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Medium 9788527728072

37 Distúrbios de Ventilação e da Troca Gasosa

GROSSMAN, Sheila C.; PORTH, Carol Mattson Grupo Gen PDF

Distúrbios de

Ventilação e da

Troca Gasosa

37

Sheila Grossman

A principal função dos pulmões é realizar a troca entre oxigê­ nio e dióxido de carbono para dar suporte às funções metabó­ licas dos tecidos corporais. A função das trocas gasosas nos pulmões depende de um sistema aberto de vias respiratórias, da expansão dos pulmões, de uma área de superfície adequada para a difusão gasosa e de fluxo sanguíneo adequado através do leito capilar pulmonar.

Muitos tipos de doença são capazes de perturbar o funcio­ namento normal das trocas gasosas pulmonares. Em alguns casos, a interrupção é temporária, e, em outros, é acentuada e incapacitante. Em algumas pessoas, é o resultado da deterio­ ração de todo o sistema, provavelmente a partir de traumatis­ mo ou lesão aguda. As doenças respiratórias que interrompem a ventilação e as trocas gasosas pulmonares com maior fre­ quência são abordadas nas seis seções a seguir:

• Efeitos fisiológicos de alterações na ventilação e nas trocas gasosas

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Medium 9788527726597

23 - Avaliação e Interpretação Laboratorial do Sistema Urinário

THRALL, Mary Anna Grupo Gen PDF

23

Avaliação e Interpretação Laboratorial do Sistema Urinário

Donald Meuten

Geral

A insuficiência renal é um dos principais motivos para se avaliar o sistema urinário. Porém alterações laboratoriais só serão iden­ tificadas quando grande parte dos néfrons estiver lesionada e, ainda, se os remanescentes não conseguirem mais compensar os danificados. Uma vez identificada, a insuficiência renal é então categorizada como aguda ou crônica. Essa identificação pode ser utilizada para o diagnóstico de uma doença específica ou, pelo menos, para o reconhecimento da estrutura renal acometida, por exemplo, se a doença estiver concentrada no glomérulo

(glomerulonefrite ou amiloidose), nos túbulos (nefrose), no interstício (nefrite intersticial), na pelve renal (pielonefrite) ou no sistema excretor (cistite, obstrução ou ruptura).

A análise do perfil bioquímico sérico e a urinálise são meios práticos para avaliar a função renal. Contudo, o método mais preciso para identificar a insuficiência renal é a mensuração direta da taxa de filtração glomerular (TFG), avaliação essa raramente realizada em medicina veterinária. Em vez disso, usamos méto­ dos indiretos para estimar a redução da TFG e, a partir desses exames, poder identificar a existência de doença renal. Embora o método indireto seja adequado na rotina, diante da necessidade de uma avaliação mais precisa da função renal, a TFG pode ser mensurada pela avaliação da depuração ou clearance.

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Medium 9788582712597

Capítulo 2 - Fase analítica: analisadores hematológicos e novos parâmetros derivados da automação

Paulo Henrique da Silva; Hemerson Bertassoni Alves; Samuel Ricardo Comar; Railson Henneberg; Júlio Cezar Merlin; Sérvio Túlio Stinghen Grupo A PDF

FASE ANALÍTICA

ANALISADORES HEMATOLÓGICOS E NOVOS

PARÂMETROS DERIVADOS DA AUTOMAÇÃO

2

Breve história

Há muito tempo, a inspeção do sangue humano tem sido uma ferramenta básica de diagnóstico. Ao longo dos séculos, as invenções relacionadas à análise celular do sangue foram caracterizadas por observações cuidadosas, atenção meticulosa aos detalhes e aplicação de técnicas avançadas para sua época. A Tabela 2.1 mostra os principais acontecimentos relativos à história e ao desenvolvimento da tecnologia aplicada para identificar e quantificar os elementos do sangue.

Sistemas automatizados em hematologia

A automação no setor de hematologia vem crescendo substancialmente nos últimos anos, e os fabricantes oferecem cada vez mais inovações em seus analisadores hematológicos com o intuito de diminuir os custos, a intervenção humana e o tempo de liberação dos resultados. Além disso, os resultados são mais precisos que os dos métodos manuais e, desde a década de 1980, os analisadores hematológicos automatizados vêm substituindo totalmente os métodos manuais de contagem, com exceção da contagem diferencial de leucócitos e da contagem de plaquetas por microscopia de contraste de fase, em certas situações.

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Medium 9788581142999

109 Vasculitis

LUPI, Omar; CANDIANI, Jorge Ocampo; GATTI, Carlos Fernando Grupo Gen PDF

109

Vasculitis

Fernandez Bussy, Ramon A.

Se denominan vasculitis a los procesos inflamatorios que afectan al árbol arteriovenoso, generalmente con necrosis, formació­n de granulomas o aneurismas en sus paredes. Estos cambios ocasionan la oclusió­n ­vascular y a la isquemia de los territorios involucrados. En ocasiones puede ser un cuadro grave, incluso mortal, si se afectan los vasos sanguí­neos que irrigan estructuras vitales tales como el riñón, corazón y siste­ ma nervioso. La piel es un órgano importante en la expresió­n de las vasculitis, ya que posee capilares en dermis y vasos

­muscula­res de irrigació­n arterial y venosa en hipodermis. Las causas pueden ser diversas y difíciles de precisar. Una dificul­ tad respecto de las vasculitis es lograr una clasificació­n que tenga en cuenta la etiología­, el tamaño de los vasos afectados

(de pequeño, mediano y gran calibre), el tipo de infiltrado

(linfocítico, neutrofílico, eosinofílico) y la presencia o ausen­ cia de compromiso sistémico.

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Medium 9788582711989

Capítulo 14 | Síndromes de choque inflamatório

Paul L. Marino Grupo A PDF

Capítulo 14

SÍNDROMES

DE CHOQUE

INFLAMATÓRIO

A inflamação em si não é considerada uma doença, mas uma reação salutar...

Porém, quando ela não pode realizar aquele objetivo salutar... ela prejudica.

John Hunter, MD

(1728-1793)

A citação introdutória é de um distinto cirurgião escocês do século XVIII que

é mais lembrado por um infeliz autoexperimento no qual intencionalmente ele se injetou uma secreção purulenta de um paciente com doença venérea e, subsequentemente, desenvolveu gonorreia e sífilis (I). Olhando pelo lado positivo, John Hunter era um observador hábil, e suas observações sobre inflamação revelaram uma tendência a produzir dano, como indicado por sua afirmação. Vinte e cinco anos mais tarde, os efeitos prejudiciais da inflamação foram reconhecidos como a principal causa de morbidade e mortalidade em pacientes críticos.

Este capítulo descreve as características da lesão inflamatória e apresenta as manifestações e o manejo de duas síndromes de choque inflamatório: ou seja, o choque séptico e o choque anafilático. Essas condições demonstrarão o dano disseminado que ocorre quando a inflamação “prejudica”.

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