17 capítulos
Medium 9788536305271

Abdominais

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

168

abdominais

Sem equipamento

RETO DO ABDOME – SUPRA

2,3 mV

RETO DO ABDOME – INFRA

1,7 mV

OBLÍQUO EXTERNO

3 mV

RETO DO ABDOME – SUPRA

2,2 mV

RETO DO ABDOME – INFRA

1,5 mV

OBLÍQUO EXTERNO

3,4 mV

Com equipamento

Qual a melhor forma de trabalhar os abdominais oblíquos, com ou sem equipamento com apoio cervical?

A forma ideal de trabalho dos músculos abdominais oblíquos é o exercício sem equipamento, denominado de abdominal oblíquo. A forma como é indicada a utilização do equipamento com apoio cervical para trabalhar os oblíquos, na verdade, não consegue atingir esse objetivo, pois o movimento de rotação da coluna ocorre apenas para o posicionamento inicial, a partir do qual, o movimento realizado passa a ser de flexão ou de flexão lateral da coluna, dependendo da posição da cintura pélvica. Sendo que a intensificação do trabalho dos músculos oblíquos é obtida com o movimento de rotação da coluna, o exercício realizado no equipamento com apoio cervical não é adequado para esse fim, considerando-se o fato de que o movimento de rotação não ocorre durante o exercício.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305271

Glúteo

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

membros inferiores

155

Extensão mais rotação externa do quadril

GLÚTEO MÁXIMO

6,7 mV

BÍCEPS FEMORAL – CABEÇA LONGA

0,4 mV

SEMITENDÍNEO

0,3 mV

SEMIMEMBRANÁCEO

0,7 mV

Existe diferença entre o joelho flexionado e o joelho estendido?

A execução do exercício de extensão do quadril com o joelho flexionado intensifica a ação do glúteo máximo. Mesmo com a redução do braço de resistência que ocorre com a flexão do joelho, o glúteo máximo aumenta sua ativação. Isso ocorre porque, nessa posição, não há torque de resistência em relação à extensão do joelho, e, portanto, os isquiotibiais não precisam ser ativados para evitar este movimento. Além disso, esses músculos se encontram em uma posição inadequada para produzir força, ou seja, em encurtamento quase máximo.

Obs.: O sinal eletromiográfico foi registrado utilizando o mesmo torque de resistência para ambas as situações.

Joelho flexionado

GLÚTEO MÁXIMO

3 mV

BÍCEPS FEMORAL – CABEÇA LONGA

0,7 mV

SEMITENDÍNEO

0,8 mV

SEMIMEMBRANÁCEO

1,3 mV

GLÚTEO MÁXIMO

2,5 mV

BÍCEPS FEMORAL – CABEÇA LONGA

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305271

Rosca tríceps

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

membros superiores

93

Testa

Em comparação com a fixa:

A intensidade do trabalho da cabeça longa do tríceps braquial é ↑.

A intensidade do trabalho da cabeça curta do tríceps braquial é ↓.

TRÍCEPS BRAQUIAL – CABEÇA LONGA

9 mV

TRÍCEPS BRAQUIAL – CABEÇA CURTA

2 mV

Considerações

A posição da radiulnar interfere no exercício?

A inserção do tríceps braquial localiza-se no olécrano da ulna, sendo que, durante os movimentos de supinação e pronação da radiulnar, a ulna não se movimenta. Conseqüentemente, a posição da radiulnar parece não afetar os aspectos mecânicos do movimento de extensão do cotovelo, bem como não interferir na produção de força desse músculo. No entanto, durante a execução da rosca tríceps ocorre a ativação dos músculos do antebraço como estabilizadores da articulação do punho ou, em algumas situações, como responsáveis pelos movimentos em amplitude reduzida de flexão (rosca pronada) ou extensão (rosca supinada) dessa articulação. O fato de a força dos extensores do punho ser substancialmente menor do que a dos seus antagonistas parece contribuir para a maior ativação do tríceps braquial durante a execução da rosca tríceps supinada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305271

Cadeira abdutora

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF
Medium 9788536305271

Voador direto (frontal)

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

44

voador direto (frontal)

Apoio

Alto

Baixo

Apoio alto

Em comparação com o apoio baixo:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↓.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↑.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↑.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

9,7 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

4,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

7,2 mV

DELTÓIDE – PARTE CLAVICULAR

4,3 mV

BÍCEPS BRAQUIAL

3,7mV

Apoio baixo

Em comparação com o apoio alto:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↑.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↓.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↓.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

8,9 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

5,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos