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Parte III - 5 O PARÁGRAFO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF

5

O PARÁGRAFO

Conceitos

Qualidades do parágrafo

Estrutura do parágrafo

Tópico frasal

Desenvolvimento

Conclusão

Formas de desenvolvimento do parágrafo

Organização do texto: coesão entre os parágrafos

Exemplário para análise de estrutura de parágrafo, identificação do tópico frasal etc.

Livro 1.indb 83

3/11/2009 18:12:01

84

Língua Portuguesa • Andrade e Henriques

Conceitos

Parágrafo é a unidade de composição do texto que apresenta uma ideia básica à qual se agregam ideias secundárias relacionada pelo sentido.

Conceituando-se o parágrafo como unidade de ideias, verifica-se que o parágrafo de descrição deve corresponder a cada aspecto do objeto descrito; o parágrafo de narração reflete cada fato da sequência narrada; o de dissertação corresponde a cada argumento ou raciocínio.

De maneira geral, nos textos bem escritos, a cada parágrafo relaciona-se uma ideia importante.

É variável a extensão do parágrafo: pode conter apenas uma frase ou alongarse por uma página inteira. A tendência moderna é a intercalação de parágrafos curtos aos de média extensão. Não se usam, atualmente, parágrafos demasiadamente longos.

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18 Organização do Trabalho da Secretária

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

18

Organização do Trabalho da Secretária

1 Introdução

Segundo Nivaldo Maranhão Faria (1984), há algumas técnicas de organização do trabalho que têm proporcionado vantagens enormes aos administradores.

São elas: o definição dos objetivos a alcançar; o divisão da empresa em departamentos (daí resultando a estrutura de poder); o coordenação das várias partes envolvidas no processo produtivo; o delegação de autoridade; o supervisão; o assessoria.

É necessário ter presente três princípios básicos: o Objetivo: deve ser claramente estabelecido de modo que seja compreendido. o Autoridade: a cada pessoa deve-se atribuir autoridade correspondente. Jamais uma pessoa deverá receber ordens de vários gerentes. o Subordinação: cada pessoa precisa saber de quem deve receber ordens.

A organização do trabalho também compreende o conhecimento dos propósitos da organização, de suas dependências, de seu modo de produzir, das técnicas que emprega.

Em geral, as empresas esperam de suas secretárias: consciência de seus deveres, dedicação ao trabalho, equilíbrio emocional para bem desempenharem tarefas, que sejam dignas de confiança, que saibam delegar tarefas quando necessário, que saibam resolver conflitos entre colegas de trabalho, que sejam capazes de trabalhar em grupo.

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N

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

N

Nada

Nas construções negativas, os romanos, para serem enfáticos, usavam frequentemente a expressão res nata, coisa nascida. Res é coisa (na função de objeto direto

é grafado rem); nata é o particípio feminino do verbo nascere, nascer. Assim, os romanos diziam non vidi rem nata, não vi coisa nascida, non audio rem nata, não ouço coisa nascida etc.

Antes de criticarmos os romanos, olhemos o próprio rabo. As negações enfáticas são muito frequentes no português: “não sei nada”, “não vi ninguém”. São expressões gramaticalmente corretas mesmo agredindo a lógica, já que, ao pé da letra, matematicamente, uma negação contradiz a outra: “não sei nada” = sei algo; “não vi ninguém” = vi alguém.

Também são comuns, corretas e igualmente ilógicas negações enfáticas como

“não sei não”, “não vi não”. Para negar sem ênfase, joga-se fora o segundo “não”.

Já o nordestino brasileiro muitas vezes omite o primeiro e diz “sei não”, “vi não”.

De volta à Roma. Daquela expressão rem nata, os portugueses e os espanhóis ficaram com o nata, que originou nada.

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6 Memorando

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

6

Memorando

1 Redação

1.1 Memorando

A comunicação interna utiliza-se de linguagem que se aproxima de níveis informais. Não se devem, portanto, usar preciosismos e tampouco terminologia excessivamente técnica em memorandos (memo), ou CI (Comunicado Interno). Deles devem constar:

RR Para: nome ou cargo do destinatário.

RR De: nome ou cargo do emissor.

RR Assunto ou referência: o título que resume o teor da comunicação.

RR Data.

RR Mensagem.

RR Fecho.

RR Assinatura.

Por se tratar de comunicação rotineira e corriqueira, evita-se explicar siglas e apresentar personagens envolvidos na comunicação.

Quando o memorando é distribuído em diversos departamentos, deve-se evitar colocar apenas as siglas do departamento emissor ou somente o primeiro nome do receptor das cópias. Outros procedimentos desejáveis: evitar chavões, frases feitas, adjetivações inúteis.

Memorando 

123

MEMORANDO

PARA: DEPARTAMENTO

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7 ASPECTOS DA REDAÇÃO TÉCNICA

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF

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Língua Portuguesa • Andrade e Henriques

Como qualquer outra é um instrumento de comunicação que se restringe a determinada área: empresarial e/ou comercial, razão por que tem características próprias.

As qualidades da carta comercial são as seguintes: a) Boa apresentação: exige-se, portanto, ordem, organização e limpeza. b) Clareza: a obscuridade do texto impede a comunicação imediata e dá azo a interpretações que podem levar a desentendimentos e, mesmo, a prejuízos financeiros.

A linguagem há de ser:

1. Simples, evitando-se preocupação com enfeites literários.

2. Atual, isto é, inteligível à época presente.

3. Precisa, a saber, própria, específica, objetiva.

4. Correta, com exata observância das normas gramaticais.

5. Concisa, informando com economia de palavras.

6. Impessoal, com o máximo de objetividade, pois a carta comercial não é lugar adequado para manifestações subjetivas e sentimentais.

Partes da carta comercial a) Cabeçalho ou timbre: com todos os elementos que identifiquem a firma.

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C

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

C

Cachepô

É aquele vaso mais bonito em que você esconde aquele vaso mais feio.

Veio do francês cache-pot, formado de cache, esconde + pot, pote, vaso.

E, para esconder o pescoço, use um cachecol, do francês cachecol, formado de cache, esconde + col, pescoço, colarinho (do latim collu, pescoço).

O verbo francês cacher, esconder, originou o inglês cache, esconderijo (de provisões, alimentos). Cache foi aproveitado pela informática na expressão cache memory, uma área da memória do computador reservada para agilizar a recuperação de dados.

Cadáver

Do latim cadaver, que veio do verbo cadere, cair.

É mais um caso de invencionice engenhosa a explicação de que a palavra latina cadaver teria sido formada das sílabas iniciais da expressão caro data vermibus, carne dada aos vermes.

Cadete

Do francês cadet, o irmão que nasce depois de outro irmão. A palavra veio do gascão (dialeto da Gasconha, sudoeste da França) capdet, chefe, capitão, porque o comandante gascão que vinha servir nas armadas dos reis franceses, no século XV, frequentemente era o segundo filho de uma família nobre.

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9 Regulamento e Estatuto

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

9

Regulamento e Estatuto

1 Redação

1.1 Regulamento

Regulamento é um conjunto de regras ou normas estabelecidas como necessárias a uma organização; é um regimento em que se determina o modo de direção, funcionamento e outras exigências de uma empresa, associação ou entidade, ou de um concurso.

REGULAMENTO INTERNO

DA GAIVOTA CELESTE & IRMÃOS LTDA.

1.  Do Regulamento e de sua aplicação

  1.1  A GAIVOTA CELESTE & IRMÃOS LTDA. institui o presente Regulamento Interno de Trabalho, que contém regras disciplinares que devem regular e orientar o desenvolvimento dos trabalhados de sua atividade comercial e conexas aos contratos de trabalho com seus empregados.

  1.2  Este Regulamento visa ao estabelecimento de uma forma única de disciplina interna, imprescindível ao desenvolvimento de um trabalho profícuo e satisfatório, além de ser elemento de equilíbrio social, benéfico a ambas as partes envolvidas no contrato de trabalho.

  1.3  Para a necessária compreensão e adaptação das regras contidas neste Regulamento, bem como para sua aplicação e cumprimento, a elas estão subordinados todos os que diretamente prestam serviços a esta empresa, podendo ser efetuadas alterações ou introduções por intermédio da Diretoria ou Gerência Administrativa, sem anuência dos empregados, mas com seu conhecimento.

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Parte I - 13 Formulários

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

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Formulários

1 Condições para que uma mensagem se torne informativa

As organizações só se tornam viáveis quando possuem meios apropriados para adquirir informações a respeito de si mesmas e de seu ambiente. E subsistem quando há comunicação interna e externa bem estabelecida. Suas finalidades e seus regulamentos são cumpridos à medida que processos eficazes de comunicação impulsionam-lhes o movimento na direção de metas específicas.

Para que uma mensagem se torne informativa, são necessários alguns requisitos: estar fisicamente ao alcance do receptor; ser compreensível para ele; poder ser por ele comprovada; ser de alguma utilidade para o receptor.

A informação é indispensável ao administrador como base para atingir metas e para que possa descobrir e definir áreas problemáticas que impedem a organização de atingir seus objetivos.

É por meio da informação que o administrador avalia desempenhos individuais ou coletivos, pois a eficiência do trabalho em grupo depende de informações que permitam fazer os ajustamentos necessários.

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17 Sistemas e Métodos de Arquivamento

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

17

Sistemas e Métodos de

Arquivamento

1 Sistema de arquivamento nas empresas

A opinião de que os arquivos são simples depósitos de papéis ou documentos velhos e inúteis, arquivados por mera tradição, apoia-se no fato de que a maioria dos arquivos é mal organizada, mal administrada e, portanto, dificulta a localização imediata das informações desejadas. Mera opinião, pois, em verdade, um arquivo moderno, bem estruturado, é um centro atuante de informações, um instrumento de controle para a atividade administrativa, que auxilia na correta tomada de decisão.

Entretanto, para que isso aconteça, é necessário que se decida sobre o sistema de arquivamento que melhor se ajuste a determinada empresa.

Sistema é um conjunto de princípios interligados, que orienta o que deve ser feito para atingir um fim específico. São três os sistemas de arquivamento: direto, indireto e semi-indireto. o Direto: o arquivo pode ser consultado diretamente, sem necessidade de recorrer a um índice. Nesse sistema, inclui-se, principalmente, o método alfabético de arquivamento e suas variações. o Indireto: o arquivo, nesse caso, depende de um índice para ser consultado. O sistema inclui, em especial, o método numérico de arquivamento e suas variações. o Semi-indireto: o arquivo pode ser consultado sem o auxílio de índices, mas com a utilização de tabelas em forma de cartão. Nesse sistema, há, por exemplo, o método automático, variedade do método alfanumérico.

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22 Citações Diretas e Indiretas: Sistemas de Chamada (A NBR 10520:2002)

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

22

Citações Diretas e Indiretas:

Sistemas de Chamada

(A NBR 10520:2002)

1 Redação

1.1 Introdução

Este capítulo expõe os elementos dos trabalhos acadêmicos, as monografias. Entre elas, citam-se a tese de doutorado, a dissertação de mestrado, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Para a realização de um trabalho acadêmico, além do conhecimento da metodologia científica e de técnicas de pesquisa e redação, é necessário considerar as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Entre elas, sobressaem-se:

RR A NBR 10520:2002 – “Informação e documentação – Citações em documentos – Apresentação”. Essa norma é apresentada neste capítulo.

RR A NBR 14724:2011 – “Informação e documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação”. Essa norma é vista neste capítulo.

RR A NBR 6023:2002 – “Informação e documentação – Referências – Elaboração”. Essa norma, que trata das referências bibliográficas e estabelece regras para compô-las, é vista pormenorizadamente no Capítulo 14.

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3 O LÉXICO

ANDRADE, Maria Margarida de; HENRIQUES, Antonio Grupo Gen PDF

O Léxico

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Vocabulário e Contexto

Léxico e vocabulário são dois termos empregados usualmente com a mesma acepção – conjunto de palavras de uma língua, um autor ou uma obra. Modernamente, distingue-se léxico de vocabulário: léxico é um inventário, teoricamente finito, mas dificilmente mensurável, de todas as palavras realizadas e potenciais de uma língua. Vocabulário refere-se apenas às palavras efetivamente realizadas ou empregadas no discurso.

O Dicionário de linguística (Dubois et al., 1978, p. 364) esclarece que “o termo léxico é reservado à língua, o termo vocabulário ao discurso. (...) O vocabulário de um texto, de um enunciado qualquer da performance é, desde então, apenas uma amostra do léxico do locutor ou, conforme a perspectiva adotada, do léxico da comunidade linguística considerada”.

Deduz-se daí que o vocabulário de um falante é apenas parte do seu léxico, no qual se incluem as palavras conhecidas, mas não empregadas (vocabulário passivo), as que poderiam ser decodificadas pelo contexto e até as que poderiam ser criadas (neologismos).

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23 Normas para a elaboração de referências bibliográficas: a NBR 6023:2002

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

23

Normas para a Elaboração de Referências Bibliográficas: a NBR 6023:2002

A NBR 6023:2002 estabelece os elementos a serem incluídos em referências. Estabelece a ordem dos elementos, bem como as convenções para transcrição e apresentação da informação do documento e outras fontes de informação.

Para a norma citada, referência é o “conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual”.

1.  As referências podem aparecer no rodapé, no final de um texto ou de um capítulo, ou em lista de referências.

2.  As referências são apresentadas alinhadas à esquerda, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo. “Quando aparecem em nota de rodapé, são alinhadas, a partir da segunda linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e sem espaço entre elas” (NBR 6023:2002, nº 6.3).

3.  Os recursos tipográficos de destaque, como bold, itálico, sublinha usados para o título das obras devem ser uniformes em todas as referências de um mesmo documento. Nas obras cujo elemento de entrada é o próprio título, usam-se letras maiúsculas na primeira palavra para elas.

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21 Formação Educacional, Regulamentação da Profissão e Código de Ética

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

21

Formação Educacional,

Regulamentação da Profissão e Código de Ética

1 Formação geral

Nossos tempos são marcados pela necessidade de preparação e estudo constante. Permanecerão empregadas apenas as pessoas que acenam com possibilidades de progresso profissional.

As empresas conhecem hoje o dilema da competitividade. A sobrevivência delas depende da capacidade de seus profissionais, que trabalham em equipe, ajudando-se mutuamente. A secretária funciona não apenas como elo de ligação entre profissionais, mas também como parceira. E a parceria exige sobretudo confiança, objetivos comuns, competência. O executivo necessita de sua ajuda, e ela precisa ser competente para poder auxiliá-lo.

No Brasil, são antigos os cursos de formação de técnicos em secretariado. Com a chegada, porém, das multinacionais e o desenvolvimento do parque industrial brasileiro, foi necessário preparar muito melhor profissionais para o mercado de trabalho.

As secretárias conquistaram, a partir da década de 70, os primeiros cursos de 3º grau de secretariado. Em 30 de setembro de 1985, o Presidente José Sarney assinou a Lei nº 7.377, que regulamentou a profissão. Em 7-7-89, foi publicado no Diário Oficial da

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14 Pesquisa

MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia Grupo Gen PDF

14

Pesquisa

1 Pesquisa geral

O desenvolvimento social, econômico, industrial e cultural de um país depende em muito da pesquisa, já que seu objetivo fundamental é contribuir para a evolução do conhecimento humano em todos os setores da ciência pura, agricultura, literatura ou da tecnologia mais avançada.

O êxito da pesquisa está ligado a vários fatores; entre eles, podem ser destacados: o indagação minuciosa do tema; o capacidade para selecionar o material bibliográfico e documental; o transcrição correta das informações; o anotações claras e objetivas; o desenvolvimento ordenado e lógico dos fatos; o apresentação ordenada e clara das conclusões ou dos resultados alcançados; e o desenvolvimento do processo de pesquisa, em harmonia com os objetivos propostos no projeto.

A pesquisa pressupõe um trabalho rigoroso de levantamento de dados, e certos critérios devem ser seguidos: o percepção do problema; o definição do problema; o formulação de uma hipótese; o seleção do método que será empregado na pesquisa, que poderá variar conforme o caso; o escolha da técnica a ser empregada para compilação e análise dos dados; o busca das provas, propriamente ditas; o conclusões sobre a hipótese formulada originalmente; e o exposição e discussão das conclusões, resultados, medidas propostas, recomendações que devem ser adotadas.

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H

PIMENTA, Reinaldo Grupo Gen PDF

H

Haicai

Do japonês haicai, composto de hai, brincadeira + kai, harmonia, realização.

O haicai é uma forma de poema, de origem japonesa, com apenas três versos.

O primeiro e o terceiro com cinco sílabas e o segundo com sete. Originariamente, falava da natureza ou das estações do ano. Mas os poetas enveredaram por outros temas, porque o que seduz mesmo no haicai é o desafio de expor uma ideia completa em tão exíguo espaço.

O seguinte haicai é de autoria do poeta brasileiro Guilherme de Almeida.

Infância:

Um gosto de amora comida com sol. A vida chamava-se: “Agora.”

Halloween

A tradicional comemoração inglesa e norte-americana se dá na noite de 31 de outubro, véspera de 1o de novembro, dia de Todos os Santos, o que explica a origem da palavra. Halloween é o resultado da junção das palavras all hallows’ even, véspera do dia de Todos os Santos (hallow, em inglês antigo, significa santo).

Antigamente, na Inglaterra, na Escócia e na Irlanda, celebrava-se anualmente a festa celta de Samhain em 31 de outubro, o último dia do ano no calendário dos celtas. Grandes fogueiras eram acesas no alto de montanhas para afastar os maus espíritos porque se acreditava que as almas dos mortos queriam voltar às suas casas e que fantasmas, bruxas, duendes, fadas e demônios de toda espécie ficavam à solta.

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