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Medium 9788527728775

12 Estética em Odontologia

SILVA, Adriana Fernandes da; LUND, Rafael Guerra Santos PDF

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Estética em Odontologia

Lisia Lorea Valente ■ Patrícia dos Santos Jardim

Introdução

Atualmente, é cada vez mais constante a busca pelo sorriso perfeito. Por esse motivo, a estética, na odontologia, faz com que o profissional procure atualizar-se para executar novos procedimentos e técnicas. Os pacientes não mais aceitam dentes escurecidos e manchados, restaurações inadequadas, diastemas e sorriso gengival. A odontologia restauradora atual vive um dos melhores momentos, e a interação profissional–paciente tem constantemente se aprimorado.

Por meio de diferentes técnicas e materiais restauradores, a reprodução, ou mimetização, das características dos dentes naturais sempre foi um dos grandes desafios do cirurgião-dentista. Os esforços para atingir padrões adequados de perfeita reprodução dentária residem “simplesmente” em devolver a aparência natural aos dentes. Obter um “sorriso de novela” tem se tornado uma exigência entre jovens e adultos. No decorrer deste capítulo, estudaremos os requisitos necessários para alcançar a excelência de um sorriso considerado esteticamente ideal (Figura 12.1).

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Medium 9788527723978

16 Dor Pélvica e Dismenorreia

BEREK, Jonathan S. (ed.) Guanabara Koogan PDF

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Dor Pélvica e Dismenorreia

Andrea J. Rapkin

Leena Nathan

A dor pélvica aguda tem início rápido, muitas vezes associado à instabilidade dos sinais vitais e a anormalidades tanto ao exame físico quanto à avaliação laboratorial. O diagnóstico errado pode acarretar considerável morbidade e até mesmo mortalidade.

A avaliação em tempo hábil e completa, orientada por sistemas (reprodutivo, gastrintestinal, urinário) e patologia garante o diagnóstico e o tratamento eficaz de infecção, obstrução, isquemia (torção), extravasamento de substância irritante (ruptura de víscera ou cisto), neoplasia ou dor relacionada com a gravidez.

A dor pélvica crônica (DPC) é um distúrbio multifacetado, caracterizado por alterações no processamento de sinais aferentes nos órgãos pélvicos, nos tecidos somáticos adjacentes, na medula espinal e no encéfalo. As inervações toracolombar e sacral em comum das estruturas pélvicas e o aumento do processamento de impulsos neurais no sistema nervoso central (SNC) são responsáveis pela multiplicidade de sintomas somáticos e psicológicos presentes nas mulheres que sofrem de DPC.

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Medium 9788527723299

54 - Exame Clínico

Porto, Celmo Celeno Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

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Exame Clínico

Edvaldo de Paula e Silva e Yosio Nagato

CC

Introdução

O exame clínico das artérias compreende a anam­ne­se e o exame físico com algumas manobras especiais.

CC

Anamnese

Algumas enfermidades vascula­res se manifestam prefe‑ rencialmente em um dos sexos. A tromboangiite obliterante, por exemplo, acomete os homens em uma proporção de

9:1, com relação às mulheres. Já a doen­ça de Takayasu apa‑ rece principalmente nas mulheres, assim como as varizes e as afecções vasoespásticas, como a doen­ça de Raynaud e o livedo re­ticular.

A idade é um elemento importante no raciocínio diagnós‑ tico, pois as vasculopatias têm suas faixas etárias preferenciais.

Exemplos: a tromboangiite obliterante, a doen­ça de Takayasu e as doen­ças vasoespásticas costumam aparecer até os 40 anos; a aterosclerose surge após os 40 ou 50 anos; e a arterite tem‑ poral é mais comum em pessoas acima de 60 anos de idade.

Um acidente v­ ascular cerebral em paciente jovem sugere sempre ruptura de aneurisma congênito, enquanto, em uma pessoa idosa, é mais provável que se trate de trombose ou embolia, em virtude de comprometimento aterosclerótico das artérias.

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Medium 9788581142944

10 - Aspectos histológicos y ecográficos de los principales productos en las reacciones adversas

SANDOVAL, Maria Helena; AYRES, Eloisa AC Farmacêutica PDF

Aspectos histológicos y ecográficos de los principales productos en las reacciones adversas

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10.1

Aspectos histológicos de las reacciones adversas a los principales rellenos

Nilceo Schwery Michalany

Meire Brasil Parada

Introducción

El aumento del uso de sustancias exógenas para procedimientos cosméticos y reconstructivos está directamente relacionado con los relatos de reacciones adversas cutáneas a varios de estos agentes.

Diversas técnicas para rejuvenecimiento han surgido en las últimas décadas, entre ellas el uso de inyectables con diferentes agentes de relleno, utilizados para el tratamiento de arrugas, aumento de tejidos blandos, corrección de cicatrices de acné o cicatrices atróficas en diferentes

áreas del cuerpo, con predominio del rostro. Estos procedimientos forman parte de la práctica diaria de la mayoría de los dermatólogos y cirujanos plásticos.

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Medium 9788577260546

5. Interven ções psicológicas

Von Roenn, Jamie H. Grupo A - AMGH PDF

Intervenções psicológicas

5

Dennis C. Turk, PhD, Tasha Burwinkle, PsyD, PhD e Kati Thieme, PhD

M

N

tempo em que o retorno ao trabalho e a obtenção de sua renda plena tornam-se cada vez menos prováveis, acumulam-se as contas de assistência médica acarretadas pelos tratamentos mal-sucedidos. Essa experiência no “limbo médico” — a existência de uma condição dolorosa que não pode ser diagnosticada e traz, por um lado, a implicação de uma etiologia psiquiátrica ou fingimento ou, por outro, de uma doença potencialmente fatal — é uma causa intrínseca de estresse, que pode desencadear sofrimento psicológico ou agravar uma condição psiquiátrica pré-mórbida.

Os indivíduos portadores de um distúrbio doloroso crônico vivem em um mundo complexo e dispendioso formado não apenas pelo grande número de outros sofredores, como também por seus familiares, profissionais de saúde, empregadores e financiadores da terceira parte. Os membros da família sentem-se cada vez mais desesperançados e angustiados à medida que os custos de assistência médica, as limitações físicas e o sofrimento emocional aumentam, ao mesmo tempo em que a renda e as opções terapêuticas disponíveis diminuem. Os profissionais de saúde sentem-se cada vez mais frustrados à proporção que as opções de tratamento clínico disponíveis se esgotam e o distúrbio doloroso piora. Os empregadores, que já se ressentem dos custos crescentes das indenizações aos trabalhadores, arcam com custos maiores na medida em que a produtividade cai, porque os empregados ficam doentes com freqüência ou não conseguem ter um desempenho em seu nível habitual. Os pagadores da terceira parte vêem crescerem os gastos com assistência à saúde gerados por exames diagnósticos repetidos para o mesmo problema de dor crônica. Enquanto isso, a legitimidade das queixas de dor do paciente pode ser colocada em dúvida, porque geralmente não é possível encontrar uma etiologia clínica que substancie suas queixas.

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Medium 9788527731836

18 - Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

FREITAS, Elizabete Viana de; MOHALLEM, Kalil Lays; GAMARSKI, Roberto; PEREIRA, Silvia Regina Mendes (eds.) Guanabara Koogan PDF

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Doença Pulmonar

Obstrutiva Crônica

Adriana Carvalho | Ronaldo Nascentes

Introdução

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma doença respiratória crônica e progressiva, com efeitos extrapulmonares significativos, caracterizada por redução do fluxo aéreo expiratório não completamente reversível. A limitação do fluxo aéreo é em geral progressiva e associada a uma resposta inflamatória anormal do pulmão a gases ou partículas tóxicas.1,2 A limitação crônica do fluxo aéreo é causada por bronquiolite obstrutiva e por aumento do colapso bronquiolar em decorrência da redução da força de retração elástica pulmonar secundária à destruição total ou parcial dos septos alveolares (enfisema).

Em termos didáticos, a DPOC é dividida em enfisema pulmonar e bronquite crônica, que geralmente coexistem em um mesmo paciente. O enfisema pulmonar é caracterizado pela destruição e pelo alargamento dos espaços aéreos distais ao bronquíolo terminal sem fibrose evidente, porém com consequente perda da arquitetura normal. A bronquite crônica é clinicamente definida pela ocorrência de tosse produtiva, por pelo menos 3 meses ao ano, por 2 anos consecutivos, excluindo-se outras causas possíveis, como bronquiectasias, tuberculose, fibrose cística e insuficiência cardíaca.3

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Medium 9788527729451

37 - Manejo do Gato Idoso

LITTLE, Susan E. Roca PDF

C A P Í T U L O

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Manejo do Gato Idoso

Susan E. Little

Resumo do capítulo

Impacto do envelhecimento, 1121

Cuidados para o bem-estar de gatos idosos, 1122

O envelhecimento, ou senescência, é um processo biológico complexo nem sempre fácil de definir. Essencialmente, está relacionado com o aumento do dano e a perda de funções que ocorre ao longo do tempo, tanto no nível celular quanto no organismo inteiro. Muitas alterações ligadas à idade são administráveis a fim de manter a qualidade de vida. Assim, as doenças relacionadas com a idade podem ser administráveis ou curáveis. Na medicina humana, as disciplinas geriatria (estudo das doenças do idoso) e gerontologia (estudo dos aspectos sociais, psicológicos e biológicos do envelhecimento) estão bem estabelecidas.

Esse foco sobre as necessidades exclusivas de indivíduos idosos está se tornando mais importante na medicina veterinária também.

De acordo com dados publicados mais recentemente, cerca de um terço das moradias norte-americanas e canadenses têm, no mínimo, um gato.40,44 Conforme a maioria dos veterinários observa, muitos são gatos idosos. Por exemplo, uma pesquisa canadense realizada em 2008 descobriu que 35% dos gatos com proprietário tinham mais de 8 anos de vida.40 Nos EUA e no Reino Unido, os gatos idosos também somam provavelmente, no mínimo,

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Medium 9788527726559

CAPÍTULO 18 – Distúrbio Vocal Infantil

MARCHESAN, Irene Queiroz; JUSTINO, Hilton; TOMÉ, Marileda Cattelan Roca PDF

Capítulo 1 8

Distúrbio Vocal Infantil

A n d ré a A l v e s M a i a

Marcia Simões-Zenari

Introdução

O distúrbio vocal é comum na infância e pode resultar da alteração no padrão de vibração das pregas vocais, ressonância e/ou da articulação, ou seja, de uma fisiologia vocal modificada. Esta leva a uma desarmonia entre qualidade vocal, idade, gênero e função de transmissão da mensagem verbal e emocional da comunicação1.

Pesquisas que analisaram amostras de alunos de escolas de financiamento público brasileira encontraram ocorrência de alteração vocal entre 11,4 e 37,14%2-4.

Na infância, a laringe não pode ser considerada uma miniatura da laringe adulta, pois há diferenças morfológicas, histológicas e topográficas5. A criança apresenta pregas vocais relativamente espessas em relação ao seu curto comprimento, com camadas da lâmina própria não completamente diferenciadas6 e com comprimento igual entre os sexos7. Outro aspecto importante está na porção membranosa das pregas vocais, que apresenta uma estrutura frouxa e uniforme da lâmina própria, deixando-a mais suscetível a edemas6.

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Medium 9788527719285

Capítulo 9 - Referências Bibliográficas

Pereira, Mauricio Gomes Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

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Referências

Bibliográficas

Seria útil que o leitor fosse mais particularmente informado.

René Descartes, 1596-1650, filósofo francês.

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Para que servem as referências bibliográficas, 132

Literatura convencional, 132

Literatura não convencional (ou cinzenta), 132

Seleção das referências para compor o artigo, 132

Relevância da referência, 134

Acessibilidade da referência, 134

Atualidade da referência, 134

Tipos de citação, 135

Precaução com as citações, 135

Enfatizar o fato científico ou o cientista, 136

Estilo de citação no texto, 136

Sistema numérico de citação, 137

Sistema autor-data de citação, 138

Citação no texto: considerações adicionais, 139

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Medium 9788536327013

4. EXAMES E AVALIAÇÕES COMPLEMENTARES EM PSIQUIATRIA FORENSE

Taborda, José G. V. Grupo A - Artmed PDF

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EXAMES E AVALIAÇÕES COMPLEMENTARES EM PSIQUIATRIA FORENSE

VINHETA

João da Silva, 84 anos, viúvo, comerciante, grau de instrução secundário completo, preocupado com possíveis brigas entre os descendentes após sua morte, decide fazer um testamento. Divide os bens igualmente entre os três filhos, mas destina o equivalente a 15% de seu patrimônio a uma sobrinha com que sempre teve muita afinidade. Os filhos, tomando conhecimento da decisão do pai, ingressam com ação de interdição e de anulação do testamento.

Ele tem alterações de memória de curto prazo, com pequenos esquecimentos no dia a dia. Entretanto, tem independência na vida cotidiana, locomove-se bem e dirige seu automóvel. Sabe utilizar a internet e maneja sua conta bancária pelo serviço de homebanking. Suas contas regulares são pagas por meio de débito em conta, programado há muito tempo. Conhece seu patrimônio e sabe o valor aproximado de seus bens. Recorda-se com clareza dos fatos de sua vida remota. Contudo, não é raro que não saiba informar o que almoçou no dia anterior ou a que filmes assistiu na televisão. Durante a avaliação pericial, houve a impressão de comprometimento cognitivo leve, o que foi confirmado por testagem solicitada pelo perito. Há, também, sintomas depressivos leves e discreta perturbação do sono. A impressão global, porém,

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Medium 9788563308696

SEÇÃO 5 - FETO E RECÉM-NASCIDO

Cunningham, F. Gary Grupo A - AMGH PDF

CAPÍTULO 28

SEÇÃO 5

O recém-nascido

INÍCIO DA RESPIRAÇÃO PULMONAR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .590

CONDUÇÃO DO NASCIMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .590

MÉTODOS USADOS PARA AVALIAR O ESTADO DO RECÉM-NASCIDO . .594

CUIDADOS PREVENTIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .598

CUIDADOS ROTINEIROS AO RECÉM-NASCIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . .598

Imediatamente após o nascimento, a sobrevida do recémnascido depende de uma transição imediata e adequada para a respiração pulmonar. Os alvéolos repletos de líquidos devem se expandir com o ar, a perfusão deve ser iniciada assim como a troca entre oxigênio e dióxido de carbono.

INÍCIO DA RESPIRAÇÃO PULMONAR

 Estímulos à respiração pulmonar

O recém-nascido começa a inalar e chorar quase imediatamente após nascer, indicando o início da respiração ativa. Entre os fatores que parecem influenciar a primeira inalação de ar estão:

1. A estimulação física, como manusear o recém-nato durante o nascimento.

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Medium 9788527722933

Capítulo 8 - Controle Motor / Dos Programas à Visão Dinâmica

PITHON-CURI, Tania Cristina Guanabara Koogan PDF

Capítulo 8

Controle Motor | Dos

Programas à Visão

Dinâmica

José Angelo Barela e Ana Maria Forti Barela

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Pithon-Curi 08.indd 79

Coordenação e controle da atividade m

­ uscular, 80

Circuitos aberto e fechado, 80

Visão centralista de controle motor, 81

Visão dinâmica de controle motor, 82

Coordenação e controle, 82

Controle motor | Ação e percepção, 84

Resumo, 86

Bibliografia, 87

20.03.13 21:11:58

80

CC

Coordenação e controle da atividade ­muscular

Para a rea­li­zação de qualquer ação motora, é preciso coor­ denar e controlar, entre vários elementos, uma grande quan­ tidade de ­músculos e ar­ticulações para que funcionem apro­ priadamente e em conjunto. Assim, diferentes combinações

­muscula­res são necessárias para rea­li­zar diferentes tarefas motoras. Além das diferentes combinações ­muscula­res, a função dos ­músculos envolvidos na rea­li­zação de determi­ nada tarefa motora depende também do contexto em que o movimento é rea­li­zado. Essas afirmações indicam a comple­ xidade inerente ao controle das ações motoras. O controle de um sistema altamente complexo e dependente do contexto em que as ações motoras são rea­li­zadas somente é possível com flexibilidade e atuação do sistema nervoso, e até o momento não é totalmente entendido. Logo, a questão a ser respondida

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Medium 9788527726665

251 - Materialização da Prova

JERICÓ, Márcia Marques GBK PDF

251

Materialização da Prova

Marcelo Bittencourt Contieri

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Introdução

Todo crime, por mais perfeito que tenha sido, deixa no local impressões que possibilitam ao investigador caracterizar e des‑ cobrir o que aconteceu. Sinais, partículas e outros objetos nor‑ malmente encontrados na cena do crime podem ser chamados de vestígios. Para que recebam o nome de prova, eles devem ter participado de alguma fase do crime (elaboração, efetivação ou conclusão), possibilitando assim proporcionar à Justiça infor‑ mações que esclareçam total ou parcialmente o caso. Por isso, a prova é considerada a alma do processo jurídico.1

JJ

Validade da prova

A prova somente aparecerá em um processo quando requi‑ sitada pelo juiz, quando os fatos revelarem dúvidas sobre a configuração do crime e que sejam de relevância para o jul‑ gamento da causa. Logo, os fatos axiomáticos (intuitivos), notó‑ rios (verdade sabida), presunções legais (decorrentes da pró‑ pria lei) e fatos inúteis não requerem formação de prova, já que são fatos de conhecimento prévio do juiz.2,3 Para que os vestígios sejam considerados provas de um crime, mesmo que o crime tenha sido reconhecido ou admitido pelo criminoso, ele deve ser testado e confirmado por métodos científicos. Ele deve respeitar algumas prerrogativas do direito, como relevân‑ cia, materialidade, credibilidade e competência, e ainda pro‑ vocar a convicção do juiz de que é um elemento pertinente para a resolução do litígio.2–5

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Medium 9788527723299

72 - Doenças da Cavidade Bucal e Anexos

Porto, Celmo Celeno Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

72

Doenças da

Cavidade Bucal e Anexos

Luiz Vieira Pinto

CC

Introdução

Em conse­quência da complexa estrutura da cavidade bucal e seus anexos, são inúmeras as afecções desta parte do sistema digestivo, incluindo alterações do desenvolvimento, processos inflamatórios, neo­pla­sias, manifestações de doen­ças sistêmi‑ cas na mucosa bucal, processos degenerativos e lesões trau‑ máticas.

CC

Alterações do desenvolvimento

Agnatia. Trata‑se de uma alteração congênita extremamente rara, caracterizada pela ausência de uma das maxilas ou da mandíbula.

CC Micrognatia. É a hipoplasia da mandíbula ou do maxilar supe‑ rior. Na síndrome de Pierre‑Robin, está associada à fenda pa‑ latina e à glossoptose. Pode ser congênita ou adquirida; o tipo adquirido é de origem pós‑natal, sendo, em geral, resultante de distúrbio da ar­ticulação temporomandibular.

CC Macrognatia. Significa maxilares grandes. Pode acometer am‑ bos os maxilares ou, com mais fre­quência, apenas um; é possí‑ vel associá‑la à acromegalia e à doen­ça de Paget.

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Medium 9788527726665

83 - Erliquioses

JERICÓ, Márcia Marques GBK PDF

83

Erliquioses

Daniel Moura de Aguiar

JJ

Definição, sinonímia

As erliquioses são doen­ças infecciosas transmitidas por carrapatos, que acometem mamíferos domésticos e selva‑ gens, e são causadas por bactérias dos gêneros Ehrlichia e

Anaplasma. No Brasil, a principal espécie é a Ehrlichia canis, responsável pela erliquiose monocítica canina (EMC), impor‑ tante infecção de cães caracterizada como doen­ça de sinto‑ matologia complexa, a qual varia na intensidade de acordo com a fase clínica da doen­ça, que pode ser aguda, subclínica

(assintomática) e crônica. As apresentações clínicas envolvem sangramentos por mucosas, febre e linfadenopatia. A doen­ça já foi conhecida por pancitopenia tropical canina, riquetsiose canina, febre hemorrágica canina, doen­ça do cão farejador, tifo canino e doen­ça de Nairóbi.1

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Epidemiologia

No Brasil, o primeiro relato da infecção foi feito por Costa et al., em 1973, na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. A transmissão da doen­ça é rea­li­zada pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus, que tem sido apontado como principal fator de risco para a EMC.2 As condições climáticas brasileiras são

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