176 capítulos
Medium 9788522475063

1 - Conceito de comunicação pública

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

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Conceito de comunicação pública

Elizabeth Pazito Brandão

A expressão comunicação pública (CP) vem sendo usada com múltiplos signifi-

cados, frequentemente conflitantes, dependendo do país, do autor e do contexto em que é utilizada. Tamanha diversidade demonstra que a expressão ainda não é um conceito claro, nem mesmo uma área de atuação profissional delimitada. Pelo menos por enquanto, comunicação pública é uma área que abarca uma grande variedade de saberes e atividades e pode-se dizer que é um conceito em processo de construção.

Pesquisando e analisando os múltiplos significados e acepções que existem para comunicação pública, na bibliografia, em sites, em cursos universitários, é possível identificar cinco áreas diferentes de conhecimento e atividade profissional.

1a CP identificada com os conhecimentos e técnicas da área de Comunicação Organizacional

Em muitos países, o entendimento de CP está claramente identificado com a comunicação organizacional, isto é, a área que trata de analisar a comunicação no interior das organizações e entre ela e seus públicos, buscando estratégias e soluções. Sua característica é tratar a comunicação de forma estratégica e planejada, visando criar relacionamentos com os diversos públicos e construir uma identidade e uma imagem dessas instituições, sejam elas públicas e/ou privadas.

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Medium 9788502191006

2 ORTOGRAFIA

Cianci, Mirna Editora Saraiva PDF

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Português Esquematizado ®

Agnaldo Martino

A grafia de uma palavra pode ter caráter fonético, que leva em conta a pronúncia; ou etimológico, que leva em conta a sua origem.

Hoje, no Brasil, utilizam-se os dois processos juntamente: o fonético ou de pronúncia e o etimológico ou histórico.

Curiosidade: O sistema fonético (ou sônico) consiste na exata e fiel figuração dos sons, escrevendo as palavras tal qual se pronunciam, excluindo da representação gráfica qualquer letra que não tenha valor prosódico e acrescentando outras para que se represente a exata pronúncia: escrito, Cristo, pronto, omem, oje, ressonar, pressentir, filarmônico, inalar.

O sistema etimológico representa as palavras de acordo com a grafia de origem, reproduzindo todas as letras do étimo, embora não sejam pronunciadas: phthisica, sancto, mactar, auctor, poncto, catechismo, exgotto, practicar.1

Nossa ortografia é orientada pelo Formulário Ortográfico, aprovado pela Academia Brasileira de Letras, na sessão de 12 de agosto de 1943, simplificado pela Lei n. 5.765, de 18 de dezembro de 1971, e atualizado pelo Decreto n. 6.583, de 29 de setembro de 2008.

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Medium 9788521624578

Capítulo 10 - Linguagem e Cultura

LYONS, John Grupo Gen PDF

Capítulo 10

Linguagem e Cultura

10.1 O que é cultura?

A palavra ‘cultura’ (e seus equivalentes em outras línguas europeias) tem vários sentidos relacionados, dois dos quais é importante mencionar e distinguir aqui.

Existe, em primeiro lugar, o sentido em que ‘cultura’ é mais ou menos sinônimo de ‘civilização’ e, numa formulação mais antiga e extrema do contraste, oposta a

‘barbarismo’. É esse o sentido, em inglês, do adjetivo ‘cultured’ [“culto”]. Baseia-se, em última instância, na concepção clássica do que constitui excelência em arte, literatura, maneiras e instituições sociais. Revivida pelos humanistas do Renascimento, a concepção clássica foi enfatizada por pensadores do Iluminismo do século XVIII e por eles associada à sua visão da história da humanidade como progresso e autodesenvolvimento.

Essa visão da história foi desafiada, como também muitas das ideias do Iluminismo, por Herder, que disse a respeito do equivalente alemão de ‘cultura’: “Nada é mais indeterminado do que essa palavra, e nada é mais decepcionante do que sua aplicação a todas as nações e períodos” (cf. Williams, 1976:79). Ele criticava especialmente o pressuposto de que a cultura europeia do século XVIII, dominada pelas ideias francesas e pela língua francesa, representasse o ponto alto do progresso humano. É interessante notar, em relação a isso, que a expressão ‘langue de culture’ (literalmente,

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Medium 9788522474967

14 Cronograma de Ações e Métodos de Avaliação e Controle

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

Cronograma de Ações e Métodos de Avaliação e Controle 

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Para a implementação do projeto é interessante que seja montado um cronograma de ações, assim todo o pessoal envolvido consegue ter uma noção da amplitude do projeto. Nesse cronograma de ações devem ser inseridos cada uma das fases do projeto, os prazos limites e as pessoas responsáveis pela ação. Com isso

é mais fácil conhecer suas responsabilidades e seus prazos.

A Tabela 14.1 apresenta um modelo de cronograma de ações para implementação de um projeto de comunicação.

É interessante definir exatamente quem será responsável por cada ação do projeto, assim é possível cobrar mais facilmente o cumprimento dos prazos. O projeto é como uma máquina e qualquer falha em uma de suas engrenagens pode prejudicar o seu andamento.

Após a definição do cronograma e das responsabilidades e competências, é importante definir como será a fase de verificação e controle do projeto. Essa fase serve para identificar se o plano está no caminho certo e em que velocidade, dessa forma é possível perceber se o objetivo será atingido no prazo determinado. Caso seja verificada uma impossibilidade de chegar ao objetivo ao longo do processo, este deve ser ajustado.

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Medium 9788502081413

1. Considerações gerais

Mello, Jônatas Junqueira de Editora Saraiva PDF

O que muda em nossa ortografia

1. Considerações gerais

j (frigir, jeito), s e ss (pretensão, obsessão), entre

S

conhecimento de todos, servirão como ótimo

egundo Domingos Paschoal Cegalla 11,

“ortografia é a parte da Gramática que trata do emprego correto das letras e dos

sinais gráficos, na língua escrita”.

outras anotações consagradas que, se não são do material de consulta ao interessado.

No entanto, uma ressalva deve ser feita quanto a algumas “recomendações” ortográficas, que acenam para uma facultativa acentuação de

Havendo interesse mais detalhado no teor

determinadas palavras. Segundo a Nota Explica-

do Decreto n. 6.583, de 29-9-2008, que promul-

tiva do Anexo II do Decreto, não há como adotar

gou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa,

uma unificação plena em razão das “claras di-

este organizado em Anexo I (bases I a XXI) e Anexo II (Nota Explicativa), informamos ao leitor que o disponibilizamos no final desta obra, e que boa parte das disposições, na verdade, consiste em recomendações ou reiterações de padrões

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