67 capítulos
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Capítulo 34 – Doenças sexualmente transmissíveis

AMATO, Marisa Campos Moraes Grupo Gen PDF

Capítulo

34

Doenças sexualmente transmissíveis (DST)

Juliana Lelis Spirandeli Amato

Introdução

As DST são um problema de saú­de em nosso país. Poucos são os serviços especializados, resultando em tratamento inadequado rea­li­zado por balconistas de farmácia, sem a extensão de tratamento para os contatos sexuais.

A falta de preparo de médicos e a inespecificidade de algumas DST acarretam falsos diagnósticos e tratamentos empíricos. No caso das endocervicites, a maioria das mulheres

é assintomática ou oligossintomática, dificultando o tratamento dessa afecção.

Somando-se a esse quadro somente AIDS e sífilis congênita são de notificação compulsória.

De suma importância são o diagnóstico e o tratamento dessas doen­ças durante o pré-natal, evitando-se, assim, trabalho de parto prematuro, ruptura prematura de membranas e abortamento. Ao longo do pré-natal é rea­li­zada a sorologia para sífilis, HIV e sorologia para hepatite B.

Ações educativas para população e estímulo ao uso de preservativo masculino são métodos de prevenção primária para DST, que devem ser encorajados.

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Capítulo 5 – Aterosclerose

AMATO, Marisa Campos Moraes Grupo Gen PDF

Capítulo

5

Aterosclerose

Etiopatogenia

Marisa Campos Moraes Amato

Salvador José de Toledo Arruda Amato

Alexandre Campos Moraes Amato

A aterosclerose é um processo crônico, caracterizado por resposta inflamatória e fibroproliferativa da parede arterial, induzida por agressões à sua superfície que tem como fatores de risco estresse, diabetes, hipertensão, tabagismo, hipercolesterolemia, além da predisposição genética.

Qualquer agressão ao endotélio pode comprometer a reatividade ­vascular, acarretando perda do relaxamento arterial normalmente mantido pelo óxido nítrico (NO), até então chamado fator relaxante derivado do endotélio, prostaciclinas e endotelinas.

O estímulo para sua síntese é a interação da acetilcolina ou outro vasodilatador, como histamina, bradicinina etc., com receptores na superfície luminal das células endoteliais.

O tônus fisiológico vasodilatador é mantido à custa da produção basal de NO em diversos leitos vascula­res, incluindo cérebro, coração, pulmões, rins, trato gastrintestinal.

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Capítulo 67 – Sistema estomatognático: ortopedia funcional dos maxilares pela ótica da reabilitação neuroclusal

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Capítulo

67

Sistema estomatognático: ortopedia funcional dos maxilares pela ótica da reabilitação neuroclusal

Fabio Scatigno Amato

“A Reabilitação Neuroclusal tem como base descobrir onde, quando e como terá que atuar sobre os centros neurais receptores que proporcionam a resposta ao desenvolvimento do sistema estomatognático para que, excitando-os fisiologicamente e na medida necessária, proporcionem uma resposta de desenvolvimento normal e equilibrada”.

Pedro Planas

Bases fisiológicas da ortopedia funcional dos maxilares

Parte nasal/deglutição

Começa a ser estruturada desde a amamentação: coordenação das válvulas da fisiologia respiro-deglutitória (Figura 67.1).

A mandíbula nasce menor que a maxila. A entrada em operação da respiração coloca em marcha os vários mecanismos que se somam no desenvolvimento craniofacial (septo nasal, sistemas de mensageiros, matrizes funcionais, circuitos das forças etc.).

O ar é succionado pelo nariz, desde o diafragma, e deve existir coordenação precisa das válvulas respiro-deglutitórias para cumprir a fisiologia desse sistema integrado, tanto na filo quanto na ontogenia, vinculando profundamente o aparelho respiratório (fornecedor do comburente: O2) com o digestivo (fornecedor do combustível: C6H12O6), diretamente relacionado à boca.

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Capítulo 7 – Estresse e doenças cardiovasculares

AMATO, Marisa Campos Moraes Grupo Gen PDF

Capítulo

7

Estresse e doenças cardiovasculares

Marisa Campos Moraes Amato

Por razões sociais ou de sobrevivência, o homem frequentemente precisa suprimir a resposta comportamental instintiva: a livre expressão do ressentimento não é normalmente aceita na convivência social. Talvez esteja nesse fato o fator mais frequente a produzir o estresse.

Atualmente, encontra-se amplamente estabelecida a visão de que o estresse é um importante fator de risco para as doen­ças cardiovasculares, como hipertensão arterial, arritmias, angina, infarto do miocárdio. Essa ideia é inferida tanto pela observação de que os in­di­ví­duos estressados apresentam maior incidência dessas doen­ças, como também por elas ocorrerem prevalentemente nas sociedades ocidentais urbanizadas e industrializadas. Em outras palavras, são características da sociedade moderna e competitiva, na qual os in­di­ví­duos despendem muita energia na tentativa de se adaptarem às situações con­ti­nuamente alteradas.

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Capítulo 33 – Importância do check-up ginecológico – quando encaminhar ao ginecologista

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Capítulo

33

Importância do check-up ginecológico – quando encaminhar ao ginecologista

Juliana Lelis Spirandeli Amato

Introdução

Neste capítulo abordaremos a importância da prevenção de doen­ças ginecológicas na mulher e o impacto na sociedade atual. O papel do clínico geral no aconselhamento, a prevenção de doen­ças e o encaminhamento das mulheres para consulta ginecológica.

Muitas pacientes só procuram o médico quando têm alguma sintomatologia; as queixas mais comuns no consultório ginecológico são:

Corrimentos.

Alterações menstruais.

Dismenorreia.

Gravidez.

Anticoncepção.

Mais atualmente, Infertilidade.

A partir “dessas queixas” acabam fazendo os exames preventivos, pois “já estão no consultório”.

O ­ideal é que todas as mulheres façam pelo menos uma consulta ginecológica ao ano, para rea­li­zarem exames preventivos como: Papanicolaou, avaliação das mamas, perfil lipídico e hormonal; mas a realidade é que a procura aos consultórios acontece, na maioria dos casos, após a menopausa, quando a paciente começa a ter sintomas e se preocupar com sua saú­de.

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