455 capítulos
Medium 9788536320106

2. Lendo filosofia

Saunders, Clare Grupo A - Artmed PDF

2

Lendo filosofia

A filosofia, assim como a maioria das disciplinas humanas, baseia-se muito em textos, e uma grande quantidade do tempo que você dedicará a ela será usada na leitura de textos filosóficos. Este capítulo oferece informações que deverão ajudá-lo a decidir o que e quando ler, além de sugerir uma série de estratégias que farão com que você retire o máximo de suas leituras e desenvolva sua própria capacidade de análise filosófica.

O que ler

Você poderá receber uma orientação especial sobre o que ler a cada semana, a fim de preparar-se para as aulas. Com frequência, toda leitura a ser feita está detalhada no programa do curso, o que faz com que seja fácil decidir o que ler com mais atenção. Contudo, essa talvez não seja a experiência de todos ao começar um curso de filosofia, pois a orientação de leitura varia enormemente de uma instituição para outra.

Mesmo quando você receber orientação prévia sobre o que ler para o próximo semestre, é provável que, em algum momento, especialmente quando estiver preparando um trabalho que será avaliado, tenha de assumir o controle de sua própria leitura e julgar o que leu.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530965747

3. Elementos da estética de Leibniz e o intelectualismo estético alemão do século XVIII

MODERNO, João Ricardo Grupo Gen PDF

ELEMENTOS DA ESTÉTICA DE

LEIBNIZ E O INTELECTUALISMO...

ESTÉTICO ALEMÃO DO SÉCULO XVIII

3

“Nem a contradição é marca de erro, nem a não contradição

é marca da verdade”. (Pascal, Pensées, 1670)

O intelectualismo estético de Leibniz é uma das manifestações do racionalismo estético em voga na Europa do século XVIII, cujo modelo é o cartesianismo estético, indo até mesmo alcançar adeptos na Itália com

Gravina (1664-1718), em “La Ragion Poetica”,1 ou na

Suíça, com Bodmer (1698-1783) e Breitinger (17011776), passando por Gottsched (1700-1766), na Alemanha. Esta compreende Leibniz (1646-1716), Gottsched e os suíços Bodmer e Breitinger, Wolff (1679-1754),

Baumgarten (1714-1762), Winckelmann (1717-1768),

Sulzer (1720-1779), Kant (1724-1804), Mendelssohn

(1729-1786), Lessing (1729-1781), Goethe (17491832), Schiller (1759-1805), Schelling (1775-1854), entre outros filósofos, poetas e artistas.

A estética de Leibniz não segue as mesmas tendências de Shaftesbury e Diderot. Sua estética abre cami-

Ver todos os capítulos
Medium 9788502108035

5. Algumas conclusões e a prática do STF

Macedo Júnior, Ronaldo Porto Editora Saraiva PDF

Direito e Interpretação

Direito em Debate

355

sério todas essas fontes possíveis do argumento constitucional, aliando-se aos argumentos que considerar adequados e recusando, explicitamente, aqueles que entender impertinentes, é a virtude a ser alcançada e cultivada. A democracia deve estimular uma expectativa deliberativa, e juízes têm um papel central a cumprir na concretização dessa meta.

5. Algumas conclusões e a prática do STF

A teoria normativa que aceita o controle de constitucionalidade de forma mais sofisticada não o compra a qualquer preço. Condiciona tal legitimidade ao sucesso na proteção de direitos, ou então, mais modestamente, ao alcance de um desempenho deliberativo singular.

Mesmo nessa segunda hipótese, impõe-lhe um ônus significativo.

Mas não foi muito mais longe do que isso para entender o que deliberação significa concretamente (para além de uma sugestão abstrata de “bom argumento”). Um tribunal constitucional costuma ser o principal candidato ao título de instituição deliberativa exemplar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788502026124

IX. MIGUEL REALE E O HISTORICISMO CONTEMPORÂNEO

Czerna, Renato Cirell Editora Saraiva PDF

IX

MIGUEL REALE

E O HISTORICISMO CONTEMPORÂNEO*

I — O caminho do historicismo

A interpretação de um pensamento não somente representa, inevitavelmente, algo próprio da posição do intérprete e de sua Weltanschauung mas, quanto mais rico, profundo e denso de virtualidades é o pensamento interpretado, tanto mais, ao mesmo tempo em que exerce uma significativa influência no pensamento do intérprete, leva a desenvolver nele ulteriores e por vezes novas elaborações.

Este tem sido — também em anteriores trabalhos — o fecundo estímulo exercido pela problemática realeana, que despertou — assim como a representam minhas reflexões —nova e diferente compreensão da história, da cultura ou, numa palavra, do “mundo do espírito”, ou seja, da realidade.

É minha intenção focalizar novamente um dos aspectos da filosofia de Miguel Reale, procurando porém, desta vez, estudá-lo sob outro ângulo, com sentido algo diverso e em novo contexto: trata-se da significação que, não tanto o problema da História — das res gestae” e da “história rerum gestarum”, — mas o do historicismo contemporâneo adquire na concepção realeana do Mundo da Cultura, e de sua interpretação da Realidade mesma.

Ver todos os capítulos
Medium 9788502042674

Principais Obras do Autor

Reale, Miguel Editora Saraiva PDF

PRINCIPAIS OBRAS DO AUTOR

OBRAS FILOSÓFICAS

— Atualidades de um mundo antigo, 1936, José Olympio; 2ª ed. 1983,

Brasília, UNB.

— A doutrina de Kant no Brasil, 1949, São Paulo, USP.

— Filosofia em São Paulo, 1962, São Paulo, Grijalbo.

— Horizontes do Direito e da História, 1956; 2ª ed. 1977, São Paulo, Saraiva.

— Introdução e Notas aos Cadernos de Filosofia de Diogo Antonio

Feijó, 1967, São Paulo, Grijalbo.

— Experiência e Cultura, 1977, São Paulo, Grijalbo/EDUSP; 2ª ed.

2000, Campinas, Bookseller.

— Estudos de Filosofia e Ciência do Direito, 1978, São Paulo, Saraiva.

— O homem e seus horizontes, 1980, São Paulo, Ed. Convívio; 2ª ed. 1997, Rio de Janeiro, Topbooks.

— A Filosofia na obra de Machado de Assis, 1982, São Paulo, Ed.

Pioneira.

— Verdade e Conjetura, 1983, Nova Fronteira; 2ª ed. 1996, Lisboa,

Fundação Lusíada.

— Introdução à Filosofia, 1988; 3ª ed. 1994, São Paulo, Saraiva.

— O belo e outros valores, 1989, Rio de Janeiro, ABL.

— Estudos de Filosofia Brasileira, 1994, Lisboa, Inst. de Fil. LusoBrasileira.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos