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Medium 9788527730808

42 - Considerações Gerais sobre os Anti-helmínticos

SPINOSA, Helenice de Souza; GÓRNIAK, Silvana Lima; BERNARDI, Maria Martha Grupo Gen PDF

42

Considerações Gerais sobre os Anti-helmínticos

Maria Angela Ornelas de Almeida | Maria Consuêlo Caribé Ayres |

Vamilton Álvares Santarém | Mariana Borges Botura | Sabrina Mota Lambert

INTRODUÇÃO nn

As doen­ças ocasionadas pelos helmintos representam um grande problema socioeconômico. A Organização Mundial da Saú­de (OMS) estima que 2 bilhões de pessoas estejam infectadas por helmintos. Muitos desses parasitos têm fundamental importância em saú­de pública, uma vez que apresentam alto potencial zoonótico. Na Medicina Veterinária, os prejuí­zos diretos e indiretos causados pelas helmintoses são traduzidos em perdas altíssimas para a pecuá­ria. Os animais de companhia e silvestres também são suscetíveis a um grande número de espécies de helmintos.

Nos dias atuais, o controle de helmintos ainda é fundamentado, quase totalmente, na utilização de anti-helmínticos, o termo utilizado para definir os medicamentos empregados para tratamento de animais infectados por helmintos.

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Medium 9788570066107

Capítulo 2 - Prevenção e Controle de Infecção na UTI

ULTRA, Rogério Brito Grupo Gen PDF

Prevenção e Controle de

Infecção na UTI

2

MARIA AUGUSTA NASCIMENTO LOPES

HELOISA ARRUDA MAGALHÃES

ROGÉRIO BRITO ULTRA

Todos os profissionais de terapia intensiva devem ter um expressivo cuidado em relação à infecção cruzada, isto é, à possibilidade de transmissão ao paciente de agentes infecciosos de outro indivíduo. Por isso, é muito importante o treinamento em relação à prevenção e ao controle de infecção na unidade de terapia intensiva, e os cuidados são tanto com os pacientes que são admitidos quanto aos que já se encontram internados.

O fisioterapeuta intensivo é um profissional que atua diretamente na assistência dos pacientes, e que intervém várias vezes sobre estes. Essa afirmativa ressalta a necessidade do conhecimento sobre a prevenção à infecção.

Todo hospital respeita as rotinas desenvolvidas pelo grupo voltado para o controle e prevenção de infecções, que é denominado Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) que, além das normatizações, realiza um treinamento de educação continuada com toda equipe de saúde.

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Medium 9788527726665

93 - Parainfluenza

JERICÓ, Márcia Marques Grupo Gen PDF

93

Parainfluenza

Claudia Filoni

JJ

Introdução

O vírus parainfluenza 5 é um paramixovírus (grego: para

= próximo; myxa = muco) entre vários patógenos envolvidos na traqueobronquite infecciosa ou tosse dos canis, complexo de natureza contagiosa que se caracteriza como doen­ça res‑ piratória associada à tosse em cães.1,2 Acomete com maior fre­quência cães que vivem em grupos e se caracteriza clini‑ camente por traqueobronquite aguda de gravidade va­riá­vel.3,4

É responsável por vários problemas em criações de cães, tais como retardo na destinação final de animais oriundos de abri‑ gos, interrupção de programas de treinamento para cães de trabalho e prejuí­zos em canis comerciais, além de responder por consideráveis custos referentes ao tratamento e influen‑ ciar negativamente o bem‑estar dos animais durante seu curso clínico. Além do vírus parainfluenza 5, diversos outros pató‑ genos virais e bacterianos podem ser implicados como agentes etiológicos dessa traqueobronquite infecciosa. O vírus parainfluenza 5, porém, exerce um papel etiológico relevante, sendo encontrado com fre­quência em cães acometidos de doen­ça respiratória contagiosa.5,6

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Medium 9788527730808

22 - Agentes Hematopoéticos, Hemostáticos e Anticoagulantes

SPINOSA, Helenice de Souza; GÓRNIAK, Silvana Lima; BERNARDI, Maria Martha Grupo Gen PDF

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Agentes Hematopoéticos,

Hemostáticos e Anticoagulantes

Célia Aparecida Paulino | Domenica Palomaris Mariano de Souza

INTRODUÇÃO nn

A hematopoese (ou hematopoiese) é um processo fisiológico dinâmico e hierárquico envolvendo a produção de células-tronco indiferenciadas que dão origem às células do sangue (glóbulos vermelhos e glóbulos brancos) e às plaquetas (fragmentos de megacarió­citos). Na vida pós-natal esse processo ocorre, sobretudo, na medula óssea e depende do suprimento constante de vitamina B9 (ácido fólico) e vitamina B12 (cianocobalamina), além da presença de fatores de crescimento hematopoé­ticos (proteí­nas que regulam a proliferação e a diferenciação das células hematopoéticas).

O sistema hematopoé­t ico fornece diariamente ao organismo dos vertebrados cerca de mais de 100 bilhões de células sanguí­neas maduras de curta duração que rea­ li­zam inúmeras funções, como o transporte de oxigênio, a imunidade e a remodelação de tecidos. O sangue, a medula

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Medium 9788527727495

25 - Manejo da Hipotensão e do Choque Cardiogênico

IRWIN, Richard S.; LILLY, Craig M.; RIPPE, James M. Grupo Gen PDF

25

Manejo da Hipotensão e do Choque

Cardiogênico

Michael M. Givertz

I. Princípios gerais

A. Introdução.

1. A hipotensão e o choque cardiogênico são frequentes na unidade de terapia intensiva (UTI) como resultado de um grupo heterogêneo de distúrbios.

2. A perfusão dos órgãos-alvo geralmente é comprometida quando a pressão arterial sistólica cai abaixo de 90 mmHg ou quando a pressão arterial média (PAM) cai abaixo de cerca de 60 mmHg. As principais manifestações são: a. Oligúria e deterioração da função renal. b. Acidose metabólica por aumento da produção de lactato e diminuição da depuração dele. c. Alterações do estado mental que variam da confusão ao coma. d. Pele fria e úmida em decorrência de vasoconstrição intensa. Em pacientes com choque distributivo e baixa resistência ­vascular sistêmica (RVS), pode haver aumento da temperatura e hiperemia dos membros.

3. O choque cardiogênico é uma conse­quência da insuficiên­cia cardía­ca grave e se caracteriza por diminuição do débito cardía­co (DC), aumento da RVS e aumento da pressão capilar pulmonar (PCP). As principais causas são: a. Infarto do miocárdio maciço; infarto do miocárdio complicado por ruptura do septo interven­tricu­lar, da parede livre ou do

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