1045 capítulos
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Medium 9788577802906

1. Introdução

Wentworth, Stuart M. Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO

1

INTRODUÇÃO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Introduzir o conceito de campo elétrico e campo magnético

■ Descrever o espectro eletromagnético

■ Explicar como o eletromagnetismo é fundamental para as comunicações sem fio

■ Fornecer diretivas em relação à precisão numérica e ao tratamento das dimensões

■ Fornecer uma introdução ao uso do MATLAB

■ Revisar os princípios básicos da propagação de onda

■ Descrever a aplicação de fasores para a representação de sinais harmônicos no tempo

Todos nós estamos imersos em campos eletromagnéticos. Eles estão em toda parte, sendo gerados naturalmente (por exemplo, radiação solar e descargas atmosféricas) e por nós mesmos

(por exemplo, estações de rádio, telefones celulares e linhas de potência). Os escritórios, as cozinhas e os automóveis modernos estão repletos de dispositivos que necessitam de eletricidade, sendo que os campos magnéticos estão em ação em qualquer lugar onde um motor elétrico esteja funcionando. A revolução da comunicação sem fio tem no seu cerne o eletromagnetismo: informações de voz e de dados são transmitidas e recebidas por meio de antenas e dispositivos eletrônicos de alta freqüência; componentes que para serem projetados requerem o conhecimento do eletromagnetismo. O estudo do eletromagnetismo é necessário para que se compreenda, inclusive, componentes eletrônicos simples como resistores, capacitores e indutores.

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Medium 9788577804788

17. Trabalho, Calor e a Primeira Lei da Termodinâmica

Knight, Randall Grupo A - Bookman PDF

17 Trabalho, Calor e a Primeira Lei da

Termodinâmica

Esta imagem térmica em cores falsas – uma foto em infravermelho

– mostra onde a energia térmica escapa de uma casa.

᭤ Olhando adiante

Os objetivos do Capítulo 17 são expandir nosso conhecimento sobre energia e discutir a primeira lei da termodinâmica como um enunciado geral da conservação de energia.

Neste capítulo, você aprenderá a:

■ Compreender as transferências de

energia conhecidas como trabalho e calor.

Usar a primeira lei da termodinâmica.

Calcular o trabalho e o calor para processos com gases ideais.

Usar o calor específico e o calor latente em aplicações práticas de calorimetria.

Compreender os processos adiabáticos.

᭣ Em retrospectiva

O material deste capítulo continua o desenvolvimento das idéias sobre a energia do Capítulo 11. Muitos dos exemplos dependem das propriedades dos gases ideais. Revise:

■ Seção 11.4 Trabalho

■ Seção 11.7 e 11.8 Conservação da

energia

■ Seções 16.4–16.6 Mudanças de

fase e gases ideais

A Revolução Industrial foi movida pelo motor a vapor. O calor da queima do car-

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Medium 9788577804610

16 Análise de Variância

Knight, Randall D. Grupo A - Bookman PDF

Capítulo 16

Análise de Variância

OBJETIVO DA ANÁLISE DE VARIÂNCIA

No Capítulo 8 usamos a teoria da amostragem para testar a significância das diferenças entre duas médias amostrais. Consideramos que as duas populações das quais se extraíram as amostras possuíam as mesmas variâncias.

Em muitos casos há necessidade de se testar a significância das diferenças entre três ou mais médias amostrais ou, de forma equivalente, testar a hipótese nula de que as médias amostrais são todas iguais.

Exemplo 1 Suponha que em um experimento agrícola quatro tratamento químicos diferentes produziram safras de trigo de 28, 22, 18 e 24 toneladas (t), respectivamente. Existe uma diferença significativa entre essas médias ou a dispersão observada é devida unicamente ao acaso?

Tais problemas podem ser resolvidos usando uma técnica importante, conhecida como análise de variância, desenvolvida por Fisher. Tal técnica utiliza-se da distribuição F, já abordada no Capítulo 11.

CLASSIFICAÇÃO DE UM CRITÉRIO OU EXPERIMENTOS DE UM FATOR

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Medium 9788521629405

Parte I - 2 Conceitos Básicos

VARGAS, Francisco Javier Triveño; PAGLIONE, Pedro LTC PDF

Vargas — Prova 3 — 13/5/2015 — Maluhy&Co. — página 7

2

Conceitos Básicos

A mecânica clássica e sua descrição newtoniana está baseada na definição das forças envolvidas no movimento de um corpo (ou sistema de partículas) e na resolução de suas respectivas equações de movimento. De fato, quando todas as forças que agem sobre o sistema são conhecidas, as equações de movimento são obtidas por meio da segunda lei de Newton, esteja ela na sua versão linear ou angular (Kupferman, ).

Em sistemas relativamente simples, em que todas as forças são conhecidas antecipadamente, a abordagem newtoniana é favorável. No entanto, nem sempre é possível explicitar todas as forças, como no caso de um pêndulo duplo oscilando em um plano vertical fixo.

Nessas situações, a abordagem newtoniana é inadequada, visto que a composição das forças não é evidente.

Nesse sentido e de forma complementar, a mecânica analítica (Lewis et al., ) surgiu como uma nova formulação matemática para descrever os princípios físicos fundamentais da mecânica clássica. Se, por um lado, a mecânica newtoniana é baseada em aspectos geométricos e vetoriais, tais como a força, a mecânica analítica descreve o movimento por meio de grandezas escalares tais como ângulos, energia etc. Este último conhecido como formalismo lagrangiano, emprega uma grandeza escalar, que para muitos sistemas é definida como a diferença entre a energia cinética e a energia potencial, chamada de lagrangiano do sistema.

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Medium 9788536322483

9. Corantes

Damodaran, Srinivasan Grupo A - Artmed PDF

Corantes

9

Steven J. Schwartz, Joachim H. von Elbe e M. Monica Giusti

CONTEÚDO

9.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2 Pigmentos em tecidos animais e vegetais . . . . .

9.2.1 Compostos heme . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.1.1 Mioglobina/hemoglobina. . . . . .

9.2.1.2 Pigmentos de carnes curadas . . .

9.2.1.3 Estabilidade dos pigmentos da carne . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.1.4 Considerações sobre embalagens. . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.2 Clorofilas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.2.1 Estrutura das clorofilas e derivados . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.2.2 Características físicas. . . . . . . . .

9.2.2.3 Alterações da clorofila . . . . . . . .

9.2.2.4 Perda de cor durante processamento térmico. . . . . . . .

9.2.2.5 Tecnologia de preservação da cor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.3 Carotenoides . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

9.2.3.1 Estruturas dos carotenoides . . . .

9.2.3.2 Ocorrência e distribuição . . . . . .

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Medium 9788521622468

7 - Campos conservativos

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz LTC PDF

7

CAMPOS CONSERVATIVOS

7.1. CAMPO CONSERVATIVO: DEFINIÇÃO

Um campo vetorial F : ⍀ ʚ ޒn Ǟ ޒn denomina-se conservativo se existe um campo escalar diferenciável ␸ : ⍀ Ǟ ޒtal que

ٌ␸ ϭ F em ⍀.

Uma função ␸ : ⍀ Ǟ ޒque satisfaz ቢ denomina-se função potencial de F.

O próximo teorema fornece-nos uma condição necessária (mas não suficiente) para que

→ um campo vetorial F : ⍀ ʚ ޒn Ǟ ޒn (n ϭ 2, 3) seja conservativo.

Teorema. Seja F : ⍀ ʚ ޒn Ǟ ޒn (n ϭ 2, 3) um campo vetorial de classe C1 no

→ → aberto ⍀. Uma condição necessária para F ser conservativo é que rot F ϭ 0 em ⍀.

Demonstração

Suponhamos n ϭ 3 e F ϭ P i ϩ Q j ϩ R k. Supondo F conservativo, existirá

␸ : ⍀ Ǟ ޒtal que

ٌ␸ ϭ F em ⍀ que é equivalente a

007-guii-Vol3

161

06.08.13, 10:50

162

Um Curso de Cálculo — Vol. 3

⎧ Ѩ␸

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Medium 9788521633440

Unidade A | Síntese Básica

LOCK, Robin H.; LOCK, Patti Frazer; MORGAN, Kari Lock; LOCK, Eric F.; LOCK, Dennis F. LTC PDF

UNIDADE A

SÍNTESE BÁSICA

Resumo: Coletando Dados

No Capítulo 1, aprendemos maneiras apropriadas para a coleta de dados. Um conjunto de dados consiste em valores para uma ou mais variáveis que registram ou medem informação para cada um dos casos em uma amostra ou população. Uma variável é, em geral, classificada como categórica, se divide os casos de dados em grupos, ou quantitativa, se mede alguma quantidade numérica.

O que podemos inferir sobre uma população com base nos dados de uma amostra depende do método da coleta destes. Tentamos coletar uma amostra que seja representativa da população e que evite o viés amostral. A maneira mais eficaz de evitar o viés amostral é pela seleção de uma amostra aleatória. Também tentamos evitar outras possíveis fontes de viés, considerando coisas como o fraseado de uma questão. A chave é sempre pensar cuidadosamente se o método usado para a coleta de dados pode introduzir algum viés.

Dados coletados para a análise de uma relação entre variáveis podem ser provenientes de um estudo observacional ou de experimento aleatorizado. Em um estudo observacional, precisamos estar atentos às variáveis de confundimento. Um experimento aleatorizado nos permite evitar variáveis de confundimento pela manipulação ativa das variáveis. O manuseio de diferentes grupos de tratamento em um experimento deve ser tão semelhante, quanto possível, com o uso do cegamento (duplo-cego ou simples) e de um tratamento placebo, quando apropriado.

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Medium 9788577809264

9 funções

Safier, Fred Grupo A - Bookman PDF

Capítulo 9

Funções

DEFINIÇÃO DE FUNÇÃO

Uma função f de um conjunto D em um conjunto E é uma regra ou correspondência que associa a cada elemento x do conjunto D exatamente um elemento y do conjunto E. O conjunto D é dito o domínio da função. O elemento y de E é chamado de imagem de x por f, ou o valor de f em x, e é representado por f(x). O subconjunto R de E formado por todas as imagens de elementos de D é conhecido como a imagem da função. Os elementos do domínio D e da imagem R são referidos como os valores de entrada e saída, respectivamente.

Exemplo 9.1 Seja D o conjunto de todas as palavras em português com menos de 20 letras. Seja f a regra que associa a cada palavra o número de ocorrências de letras na mesma. Então, E pode ser o conjunto de todos os inteiros (ou algum conjunto maior); R é o conjunto {x ⑀ NԽ1 Յ x Յ 20}. f associa à palavra “comer” o número 5; isso seria escrito como f (comer) ϭ 5. Além disso, f (a) ϭ 1 e f (materiais) ϭ 9.

Observe que a função associa uma única imagem para cada elemento de seu domínio; no entanto, mais de um elemento pode ser associado à mesma imagem.

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Medium 9788521622444

Apêndice 3 - Demonstrações do teorema da Seção 6.1 e da Propriedade (7) da Seção 2.2

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz LTC PDF

Apêndice

3

DEMONSTRAÇÕES DO TEOREMA

DA SEÇÃO 6.1 E DA

PROPRIEDADE (7) DA SEÇÃO 2.2

A3.1. DEMONSTRAÇÃO DO TEOREMA DA SEÇÃO 6.1

Lema 1. Seja a Ͼ 1 um real dado. Então para todo ⑀ Ͼ 0, existe um natural n tal que

1

a n Ϫ 1 Ͻ ⑀.

Demonstração

Pelo binômio de Newton (veja Seção 17.2), para todo natural n у 1

(1 ϩ ⑀)n у 1 ϩ n⑀. a Ϫ 1⎞

Tomando-se n tal que 1 ϩ n⑀ Ͼ a ⎛ basta que n Ͼ resulta

⑀ ⎠

(1 ϩ ⑀)n Ͼ a ou

1

1ϩ ⑀ Ͼ a n

1

e, portanto, a n Ϫ 1 Ͻ ⑀.

AP03 guii

515

᭿

10.05.13, 16:27

516

Um Curso de Cálculo — Vol. 1

Lema 2. Sejam a Ͼ 1 e x dois reais dados. Então, para todo ⑀ Ͼ 0, existem racionais r e s, com r Ͻ x Ͻ s, tais que as Ϫ ar Ͻ ⑀.

Demonstração

Inicialmente, tomemos um t Ͼ x, t racional; assim, para todo racional r Ͻ x, ar Ͻ at, pois, estamos supondo a Ͼ 1. Temos as Ϫ ar ϭ ar (as Ϫ r Ϫ 1).

Pelo lema 1, existe um natural n tal que

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Medium 9788521634034

0 - Pré-requisitos e Revisão

YOUNG, Cynthia Y. LTC PDF

0

Pré-requisitos e

Revisão

Garry Wade/Taxi/Getty Images

Getty Images/Blend Images/Getty Images

V

ocê conseguiria caminhar como um equilibrista em cima de uma corda bamba? A maioria das pessoas provavelmente diria não, pois a base de apoio é instável. Você conseguiria caminhar como um equilibrista ao longo de uma viga (com

10 cm de largura)? A maioria das pessoas provavelmente diria sim — embora para alguns de nós isso ainda seja um desafio. Pense neste capítulo como uma base para sua caminhada. Quanto mais sólida for sua base agora, mais exitosa será sua caminhada pela Álgebra na Universidade.

A finalidade deste capítulo é rever conceitos e habilidades que você já aprendeu em um curso anterior. A matemática é um assunto cumulativo que requer uma fundação sólida para prosseguir no próximo nível. Use este capítulo para reafirmar sua base de conhecimento atual antes de mergulhar no curso.

Pré-requisitos e Revisão  3

NESTE CAPÍTULO serão discutidos números reais, expoentes inteiros e notação científica, seguidos por expoentes racionais e radicais.

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Medium 9788536300924

Capítulo 15 - Distribuição qui-quadrado

Callegari-Jacques, Sidia Grupo A - Artmed PDF

15

Distribuição qui-quadrado

N

os exemplos analisados no capítulo anterior, as variáveis estudadas eram dicotômicas, compreendendo apenas dois estados ou categorias. Um número grande de variáveis qualitativas, no entanto, é politômica, como a situação de um paciente após um tratamento (melhora, piora, sem alteração), os conceitos após uma avaliação (A, B, C, D), os tipos no sistema sangüíneo ABO. Tais variáveis não podem ser tratadas pelos métodos de análise vistos, a não ser transformando-as em dicotômicas por reunião de categorias, havendo, nesse caso, perda de informação. Karl Pearson, em 1899, desenvolveu uma técnica estatística mais geral, adequada para variáveis qualitativas com duas ou mais categorias, denominada teste qui-quadrado (c2). Com essa técnica podem ser resolvidos vários problemas, entre eles os seguintes:

(1) Verificar se uma distribuição observada de dados ajusta-se a uma distribuição esperada (teórica): o teste é chamado teste c2 de aderência ou de ajustamento;

(2) Comparar duas ou mais populações com relação a uma variável categórica: o teste denomina-se teste c2 de comparação de proporções (ou, teste c2 de heterogeneidade entre populações);

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Medium 9788521622444

Respostas, Sugestões ou Soluções

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz LTC PDF

RESPOSTAS, SUGESTÕES

OU SOLUÇÕES

CAPÍTULO 1

1.2

3

2

1.

a) x Ͻ

b) x Ͻ Ϫ2

2.

a) 3x Ϫ 1 Ͼ 0 para x Ͼ

c) x р Ϫ

4

3

d) x у 1

e) x Ͻ

1

3

f) x р 1

1

1

1

; 3x Ϫ 1 Ͻ 0 para x Ͻ ; 3x Ϫ 1 ϭ 0 para x ϭ

3

3

3

b) 3 Ϫ x Ͼ 0 para x Ͻ 3; 3 Ϫ x Ͻ 0 para x Ͼ 3; 3Ϫ x ϭ 0 para x ϭ 3 c) 2 Ϫ 3x Ͼ 0 para x Ͻ

2

2

2

; 2 Ϫ 3x Ͻ 0 para x Ͼ ; 2 Ϫ 3x ϭ 0 para x ϭ

3

3

3

1

1

1 d) 5x ϩ 1 Ͼ 0 para x Ͼ Ϫ ; 5x ϩ 1 Ͻ 0 para x Ͻ Ϫ ; 5x ϩ 1 ϭ 0 para x ϭ Ϫ

5

5

5 e)

x Ϫ1 x Ϫ1 x Ϫ1

Ͼ 0 para x Ͻ 1 ou x Ͼ 2;

Ͻ 0 para 1 Ͻ x Ͻ 2;

ϭ 0 para xϪ2 xϪ2 xϪ2 x ϭ 1. A expressão não está definida para x ϭ 2

1 ou x Ͼ 2; (2x ϩ 1) (x Ϫ 2) Ͻ 0 para

2

1

1

Ϫ Ͻ x Ͻ 2; (2x ϩ 1) (x Ϫ 2) ϭ 0 para x ϭ Ϫ ou x ϭ 2

2

2

2

2 2 Ϫ 3x

2 Ϫ 3x g)

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Medium 9788521622451

Respostas, Sugestões ou Soluções

GUIDORIZZI, Hamilton Luiz LTC PDF

RESPOSTAS, SUGESTÕES

OU SOLUÇÕES

CAPÍTULO 1

1.2 a) Sim, pois, é contínua. b) Sim, pois, é contínua. c) Sim, pois, é limitada e descontínua apenas em x ϭ 1. d) Sim, pois, é contínua em [0, 1]. e) Sim, pois, é limitada e descontínua apenas em x ϭ 0.

2⎤

.

π ⎥⎦ g) Sim, pois, é limitada e descontínua apenas em x ϭ 0.

⎡ f) Não, pois, não é limitada em 0,

⎢⎣

h) Não, pois, não é limitada em [Ϫ1, 1].

CAPÍTULO 2

2.1

1. a) 2 ϩ ln 2

2. a)

b)

Untitled-3

x

∫0

x3

3

b)

⎪ f (t ) dt ϭ ⎨

ϩ

1

3

11

3

c)

x

se 0 р x р 1

∫0 1 dt x

1

∫0 1 dt ϩ ∫1 0 dt

se Ϫ 1 р x р 1, 2 x Ϫ

422

se x Ͼ 1

4

3

1 ln 5

2

ϭ

x se 0 р x р 1

1 se x Ͼ 1

{

se x Ͼ 1.

10.05.12, 12:58

d) 1

Respostas, Sugestões ou Soluções

c)

x

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Medium 9788577802906

10. Engenharia de microondas

Wentworth, Stuart M. Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO

10

ENGENHARIA DE MICROONDAS

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Introduzir equações de projeto e análise para linhas de transmissão de microfita

■ Descrever os componentes de microondas de um circuito transceptor

■ Projetar redes de casamento de impedâncias utilizando elementos concentrados

■ Introduzir parâmetros de espalhamento para descrever redes multiportas

■ Discutir componentes comuns de circuito de microondas como circuladores, combinadores, acopladores, filtros e amplificadores

As microondas são consideradas como a parte do espectro eletromagnético entre 300 MHz a

300 GHz, apesar de grande parte da engenharia de microondas utilizar a faixa de 1 a 40 GHz.

A Tabela 10.1 destaca as faixas de maior interesse. As microondas são empregadas em diversas aplicações incluindo fornos de microondas, comunicações sem fio e radar. Os fornos de microondas possuem tubos de magnetron de 500 a 1500 W que fornecem a radiação de 2,45

GHz. Em comunicações sem fio, uma larga faixa de freqüências pode ser transmitida sem a atenuação severa encontrada em freqüências ópticas, por exemplo, a partir das nuvens. Para o radar, feixes de microondas podem ser focados para rastreamento de alvos.

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Medium 9788577804610

1 Variáveis e Gráficos

Knight, Randall D. Grupo A - Bookman PDF

Capítulo 1

Variáveis e Gráficos

ESTATÍSTICA

A estatística está relacionada aos métodos científicos para coleta, organização, resumo, apresentação e análise de dados, bem como à obtenção de conclusões válidas e à tomada de decisões razoáveis baseadas em tais análises.

Em sentido mais restrito, o termo estatística é usado para designar os próprios dados ou números deles derivados como, por exemplo, as médias. Assim falamos em estatística de empregos, de acidentes, etc.

POPULAÇÃO E AMOSTRA. ESTATÍSTICA INDUTIVA E DESCRITIVA

Ao coletar os dados referentes às características de um grupo de indivíduos ou objetos, tais como as alturas e pesos dos estudantes de uma universidade ou os números de parafusos defeituosos ou não produzidos por uma fábrica em um determinado dia, é muitas vezes impossível ou impraticável observar todo o grupo, especialmente se for muito grande. Em vez de examinar todo o grupo, denominado população ou universo, examina-se uma pequena parte denominada amostra.

Uma população pode ser finita ou infinita. Por exemplo, a população construída por todos os parafusos produzidos numa fábrica num determinado dia é finita, enquanto a população constituída de todos os resultados (cara ou coroa) em sucessivos lances de uma moeda é infinita.

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