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Medium 9788502085206

CÓDIGOS VISUAIS NA PROVA ORAL

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

Preparatorio Oral_2ª ed.:Preparatorio Opral_2ª ed. 27/12/10 10:50 Page 96

C Ó D I G O S V I S U A I S N A P R O VA O R A L

1) Como o candidato deve se vestir?

Esta é uma pergunta importante que muitas vezes é negligenciada, comprometendo a imagem e a percepção do candidato perante a banca e os demais candidatos.

A roupa, os cabelos e os acessórios farão parte da imagem que os examinadores terão de você e devem ser compatíveis com a formalidade do exame oral. Nada deve chamar a atenção. O ideal é que as pessoas nem se lembrem exatamente da roupa ou dos óculos que você estava usando na prova. O que deve ficar marcado para a banca são sua competência, segurança e simpatia. Logo, você deve escolher roupa e acessórios que transmitam esta percepção.

A forma como o candidato se apresenta fornece aos interlocutores informações sobre ele e sua preocupação e respeito com aquela situação.

Da mesma maneira que você se preparou estudando o conteúdo e treinou postura e estilo na elaboração das respostas, a escolha da roupa, cabelo e acessórios faz diferença e complementa o restante.

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Medium 9788577803750

1 Projeto e comunicação gráfica

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Uma nova máquina, estrutura ou sistema deve existir na cabeça do engenheiro ou projetista antes de se tornar realidade. O processo de projeto é um esforço excitante e desafiador durante o qual o engenheiro-projetista usa o desenho como meio para criar, registrar, analisar e comunicar conceitos e idéias.

Todos os integrantes da equipe de engenharia e projeto devem ser capazes de se comunicar rápida e precisamente de modo a competir no mercado globalizado. Da mesma forma que carpinteiros aprendem a usar as ferramentas do seu ofício, engenheiros, projetistas e desenhistas devem aprender a usar as ferramentas do desenho técnico. Durante o processo de projeto, a equipe progride através de 5 estágios. Para ser um membro bem-sucedido da equipe, você precisa entender o processo e conhecer seu papel dentro dela.

Os conceitos do projeto são geralmente comunicados através de esboços à mão livre ou desenhos criados por meio de sistemas de Projeto Assistido por Computador (CAD, computer-aided design). À medida que a idéia vai sendo mais bem desenvolvida, os esboços preliminares serão acompanhados por esboços mais detalhados e desenhos. Um sistema CAD pode ajudar, mas é preciso ter habilidade para saber quais os desenhos e qual nível de detalhes é necessário em cada estágio do projeto. Mesmo que os sistemas CAD tenham substituído as ferramentas tradicionais de desenho, para muitas equipes de projeto, os conceitos básicos da comunicação gráfica permanecem os mesmos. A proficiência em se comunicar usando gráficos será valiosa para você e para seu futuro empregador.

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Medium 9788522474967

6 Missão, Visão e Valores da Organização

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

130 

Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda  •  Públio

O conjunto ótico de uma arma de fogo funciona de modo equivalente. Para atingir determinado alvo, é necessário um alinhamento do olho de mira7 do atirador com o alvo a ser atingido. Entre o atirador e o alvo existem a alça de mira8 da arma e a massa de mira,9 que também devem ser alinhadas para que o alvo seja atingido eficientemente.

Figura 6.1   Conjunto ótico para se atingir um alvo.

Assim, o plano de comunicação de marketing deve estar alinhado com os objetivos da empresa e por isso estes devem ser bem conhecidos pelos envolvidos na implementação do plano. A definição de um objetivo estratégico deve seguir as características próprias de cada organização: sua natureza, porte, estilo de gestão, cultura e clima influenciam na determinação das estratégias.

O caminho mais utilizado para se conhecerem os objetivos da empresa é verificar a descrição de sua missão, sua visão e seus valores. Esses tópicos descrevem coerentemente o perfil da empresa.

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Medium 9788536303086

Conclusao

Quadros, Ronice Müller de Grupo A - Artmed PDF
Medium 9788577803750

3 Técnicas de esboço à mão livre e letreiros

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

A técnica de esboço é um dos mais importantes instrumentos para a habilidade de visualização na engenharia. Esboçar é uma maneira rápida de trocar idéias com outros membros da equipe de projeto. Uma imagem vale mil palavras (ou 1k de palavras, por assim dizer). Esboçar é uma maneira de usar o tempo eficientemente para planejar o processo de desenho que é necessário para criar formas complexas. Os esboços funcionam como um mapa para a conclusão de um documento definitivo ou um desenho CAD. Ao esboçar primeiro as idéias básicas, geralmente você consegue concluir o projeto mais rapidamente e com poucos erros. Letreiros legíveis executados à mão livre são usados nos esboços para especificar informações importantes.

3.1 ESBOÇOS TÉCNICOS

Os esboços executados à mão livre ajudam a organizar pensamentos e a registrar idéias. São uma maneira rápida e de baixo custo para explorar várias soluções de um problema de modo que a melhor escolha possa ser feita. Investir muito tempo fazendo um desenho de leiaute em escala antes de explorar suas opções por esboços pode ser um erro caro. Os esboços são também utilizados para esclarecer informações sobre mudanças no projeto ou fornecer informações sobre reparos em equipamentos já existentes.

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Medium 9788521619017

Capítulo IV - TÓPICOS TEXTUAIS

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

Capítulo IV

TÓPICOS TEXTUAIS

Os textos são entidades complexas quando analisadas sob uma perspectiva linguística, estética, psicológica ou sociológica, mas relativamente simples do ponto de vista lógico, pois, como já vimos, a composição de pensamento só acontece mediante os conectores e, ou, se, se e somente se, afirmados ou negados, acrescidos do matiz universalidade/particularidade.

4.1. Esqueleto lógico do discurso e argumentação implícita

Nosso objetivo final é descobrir o arcabouço, ou esqueleto, lógico dos textos, falados ou escritos, a partir da delimitação do sentido e da referência, com o objetivo de encontrar modelos e paradigmas que facilitem sua leitura e interpretação, para, ao final, descobrir a argumentação implícita e fazer o diagnóstico lógico do conjunto.

Os textos têm muitas palavras, mas um número restrito de ideias substanciais que os substantivos, ou as palavras substantivadas, expressam, como já comprovamos no Capítulo 2.

As peças, especialmente as discursivas, constroem-se em torno de um problema, fato, tema ou tópico, que é preciso desenvolver, explicar, esclarecer ou resolver.

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Medium 9788522474967

Parte 1 - D Tudo Começa no Briefing

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

D

Tudo Começa no Briefing

Mas, depois de pronto, onde colocar o briefing?

Não há pão sem farinha, assim como não há projeto sem briefing. Mas, depois de pronto, onde está a farinha do pão?

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Qual é a origem do termo briefing?

�� Como desenvolver um briefing?

�� Quais itens deve conter um briefing?

�� Qual é a importância do briefing para o projeto?

�� Onde colocá-lo depois de pronto?

�� Como manter um bom relacionamento com o cliente?

�� Como o briefing pode ajudar no desenvolvimento do projeto?

O briefing é o documento que informa do ponto de vista do anunciante: seu mercado, seus concorrentes, seu produto/serviço, sua marca e seu público-alvo, além de indicar seu problema.

A palavra teve a sua origem na Segunda Guerra Mundial, sendo utilizada inicialmente pelo militares da aeronáutica. Para evitar o vazamento de informações e ainda assim informar o pessoal envolvido na missão, foram idealizadas reuniões

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Medium 9788521625971

8 - Síntese fonológica, fonética e ortográfica

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

8

Síntese fonológica, fonética e ortográfica

8.1 Simbologia

8.1.1 Segmentos vocálicos

Fonologia

Fonética

Fonema

Sons

Letras

Exemplos

[i] oral

i, í, e y

pisa, lívido, verde, York

[i] nasalizado

i, í, in,

ín, im, ím

dinheiro, mínimo, indicativo, síntese, simples, ímpeto

[] semivogal oral

i, y

baile, azeite, oito, Clayton

[] semivogal nasalizado

e, i em, en

êm, ém

sermões, mãe, cãibra, muito, cabem, trenzinho têm, também

/e/ Ant Md/Al Pl

[e] oral

[e] nasalizado

e, ê

ê, ém, em, en

cera, você trêmulo, também, tempo, renda

// Ant Md/Bx Pl

[] oral

e, é

festa, quero, filé, papéis, céu

[a] oral

[ã] nasalizado

à, á, a a, â, ân,

âm, am, an

ã, ãi, uão, ão, ãe

à, será, vai ama, tâmara, cândido,

âmbar, campo, ando sã, cãibra, saguão, são, mãe

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Medium 9788522474967

Parte 3 - 10 Criação: como Comunicar

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

10

Criação: como Comunicar

O que significa e como chegar ao conceito criativo?

“Não há nada mais maçante do que um comercial mostrando a verdade de maneira óbvia” (Bill Bernbach).

Conteúdo deste capítulo:

�� Como defender a criação?

�� Qual é a estrutura lógica da defesa de criação?

�� O que é problema de comunicação?

�� O que é objetivo de comunicação?

�� Qual é a diferença entre tema e abordagem?

�� Onde entra o posicionamento definido no item anterior?

�� A diferença entre público-alvo e mercado-alvo

�� Qual é a diferença entre slogan e assinatura?

Este é o tópico que mais chama atenção em todo plano de comunicação, pois ele é extensamente ilustrado e colorido. É o momento de encantar o anunciante, fazer com que seus olhos brilhem, é o momento da sedução.

Para que a sedução funcione eficientemente, existe um protocolo a ser seguido, que também funciona como defesa da criação. Algumas pessoas pulam a defesa

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Medium 9788521619017

Capítulo XIV - TABELAS SEMÂNTICAS PARA CÁLCULO SENTENCIAL E DE PREDICADOS

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

Capítulo XIV

TABELAS SEMÂNTICAS PARA CÁLCULO

SENTENCIAL E DE PREDICADOS

As tabelas semânticas constituem um método de cálculo dedutivo, sistematizado pelos pesquisadores holandeses E. W. Beth e J.

Hintikka em 1955, que possibilitou a definitiva implementação do cálculo computacional, baseado na noção de consequência lógica.

O método de tabelas semânticas fundamenta-se em que, numa dedução correta, não pode acontecer que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa; trata-se de um procedimento mecânico que consiste na busca sistemática e exaustiva de contraexemplos que invalidem um argumento. Para levá-lo a efeito, presume-se que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa, procedendo-se logo a efetuar a dedução. Se em cada uma das trajetórias que compõem a

árvore lógica da tabela for detectada uma contradição (a ocorrência de uma mesma fórmula atômica, isto é, composta de um único verbo, afirmada e negada), então, a tabela será fechada e o fato de não ter surgido um contraexemplo demonstrará a validade do argumento; mas se um contraexemplo surgir (se alguma trajetória permanecer aberta), então ficará demonstrado que o argumento é inválido.

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Medium 9788573073751

CAPÍTULO 2 - A PERCEPÇÃO

Ferreyra, Erasmo Norberto Grupo A - Artmed PDF

CAPÍTULO

2

A Percepção

A percepção é um ato vital no qual entra em ação todo o organismo; inicia com o registro energético, que os órgãos dos sentidos realizam, de todos aqueles estímulos provenientes do meio ambiente.

Essa função de “registro” realizada pelos aparelhos sensoriais é seletiva e discriminatória, já que só entra no próprio campo perceptivo aquilo que promove nosso interesse. Neste processo intervêm os registros sensoriais, simbólicos e emocionais, capazes de captar — por uma via de entrada — os estímulos que nos oferece a existência toda:

“Como seres humanos, captamos somente aqueles conjuntos que têm sentido para nós enquanto seres humanos. Há uma infinidade de conjuntos distintos dos quais nunca saberemos nada. É evidente que nos é impossível experimentar todos os estímulos que passam ao nosso redor. Percebemos através de espécies de padrões armados por experiências adquiridas, como se olhássemos e sentíssemos mediante moldes culturais e pessoais determinados por experiências passadas. As percepções que experimentamos não são, de modo algum, revelações absolutas e objetivas do que se passa ao nosso redor, senão que vêm a ser previsões e probabilidades baseadas em experiências já vividas.” (Kilpatrick, 1961)1

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Medium 9788502191006

3 MORFOLOGIA

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

64

Português Esquematizado ®

J

3.1. ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS

J

3.1.1.

Agnaldo Martino

Estrutura das palavras

A palavra, ao contrário do que muitos pensam, não é a menor unidade portadora de significado dentro da língua. Ela própria é formada de vários elementos também dotados de valor significativo. A essas formas portadoras de significado damos o nome de morfemas ou elementos mórficos.

Tomemos como exemplo a palavra alunas. Ela é constituída de três morfemas: alun = morfema que é base do significado a = morfema que indica o gênero feminino s = morfema que indica o número plural

Assim, de acordo com a função na palavra, os morfemas são classificados em:

J

3.1.1.1.

Radical (ou morfema lexical)

É o elemento que contém a significação básica da palavra: livro, livraria, livreira.

J

3.1.1.2. Desinência (ou morfema flexional)

São elementos terminais do vocábulo. Servem para marcar: a) gênero e número nos nomes (desinências nominais); b) pessoa/número e tempo/modo nos verbos (desinências verbais):

J meninas = menin (radical) + a (desinência nominal de gênero feminino) + s

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Medium 9788522474967

14 Cronograma de Ações e Métodos de Avaliação e Controle

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

Cronograma de Ações e Métodos de Avaliação e Controle 

225

Para a implementação do projeto é interessante que seja montado um cronograma de ações, assim todo o pessoal envolvido consegue ter uma noção da amplitude do projeto. Nesse cronograma de ações devem ser inseridos cada uma das fases do projeto, os prazos limites e as pessoas responsáveis pela ação. Com isso

é mais fácil conhecer suas responsabilidades e seus prazos.

A Tabela 14.1 apresenta um modelo de cronograma de ações para implementação de um projeto de comunicação.

É interessante definir exatamente quem será responsável por cada ação do projeto, assim é possível cobrar mais facilmente o cumprimento dos prazos. O projeto é como uma máquina e qualquer falha em uma de suas engrenagens pode prejudicar o seu andamento.

Após a definição do cronograma e das responsabilidades e competências, é importante definir como será a fase de verificação e controle do projeto. Essa fase serve para identificar se o plano está no caminho certo e em que velocidade, dessa forma é possível perceber se o objetivo será atingido no prazo determinado. Caso seja verificada uma impossibilidade de chegar ao objetivo ao longo do processo, este deve ser ajustado.

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Medium 9788502085206

APRESENTAÇÃO

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

Preparatorio Oral_2ª ed.:Preparatorio Opral_2ª ed. 27/12/10 10:50 Page 26

A P R E S E N TA Ç Ã O

Cada concurso tem suas peculiaridades, mas cada candidato apresenta características que lhe são próprias e que podem determinar o seu sucesso e a desejada aprovação.

Não há receita única para a aprovação, mas ninguém duvida que somente alcançará algum sucesso aquele que estiver vivamente interessado, dispensando horas e horas nas preparações que envolvem cada fase do concurso.

A experiência profissional já revelou que candidatos que acreditam na possibilidade de aprovação têm maiores chances; candidatos que se postam na defensiva tendem a não conseguir gerar qualquer convencimento em quem os escuta ou aprecia os seus conhecimentos.

É preciso estar confiante e preparado. A preparação com relação ao conteúdo é obtida através dos anos de estudo. Já a preparação para a exposição deste conteúdo no momento da prova acontece através de orientações específicas e muito treino. Esta é a segurança que vai mostrar para a banca que o candidato realmente conhece a matéria.

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Medium 9788522475063

1 - Conceito de comunicação pública

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

1

Conceito de comunicação pública

Elizabeth Pazito Brandão

A expressão comunicação pública (CP) vem sendo usada com múltiplos signifi-

cados, frequentemente conflitantes, dependendo do país, do autor e do contexto em que é utilizada. Tamanha diversidade demonstra que a expressão ainda não é um conceito claro, nem mesmo uma área de atuação profissional delimitada. Pelo menos por enquanto, comunicação pública é uma área que abarca uma grande variedade de saberes e atividades e pode-se dizer que é um conceito em processo de construção.

Pesquisando e analisando os múltiplos significados e acepções que existem para comunicação pública, na bibliografia, em sites, em cursos universitários, é possível identificar cinco áreas diferentes de conhecimento e atividade profissional.

1a CP identificada com os conhecimentos e técnicas da área de Comunicação Organizacional

Em muitos países, o entendimento de CP está claramente identificado com a comunicação organizacional, isto é, a área que trata de analisar a comunicação no interior das organizações e entre ela e seus públicos, buscando estratégias e soluções. Sua característica é tratar a comunicação de forma estratégica e planejada, visando criar relacionamentos com os diversos públicos e construir uma identidade e uma imagem dessas instituições, sejam elas públicas e/ou privadas.

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