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Medium 9788536327563

Termos correntemente usados no contexto da linguística

Zimerman, David E. Grupo A - Artmed PDF

Termos correntemente usados no contexto da linguística

Para familiarizar o leitor com a terminologia frequentemente utilizada na linguagem corrente, creio ser útil fazer um breve glossário das expressões mais comuns, que seguem: n

n

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n

n n

Aforismo: sentença curta, geralmente de ordem moral, com um mínimo de palavras e o máximo de objetividade. Exemplos: “Deus escreve certo por linhas tortas”; ou “Há males que vêm para bem”.

Alegoria: exposição de um pensamento sob forma figurada. Ficção que representa uma coisa para dar ideia de outra. Os carros alegóricos que desfilam no carnaval servem como um bom exemplo. A clássica Alegoria da Caverna, do filósofo Platão, parece­‑me ser outro excelente exemplo.

Aliteração: consiste no fato de que numa determinada palavra, uma letra troca de posição com outra letra da mesma palavra, de modo que essa sofre uma total mudança de significado. Por exemplo, a palavra poder, trocando a posição das letras “e” e “r”, transforma­‑se na palavra podre

(acredito que muitos leitores diriam que, nesse exemplo, o significado de ambas as palavras, poder e podre, continua sendo o mesmo).

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Medium 9788541202749

CAPÍTULO 31 - Mediação: um caso clínico

SEIXAS, Maria Rita D'Angelo; DIAS, Maria Luiza (orgs.) Roca PDF

CAPÍTULO

31

Mediação: um caso clínico

Magdalena Ramos e Dado Salem

Histórico da Mediação

Antigamente o mediador tinha a importante função de ajudar a recuperar a saúde física e psíquica das pessoas, reestabelecendo a conexão entre o indivíduo e o cosmos.

Era uma espécie de ponte que eliminava a separação entre os homens e os deuses, e trazia consciência às pessoas. Essa relação entre religião e mediação pode ser observada em várias tradições. Na cultura judaica, por exemplo, até hoje os rabinos desempenham o papel de mediadores em diversos tipos de conflitos. Moore (1998) observou a mesma conexão em culturas islâmicas, hinduístas e budistas.

Diferentes práticas e modelos de mediação surgiram pelo mundo, mas todos com o mesmo princípio: reaproximar o indivíduo do “outro”, seja este “outro” uma pessoa, um grupo, a sociedade ou o mundo.

A mediação como a entendemos hoje surgiu nos Estados

Unidos na década de 1970. Teve uma divulgação muito rápida devido aos bons resultados atingidos e foi incorporada ao sistema legal americano. Em vários estados a mediação passou a ser um processo obrigatório sendo exigido como uma instância prévia antes de se poder abrir um processo judicial. Esta medida foi e continua sendo importante pois, em muitos casos, evita o desgaste e a morosidade inerentes aos processos jurídicos.

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Medium 9788536324548

APÊNDICE - Recursos

Wilson, Barbara A. Grupo A - Artmed PDF

Apêndice

229

SOCIEDADES QUE OFERECEM ACONSELHAMENTO/INFORMAÇÕES

Reino Unido

Alzheimer’s Society (Sociedade Alzheimer)

Devon House, 58 St. Katharine’s Way, London E1W 1LB

Tel: 020 7423 3500

Fax: 020 7423 3501

Website: www.alzheimers.org.uk

E-mail: enquiries@alzheimers.org.uk

British Epilepsy Association (Associação Britânica para Epilepsia)

New Anstey House, Gate Way Drive, Yeadon, Leeds LS19 7XY

Tel: 0113 210 8800

Website: www.epilepsy.org.uk

Carers UK (Cuidadores no Reino Unido)

20 Great Dover Street, London SE1 4LX

Tel: 020 7378 4999

Fax: 020 7378 9781

Website: www.carersuk.org

E-mail: info@carersuk.org

Disabled Living Foundation (Fundação para pessoas vivendo com incapacidades)

380-384 Harrow Road, London W9 2HU

Tel: 020 7289 6111/Help line: 08451309177

Website: www.dlf.org.uk

E-mail: info@dlf.org.uk

Encephalitis Society (Sociedade Encefalite)

7b Saville Street, Malton, North Yorkshire YO17 7LL

Tel: 01653 692 583/Support line 01653 699 599

Website: www.encephalitis.info

E-mail: mail@encephalitis.info

Headway – the Brain Injuries Association

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Medium 9788536311234

Capítulo 18 - Terapia cognitivo comportamental em grupo para transtornos de ansiedade

Cordioli, Aristides Volpato Grupo A - Artmed PDF

18 Terapia cognitivo-

comportamental em grupo para transtornos de ansiedade

Elizeth Heldt

Aristides Volpato Cordioli

Daniela Zippin Knijnik

Gisele Gus Manfro

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) em grupo é uma modalidade de terapia que, cada vez mais, vem sendo utilizada no tratamento de vários transtornos psiquiátricos em razão da sua confirmada eficácia, de seu custo menor e de possibilitar o acesso a um número maior de pacientes. Particularmente nos transtornos de ansiedade, o seu uso vem se ampliando a cada dia. O presente capítulo descreve a TCC em grupo nos transtornos de ansiedade, salientando os fatores terapêuticos grupais como facilitadores para o uso das técnicas cognitivas e comportamentais. São apresentados os protocolos para TCC em grupo para transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de pânico e ansiedade social. É abordada a formação de um grupo de TCC, desde a seleção dos participantes até aspectos como a duração da terapia, a estrutura das sessões e o papel do terapeuta. Por fim, são discutidas as evidências de eficácia, as limitações da TCC em grupo nos transtornos de ansiedade, as questões em aberto e as perspectivas futuras.

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Medium 9788536322117

30 A morte e o morrer: a assistência ao doente terminal

Mello-Filho, Julio de Grupo A - Artmed PDF

30

A MORTE E O MORRER:

A ASSISTÊNCIA AO DOENTE TERMINAL

Francisco José Trindade de Barreto

“O vínculo da vida com o tempo

Diz o começo e o fim da nossa sorte

Da vida diz do nascimento a morte

Da duração de cada vão momento.

Mas, o poeta ao refazer instantes

Cria eternos, cria infinitos

Traz vida à sombra e da cor ao grito

Transcende ao que jaz ao fio cortante

Do tempo, criador de finitudes.

Desfaz as ilusões, sonhos recria.

Num bailado real de fantasia

No compromisso sutil das atitudes.”

O vínculo da vida com o tempo cria pares de opostos temporais, como início e fim, nascimento e morte, começo e término. A dinâmica da vida e da consciência dela nos traz um aprendizado pessoal de morte e de renascimento ao longo do seu curso e desenvolvimento. Um certo ensinamento do poder da vida de superar a morte e o vínculo desta com o tempo. Ao mesmo tempo, a nossa tradição judaico-cristã nos faz conviver com uma divindade que nos fala da graça e virtude sobrenaturais, como se ela, a nossa tradição, fosse contra a vida. “A vida se torna algo desprezado em vez de celebrado, e o corpo, algo horrível em vez de fantástico” (Fraser, 2004).

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Medium 9788527731232

20 - Psicoterapias Sexuais

DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite Roca PDF

20

Psicoterapias Sexuais

Teresa Embiruçu e Maria Cláudia de Oliveira Lordello

Pontos-chave:

• O desafio de manter uma vida sexual satisfatória é foco de interesse da medicina sexual e das psicoterapias sexuais

• As técnicas cognitivo-comportamentais têm um papel importante para a terapia sexual

• A visão psicodinâmica dentro da sexualidade certamente tem o seu espaço, mas carece de ampliação de evidência científica.

Introdução

Estima-se que entre 40 e 45% das mulheres e de 20 a 30% dos homens podem sofrer de alguma disfunção sexual, o que a torna mais prevalente do que a mais comum das doenças médicas – a cardíaca, com prevalência de

34%.1,2

O desafio de manter o desejo sexual e uma vida sexual satisfatória durante o curso longo da vida é o interesse da medicina sexual e, em particular, da terapia sexual. O desejo sexual nos homens e nas mulheres é excitado por estímulos diferentes e mantido por motivações diferentes, portanto, valorizado por diferentes razões. Os homens buscam tratamento principalmente quando o desempenho sexual está comprometido, como na dificuldade em manter a ereção e na ejaculação prematura (precoce), enquanto as mulheres procuram tratamento quando os sentimentos sexuais estão envolvidos, como a falta de interesse ou de prazer sexual.1

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Medium 9788521620624

Capítulo 10 - Inteligência

MEYRS, David G. LTC PDF

capítulo 10

Inteligência

R

ecentemente, três enormes controvérsias despertaram debates dentro e fora da psicologia. A primeira é a “guerra da memória”, que discute se experiências traumáticas são reprimidas e podem mais tarde ser recuperadas, com ajuda terapêutica. A segunda grande controvérsia é a “guerra dos sexos”, sobre até que ponto a natureza e a cultura moldam nossos comportamentos como homens e mulheres. Neste capítulo, enfrentamos a “guerra da inteligência”: será que cada um de nós tem uma capacidade mental geral inata (inteligência)?

Podemos realmente quantificá-la?

Conselhos escolares, tribunais e cientistas debatem o uso e a precisão de testes que almejam examinar as habilidades mentais das pessoas, atribuindo-lhes uma pontuação. Seriam os testes de inteligência um meio construtivo de guiar pessoas em direção a oportunidades adequadas? Ou uma potente arma discriminatória camuflada como ciência? Primeiramente, algumas perguntas básicas:

• O que é inteligência?

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Medium 9788536326351

9. OUTROS TRATAMENTOS PARA A SÍNDROME DE TOURETTE

Hounie, Ana Gabriela Grupo A - Artmed PDF

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Pergolida

Estudos controlados recentes sugerem a possibilidade de melhora da ST com o uso de baixas doses de pergolida, um agonista dopaminérgico que age nos receptores D1,

D2 e D3 de dopamina (DA). Tal medicação

é com frequência utilizada para o tratamento da doença de Parkinson (DP). O efeito da pergolida é surpreendente, já que seu mecanismo de ação aparentemente é oposto ao dos neurolépticos. Uma possível explicação para isso é sua ação nos receptores D2 pré-sinápticos, resultando em inibição da liberação de DA na fenda sináptica. Além disso, outro estudo recente corrobora tais achados com o relato de três casos que melhoraram com pergolida.

Topiramato

O topiramato é um fármaco anticonvulsivante utilizado em monoterapia ou em associação a outros medicamentos para o controle de uma grande variedade de crises epiléticas. É também utilizado como estabilizador do humor e no tratamento de cefaleia, dores e tremores. Apresenta algumas vantagens em relação aos antipsicóticos, já que não está associado ao desenvolvimento de discinesia tardia e ganho de peso. Existem estudos, incluindo um ensaio clínico duplocego randomizado e controlado com placebo, que comprovam a eficácia do tratamento com topiramato no controle dos tiques.

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Medium 9788527732123

30 - Transtornos Alimentares | Obesidade na Visão Analítica

PAYÁ, Roberta Guanabara Koogan PDF

30

Transtornos Alimentares |

Obesidade na Visão

Analítica

Liliana Liviano Wahba

Você tem sede de ­quê?

Você tem fome de ­quê?

Trecho da canção “Comida”, de Arnaldo Antunes,

Marcelo Fromer e Sérgio Britto.

Introdução

De modo amplo, entende-se por transtorno alimentar um desvio do comportamento que pode levar ao emagrecimento extremo (caquexia) ou à obesidade, entre outros problemas físicos e incapacidades. Estudos epidemiológicos demonstram aumento de incidência de alguns transtornos alimentares concomitantemente à evolução do padrão de beleza feminino para o corpo magro, ou seja, em parte, esses transtornos estariam ligados à cultura. Há de se levar em conta também a mudança de hábitos na sociedade ocidental, que favorece o consumo de alimentos prontos, repletos de gorduras e açúcares.

Os principais transtornos são a anorexia e a bulimia e, entre outros, existem a obesidade mórbida, a falta de apetite e a crise do comer compulsivo (binge eating disorder), que consiste em episódios de voracidade fágica, mas sem uso de método purgativo como na bulimia. Esse transtorno acomete três mulheres para cada dois homens, com prevalência de 2% na população geral e de 30% entre obesos que procuram tratamento para emagrecer.1 O Diagnostic and

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Medium 9788565848725

Parte I - Processos de Conhecimento

Castorina, José A. Grupo A - Penso PDF

Desenvolvimento cognitivo e educação: processos do conhecimento e conteúdos específicos 21

é o fundamento da função. A função semiótica apresenta diferentes manifestações, como o desenho, a imagem mental, o jogo simbólico, a linguagem ou a inteligência representativa (Piaget; Inhelder, 1969).

Graças a esse poder de evocação, que claramente diferencia o significante do significado, o pensamento da criança se modifica em profundidade. Piaget ressalta três transformações fundamentais quando comparadas à inteligência prática e à inteligência representativa: 1) enquanto a primeira está sujeita a ações sucessivas, a inteligência representativa pode forjar simultaneamente uma visão de conjunto; 2) permite que a criança foque sua atenção não somente nos resultados de suas intenções, mas também nos meios que tem utilizado; e 3) possibilita levar em conta situações possíveis separadas espacial e temporalmente, se liberando do “aqui e agora”.

Portanto, tudo parece indicar que, para Piaget, a utilização dos signos desempenha um papel essencial no desenvolvimento cognitivo, tornando possível um novo modo de pensamento. O que ocorre é que, se nos aprofundamos na explicação que Piaget oferece da função semiótica, essa importância do semiótico se matiza. Piaget explica de modo diferente a origem dos significantes e a dos significados. Os significantes (a parte material do signo) são o resultado do processo de acomodação dos esquemas aos objetos; têm, portanto, uma natureza imitativa e estática. Ao contrário, os significados são o resultado do processo de assimilação dos objetos aos esquemas de ação. Para Piaget, os significados são o elemento dinâmico do pensamento.

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Medium 9788527732123

17 - Fenomenologia da Mania

PAYÁ, Roberta Guanabara Koogan PDF

17

Fenomenologia da Mania

Melissa Garcia Tamelini e Daniela Ceron-Litvoc

Considerações psicopatológicas sobre a mania

Tempo, espaço e contato interpessoal na mania

A psicopatologia fenomenológica clássica elegeu as psicoses e, posteriormente, a melancolia como seus temas maiores, competindo à mania um espaço fortuito na tradição. A despeito do modesto volume de trabalhos, encontram-se passagens notáveis sobre a estrutura manía­ca. As considerações deste texto partem de uma pequena compilação a respeito do tema na obra de autores como

Minkowski, Binswanger, Tellenbach, entre outros.

A concepção nosológica de mania pela agenda psiquiá­ trica contemporânea remete a um conjunto de sinais e sintomas, como humor eufórico, aceleração do pensamento, logorreia, ideias grandiosas e excitação psicomotora. Essa abordagem semiológica privilegia, eminentemente, a esfera dita “objetiva” da experiência manía­ca, reduzindo-a à simples somatória do corrompimento de funções psíquicas autônomas. Tal loteamento da consciên­cia ignora a própria essência da mania, aquilo que lhe define, concebendo-a de maneira epidérmica e inespecífica.

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Medium 9788536323459

9. Problemas interpessoais

Wright, Jesse Grupo A - Artmed PDF

9

Problemas interpessoais

Para a maioria das pessoas, é difícil desen-

volver, manejar e manter relacionamentos interpessoais. Para aqueles que precisam lutar contra uma doença psiquiátrica crônica, os desafios são maiores. Este capítulo discute as questões interpessoais enfrentadas por indivíduos com depressão grave ou crônica, transtorno bipolar e esquizofrenia, e traz sugestões para auxiliar os pacientes a lidar com esses problemas. Como o enfoque deste livro é a TCC individual, e não a

TCC de casal ou de família, não descreveremos métodos para a terapia conjunta. São fornecidas ao leitor indicações de excelentes livros sobre a TCC de casal e de família para a obtenção de orientações sobre como implementar esse tipo de terapia (Baucom e Epstein, 1990; Beck, 1988; Dattilio e

Padesky, 1990; Epstein e Baucom, 2002;

Epstein et al., 1988).

O apoio da família e dos amigos pode ser bastante importante para ajudar as pessoas a lidarem com doenças mentais graves ou crônicas. Quando esse apoio não existe, o paciente não tem escolha além de enfrentar o problema sozinho. Pior ainda, quando os relacionamentos do paciente são tensos, o estresse adicional piora os sintomas e precipita as recaídas. Aprender as habilidades da TCC pode melhorar o enfrentamento de indivíduos que carecem de apoio social ou que lidam com a desestruturação familiar.

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Medium 9788536302393

21 A Função de “Continente” do Analista e os “Subcontinentes”

Zimerman, David E. Grupo A - Artmed PDF

230

DAVID E. ZIMERMAN

21

A Função de “Continente” do Analista e os “Subcontinentes”

A conceituação de Bion quanto à origem,

à natureza e ao funcionamento do continente materno – ou do psicanalista – constitui-se como um dos postulados fundamentais tanto da teoria como da prática psicanalítica.

Vimos como, partindo da noção de identificação projetiva de Klein, ele concluiu que para todo conteúdo projetado deve haver um continente receptor.

Como habitualmente fazia para substanciar e corporificar suas abstrações teóricas, Bion recorreu ao uso de modelos. Assim, partiu de dois modelos extraídos da área psicológica: a relação sexual e a relação boca-seio. O primeiro desses modelos serviu para representar graficamente a relação continente e conteúdo, pelos signos

, que, respectivamente, simbolizam a condição masculina e a feminina, uma clara alusão de que a vagina se comporta como um continente para conter a introdução do pênis, com as respectivas possibilidades prazerosas ou desprazerosas, sadias ou patológicas, que podem ocorrer nessa relação.

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Medium 9788530936242

VIII. Da Esquizofrenia à Paranoia

QUINET, Antonio Forense Universitária PDF

VIII

DA ESQUIZOFRENIA À PARANOIA

Para abordarmos o tratamento psicanalítico na clínica da psicose, vamos nos orientar por uma indicação de Lacan no momento em que foi lançado na França o texto de Schreber. Em sua “Apresentação da tradução francesa das Memórias do presidente Schreber”, publicada nos Cahiers pour l’Analyse, de novembro-dezembro de 1966 pelo

Círculo de Epistomologia da École Normale Supérieure, Lacan propõe uma polaridade “(...) do sujeito do gozo ao sujeito que o significante representa para um significante sempre outro (...)” e um conceito: “(...) não será mesmo isso que vai nos permitir uma definição mais precisa da paranóia como identificando o gozo nesse lugar do Outro enquanto tal”.1 A partir dessas indicações abordaremos dois tipos clínicos encontrados no campo da psicose: a paranóia e a esquizofrenia.

A polaridade do sujeito

Essa polaridade contém uma orientação tal como indica a construção da frase onde se encontra. Pode-se escrevê-la:

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Medium 9788521625216

Parte IV - Capítulo 16 - Conclusão

REEVE, Johnmarshall LTC PDF

278

Capítulo Dezeseis

Capítulo

16

Conclusão

COMPREENDENDO E APLICANDO A MOTIVAÇÃO

Explicando a Motivação: Por que Fazemos o que

Fazemos

Prevendo a Motivação: Identificando Antecedentes

Aplicando a Motivação: Resolução de Problemas

MOTIVANDO A SI MESMO E AOS OUTROS

Motivando a Si Mesmo

Motivando aos Outros

Sua vizinha entra com ar aflito e como quem não agüenta mais nada. A filha está indo muito mal no colégio e anda até pensando em deixar os estudos. O rosto da vizinha fica sério quando ela lhe pede um conselho: “O que posso fazer? Como posso motivar minha filha?” Depois de ler 15 capítulos de um livro intitulado

Motivação e Emoção e de refletir sobre eles, o que aconteceu foi isto: uma batida na porta e o rosto aflito de uma mãe preocupada.

O que você pode recomendar?

Seria uma boa estratégia oferecer à filha um incentivo em dinheiro para obter boas notas ou para continuar freqüentando as aulas? É uma estratégia bastante comum, mas seria uma estratégia boa o suficiente para ser recomendada? Que tal sugerir que a vizinha fale com a filha sobre o colégio e o que ele significa para ela? A conversa poderia explorar os interesses e as metas da filha, discorrer sobre seu senso de competência no colégio, seu futuro e as possíveis identidades que ela adota, ou se o colégio pode ou não ajudá-la a tornar-se a pessoa que ela deseja ser. A conversa poderia também enfocar a qualidade do relacionamento que ela tem com os professores. Seria essa uma boa estratégia?

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