos e perseguem objetivos muito diferentes, é natural que se busque classificá-las. Assim, no presente capítulo procede-se à apresentação de diferentes critérios para classificação das pesquisas. Em seguida, faz-se a apresentação sintética dos principais delineamentos de pesquisa adotados tanto no campo das ciências físicas e biológicas quanto no das ciências humanas e naturais.

4.1 �Que critérios podem ser adotados para classificar as pesquisas

A tendência à classificação é uma característica da racionalidade humana. Ela possibilita melhor organização dos fatos e consequentemente o seu entendimento.

Assim, classificar as pesquisas torna-se uma atividade importante. À medida que se dispõe de um sistema de classificação, torna-se possível reconhecer as semelhanças e diferenças entre as diversas modalidades de pesquisa. Dessa forma, o pesquisador passa a dispor de mais elementos para decidir acerca de sua aplicabilidade na solução dos problemas propostos para investigação.

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Medium 9788547213381

2.7 TÁTICAS PARA CRIAÇÃO DE VALOR

DRANOVE, David; MARCIANO, Sonia Saraiva - UNI PDF

CAPÍTULO 2

B menos C: posicionando sua empresa em relação à concorrência

da pela atração das opções externas do fornecedor. Selecionar fornecedores­ significa identificar insumos cujas opções externas não são atraentes se comparadas com fornecer para a empresa em questão. A empresa não terá de pagar a esses fornecedores os preços totais vigentes no mercado e, como resultado, conseguirá manter seus custos baixos.

A empresa pode aumentar o poder de selecionar fornecedores criando benefícios direcionados. Benefícios direcionados possuem duas características. A primeira, a percepção de valor desses benefícios pelo alvo deve exceder os custos de criá-los. Por exemplo, suponha que uma empresa pode dar a seus funcionários um benefício de horário flexível avaliado em 15 mil reais por ano, e que o horário flexível custa à empresa somente 5 mil reais por funcionário por ano. Do ponto de vista do funcionário, o horário flexível equivale a receber um aumento de 15 mil reais. Agora, a empresa pode reduzir os salários em até 15 mil reais sem perder o funcionário. Essa estratégia só funciona se outras empresas não oferecerem horário flexível também; caso contrário, os concorrentes oferecerão salários mais altos até que os trabalhadores capturem todo o valor para si. Assim, o segundo aspecto de benefícios direcionados é que não é provável que tais benefícios sejam oferecidos por outras empresas. Se você já selecionou seus fornecedores corretamente, então eles têm poucas opções externas, e esse segundo aspecto está automaticamente presente.

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