49 capítulos
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16. Fungos pluricelulares (miceliais)

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Capítulo 16

Capítulo 16

81

Fungos filamentosos e unicelulares

Fungos pluricelulares

(miceliais) objetivos

Conhecer fungos miceliais, suas características e sua taxonomia.

Diferenciar essas estruturas (micélio) dos fungos unicelulares.

Observar lâminas permanentes de fungos pelo método de microcultivo (descrito no capítulo 44).

Durante muito tempo os fungos permaneceram enquadrados no Reino Plantae (ou Vegetalia) em decorrência de algumas de suas características serem semelhantes às das plantas. Porém, Whittaker, em

1969, propôs enquadrá-los em um reino à parte, que foi denominado Reino Fungi. Essa classificação se baseou em características fúngicas que os diferem das plantas e de outros organismos, tais como a parede celular, que é composta de quitina e não de celulose, o armazenamento de glicogênio, e não de amido como nas plantas, o fato de que não sintetizam clorofila e, portanto, são heterotróficos e o fato de a membrana celular conter ergosterol.

Os fungos têm grande participação na vida humana, estando envolvidos em diversos processos industriais e na biotecnologia, incluindo a fabricação de bebidas como a cerveja e o vinho, a produção do

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29. Efeitos do calor sobre o crescimento de microrganismos

Höfling, José Francisco Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 29

Capítulo 29

149

Efeitos do calor sobre o crescimento de microrganismos

Efeitos do calor sobre o crescimento de microrganismos objetivos

Observar o efeito do calor sobre os microrganismos.

Demonstrar que alguns microrganismos são mais resistentes ao calor que outros.

Os microrganismos são suscetíveis ao efeito do calor (seco ou úmido). Mecanismos de desnaturação das proteínas celulares (enzimas) e de oxidação dos componentes celulares são efeitos, respectivamente, dos processos de ação do calor úmido e do seco. A resistência ao calor pode ser corroborada pela diminuição da umidade da preparação.

MATERIAL

• Cultura em tubo dos seguintes microrganismos:

– Bacillus stearothermophilus

– Staphylococcus aureus

– Candida albicans

– Escherichia coli

• Placa de Petri contendo ágar-nutriente (MüllerHinton)

• Alça de platina

• Pinça de madeira

• Material para aquecimento dos tubos

• Lápis para vidro, etc.

mero) e marcar (0, 5, 10 e 20 minutos), como mostra a Figura 29.1.

• Semear com a alça de platina o microrganismo do tubo no local correspondente ao tempo zero na placa.

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32. Microbiota normal do trato respiratório superior

Höfling, José Francisco Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 32

Microbiota normal do trato respiratório superior

Capítulo 32

Microbiota normal do trato respiratório superior objetivos

Detectar a presença de microrganismos no trato respiratório superior.

Observar formas coloniais que crescem na placa de ágar-sangue e possíveis alterações no meio (hemólise).

Correlacionar as características culturais com a morfologia observada nos esfregaços corados por Gram.

O trato respiratório superior (TRS) estende-se da laringe às narinas e inclui a orofaringe e a nasofaringe, além das cavidades de comunicação, os seios da face e o ouvido médio. Infecções como faringite, amigdalite, nasofaringite, otite média, sinusite e epiglotite afetam partes dessa região.

Particularmente em relação à faringe, a flora normal inclui uma grande quantidade de espécies.

Entre essas encontram-se principalmente estreptococos viridans (alfa-hemolíticos), pneumococos, neissérias

(não-patogênicas), B. catarrhalis, estafilococos (S. aureus, S. epidermidis), difteróides, Haemophilus spp., leveduras (Candida spp.), vários cocos anaeróbios gram-positivos e bastonetes gram-negativos anaeróbios estritos, espiroquetas e formas filamentosas.

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35. Determinação da UFC/mL de Lactobacillus spp. Correlação com a atividade de cárie

Höfling, José Francisco Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 35

Capítulo 35

Determinação da UFC/mL de Lactobacillus spp. Correlação com a atividade de cárie

Determinação da UFC/mL de Lactobacillus spp.

Correlação com a atividade de cárie objetivos

Determinar a UFC/mL de Lactobacillus spp. de amostra (saliva).

Correlacionar o número desses microrganismos na saliva com o processo cariogênico.

Lactobacilos são bastonetes gram-positivos, nãoesporulados, que, em geral, crescem melhor sob condições de microaerofilia. O isolamento e a contagem desses organismos são facilitados pelo uso do meio seletivo de Rogosa, que impede o crescimento de outros microrganismos bucais pelo seu baixo pH (5,4).

Os lactobacilos representam cerca de 1% da microbiota bucal, sendo as espécies L. casei e L. fermentum as mais comuns; o L. acidophilus é mais encontrado na saliva, enquanto o L. casei e o L. fermentum predominan na placa bacteriana e na dentina cariada.

Esses microrganismos podem ser isolados da saliva, de superfícies dentárias, do dorso da língua, da mucosa vestibular e do palato duro.

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20. Preparação e armazenamento dos corantes (Gram)

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Capítulo 20

Preparação e armazenamento dos corantes (Gram) objetivos

Preparar corantes de Gram.

Filtrar adequadamente os corantes.

Armazenar corretamente os corantes.

Descrever os fatores que podem influenciar a preparação dos corantes e interferir no resultado de uma lâmina.

A finalidade da coloração é facilitar a observação microscópica das bactérias e diferenciá-las de acordo com suas características tintoriais. Na prática, os corantes são divididos em dois grupos: os básicos e os ácidos. Os corantes básicos são sais com base corada que se unem eficazmente a substratos ácidos, tendo uma grande afinidade para corar material nuclear. As bactérias comportam-se como material nuclear e, desse modo, quase todos os corantes utilizados em bacteriologia são básicos. Os corantes ácidos tendem a corar mais eficientemente os substratos básicos como citoplasma.

Em todo método de coloração, há vários fatores que podem influenciar os resultados, como, por exemplo, o pH das soluções de lavagem, a limpeza das lâminas, a pureza dos reagentes, o modo de preparação do corante e mesmo o tempo despendido na preparação desse corante.

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