176 capítulos
Medium 9788502085206

SÍNTESE

Campilongo, Celso Fernandes Editora Saraiva PDF
Medium 9788522475063

3 - Comunicação pública, esfera

DUARTE, Jorge (org.) Grupo Gen PDF

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Comunicação pública, esfera pública e capital social

Heloiza Matos

A análise da comunicação pública acompanha a natureza do conceito e os mar-

cos da sua evolução histórica – enquanto modelo teórico-instrumental do sistema político para mediar interações comunicativas entre o Estado e a sociedade.

Embora se considere a centralidade do governo como agente do processo, destacam-se também outras possibilidades: a comunicação pública do ponto de vista da sociedade organizada e do cidadão, ambos como elementos essenciais na implementação do conceito.

Na primeira parte, o texto retoma reflexões que apresentam o estado-da-arte da comunicação pública no Brasil e em alguns países europeus, pioneiros na abordagem e na práxis do conceito. Na sequência, propõe-se uma reflexão sobre a esfera pública, entendida além das dimensões institucionalizadas, e uma sistematização da comunicação pública como espaço plural para a intervenção do cidadão no debate das questões de interesse público.

Na conclusão, discute-se o nexo entre comunicação pública e capital social

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Medium 9788521624578

Capítulo 2 - Linguística

LYONS, John Grupo Gen PDF

Capítulo 2

Linguística

2.1 Ramificações da linguística

Como vimos, tanto a linguagem quanto as línguas podem ser estudadas sob diferentes pontos de vista. Portanto, o campo total da linguística pode ser dividido em diversos subcampos segundo o ponto de vista adotado ou a ênfase especial dada a um conjunto de fenômenos, ou premissas, em vez de outro.

A primeira distinção a se estabelecer é entre a linguística geral e a descritiva.

É bastante direta em si mesma. Corresponde à que existe entre estudar a linguagem e descrever determinadas línguas. A pergunta “O que é a lingua(gem)?”, que, no capítulo anterior, dissemos ser a indagação central e definidora de toda a disciplina,

é mais adequadamente considerada a indagação central da linguística geral. A linguística geral e a descritiva não são absolutamente estanques. Cada uma depende explícita ou implicitamente da outra: a linguística geral fornece conceitos e categorias em termos dos quais as línguas serão analisadas; a linguística descritiva, por sua vez, fornece dados que confirmam ou refutam as proporções e teorias colocadas pela linguística geral. Por exemplo, o linguista geral poderia formular a hipótese de que todas as línguas possuem nomes e versos. O linguista descritivo poderia refutá-la com base em uma comprovação empírica de que houvesse pelo menos uma língua em cuja descrição tal distinção não se verificasse. Porém, para refutar ou confirmar a hipótese, o linguista descritivo deve operar com determinados conceitos como

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Medium 9788502081413

Anexo II Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)

Mello, Jônatas Junqueira de Editora Saraiva PDF

Anexo II

Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da

Língua Portuguesa (1990)

1. Memória breve dos acordos ortográficos

A existência de duas ortografias oficiais da língua portuguesa, a lusitana e a brasileira, tem sido considerada como largamente prejudicial para a unidade intercontinental do português e para o seu prestígio no Mundo.

não importa agora mencionar, este acordo não produziu, afinal, a tão desejada unificação dos dois sistemas ortográficos, fato que levou mais tarde à convenção ortográfica de 1943. Perante as divergências persistentes nos Vocabulários entretanto publicados pelas duas Academias, que punham em evidência os parcos resultados

Tal situação remonta, como é sabido, a 1911,

práticos do acordo de 1943, realizou-se, em 1945,

ano em que foi adotada em Portugal a primeira

em Lisboa, novo encontro entre representantes

grande reforma ortográfica, mas que não foi

daquelas duas agremiações, o qual conduziu à

extensiva ao Brasil.

chamada Convenção Ortográfica Luso-Brasilei-

Por iniciativa da Academia Brasileira de

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Medium 9788502081413

6. Resolução de divergências pela Academia

Mello, Jônatas Junqueira de Editora Saraiva PDF

Boa ideia: a nova ortografia para advogados, estudantes e curiosos

pia, bio-história, circum-hospitalar, co-herdar

(mas coabitar), contra-habitual, entre-hostil, geo-história, extra-humano, hidro-hemopericárdio, hiper-hedonista, infra-hepático, interhemisférico, intra-histórico, macro-história, micro-habitat, neo-hebraico, pan-helenismo, pós-homérico, pré-história, pró-homem, protohistórico, pseudo-hipertrofia, semi-hospitalar,

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“Emprega-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando, não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares (tipo: a divisa

Liberdade-Igualdade-Fraternidade, a ponte Rio-Niterói, o percurso Lisboa-Coimbra-Porto21, a ligação Angola-Moçambique) (...)”.

sobre-horrendo, sub-humano, super-homem, supra-histórico, ultra-hiperbólico.

Talvez porque a música popular brasileira seja a arte que mais nos inspira no ato de escre-

5. Pontuação: o sagrado uso do travessão de cada dia

Olhem só. Impediram o travessão de mostrar o caminho das pedras, de nos ajudar a encontrar o próprio destino, quem sabe nossa felicidade!

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