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Medium 9788536327549

18. A morte na cultura, nos hospitais, no indivíduo

De Marco, Mario Alfredo Grupo A - Artmed PDF

18

A morte na cultura, nos hospitais, no indivíduo

CRISTIANE CURI ABUD

VERA BLONDINA ZIMMERMANN

É a negação da morte que é parcialmente responsável pelas vidas vazias e sem sentido das pessoas, pois, quando você vive como se fosse viver para sempre, fica muito fácil adiar as coisas que você sabe que precisa fazer.

Em contraste, quando você compreende plenamente que cada dia que você vive poderia ser o último, você utiliza o tempo daquele dia para crescer, para se tornar mais quem você realmente é, para se aproximar de outros seres humanos.

Klüber-Ross

MORTE E LUTO DURANTE O CICLO DE VIDA

A morte desperta, acima de tudo, medo: medo de perder a própria vida ou de perder um ente querido. Do ponto de vista psicanalítico, Eizirik (2001) nos lembra que a morte desperta fantasias e correspondentes defesas contra elas. A morte representa o incontrolável, o intangível, o desconhecido e o inominável. Por isso, sentimos medo, o qual, na maior parte do tempo, negamos, ou seja, não pensamos em tudo o que pode nos acontecer o tempo todo, pois, se assim fosse, não sairíamos de casa, e ficar em casa também seria perigoso.

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Medium 9788521624776

Tópico VIII - 41 - Sistemas de Geração de Energia Avançados e Alternativos

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF

41

 1. Introdução

  2. Energia Solar Térmica

  3. Ciclos de Potência Solares

  4. Conversão de Energia Fotovoltaica

  5. Energia Eólica

  6. Conversão da Energia Térmica do Oceano

  7. Usinas das Ondas e das Marés

  8. Energia Geotérmica

  9. Células a Combustível

10. Magneto-Hidrodinâmica

11. Geradores Termoelétricos e Termoiônicos

12. Métodos de Armazenagem de Energia

13. Baterias

Nomenclatura a fator de interferência

A área

B densidade de fluxo magnético cp calor específico

Cp fator de potência

E campo elétrico

FL fator de perda

FR fator de remoção

Fs fator de sombreamento g aceleração da gravidade

I energia incidente k razão entre calores específicos k condutividade térmica

K fator de carga

KE energia cinética m

˙ vazão mássica p pressão

P potência q taxa de transferência de calor

˙

Q vazão volumétrica r raio

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Medium 9788536314471

22. Meios de cultura em microbiologia. Técnicas de semeadura de microrganismos

Höfling, José Francisco Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 22

Meios de cultura em microbiologia

Capítulo 22

101

Meios de cultura em microbiologia.

Técnicas de semeadura de microrganismos objetivos

Inocular em meios de cultura líquidos e sólidos.

Detectar a presença ou a ausência de crescimento bacteriano nos meios inoculados.

Descrever as características morfológicas de uma colônia.

Classificar as bactérias quanto à necessidade de oxigênio para o seu crescimento.

Discernir entre uma cultura pura e uma mista.

O meio de cultura necessário para o crescimento in vitro dos microrganismos interfere em seu desenvolvimento. O mesmo ocorre com outros fatores, como temperatura (microrganismos psicrófilos, mesófilos e termófilos) e tensão de oxigênio (microrganismos aeróbios, anaeróbios, microaerófilos e anaeróbios facultativos).

Quando inoculamos um microrganismo em um meio de cultura que apresente fatores ambientais favoráveis, ele inicia seu desenvolvimento, passando pelas diversas fases da curva de crescimento: de latência, logarítmica, estacionária e de declínio ou morte.

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Medium 9788547218362

19. ORDEM SOCIAL

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF

Direito Constitucional

Assim, conforme destacamos, a perda de mandato por troca de partido não se aplica ao sistema majoritário.

■■ 18.5.3. EC n. 91/2016 (“Janela Partidária

Constitucional”)

A EC n. 91/2016 não altera formalmente nenhum artigo da Constituição, nem introduz disposição na Car­ ta. No caso, estamos diante de uma norma constitucio­ nal que está fora do texto, mas, que, naturalmente, pelo conceito de “bloco de constitucionalidade”, tem, inega­ velmente, caráter constitucional.

Pois bem, referida reforma constitucional passou a admitir, expressamente, mais uma “janela” a permitir a mudança de partido, sem a perda do mandato. Vejamos:

Art. 1º da EC n. 91/2016

É facultado ao detentor de mandato eletivo desligar-se do partido pelo qual foi eleito nos 30 dias seguintes à promulgação desta Emenda Constitucional, sem prejuízo do mandato, não sendo essa desfiliação considerada para fins de distribuição dos recursos do Fundo Partidário e de acesso gratuito ao tempo de rádio e televisão.

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Medium 9788502189621

CAPÍTULO X - DIREITOS SOCIAIS

Pinho, Rodrigo César Rebello Editora Saraiva PDF

CAPÍTULO X

DIREITOS SOCIAIS

1

CONCEITO

Direitos sociais são direitos de conteúdo econômico-social que visam melhorar as condições de vida e de trabalho para todos. São prestações positivas do Estado em prol dos menos favorecidos e dos setores economicamente mais fracos da sociedade.

2

HISTÓRICO

Os primeiros direitos fundamentais, os denominados direitos individuais, também chamados de liberdades negativas, correspondem a um não fazer do Estado, a uma prestação negativa deste. Os direitos individuais são claros limites à atuação do poder estatal para preservar os direitos de cada ser humano isoladamente considerado. Esses direitos foram consagrados em textos constitucionais do mundo inteiro após o advento das grandes revoluções do final do século XVIII — americana e francesa, com a ascensão de uma nova classe social ao poder, a burguesia. São exemplos de direitos individuais a inviolabilidade do domicílio e da correspondência, a proibição da prisão ilegal e o devido processo legal.

Os direitos sociais, por sua vez, correspondem a uma prestação positiva do Estado, um fazer em prol de setores menos favorecidos da sociedade. Surgiram em um momento histórico posterior, quando se agravaram os conflitos decorrentes da relação entre o capital e o trabalho.

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