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Medium 9788527730099

Capítulo 6 | Tecido Conjuntivo | Células e Matriz

ABRAHAMSOHN, Paulo Grupo Gen PDF

Capítulo 6

Tecido Conjuntivo |

Células e Matriz

Principais tópicos abordados neste capítulo

CC

CC

CC

CC

CC

CC

CC

Abrahamsohn 06.indd 69

Conceito, 70

Funções, 70

Tipos de tecido conjuntivo, 70

Matriz extracelular, 71

Matriz extracelular fundamental, 71

Matriz fibrilar do tecido conjuntivo, 72

Células do tecido conjuntivo propriamente dito, 77

CC

CC

CC

CC

CC

CC

CC

Células residentes, 77

Células transientes, 79

Reação inflamatória, 81

Variedades de tecido conjuntivo propriamente dito, 81

Tecido conjuntivo mucoso, 82

Tecido conjuntivo reticular, 82

Tecido conjuntivo elástico, 82

01/07/16 14:09

70

Histologia

Introdução

As principais características do tecido conjuntivo, também chamado tecido conectivo, dizem respeito a sua composição, sua origem embriológica e suas funções.

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Medium 9788527726412

CAPÍTULO 145 – Avaliação do Estudante para Orientar a Formação em Fonoaudiologia

MARCHESAN, Irene Queiroz; JUSTINO, Hilton; TOMÉ, Marileda Cattelan Grupo Gen PDF

Capítulo 145

Avaliação do Estudante para Orientar a

Formação em Fonoaudiologia

Eliana Amaral

Rosangela Curvo Leite Domingues

Introdução

A avaliação do estudante, no percurso de sua formação,

é um elemento essencial do processo ensino-aprendizagem que deve merecer a atenção necessária no planejamento e desenvolvimento dos currículos. A avaliação que se busca é para a aprendizagem e não apenas a da aprendizagem1.

Entende-se que é dever das instituições garantir que ao término do curso de graduação, o estudante tenha atingido as competências esperadas. No entanto, as práticas de avaliação que estão sendo utilizadas enfocam mais frequentemente os aspectos cognitivos que, embora sejam necessários, mostram-se insuficientes.

Eventualmente, outros métodos são aplicados, por exemplo, durante o estágio supervisionado (relatórios, conceito). Contudo, raramente os princípios básicos de qualidade da avaliação são conhecidos e utilizados para tomar decisões sobre o estudante.

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Medium 9788527729895

Parte 4 | Capítulo 22 Tumores Ósseos Malignos II | Tumores Diversos

GREENSPAN, Adam; BELTRAN, Javier Grupo Gen PDF

Capítulo

Capítulo 22  Tumores Ósseos Malignos II   811

22

Tumores Ósseos

Malignos II

Tumores Diversos

Fibrossarcoma e histiocitoma fibroso maligno

Fibrossarcoma e histiocitoma fibroso maligno (HFM) são tumo‑ res fibrogênicos malignos com aspectos histológicos e radiográficos muito semelhantes. Nos casos típicos, esses dois tumores ocorrem entre a 3a e 6a décadas de vida e ambos mostram predileção pelos ossos pélvicos, fêmur, úmero e tíbia (Figura 22.1).

Como não existem diferenças essenciais nos exames de imagem, no comportamento clínico e na taxa de sobrevida dos pacientes com esses tumores, eles são estudados como um grupo único. O fibros‑ sarcoma e o HFM podem ser tumores primários ou secundários a um distúrbio ósseo preexistente, inclusive doença de Paget, displasia fibrosa, infarto ósseo ou fístulas de osteomielite com drenagem crô‑ nica. Esses tumores também podem desenvolver‑se nos ossos que foram irradiados no passado. Essas lesões são conhecidas como fi‑ brossarcomas (ou HFMs) secundários. Em casos raros, o fibrossarcoma pode originar‑se do periósteo (fibrossarcoma periosteal). Alguns au‑ tores sugerem que, nessa localização, essas lesões representam tumo‑ res primários dos tecidos moles que comprimem o osso e invadem o periósteo sobrejacente.

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Medium 9788527732147

Capítulo 6 - Membros Superiores e Inferiores

DUGANI, Sagar; ALFONSI, Jeffrey E.; AGUR, Anne M. R.; DALLEY, Arthur F. Grupo Gen PDF

Membros Superiores e Inferiores

Sebastian Heaven  •  Tri Nyugen  •  Sarah M. Troster  • 

Jeffrey E. Alfonsi  •  Nickolaus Biasutti  •  Marilyn Heng

6

Os membros superiores e inferiores são constituídos por ossos (esqueleto axial), músculos, tendões, ligamentos, nervos e vasos sanguíneos que interagem para produzir movimentos.

Os membros superiores possibilitam a realização de movimentos como preensão, extensão e consecução de tarefas motoras finas. Os membros inferiores são extensões do tronco e dão sustentação ao corpo na posição ortostática e durante a deambulação (Figura 6.1).

Avaliação inicial e investigação

As patologias dos membros superiores ou inferiores podem manifestar-se de várias maneiras, inclusive dor ou incapacidade de realizar um movimento (Tabela 6.1). O reconhecimento dos padrões de sinais/sintomas pode ajudar na localização da patologia em uma região anatômica ou tipo de tecido. Se a dor for o sintoma inicial, é importante caracterizá-la em termos de localização, instalação (aguda ou crônica), fatores aliviadores (p. ex., repouso ou atividade física), fatores agravantes (p. ex., movimento), características (p. ex., aguda, surda ou desconforto), irradiação, intensidade e evolução.

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Medium 9788527727631

Capítulo 6 - Prevenção da Obesidade | Factível ou Utopia?

MANCINI, Marcio C. Grupo Gen PDF

Capítulo 6

Prevenção da Obesidade |

Factível ou Utopia?

Mauro Fisberg, Maria Aparecida Zanetti Passos e Roberta de Lucena Ferretti

O contexto da obesidade

O Brasil e outros paí­ses da América Latina vivenciaram uma rápida transição demográfica, epidemiológica e nutricional. Observou‑se o declínio da desnutrição tanto em crianças como em adultos em um ritmo bem acelerado, aumentando a prevalência de sobrepeso e obe‑ sidade na população brasileira. Muitos estudos que avaliaram estado nutricional dos brasileiros nas últimas décadas demonstraram um comportamento claramente epidêmico do problema. Esse contexto é caracterizado pelas mudanças seculares nos padrões nutricionais, ou seja, modificações na dieta dos in­di­ví­duos, como aumento do con‑ sumo de alimentos ricos em gordura e pobre em fibras, aumento do consumo de doces e bebidas adoçadas, bem como de alimentos ricos em sódio, além de redução de atividade física e adoção de um estilo de vida sedentário.

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Medium 9788527722346

14 - ArticulaçãoTemporomandibular

LIPPERT, Lynn S. Grupo Gen PDF

14

Lippert 14.indd 173

Articulação

Temporomandibular

CC

Estrutura e movimentos da ar­ticulação, 174

CC

Ossos e pontos de referência, 174

CC

Ligamentos e outras estruturas, 177

CC

Mecânica do movimento, 178

CC

Músculos da ATM, 178

CC

Pontos-chave, 183

CC

Autoavaliação, 183

08.11.12 08:55:51

174 

CC

Cinesiologia Clínica e Anatomia

Estrutura e movimentos da ar­ticulação

A ar­ticulação temporomandibular, frequentemente referida como ATM, é uma das ar­ticulações mais utilizadas do corpo. É empregada durante os movimentos de mastigação, deglutição, bocejo, fala e em qualquer outra atividade em que haja movimento da mandíbula. A ATM está localizada anteriormente

à orelha e na extremidade posterossuperior da mandíbula

(Figura 14.1). É a ar­ticulação entre a fossa mandibular do osso temporal, superiormente, e à cabeça da mandíbula, inferiormente. A ATM é uma ar­ticulação sinovial e tem o formato de dobradiça. Como também possibilita algum deslizamento, não

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Medium 9788527718998

8 Segurança em Anestesia

LEVINE, Wilton C. (ed.) Grupo Gen PDF

ParTE II: administração da anestesia

8

Segurança em Anestesia

Sara N. Goldhaber-Fiebert e Jeffrey B. Cooper

I. O RISCO DA ANESTESIA

A. Não Há como Medir com Precisão o Risco Global da Anestesia

1. Dados recentes sugerem que a anestesia contribui para a morte em cerca de 1 por 10.000

anestesias. Essas estimativas são es­peculativas porque é impossível controlar as condições.

2. A mortalidade evitável relacionada com a anestesia em pacientes saudáveis (classes

1 e 2 da American Society of Anesthesiologists) pode ser da ordem de 1 em 100.000.

É maior a probabilidade de eventos adversos em pacientes de maior risco submetidos a intervenções cirúrgicas de complexidade crescente.

3. Muitos outros pacientes têm lesões não fatais graves e que implicam custos elevados, como lesão neurológica permanente.

4. Embora a anestesiologia seja reconhecida como uma especialidade importante no tocante

à segurança do paciente e os desfechos adversos tenham diminuí­do bastante, os riscos da anestesia ainda são substanciais. É preciso manter e reforçar os esforços prévios bemsucedidos para promover a segurança e reduzir mortes e lesões evitáveis.

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Medium 9788527716482

Capítulo 137 - Tratamento Cirúrgico Complementarna Obesidade Mórbida

MÉLEGA, José Marcos; VITERBO, Fausto; MENDES, Flávio Henrique Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 137    Tratamento Cirúrgico Complementar na Obesidade Mórbida

137

1227

Tratamento Cirúrgico Complementar na Obesidade Mórbida

José Humberto Cardoso Resende

XX

INTRODUÇÃO

Antes de determinarmos os métodos ou técnicas a serem utilizados no paciente que procura o Serviço de Cirurgia Plástica, devemos avaliar o seu grau de obesidade, que tipo de emagrecimento foi utilizado, quanto emagreceu, se vamos indicar algum tratamento antes do emagrecimento completo ou com emagrecimento moderado, quando e como atuar cirurgicamente.

Devemos, ainda, avaliar a perda ponderal na formação de coleções fluidas, solicitar um pré-operatório minucioso, com avaliações cardiovasculares e endócrinas apuradas, e executar um planejamento cirúrgico adequado para cada caso. É necessário conscientizar o paciente da necessidade de mais de uma intervenção cirúrgica e solicitar a autorização para a cirurgia, após comunicação prévia ao paciente de todas as intercorrências possíveis. Em decorrência desse tipo de tratamento, informamos ainda sobre o longo tempo necessário para conseguirmos nos aproximar do resultado ideal.

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Medium 9788536327006

13. NEUROIMAGEM ESTRUTURAL E FUNCIONAL NA DOENÇA DE ALZHEIMER

Caixeta, Leonardo Grupo A - Artmed PDF

C

LEONARDO CAIXETA

B R U N O G ALAFASSI G H I N I

MARCELO E. MONTANDON JUNIOR

L U I Z C E L S O H Y G I N O CRUZ J R .

A expectativa de vida nos países desenvolvidos e em desenvolvimento tem aumentado nas últimas décadas. Com isso, as demências em geral e a doença de Alzheimer (DA) em particular vêm progressivamente aumentando sua prevalência e causando um problema não apenas médico, mas também social e econômico, já que constituem a terceira maior causa de gastos com cuidados em saúde, atrás apenas das doenças cardíacas e do câncer (Apostolova; Thompson, 2008). Estima-se que 24 milhões de pessoas no mundo tenham demência, na maioria dos casos, DA

(Ballard et al., 2011). Assim, o interesse na

DA está focado, cada vez mais, no diagnóstico precoce, a fim de iniciar o tratamento antes que ocorram danos neuronais irreversíveis. Entretanto, as alterações patológicas da doença surgem no cérebro anos ou mesmo décadas antes dos primeiros sintomas se apresentarem. Consequentemente, as medições clínicas de prejuízo cognitivo não permitem que a DA seja diagnosticada de modo precoce, pois, nessa fase, ela pode ser assintomática ou muito leve. Dessa forma, faz-se necessário o uso de marcadores bioló-

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Medium 9788527726795

32 Movimento Água e Nutrição dos Rins

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen PDF

32

Movimento Água e

Nutrição dos Rins

O movimento Água é o momento do yin dentro do yin. Segundo

Kaptchuk, “a água representa o estágio máximo de declínio e mudança na direção de uma atividade”.

Trata-se do momento que caracteriza o nascimento e a morte. O caractere que representa o movimento Água sugere uma corrente de

água com seus afluentes nas laterais (Figura 32.1).

A água é o componente principal de rios, lagos e oceanos. Ela também se encontra plenamente no corpo e é fundamental para a vida. Nas estações do ano, a água representa o inverno, quando as

shui

Figura 32.1 Ideograma do movimento Água.

Arantes 032.indd 230

05/11/14 07:51

Capítulo 32

᭿

Movimento Água e Nutrição dos Rins

231

temperaturas caem, trazendo consigo a sensação de término, de fim de ciclo, e a necessidade de recolhimento. Conforme as palavras de

Mole (2007):

A vida fica mais lenta no inverno. Nos dias frios, o céu recebe menos luz,

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Medium 9788536321653

2 Emoções, afetividade e humor

Moreno, Ricardo Alberto Grupo A - Artmed PDF

2

Emoções, afetividade e humor

Ricardo Alberto Moreno

Rodolfo Nunes Campos

Márcio Gerhardt Soeiro de Souza

O organismo humano possui, em seus diferentes órgãos e sistemas biológicos, uma capacidade de reserva que o regula para responder às demandas da vida de forma autônoma. Embora seja grande, essa capacidade de reserva

é limitada, e as demandas podem levar à impossibilidade de correção do desequilíbrio em determinadas circunstâncias, o que é genericamente percebido como estresse. O estresse sinaliza o desequilíbrio e induz o organismo à avaliação de suas causas em nível consciente (por exemplo, por meio da fome ou da sede), promovendo a busca dos fatores necessários para sua correção (no caso, no ambiente externo, comida ou água). Na perspectiva de sobrevivência, a rápida avaliação de sinais do ambiente externo tem sido considerada de extrema importância para a identificação de

Na perspectiva de sobrevivência, potenciais perigos à integridade física, auxia rápida avaliação de sinais do liando a tomada de ações objetivo-orientaambiente externo tem sido condas. Essa forma de sinalização entre o meio siderada de extrema importância para a identificação de poteninterno e o externo é observada desde os priciais perigos à integridade física, mórdios da escala evolutiva, sendo também auxiliando a tomada de ações considerada uma das formas mais primitivas objetivo-orientadas. de comunicação.1

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Medium 9788572888523

29 Restaurações tipo inlay & onlay

BARATIERI, Luiz Narciso et al. Grupo Gen PDF

29

RESTAURAÇÕES TIPO INLAY & ONLAY

Inlay

BARATIERI_29.indd 675

23/04/2013 16:38:50

RESTAURAÇÕES TIPO INLAY & ONLAY | INLAY

Muitas vezes, a escolha definitiva da técnica — di-

tegridade de ambas as cristas marginais (fig. 29.4)

29.4)..

reta ou indireta — e do material restaurador, só é

Além disso, a cavidade é relativamente profunda

possível após a remoção do tecido cariado ou da

e apresenta istmo oclusal igual ou maior do que

restauração insatisfatória, quando já se tem pleno

a metade da distância intercuspídea. Todos estes

conhecimento da quantidade e qualidade da es-

fatores favorecem a indicação de um inlay — res-

trutura dental remanescente. Na presente sequên-

tauração indireta parcial que não engloba cúspi-

cia, temos um pré-molar inferior, com uma lesão

des, porém pode envolver uma ou ambas as faces

cariosa envolvendo a face oclusal e ambas as faces

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Medium 9788527730266

3 - Atendimento Pré-hospitalar

RIBEIRO Jr., Marcelo A. F. Grupo Gen PDF

Atendimento Pré-hospitalar

3

Rodrigo Caselli Belem

INTRODUÇÃO

O trauma, no Brasil, é a terceira causa de morte na população geral e a primeira na faixa etária de

1 a 40 anos de idade. Esse crescimento vem acontecendo ao longo dos anos, e nenhuma ação foi eficiente ainda para reduzir esses números arrasadores. No final dos anos 1970, acidentes e violência foram responsáveis por cerca de 60 mil óbitos, constituindo-se, então, no quarto grupo mais importante de causas de morte. Naquela época, esse número já superava a quantidade de mortos em 7 anos de guerra no Vietnã.

A concentração dos acidentes e da violência é visivelmente mais clara nas áreas urbanas, que acumulam cerca de 75% do total das mortes por causas violentas, com uma correlação direta entre a porcentagem de população urbana nos estados brasileiros e o coeficiente de mortalidade por causas externas por habitante (Figura 3.1). Atualmente, mais de 150 mil pessoas morrem por ano, e o triplo desse número tem sequelas e é incapacitado temporária ou permanentemente.

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Medium 9788527729895

Parte 6 | Capítulo 30 Doenças Endócrinas e Metabólicas Variadas

GREENSPAN, Adam; BELTRAN, Javier Grupo Gen PDF

Capítulo

960   Parte 6  Doenças Endócrinas e Metabólicas

30

Doenças Endócrinas e Metabólicas Variadas

Hiperfosfatasia idiopática familiar

A hiperfosfatasia idiopática familiar, também conhecida como hiperostose cortical deformante juvenil, osteoectasia familiar ou doença de

Paget juvenil, é uma doença autossômica recessiva rara que acomete crianças pequenas, geralmente nos primeiros 18 meses de vida e com predileção marcante pelos descendentes de porto‑riquenhos. A do‑ ença causa deformidades ósseas progressivas. Clinicamente, a doença caracteriza‑se por nanismo, arqueamento doloroso dos membros, fraqueza muscular, anormalidades da marcha, protrusão acetabular, fraturas patológicas, deformidades da coluna vertebral, perdas visual e auditiva, nível sérico alto de fosfatase alcalina e concentração alta da enzima leucina aminopeptidase. Estudos recentes sugeriram que esse distúrbio seja causado por mutações do gene TNFRSF11B, que está localizado no braço longo do cromossomo 8 (8q24), resultando em deficiência de osteoprotegerina (OPG). A OPG é um receptor de citocina, também conhecido como fator inibidor da osteoclastogênese (FIOC), que normalmente suprime a reabsorção óssea, regu‑ lando a atividade dos osteoclastos.

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Medium 9788527724982

25 - Profissionais de Terapia Ocupacional: Competência e Desenvolvimento Profissional

WILLARD, Helen S.; SPACKMAN, Clare S.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell; COHN, Ellen S.; SCHELL, Barbara Grupo Gen PDF

242 PROFISSIONAIS DE TERAPIA OCUPACIONAL: COMPETÊNCIA E DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL

Profissionais de Terapia

Ocupacional:

Competência e

Desenvolvimento

Profissional

PENELOPE MOYERS

Objetivos de Aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

1. Compreender as competências de nível inicial para terapeutas ocupacionais e assistentes de terapia ocupacional.

2. Avaliar as múltiplas variáveis que influenciam a complexidade da capacidade e competência continuadas.

3. Diferenciar os termos competência e capacidade continuadas, ser competente e desenvolvimento profissional.

4. Compreender e aplicar o Modelo Triangular de Capacidade e Competência

Continuadas.

5. Determinar a importância do licenciamento e do credenciamento como aspecto da competência na aceitação da responsabilidade da pessoa por este processo.

6. Ser capaz de desenvolver um programa de aprendizado e selecionar as melhores atividades de aprendizagem para a implantação do programa.

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