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Medium 9788522474967

Parte 1 - B Diagnóstico da Situação do Anunciante

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

B

Diagnóstico da Situação do Anunciante

Por que diagnóstico chama-se diagnóstico?

Diagnóstico não é só coisa de médico, é coisa de quem pensa.

Este capítulo do livro pretende responder às seguintes dúvidas:

�� O que significa diagnóstico?

�� Qual é a relação entre o diagnóstico médico e o diagnóstico de uma organização?

�� Qual deve ser a estrutura de um diagnóstico?

�� Onde entra a pesquisa no diagnóstico?

�� Como fazer para comunicar um diagnóstico?

�� E depois do diagnóstico, o que fazer?

Identificação e análise de problemas não é uma particularidade da comunicação ou da publicidade. Toda ciência que se preze trabalha com esse tipo de metodologia. Entre as ciências, aquela em que o termo diagnóstico é mais utilizado

é a medicina, por isso é oportuno fazer uma analogia entre a medicina e a identificação de problemas de comunicação nas organizações.

O filósofo Hipócrates foi a primeira pessoa a usar a palavra diagnóstico. Para ele essa palavra significava discernimento, pois é formada pelo prefixo dia, que

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Medium 9788502191006

10 REDAÇÃO DISCURSIVA

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

10

REDAÇÃO DISCURSIVA

Aprender a escrever não é só aprender a pensar, como se tem dito e redito; mas também — e principalmente — aprender a dizer bem o que foi pensado.

E isto pode ensinar-se — mas ainda assim com renúncia a qualquer dogmatismo e sem a camisa de força de fórmulas e receitas fabricadas, que antes inibem, cerceiam e até anulam a livre afirmação da personalidade do estudante.

Mais propriamente sugerir, estimular, apontar caminhos — numa palavra: guiar.

Rocha Lima

Raimundo Barbadinho Neto

Antes de qualquer comentário sobre o texto em si, faremos algumas considerações a respeito de como escrever o seu texto, pois muitos candidatos ficam em dúvida quanto a isso, e se perguntam:

Devo colocar título na minha redação?

Que tipo de letra devo usar?

Posso pular linha entre um parágrafo e outro?

Se eu cometer um erro, como faço para corrigi-lo?

Posso escrever na margem da folha, se a quantidade de linhas for insuficiente para o meu texto?

Preciso marcar os parágrafos?

Posso começar/encerrar a minha escrita em qualquer ponto da linha ou devo encostar nas margens esquerda e direita?

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Medium 9788521625971

4 - A entonação portuguesa e sua grafia

MASIP, Vicente Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

4

A entonação portuguesa e sua grafia*

Fonologia

Fonética

Prosodema

Sons

Oscilações no corpo do enunciado: juntura

Entonação

Tom, modulação, altura, melodia, cadência

Ortografia

Grafemas

Exemplos

vírgula ponto e vírgula dois-pontos hífen travessão parêntese

aspas

Carol, venha.

Estou esgotado; porém, irei.

Vá por mim: não se meta.

Carro-leito.

− Volte amanhã.

Chegarei amanhã

(sábado).

Esta palavra ([kása]) basta.

Saiu “de quatro”.

ponto reticências interrogação exclamação

São sete horas.

São oxítonas: dirá, irás…

Quer água?

Abra a porta!

colchetes

Oscilações no contorno final do enunciado: afirmação, pergunta e exclamação

Unidade métrica: hertz.

*(cf. CANTERO, 1995; DELGADO-MARTINS, 1992; JAKOBSON; HALLE, 1980; JUBRAN, 2004; MATEUS,

1990; QUILIS, 1981, 1988, 1993)

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Medium 9788577803750

2 Introdução ao CAD

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

34

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

O uso de computadores – em quase todas as atividades da engenharia, da ciência, dos negócios e da indústria – é hoje bem conhecido. O computador alterou procedimentos de contabilidade e fabricação, bem como as práticas de engenharia. A integração de computadores nos processos industriais – do projeto à prototipagem, fabricação e marketing – está mudando os métodos usados em educação e treinamento de técnicos, desenhistas, projetistas e engenheiros.

A engenharia, em particular, é um campo em constante mudança. Com a evolução de novas teorias e práticas, ferramentas mais poderosas são desenvolvidas e aperfeiçoadas para permitir que o engenheiro e o projetista se mantenham atualizados com o corpo de conhecimento técnico em expansão. O computador tornou-se uma ferramenta indispensável para o projeto e para a solução de problemas práticos. O uso de computadores na engenharia e na indústria vem resultando em novos métodos para análise e projeto, criação de desenhos técnicos, modelos 3-D e solução de problemas de engenharia, bem como o desenvolvimento de novos conceitos em automação e robótica.

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Medium 9788577803750

1 Projeto e comunicação gráfica

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

16

COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Uma nova máquina, estrutura ou sistema deve existir na cabeça do engenheiro ou projetista antes de se tornar realidade. O processo de projeto é um esforço excitante e desafiador durante o qual o engenheiro-projetista usa o desenho como meio para criar, registrar, analisar e comunicar conceitos e idéias.

Todos os integrantes da equipe de engenharia e projeto devem ser capazes de se comunicar rápida e precisamente de modo a competir no mercado globalizado. Da mesma forma que carpinteiros aprendem a usar as ferramentas do seu ofício, engenheiros, projetistas e desenhistas devem aprender a usar as ferramentas do desenho técnico. Durante o processo de projeto, a equipe progride através de 5 estágios. Para ser um membro bem-sucedido da equipe, você precisa entender o processo e conhecer seu papel dentro dela.

Os conceitos do projeto são geralmente comunicados através de esboços à mão livre ou desenhos criados por meio de sistemas de Projeto Assistido por Computador (CAD, computer-aided design). À medida que a idéia vai sendo mais bem desenvolvida, os esboços preliminares serão acompanhados por esboços mais detalhados e desenhos. Um sistema CAD pode ajudar, mas é preciso ter habilidade para saber quais os desenhos e qual nível de detalhes é necessário em cada estágio do projeto. Mesmo que os sistemas CAD tenham substituído as ferramentas tradicionais de desenho, para muitas equipes de projeto, os conceitos básicos da comunicação gráfica permanecem os mesmos. A proficiência em se comunicar usando gráficos será valiosa para você e para seu futuro empregador.

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Medium 9788521624578

Capítulo 5 - Semântica

LYONS, John Grupo Gen PDF

Capítulo 5

Semântica

5.1 A diversidade do significado

A semântica é o estudo do significado. Mas o que é o significado? Os filósofos vêm debatendo a questão, com referência especial à linguagem, já há bem mais de dois mil anos. Ninguém conseguiu ainda apresentar uma resposta satisfatória. Uma das possíveis razões para isso é que, da forma como está elaborada, a pergunta é irrespondível. Apresenta duas pressuposições que são, no mínimo, problemáticas:

(a) de que aquilo a que nos referimos com a palavra ‘significado’ tem algum tipo de existência ou realidade; (b) que tudo aquilo a que nos referimos usando esse termo apresenta uma natureza semelhante, se não idêntica. Podemos chamar a uma de (a) pressuposição de existência e a outra de (b) pressuposição de homogeneidade.

Não quero dizer que ambas sejam falsas, mas simplesmente que são filosoficamente controvertidas. Muitas são as introduções à semântica que passaram por cima desse fato. Neste capítulo tentaremos não nos comprometer com nenhuma das duas.

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Medium 9788502085206

APRESENTAÇÃO

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF

Preparatorio Oral_2ª ed.:Preparatorio Opral_2ª ed. 27/12/10 10:50 Page 26

A P R E S E N TA Ç Ã O

Cada concurso tem suas peculiaridades, mas cada candidato apresenta características que lhe são próprias e que podem determinar o seu sucesso e a desejada aprovação.

Não há receita única para a aprovação, mas ninguém duvida que somente alcançará algum sucesso aquele que estiver vivamente interessado, dispensando horas e horas nas preparações que envolvem cada fase do concurso.

A experiência profissional já revelou que candidatos que acreditam na possibilidade de aprovação têm maiores chances; candidatos que se postam na defensiva tendem a não conseguir gerar qualquer convencimento em quem os escuta ou aprecia os seus conhecimentos.

É preciso estar confiante e preparado. A preparação com relação ao conteúdo é obtida através dos anos de estudo. Já a preparação para a exposição deste conteúdo no momento da prova acontece através de orientações específicas e muito treino. Esta é a segurança que vai mostrar para a banca que o candidato realmente conhece a matéria.

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Medium 9788522475063

10 - Comunicação e terceiro setor

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

10

Comunicação e terceiro setor

Cicilia M. Krohling Peruzzo

Este capítulo trata da comunicação no chamado terceiro setor e tem por obje-

tivo apontar breves fundamentos teóricos que norteiam os debates de modo a provocar reflexões nos agentes promotores ou facilitadores dos processos comunicativos. Não se trata de um “manual”1 de atuação, mas de reflexões acerca dos princípios de uma inserção responsável, bem como de implicações do aparente interesse em apenas “fazer o bem”. Situam-se, com base em pesquisa bibliográfica e abordagem histórico-dialética, os principais conceitos de terceiro setor sem a pretensão de esgotar o assunto, até porque a finalidade é discutir a comunicação nesse contexto e não o terceiro setor, propriamente dito.

Apesar das controvérsias devido à falta de precisão na classificação dos atores que compõem o terceiro setor e das diferenças de perspectivas de cada grupo de atores, este já é reconhecido e legitimado como importante esfera de atuação civil, embora com parcerias do poder público e do setor privado, e tem crescido no Brasil. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

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Medium 9788522474967

6 Missão, Visão e Valores da Organização

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda  •  Públio

O conjunto ótico de uma arma de fogo funciona de modo equivalente. Para atingir determinado alvo, é necessário um alinhamento do olho de mira7 do atirador com o alvo a ser atingido. Entre o atirador e o alvo existem a alça de mira8 da arma e a massa de mira,9 que também devem ser alinhadas para que o alvo seja atingido eficientemente.

Figura 6.1   Conjunto ótico para se atingir um alvo.

Assim, o plano de comunicação de marketing deve estar alinhado com os objetivos da empresa e por isso estes devem ser bem conhecidos pelos envolvidos na implementação do plano. A definição de um objetivo estratégico deve seguir as características próprias de cada organização: sua natureza, porte, estilo de gestão, cultura e clima influenciam na determinação das estratégias.

O caminho mais utilizado para se conhecerem os objetivos da empresa é verificar a descrição de sua missão, sua visão e seus valores. Esses tópicos descrevem coerentemente o perfil da empresa.

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Medium 9788502191006

6 SEMÂNTICA

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

6

SEMÂNTICA

sem(a), semato- elem. comp., do gr. sema- atos “sinal, marca, significação”, que se documenta em vocs. formados no próprio grego, como semiótica, e em muitos outros introduzidos na linguagem científica internacional, a partir do séc. XIX.

(...) semÂNT.ICA XX. Do fr. sémantique, voc. introduzido por Bréal, em 1883, na linguagem internacional da linguística.

Antonio Geraldo da Cunha

J

6.1.

SINÔNIMO

Palavra que tem com outra uma semelhança de significação que permite que uma seja escolhida pela outra em alguns contextos, sem alterar a significação literal da sentença. alegre — feliz diminuto — pequeno falar — dizer branco — alvo

J

6.2. ANTÔNIMO

Unidade significativa da língua (morfema, palavra, locução, frase) cujo sentido

é contrário ou incompatível com o de outra. in- / exgrande / pequeno bonito / feio

J

6.3. HOMÔNIMOS

Vocábulos que possuem o mesmo som e/ou a mesma grafia, mas com sentidos díspares. Eles se dividem em: homográficos — mesma grafia: sede (lugar) sede (vontade de beber)

J

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Medium 9788577803750

7 Vistas em corte

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

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COMUNICAÇÃO GRÁFICA MODERNA

VISÃO GERAL

Até agora, você aprendeu os métodos básicos para representar objetos por vistas ou projeções. Você pode descrever projetos complexos desenhando vistas cuidadosamente selecionadas. Porém, arestas invisíveis que mostram características interiores são freqüentemente difíceis de interpretar. Vistas em cortes – freqüentemente chamadas de cortes transversais ou simplesmente de cortes – mostram o interior do objeto imaginando como se fosse fatiado, tal como quando você corta uma maçã ou um melão. Você pode usar cortes quando precisar mostrar com clareza a estrutura interna de objetos complexos que, de outro modo, necessitariam de muitas arestas invisíveis. Há muitos tipos de vistas em corte. Você deverá se familiarizar com os tipos diferentes de vistas em corte e deverá saber quando usá-los. Os cortes substituem freqüentemente uma das vistas primárias no desenho.

A linha de corte mostra onde o objeto está sendo hipoteticamente cortado. Linhas finas inclinadas e paralelas entre si

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Medium 9788577803750

9 Cotagem e processos de fabricação

Giesecke, Frederick E. Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 9 • COTAGEM E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO

VISÃO GERAL

Com certeza já ouvimos falar de algumas formas práticas de se fazer as coisas. Antigamente, uma polegada era definida como a largura de um dedo polegar, e um pé era simplesmente o comprimento do pé de um homem. Na antiga Inglaterra, uma polegada costumava representar "três grãos de cevada, redondo e seco". No tempo de Noé e da arca, o côvado era o comprimento do antebraço de um homem, ou cerca de 18 polegadas.

Em 1791, a França adotou o metro (1 metro = 39,37 polegadas; 1 polegada = 25,4 mm), a partir do qual desenvolveuse o sistema métrico. Nesse meio tempo, a Inglaterra estava estabelecendo uma medida mais precisa para a jarda, que foi definida legalmente em 1824 por decreto do Parlamento. Um pé era um terço de uma jarda, e uma polegada era um trinta e seis avos de uma jarda. Baseados nessas especificações, réguas graduadas, escalas e muitos tipos de dispositivos de medição têm sido desenvolvidos, possibilitando a obtenção de medidas e inspeções mais precisas.

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

3

Ambiente Interno

Conhecendo suas potencialidades e fraquezas

Você deve conhecer seu organismo para saber até onde pode ir.

Conteúdo deste capítulo:

�� Como analisar uma organização?

�� Como identificar as potencialidades de uma organização?

�� Como identificar as fraquezas de uma organização?

Ambiente interno diz respeito aos departamentos existentes dentro das portas da organização: como ela é dividida, como são os seus funcionários, se há um organograma, se há um fluxograma de trabalho, como é feita a sua administração, como são contratados seus funcionários, como eles se sentem em relação à empresa, enfim, tudo aquilo que ocorre internamente e que pode ser interessante para o projeto.

Entender o funcionamento da empresa é fundamental para o desenvolvimento do projeto de comunicação da mesma, tanto que o público interno é também considerado um público estratégico de comunicação. Tanto os vendedores quanto os compradores do departamento de suprimentos da empresa, os gerentes financeiros, os profissionais de recursos humanos e qualquer funcionário da companhia devem ser considerados como ferramentas de comunicação, pois mantêm contato

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Medium 9788522475063

8 - Cidadania ativa e liberdade de informação

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

8

Cidadania ativa e liberdade de informação

Adriana Studart

A

expressão calcada por Hannah Arendt, “direito de ter direitos”, em seu Origens do totalitarismo, ressoa como uma melodia diante de tantas supressões ocorridas e sentidas todos os dias ou até mesmo diante das dificuldades para o exercício efetivo do alcance da expressão, mormente considerando o desconhecimento pelos cidadãos de caminhos legais simplificados e acessíveis, em busca de suas respostas.1

O arcabouço legislativo brasileiro, ao mesmo tempo em que assegura evoluídos direitos em diplomas modernos e de longo alcance humano (como aqueles inseridos no Estatuto da Criança e do Adolescente),2 isola o brasileiro, deixandoo à mercê sobre como, onde e de que modo agir face a possíveis violações a esses direitos fundamentais tidos como basilares para o exercício de sua dignidade e cidadania.

Em nosso país, diante do inegável universo de leis,3 em meio a uma grave crise de leitura (leia-se cultura, como pano de fundo), a indagação persiste: como

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Medium 9788522474967

Parte 1 - D Tudo Começa no Briefing

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

D

Tudo Começa no Briefing

Mas, depois de pronto, onde colocar o briefing?

Não há pão sem farinha, assim como não há projeto sem briefing. Mas, depois de pronto, onde está a farinha do pão?

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Qual é a origem do termo briefing?

�� Como desenvolver um briefing?

�� Quais itens deve conter um briefing?

�� Qual é a importância do briefing para o projeto?

�� Onde colocá-lo depois de pronto?

�� Como manter um bom relacionamento com o cliente?

�� Como o briefing pode ajudar no desenvolvimento do projeto?

O briefing é o documento que informa do ponto de vista do anunciante: seu mercado, seus concorrentes, seu produto/serviço, sua marca e seu público-alvo, além de indicar seu problema.

A palavra teve a sua origem na Segunda Guerra Mundial, sendo utilizada inicialmente pelo militares da aeronáutica. Para evitar o vazamento de informações e ainda assim informar o pessoal envolvido na missão, foram idealizadas reuniões

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