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Medium 9788536327013

29. O CONCEITO DE INIMPUTABILIDADE NA LEGISLAÇÃO LATINO-AMERICANA

Taborda, José G. V. Grupo A PDF

564

O CONCEITO DE INIMPUTABILIDADE NA LEGISLAÇÃO LATINO-AMERICANA

O continente americano, o Novo Mundo da

época dos descobrimentos, formou-se sob a cultura hegemônica dos países europeus que o colonizaram. A par da religião, da língua, dos valores morais, da tecnologia, da força de trabalho, trouxeram consigo seus sistemas e tradições jurídicas. Observa-se, assim, na América do Norte, uma clara separação de sistemas legais: ao norte do Rio

Grande, nos Estados Unidos, e maior parte do Canadá, a common law, herança do colonizador inglês; ao sul desse marco, a tradição romana, própria da Europa continental, transportada principalmente por meio de

Portugal e Espanha.1

O direito de base romana e o direito anglo-saxão são os principais sistemas jurídicos do mundo contemporâneo. Ambos têm muitos pontos de convergência; o principal deles, talvez, a sua essência democrática, que os leva a respeitar os direitos do indivíduo e a respaldar o princípio da ampla defesa do acusado. Entretanto, apresentam várias dessemelhanças. A mais chamativa, residindo na própria fonte do direito, origina-se de leis formais e codificadas ou dos costumes e decisões jurisprudenciais. Como se sabe, os países de base jurídica romana se regem preferencialmente por códigos.

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Medium 9788582713808

Capítulo 42 - Doenças dos ossos

Heinz Lüllmann; Klaus Mohr; Lutz Hein Grupo A PDF

348

42.1 Osteoporose

42 DOENÇAS DOS OSSOS

Osteoporose

Osteoporose significa uma diminuição na massa óssea (osteopenia) que afeta igualmente a matriz óssea e o conteúdo mineral, bem como uma mudança na arquitetura esponjosa. Essa condição predispõe ao colapso dos corpos vertebrais e a fraturas ósseas com traumatismos triviais (p. ex., fratura da cabeça de fêmur).

Na osteoporose pós-menopausa da mulher, em poucos anos ocorre perda da massa óssea dependente de estrogênios. Segue-se a atrofia

óssea senil (osteoporose senil), que também ocorre no homem.

A substância óssea está sujeita ao remodelamento constante. O ciclo remodelador inicia com os osteoblastos, quando esses estimulam as células uninucleadas precursoras dos osteoclastos a se fundirem em grandes células multinucleadas. A estimulação é mediada pelo ligante RANK (RANKL) na superfície dos osteoblastos, e seus receptores (RANK = receptor ativador do NF-κB), nos osteoclastos (ou seus precursores). Esses processos são inibidos por uma proteína secretada pelos osteoblastos, a osteoprotegerina. Isso redireciona o ligante RANK do seu alvo original, oferecendo um falso RANK.

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Medium 9788580551471

Capítulo 14 - Reflexos Medulares

Hershel Raff; Michael G. Levitzky Grupo A PDF

C A P Í T U L O

14

Reflexos Medulares

Susan M. Barman

OBJETIVOS

Descrever os componentes de um arco reflexo.

Descrever os fusos musculares e seu papel no reflexo miotático.

Descrever as funções dos órgãos tendinosos de Golgi como parte de um sistema de retroalimentação que mantém a força muscular.

Definir inervação recíproca, reflexo miotático inverso e clônus.

Descrever os efeitos a curto e a longo prazos das lesões à medula espinal sobre os reflexos medulares.

INTRODUÇÃO

A unidade básica da atividade reflexa integrada é o arco reflexo.

Esse arco consiste em um órgão sensorial, um neurônio aferente, sinapses dentro de uma estação central de integração, um neurônio eferente e um órgão efetor. Os neurônios aferentes entram no sistema nervoso central (SNC) pelas raízes dorsais da medula espinal ou pelos nervos cranianos e possuem seus corpos localizados nos gânglios das raízes dorsais ou em gânglios homólogos dos nervos cranianos. As fibras eferentes saem do SNC pelas raízes ventrais espinais ou pelos nervos cranianos motores correspondentes.

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Medium 9788527727198

Capítulo 5 | Doenças/Infecções Sexualmente Transmissíveis

RICCI, Susan Scott Grupo Gen PDF

5

Palavras‑chave

Candidía­se genital/ vulvovaginal

Doença inflamatória pélvica (DIP)

Doença/Infecção sexualmente transmissível

(DST/IST)

Gonorreia

Sífilis

Tricomonía­se

Vaginose bacteriana

Doenças/Infecções

Sexualmente Transmissíveis

Objetivos da aprendizagem

Após a conclusão do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir os principais termos utilizados neste capítulo.

2. Avaliar a disseminação e o controle das doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis.

3. Identificar os fatores de risco e delinear as orientações apropriadas à cliente necessárias nas doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis mais comuns.

4. Descrever como os contraceptivos podem atuar na prevenção de doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis.

5. Analisar os aspectos fisiológicos e psicológicos das doen­ças/infecções sexualmente transmissíveis.

6. Delinear a conduta de enfermagem necessária para mulheres com infecções sexualmente transmissíveis.

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Medium 9788527718349

107 Imunidade, Inflamação e o Aparelho Digestivo

DANI, Renato; PASSOS, Maria do Carmo Friche Grupo Gen PDF

107

Imunidade, Inflamação e o

Aparelho Digestivo

Roberto Pimentel Dias

PARTE I: O SISTEMA IMUNE E SEUS MECANISMOS FUNCIONAIS

Mecanismos de defesa contra as agressões do meio ambiente estão presentes em toda a escala zoológica. Protozoários apresentam capacidade de fagocitose, e organismos multicelulares são dotados da imunidade inata, um conjunto de instrumentos que podem ser direcionados inespecificamente contra um amplo espectro de elementos patogênicos. Vertebrados desenvolveram a imunidade adquirida, provida das propriedades de reconhecimento específico e de memória, capaz de identificar um elemento nocivo, o antígeno, e de desencadear uma série de ações especificamente dirigidas contra estruturas que lhe são peculiares, os seus determinantes antigênicos ou epítopos.

Pares formados por substâncias ligantes e seus receptores, encontrados sob forma solúvel nos fluidos orgânicos ou fixados em membranas celulares, são utilizados no reconhecimento da presença de substâncias patogênicas, na integração da atividade da imunidade inata com a atividade da imunidade adquirida e na efetuação da resposta imunológica.

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Medium 9788536308999

11 CONHECENDO O APARELHO FOTOPOLIMERIZADOR E LED

Conceição, Ewerton Nocchi Grupo A PDF

200 |

capítulo 11

CONHECENDO O APARELHO FOTOPOLIMERIZADOR E LED

INTRODUÇÃO

Vários procedimentos clínicos, em diversas especialidades odontológicas, utilizam atualmente produtos fotoativados. Resinas compostas, adesivos dentinários, cimentos resinosos, bases de proteção cavitária, materiais para restauração provisória, barreiras gengivais, géis clareadores, cimentos cirúrgicos, selantes de fóssulas e fissuras são alguns dos produtos fotoativados presentes no mercado odontológico. Cada um desses produtos ou os protocolos clínicos a que eles se destinam apresentam tempos, potências e, muitas vezes, características distintas de ativação.

Estimuladas por tamanha diversidade de indicações e das variáveis que envolvem cada um dos procedimentos que dependem de uma unidade emissora de luz, as indústrias de equipamentos odontológicos introduziram no mercado aparelhos de altíssima tecnologia, providos de recursos específicos a determinados procedimentos, mas que nem sempre se prestam à utilização eficiente e segura com todos os materiais e em todas as manobras realizadas com ativação por luz.

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Medium 9788570065391

14 - Galilei: Topografia de Plácido e Tomografia do Segmento Anterior com Duplo Scheimpflug

AMBRÓSIO Jr., Renato Grupo Gen PDF

Galilei™: Topografia de

Plácido e Tomografia do Segmento Anterior com Duplo Scheimpflug

14

Carlos G. Arce

INTRODUÇÃO

Topografia da Córnea

Desde os primeiros ceratômetros (oftalmômetros) de Helmholtz (por Hermann von

Helmholtz, 1880) e de Javal-Schiøtz (Louis

Émile Javal e Hjalmar August Schiøtz, 1881), a córnea foi avaliada por diversos métodos.

Usou-se a fotoceratoscopia, a topogometria e, atualmente, a ceratometria manual e computadorizada que determinam a curvatura de uma zona central limitada da sua superfície anterior.

A videoceratografia computadorizada ou topografia, por outro lado, usa a reflexão dos anéis de Plácido (por Antonio Plácido, 1880)1-4 e consegue medir múltiplos pontos em uma área maior. A topografia de Plácido ainda é a melhor e mais direta forma de avaliar a curvatura da superfície anterior da córnea. Produz mapas representativos com padrões e cores típicos que dependem das caraterísticas da superfície e das escalas utilizadas. Lamentavelmente, os topógrafos de Plácido não conseguem analisar a superfície posterior da córnea e têm limitações para produzir dados precisos da periferia ou do centro exato que é extrapolado conforme o tamanho do menor anel refletido na córnea.

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Medium 9788527717175

31 INSUFICIÊNCIA RENAL

MORTON, Patricia Gonce; FONTAINE, Dorrie K. Grupo Gen PDF

31

Insuficiência Renal

Dorene Holcombe • Nancy Kern Feeley

Insuficiência Renal Aguda

Causas de Insuficiência Renal Aguda

Fisiopatologia da Insuficiência Renal Aguda

Evolução Clínica da Necrose Tubular Aguda

Diagnóstico de Insuficiência Renal Aguda

Doença Renal Crônica

Definição e Classificação da Doença Renal Crônica

Causas da Doença Renal Crônica

Fisiopatologia da Doença Renal Crônica

Prevenção da Evolução da Doença Renal Crônica

Tratamento da Insuficiência Renal

Tratamento de Alterações do Equilíbrio Hídrico

Tratamento de Alterações Acidobásicas

Tratamento de Alterações Cardiovasculares

Tratamento de Alterações Pulmonares

Tratamento de Alterações Gastrointestinais

Tratamento de Alterações Neuromusculares

Tratamento de Alterações Hematológicas

Tratamento de Alterações na Eliminação de Medicamentos

Tratamento de Alterações Esqueléticas

Tratamento de Alterações Tegumentares

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Medium 9788527732871

7 - Prescrição de Exercício para Populações Saudáveis com Considerações Especiais

RIEBE, Deborah et al. Grupo Gen PDF

7

Prescrição de Exercício para Populações

Saudáveis com

Considerações Especiais

Introdução

Este capítulo contém as diretrizes e recomendações de prescrição de uma rotina de exercício (Ex Rx) para populações saudáveis com considerações especiais. As diretrizes e recomendações da Ex Rx são apresentadas utilizando os princípios da Fre­quência,

Intensidade, Tempo e Tipo (FITT) ba­sea­dos na literatura existente. Aborda-se, especificamente, os casos de crianças e adolescentes, in­di­ví­duos com dor lombar (DL), gestantes e idosos.

Crianças e adolescentes

Crianças e adolescentes (in­di­ví­duos na faixa de 6 a 17 anos) são mais fisicamente ativos que adultos. No entanto, apenas as crianças mais jovens (de 6 a 7 anos) cumprem as recomendações norte-americanas de atividade física (AF)119, enquanto aquelas com 10 anos ou mais não seguem as diretrizes atuais de AF. O Physical Activity Guidelines for

Americans, de 2008, convida crianças e adolescentes a se engajarem em AF de intensidade moderada à vigorosa por pelo menos 60  min • dia–1 e a incluí­rem AF de intensidade vigorosa, exercícios de resistência e atividade de sobrecarga óssea em ao menos 3 dias • semana–1.119 Nos EUA, 42% das crianças de 6 a 11 anos de idade e 8% dos adolescentes entre 12 e 19 anos116 seguem as diretrizes recomendadas.

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Medium 9788527721110

68 - Glândula Tireoide

AIRES, Margarida de Melo Grupo Gen PDF

68

Glândula Tireoide

Edna T. Kimura

Aires 68.indd 1055

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Introdução, 1056

Estrutura e morfologia da glândula tireoide, 1056

Iodo, componente essencial na biossíntese do HT, 1059

Biossíntese do HT, 1060

Regulação da função da tireoide, 1063

HT no tecido periférico, 1067

Captação e ação celular, 1070

Ação fisiológica do HT, 1074

Bibliografia, 1077

08.03.12 17:40:39

1056

CC

Estrutura e morfologia da glândula tireoide

situação permite a avaliação clínica da glândula pela palpação da região cervical.

A glândula tireoide é um dos maiores órgãos endócrinos e no homem adulto pesa em torno de 15 a 25  g; cada lobo mede aproximadamente 2 a 2,5 cm de largura e 3 a 5 cm de comprimento, sendo o lobo direito um pouco maior que o esquerdo. Este tamanho é mantido por um turnover celular muito discreto, e calcula-se que cada célula se renove somente cerca de 5 vezes durante a vida adulta. Entretanto, sob estímulos específicos pode ocorrer proliferação celular com consequente aumento do volume da glândula (de 50 até 800  g), denominado bócio.

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Medium 9788527724982

30 - Prática Baseada em Evidência – Utilizando a Evidência Disponível para Informar a Prática

WILLARD, Helen S.; SPACKMAN, Clare S.; CREPEAU, Elizabeth Blesedell; COHN, Ellen S.; SCHELL, Barbara Grupo Gen PDF

Prática Baseada em Evidência

Utilizando a Evidência Disponível para Informar a Prática

30

LINDA TICKLE-DEGNEN

Sumário

Objetivos de Aprendizagem

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

1. Descrever como a evidência de pesquisa fornece tendência central, ou generalização, informação acerca dos indivíduos, bem como a variação individual entre as pessoas.

2. Descrever as tarefas clínicas nas quais se utiliza a evidência.

3. Nomear as etapas básicas de o uso da evidência.

4. Formular questões clínicas apropriadas.

5. Identificar termos-chave para busca efetiva na literatura de pesquisa.

6. Descrever como avaliar a relevância clínica e a probidade de um relato de pesquisa.

7. Descrever as qualidades da comunicação efetiva sobre a evidência.

8. Descrever como a prática baseada em evidência pode ser centrada no cliente.

INTRODUÇÃO

Imagine que você está indo atender um novo cliente amanhã. O que você faz? Como você decide o que este cliente necessita e como poderia ajudá-lo a atingir as metas ocupacionais? Você poderia fazer o que uma estudante de terapia ocupacional, Rebecca Reis (1994), fez quando se preparava para encontrar um novo cliente. O supervisor de estágio de Rebecca designou-a para trabalhar com Wanda, uma mulher de meia-idade com fratura de Colles que até então recebia do supervisor o tratamento de terapia ocupacional.

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Medium 9788541202473

Capítulo 45. Trombose Venosa Profunda

MAIA, Daniel Eichemberg Fernandes e; RIBEIRO Jr., Marcelo Augusto Fontenelle Grupo Gen PDF

45

Trombose Venosa

Profunda

Marcelo Bueno de Oliveira Colli, Fernando Furlan Nunes,

Caio Doun de Oliveira Sampaio Silva e Daniel Eichemberg

Fernandes e Maia

MAIA-CAP 45.indd 262

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Capítulo 45 Ù Trombose Venosa Profunda 263

XX

XX

Introdução

A trombose venosa profunda (TVP) é uma doen­ça caracteriza‑ da pela formação aguda de trombos em veias profundas, sendo a principal causa de morbimortalidade em pacientes hospitali‑ zados, em par­ticular nos cirúrgicos. Calcula‑se sua incidência em 0,6 caso/1.000 habitantes ao ano.

Em 1856, Virchow (Figura 45.1) descreveu a tría­de da TVP, sendo esta composta por estase venosa, lesão endotelial e esta‑ do de hipercoa­gulabilidade. A TVP aguda causa vários riscos

à saú­de do paciente. O processo trombótico é iniciado em um segmento venoso e, se não tratado com anticoa­gulantes, pro‑ paga‑se comprometendo segmentos mais profundos do sistema venoso profundo, o que resulta em edema, dor e imobilidade.

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Medium 9788536320403

CAPÍTULO 35 - CUIDADOS DE ENFERMAGEMA RECÉM–NASCIDOS COM DISTÚRBIOS METABÓLICOS

Soares, Maria Augusta Moraes Grupo A PDF

340

ENFERMAGEM: CUIDADOS BÁSICOS AO INDIVÍDUO HOSPITALIZADO

Hipoglicemia: glicemia capilar abaixo de 40 mg/dL

Icterícia: cor amarelada da pele por hiperbilirrubinemia

Leucopenia: diminuição de leucócitos

Neutropenia: diminuição de neutrófilos

PIG: pequeno para idade gestacional

DISTÚRBIO DO

METABOLISMO

DA GLICOSE

Alterações da glicose, abaixo de 60 mg/dL e acima de 150 mg/dL, são consideradas condições de anormalidade do metabolismo dessa substância. Os hidratos de carbono são a maior fonte de energia do feto, sendo transportados a ele através da placenta. Na vida intrauterina,

é a placenta que regula os mecanismos de controle, por gradiente de concentração das reservas maternas e das reservas do feto principalmente depositadas no fígado, no coração e nos músculos. Ao nascer, nas primeiras duas horas de vida, esses níveis tendem a cair e, em seis horas, encontram a normalidade.

O RN a termo tem reservas adequadas, exceto os RNs de risco, que são os grandes, os de mães diabéticas, os RNs cujas mães fizeram uso de beta-simpaticomiméticos, ou uso de hipoglicemiantes orais, os com retardo do crescimento intrauterino. Já o RN prematuro e o PIG acabam sofrendo por falta de tempo para garantir as reservas, por alguma agressão fisiológica como hipoxemia, acidose ou alterações de pressão.

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Medium 9788527726665

240 - Afecções do Sistema Nervoso Periférico

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF

Seção E

Doenças do Sistema Nervoso

Periférico e Musculatura

240

De par­ticular interesse são os nervos que emergem da sexta vértebra cervical à segunda vértebra torácica (C6‑T2) e da quarta vértebra lombar à segunda sacral (L4‑S2). Embora sejam semelhantes aos demais nervos espinais, que se encon‑ tram em outros pontos da coluna, nessas re­giões se localizam as intumescências cervicotorácica e lombossacra que vão iner‑ var os membros torácicos e pélvicos, respectivamente.

A emergência dos principais nervos no membro torácico, suas respectivas áreas de inervações e características clínicas de lesão são as seguintes:8,9

Wagner Ushikoshi Sato

•• Nervo supraescapular (C6‑C7): inerva os músculos su‑ praespinhoso e infraespinhoso. Sua lesão causa atrofia des‑ ses músculos, instabilidade lateral do ombro e abdução do membro com pouca alteração na locomoção e perda de sen‑ sibilidade no ombro

•• Nervo musculocutâneo (C6‑C8): inerva os músculos flexo‑ res do cotovelo como o m. bíceps braquial e o m. braquial. Sua lesão causa fraqueza na flexão do cotovelo e mínima ataxia ou paresia ao andar em local plano e perda da sensibilidade na região do antebraço e primeiro dígito

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Medium 9788527722018

Capítulo 5. Saúde do Trabalhador

VIEIRA, Marta Neves Campanelli Marçal; JAPUR, Camila Cremonezi Grupo Gen PDF

C apítulo

5

Saúde do Trabalhador

Patrícia Viganó Contri, Camila Cremonezi Japur e

Marta Neves Campanelli Marçal Vieira

Introdução

A saúde do trabalhador das Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), além de ser influenciada por fatores biológicos, socioeconômicos e culturais, pode ter relação direta com as características do trabalho que desempenha, uma vez que pode representar riscos capazes de afetar não só a saú­de, mas também a segurança e o bem-estar do trabalhador. Tais riscos, denominados ocupacionais, são decorrentes da exposição a um agente físico, químico, biológico, mecânico, psicossocial ou ergonômico no ambiente ou nos processos de trabalho de uma UAN, os quais podem acarretar doenças ocupacionais e/ou acidentes de trabalho.

De maneira geral, os administradores preocupam-se mais com os custos relativos à produção de refeições do que com a saúde dos trabalhadores,1 apesar de os acidentes de trabalho e das doenças ocupacionais terem como consequência para a empresa, em razão do número de dias de trabalho perdidos, o aumento do custo da mão de obra, o que encarece a produção e compromete a qualidade do produto final e das tarefas desempenhadas pelos demais colaboradores da UAN.2

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