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Medium 9788536324531

Capítulo 8: O papel da universidade na formaçãode profissionais competentes paralidar com casos de violência sexual

Maria Regina Fay de Azambuja; Maria Helena Mariante Ferreira Grupo A PDF

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O papel da universidade na formação de profissionais competentes para lidar com casos de violência sexual

Leila Maria Torraca de Brito

Neste capítulo, optou-se por trazer à tona temáticas relacionadas ao atendimento de casos de violência sexual contra crianças ou adolescentes a partir da narrativa de uma situação fictícia, mas verossímil. Por meio desse recurso, pretende­‑se destacar alguns pontos que vêm sendo apresentados, debatidos e pesquisados na academia.

Compreende­‑se que a tentativa de aproximação teórica do tema em apreço exige que se investiguem termos, conceitos e questões relacionadas ao objeto de estudo.

Trata­‑se, portanto, de um trabalho de estímulo ao pensamento crítico, para o qual se indica a desconstrução de peças organizadas em aparente formato e em frágil sintonia.

Como afirma Bourdieu (2002), ao discutir a incumbência daqueles que pretendem realizar pesquisas:

imagem é cultivar a capacidade de dar sentido e significado às coisas” (p. 88).

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Medium 9788536327563

Prefixos, sufixos e preposições

David E. Zimerman Grupo A PDF

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David E. Zimerman n n n

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Alienus: étimo latino que originou a palavra alienado (estar, em parte, alheio aos fatos da realidade).

Alter: prefixo latino que designa “o outro”) (ver verbete alter ego)

Ambi: do latim (derivado do grego ambé), refere­‑se a algo que está nos dois lados de uma mesma coisa; por exemplo, a palavra ambidestro refere­‑se àquele que consegue utilizar as duas mãos com a mesma facilidade. De forma semelhante, são as palavras ambivalência e ambi‑ guidade.

Amphi: vem do grego e significa de ambos lados, em duas formas da natureza, como em anfíbio (que vive na água e no ar); anfiteatro, em que as cenas podem ser vistas de ambos os lados.

Aná: do grego, em oposição ao “katá”, pode significar para cima, como em anabolismo; ou indica fazer algo, um a um, como em anatomia (tomos, em grego, é cortar); ou seja, a palavra anatomia corresponde a dissecar sistematicamente as partes do corpo, uma a uma. “Aná” também indica em partes iguais, tal como comumente aparece nas fórmulas da composição de medicamentos.

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Medium 9788582710869

Capítulo 9 - Instrumentos para Avaliação da Esperança: Escala de Esperança Disposicional e Escala de Esperança Cognitiva

Claudio Simon Hutz Grupo A PDF

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INSTRUMENTOS PARA

AVALIAÇÃO DA ESPERANÇA:

ESCALA DE ESPERANÇA

DISPOSICIONAL E ESCALA

DE ESPERANÇA COGNITIVA

Juliana Cerentini Pacico e Micheline Roat Bastianello

Você conhece o mito de Pandora? Prometeu, um titã na mitologia grega, presenteou os homens com o fogo, para que por meio dele dominassem a natureza. Zeus, enfurecido, arquitetou uma vingança, pois Prometeu desobedecera as suas ordens. Criou Pandora, a primeira mulher, e enviou-a à Terra portando um jarro (sim, um jarro e não uma caixa!). Pandora foi advertida de jamais abri-lo sobre a superfície terrestre. Entretanto, assim que chegou à Terra, foi vencida pela curiosidade. Abriu o jarro e todos os males que estavam contidos nele escaparam, concretizando a vingança planejada por Zeus. Assustada, ela fechou rapidamente o jarro, sem perceber que no fundo havia ficado o único bem que ele carregava: a esperança (Snyder, 2000). Trágico, não? Mas reconfortante saber que no fundo sempre há esperança.

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Medium 9788527727921

19. Envelhecimento, Memória e Doenças Crônicas | O que é Importante Lembrar

SANTOS, Niraldo de Oliveira; LUCIA, Mara Cristina Souza de Grupo Gen PDF

Envelhecimento, Memória e

Doenças Crônicas | O que é

Importante Lembrar

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Valmari Cristina Aranha

Com o significativo aumento da população idosa e da consequente procura por atenção em serviços de saúde, torna-se cada vez mais necessária a criação e a otimização de recursos para melhor dar conta dessa demanda. Cada vez mais, o psicólogo tende a se especializar e se instrumentalizar para assistir, adequadamente, um número expressivo de idosos que se apresentam de forma heterogênea.

O trabalho do psicólogo com idosos, por muito tempo, se resumiu em ajudá-los a lidar com perdas, lutos e limitações. Hoje, o trabalho se preconiza na instrumentalização crítica e consciente de um idoso ativo, desejante e vinculado com a vida.

Tornar o idoso consciente de sua condição e favorecer a busca pela construção de um espaço existencial, e de papéis sociais e afetivos compatíveis com esta condição, que os distancie do adoecimento como forma de expressão de si, é um dos principais desafios.

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Medium 9788536302829

Capítulo 31 - Pacientes somatizadores

Zimerman, David E. Grupo A PDF

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MANUAL DE TÉCNICA PSICANALÍTICA

Pacientes Somatizadores

Quando o sofrimento não pode expressar-se pelo pranto, ele faz chorarem os outros órgãos.

W. Motsloy (médico)

Se você pensa positivamente, o seu sistema imunológico também responde positivamente.

CONCEITUAÇÃO

Sempre houve uma tendência – tanto no campo da filosofia quanto no da primitiva ciência médica – de separar o corpo da mente.

Mais especificamente no que se refere à psicanálise, ainda hoje muitos se perguntam se a doença psicossomática é um campo de saber à parte dos princípios psicanalíticos ou se estes

últimos representam uma extensão, um desenvolvimento e um novo campo mais abrangente da psicanálise, assim facilitando a compreensão e o manejo dos pacientes somatizadores.

O fato incontestável é que os psicanalistas têm sido os grandes fomentadores do movimento psicossomático, logo, de uma medicina integrada, holística e de uma visão humanística da existência.

O termo “psico-somático” (tal como está grafado, com um hífen nitidamente separador entre psique e soma) apareceu pela primeira vez na literatura médica há aproximadamente

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