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Medium 9788521625971

3 - Articulação e grafia das consoantes portuguesas

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

3

Articulação e grafia das consoantes portuguesas*

Do ponto de vista fonológico, as consoantes portuguesas são margens silábicas, cujo centro é a vogal. Do ponto de vista fonético, são articulações, ou seja, emissões com obstáculos.

As consoantes somente se tornam articulações plenas quando estão situadas antes de vogal, no seio da sílaba: /kanáL/, /baRbéiru/, /díSku/, /taléNtu/,

/sóNbra/ canal, barbeiro, disco, talento, sombra. As letras que aparecem em maiúscula na transcrição fonológica, e sem estarem sublinhadas na ortográfica, consideram-se arquifonemas, conjuntos de traços distintivos comuns a dois ou mais fonemas, ou seja, articulações que perdem algum traço distintivo na sua produção por estarem situadas no fim da sílaba. Assim, podemos pronunciar [kanál:] ou

[caná:], [barbéj:ru] ou [babéj:ru], [dís:ku] ou [di:ku], [tale:tu] ou [tale:tu],

[sõ:bra] ou [sõm:bra] canal, barbeiro, disco, talento, sombra.

Existem quatro arquifonemas em português: /N/, /L/, /S/, /R/ (cf. item

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Medium 9788522474967

Parte 3 - 8 Objetivos e Estratégias de Comunicação

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

8

Objetivos e Estratégias de Comunicação

O que você pretende comunicar, a quem e quais meios utilizar?

O homem é um ser comunicativo por excelência. E a cada dia inventa um novo meio para se comunicar.

Conteúdo deste capítulo:

�� A comunicação vista como estratégia de marketing à parte

�� Os principais elementos do mix de comunicação

�� Comunicação não é só propaganda

�� O crescimento da área de promoção de vendas e marketing promocional

�� A diversidade das estratégias de comunicação

�� Sinergia da comunicação

�� Comunicação integrada de marketing

Depois de descrita a missão da empresa, seus objetivos e estratégias de marketing, chega-se finalmente à comunicação.

Os resultados esperados da comunicação dividem-se em quatro fases principais: conhecimento, compreensão, convicção, ação. Alguns autores chamam esse processo de esquema AIDA (atenção, interesse, desejo e ação). Não se pode esperar da comunicação nada além do que uma reação – geralmente positiva – do receptor. É dentro desse espectro que deve-se formular o objetivo da comunicação.

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Medium 9788565848954

Capítulo 11 - Por favor, desenha-me um futuro

José Morais Grupo A PDF

11

Por favor, desenha-me um futuro

Vocês, estudantes, são vítimas da proletarização, no duplo sentido de que o acesso que poderiam ter aos meios de trabalho depende dos interesses do neocapitalismo e de que o controle sobre as condições em que poderiam trabalhar lhes escapa. São lançados numa competição que não é emulação, mas concorrência fratricida, e canalizados por uma exigência de sobre-especialização que tolhe a criatividade que demonstram ter.

Numa palavra, vocês são futuros trabalhadores intelectuais proletarizados

(MANDEL, 1979).

O conhecimento, que era bem comum, tornou-se bem privado, porque o trabalho intelectual passou a ter um preço na economia de mercado. No entanto, o seu produto tem caraterísticas especiais: partilha-se sem se dividir; quem tem uma ideia pode dá-la a milhões de pessoas sem perdê-la, ou ter de cortá-la em pedaços; e não se consome, pelo contrário, uma ideia conduz a outras. Imaginemos que os gregos tivessem patenteado o alfabeto. O resto do mundo teria pago a eles x euros por utilização, e hoje essa soma faria muito mais do que a dívida pública da Grécia! Mas o capitalismo não conhece a gratidão histórica.

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Medium 9788565848701

Capítulo 8 - O que sabemos (ou não sabemos) sobre a genética da leitura

Maria Regina Maluf; Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF

O que sabemos (ou não sabemos) sobre a genética da leitura1, 2, 3

8

Elena L. Grigorenko

Não parece haver dúvida de que a dificuldade “verdadeira” de leitura

(Elliott; Grigorenko, 2012) – em oposição à dificuldade “variável ou comum” (Stanovich, 1988), isto é, a aquisição atípica da leitura, se desenvolve na presença de risco genético substancial (Fisher; DeFries, 2002).

Os estudos científicos sobre a leitura e seus componentes já estabeleceram com firmeza a importância de considerar fatores genéticos na busca da compreensão das diferenças individuais tanto na aquisição da leitura quanto na realização do ato de ler. É amplamente aceito que diferenças genéticas entre os indivíduos são responsáveis por uma quantidade substancial (41-74%) da variância (Grigorenko, 2004) em praticamente qualquer processo relacionado à leitura: 50-80% para vários indicadores do processamento fonológico (Byrne, et al., 2009; Byrne; Delaland; Fielding-Barnsley; Quain, 2002), 60-87% para vários indicadores do processamento ortográfico (Gayán; Olson, 2001, 2003) e 60-67% para o processamento semântico ou compreensão da leitura (Betjemann, et al., 2008;

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Medium 9788522475063

10 - Comunicação e terceiro setor

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

10

Comunicação e terceiro setor

Cicilia M. Krohling Peruzzo

Este capítulo trata da comunicação no chamado terceiro setor e tem por obje-

tivo apontar breves fundamentos teóricos que norteiam os debates de modo a provocar reflexões nos agentes promotores ou facilitadores dos processos comunicativos. Não se trata de um “manual”1 de atuação, mas de reflexões acerca dos princípios de uma inserção responsável, bem como de implicações do aparente interesse em apenas “fazer o bem”. Situam-se, com base em pesquisa bibliográfica e abordagem histórico-dialética, os principais conceitos de terceiro setor sem a pretensão de esgotar o assunto, até porque a finalidade é discutir a comunicação nesse contexto e não o terceiro setor, propriamente dito.

Apesar das controvérsias devido à falta de precisão na classificação dos atores que compõem o terceiro setor e das diferenças de perspectivas de cada grupo de atores, este já é reconhecido e legitimado como importante esfera de atuação civil, embora com parcerias do poder público e do setor privado, e tem crescido no Brasil. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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Medium 9788521624578

Capítulo 7 - Algumas Escolas e Movimentos Modernos

LYONS, John Grupo Gen PDF

Capítulo 7

Algumas Escolas e

Movimentos Modernos

7.1 O historicismo

Neste capítulo discutirei alguns movimentos em linguística, do século XX, que deram forma a atitudes e pressupostos atuais. O primeiro deles, que denominarei historicismo, é normalmente considerado característico de um período anterior de pensamento linguístico. Sua importância neste contexto é a de ter preparado o campo para o estruturalismo.

Escrevendo em 1922, o grande linguista dinamarquês Otto Jespersen começou um dos mais interessantes e controvertidos de seus livros sobre a linguagem em geral com a seguinte frase: “A característica distintiva da ciência da linguagem, tal como concebida hoje em dia, é o seu caráter histórico.” Com isso Jespersen expressava o mesmo ponto de vista que Hermann Paul no seu Prinzipien der Sprachgeschichte (Princípios da história da linguagem), publicado pela primeira vez em 1880 e comumente descrito como a bíblia da ortodoxia neogramática: o ponto de vista de que (citando da quinta edição de seu livro, que apareceu em 1920) “tão logo ultrapassamos a simples apresentação de fatos individuais, tão logo tentamos apreender a sua interligação [den

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Medium 9788577803750

1 Projeto e comunicação gráfica

Giesecke, Frederick E. Grupo A PDF

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Uma nova máquina, estrutura ou sistema deve existir na cabeça do engenheiro ou projetista antes de se tornar realidade. O processo de projeto é um esforço excitante e desafiador durante o qual o engenheiro-projetista usa o desenho como meio para criar, registrar, analisar e comunicar conceitos e idéias.

Todos os integrantes da equipe de engenharia e projeto devem ser capazes de se comunicar rápida e precisamente de modo a competir no mercado globalizado. Da mesma forma que carpinteiros aprendem a usar as ferramentas do seu ofício, engenheiros, projetistas e desenhistas devem aprender a usar as ferramentas do desenho técnico. Durante o processo de projeto, a equipe progride através de 5 estágios. Para ser um membro bem-sucedido da equipe, você precisa entender o processo e conhecer seu papel dentro dela.

Os conceitos do projeto são geralmente comunicados através de esboços à mão livre ou desenhos criados por meio de sistemas de Projeto Assistido por Computador (CAD, computer-aided design). À medida que a idéia vai sendo mais bem desenvolvida, os esboços preliminares serão acompanhados por esboços mais detalhados e desenhos. Um sistema CAD pode ajudar, mas é preciso ter habilidade para saber quais os desenhos e qual nível de detalhes é necessário em cada estágio do projeto. Mesmo que os sistemas CAD tenham substituído as ferramentas tradicionais de desenho, para muitas equipes de projeto, os conceitos básicos da comunicação gráfica permanecem os mesmos. A proficiência em se comunicar usando gráficos será valiosa para você e para seu futuro empregador.

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Medium 9788521619017

Anexo - REGRAS DE INFERÊNCIA E EQUIVALÊNCIAS PARA CÁLCULO SENTENCIAL

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

Anexo

REGRAS DE INFERÊNCIA E EQUIVALÊNCIAS

PARA CÁLCULO SENTENCIAL

Um manual de Lógica estaria incompleto sem as regras que apresentamos a seguir. Trata-se de um conjunto de fórmulas que conseguem efetivamente resolver todos os problemas; mas seu uso exige habilidade, imaginação, rapidez mental e, sobretudo, muita prática.

Para alunos iniciantes é preferível o uso das tabelas-verdade quando se trata de fórmulas de poucas variáveis e das tabelas semânticas nos demais casos, pois sua aplicação é trabalhosa, mas simples e unívoca.

(X v Y)

X  Y

(X  Y)

X v Y

X

X

Y

2X

X

X

X

X

Y  Y

X

Fórmula

Lei de Morgan 2

Lei de Morgan 1

Eliminação do negador

Introdução e eliminação da dupla negação

Introdução do negador ou redução ao absurdo

Nome

5

4

3

2

1

23

5

4

29

DMorg 2

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Medium 9788565848930

Capítulo 8 - Reflexões finais

Terezinha Nunes; Peter Bryant Grupo A PDF

8

Reflexões finais

A pesquisa e o ensino da alfabetização no Brasil, como em outros países, passaram por grandes mudanças nas três ou quatro últimas décadas. Até então, o ensino da leitura e escrita era feito principalmente com base nos conhecimentos adquiridos na prática, não havendo muitas pesquisas que pudessem embasar o desenvolvimento e a avaliação das diferentes abordagens. O método silábico, o global e o fonêmico desenvolveram-se predominantemente, por um lado, a partir das experiências dos educadores e, por outro, a partir de análises teóricas ainda não validadas por meio de investigações empíricas.

Esse quadro mudou radicalmente desde então. Há, hoje, um volume enorme de pesquisas sobre os processos envolvidos na aprendizagem da leitura e da escrita. No Brasil, os trabalhos de Ferreiro e Teberosky (1983) tiveram grande influência na revisão das ideias e práticas relacionadas à alfabetização. Vários grupos de pesquisa trabalhando em universidades brasileiras e centros de pesquisa em diversas partes do país, como em Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, também tiveram grande influência sobre a mudança de atitude que ocorreu nos últimos anos e que colocou a pesquisa no centro das considerações sobre como a escola deve promover os processos de alfabetização.

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Medium 9788522474967

3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda  •  Públio

com um grande número de pessoas na sua área de atuação e, consequentemente, transmitem a imagem da organização.

A maioria das informações sobre o ambiente interno da organização que são descritas no projeto derivam diretamente do briefing coletado junto ao anunciante, por isso é fundamental que este seja bem-feito e consiga abranger a maior parte possível das informações estratégicas.

Os primeiros dados que devem constar na análise interna da organização:

• o nome da mesma;

• seu nome fantasia;

• área de atuação;

• endereço de seu site na Internet;

• descrição de seus principais produtos.

Outros dados que podem ser interessantes são:

• número de firmas;

• localização das principais firmas;

• número de funcionários;

• pessoa de contato;

• cargo e forma de contato com a mesma.

O próximo item que deve constar na análise interna de uma organização é seu histórico. Este pode ser apresentado em forma de diagrama do tipo linha do tempo, onde destacam-se apenas os principais eventos relacionados à organização.

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Medium 9788521622840

PARTE II | 3 - CONCEITOS BÁSICOS DA GRAMÁTICA INTUITIVA

SCHUMACHER, Cristina A. Grupo Gen PDF

3 CONCEITOS

BÁSICOS DA

GRAMÁTICA

INTUITIVA

I. PARTES DE PALAVRAS

M

uitas palavras (a maioria), embora sejam o nome de algo ou alguém, ou de um lugar, um fazer, uma característica, enfim, embora cada palavra sirva para representar uma coisa ou ter uma função pelo menos, já vimos que elas não são todas totalmente “originais”.20 Quer dizer, as palavras também são formadas de partes que se repetem em outras palavras, seguindo um padrão.

Usando uma comparação que nos permite manter a noção de uma estrutura, as palavras são como “minifrases”. São constituídas de partes que têm um significado que podemos reconhecer, inclusive porque aparecem em outras palavras.

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Reveja Vivência 5.

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Parte II

Essas partes têm também o seu significado, embora não apareçam independentemente de outras partes de palavras, como uma unidade que se usa sozinha. É o que vimos fartamente exemplificado no Comentário 6, aliás. Assim, porque se repetem e aparecem em outras palavras, temos familiaridade com essas unidades, essas partes formadoras das palavras em nossa língua.

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Medium 9788565848701

Capítulo 4 - Epi/meta versus implícito/explícito: nível de controle cognitivo sobre a leitura e sua aprendizagem

Maria Regina Maluf; Cláudia Cardoso-Martins Grupo A PDF

Epi/meta versus implícito/ explícito: nível de controle cognitivo sobre a leitura e sua aprendizagem1

4

Jean Emile Gombert

O desenvolvimento metalinguístico

O termo “metalinguística” designa a capacidade de se distanciar do uso habitualmente comunicativo da linguagem para focalizar a atenção sobre suas propriedades linguísticas. Do ponto de vista da atividade cognitiva que está na origem dos comportamentos, é preciso fazer uma distinção entre as capacidades manifestadas nos comportamentos espontâneos

(p. ex., a reação de uma criança pequena ao ouvir uma frase agramatical) e as capacidades fundamentadas em conhecimentos mentalizados e intencionalmente aplicados (p. ex., corrigir a sintaxe de um texto escrito). Tendo como princípio que um caráter refletido e intencional é inerente à atividade estritamente metalinguística, propus o uso do termo

“epilinguístico” para designar os comportamentos que, mesmo sendo isomorfos aos comportamentos metalinguísticos, não resultam do controle consciente que a pessoa realiza sobre os processamentos linguísticos

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Medium 9788565848916

Capítulo 8 - Erros comuns na escrita científica em língua portuguesa

Silvia H. Koller; Maria Clara P. de Paula Couto; Jean Von Hohendorff Grupo A PDF

8

Erros comuns na escrita científica em língua portuguesa

Diogo Araújo DeSousa

Tiago Cavalcanti

Embora seja frequente escutar de graduandos e pós-graduandos desabafos sobre as dificuldades que encontram para produzir seus textos acadêmicos, a tarefa de escrever é, em tese, simples. Sim, simples. Escrever é tão somente unir um conjunto de símbolos restritos – em nossa língua, exatamente, vinte e seis – em um espaço branco. O problema está em outra instância da escrita, a instância que deve ser pretendida pelos acadêmicos: escrever bem. E escrever bem, no entanto, não é tão simples.

Para a realização dessa tarefa hercúlea, uma porção de regras, restrições, dúvidas e revisões somam-se às já dezenas de leituras imprescindíveis e ao bloqueio intelectual, muitas vezes só rompido às vésperas do prazo de entrega. ­Nesse empenho – e muitos se empenham de verdade para escrever o melhor possível –, diversas são as peças que a nossa língua prega.

O objetivo deste capítulo é, então, discutir alguns “erros” comumente encontrados em artigos, teses, dissertações e outros manuscritos no tocante

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Medium 9788584290307

Chapter 3 - Preparing a scientific abstract

Rafaela Fetzner Drey; Isabel Cristina Tedesco Selistre; Tânia Aiub Grupo A PDF

chapter 3

Preparing a scientific abstract

Preparando um resumo científico

Neste capítulo, apresentaremos um gênero textual acadêmico: o resumo científico – ou abstract, em língua inglesa. O abstract resume as principais informações de um trabalho científico, geralmente um artigo resultante de uma pesquisa ou um trabalho a ser apresentado em algum evento científico.

Assim, aprenderemos uma série de aspectos a respeito da produção de abstract em língua inglesa.

Objetivos de aprendizagem s Definir abstract. s Identificar as semelhanças e as diferenças entre um resumo comum e um resumo científico-acadêmico (abstract). s Listar os elementos necessários para produzir um bom abstract. s Reconhecer as situações de produção e de circulação social dos textos pertencentes ao gênero.

As funções social e comunicacional do abstract

O abstract, ou “abstrato”, em sua tradução mais literal, compreende um resumo,

“[…] conciso, coerente e objetivo dos pontos principais (objetivo, objeto, base teórica, metodologia [material e métodos], análise, resultados e conclusões) de um artigo científico, dissertação, tese […]” (COSTA, 2009, p. 29). O autor Sérgio

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Medium 9788521625971

8 - Síntese fonológica, fonética e ortográfica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

8

Síntese fonológica, fonética e ortográfica

8.1 Simbologia

8.1.1 Segmentos vocálicos

Fonologia

Fonética

Fonema

Sons

Letras

Exemplos

[i] oral

i, í, e y

pisa, lívido, verde, York

[i] nasalizado

i, í, in,

ín, im, ím

dinheiro, mínimo, indicativo, síntese, simples, ímpeto

[] semivogal oral

i, y

baile, azeite, oito, Clayton

[] semivogal nasalizado

e, i em, en

êm, ém

sermões, mãe, cãibra, muito, cabem, trenzinho têm, também

/e/ Ant Md/Al Pl

[e] oral

[e] nasalizado

e, ê

ê, ém, em, en

cera, você trêmulo, também, tempo, renda

// Ant Md/Bx Pl

[] oral

e, é

festa, quero, filé, papéis, céu

[a] oral

[ã] nasalizado

à, á, a a, â, ân,

âm, am, an

ã, ãi, uão, ão, ãe

à, será, vai ama, tâmara, cândido,

âmbar, campo, ando sã, cãibra, saguão, são, mãe

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