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Medium 9788527724982

16 - Mobilização da Ação Coletiva de Mulheres com Incapacidades para Desenvolvimento de Contextos para Combater a Pobreza e Garantir o Desenvolvimento

WILLARD, Helen S.; SPACKMAN, Clare S.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell; COHN, Ellen S.; SCHELL, Barbara Grupo Gen PDF

148 MOBILIZAÇÃO DA AÇÃO COLETIVA DE MULHERES COM INCAPACIDADES PARA DESENVOLVIMENTO...

Mobilização da

Ação Coletiva de

Mulheres com

Incapacidades para

Desenvolvimento de Contextos para Combater a

Pobreza e Garantir o Desenvolvimento

16

Sumário

Bulelwa: Me Vejo como uma

Luz para Outras Pessoas com

Incapacidades

Thandiswa: Agora Sinto que Posso

Fazer Alguma Coisa

Gloria: Eles Veem uma Mãe que é um Modelo para o Papel

Nontsidiso: Um Pilar de Força

Autodesenvolvimento, Criatividade e Defesa

Aguardando o Sucesso

Sumário Reflexivo

THERESA LORENZO

Objetivos de Aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

1. Compartilhar as narrativas de mulheres sul-africanas com incapacidades que participaram de uma série de seminários de narrativa, ação e reflexão.

2. Descrever uma abordagem de direitos da mulher para equalizar as oportunidades para mulheres com incapacidades, com foco particular em mulheres que vivem em contextos de desenvolvimento.

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Medium 9788547221058

6.1 Princípio da inutilização do ato processual nulo

GLOECKNER, Ricardo Jacobsen Saraiva PDF

.

VI

PRINCÍPIOS ORGANIZADORES DE UM NOVO SISTEMA DE

NULIDADES

Neste capítulo, quase ao final da obra, apresentamos os princípios organizadores de um nosso sistema de nulidades, que possa representar uma superação das velhas categorias autoritárias, perspectivando um processo penal democrático.

Evidentemente, como já referido no capítulo anterior, chamaremos de princípios as ideias organizadoras ou mobilizadoras que permitam, em maior medida possível, a chancela de um modelo constitucional e democrático de invalidades processuais.

6.1 Princípio da inutilização do ato processual nulo

A declaração de nulidade que reconhece a invalidade do ato processual realizado em desconformidade com o modelo normativo não significa a sua inutilização física. Em termos de direito comparado, inexiste a preocupação para com o comprometimento psíquico do juiz que, tomando contato com ato processual eivado, poderia, mediante argumentação a posteriori, firmar a convicção que poderia estar amparada em informação processual não passível de utilização. A nulidade, mesmo com a necessária declaração judicial, não enseja o desentranhamento dos autos do ato processual nulo.

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Medium 9788527726665

208 - Defeitos Hemostáticos Secundários

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF

208

Defeitos

Hemostáticos

Secundários

Regina K. Takahira

JJ

Anatomia e fisiologia

Embora a coa­ gulação esteja intimamente associada à hemostasia primária por meio das células endoteliais, pla­ quetas e outros elementos, ela é distinta destes componen­ tes. A hemostasia secundária tem como evento final e mais importante a formação do coá­gulo de fibrina. Em condi­

ções fisiológicas, a transformação de uma substância solúvel

(fibrinogênio) em uma rede polimérica insolúvel (fibrina) ocorre com precisão no local da lesão, sobre o tampão pla­ quetário primário. Este processo garante maior estabilidade e capacidade de contenção da hemorragia, sendo importante principalmente para lesões mais intensas e vasos de maior calibre e pressão.

Os fatores de coa­gulação participam de reações espe­ cíficas na chamada cascata da coa­ gulação (Figura  208.1 e Quadro  208.1). A maioria dos fatores de coa­gulação são proteí­nas produzidas pelo fígado, com exceção do cálcio ionizado. A concentração em excesso desses fatores garante que o animal não manifeste hemorragias a não ser que haja diminuições significativas de um único fator ou redu­

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Medium 9788527731218

15 - Exercício da Enfermagem Obstétrica e Neonatal

OGUISSO, Taka; SCHIMIDT, Maria José Grupo Gen PDF

15

Exercício da Enfermagem

Obstétrica e Neonatal

Maria José Schmidt e Taka Oguisso

Introdução

A importância da enfermeira* obstetra na assistência maternoinfantil já vinha sendo enfatizada oficialmente pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS),1 desde a década de 1970, ao reconhecer nesta profissional as qualificações necessárias para uma adequada assistência à gestante, à parturiente, à puérpera e ao recém-nascido, além de orientar a família e a comunidade para a saúde.

Para a Organização Pan-Americana de Saúde (OPS),2 órgão de administração regional da

OMS para as Américas, a assistência maternoinfantil deve englobar a mulher nos períodos préconcepcional, pré-natal, parto, puerpério e interconcepcional, além da criança, enquanto recémnascida, lactente, pré-escolar e adolescente.

Normalmente, incluem-se no grupo maternoinfantil as mulheres em idade fértil entre os 15 a 49 anos e crianças de 0 a 14 anos. De acordo com dados populacionais projetados para o ano de 2050 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),3 o Brasil terá aproximadamente 226.834.687 de habitantes. Portanto, por essa projeção do IBGE, o crescimento é contínuo, chegando a 223.904.308 em 2030 para depois chegar àquele número em 2050. Ainda em 2050, a população de 0 a 14 anos terá 31.849.189 pessoas. Além disso, haverá 46.239.346 mulheres de 15 a 49 anos (20,3% da população). No total, haverá 115.899.884 de mulheres, o que representaria 51,2% do total da população.

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Medium 9788564519077

1. Institutos federais de educação, ciência e tecnologia: limites e possibilidades

Pacheco, Eliezer Moreira Grupo A - Penso PDF

1

Institutos federais de educação, ciência e tecnologia: limites e possibilidades1

Eliezer Moreira Pacheco, Luiz Caldas e Moisés Domingos Sobrinho

Introdução

O ano de 2009 começou produzindo um evento de grande impacto para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT), que foi a transformação dos

Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), Escolas Técnicas e Agrotécnicas Federais (ETFs e EAFs) e Escolas Técnicas Vinculadas às Uni­versidades Federais em Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Para muitos profissionais e gestores dessa modalidade da educação, já se convencionou nomear as novas instituições apenas como Institutos Federais. No ano em que se iniciaram as comemorações relativas ao centenário da Rede Federal de EPT

(as quais prosseguiram até setembro de 2010), a criação dos institutos, dado o seu caráter inovador e ousado, tem tudo para marcar a história da EPT no país.

Neste capítulo, serão analisados os aspectos considerados pelos au­tores como de maior relevância para a consolidação dessas instituições e, qui­çá, para a construção de um modelo de EPT a ser seguido por outros paí­ses com realidades e problemas de desenvolvimento semelhantes aos do Brasil, após, certamente, feitas as adaptações necessárias. Devido às limita­ções de espaço, deixamos de abordar outros aspectos igualmente impor­tantes para a consolidação dos InstiArtigo publicado anteriormente em Linhas Críticas, Brasília, DF, v. 16, n. 30, p. 71-88, jan./jun.

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