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55 - Ginecologista/Paciente e a Temática Sexual na Relação Clínica

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55

Ginecologista/Paciente e a Temática Sexual na Relação Clínica

Maria do Carmo de Andrade Silva

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Falta de preparo acadêmico para os temas sexuais, 617

Ginecologista, 618

Relação clínica, 618

FALTA DE PREPARO ACADÊMICO

PARA OS TEMAS SEXUAIS

O ginecologista é o profissional a quem a mulher recorre em diversas etapas de sua evolução biológica. Para muitas das que frequentam ambulatórios, a consulta ginecológica talvez seja o único momento em que seja possível falar sobre vida sexual, pois acreditam estar diante de alguém mais esclarecido e confiável.

Apesar da demanda, muitos profissionais de saúde, em especial ginecologistas, urologistas, psiquiatras, psicólogos e enfermeiros, não estão preparados adequadamente para oferecer orientação sexual, uma vez que as estruturas curriculares acadêmicas continuam investindo muito pouco, ou quase nada, nesta formação.

Pesquisa realizada para um simpósio do Congresso Mundial de

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49 - Radioterapia em Ginecologia

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49

Radioterapia em

Ginecologia

Lilian Dantonino Faroni | Yuri Boniccelli Crempe

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Introdução, 543

Colo uterino, 544

Endométrio, 547

Câncer de vulva, 548

Câncer de vagina, 549

Ovário, 550

Lasmar - cap-49.indd 543

INTRODUÇÃO

Tumores sólidos em adultos são hoje grande problema de saúde pública, no mundo, sendo a segunda causa de morte não acidental, atrás apenas das doenças cardiovasculares. Só no Brasil, são esperados para 2017 quase 600 mil novos casos registrados de câncer. O tipo de tumor sólido mais comum nos homens é o de próstata, e nas mulheres, o de mama.1 Por ser um país em desenvolvimento, o Brasil ainda tem 18% de casos de câncer de colo uterino, número considerado preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

É fato que diferentes realidades de conscientização e acesso ao diagnóstico e ao tratamento podem levar a desfechos distintos. Devido à escassez de estudos nacionais sobre o tema, muitas questões relacionadas aos desfechos clínicos permanecem pouco conhecidas no Brasil, principalmente no âmbito da saúde suplementar.

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47 - Câncer de Ovário

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47

Câncer de Ovário

Agnaldo Lopes da Silva Filho | Aline Evangelista Santiago | Eduardo Batista Cândido

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Introdução, 519

Etiologia, 519

Fatores de risco, 520

Classificação histológica/ etiopatogenia, 520

Propedêutica, 521

Estadiamento, 522

Tratamento, 523

Prevenção, 524

Considerações finais, 525

INTRODUÇÃO

Embora não seja a neoplasia mais prevalente entre as mulheres, o câncer de ovário é o mais letal dos cânceres ginecológicos.

Trata-se do sétimo câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo. As taxas de incidência são maiores em países mais desenvolvidos. No Reino Unido, em 2013, o câncer de ovário foi a sexta malignidade mais comum entre as mulheres, respondendo por aproximadamente 4% de todos os cânceres entre mulheres de

65 a 70 anos e uma sobrevida de 2%.1 Nos EUA, o câncer epitelial de ovário é a principal causa de morte por câncer ginecológico e quinta causa mais comum de mortalidade por câncer entre mulheres. Em 2016, foram estimados 22.280 novos casos e 14.240 mortes por câncer de ovário naquele país, sendo que menos de

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36 - Climatério e Menopausa

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36

Climatério e Menopausa

César Eduardo Fernandes | Luciano Melo Pompei |

Marcelo Luis Steiner | Rodolfo Strufaldi

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Introdução, 389

Fisiologia e fisiopatologia, 389

Quadro clínico e diagnóstico, 390

Terapêutica hormonal na menopausa, 392

Considerações finais, 398

INTRODUÇÃO

Dos 40 aos 65 anos, aproximadamente, as mulheres vivenciam uma fase complexa da vida, denominada climatério. Trata-se de uma síndrome que se instala aos poucos, com sintomas que variam quanto ao tipo e à intensidade, e que afeta o organismo como um todo. Durante esse período, os ovários perdem progressivamente sua capacidade de produzir hormônio e de promover ciclos ovulatórios. A transição menopáusica, também chamada perimenopausa, caracteriza-se por ser um período de mudanças fisiológicas

à medida que as mulheres se aproximam do final da fase de vida reprodutiva.1

Esse período de transição menopáusica tem uma importância clínica evidente, caracterizada pelo aparecimento de comorbidades e mudanças na qualidade de vida. É nessa fase que as mulheres podem apresentar sintomas vasomotores (p. ex., fogachos e sudorese), assim como transtornos do sono, depressão, variação de humor. Os sintomas urogenitais, a piora da qualidade óssea, as alterações no metabolismo lipoproteico e o aumento do risco cardiovascular recebem igualmente contribuição do hipoestrogenismo subjacente, ainda que se manifestem mais adiante e também contribuam para piora na qualidade de vida e afetem envelhecimento saudável.2

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29 - Puberdade Tardia

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29

Puberdade Tardia

Maria Auxiliadora Budib | Tatiana Serra da Cruz |

Henrique Budib Dorsa Pontes | Euler de Azevedo Neto

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Introdução, 328

Etiologia, 329

Fatores de risco, 329

Classificação, 329

Propedêutica, 330

Exames complementares, 332

Tratamento, 332

Considerações finais, 333

Lasmar - cap-29.indd 328

INTRODUÇÃO

Define-se puberdade como o período de transição entre a infância e a idade adulta. Nela, ocorre uma série de alterações endócrinas e psicológicas que resultam em maturação sexual e desenvolvimento da capacidade reprodutiva.1,2 Como destaques deste período, há o aparecimento dos caracteres sexuais secundários, a produção dos gametas e o estirão de crescimento.

O início da puberdade caracteriza-se pelo aumento de amplitude e frequência dos pulsos do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) após um período de relativa quiescência hormonal durante a infância. A reemergência da secreção pulsátil do GnRH resulta em aumento na secreção de gonadotrofinas, hormônio luteinizante (LH) e foliculoestimulante (FSH) pela hipófise anterior e pela consequente ativação gonadal.

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