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Parte IV - 8 Fundamentos de preço

URDAN, Flávio Torres; URDAN, André Torres Grupo Gen PDF

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Fundamentos de preço

Objetivos do Capítulo – apresentar, explicar e ilustrar:

1. O conceito de preço.

2. Os elementos da gestão de preços.

3. A análise de custos para decidir preços.

4. estrutura da concorrência e preço.

5. A relação entre demanda e preços.

6. A análise do consumidor para decidir preços.

7. A abordagem de apreçamento estratégico.

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onstantino de Oliveira Júnior deixou o comando das empresas de ônibus da família, montou a Gol Linhas Áreas e gerou uma turbulência danada no mercado brasileiro de aviação comercial.1  Em um ano, a empresa alcançou o ponto de equilíbrio do negócio. Como a GOL decolou num ramo tão complicado no Brasil e no mundo? A razão mais visível é cobrar passagens mais baratas que as da concorrência. Mas a inovação está na estratégia que viabiliza os preços baixos. O modelo de “baixo custo, baixa tarifa” da GOL é acessível aos passageiros. “A GOL aproveitou uma demanda não atendida, acertando o público que estava insatisfeito com o preço das passagens e disposto a pagar menos, por menos serviços”, diz Carlos Albano, analista do setor de aviação do Unibanco.

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Medium 9788530973049

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SIDOU, J. M. Othon (org.) Grupo Gen PDF

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RÁBULA. S. m. (Lat. rabula = mau advogado)

Termo em desuso pela extinção da classe. Quem podia exercer a advocacia, mesmo sem ser bacharel em direito. Cognatos: todos deprec.: rabular, rabulear ou rabulejar (v.), proceder como rábula; rabularia (s. f.), palavrório sem sentido; rabulagem e rabulice (s. f.), chicana; rabulista

(adj. e s. 2 g.), que ou quem é dado a rabulice.

RAÇA. S. f. (It. razza) Sociol. Classificação dos componentes da espécie animal, segundo a combinação de caracteres somáticos. Conjunto de um povo cujas características antropológicas e psicológicas constituem uma unidade distinta.

RACIOCÍNIO. S. m. (Lat. ratiocinatio) Filos.

Operação mental pela qual se deduz ou induz, de uma ou mais proposições, ou premissas, uma conclusão lógica, ou silogismo. Cognato: raciocinar (v.).

RACIONAL. Adj. (Lat. rationale) Filos. Conforme a razão. Cognatos: racionalizar (v.), tornar racional; racionabilidade ou racionalidade (s. f.), qualidade de racional; racionável (adj.), sin.; racionalismo (s. m.), método de observar as coisas com base exclusivamente na razão; racionalização (s. f.), ato ou efeito de racionalizar.

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Medium 9788536327006

9. SEMIOLOGIA NEUROPSICOLÓGICA NA AVALIAÇÃO DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Caixeta, Leonardo Grupo A PDF

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BEATRIZ H.W.F. LEFÈVRE

LEONARDO CAIXETA

Uma limitação fundamental para estudos neuropsicológicos baseados em lesão cerebral em seres humanos é o fato de que, em muitas condições comumente investigadas, o tipo e a extensão do dano cerebral são determinados sobretudo pela localização da lesão (p. ex., territórios arteriais em um acidente vascular encefálico [AVE], o local da lesão no trauma ou o local do tumor em neoplasias), que, muitas vezes, exibe pouca relação com a arquitetura funcional das regiões cerebrais subjacentes. Áreas vizinhas com origens embriológicas diferentes, com funções e padrões de conectividade também diferentes podem ser afetadas da mesma maneira.

O grupo amplo e heterogêneo de doenças neurodegenerativas oferece uma abordagem diferente para o estudo da relação entre estrutura e função cerebral. Em contraste com AVEs ou tumores, muitas doenças neurodegenerativas (e a doença de Alzheimer [DA] é uma delas) podem ser interpretadas como degenerações de sistemas

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SEMIOLOGIA

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Medium 9788536320106

5. Escrevendo filosofia

Saunders, Clare Grupo A PDF

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Escrevendo filosofia

Em muitas ocasiões será necessário escrever, durante o curso, de e-mails a uma monografia. Alguns textos seus serão avaliados, outros não. Mas você escreverá filosofia de diversas formas e com propósitos diferentes.

Este capítulo volta-se à escrita de ensaios e artigos. A maioria das universidades e das faculdades ainda utiliza os ensaios, sejam os ensaios escritos para uma determinada disciplina sejam os ensaios escritos em exames, como a forma principal de avaliação do aluno. Assim, analisar a escrita de ensaios será o modo pelo qual exploraremos e demonstraremos o melhor modo de escrever filosofia. Contudo, os pontos centrais sobre a estrutura e a clareza dos argumentos que discutiremos aplicam-se a todos os contextos que digam respeito à apresentação de ideias filosóficas.

Dito isso, você talvez ache útil dar uma olhada em orientações que digam respeito a outras formas de escrita, para ampliar o aconselhamento que damos aqui – as comunicações curtas precisam de um estilo diferente e muito sucinto, e as monografias são oportunidades para que você explore detalhes e sua criatividade. Cada vez mais se pede aos graduandos de filosofia que escrevam sobre uma variedade de tipos de trabalhos escritos, de apresentações à participação em blogs, e todas essas formas exigem habilidades específicas de escrita. O capítulo 6, “Recursos”, apresentará algumas indicações sobre o assunto.

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Medium 9788522475063

14 - A dimensão interna da comunicação

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

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A dimensão interna da comunicação na administração pública

João José Azevedo Curvello

A temática de comunicação pública cresce em interesse na academia, nos órgãos

do Estado e na sociedade, mas a dinâmica da comunicação interna na área pública ainda é pouco pesquisada. Uma das motivações pode estar na maior visibilidade da relação entre as democracias contemporâneas e a questão da representatividade provocada por novas configurações na troca de informações entre Estado,

Sociedade Civil e cidadão.

Desde a segunda metade do século XX, o conceito de cidadania adquire importância crescente, devido à visão de que o Estado é o legítimo representante dos interesses do cidadão e ao incremento dos movimentos sociais e da participação da sociedade civil nos processos decisórios. Mais recentemente, presenciamos o fortalecimento das Organizações Não-Governamentais que se apresentam como complementares à ação do Estado e lideram movimentos regionais e globais.

Nesse contexto, a comunicação pública nas sociedades democráticas se apresenta sobre três grandes dimensões: comunicação de relacionamento (voltada para o cidadão-usuário do serviço público), comunicação de imagem (voltada para o cidadão-defensor do patrimônio de Estado) e comunicação política (voltada para o cidadão-eleitor). Um desafio que se apresenta é o da articulação da comunicação pública para além da comunicação política, numa perspectiva cívica.

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