185 capítulos
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Medium 9788582714010

Capítulo 1. Conceitos fundamentais

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 1

Conceitos fundamentais

O treinamento de força é praticado por um grande número de pessoas e com diversas finalidades. Muitas delas estão interessadas em ganhos de força e massa muscular, com concomitante perda de gordura corporal; além disso, esperam que essas adaptações proporcionem melhora no desempenho físico e nas atividades da vida diária.

O treinamento de força pode promover essas adaptações desde que se sigam certos princípios, aqui discutidos a fim de ajudá-lo a atingir seus objetivos de treino. Esses princípios são importantes para compreender como o treinamento de força funciona, como ele pode ser individualizado conforme as necessidades e os objetivos de cada pessoa e como alterá-lo para que novas adaptações ocorram de acordo com o seu progresso.

Além de compreender os conceitos do treinamento de força, você deve estar familiarizado com a terminologia frequentemente utilizada em discussões relacionadas a essa modalidade, pois o seu entendimento e a sua utilização irão ajudá-lo na compreensão dos fundamentos desse tipo de treinamento e na comunicação com outros praticantes. Para familiarizar-se com esse vocabulário, veja o glossário no final deste livro.

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Capítulo 21. Quadríceps

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 21

Quadríceps

Este capítulo contém informações detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos do quadríceps

– vasto lateral, vasto medial, vasto intermédio e reto femoral. Observe, na figura a seguir, a localização de cada um deles. Esses exercícios são divididos em agachamentos; leg press e agachamentos na máquina; passadas e steps; e extensões de joelhos. Independentemente do

Reto femoral

Vasto lateral

Vasto medial

exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo. Embora os agachamentos, as passadas e os steps envolvam o quadríceps, os isquiotibiais e os glúteos (assim como os músculos adutores do quadril, localizados na parte interna da coxa), tais movimentos foram categorizados como voltados para o quadríceps por uma questão de simplicidade.

Vasto intermédio

446   Jim Stoppani

Agachamentos

Agachamento com barra

446

Agachamento com a barra pela frente

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Medium 9788527730594

6 - Noções Gerais de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho

CHIRMICI, Anderson; OLIVEIRA, Eduardo Augusto Rocha de Grupo Gen PDF

6

Noções Gerais de Gestão em Segurança e

Saúde no Trabalho

Chirmici 06.indd 137

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138  Introdução à Segurança e Saúde no Trabalho

Responsabilidade jurídica civil e criminal de empresários, prepostos e gestores

A extensa legislação trabalhista, em conjunto com as normas do código civil e penal, forma densa camada de proteção ao trabalhador, com consequente responsabilização daqueles que, por obrigação contratual ou legal, devem preservar a saúde e a integridade física de seus trabalhadores. cc

Responsabilidade civil

Segundo regra constante do Art. no 189 do Código Civil, a responsabilidade civil surge quando o gestor viola o direito do trabalhador, nascendo para seu titular a possibilidade de requerer indenização. Dessa maneira, o trabalhador que for lesado em sua saúde ou integridade física por motivo relacionado à atividade laborativa terá o direito de ser indenizado proporcionalmente ao dano sofrido.

A apreciação e a mensuração dos parâmetros para essa indenização são de incumbência do Poder Judiciário, na figura dos juízes do trabalho.

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Medium 9788580551495

Capítulo 6. O complexo do cotovelo

Mark Dutton Grupo A PDF

Capítulo 6

O complexo do cotovelo

Visão geral

O cotovelo serve de elo central na cadeia cinética dos membros superiores. O controle dos sintomas do cotovelo exige uma avaliação abrangente das intrica‑ das anatomia e biomecânica do complexo articular para diagnosticar de forma correta a causa desses sintomas.

Anatomia

A articulação do cotovelo abrange três articulações distintas: a umeroulnar, a umerorradial (radiocapitular) e a radioulnar proximal.

• As articulações umeroulnar e umerorradial promovem a flexão/extensão do cotovelo e a pronação/supinação do antebraço.

• A articulação radioulnar proximal trabalha em conjunto com a radioulnar distal no punho para promover a pronação e a supinação do antebraço.

Os movimentos no complexo do cotovelo, produzidos por ação muscular

(Tabs. 6.1 e 6.2), incluem flexão e extensão do cotovelo e pronação e supi‑ nação do antebraço. A estabilidade do complexo do cotovelo durante esses movimentos é fornecida pelas relações ósseas e pelos complexos ligamentares mediais e laterais (Tab. 6.3).

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Medium 9788582603147

Capítulo 1 - Introdução à ergonomia

Vanderlei Moraes Corrêa; Rosane Rosner Boletti Grupo A PDF

capítulo 1

Introdução à ergonomia

Da junção das palavras gregas “ergon” (trabalho) e “nomos” (leis, preceitos), surgiu a ergonomia, a ciência do trabalho, uma disciplina orientada para uma abordagem sistêmica de todos os aspectos da atividade humana. Sua meta é, essencialmente, analisar a adequação do trabalho ao ser humano, o que envolve principalmente observar o ambiente em que esse trabalho é executado. A acepção da palavra trabalho é ampla e compreende as ações efetuadas com o uso de equipamentos, bem como as diversas conjunturas que transcorrem na relação entre o ser humano e a produção. Neste capítulo, veremos quais são os fundamentos da disciplina que promove e sustenta as possibilidades de melhor adequação de um ambiente/produto ao seu usuário.

Objetivos de aprendizagem s Definir ergonomia e seus principais objetivos. s Discutir fatos importantes da história da disciplina. s Diferenciar microergonomia de macroergonomia. s Explicar qual é o papel do ergonomista e aplicar os conceitos discutidos. s Explicar por que a ergonomia é essencialmente transdisciplinar e adotar uma abordagem transdiciplinar na prática ergonômica. s Reconhecer as classificações da disciplina, explicando as particularidades de cada uma. s Identificar os ramos de atuação da ergonomia.

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Medium 9788582713822

Capítulo 10 - Ciclismo

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

10

Pamela E. Wilson

Ciclismo

LESÕES COMUNS

As lesões mais comuns em jovens ciclistas são lesões não traumáticas associadas ao excesso de uso ou ao ajuste inadequado da bicicleta. A incidência dessas lesões pode chegar a 85%. Os ciclistas competitivos têm maior probabilidade de sofrer lesões traumáticas como um resultado de colisões e quedas associadas com as altas velocidades de corrida (1,2).

Não traumáticas

As lesões não traumáticas resultam de uma “combinação de preparo inadequado, equipamento inapropriado, técnica pobre e excesso de uso” (3). As características assimétricas do corpo humano frequentemente colidem com o desenho simétrico da bicicleta, produzindo altas cargas de esforço sobre músculos, tendões e articulações (4). Devido à postura constrita do ciclista, os joelhos, a coluna cervical, a região escapulotorácica, as mãos, a região glútea e o períneo são com frequência as vítimas de cargas de esforço repetitivas

(2). Dor no pescoço e nas costas ocorre em até 60% dos ciclistas (5). As lesões não traumáticas na bicicleta podem ser reduzidas de forma considerável através do ajuste da bicicleta ao atleta. Uma vez que a bicicleta tenha sido ajustada para o atleta, ele deve aprender a interagir com ela de maneira eficiente.

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Medium 9788582713891

Capítulo 3 - Adaptações Fisiológicas ao Treinamento Resistido

Steven J. Fleck; William J. Kraemer Grupo A PDF

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Adaptações Fisiológicas ao

Treinamento Resistido

Após o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de:

1. entender os componentes básicos do metabolismo do exercício e como contribuem e se adaptam a estímulos diferentes de exercícios;

2. descrever a anatomia e fisiologia dos músculos esqueléticos e os mecanismos da especificidade de adaptação ao exercício;

3. explicar o papel do sistema nervoso nas ações, no controle e nas adaptações musculares ao exercício,

4. descrever o princípio de tamanho e compreender como ele reflete e, de modo fundamental, de­ termina os aspectos funcional e metabólico, tanto do exercício quanto das adaptações;

5. explicar as alterações na composição corporal esperadas com as diferentes formas de treina­ mento, além do tempo necessário para essas alterações;

6. discutir a complexidade e a importância das respostas a exercícios resistidos, bem como as adap­tações dos principais hormônios anabólicos e catabólicos, e como isso tem a ver com a ela­boração de um programa;

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Medium 9788582714010

Capítulo 4. Equipamentos do treinamento de força

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 4

Equipamentos do treinamento de força

Existem muitos equipamentos que podem ser utilizados no treinamento de força, e, embora alguns sejam mais complicados ou sofisticados do que outros, todos têm suas vantagens e desvantagens. Independentemente de quão simples ou inovador, a maior parte dos equipamentos de treino se encaixa em uma de três categorias: os que proporcionam resistência constante em toda a amplitude de movimento; os que proporcionam resistência variável (controlada ou não) em toda a amplitude; de movimento; e os que proporcionam uma velocidade constante durante toda a amplitude de movimento. Alguns equipamentos recentes não se encaixam nessas categorias-padrão, como os de vibração. Este capítulo aborda tanto os equipamentos de treinamento de força mais comuns como os menos comuns.

RESISTÊNCIA SIMPLES

A primeira categoria de equipamentos fornece resistência constante durante toda a amplitude de movimento.

Essa é a forma mais simples de resistência, sendo composta por objetos que proporcionam sobrecarga/resistência. A massa desses objetos (como um haltere ou uma coluna de pesos) oferece resistência devido à gravidade.

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Medium 9788580550771

2. Nutrição e Suplementos

William E. Prentice Grupo A PDF

2

Nutrição e Suplementos

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Distinguir as seis classes de nutrientes e descrever as suas principais funções.

• Explicar a importância de uma boa nutrição no desempenho e na prevenção de lesões.

• Avaliar as vantagens e desvantagens dos suplementos alimentares.

• Discutir as práticas populares de ingestão de alimentos sólidos e líquidos.

■ Sumário

• Discutir as vantagens e desvantagens de fazer uma refeição antes do evento.

• Distinguir peso corporal e composição corporal.

• Explicar o princípio do saldo calórico e o modo de sua avaliação.

• Avaliar a composição corporal por meio do compasso de dobras cutâneas.

• Avaliar os métodos de perda e ganho de peso.

• Reconhecer os sinais de bulimia e anorexia nervosas.

■ Palavras-chave

Princípios da nutrição 63

aminoácidos

obesidade

Fontes de energia 64

osteoporose

célula adiposa

Nutrientes reguladores 66

deficiência de lactose

composição corporal

Necessidades e recomendações de nutrientes 69

anemia

Suplementos alimentares 71

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Medium 9788582713822

Capítulo 17 - Surfe

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

17

Tim Brown e Christopher J. Prosser

Surfe

O surfe cresceu para se tornar um esporte global, com uma estimativa de 35 milhões de surfistas e 60 países participando anualmente nos campeonatos mundiais da “International

Surfing Association”. Mendez-Villanueva e Bishop observam que o surfe é um esporte intermitente, cujos participantes tendem a ser mais baixos, mais musculosos e a ter uma massa corporal menor do que outros atletas aquáticos de níveis equivalentes (1). Os autores também notam que 50% do tempo surfando é gasto remando, 40% estacionário, e somente 4% a 5% realmente em cima de uma onda; durante esses períodos aeróbicos e anaeróbicos de alta intensidade, os surfistas têm valores pico de VO2 comparáveis a outros atletas de resistência que fazem uso dos membros superiores.

Considerado um esporte de desenvolvimento precoce, o surfe requer um conjunto de habilidades sensório-motoras similares ao surfe na neve (snowboarding) ou ao skateboarding. De acordo com Treleaven, esse controle sensório-motor pode ser aumentado funcionalmente por um programa de exercícios coordenados de posição de articulações, estabilidade oculomotora e postural (2). Esses programas podem ser introduzidos cedo e modificados conforme a postura individual específica do surfista de pé direito ou esquerdo para frente, e para se adequar à direção, ao tamanho e ao tipo previsto da onda.

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Medium 9788580550771

20. O Cotovelo

William E. Prentice Grupo A PDF

620

William E. Prentice

ANATOMIA DA ARTICULAÇÃO

DO COTOVELO

Ossos

A articulação do cotovelo é composta por três ossos:

úmero, rádio e ulna (Fig. 20.1). A extremidade distal do

úmero forma dois côndilos articulares. O côndilo lateral

é chamado capítulo, e o medial, tróclea. O capítulo, que

é convexo, articula-se com a cabeça côncava do rádio.

A tróclea, que tem a forma de um carretel, encaixa-se em um sulco articular, a incisura troclear, que se encontra na ulna, entre os processos do olécrano e coronoide.

Acima de cada côndilo, está uma projeção chamada epicôndilo. A formação estrutural da articulação do cotovelo permite a flexão e a extensão por meio da articulação da tróclea com a incisura troclear da ulna. A pronação e a supinação do antebraço são possíveis porque a cabeça do rádio roda contra o capítulo livremente, sem quaisquer limitações ósseas.20

Articulações

O complexo do cotovelo é constituído por três articulações distintas: umeroulnar, umerorradial e radioulnar proximal (Fig. 20.2). A articulação umeroulnar é a articulação entre o úmero distal medialmente e a ulna proximal. Quando o cotovelo está em flexão, a ulna desliza para a frente até que o processo coronoide da ulna atinja o assoalho da fossa coronoide do úmero. Na extensão, a ulna desliza para trás até que o processo do olécrano da ulna entre em contato com a fossa olecraniana do úmero

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Medium 9788582714010

Capítulo 20. Antebraços

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 20

Antebraços

Este capítulo contém informações detalhadas dos principais exercícios que enfatizam os músculos do antebraço, incluindo os flexores e os extensores do punho. Os flexores do punho são localizados na frente do antebraço, e os extensores, na parte de trás. Observe, na figura a seguir, a

localização de cada grupo muscular. Os exercícios de antebraço são divididos em roscas punho, roscas punho invertidas* e exercícios de preensão. ­Independentemente do exercício utilizado na sessão de treino, ele pode ser substituído por outro do mesmo tipo.

Flexores do punho

Extensores do punho

  N. de R. T.: O exercício rosca punho refere-se ao movimento em que é realizada a flexão do punho, enquanto o exercício rosca punho invertida se refere à ação em que se realiza a extensão do punho.

*

438   Jim Stoppani

Roscas punho

Rosca punho com barra

Rosca punho com haltere

Rosca punho por trás das costas, em pé

Exercícios de preensão

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Capítulo 20 - A corrida em esportes

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

20

Sue Falsone

A corrida em esportes

INTRODUÇÃO

“Quando poderei voltar a correr?” Essa é uma pergunta que frequentemente os médicos e treinadores ouvem de seus pacientes ou clientes. “Meu médico disse que eu poderia voltar a correr oito semanas após minha lesão”. Essa é outra frase famosa que os especialistas em reabilitação frequentemente ouvem. Como se algo miraculoso fosse acontecer no plano fisiológico entre as semanas seis, sete e oito. Estamos bem familiarizados com as leis da fisiologia e sabemos que as coisas não funcionam dessa maneira. Sabe-se que o corpo necessita de tempo para se adaptar ao estresse e que é necessário sobrecarregar lenta e gradualmente os tecidos de forma que as adaptações que buscamos possam ocorrer (1). Se permitirmos que o princípio da supercompensação trabalhe para nós, nosso corpo irá responder ficando mais forte e mais resistente. Caso contrário, os tecidos que estão sendo estressados irão acumular micro traumas que logo se transformarão em uma lesão e sinalizarão isto com dor. Não importa qual tecido o corpo está tentando curar (ossos, músculos, tendões ou ligamentos), esse princípio fundamental da fisiologia – a supercompensação – precisa ser observado (1). É necessário introduzir padrões de movimento com várias cargas e velocidades, gradual e precisamente, de maneira a preparar o corpo para o que ele necessita fazer quando em prova. Neste capítulo, o foco será o retorno à corrida. Como fazer para reabilitar alguém que acaba de sofrer algum tipo de lesão nos tornozelos, joelho, quadril, região lombar ou, até mesmo, uma lesão nos ombros? Como retornar gradualmente o atleta reintroduzindo movimentos lineares a diversas velocidades?

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Capítulo 7 - Fundamentos do treinamento do sistema locomotor

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

7

Craig Liebenson, Jason Brown e Jeff Cubos

Fundamentos do treinamento do sistema locomotor

O OBJETIVO DO TREINAMENTO

O objetivo do treinamento é promover o desenvolvimento atlético e a prevenção de lesões (durabilidade), a fim de melhorar o desempenho (ver Capítulo 31). Desenvolver o atleta requer uma abordagem integrada, que foque na pessoa por completo, em vez de apenas em componentes individuais. Vern Gambetta, um técnico muito respeitado, disse: “Todos os componentes do desempenho físico: força, potência, velocidade, agilidade, resistência e flexibilidade, devem ser desenvolvidos.” (1). Técnicos em desenvolvimento atlético melhoram o desempenho preparando os atletas a ser adaptáveis e a lidar com todas as demandas necessárias para competir (ver Capítulo 32).

A meta do treinamento é “causar adaptações biológicas a fim de melhorar o desempenho em uma tarefa específica.”

McArdle e Katch (2)

Atletas que evitam as lesões e/ou se recuperam de imediato são capazes de desenvolver suas habilidades com mais rapidez e em níveis mais elevados, em razão do treinamento e da prática constantes. Em contrapartida, atletas

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12. Uso de Modalidades Terapêuticas

William E. Prentice Grupo A PDF

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Uso de Modalidades Terapêuticas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Reconhecer as implicações jurídicas de tratar o paciente com modalidades terapêuticas.

• Descrever os usos de vários tipos de modalidades.

• Demonstrar corretamente diferentes tipos de técnicas termoterapêuticas e crioterapêuticas.

■ Sumário

• Discutir a base fisiológica e os usos terapêuticos das correntes elétricas estimulantes.

• Examinar o uso do ultrassom na sala de fisioterapia.

• Descrever como a massagem, a tração e a compressão intermitente podem ser usadas como agentes terapêuticos.

■ Palavras-chave

Considerações jurídicas 317

isquemia

atenuação

Classificação das modalidades terapêuticas 317

condução

efeito piezelétrico

Modalidades eletromagnéticas 317

convecção

área de radiação efetiva

Modalidades sonoras 332

radiação

Modalidades mecânicas 336

conversão

Modalidades que comumente não são usadas por fisioterapeutas esportivos 343

resposta de caça

proporção de não uniformidade do raio (BNR – beam nonuniformity ratio)

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