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23 Normas para a elaboração de referências bibliográficas: a NBR 6023:2002

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

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Normas para a Elaboração de Referências Bibliográficas: a NBR 6023:2002

A NBR 6023:2002 estabelece os elementos a serem incluídos em referências. Estabelece a ordem dos elementos, bem como as convenções para transcrição e apresentação da informação do documento e outras fontes de informação.

Para a norma citada, referência é o “conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual”.

1.  As referências podem aparecer no rodapé, no final de um texto ou de um capítulo, ou em lista de referências.

2.  As referências são apresentadas alinhadas à esquerda, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. “Quando aparecem em nota de rodapé, são alinhadas, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas” (NBR 6023:2002, nº 6.3).

3.  Os recursos tipográficos de destaque, como bold, itálico, sublinha usados para o título das obras devem ser uniformes em todas as referências de um mesmo documento. Nas obras cujo elemento de entrada é o próprio título, usam-se letras maiúsculas na primeira palavra para elas.

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19 Dissertação

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

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Dissertação

1 Redação

1.1 Conceito de dissertação

Dissertar é apresentar ideias, analisá-las, é estabelecer um ponto de vista baseado em argumentos lógicos, é criar relações de causa e efeito. Aqui não basta expor, narrar ou descrever; é necessário explanar e explicar. É, pois, a dissertação um tipo de texto que analisa dados e os interpreta por meio de conceitos abstratos. O raciocínio é que deve imperar nesse tipo de redação comercial, e quanto maior a fundamentação argumentativa, mais consistente será o desempenho do redator.

A dissertação diferencia-se da descrição e da narração pelo fato de nestas duas últimas prevalecerem termos concretos, como pessoas e objetos. Acrescente-se que na dissertação não há progressão temporal nos enunciados. As relações entre os enunciados são lógicas, de causa e efeito.

Para maiores esclarecimentos sobre operações lógicas, examinem-se em seguida as operações mentais.

Para redigir de modo claro e ser capaz de comunicar algo, é indispensável disciplinar o pensamento. Reflita-se, por exemplo, sobre: 

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V

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

V

Vá plantar batatas!

A expressão surgiu em Portugal, na segunda metade do século XIX. Na época, ser operário numa fábrica era um trabalho digno, moderno, que dava prestígio ao trabalhador. Já a agricultura era considerada uma atividade secundária, braçal, para gente desqualificada. Assim, mandar alguém plantar batatas equivalia a remeter o ofendido ao campo para cuidar de tarefas rudimentares.

Vacas gordas, vacas magras

A expressão “no tempo das vacas gordas”, com o sentido de época de fertilidade e abundância, e seu oposto “no tempo das vacas magras” vieram dos tempos bíblicos. Está no Gênese (41).

José, filho de Jacó e de Raquel, desde jovem tinha a mania de interpretar sonhos alheios e os de produção própria. Aos 17 anos, foi vendido pelos irmãos invejosos a mercadores de escravos, que o levaram para o Egito. Lá José, aos 30 anos, ouviu do Faraó o relato de dois sonhos: no primeiro, sete vacas gordas e lustrosas pastavam junto ao Nilo e foram devoradas por sete vacas magras e feias; no segundo, sete espigas, fartas e belas, cresciam na mesma haste e foram devoradas por sete espigas mirradas e feias, nascidas atrás das primeiras (espigas, não vacas, estamos no segundo sonho).

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L

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

L

Lacônico

Duas cidades-estado disputaram a hegemonia na Grécia antiga: Atenas e Esparta. Atenas foi o centro comercial e cultural da Grécia, atraindo comerciantes e artistas de outras regiões.

Esparta, antes de tudo, foi uma fábrica de guerreiros. Se uma criança nascia com algum defeito físico que a tornasse imprestável para o combate, era simplesmente atirada do alto de um monte. Aos sete anos, os jovens passavam a ser propriedade do Estado e recebiam uma formação rigorosíssima, cheia de sacrifícios para se tornarem guerreiros fortes e resistentes. Usavam poucas roupas, comiam apenas o necessário e, no inverno, diariamente se banhavam nas águas gélidas do rio Eurotas. Uma vida... Espartana (o adjetivo veio daí).

Graças a essa, digamos assim, educação, e à sua dedicação exclusiva à beligerância, os espartanos cresciam e morriam praticamente analfabetos. Eram como o cantor Leo Jaime uma vez definiu os frequentadores assíduos das academias de ginástica: abdomens definidos, ideias confusas.

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5 O PARÁGRAFO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF

84

Língua Portuguesa • Andrade e Henriques

Conceitos

Parágrafo é a unidade de composição do texto que apresenta uma ideia básica à qual se agregam ideias secundárias relacionada pelo sentido.

Conceituando-se o parágrafo como unidade de ideias, verifica-se que o parágrafo de descrição deve corresponder a cada aspecto do objeto descrito; o parágrafo de narração reflete cada fato da sequência narrada; o de dissertação corresponde a cada argumento ou raciocínio.

De maneira geral, nos textos bem escritos, a cada parágrafo relaciona-se uma ideia importante.

É variável a extensão do parágrafo: pode conter apenas uma frase ou alongarse por uma página inteira. A tendência moderna é a intercalação de parágrafos curtos aos de média extensão. Não se usam, atualmente, parágrafos demasiadamente longos.

Tome-se como exemplo o seguinte texto:

“AÇÃO LINGUÍSTICA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA

Cada meio de comunicação influi de maneira diversa na educação em geral e na educação linguística em particular, conforme a tecnologia empregada. Todos eles podem ser usados como motivação no processo escolar, de acordo com o código que utilizam, de forma diversificada, condizente com o nível de ensino a que se destinam.

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Medium 9788502051485

Mapa II

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

128

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Não havia então no Oriente senão quatro potências capazes de resistir aos Romanos: a Grécia e os reinos da Macedônia, da Síria e do Egito. Cumpre verificar qual a situação dessas duas primeiras potências, porque os Romanos começaram por submetê-las.

3. A Grécia e a Macedônia130

A) Na Grécia, havia três povos consideráveis: os Etólios, os Acáios e os Beócios. Eram associações de cidades livres 130a, que tinham assembléias-gerais e magistrados comuns. Os

Etólios, belicosos, arrojados, temerários, ávidos de ganho, sempre livres da sua palavra e de seu juramento, enfim, fazendo a

Vencida Cartago, Roma avançou sobre o Mediterrâneo Oriental visando um só objetivo: as riquezas do Oriente. V. nota 82.

130. Subdividimos este item alfabeticamente, assim: a) situação interna da Grécia; b) o equilíbrio político com ingerência macedônia; c) o desequilíbrio com a intervenção romana.

A Macedônia ficava ao norte da Grécia. V. mapa II.

A convivência delas, amistosa ou inamistosa, explica-se já pela vizinhança. E dessa convivência resultou tornarem-se ambas componentes de um complexo político.

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Capítulo XV - OS IMPERADORES: DE CAIO CALÍGULA ATÉ ANTONINO

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

222

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo XV

OS IMPERADORES:

DE CAIO CALÍGULA ATÉ ANTONINO390

1. Calígula391

A) Calígula sucedeu a Tibério. Dele dizia-se nunca tinha havido melhor escravo, nem pior senhor. As duas coisas estão muito ligadas, pois a mesma disposição de espírito que fez que ficássemos vivamente chocados com o poder ilimitado daquele que manda, faz que também fiquemos chocados quando passamos a mandar.

Calígula restabeleceua os comícios392, que Tibério havia extinto, e aboliu aquele crime arbitrário de lesa-majestade que ele estabelecera. Por onde pode ver-se que o começo do reinado dos maus príncipes muitas vezes é como o final do reinado dos bons. Porque os maus, só para contradizerem a conduta dos

390. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, dividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos. Linhas pontilhadas: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

No que respeita ao Império, seu imobilismo político e seu declínio progressivo e inexorável reportamo-nos à Introd., Caps. 7 e 8.

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Medium 9788522481590

11 Novo Acordo Ortográfico

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

Novo Acordo Ortográfico

177

Permanecem os acentos dos verbos ter e vir na 3ª pessoa do plural (eles têm, eles vêm). b) Em palavras terminadas em hiato oo, como: enjôo, vôo. De agora em diante, devem ser escritas: enjoo, voo.

1.4 Acento agudo

Não se usará acento agudo: a) Nos ditongos abertos ei e oi de palavras paroxítonas, como: assembleia, ideia, heroica, jiboia. b) Nas palavras paraxítonas com i e um tônicos precedidos de ditongo: feiura, baiuca.

Observação: Piauí e Tatuí permanecem com acento, pois são oxítonas. c)

Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com u tônico precedido de g ou q e seguido de e ou i. Assim, algumas formas de verbos, como averigue, apazigue, arguem já não devem ser acentuadas.

2 Uso do hífen em formação de palavras (com prefixos ou elemento formador de palavra)

Regra geral, o hífen é usado depois de um prefixo ou elemento de formação de palavra se a palavra seguinte começa com vogal idêntica à vogal final do prefixo ou do elemento formador. Também é usado diante de palavras que começam com h. A lista seguinte objetiva oferecer um quadro prático. Em caso de dificuldades sobre o uso do hífen em determinadas formações de palavras, recomenda-se proceder por analogia, consultando a lista seguinte:

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Parte I - 2 Comunicação

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

2

Comunicação

1 Teorias da comunicação

Para Maria Schuler, em Comunicação estratégica (2004, p. 11),

“a comunicação está presente em todas as formas de organização conhecidas na natureza, tanto que se pode afirmar que a única maneira de haver organização é através da comunicação”.

Putnam, Phillips e Chapman (In: CLEGG; HARDY; NORD, 2004, p. 110), por sua vez, afirmam que “comunicação e organização são coisas equivalentes”.

Não há executivo de grande empresa que desconsidere a importância da comunicação. Talvez, porém, nada receba tão pouca atenção e reconhecimento como os profissionais que a ela se dedicam. As empresas ocupam-se de seu patrimônio, gastam fortunas contabilizando seus haveres, compram frotas de automóveis, imóveis, armazéns, investem milhares de reais em computadores, convenções, reuniões, viagens, mas pouco interesse têm com a comunicação externa e interna que circula em seu ambiente. Qualquer soma, por mais ínfima que seja, é considerada desperdício se estiver relacionada à área de comunicação. Se é preciso veicular uma informação:

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Capítulo V - SITUAÇÃO DA GRÉCIA, MACEDÔNIA, SÍRIA E EGITO APÓS REBAIXAMENTO DOS CARTAGINESES

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

124

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo V

SITUAÇÃO DA GRÉCIA, MACEDÔNIA, SÍRIA

E EGITO APÓS REBAIXAMENTO

DOS CARTAGINESES118

1. O fim de Cartago119

..........................................................................................

Como os Cartagineses, na Espanha, Sicília, Sardenha, só opunham exército desgraçado, Aníbal, cujos inimigos se fortaleciam sem cessar, foi reduzido a uma guerra defensiva.

118. Também aqui o título está como no original. Foi de acordo com ele que subdividimos o Capítulo em itens, para maior clareza. Cada item com respectivo subtítulo. Linhas Pontilhadas. V. Anexo.

As notas de Montesquieu estão indicadas no texto por letras, e acham-se no Anexo. Aqui Montesquieu trata das guerras em que Roma se apodera do Mediterrâneo Oriental, com suas riquezas humanas e materiais (Grécia, Egito e Síria) e, mais importante, com seus terminais de rotas para o Oriente. V. Introd., Cap. 13.

Dentre tais guerras destaca-se aquela contra Mitridates. Dela trata

Montesquieu à parte, no Capítulo VII. Conforme sua técnica (nota 1 retro). V. nota 240.

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Capítulo VI - A CONDUTA QUE TIVERAM OS ROMANOS PARA SUBMETER TODOS OS POVOS

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

140

Da Grandeza dos Romanos e da sua Decadência

Capítulo VI

A CONDUTA QUE TIVERAM OS ROMANOS

PARA SUBMETER TODOS OS POVOS178

1. Máximas dos Romanos179

A) No curso de tanta prosperidade, quando normalmente se relaxa, o Senado agia sempre com a mesma profundidade. E,

178. O título está como no original. Dividimos o Capítulo em dois itens.

O primeiro contém as máximas, i.e., diretrizes, normas, costumes que os Romanos seguiam e impunham no trato com os outros povos.

Indicamo-las alfabeticamente.

No segundo item, Montesquieu expõe a meta global, a que tendem essas máximas. É a dominação violenta e solerte do mundo. De todos os povos. Diz o título do Capítulo: “soumettre tous les peuples”.

V. a fala de Tibério Graco (nota 73). Linhas pontilhadas: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas por letras no texto, e acham-se no Anexo.

Esse estudo da política externa de Roma, o leitor o compreende perfeitamente, por já conhecer a expansão romana (Capítulo V — nota 118). V. Introd., Cap. 4.

Pode supor-se seja o Capítulo XVIII a exposição de novas máximas ou diretrizes políticas de Roma, adotadas no final do Império.

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Parte I - 7 Estilo e Técnicas de Elaboração de Cartas Comerciais

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

7

Estilo e Técnicas de Elaboração de Cartas Comerciais

1 Elaboração do texto

Nossos dias reclamam objetividade e rapidez. Por isso, mais do que nunca é preciso buscar clareza de pensamento, concatenação de ideias, vocabulário exato. A linguagem usada nas relações comerciais exige o conhecimento de certas fórmulas e praxes em que se deve exercitar o redator comercial.

Antes de iniciar a redigir, é necessário: o ter um objetivo em mente; o colocar-se no lugar do receptor; o ter informações suficientes sobre o fato, e prestar informações precisas e exatas; o planejar a estrutura da comunicação a ser feita; o dominar todas as palavras necessárias. Dispor de vocabulário adequado; o tratar do assunto com propriedade; o selecionar fatos e evitar opiniões; o refletir adequada e suficientemente sobre o assunto; o ser natural, conciso e correto; o usar linguagem de fácil compreensão; frases curtas, portanto; o responder a todas as perguntas feitas anteriormente pelo destinatário, no caso de resposta a uma carta dele; o calcular antecipadamente o tamanho do texto para evitar cartas espremidas; o observar que numa carta o espaço branco é muito importante. A boa estética transfere ao leitor sensações agradáveis; o evitar a separação silábica se prejudicar a leitura; o usar espaço maior em cartas de texto pequeno.

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Capítulo X - A CORRUPÇÃO DOS ROMANOS

Gonçalves Jr., Jerson Carneiro Editora Saraiva PDF

173

Capítulo X

A CORRUPÇÃO DOS ROMANOS 285

1. A religiosidade dos Romanos286

..........................................................................................

Políbio286b diz que, no seu tempo, os juramentos não autorizavam confiar num Grego, enquanto que um Romano, a bem dizer, ficava por eles acorrentadob.

Há um fato nas cartas de Cícero287 a Áticoc que mostra o quanto os Romanos tinham mudado a esse respeito desde o tempo de Políbio.

285. O título do Capítulo está como no original. Para maior clareza, dividimos o Capítulo em itens, com respectivos subtítulos. Linha pontilhada: v. Anexo. As notas de Montesquieu estão indicadas no texto alfabeticamente, e acham-se no Anexo.

Sobre a correlação deste Capítulo com o precedente e com o Capítulo XVIII, ver nota 282.

286. Os Romanos eram muito religiosos e sacralizaram suas instituições, como expõe aqui Montesquieu. Acrescentaremos a propósito: a sacralização do juramento, base da disciplina militar (nota 18, e nota “b” de Montesquieu neste Capítulo); sacralização das fronteiras, inclusive R. Rubicom (notas 3a, 14a e 310a); sacralização de penas como o homo sacer e a crucifixão (notas 3a e 310a); e a sacralização da própria autoridade imperial (notas 346 e 371).

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24 Apresentação Gráfica do TCC

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

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Apresentação Gráfica do TCC

Três são as partes de um TCC: a pré-textual, a textual e a pós-textual.

A parte pré-textual compreende: capa, folha de rosto, ficha catalográfica, errata (se houver necessidade), folha de aprovação, dedicatória, agradecimento, epígrafe, resumo em língua portuguesa, resumo em língua estrangeira, lista de ilustrações, lista de tabelas, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, sumário.

A parte textual é formada por introdução, desenvolvimento, conclusão.

A parte pós-textual é formada por referências, glossário, apêndice, anexo,

índice.

É a seguinte a ordem de apresentação de todos os elementos de um TCC:

RR Capa: pode ser lisa, encadernada com couro ou em espiral.

RR Folha de rosto.

RR Verso da folha de rosto.

RR Folha para indicação de aprovação da banca.

RR Dedicatória (opcional).

RR Agradecimentos (opcional).

RR Inscrição (ou epígrafe) (opcional).

RR Resumo ou sinopse.

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9 Atendimento Telefônico

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

9

Atendimento Telefônico

1 Princípios básicos

O atendimento telefônico envolve o conhecimento de princípios básicos como: cortesia, tranquilidade, atenção, modulação da voz.

Outras recomendações para o atendimento telefônico são: ter à mão papel e lápis para anotações; ao anotar, é conveniente repetir nomes e números; tomar nota de nomes inteiros (nome e sobrenome); tomar nota do número do ramal, se houver; deixar o nome de seu executivo quando falar em nome dele; soletrar nomes difíceis e usar palavras para transmitir determinados fonemas, como b, d, p, t, c (por exemplo, b de Bahia, d de ditado, e assim por diante). Finalmente, não há necessidade de exagerar a altura da voz.

Relembramos aqui o que nos diz Lélia K. Siqueira, em Eficiência Profissional (II

Encontro Brasileiro de Aperfeiçoamento Profissional para Secretárias):

“Nosso desempenho profissional nos coloca em contato direto com tarefas e pessoas. Nosso dia-a-dia pode ser traduzido em 80 a 90% de comunicação e 10 a 20% de atividades mecânicas. Observando percentagens, verificamos que tudo nos conduz a uma especialização em comunicações, se é que queremos ser consideradas especialistas no ramo. O campo da comunicação no desempenho secretarial indica que entre 70 e 90% da nossa comunicação é oral, através do contato direto ou telefônico, o restante

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