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Medium 9788527723473

62 - Exame Clínico

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

62

Exame Clínico

Edvaldo de Paula e Silva e Yosio Nagato

CC

Anamnese

Nos antecedentes pessoais, é importante pesquisar a ocor‑ rência de infecções da pele e do tecido subcutâ­neo (erisipela), de cirurgia ou traumatismo no trajeto dos principais coleto‑ res linfáticos e nas re­giões de agrupamento dos linfonodos.

É necessário esclarecer, também, sobre a possibilidade de tuberculose, blastomicose, cromomicose, doen­ça de Hodgkin e radioterapia. Deve‑se indagar sobre episódios que possam sugerir trombose venosa profunda e conhecer a procedência do paciente (zona endêmica de filariose), suas condições de moradia e de trabalho.

Nos antecedentes familiares, é importante a ocorrência de afecção semelhante à do paciente, pois a moléstia de Milroy

(linfedema congênito) tem incidência familiar.

Os hábitos higiênicos do paciente são essenciais, já que as infecções por fungos e a contaminação por bactérias são mais frequentes em pessoas de condições higiênicas precárias.

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Medium 9788527718462

29 - Tumores e Cistos da Epiderme

ELDER, David E. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

29

Nigel Kirkham

Tumores e Cistos da Epiderme

CLASSIFICAÇÃO DOS TUMORES DA EPIDERME

Os tumores da epiderme podem ser divididos em tumores da superfície epidérmica e tumores dos anexos da epiderme. Em cada um dos dois tipos, podem ocorrer tumores benignos e malignos.

Os tumores benignos, em geral, são caracterizados por (a) uma arquitetura simétrica e um perfil circunscrito; (b) uma tendência a se diferenciar ao longo das linhagens dos tecidos organizados;

(c) uniformidade no aspecto dos núcleos das células tumorais; (d) ordem estrutural no arranjo dos núcleos das células tumorais; (e) restrição na taxa de crescimento; e (f ) ausência de metástases.

Os tumores malignos, em comparação, caracterizam-se por (a) uma arquitetura menos simétrica e um perfil mal circunscrito; (b) um fenótipo va­riá­vel, mas mal diferenciado; (c) atipicidade na aparência dos núcleos das células do tumor, que mostram pleomorfismo, isto é, grande variabilidade de tamanho e forma, e anaplasia, isto é, hiperplasia e hipercromasia; (d) distúrbio estrutural no arranjo dos núcleos das células do tumor com perda de polaridade; (e) crescimento rápido com a presença de mitoses, incluindo mitoses atípicas; e (f ) potencialidade em dar origem a metástases.

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Medium 9788527723763

35 Câncer de Útero

BEREK, Jonathan S. (ed.) Grupo Gen PDF

35

Câncer de Útero

Sean C. Dowdy

Andrea Mariani

John R. Lurain

A maioria dos fatores de risco para o surgimento de carcinoma do endométrio está relacionada com a estimulação estrogênica, prolongada e sem oposição da progesterona.

Na avaliação de uma mulher com sangramento uterino anormal ou suspeita de doença endometrial, a biopsia por aspiração do endométrio realizada no consultório é a primeira etapa da propedêutica aceita.

Os carcinomas de endométrio serosos e de células claras representam menos de 10% dos casos de câncer de endométrio, mas são responsáveis por mais de metade das mortes por esse tipo de câncer.

A maioria das pacientes com câncer de endométrio deve ser submetida a estadiamento cirúrgico, que inclui histerectomia, salpingo-ooforectomia bilateral, linfadenectomia pélvica e para-aórtica e citologia peritoneal. A linfadenectomia pode ser dispensada em pacientes com risco desprezível de disseminação linfática.

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Medium 9788527719247

13 Vírus da Imunodeficiência Humana e Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

FOSTER, Corey; MISTRY, Neville F.; PEDDI, Parvin F.; HARMA, Shivak Grupo Gen PDF

13

Vírus da Imunodeficiência

Humana e Síndrome da

Imunodeficiência Adquirida

Diana Nurutdinova e E. Turner Overton

HIV do Tipo 1

PRINCÍPIOS GERAIS

Definição

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) do tipo 1 é um retrovírus que infecta predominantemente linfócitos com a proteína de superfície CD4, além de correceptores que pertencem à família de receptores (CCR5 ou CXCR4), provocando a síndrome da imunodeficiência adquirida

(AIDS).

Classificação

A classificação do CDC baseia-se na contagem de células CD4 e na existência de sinais e sintomas clínicos associados à AIDS. O diagnóstico de AIDS é realizado com base em uma contagem de células CD4 < 200, percentual de células CD4 < 14% ou o surgimento de uma das 25 condições clínicas que definem a AIDS (MMWR 1992;41(RR-17)).

Epidemiologia

• O HIV do tipo 1 é comum em todo o mundo. Pelas estimativas mais recentes, mais de 33 milhões de pessoas no mundo vivem com HIV ou AIDS, com uma carga de doença significativa na África subsaariana (http://www.who.int/HIV/data/em/index.html).

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Medium 9788527732574

53 - Versão e Extração Podal

MONTENEGRO, Carlos Antonio Barbosa; FILHO, Jorge de Rezende Grupo Gen PDF

53

Versão e

Extração Podal jj jj

Rezendinho - CAP-53.indd 811

Versão podal, 812

Extração podal, 814

04/10/2017 12:16:46

Versão é a mudança da apresentação fundamental em outra, com circundução da coluna vertebral. Os tipos de versão utilizados atualmente são: dd

dd

Versão externa: obtida exclusivamente por manipulação através da parede do útero materno

(ver Capítulo 45)

Versão interna ou podal: praticada com dilatação cervical completa e seguida de extração do feto.

Neste capítulo, será analisada apenas a versão podal seguida de extração.

Versão podal

A versão podal é sempre seguida da extração do feto. Com os progressos da obstetrícia, esta técnica tem se tornado cada vez mais rara; contudo, quando indicada, é ato tocúrgico genuí­no, elegante e completo, demandando destreza, precisão de movimentos e conhecimento exato deste complexo procedimento. A desobediência a seus postulados fundamentais pode criar sérios problemas e culminar na morte do concepto e até da mãe.

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Medium 9788536327709

2. Equipamentos para a massagem esportiva

McGillicuddy, Michael Grupo A - Bookman PDF

30

MICH AEL M c GILLIC U D DY

Perfil da sala de tratamento

As salas de tratamento projetadas para a massagem devem acomodar a mesa de massagem e ter espaço suficiente ao redor dela para permitir que o profissional mantenha uma mecânica corporal adequada. A maior parte das mesas de massagem tem um comprimento de aproximadamente 1,80 m e um apoio para a cabeça de 30 cm, projetado para ser inserido na extremidade da mesa. Enquanto realiza a técnica, o profissional deve ter espaço para se movimentar ao redor da mesa – com ela posicionada no centro da sala, é necessário um espaço adicional de cerca de 1,20 m ao seu redor. Tal espaço permite ao massagista posicionar-se distante o suficiente da mesa para que possa inclinar-se ao realizar os movimentos da massagem, utilizando a melhor mecânica corporal possível. Como resultado, o tamanho mínimo desse tipo de ambiente deve ser de 3 m x 3 m. Se as técnicas forem administradas em uma sala de tratamento grande, com várias mesas, cada uma delas necessitará, em média, de um espaço de 3 m. Como medida de privacidade para os atletas, são utilizadas cortinas ou divisórias para formar áreas individuais.

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Medium 9788527723473

146 - Exame Clínico

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

146

Exame Clínico

Pascoal Martini Simões e José Augusto Machado

em que foi feita biopsia, é imprescindível o conhecimento do resultado histopatológico, pois, a partir dessa informação, é possível:

■■ Dispensar nova biopsia

■■ Ter subsídios para estabelecer uma hipótese diagnóstica

■■ Explicar a presença de cicatriz retrátil, que em outras con­ dições teria significado semiológico diferente

■■ Incluir a paciente no grupo de alto risco para o câncer de mama, se a biopsia revelou a presença de displasia mamária benigna com prevalência de fenômenos hiperplásicos.

CC

O exame clínico, de grande importância no diagnóstico das afecções mamárias, é constituí­do das seguintes fases: anam­ ne­se, inspeção estática e dinâmica, palpação, expressão papilar e exame dos linfonodos axilares e supraclaviculares.

CC

Anamnese

Para o diagnóstico das afecções das mamas, é importante conhecer os antecedentes da paciente, número de partos (pari­ dade), lactação, uso de medicamentos, intervenções cirúrgicas e traumatismos prévios.

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Medium 9788581142517

Capítulo 9 - Lasers e luzes: quais são os benefícios?

NOGUEIRA, Alessandra AC Farmacêutica PDF

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Lasers e luzes: quais são os benefícios?

Neste capítulo, falaremos um pouco das principais tecnologias disponíveis nos consultórios dermatológicos brasileiros para que se possa compreender os benefícios que cada uma pode oferecer.

Laser, em inglês, significa light amplification by stimulated emission of radiation (amplificação da luz por emissão estimulada da radiação), ou seja, emissão de ondas de energia amplificadas sob forma artificial que vão, dependendo do comprimento de onda, atingir determinada área do tecido humano. As interações laser-tecido são bem específicas, diretamente relacionadas com o comprimento de onda de cada laser. Por isso, há um tipo de laser para cada tratamento de pele: laser para depilação, laser para clareamento das manchas, laser para rejuvenescimento etc.

Outra tecnologia muito conhecida, que também emprega luz mas é tecnicamente diferente do laser, é a famosa luz intensa pulsada (LIP). A LIP emite pulsos de luz, mas, ao contrário do laser, não emite a luz em apenas um comprimento de onda. O disparo dos pulsos possui vários comprimentos de onda, o que torna a LIP um tratamento versátil, pois atinge diferentes alvos nos tecidos. O mesmo aparelho pode tratar manchas e lesões vasculares, além de estimular colágeno. Como não trata uma área específica, acaba sendo, em geral, menos efetiva. Contudo, é uma tecnologia muito interessante com resultados excelentes (Figuras 9.1 e 9.2).

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Medium 9788527726597

37 - Bioquímica Clínica dos Peixes e Anfíbios

THRALL, Mary Anna Grupo Gen PDF

37

Bioquímica Clínica dos Peixes e Anfíbios

Terry W. Campbell

Peixes

A avaliação do perfil bioquímico sanguíneo não faz parte do exame clínico de rotina de peixes por causa, mais provavelmente, do custo envolvido e da carência de intervalos de referências de valores normais confiáveis. Como consequência, várias das aná‑ lises bioquímicas do sangue referem‑se às espécies economica‑ mente importantes, como salmonídeos (salmão e truta),

­peixes‑gato (catfish) e ciprinídeos (carpa, peixe‑dourado [goldfish] e koi). Os testes de rotina empregados na avaliação do perfil bio‑ químico sanguíneo de mamíferos parecem úteis ao estudo hema‑ tológico de peixes; no entanto, é difícil interpretar os resultados.

Vários fatores endógenos (ou seja, espécie, idade, estado nutri‑ cional, sexo, condição reprodutiva) e exógenos (i. e., condições ambientais, densidade populacional, período do dia (ciclo circa‑ diano) e método de contenção) influenciam os valores do perfil bioquímico plasmático dos peixes. Ao se estabelecer os interva‑ los de referência para peixes, esses fatores devem ser conside­ rados.

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Medium 9788527731423

17 - Tecnologia dos Alimentos

MUSSOI, Thiago Durand Grupo Gen PDF

Capítulo 17

Tecnologia dos Alimentos

Aline de Oliveira Fogaça

Introdução

A expressão tecnologia dos alimentos refere-se à aplicação da ciência e da engenharia na produção, no processamento, embalagem, distribuição, preparação e utilização dos alimentos.

É a aplicação prática da Ciência e da Engenharia na produção, no processamento, na embalagem, na distribuição e na utilização dos alimentos (Gava, 1998).

A ciência dos alimentos responde aos “por quês?” acerca dos alimentos que ingerimos: por que são nutritivos, ficam impróprios para consumo, podem ser tóxicos e causar doenças, por que têm cores e aromas distintos e, em última análise, por que nos agradam ou não.

A tecnologia dos alimentos mostra qual é o melhor procedimento para se processar e estocar o alimento de maneira segura, como aumentar seu tempo de conservação e como reter suas características originais como cor, sabor e valor nutricional.

A aplicação correta dessa tecnologia pode ser útil na resolução de problemas relacionados com o desenvolvimento de novos produtos, processos ou equipamentos e na seleção de matérias-primas, para se definir e controlar as mudanças fundamentais na composição química ou no estado físico do alimento, assegurando a manutenção do valor nutritivo e a sanidade desse alimento. As bases da tecnologia de alimentos são a química, a biologia, a física, as ciências sociais, a engenharia e a agricultura (Gava, 1998).

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Medium 9788527726795

1 Nutrição Integrativa

ARANTES, Andrea Maciel Grupo Gen PDF

1

Nutrição Integrativa

Vera Salvo

Márcia Regina Donatoni Urbano

Para falar sobre nutrição integrativa, é preciso voltar um pouco no tempo.

Ao longo da história da medicina, diferentes modelos foram utilizados. O modelo biomédico, com uma medicina convencional e atualmente utilizado no Ocidente, apesar de ter oferecido soluções para problemas da saúde, há algumas décadas tem sido fonte crescente de insatisfação. Isso é motivado, em parte, pela superespecialização nas diversas áreas da medicina, fragmentando o ser humano e deixando de lado o olhar integral sobre o indivíduo, o que promove distanciamento entre médico e paciente (Luz et al., 2006).

No final da década de 1990, na tentativa de descrever um novo modelo de saúde que retratasse a integração dos diversos modelos terapêuticos, foi criado o termo “Medicina Integrativa” (MI) (Otani e

Barros, 2011). A MI também é definida como uma abordagem médica orientada para a cura, em que a ausência da doença não é o foco do tratamento, mas, sim, o bem-estar do paciente. O objetivo da MI é abordar a pessoa em sua totalidade (mente, corpo e espírito). Esta medicina não despreza a medicina convencional, mas agrega o melhor desta e da medicina complementar, estabelecendo um caminho de equilíbrio entre os diferentes saberes e experiências existentes (Lima, 2009). Nessa mesma linha de raciocínio, com base na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (2006), recentemente surgiu o curso de pós-graduação em Teorias e Técnicas para Cuidados Integrativos da Universidade Federal de São Paulo

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Medium 9788570064714

4 - MÉTODOS DIAGNÓSTICOS

GOMES, José Álvaro Pereira; ALVES, Milton Ruiz Grupo Gen PDF

4

MÉTODOS DIAGNÓSTICOS

Richard Yudi Hida · Vera Lucia Degaspare Mascaro · Ana Luisa Höfling-Lima

Eiki Goto · Kazuo Tsubota · Rossen M. Hazarbassanov

Rodrigo Corrêa da Costa Oliveira · Alejandro Berra · Tomás Pförtner

Fernando Fuentes Bonthoux · J. Oscar Croxatto · Ruth Miyuki Santo

José Álvaro Pereira Gomes

INTRODUÇÃO

Métodos Diagnósticos

As doenças da superfície ocular constituem um grupo heterogêneo de afecções que apresentam sete tipos de alterações que devem ser observadas pelo examinador:1,2

1) Disfunção do filme lacrimal.

2) Processo inflamatório.

3) Alterações das glândulas responsáveis por manter a estabilidade do filme lacrimal.

4) Alterações da integração neuroanatômica da superfície ocular.

5) Alterações palpebrais.

6) Alterações da membrana basal corneal.

7) Destruição das células germinativas do limbo.

Segundo estudos recentes, a espessura do filme lacrimal pré-corneal normal é de aproximadamente 3 mm.3-5 Acredita-se que o filme lacrimal seja composto por três camadas: a mais externa é a camada lipídica, produzida pelas glândulas de Meibômio, Moll e Zeiss, e tem como função principal reduzir a evaporação da lágrima; a camada aquosa intermediária, a mais espessa, é secretada pelas glândulas lacrimais principal e acessórias e é com-

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Medium 9788527718998

1 Avaliação do Paciente Antes da Anestesia

LEVINE, Wilton C. (ed.) Grupo Gen PDF

ParTE I: avaliação do paciente antes da anestesia

1

Avaliação do Paciente Antes da Anestesia

Alla Tauber e Mary Kraft

I. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Os objetivos da avaliação pré-anestésica são o estabelecimento da relação médico-paciente, a

familiarização com a afecção cirúrgica e os distúrbios clínicos coexistentes, a elaboração da estratégia de gestão dos cuidados anestésicos perioperatórios e a obtenção do consentimento livre e esclarecido para o plano de anestesia. O anestesiologista emite o parecer detalhado por escrito no prontuário do paciente e conclui apresentando as opções anestésicas e os riscos e benefícios associados a elas. As metas gerais da avaliação pré-operatória são reduzir a morbidade e a mortalidade perioperatórias e aliviar a ansiedade do paciente.

II. ANAMNESE

A análise do prontuário seguida por entrevista do paciente permite obter informações relevantes. O prévio conhecimento da história do paciente ao iniciar a entrevista tranquiliza o paciente ansioso. Quando o prontuário não está disponível, pode-se complementar a história relatada pelo paciente com a discussão direta com outros médicos que o assistam. Ainda que a idade do paciente e a Classificação do Estado Físico da American Society of Anesthesiologists (ASA) sejam preditores mais precisos de resultados adversos, o conhecimento das atividades cotidianas do paciente, entre elas o nível máximo de atividade, ajuda a prever o desfecho geral no período perioperatório.

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Medium 9788527728126

Capítulo 86 - Embolizações Terapêuticas em Doenças Vasculares e Não Vasculares

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF

Capítulo 86

Embolizações

Terapêuticas em Doenças

Vasculares e Não

Vasculares

Airton Mota Moreira, Aline Cristine Barbosa Santos,

Rafael Noronha Cavalcante e Francisco César Carnevale

Introdução

O termo “embolização” significa oclusão vascular mediante introdução luminal de corpos estranhos ou tecidos com o intuito de interromper o fluxo sanguíneo mecanicamente, induzir trombose e produzir reação inflamatória.

De modo geral, os agentes podem apresentar ação embo‑ lizante temporária ou permanente, serem particulados, líqui‑ dos, sólidos ou metálicos e apresentarem outras características embolizantes (Quadro 86.1).1

Alguns princípios básicos de embolização devem ser res‑ peitados com o fim de reduzir os riscos e obter o máximo de sucesso técnico, como:

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Muitas séries demonstram o enorme potencial terapêutico oferecido por vários procedimentos que se baseiam na emboliza‑

ção, incluindo procedimentos em diversos segmentos do corpo, como pulmão, fígado, baço, sistema digestório, rins e pelve. Neste capítulo, serão abordados os procedimentos mais comuns para estes segmentos, suas indicações e suas possíveis complicações.

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Medium 9788527719247

Apêndices A, B e C

FOSTER, Corey; MISTRY, Neville F.; PEDDI, Parvin F.; HARMA, Shivak Grupo Gen PDF

Apêndice A

Imunizações e Tratamentos Pós-exposição

Carlos A. Q. Santos e Victoria J. Fraser

C O N D U TA N A R A I VA

• A vacinação pré-exposição está indicada para pessoas de grupos de alto risco, inclusive laboratoristas, veterinários, pessoas que trabalham em biotérios e pet shops e pessoas em viagens internacionais.1

• A dose é de três aplicações de 1 ml de vacina de células diploides humanas (HDCV) ou de vacina purificada produzida em cultura de células de embrião de galinha (PCECV) por via IM (deltoide) nos dias 0, 7 e 21 ou 28.

• Trabalhadores de laboratórios de pesquisa e em produção de vacinas devem ser submetidos a dosagens de anticorpos antirrábicos séricos a cada 6 meses; espeleólogos, veterinários e suas equipes, funcionários de centros de controle de animais e vida selvagem em regiões onde a raiva seja enzoótica e trabalhadores de laboratório que realizem exames complementares para raiva devem ser submetidos a dosagens de anticorpos séricos antirrábicos a cada 2 anos.

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