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32 - Distúrbios do Trato Urinário

LITTLE, Susan E. Grupo Gen PDF

C A P Í T U L O

32

Distúrbios do Trato Urinário

Resumo do capítulo

Trato Urinário Superior, 900

Métodos diagnósticos, 900

Doenças renais hereditárias, congênitas e do

  desenvolvimento, 910

Amiloidose renal, 913

Poliarterite nodosa, 913

Peritonite felina infecciosa, 913

Neoplasia renal, 914

Pielonefrite, 914

Glomerulonefrite, 915

Ureteronefrolitía­se, 919

Trato Urinário Superior

Margie Scherk

A identificação e o tratamento da doen­ça renal são importantes no atendimento a pequenos animais: os gatos são companheiros atraentes, cuja média de expectativa de vida aumentou. O objetivo deste capítulo consiste não apenas em explorar a doen­ça renal em profundidade, mas também lembrar aos médicos-veterinários que, embora os sinais clínicos possam parecer os mesmos, eles deverão se esforçar no intuito de identificar etiologias específicas, já que elas podem ter tratamentos específicos.

Métodos diagnósticos

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33 - Doenças Infecciosas

LITTLE, Susan E. Grupo Gen PDF

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33

Doenças Infecciosas

Resumo do capítulo

Doenças Fúngicas e Causadas por

  Riquétsias, 978

Doenças fúngicas, 978

Doenças causadas por riquétsias, 987

Doenças Virais, 990

Herpes-vírus felino 1, 990

Calicivírus felino, 992

Vírus influenza, 995

Panleucopenia felina, 996

Coronavírus felino, 999

Raiva, 1007

Doenças Fúngicas e Causadas por Riquétsias

Jennifer Stokes

Retrovírus felino, 1008

Outros vírus, 1021

Infecções Bacterianas, 1029

Bartonelose, 1029

Infecções microbianas, 1031

Nocardiose, 1038

Ensaios Moleculares Utilizados para o Diagnóstico de

  Doenças Infecciosas Felinas, 1040

Ensaios moleculares, 1040

Aplicações clínicas atuais de ensaios moleculares na

  medicina para felinos, 1043

mento e virulência.20 O Cryptococcus multiplica-se de modo assexuado, com brotamento de base estreita. A partícula infecciosa, o basidiosporo, está adaptada para se dispersar no ar e tem propriedades que lhe possibilitam aderir ao e penetrar no epitélio respiratório e causar infecção.20

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11 - Socialização e Treinamento do Filhote

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11

Socialização e Treinamento do Filhote

Kersti Seksel e Steve Dale

Resumo do capítulo

Como começar, 190

Como ensinar filhotes, 192

Atualmente se sabe que os filhotes de gatos se beneficiam das aulas de socialização e de treinamento. Se os cãezinhos podem ter aulas, por que não os gatinhos? Há muitos resultados positivos quando os gatinhos e as pessoas assistem a aulas de socialização, as quais foram desenvolvidas primeiramente na Austrália, como a Kitten Kindy.13

A ideia de treinar gatos, o que significa mantê-los em aulas de socialização e treinamento, é um conceito estranho para a maioria das pessoas.13 Entretanto, as aulas para filhotes podem ter tanto sucesso e proporcionar muitos dos mesmos benefícios aos proprietários, aos próprios gatinhos e ao atendimento veterinário quanto as aulas para cãezinhos (Boxe 11.1). As aulas para filhotes de gatos são preparadas para funcionar como um programa precoce de socialização, treinamento e orientação, a fim de ajudar os proprietários e os filhotes a começar pelo caminho certo.

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12 - Como Obter o Histórico Comportamental

LITTLE, Susan E. Grupo Gen PDF

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12

Como Obter o Histórico Comportamental

Debbie Calnon

Resumo do capítulo

A importância da boa comunicação, 197

Empatia, 197

Habilidades de aconselhamento, 197

Como organizar a consulta, 198

Informações básicas sobre o paciente, 199

A primeira etapa da rea­li­zação de um diagnóstico comportamental ou uma lista de diagnósticos diferenciais consiste na obtenção de um histórico preciso e completo. Sem dúvida, esse histórico comportamental completo é a parte mais importante ao lidar-se com a conduta animal.5

Embora o interesse principal na clínica veterinária geralmente seja o paciente por si só, os problemas comportamentais invariavelmente exigem uma base muito mais ampla. Tal histórico deve contemplar informações mais detalhadas, não apenas a respeito do paciente, das pessoas e dos outros animais em casa, mas também sobre as características do ambiente físico do gato. Aspectos menos tangíveis do ambiente, como as respostas emocionais do proprietário ao comportamento do gato, são essenciais para a boa compreensão da conduta do animal. Não é apenas a questão de fazer o diagnóstico comportamental – o que o diagnóstico significa para o proprietário pode ser tão importante quanto o diagnóstico em si.

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1 - Compreensão e Manuseio Amistoso dos Gatos

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1

Compreensão e Manuseio

Amistoso dos Gatos

Ilona Rodan

Resumo do capítulo

Perspectiva do proprietário, 2

Perspectiva da equipe veterinária, 3

Perspectiva do gato, 3

Um atendimento melhor, 3

Como compreender o gato, 4

Comunicação dos gatos, 5

O gato tornou-se o animal de estimação mais popular nos

EUA, no Canadá e no norte da Europa, e sua popularidade con­ti­nua a crescer. Os gatos são divertidos, afetuosos, bonitos, únicos e fascinantes. Muitas pessoas amam seus gatos; 78% delas consideram esses animais membros da família.38 Assim como ajudamos os gatos, eles também nos ajudam, inclusive protegendo a saúde humana. O convívio com os gatos é capaz de diminuir a pressão arterial e o risco de depressão e solidão, bem como reduzir a probabilidade de um segundo infarto do miocárdio em seus proprietários.

Não obstante, e a despeito dos grandes avanços na medicina e na cirurgia felinas, muitos de nós – veterinários, funcionários de clínicas veterinárias e proprietários de gatos – não compreendem a natureza do gato e o seu comportamento normal. Entre outros aspectos, a má compreensão de como os gatos reagem ao medo e à dor dificulta o andamento das consultas veterinárias e leva à subsequente falta de cuidados veterinários de rotina.18 Em comparação com os proprietários de gatos, os proprietários de cães levam seus animais ao veterinário com maior fre­quência e apresentam maior probabilidade de seguir as recomendações. De fato, em 2006 nos EUA, os proprietários de cães levaram seus animais ao veterinário três vezes mais do que os de gatos.18 Além disso, 72% dos gatos foram atendidos por um veterinário com fre­quência abaixo de uma vez por ano, em comparação com 42% dos cães.18

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