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Parte 5 | Capítulo 6 - A Construção de um Programa de Educação Nutricional para Mulheres Hipertensas

GARCIA, Rosa Wanda Diez GBK PDF

Capítulo

6

A Construção de um Programa de Educação

Nutricional para Mulheres Hipertensas

Giseli Cristina Galati

Rosa Wanda Diez-Garcia

Emília Heráclito Rego

PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO NUTRICIONAL COMO ESTRATÉGIA PARA

PROMOÇÃO DE PRÁTICAS ALIMENTARES SAUDÁVEIS

Atualmente vivenciamos um processo desafiador marcado por mudanças no estilo de vida, crescimento da urbanização, aumento da expectativa de vida e, com isso, fatores de risco de saúde que levam a alterações metabólicas importantes, resultando em um aumento da prevalência de doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas como: diabetes melito, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemias, obesidade, câncer, entre outras cuja etiologia está relacionada com a alimentação.1,2 Diante desse atual contexto, a promoção de práticas alimentares saudáveis e a prevenção e o controle dos distúrbios nutricionais são propósitos evidenciados na Política Nacional de Alimentação e Nutrição

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49 - O paciente diante da possibilidade de morrer e o que aprendi com Kübler-Ross

PORTO, Celmo Celeno Guanabara Koogan PDF

49

O paciente diante da possibilidade de morrer e o que aprendi com

Kübler-Ross

P

ara bem se compreender um paciente, é necessário não se esquecer de que ele procura um médico por diferentes razões.

Quando acometido de dor intensa, por exemplo, ou percebe risco de vida ou de invalidez, a motivação é completamente diferente de quando a pessoa vai ao médico em busca de uma correção estética, por exemplo. Em certas ocasiões, a pessoa está indo àquele encontro, não por sua iniciativa, mas levado por outros, não raramente com finalidades alheias à sua vontade. É o caso de alguns idosos levados ao médico por uma pessoa da família. Sua vontade era ficar em sua casa e não ser incomodado. Com a melhor das intenções, uma pessoa da família deseja que ele faça exames, tome medicamentos, seja internado ou submeta-se a uma cirurgia. Sua relação com o médico vai ser difícil, pelo menos nos primeiros momentos, já que o que mais deseja é nem estar ali.

Elizabeth Kübler-Ross, psiquiatra suí­ça, radicada no Canadá, publicou, em 1969, o livro On Death and Dying, traduzido para o português sob o título Sobre a Morte e o Morrer (Ed. Martins Fontes), no qual

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26 - Doutor, estou em suas mãos!

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Doutor, estou em suas mãos!

A

anam­ne­se e o exame físico, componentes essenciais do método clínico, completam-se de maneira perfeita, não havendo vantagem de se fazer uma separação rígida entre um e outro. Muitas vezes, informações obtidas na história do paciente, fundamentais para o diagnóstico, só são incluí­das em nosso raciocínio durante o exame físico. A propósito, cumpre ressaltar que uma das características mais importantes do exame clínico é sua flexibilidade. No entanto, é considerado seu lado mais frágil por aqueles que pouco o conhecem ou não entendem todas as possibilidades deste método.

Flexibilidade é, exatamente, a característica que possibilita adaptá-lo a qualquer situação em que for aplicado. Por isso, pode-se até dizer que o método clínico não tem limites precisos: ele serve às ciên­ cias biológicas, às ciên­cias humanas e às ciên­cias sociais. É o único método com o qual se consegue investigar todos os meandros do processo saú­de-doen­ça, entre os quais se situa o componente psicológico do exame físico.

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64 - Quem cuida do cuidador?

PORTO, Celmo Celeno Guanabara Koogan PDF

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Quem cuida do cuidador?

O

livro Quem Cuida do Cuidador. Uma Proposta para os

Profissionais da Saú­de,1 de Eugênio Paes Campos, merece ser lido não só pelos profissionais da saú­de, conforme propõe o autor no subtítulo, mas também pelos estudantes de todos os cursos desta

­área.

O livro é uma adaptação da sua tese de doutorado, defendida na

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

De início, quero comentar o prefácio escrito pelo Prof. Julio de

Melo Filho, que é, na verdade, um precioso ensaio sobre a obra de Winnicott, cujas ideias constituem as bases teó­ricas da tese de

Campos. Por si só, o prefácio merece uma atenta leitura. Além do mais, a análise que faz de Winnicott propicia ao leitor uma compreensão ampla e profunda do livro. Prefácio e obra se completam admiravelmente.

1

Campos, EP. Quem Cuida do Cuidador. Uma Proposta para os Profissionais da Saú­de. Editora

Vozes, 2005.

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43 - A comunicação como fator de adesão ao tratamento

PORTO, Celmo Celeno Guanabara Koogan PDF

43

A comunicação como fator de adesão ao tratamento

U

m dos aspectos da prática médica mais relacionado com a comunicação entre o médico e o paciente é a adesão ao tratamento. Isso é facilmente observado no tratamento das doen­ças que exigem mudanças de hábitos (restrições alimentares, abandono de tabagismo e de bebidas alcoó­licas, prática de exercícios físicos) e uso prolongado ou contínuo de medicamentos. Motivar um paciente a usar dois, três, quatro ou mais medicamentos a vida toda é uma prova de fogo para qualquer médico! Os estudos de adesão ao tratamento da hipertensão arterial, diabetes, obesidade e outras enfermidades mostram isso com números irrefutáveis. Talvez as informações do paciente sobre seus hábitos, expectativas, tipo de trabalho, maneira de se alimentar, condições financeiras, sejam mais importantes do que os conhecimentos farmacológicos do médico sobre os medicamentos que ele pretende prescrever.

Toda comunicação é um processo de mão dupla. O médico que só fala e não ouve, está fadado a não ser ouvido! Quando se diz que a comunicação é um processo interpessoal subentende-se que os

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