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Medium 9788527727495

81 - Princípios Básicos de Suporte Nutricional na Unidade de Terapia Intensiva

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF

81

Princípios Básicos de Suporte Nutricional na Unidade de Terapia

Intensiva

Dominic J. Nompleggi

I. Princípios gerais

A. Infelizmente, a desnutrição proteico-calórica grave é comum em pacientes em estado crítico.

B. A melhor estratégia para todos os pacientes com doen­ça grave é providenciar o reconhecimento imediato das medidas apropriadas para evitar a deficiên­cia de substratos e repor os nutrientes deficientes, bem como instituir sem demora o tratamento apropriado.

II. Patogenia

A. O paciente pode estar desnutrido por ocasião da internação ou a desnutrição pode ser uma conse­quência da resposta metabólica às lesões.

B. É difícil avaliar alterações da resposta metabólica.

C. A avaliação inclui análise de parâmetros clínicos, antropométricos, quí­ micos e imunológicos indicativos de alteração da composição corporal.

III. Diagnóstico

A. Avaliação geral.

1. O objetivo da avaliação nutricional é identificar o tipo e o grau de desnutrição a fim de preparar uma abordagem racional para o tratamento.

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Medium 9788527718998

32 Anestesia Fora do Centro Cirúrgico

LEVINE, Wilton C. (ed.) Grupo Gen PDF

32

Anestesia Fora do Centro Cirúrgico

Thomas J. Graetz e John J. A. Marota

I. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Os mesmos princípios e requisitos adotados em relação ao equipamento de anestesia, padrões de monitoramento, preparo do paciente e cuidados pós-anestésicos descritos nos Capítulos 1, 9, 10 e 35, respectivamente, devem ser seguidos com todos os pacientes que necessitam de anestesia geral ou acompanhamento anestesiológico monitorado (AAM) fora do centro cirúrgico.

A. Equipamento Necessário Fora do Centro Cirúrgico

1. O anestesiologista tem de verificar se todos os critérios são atendidos antes de iniciar

a anestesia.

2. O suprimento central de oxigênio e a aspiração são um requisito mínimo: são necessários dois suprimentos independentes de oxigênio e aspiração (uso do paciente e circuito antipoluente) no local da anestesia. Além disso, é obrigatório que haja um cilindro de reserva de oxigênio cheio para cada paciente. Nos locais que não têm

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Medium 9788527731294

Parte 1 - 5 - Emergências Anestésicas e Reanimação

GRIMM, Kurt A.; LAMONT, Leigh A.; TRANQUILLI, William J.; GREENE, Stephen A.; ROBERTSON, Sheilah A. Grupo Gen PDF

5

Emergências Anestésicas e Reanimação

Deborah V. Wilson e André C. Shih

Introdução, 108

Alterações cardiovasculares, 108

Hipotensão, 108

Hemorragia, 108

Arritmias cardíacas, 109

Anafilaxia, 109

Parada cardiopulmonar, 110

Sistema respiratório, 114

Depressão respiratória, 114

Hipóxia, 114

Pneumotórax agudo, 115

Broncospasmo, 115

Volutrauma e barotrauma, 115

Lacerações traqueais, 116

Aspiração pulmonar, 116

Fatores medicamentosos, 116

Introdução

A anestesia é um domínio dinâmico e muito complexo, que requer trabalho intensivo, equipamento oneroso, além de acurácia e atenção aos detalhes para a obtenção de bons desfechos. Erros e litígios judiciais ocorrem com pouca frequência, os eventos catastróficos, em geral, não podem ser previstos e os enganos nem sempre são reversíveis. Fatores humanos fazem parte integrante do domínio da anestesia. Mesmo no caso de cirurgia eletiva em um paciente saudável, há um risco pequeno, mas sempre presente, de lesão, dano cerebral e morte.1−5 A estimativa mais recente da taxa de mortalidade associada à anestesia foi de 0,17% em cães, 0,24% em gatos e 0,39% em coelhos.3 A avaliação e o manejo do risco peroperatório foram discutidos no Capítulo 2.

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Medium 9788536327549

14. A infância: especificidades

De Marco, Mario Alfredo Grupo A - Artmed PDF

14

A infância: especificidades

VERA BLONDINA ZIMMERMANN

CRISTIANE CURI ABUD

ESPECIFICIDADES DO DESENVOLVIMENTO NA INFÂNCIA

A constituição de um ser social

A partir do que recortamos até agora sobre o processo de subjetivação do ser humano, pensamos que fica evidente que desejar ter um filho implica muito mais do que satisfazer nosso narcisismo e prolongar nossa existência por meio deles. Muitas vezes, os pais necessitam abrir mão do próprio prazer e pensar naquilo que é necessário fazer para que seja desenvolvido um outro ser humano, que certamente terá suas diferenças e um dia viverá separado dos pais. Para que isso aconteça, é necessário que eles ajudem os filhos a adquirirem “ferramentas” para enfrentar o mundo, das quais muitas são desenvolvidas na família. Para viver em grupo de forma integrada e produtiva, há que se desenvolver uma dose adequada de sentimento de confiança em relação ao seu semelhante. Piera Aulagnier, psicanalista, discriminou, de forma muito apropriada, dois tipos de desejos dos pais diante do filho: o primeiro seria o desejo de maternidade e o segundo, o desejo de ter um filho.

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Medium 9788541204415

34 Tumores Cutâneos e dos Folículos Pilosos Comuns

RHODES, Karen Helton; WERNER, Alexander H. Grupo Gen PDF

Capítulo

34

Tumores Cutâneos e dos

Folículos Pilosos Comuns

Karen Helton Rhodes

Panorama

As neo­pla­sias epiteliais e dos anexos cutâ­neos são bastante numerosas. Os tumores discutidos neste capítulo são alguns dos mais comuns encontrados na prática clínica e acometem a epiderme, a derme, os folículos pilosos e as estruturas dos anexos cutâ­neos. Neste capítulo, não se pretende fornecer uma lista completa dos tumores que surgem na pele e em seus anexos.

Etiologia e fisiopatologia

��

Carcinoma escamocelular e doen­

ça de

Bowen

�� Neoplasia maligna de queratinócitos

�� A forma benigna, pré-maligna, denominada doen­ça de Bowen é focal a multifocal; mais comum em gatos; histopatologia in situ (as células displásicas não se estendem além da membrana basal epidérmica)

�� Podem ter etiologia viral; o papilomavírus do tipo 16 foi observado no SCC de cabeça e pescoço em seres humanos; o

DNA do papilomavírus foi detectado em 20% dos SCC cutâ­neos e de mucosa caninos e felinos

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Medium 9788527728669

9. Implicações Clínicas no Desenvolvimento das Dentições Decídua e Mista

GUEDES-PINTO, Antonio Carlos Grupo Gen PDF

9

Implicações Clínicas no

Desenvolvimento das

Dentições Decídua e Mista

Antonio Carlos Guedes-Pinto, Luciana Butini Oliveira e Eduardo Guedes-Pinto

Introdução

Sequência de irrupção

Durante o desenvolvimento das dentições decídua e permanente, tem-se como estágio intermediário o desenvolvimento da dentição mista, em geral considerado período crítico, no qual muitos problemas podem surgir e, se não tratados a tempo, implicar, no futuro, sérios distúrbios oclusais. Várias dessas complicações são decorrentes de problemas patológicos propriamente ditos, como anodontia, supranumerários, perdas precoces de dentes, mordidas cruzadas e inúmeros outros que serão analisados detalhadamente ao longo deste livro. Neste capítulo, serão abordados os principais problemas que podem surgir no desenvolvimento da oclusão e suas implicações clínicas, já que essas intercorrências, surgidas no processo de irrupção e desenvolvimento, podem provocar desajustes da oclusão tão ou mais graves que aqueles provocados por doenças características e conhecidas desses quadros.

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Medium 9788541202862

100 | Osteocondrose Canina

BOJRAB, M. Joseph; MONNET, Eric (eds.) Grupo Gen PDF

Osteocondrose Canina

100

Jennifer L. Lansdowne e Curtis W. Probst

A osteocondrose (OC) é um distúrbio que afeta o pro­ cesso de ossificação endocondral em pessoas e em animais em crescimento, incluindo cães, cavalos, por­ cos e galinhas.1 Apesar de as alterações associadas à

OC serem bem descritas, a etiologia e a patogênese ainda não são completamente entendidas. A osteo­ condrose afeta as células das cartilagens fisária e epifisária e pode manifestar-se clinicamente como lesões de osteo­condrite dissecante, fragmentação do processo coronoide (FCP, do inglês fragmentation of the coronoid process) medial da ulna, não união do processo ancô­ neo (NUPA, do inglês ununited anconeal process), retenção dos núcleos cartilaginosos, síndrome de Osgood­

‑Schlatter (OC da tuberosidade tibial), deslizamento da epífise ou ossificação incompleta do côndilo umeral.

Considera-se que todas essas condições tenham uma patogênese similar. A osteo­condrose é uma causa co­ mum de osteo­artrite secundária em pessoas e em animais domésticos. 2 A osteo­c ondrite dissecante (OCD) é a manifestação clínica mais comum da osteo­condrose.

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Medium 9788527727716

9 | Avaliação Nutricional em Diferentes Situações

ROSSI, Luciana; GALANTE, Andrea Polo Grupo Gen PDF

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Avaliação Nutricional em Diferentes Situações

Infância

Recém-nascidos

Maria José Guardia Mattar e Mônica Santiago Galisa

A avaliação nutricional de recém-nascidos (RN), principalmente de prematuros, visa à detecção precoce de crescimento anormal, implicando mudança de terapia no pré-natal e no pós-natal, com o objetivo de reduzir a morbimortalidade neste perío­do.

Avaliar a nutrição do recém-nascido é um mecanismo fundamental tanto no diagnóstico da nutrição intrauterina, como no acompanhamento do crescimento extrauterino, por isso é fundamental estabelecer um roteiro como o sugerido a seguir:

• Anamnese com ênfase nos dados maternos

• Exame físico (corresponde a uma avaliação sumária da nutrição intrauterina)

• Classificação do RN

• Antropometria

• Avaliação da oferta nutricional por meio, basicamente, de balanços de nutrientes, água, proteí­na etc.

• Avaliação laboratorial.1

A classificação do RN poderá ser rea­li­zada segundo a idade gestacional (IG) e/ou o peso ao nascer (PN), conforme os seguintes critérios:

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Medium 9788570066107

Capítulo 21 - Tecendo Saberes sobre Metodologia de Pesquisa

ULTRA, Rogério Brito Grupo Gen PDF

Tecendo Saberes sobre

Metodologia de Pesquisa

21

MÁRCIA ISABEL GENTIL DINIZ

NELLY KAZAN SANCHO CRUZ

O objetivo deste capítulo é auxiliar pesquisadores iniciantes na área de saúde, para a elaboração de projetos de pesquisa e artigos científicos, focalizando os princípios básicos da metodologia de pesquisa científica.

Para iniciarmos tal discussão, julgamos pertinente trazer aqui o significado do termo Pesquisa.

A palavra Pesquisa, em sua definição mais ampla, consiste em procurar em toda a parte aquilo que tem por finalidade a descoberta de novos conhecimentos do domínio científico, literário, artístico etc.

Cabe então aprofundar tal definição, relacionando a importância da pesquisa bibliográfica para qualquer natureza de estudo, pois a mesma contribui e direciona a busca por novos conhecimentos armazenados em formas impressas ou eletrônicas, por meio de um levantamento breve ou exaustivo. É necessário frisar a importância da pesquisa bibliográfica, pois não se deve esperar que o pesquisador aprenda tão-somente aquilo que se conhece hoje sobre determinado assunto, mas deve-se esperar que, ao longo de seus estudos, ele esteja capacitado para absorver o conhecimento “novo” que está se apresentando a todo o momento em vertiginosa velocidade. Nesse sentido, ressaltamos que pesquisar não consiste apenas em obter informações; é preciso que o pesquisador seja capaz de julgar estas informações!

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Medium 9788527718431

22 - Vias da Sensibilidade Especial

MENESES, Murilo S. Grupo Gen PDF

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Vias da Sensibilidade

Especial

Antônio C. H. Marrone, Mauro G. Aquini e Murilo S. Meneses

Olfação

O sistema olfatório, com maior desenvolvimento nos vertebrados superiores, é fundamental para sobrevivência em decorrência da importância do olfato na obtenção dos alimentos, na fuga dos predadores e na atividade sexual. O ser humano, considerado microsmático, não

é incluído entre esses vertebrados tão dependentes do olfato.

O termo “rinencéfalo” é usado, por alguns autores, como sinônimo de todo o sistema olfatório e, por outros, na referência ao paleoencéfalo olfatório.

Receptores olfatórios

A membrana olfatória localiza-se na porção superior e posterior das conchas e do septo nasal, contendo os neurônios olfatórios primários que recebem diretamente, sem outros receptores, o estímulo olfatório, ao mesmo tempo que são os primeiros neurônios da via olfatória.

Os neurônios olfatórios primários transformam um estímulo químico, recebido num lado, em elétrico, transmitido no outro. Esses são neurônios bipolares situados no meio das células de suporte com extremidade voltada para a fossa nasal, contendo as vesículas olfatórias que recebem as partículas odoríferas contidas no ar, dando origem a axônios amielínicos, que penetram em feixes na cavidade craniana, os filamentos olfatórios, através dos orifícios da lâmina crivosa do etmoide (Figura 22.1).

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Medium 9788527729895

Parte 4 | Capítulo 23 Tumores e Lesões Pseudotumorais das Articulações

GREENSPAN, Adam; BELTRAN, Javier Grupo Gen PDF

Capítulo

Capítulo 23  Tumores e Lesões Pseudotumorais das Articulações   847

23

Tumores e Lesões

Pseudotumorais das Articulações

Lesões benignas

(Osteo)condromatose sinovial

(Osteo)condromatose sinovial (também conhecida como condromatose sinovial ou condrometaplasia sinovial) é uma doença benigna rara marcada pela proliferação metaplásica de vários nódulos cartilaginosos na membrana sinovial das articulações, das bolsas articulares ou das bainhas dos tendões. O distúrbio quase sempre é monoarticular, embora várias articulações possam ser afetadas em casos raros. A (osteo) condromatose sinovial é duas vezes mais frequente nos homens que nas mulheres e, em geral, é diagnosticada entre a 3a e a 5a décadas de vida.

O joelho é a articulação mais comumente afetada, enquanto a maioria dos casos restantes envolve quadril, ombro e cotovelo (Figura 23.1).

Os pacientes geralmente referem dor e edema. Outras anormalidades clínicas comuns são derrames articulares, hipersensibilidade, limitação da amplitude dos movimentos da articulação e massa de tecidos moles.

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Medium 9788527730648

5 - Segredo Profissional e sua Importância para o Cirurgião-dentista

DARUGE, Eduardo; DARUGE Jr., Eduardo; FRANCESQUINI Jr., Luiz Grupo Gen PDF

5

Segredo Profissional e sua

Importância para o Cirurgião-dentista

Eduardo Daruge, Eduardo Daruge Júnior e Alexandre de Oliveira Daruge

®® Introdução

Na vida em sociedade, as pessoas necessitam fre­ quen­temente recorrer a outras pessoas, buscando infor­ma­ções e conselhos para tratamentos de saúde mental, física ou funcional ou, até mesmo, espiritual, na expectativa de obter um caminho a seguir, um conforto pessoal ou familiar, uma solução para os seus problemas de saúde. Deste relacionamento surgem revelações de fatos que os confidentes não pretendem que sejam revelados. É um princípio natural de confiança, respeito e dignidade que o confidente transfere para o confiado.

Na maioria das vezes, estes fatos não apresentam maior relevância social ou pessoal. Entretanto, exis­ tem fatos que necessitam ser mantidos em absoluto sigilo, pois sua revelação pode causar sérios da­ nos ou prejuízos materiais ou morais. Por essas razões, tutela-se, portanto, a liberdade individual relacionada à inviolabilidade dos segredos.

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Medium 9788527726597

25 - Avaliação Laboratorial dos Distúrbios Acidobásicos

THRALL, Mary Anna Grupo Gen PDF

4

Bioquímica Clínica dos

Animais Domésticos

25

Avaliação Laboratorial dos Distúrbios Acidobásicos

Glade Weiser

Introdução

A análise do equilíbrio acidobásico, também conhecida como hemogasometria, é um exame do tipo point‑of‑care,* que vem sendo mais frequentemente utilizado, tendo sido estabelecido para casos médicos complicados e em terapias intensivas. A ava‑ liação do equilíbrio acidobásico é tipicamente feita com a ava‑ liação dos eletrólitos para determinar a presença e a gravidade de distúrbios de líquido e de eletrólitos atribuídos ao processo de doença subjacente do animal. Os avanços na tecnologia tornaram possíveis a avaliação do equilíbrio acidobásico e, até mesmo, aquela realizada rotineiramente em laboratórios clíni‑ cos. Essas determinações permitem correções de tais anormali‑ dades clínicas, que, por sua vez, ajudam no tempo de recupera‑

ção e podem melhorar o prognóstico.

A hemogasometria tem sido historicamente considerada como complexa e intimidante para muitos clínicos. Isso ocorre prova‑ velmente devido às medidas e interpretações das pressões parciais dos gases na solução sanguínea serem menos conceitualmente intuitivas do que as medidas de concentrações lidadas na hema‑ tologia e na bioquímica clínica convencionais. O assunto também

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Medium 9788527730556

17 - Exame do Abdome

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF

Capítulo

Porto 17.indd 430

17

30/11/16 15:53

Exame do

Abdome

Celmo Celeno Porto

Americo de Oliveira Silverio

Cacilda Pedrosa de Oliveira

Heitor Rosa

Hélio Moreira

José Abel Alcanfor Ximenes

Rafael Oliveira Ximenes

Rodrigo Oliveira Ximenes

João Damasceno Porto

Mauricio Sérgio Brasil Leite

■■ Introdução  432

■■ Pontos de referência anatômicos do abdome  432

■■ Re­giões do abdome  432

■■ Projeção dos órgãos nas paredes torácica e abdominal  433

■■ Inspeção  433

■■ Palpação  436

■■ Percussão  444

■■ Ausculta  446

■■ Exame da região anoperineal e toque retal  447

■■ Principais síndromes abdominais  448

■■ Roteiro pedagógico para exame do abdome  460

Porto 17.indd 431

30/11/16 15:53

432  Exame Clínico

Introdução

O reconhecimento dos pontos de referência anatômicos, a di‑ visão do abdome em re­giões clínicas e a projeção dos órgãos desta cavidade na parede abdominal e torácica são essenciais para o estudo da propedêutica abdominal.

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Medium 9788527715942

CAPÍTULO 13 – Tamponamento Cardíaco

YAO, Fun-Sun F.; ARTUSIO, Joseph Francis Grupo Gen PDF

194

Capítulo 13

Tamponamento Cardíaco

C APÍTU LO 13

Tamponamento Cardíaco

MANUEL L. FONTES • NIKOLAOS SKUBAS • JAMES OSORIO

UMA MULHER DE 69 ANOS apresentou dispnéia, impossibilidade de ficar em decúbito dorsal, oligúria e fraqueza aparente 4 dias após uma cirurgia de revascularização coronariana (CRC) em dois vasos e troca da valva mitral. Ao exame, apresentava ansiedade e diaforese, com os seguintes sinais vitais: freqüência respiratória de 38 incursões por minuto, freqüência cardíaca (FC) de 120 batimentos por minuto (ritmo sinusal normal [RSN]) e pressão arterial sistêmica de 115/66 mm Hg. Foi inserido um cateter na artéria pulmonar (CAP), que mostrou: pressão na artéria pulmonar (AP), 55/15 mm Hg; pressão de oclusão da artéria pulmonar (POAP), 14 mm Hg; pressão venosa central (PVC), 23 mm Hg; e um débito cardíaco (DC) de 2,7 L/min. Os tempos de protrombina e de tromboplastina parcial (PTT) estavam aumentados.

A. Diagnóstico Clínico e Diagnóstico Diferencial

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