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Medium 9788527720809

Capítulo 8 - Discussão

PEREIRA, Maurício Gomes Grupo Gen PDF

8

Discussão

A ciência nada mais é do que o senso comum refinado e disciplinado.

Gunnar Myrdal, 1898-1987, economista sueco.

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Para que serve a seção de discussão, 104

Estrutura da seção de discussão, 104

Realce para os achados principais da pesquisa, 104

Validade da investigação, 105

Limitações da própria investigação, 106

Limitações relacionadas ao tipo de delineamento, 107

Aspectos positivos da investigação, 108

Comparação crítica com a literatura, 108

Viés como explicação para os resultados das investigações, 109

Acaso como explicação para os resultados das investigações, 110

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Medium 9788541202404

Capítulo 54 – Acne vulgar

AMATO, Marisa Campos Moraes Grupo Gen PDF

Capítulo

54

Acne vulgar

Alexandra Zacharkiv

A glândula sebácea deriva embriologicamente da porção epitelial do folículo piloso. Encontra-se ativa após o nascimento sob o estímulo dos andrógenos maternos e fetais, depois entra em perío­do de repouso até a fase pré-puberal.

As glândulas sebáceas são mais numerosas na face, na porção superior do tórax e na porção proximal dos membros; elas se situam na camada dérmica da pele e configuram-se como lóbulos. Por serem glândulas halócrinas, a secreção do seu conteú­do, que é chamado sebo, é resultante da desintegração da célula madura no interior do canal excretor.

Definição

É uma afecção de pele que atinge a unidade pilossebácea. É uma dermatose frequente e sucede em 80% dos adolescentes jovens e adultos.

Existe uma tendência hereditária e é transmitida por um gene autossômico dominante.

Quando ambos os pais têm acne, a transmissão é de 50%, com gravidade va­riá­vel. Inicia-se na puberdade e evolui até a terceira década de vida. A maior incidência é em mulheres de 14 aos 17 anos e em homens dos 16 aos 19 anos. Compromete a face, a região anterior e posterior do tórax e as ­áreas ricas em glândulas sebáceas.

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Medium 9788521630821

Q

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

Q

4711

4711 é a marca de uma famosa água-de-colônia.

No início do século XIX, o banqueiro Ferdinand Muhlens vive na cidade prussiana (hoje alemã) de Colônia. Ele oferece refúgio a um monge, que, em retribuição, o presenteia com um papel contendo o número 4711 e uma fórmula secreta para fazer uma “Aqua Mirabilis” (água milagrosa), que era um perfume.

O banqueiro gosta da ideia e dá início à produção da primeira e legítima águade-colônia.

Seis anos depois, Napoleão ocupa Colônia. Para os franceses, dominar a Prússia até que não foi difícil, complicado mesmo era entender a grafia da língua local.1

Os soldados franceses vão à fábrica de Muhlens, na rua Glockengasse, e começam a examinar seus papéis, aturdidos naquele mar de palavras inexpugnáveis.

Onde, diabos, Muhlens teria escondido as vogais? Já estão prestes a mandar chamar o compatriota Champollion, que anda ocupado com algo parecido, quando constatam, aliviados, que os números alemães são iguaizinhos aos franceses. Quer dizer, da papelada toda só conseguem mesmo decifrar uma coisa: 4711. Então, escrevem o número com giz no muro da fábrica, como se fosse a identificação do endereço do imóvel: Glockengasse, 4711. Muhlens se inspira nisso para batizar seu perfume.

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Medium 9788530975524

Livro VII - Capítulo 1 – Locação de imóveis urbanos – definição e aspectos gerais das ações locatícias

SCAVONE Jr., Luiz Antonio Grupo Gen PDF

Capítulo 1

LOCAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS – DEFINIÇÃO E

ASPECTOS GERAIS DAS AÇÕES LOCATÍCIAS

1.1.

LOCAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS – DEFINIÇÃO

Silvio Rodrigues define a locação como o contrato pelo qual uma das partes, mediante remuneração que a outra paga, se compromete a fornecer-lhe, durante um certo lapso de tempo, ou o uso e gozo de uma coisa infungível (locação de coisas); ou a prestação de um serviço (locação de serviços); ou a execução de algum trabalho determinado (empreitada).1

Orlando Gomes é mais sucinto, definindo o instituto como o contrato pelo qual uma das partes se obriga, mediante contraprestação em dinheiro, a conceder à outra, temporariamente, uso e gozo de coisa não fungível.2

Percebe-se nítida diferença entre os dois conceitos.

Com efeito, o primeiro admite incluir, como espécies do gênero locação, a locação de coisas infungíveis e a locação de serviços.

Negando essa definição, o segundo autor considera que apenas a coisa não fungível – não substituível – é passível de ser objeto da relação jurídica locatícia.

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Medium 9788530960865

Capítulo XI: Forma de atuação das fundações e das associações

PAES, José Eduardo Sabo Grupo Gen PDF

Capítulo XI

FORMA DE ATUAÇÃO DAS

FUNDAÇÕES E DAS ASSOCIAÇÕES

Sumário: 1. Noções preliminares – 2. Princípios legais e éticos de atuação – 3. O exercício, pelas

fundações e associações, de atividades comerciais ou industriais: 3.1. Da obtenção derivada pela cobrança dos serviços prestados – 4. A autocontratação – 5. Da responsabilidade dos administradores: 5.1. Noções introdutórias e conceito de responsabilidade; 5.2. Da responsabilidade civil; 5.3. Da responsabilidade dos administradores quando da desconsideração da personalidade jurídica; 5.4. Do ato regular de gestão – 6. Da concessão do benefício da gratuidade de justiça às pessoas jurídicas:

6.1. Previsão constitucional; 6.2. Lei n.º 1.060, de 05.02.1950; 6.3 Lei nº 13.105, de 2015 – Código de Processo Civil – 7. Da ação civil pública e sua utilização pelas associações e fundações – 8.

Modificação de estrutura de entidades por meio de fusão, incorporação, cisão e transformação:

8.1. Noções iniciais e históricas; 8.2. Da transformação; 8.3. Da incorporação; 8.4. Da fusão; 8.5.  Da cisão – 9. A Lei de Falências e de Recuperação de Empresas e sua aplicação às associações e fundações: 9.1. Introdução; 9.2. Os institutos da falência, da insolvência e suas diferenças; 9.3.  Associações civis e fundações e aplicação da Lei n.º 11.101/2005; 9.4. Das razões para que o mesmo tratamento dispensado pelo legislador às empresas seja dado a associações e fundações; 9.5. Dos meios econômicos e da aplicação extensiva da Lei n.º 11.101/2005 às associações e fundações.

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