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Medium 9788527714068

24 - Tripanossomíase por Trypanosoma brucei e Doença do Sono

REY, Luís Grupo Gen PDF

24

Tripanossomíase por

Trypanosoma brucei e Doença do Sono

INTRODUÇÃO

OS PARASITOS

Posição sistemática e caracterização

Ciclo evolutivo e transmissão

RELAÇÕES PARASITO-HOSPEDEIRO

Infectividade e resistência

Patologia

Clínica: a tripanossomíase africana (doença do sono)

Tripanossomíase do tipo gambiense

Tripanossomíase do tipo rhodesiense

Diagnóstico

Métodos parasitológicos

Métodos imunológicos

Tratamento

Medicamentos tripanocidas

INTRODUÇÃO

A tripanossomíase africana ou doença do sono (em inglês, sleeping sickness, e em francês, maladie du sommeil) é causada por tripanossomos morfologicamente indistinguíveis daquele que causa no gado a infecção denominada nagana, todos incluí­ dos no grupo brucei dos tripanossomos africanos.

Sua distribuição é exclusivamente africana, ocupando 200 focos endêmicos, em 36 países, devido ao fato de a transmissão depender de insetos do gênero Glossina (moscas tsé-tsé), que se encontram apenas na África Subsaariana.

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Medium 9788520436363

8. Teoria dos Jogos: como as decisões dos agentes afetam o mercado

Antonio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF

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Teoria dos Jogos: como as decisões dos agentes afetam o mercado

Danny Jozsef

Antonio Carlos Aidar Sauaia

INTRODUÇÃO

No meio empresarial, dois tipos de variáveis influenciam o processo decisório:

■■

■■

As variáveis internas (endógenas), que são controláveis e previsíveis e que dependem das escolhas do grupo de gestão no processo decisório;

As variáveis externas (exógenas), cuja imprevisibilidade dificulta enormemente a tomada de decisão.

O segundo tipo de variável é composto pelos índices macroeconômicos (IPG – índice geral de preços – e IAE – índice de atividade econômica), pelo indice microeconômico (IVE – índice de variação estacional – sazonalidade), pelas decisões dos concorrentes e de outros envolvidos que afetam o desempenho das empresas (p. ex., fornecedores de matéria-prima, de mão de obra e o governo). Com a intenção de gerar insumos para uma gestão mais eficiente, o presente capítulo descreve, sob a ótica da Teoria dos Jogos, as decisões da empresa Metta, que operou em um ambiente competitivo do laboratório de gestão. Foram coletados dados secundários em pesquisa bibliográfica, por meio de casos reais de empresas, e analisa-

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Medium 9788527730556

18 - Exame dos Órgãos Genitais

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

Capítulo

Porto 18.indd 462

18

28/11/16 21:44

Exame dos

Órgãos Genitais

Roberto Luciano Coimbra

Alexandre Vieira Santos Moraes

Eduardo Camelo de Castro

Vardeli Alves de Moraes

■■ Órgãos genitais masculi­nos  464

■■ Órgãos genitais femininos  467

■■ Roteiro pedagógico para exame físico dos órgãos genitais masculinos  475

■■ Roteiro pedagógico para exame físico dos órgãos genitais femininos  476

■■ Roteiro pedagógico para exame físico da região anoperineal  477

Porto 18.indd 463

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464  Exame Clínico

Órgãos genitais masculi­nos

O aparelho genital masculi­no compreende o pênis (constituí­ do pelo prepúcio, glande, freio e corpo), a bolsa escrotal, que alberga os testículos, os epidídimos e o cordão espermático, a próstata e as ve­sículas seminais. A uretra é uma estrutura co­ mum aos aparelhos urinário e genital (Figura 18.1) (ver Órgãos genitais masculi­nos no Capítulo 6, Sinais e Sintomas).

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Medium 9788527727495

143 - Suicídio

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF

143

Suicídio

Saori A. Murakami

I. Princípios gerais

A. Descrição.

1. O tratamento de um paciente suicida na unidade de terapia intensiva

(UTI) abrange avaliação, manejo e proteção do paciente.

2. A avaliação e o manejo do paciente suicida demandam conhecimento dos fatores de risco, dos fatores de proteção, da interação entre esses elementos e do relacionamento da equipe com o paciente.

3. A atenção psiquiá­trica é essencial durante e após a estabilização de problemas clínicos. É importante que o psiquiatra participe desde o início da internação, mesmo que o paciente esteja intubado e fortemente sedado. Nessas circunstâncias, o psiquiatra obtém informações complementares, avalia a gravidade e a letalidade da tentativa, estabelece a cronologia dos sintomas que levaram ao quadro clínico inicial e faz avaliações de segurança perió­dicas.

B. Fatores de risco e proteção.

1. O suicídio é a 10a maior causa de morte nos EUA (a partir de 2009,

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Medium 9788597015058

XVII – A constituição da sociedade anônima

BORBA, José Edwaldo Tavares Grupo Gen PDF

XVII

A CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE ANÔNIMA

77. Providências preliminares; 78. Subscrição pública; 78.1. O registro na

CVM; 78.2. A intermediação; 78.3. A constituição da sociedade; 79. Subscrição particular; 80. Os fundadores, o projeto de estatuto e o prospecto; 80.1.

Os fundadores; 80.2. O projeto de estatuto; 80.3. O prospecto; 81. Registro público de empresas mercantis e publicidade; 81.1. As providências complementares; 81.2. A aquisição da personalidade jurídica; 81.3. As atribuições do

Registro de Empresas (Juntas Comerciais); 81.4. A publicidade; 81.5. Outras providências.

77  Providências preliminares

A constituição de uma sociedade anônima envolve um conjunto de providências que podem ser distribuídas em três etapas: (a) providências preliminares; (b) constituição propriamente dita; (c) providências complementares.

As providências preliminares precedem o ato constitutivo, que delas depende.

Essas providências, que se encontram previstas no art. 80, funcionam como verdadeiros requisitos, de tal modo que, sem o seu pleno atendimento, a sociedade não poderá se constituir.

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Medium 9788530966768

APÊNDICE À PARTE I - ALGUNS CÓDIGOS ESTRANGEIROS

FULGÊNCIO, Tito; VIANA, Marco Aurelio da Silva Grupo Gen PDF

Apêndice

à Parte I

1

1

Informamos que o Apêndice foi mantido por sua importância histórica, embora alguns textos estejam atualmente revogados.

Da_Posse_das_Acoes_Possessorias_TitoFulgencio_12ed.indb 293

16/07/2015 16:26:54

Da_Posse_das_Acoes_Possessorias_TitoFulgencio_12ed.indb 294

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ALGUNS CÓDIGOS ESTRANGEIROS

Código Civil do Cantão de Zurich (de 1887)

Livro II

Direito das Coisas

Seção II

Da Posse

A – Aquisição da posse

Art. 63. A posse adquire-se, no caso de transmissão de bens mobiliários, conformemente os arts. 200 e segs. do Código Federal das Obrigações. Os outros casos de aquisição da posse regem-se pelas disposições seguintes.

Art. 64. A aquisição da posse está subordinada, em princípio, a duas condições:

1.ª) A manifestação de um poder material sobre as coisas;

2.ª) A vontade de exercer esse poder em seu interesse próprio.

Art. 65. A classificação de um poder material sobre a coisa não pressupõe necessariamente o contato corporal com a coisa, mas a possibilidade averiguada de agir imediatamente sobre a coisa; esta possibilidade existe desde que a coisa chegue à residência ou ao armazém do adquirente, ainda mesmo que ele ali não estivesse nem pessoalmente presente nem representado.

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Medium 9788541202404

Capítulo 37 – Fitoterapia em ginecologia

AMATO, Marisa Campos Moraes Grupo Gen PDF

Capítulo

37

Fitoterapia em ginecologia

Ceci Mendes Carvalho Lopes

Desde os primórdios da humanidade, usam-se plantas para o tratamento das mais variadas doen­ças. Inúmeras são aquelas em que se reconhecem propriedades terapêuticas e que, como tal, são utilizadas até hoje. A grande maioria das vezes esse conhecimento é transmitido de geração em geração e se baseia na observação dos resultados. No entanto, muita confusão se faz em relação a como se usam essas plantas. Não se pode considerar que seja a mesma coisa utilizar-se um chá, ou pó de alguma parte do vegetal, ou uma tintura, ou ainda um extrato. E mais, como são empregadas tanto por profissionais da saú­de, como popularmente, muitas vezes nem se sabe qual a diferença entre essas formas de uso. Sem contar as inimagináveis modificações em função de qual a parte vegetal usada, de qual planta foi retirada, em que solo foi cultivada, em que condições foi colhida e armazenada, e muitas outras questões. E até mesmo se está utilizando a planta certa.

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Medium 9788530975166

12. CONTRATO DE TRABALHO – EFEITOS E PODER EMPREGATÍCIO

RESENDE, Ricardo Método PDF

12

CONTRATO DE TRABALHO –

EFEITOS E PODER EMPREGATÍCIO

Marcadores: DIREITOS E OBRIGAÇÕES DECORRENTES DO CONTRATO DE TRABALHO; DIREITOS CONEXOS AO CONTRATO DE TRABALHO; DANO MORAL E DANO

MATERIAL DEVIDOS AO EMPREGADO; ASSÉDIO MORAL; ASSÉDIO SEXUAL; PODER

EMPREGATÍCIO.

Material de estudo:

ü Legislação básica: CLT, art. 2º, 3º, 4º, 157, 158, 373-A, 402, 433, 456, 462, 469, 474,

482

ü Legislação para estudo avançado: Lei nº 9.279/1996, arts. 8º, 9º, 10, 88-93; Lei nº

9.609/1998, art. 4º; Lei nº 9.610/1998; Código Civil, art. 932; Código Penal, art.

216-A

ü Jurisprudência: Súm. 43, TST; OJ SDI-1 251, TST

ü Doutrina (+++)

Estratégia de estudo sugerida:

A maioria dos concursos não cobra conhecimentos do item 12.2 (efeitos conexos ao contrato de trabalho). Assim, sugiro a elaboração de programa seletivo de estudos, conforme o conteúdo programático constante do edital do seu concurso.

No tocante ao item 12.3 (poder empregatício), tal assunto normalmente é encontrado nos editais de concurso no tópico referente à figura jurídica do empregador. Portanto, certifique-se de que realmente seu concurso exige o conhecimento de tal assunto.

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Medium 9788530966898

XXVII. CONCURSO DE CRIMES

JAPIASSÚ, Carlos; SOUZA, Artur Grupo Gen PDF

TÍTULO

I

IV

CAPÍTULO

TEORIA

G ER AL DA

SAN ÇÃO PENAL

XXVII

CONCU RSO

DE CR IMES

27.1. CONSIDERAÇõES GERAIS

N

estudou-se a metodologia da aplicação da pena àquele considerado culpado pelo cometimento do fato delituoso. Como visto, de acordo com as normas estipuladas nos arts. 59 a 68, do CP, o magistrado irá aplicar, de forma isolada, cumulada ou alternada, as penas cominadas no respectivo tipo penal incriminador, procedendo, eventualmente, à substituição de pena privativa de liberdade por restritiva de direito. De toda sorte, toda aquela sistemática legal pressupõe, em regra, a aplicação de uma única sanção penal.

Entretanto, é possível que, no caso concreto, haja a necessidade de serem aplicadas ou mesmo executadas mais de uma pena.

Quando isso ocorre, surge o chamado concurso de delitos (concursus delictorum).

A propósito, critica-se a expressão “concurso de crimes”, pois, na verdade, trata-se de normas disciplinando o “concurso de penas”. Ademais, dissente-se acerca da correta localização da matéria, pois, para alguns, o concurso de crimes deveria ser estudado na

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Medium 9788597013467

5 - Modelos Contábeis Especiais

MARTINS, Eliseu; DINIZ, Josedilton Alves; MIRANDA, Gilberto José; Grupo Gen PDF

Modelos Contábeis Especiais 

65

5

Modelos Contábeis Especiais

Objetivo do capítulo

Apresentar modelos contábeis relativos a algumas especificidades que demandam análises diferenciadas. São situações relativas a muitos empreendimentos brasileiros, como: arrendadoras, financiadoras, concessionárias de rodovias, securitização e construção civil. São situações problema que fazem parte do cotidiano de muitos contadores e gestores. Nesse sentido, são apresentados casos reais para que se possa estabelecer a necessária articulação entre teoria e prática, que melhor propicia a significação ao conhecimento construído.

5.1 OPERAÇÕES DE LEASING NAS ARRENDATÁRIAS E NAS

ARRENDADORAS

O que é uma operação de leasing? Juridicamente, uma espécie de “instituição financeira”

(no caso do Brasil) que compra ativos e arrenda para os clientes. Mas existem arrendamentos e “arrendamentos”. Existem os arrendamentos que são genuínos aluguéis e existem aqueles casos que sabidamente são financiamentos disfarçados. No primeiro caso, vencido o prazo de arrendamento, o objeto é devolvido à arrendadora. No segundo caso, geralmente, o ativo

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Medium 9788527732901

2 - O Osso como Órgão Vivo

LANG, Niklaus P.; LINDHE, Jan Grupo Gen PDF

Capítulo 2

O Osso como

Órgão Vivo

Hector F. Rios,1 Jill D. Bashutski2 e William V. Giannobile1, 2

Department of Periodontology and Oral Medicine, University of Michigan,

School of Dentistry, Ann Arbor, Michigan, EUA

2

Department of Biomedical Engineering, College of Engineering, Ann Arbor, Michigan, EUA

1

Introdução

��

O osso é um órgão complexo composto por múltiplos tecidos especializados (ósseo, periósteo/endósteo e medula óssea) que agem sinergisticamente e desempenham múltiplas funções (Figura 2.1). Sua composição permite ao tecido ósseo: (1) resistir à carga, (2) proteger órgãos extremamente sensíveis contra forças externas e (3) participar como reservatório de células e minerais que contribuem para a homeostase do organismo. Portanto, o conceito de “osso como órgão vivo” integra a natureza do osso estruturalmente dinâmica com sua capacidade para orquestrar múltiplas funções mecânicas e metabólicas com importantes implicações locais e sistêmicas. Múltiplos fatores influenciam esse sistema (p. ex., bioquímico, hormonal, celular, biomecânico) e coletivamente determinarão sua qualidade (Ammann e Rizzoli, 2003;

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Medium 9788527723893

Capítulo 15 - Treinamento de Assertividade

TOWNSEND, Mary C. Grupo Gen PDF

Capítulo

15

Conceito fundamental

Comportamento assertivo

Treinamento de Assertividade

JJ Tópicos

do capítulo

Objetivos

Exercícios

Comunicação assertiva

Direitos humanos básicos

Padrões de resposta

Componentes do comportamento assertivo

Técnicas que promovem um comportamento assertivo

Técnicas de interrupção do pensamento

Papel da enfermeira no treinamento da assertividade

Resumo e pontos fundamentais

Questões de revisão

JJ Termos-chave

Agressivo

Assertivo

Não assertivo

Passivo-agressivo

Interrupção do pensamento

JJ Objetivos

Ao término da leitura deste capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir comportamento assertivo.

2. Discutir os direitos humanos básicos.

3. Fazer a diferenciação entre os comportamentos não assertivo, assertivo, agressivo e passivo-agressivo.

4. Descrever técnicas que promovem o comportamento assertivo.

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Medium 9788530968403

DIREITO PROCESSUAL PENAL

GONZAGA, Alvaro Luiz Travassos de Azevedo; ROQUE, Nathaly Campitelli (orgs.) Grupo Gen PDF

Direito Processual Penal

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Direito

Processual Penal

EsssencialParaConcursodaPoliciaEstadual.indb 87

18/11/2015 13:44:34

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88    Essencial para Concurso da Polícia Estadual

EsssencialParaConcursodaPoliciaEstadual.indb 88

18/11/2015 13:44:34

Capítulo

I

Noções Introdutórias

1. Definição. Direito processual penal é o conjunto de normas e princípios que regula a aplicação jurisdicional do direito penal objetivo, a sistematização dos órgãos de jurisdição e respectivos auxiliares, bem como da persecução penal.

2. Tipos de processo penal.

Acusatório

Inquisitivo

Misto

a) é aplicado o princípio do contraditório;

a) não é aplicado o princípio do contraditório;

a) primeira fase: investigação criminal, realizada pela Polícia

Judiciária. Não há participação da defesa técnica;

b) paridade de armas (igualdade entre as partes);

b) não há igualdade entre as partes;

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Medium 9788521624677

CAPÍTULO 7 - ANÁLISE E PROJETO DE FUNDAÇÕES SUPERFICIAIS

BUDHU, Muni Grupo Gen PDF

C A P ÍT U L O

7

análise e projeto de fundações superficiais

7.0  INTRODUÇÃO

As cargas de uma estrutura são transferidas para o solo através de uma fundação. A própria fundação é uma estrutura, em geral construída em concreto, aço ou madeira. Um engenheiro geotécnico deve garantir que a fundação satisfaça as seguintes condições de estabilidade:

1. A fundação não deve se romper ou se tornar instável quando sob qualquer tipo de carga prevista.

2. Os recalques da estrutura devem estar dentro dos limites toleráveis.

Esses dois requisitos devem ser satisfeitos. Além disso, a execução da fundação em campo deve ser possível, tanto em termos de processos construtivos, quanto econômicos.

Neste capítulo, serão considerados métodos – em sua maioria, métodos simplificados, que têm sido utilizados na prática de projetos – para determinar a geometria de uma fundação superficial, com o objetivo de prevenir a ruptura do solo e limitar o recalque a um valor dentro do limite de tolerância. Em geral, é o recalque que governa o projeto de fundações superficiais.

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Medium 9788597012064

XXII - Ações (D)

BORBA, José Edwaldo Tavares Grupo Gen PDF

XXII

AÇÕES (D)

106. Negociação com as próprias ações; 107. Direitos reais e outros ônus sobre ações; 108. Resgate, amortização e reembolso de ações; 108.1. Amortização e resgate; 108.2. Reembolso.

106  Negociação com as próprias ações

O legislador, após proibir que a sociedade negocie com as próprias ações (art. 30), enumera, nos parágrafos do artigo, as exceções

à proibição e as condições para a negociação.

Quase todas as hipóteses de negociação permitida, e que seriam as operações de resgate, reembolso, amortização e compra para redução do capital, a serem estudadas posteriormente, conduzem à extinção das ações ou a certas mudanças na relação, mas nunca à integração dessas ações no patrimônio da própria sociedade.

A aquisição para permanência em tesouraria, esta sim, configura uma efetiva negociação de ações pela própria sociedade. As ações adquiridas passam a integrar o ativo da companhia, tornando-se esta acionista de si própria.

Embora se afigure estranho, o que na verdade acontece é uma autoparticipação. A sociedade compra ações de seu capital, investindo nos seus próprios títulos.

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