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Medium 9788582603901

Capítulo 17 - Espectroscopia de infravermelho

Silvio Luis Pereira Dias; Júlio César Pacheco Vaghetti; Éder Cláudio Lima; Jorge de Lima Brasil; Flávio André Pavan Grupo A PDF

Capítulo 17

Espectroscopia de infravermelho

Neste capítulo você estudará:

Os princípios, as fórmulas e os equipamentos da espectroscopia na região do

infravermelho.

As diversas aplicações e as informações fornecidas por essa técnica na química analítica.

A espectroscopia de infravermelho é uma técnica analítica que identifica, via de regra qualitativamente, a presença de estruturas moleculares em uma amostra. Isso significa que, ao realizar uma análise utilizando espectrometria de infravermelho, é obtida uma resposta que pode identificar a amostra ou a existência de grupos químicos específicos presentes nela, revelando importantes informações sobre sua constituição.

Neste tipo de espectroscopia, podem ser utilizadas três regiões do infravermelho que apresentam radiações com diferentes níveis de energia. Essas regiões compreendem o infravermelho distante (far-infrared), com número de onda inferior

–1 a 400 cm ; o infravermelho médio (mid-infrared), com número de onda entre 4.000 e 400 cm–1; e o infravermelho próximo (near-infrared), com número de onda entre

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Medium 9788521617105

CAPÍTULO 16 - Superposição e Ondas Estacionárias

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene Grupo Gen PDF

16

C A P Í T U L O

Superposição e Ondas

Estacionárias

16-1

16-2

*16-3

V

Superposição de Ondas

COMPOSTO DE MAIS DE 6134 TUBOS

COM UMA GRANDE VARIEDADE DE

TAMANHOS, ESTE ÓRGÃO É CAPAZ DE

PRODUZIR NOTAS DESDE UM DÓ ABAIXO

DO MAIS BAIXO DÓ DE UM PIANO, COM

UMA FREQÜÊNCIA DE 16 Hz, ATÉ UMA

NOTA MAIS DE UMA OITAVA ACIMA DA

NOTA MAIS ALTA DO PIANO, COM UMA

FREQÜÊNCIA DE 10.548 Hz. (© Garryuk |

Dreamstime.com)

Ondas Estacionárias

Tópicos Adicionais

?

Qual é o comprimento do tubo que produz a nota de 16 Hz? (Veja o

Exemplo 16-9.)

isando uma compreensão clara do movimento ondulatório simples examinamos, no Capítulo 15, o movimento de uma seqüência de perturbações em um meio. No entanto, você já deve ter observado, no mar, o que acontece quando essas perturbações colidem e se cruzam. Quando duas ou mais ondas se sobrepõem no espaço, suas perturbações individuais também se sobrepõem, somando-se algebricamente, para criar uma onda resultante. No caso de ondas harmônicas, a sobreposição de ondas de mesma freqüência produz padrões ondulatórios espaciais que se sustentam.

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Medium 9788521634638

CAPÍTULO 11 Simetria molecular

ATKINS, Peter; PAULA, Julio de Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 11

Simetria molecular

Neste capítulo moldaremos o conceito de “forma” numa definição precisa de “simetria” e mostraremos como a simetria pode ser discutida sistematicamente.

11A  Elementos de simetria

Veremos como classificar as moléculas de acordo com a sua simetria e como aproveitar esta classificação para discutir a polaridade e a quiralidade das moléculas.

11B  Teoria de grupos

O tratamento sistemático da simetria é a “teoria de grupos”.

Mostraremos que é possível representar o resultado de operações de simetria (como rotações e reflexões) usando matrizes. Essa etapa nos permite expressar numericamente as operações de simetria e, portanto, realizar manipulações numéricas. Um importante

resultado é a capacidade de classificar várias combinações de orbitais atômicos segundo suas simetrias. Também é apresentado o importante conceito de “tabela de caracteres”, que é o conceito mais utilizado em aplicações químicas da teoria de grupos.

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Medium 9788527729208

33. Chaetognatha

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 33

Chaetognatha

Luz Amelia Vega-Pérez

Apresentação geral do grupo

O filo Chaetognatha é formado por um grupo pequeno de animais marinhos filogeneticamente isolados, de corpo alongado, em forma de seta ou torpedo, transparente e de simetria bilateral marcada. O nome deriva do grego chaité, que significa “cerdas” e gnathos, “maxila”. São conhecidos como vermes-seta, em alusão à capacidade de deslocar-se com extrema velocidade.

Os quetógnatos têm um plano corporal relativamente simples, quase inva­riá­vel e com poucas estruturas internas complexas. O corpo é dividido em 3 re­giões: cabeça, tronco e cauda. São animais que apresentam dentes e ganchos ou espinhos de captura na cabeça, nadadeiras no tronco e na cauda, bem como um sistema digestório simples e completo. Porém, não possuem estruturas circulatórias, trocas gasosas ou excreção especiais. Os quetógnatos são hermafroditas protândricos com fecundação cruzada interna e desenvolvimento direto. A maioria das espécies é predadora e alimenta-se basicamente de copépodes. Estão presentes em todos os mares e oceanos, sendo sua distribuição influenciada especialmente pela temperatura e disponibilidade de alimento. Caracterizam-se por ser um dos principais componentes do zooplâncton epipelágico e apresentar maior diversidade de espécies em profundidades de 150 a 200 m e 800 a 1.000 m.

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Medium 9788527729604

Capítulo 3 - Células como Unidades da Vida

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF

CAPÍT ULO

3

Células como

Unidades da Vida

A microscopia de fluorescência de fibroblastos em cultura revela detalhes celulares. Núcleo (azul), microfilamentos (verde) e microtúbulos (rosa).

O tecido da vida

É notável que as formas vivas, de amebas e algas unicelulares a baleias e sequoias gigantes, sejam constituídas por um único tipo de unidade de construção: as células. Todos os animais e plantas são compostos de células e produtos celulares. Novas células surgem da divisão de células preexistentes, e a atividade de um organismo multicelular como um todo é a soma das atividades e interações das células que o constituem.

A teoria celular, proposta inicialmente por Schleiden e Schwann, é, dessa forma, outro dos grandes conceitos unificadores da biologia.

A energia que suporta virtualmente todas as atividades vitais flui da luz solar, capturada pelas plantas verdes e algas e transformada pela fotossíntese em energia de ligação química. Essa energia é uma forma

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Medium 9788527729628

Glossário

RICKLEFS, Robert; RELYEA, Rick Grupo Gen PDF

Glossário

Abordagem de biosfera Uma abordagem na ecologia que se preocupa com a maior escala na hierarquia dos sistemas ecológicos, incluindo os movimentos do ar e da água – e a energia e os elementos químicos que eles contêm – na superfície da Terra.

Abordagem de comunidade Uma abordagem na ecologia que enfatiza a diversidade e a abundância relativa de diferentes tipos de organismos que vivem juntos em um mesmo lugar.

Abordagem de ecossistema Uma abordagem na ecologia que enfatiza o armazenamento e a transferência de energia e matéria, incluindo os vários elementos químicos essenciais à vida.

Abordagem de indivíduo Uma abordagem à ecologia que enfatiza a maneira como a morfologia, a fisiologia e o comportamento de um indivíduo o habilitam para sobreviver em seu ambiente.

Abordagem de população Uma abordagem na ecologia que enfatiza a variação no espaço e no tempo no número, na densidade e na composição dos indivíduos.

Abrangência geográfica Medida da área total ocupada por uma população.

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Medium 9788536702193

Capítulo 11 - Genética das fissuras labiopalatinas

Paula Cristina Trevilatto; Renata Iani Werneck Grupo A PDF

11

Genética das fissuras labiopalatinas

SALMO RASKIN

JOSIANE DE SOUZA

Objetivos de aprendizagem:

• Compreender os diferentes tipos de fissuras orais e sua classificação

• Conhecer a etiologia das fissuras orais e o papel genético nesse processo

• Identificar as principais síndromes associadas às fissuras orais

Congênita

Característica presente ao nascimento.

As fissuras orais englobam um grupo de malformações paramedianas de lábio superior, alvéolo dentário e palato que se dividem basicamente em fissura labiopalatal e fissura palatal. Há evidências de que esses fenótipos são distintos etiologicamente, baseados em diferenças embriológicas e epidemiológicas.1 A fissura oral é uma das malformações mais comuns entre as crianças nascidas vivas, com frequência populacional em torno de 1 a 2 a cada mil recém-nascidos vivos. 2

A formação normal das estruturas faciais é um dos processos de desenvolvimento embriológico mais dinâmicos e complexos do ser humano. Por isso, há grande suscetibilidade a erros na morfogênese, levando a um número considerável de anomalias congênitas no complexo craniofacial.3

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Medium 9788580555943

41. A diversidade do sistema endócrino

Victor W. Rodwell; David A. Bender; Kathleen M. Botham; Peter J. Kennelly; P. Anthony Weil Grupo A PDF

41

C A P Í T U L o

A diversidade do sistema endócrino

P. Anthony Weil, Ph.D.

OBJ e T I VO S

Após o estudo deste capítulo, você deve ser capaz de:

ACTH

ANF cAMP

CBG

CG cGMP

CLIP

DBH

DHeA

DHT

DIT

DOC eGF

FSH

GH

�� Explicar

os princípios básicos da ação dos hormônios endócrinos, incluindo os determinantes da resposta das células-alvo dos hormônios e os determinantes da concentração de hormônio nas células-alvo.

�� Compreender a ampla diversidade e os mecanismos de ação dos hormônios endócrinos.

�� Reconhecer as etapas complexas envolvidas na produção, no transporte e no armazenamento dos hormônios.

Hormônio adrenocorticotrófico

Fator natriurético atrial

Monofosfato de adenosina cíclico

Globulina de ligação dos corticosteroides

Gonadotrofina coriônica

Monofosfato de guanosina cíclico

Peptídeo do lobo intermediário semelhante à corticotrofina

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Medium 9788582603406

Capítulo 16 - Transferência de Calor

Paul Hewitt Grupo A PDF

16

C A P Í T U L O

1

1 6

Transferência de Calor

2

16.1

Condução

16.2

Convecção

16.3

Radiação

16.4

A lei de Newton do resfriamento

16.5

O efeito estufa

16.6

Mudança climática

16.7

Potência solar

16.8

Controlando a transferência de calor

3

1 A cientista de foguetes Helen Yan, quando era minha aluna, em 1980, mostrando como um buraco feito em uma caixa parece perfeitamente negro e enganosamente indica um interior escuro.

2 As caixas de correspondência cobertas de neve levantam uma questão: que física explica por que as caixas coloridas estão cobertas de neve, enquanto as caixas negras não estão? 3 Fotos mais recentes de Helen, mostrando a mesma caixa – sim, com o interior pintado de branco.

N

a época em que Helen Yan era uma estudante excepcional em minha turma de física do ano de

1984, quando se tornou minha professora-assistente, eu lhe sugeri um tanto quanto seriamente que continuasse estudando física e se tornasse uma cientista de foguetes.

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Medium 9788521625834

CAPÍTULO 8 - ESCOAMENTO INTERNO VISCOSO E INCOMPRESSÍVEL

FOX, Robert W.; PRITCHARD, Philip J.; McDONALD, Alan T. Grupo Gen PDF

8

Escoamento Interno Viscoso e Incompressível

327

Escoamento Interno Viscoso e

Incompressível

8.1 Introdução

Parte A Escoamento Laminar Completamente Desenvolvido

8.2 Escoamento Laminar Completamente Desenvolvido entre Placas Paralelas Infinitas

8.3 Escoamento Laminar Completamente Desenvolvido em um Tubo

Parte B Escoamento em Tubos e Dutos

8.4 Distribuição de Tensão de Cisalhamento no Escoamento Completamente Desenvolvido em Tubos

8.5 Perfis de Velocidade em Escoamentos Turbulentos Completamente Desenvolvidos em Tubos

8.6 Considerações de Energia no Escoamento em Tubos

8.7 Cálculo da Perda de Carga

8.8 Solução de Problemas de Escoamento em Tubo

Parte C Medição de Vazão

8.9 Métodos Diretos

8.10 Medidores de Vazão de Restrição para Escoamentos Internos

8.11 Medidores de Vazão Lineares

8.12 Métodos Transversos

8.13 Resumo e Equações Úteis

327

008-pritchard 327

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Medium 9788521632573

11 - Atrações Intermoleculares e as Propriedades dos Líquidos e Sólidos

JESPERSEN, Neil D.; HYSLOP, Alison Grupo Gen PDF

Atrações

Intermoleculares e as Propriedades dos

Líquidos e Sólidos

11

Tópicos do Capítulo

11.1 | Forças Intermoleculares

11.2 | Forças Intermoleculares e Propriedades

Físicas

11.3 | Mudanças de Estado e Equilíbrios

Dinâmicos

11.4 | Pressão de Vapor de Líquidos e Sólidos

11.5 | Ponto de Ebulição dos Líquidos

11.6 | Energia e Mudanças de Estado

11.7 | Diagramas de Fase

11.8 | O Princípio de Le Châtelier e as Mudanças de Estado

11.9 | Determinação dos Calores de Vaporização

11.10 | Estruturas de Sólidos

Cristalinos

11.11 | Determinação da Estrutura dos Sólidos

11.12 | Tipos de Cristal e Propriedades

Físicas

A Torre do Diabo, no estado de Wyoming, Estados Unidos, eleva-se de forma marcante a 1267 pés (~386 metros) acima do solo a sua volta. Considera-se que a rocha tenha sido formada a partir do lento resfriamento de lava na crosta terrestre. Esse resfriamento lento permitiu o desenvolvimento de colunas cristalinas. Embora a maioria das transições de fase líquido–sólido não produza monumentos nacionais, elas são importantes para nosso estudo das propriedades físicas das substâncias, que é o que será descrito neste capítulo.

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Medium 9788527732826

15 - Aspectos Microbiológicos na Endodontia

APOLONIO, Ana Carolina Morais Grupo Gen PDF

C A P Í T U LO

15

Aspectos Microbiológicos em Endodontia

Warley Luciano Fonseca Tavares | Ana Carolina Morais Apolônio | Antônio Paulino Ribeiro Sobrinho

Introdução

A endodontia é uma ciência que caminha ao lado da microbiologia. Podemos dizer, inclusive, que a caminhada mostra passos cada vez mais largos à medida que estudos clássicos identificaram a estreita correlação de microrganismos com o desenvolvimento de pulpopatia e periapicopatia. Graças ao desenvolvimento de técnicas de anaerobiose, avançamos nosso conhecimento e, com métodos de microscopia de varredura, visualizamos o padrão de infecção. Nos

últimos anos, aplicamos diversos métodos de identificação por biologia molecular. Ainda há muito que compreender e muito trabalho a seguir. Neste capítulo, discutiremos sobre os aspectos microbiológicos em endodontia. Mostraremos os avanços da ciência, em que patamar estamos e para onde vamos.

Princípios da ecologia microbiana

A ecologia microbiana tem por foco a inter-relação dos microrganismos com o meio em que vivem. O ecossistema pode ser considerado uma peça-chave nesse processo, sendo constituído pelos microrganismos presentes em determinado meio e pelos componentes não microbianos dos arredores em que se encontram.

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Medium 9788521635017

19 - Indução Eletromagnética

BREITHAUPT, Jim Grupo Gen PDF

230

UNIDADE

19

SUMÁRIO

19.1

O efeito dínamo

19.2

Fluxo magnético

19.3

O gerador de corrente alternada

19.4

O transformador

19.5

Autoindutância

Resumo

Questões de revisão

Indução Eletromagnética

OBJETIVOS

Depois de estudar esta unidade, você será capaz de:

• descrever o efeito dínamo

• explicar a causa da tensão induzida em um condutor que cruza linhas de campo magnético

• enunciar a lei de Lenz e relacionar o sentido da corrente induzida

à variação que produz a corrente

• definir fluxo magnético e usar a lei de Faraday para relacionar a variação do fluxo à tensão induzida

• descrever e explicar o funcionamento de um gerador de corrente alternada

• explicar por que uma força contraeletromotriz é gerada em um motor elétrico

• explicar a causa e os efeitos das correntes parasitas

• descrever e explicar o funcionamento de um transformador

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Medium 9788521614463

CAPÍTULO 2 - INICIANDO EM TERMODINÂMICA: CONCEITOS INICIAIS E DEFINIÇÕES

MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N.; MUNSON, Bruce R.; DEWITT, David P. Grupo Gen PDF

Capítulo 2

termodinâmica

INICIANDO EM TERMODINÂMICA:

CONCEITOS INICIAIS E DEFINIÇÕES

Introdução…

A palavra termodinâmica origina-se das palavras gregas termo (calor) e dinâmica (força). Embora vários aspectos do que é agora conhecido como termodinâmica tenham sido de interesse desde a Antigüidade, o estudo formal da termodinâmica começou nos primórdios do século XIX através de considerações sobre a força motriz do calor: a capacidade de os corpos quentes produzirem trabalho. Hoje o escopo é mais abrangente, tratando basicamente da energia e das relações entre as propriedades da matéria.

O objetivo deste capítulo é o de apresentar alguns conceitos fundamentais e definições que são usadas em nosso estudo de termodinâmica. Na maior parte das vezes, a apresentação será resumida, e elaborações adicionais serão fornecidas nos capítulos subseqüentes.

objetivo do capítulo

2.1 DEFINIÇÃO DE SISTEMAS

Um passo importante em qualquer análise de engenharia é descrever precisamente o que está sendo estudado. Em mecânica, se a trajetória de um corpo deve ser determinada, normalmente o primeiro passo é definir um corpo livre e identificar todas as forças exercidas sobre ele por outros corpos. A segunda lei de Newton do movimento é então aplicada. Em engenharia de sistemas térmicos, o termo sistema é utilizado para identificar o objetivo da análise. Uma vez que o sistema seja definido e as interações relevantes com outros sistemas sejam identificadas, uma ou mais leis ou relações físicas são aplicadas.

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Medium 9788521625872

Capítulo 7 - Escoamento Externo

BERGMAN, Theodore L.; LAVINE, Adrienne S.; INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P. Grupo Gen PDF

C A P Í T U L O

Escoamento

Externo

Incropera 007.indd 277

7

30/11/13 18:18

278

Capítulo 7

N

este capítulo focalizamos o problema de calcular taxas de transferência de calor e de massa entrando ou saindo de uma superfície em contato com um escoamento externo. Nesses escoamentos, as camadas-limite se desenvolvem livremente, sem restrições impostas por superfícies adjacentes. Consequentemente, sempre existirá uma região do escoamento externa à camada-limite, na qual os gradientes de velocidade, de temperatura e/ou de concentração são desprezíveis. Exemplos incluem o movimento de um fluido sobre uma placa plana (inclinada ou paralela à direção da velocidade na corrente livre) e o escoamento sobre superfícies curvas, como uma esfera, um cilindro, aerofólios ou pás de turbinas.

No momento, concentraremos nossa atenção nos problemas de convecção forçada, com baixas velocidades e sem mudança de fase no fluido. Além disso, não consideraremos efeitos potenciais de micro e nano escalas no interior do fluido, como descrito na Seção 2.2, neste capítulo. Na convecção forçada, o movimento relativo entre o fluido e a superfície é mantido por meios externos, como um ventilador/soprador ou uma bomba, e não pelas forças de empuxo devidas aos gradientes de temperatura no fluido (convecção natural). Escoamentos internos, convecção natural e convecção com mudança de fase são tratados nos Capítulos 8, 9 e 10, respectivamente.

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