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Medium 9788521614463

CAPÍTULO 17 - TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONVECÇÃO

MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N.; MUNSON, Bruce R.; DEWITT, David P. Grupo Gen PDF

Capítulo 17

Transferência de calor

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONVECÇÃO

Introdução…

objetivos do capítulo

Até agora focalizamos nossa atenção na transferência de calor por condução e consideramos a convecção apenas como uma possível condição de contorno para os problemas de condução. Na Seção 15.2, utilizamos o termo convecção para descrever a transferência de calor entre uma superfície e um fluido adjacente quando estão a diferentes temperaturas. Embora o movimento molecular (condução) contribua para esse tipo de transferência, a contribuição dominante é geralmente dada pela movimentação global das partículas do fluido. Aprendemos também que o conhecimento do coeficiente de transferência de calor por convecção é necessário para utilizarmos a lei de Newton do resfriamento na determinação do fluxo térmico convectivo. Além da dependência das propriedades do fluido, o coeficiente de transferência de calor por convecção depende da geometria da superfície e das condições de escoamento. A multiplicidade das variáveis independentes resulta do fato de que a transferência de calor por convecção é determinada pelas camadas limites que se desenvolvem na superfície. A determinação do coeficiente de transferência de calor por convecção pelo tratamento desses efeitos é vista como o problema de convecção.

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Medium 9788536327778

3 > PLANEJAMENTO (PLAN)

Bertolino, Marco Túlio Grupo A - Artmed PDF

Sistemas de gestão ambiental na indústria alimentícia

45

ESCOPO

A definição da abrangência do campo de aplicação de um sistema de gestão é uma etapa fundamental em sua implementação, uma vez que permite clareza sobre o que faz e o que não faz parte desse sistema. Essa definição é exigida pela

Norma ISO 14001 no requisito 4.1, transcrito no Quadro 3.1.

O requisito 4.1 da ISO 14001 determina que, para implementar um SGA, a organização deve cumprir os requisitos estipulados por essa norma. Além disso, dita que a organização deve definir o escopo de seu SGA.

O anexo A da Norma ISO 14001 contém orientações para seu uso e explica que uma organização tem liberdade e flexibilidade para definir sua abrangência, podendo optar pela implementação dessa norma em toda a organização ou em unidades operacionais específicas. Essa definição é a determinação do escopo, ou seja, da extensão em que será aplicado o SGA na organização. Esse mesmo anexo recomenda que, se uma parte da organização for excluída do escopo, ela deve ser capaz de explicar essa exclusão, porque a credibilidade do SGA depende da escolha desse escopo.

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Medium 9788521619086

16 - Política Americana - Coisas Novas, Coisas Ruins, Coisas Boas

RICHTER, Burton Grupo Gen PDF

16

Política Americana – Coisas Novas,

Coisas Ruins, Coisas Boas

16.1 INTRODUÇÃO

Até o momento em que este texto foi escrito (meados de 2009), os Estados Unidos ainda não tinham uma política nacional de redução das emissões. Até há muito pouco tempo, eles eram os campeões de emissão de gases do efeito estufa (agora o título pertence à China), era necessária uma política nacional, nada estava por vir de Washington e os estados mergulhavam na infração. Mais da metade dos estados têm o que se conhece por Padrões de Portfólio de Energia Renovável (RPS). Alguns dos RPS dos estados são bastante agressivos, enquanto outros são brandos.

Alguns estados já têm porções significativas do seu suprimento de energia provenientes de fontes isentas de emissões, como Maine, por exemplo, com seu grande componente de energia hidrelétrica (45% da eletricidade em 2005). Os conjuntos regionais de estados encontram padrões consensuais. O que existe hoje é uma colcha de retalhos composta por tentativas de solucionar o que é um problema internacional, sendo necessário um programa nacional que coloque tal programa em um contexto mundial. No âmbito federal, tem havido uma divisão partidária, com os democratas a favor da ação e os republicados contra. Entre os estados, não houve tal divisão, e os pactos regionais incluem estados com governadores democratas e republicanos. A redução das emissões nunca foi uma questão partidária no país, apenas em Washington.

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Medium 9788521606345

Capítulo 6 - Equilíbrio de Reação em Misturas de Gases Ideais

LEVINE, Ira N. Grupo Gen PDF

6

C A P Í T U L O

Equilíbrio de Reação em Misturas de Gases

Ideais

A segunda lei da termodinâmica nos levou a concluir que a entropia do sistema mais vizinhanças é maximizada no equilíbrio. A partir dessa condição maximização da entropia, observamos que a condição para o equilíbrio de uma reação em um sistema fechado é

Σi nimi  0 [Eq. (4.98)], onde os ni são os números estequiométricos na reação e os mi são os potenciais químicos das espécies na reação. A Seção 6.2 aplica essa condição de equilíbrio a uma reação em uma mistura de gases ideais e mostra que, para a reação entre gases ideais aA  bB m cC  dD, as pressões parciais dos gases em equilíbrio devem ser tais que a grandeza (PC/Pº)c(PD/Pº)d/(PA/Pº)a(PB/Pº)b (onde Pº  1 bar) é igual à constante de equilíbrio da reação, onde a constante de equilíbrio pode ser calculada a partir do Gº da reação. (Vimos no Capítulo 5 como usar tabelas termodinâmicas para determinar Gº a partir de dados de fGº.) A Seção 6.3 mostra como a constante de equilíbrio envolvendo gases ideais varia com a temperatura. As Seções 6.4 e 6.5 mostram como calcular a composição em equilíbrio de uma mistura de reação entre gases ideais a partir da constante de equilíbrio e da composição inicial. A Seção 6.6 discute deslocamentos de equilíbrios envolvendo gases ideais.

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Medium 9788521625872

APÊNDICE G - Uma Solução Integral da Camada-Limite Laminar para o Escoamento Paralelo sobre uma Placa Plana

BERGMAN, Theodore L.; LAVINE, Adrienne S.; INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P. Grupo Gen PDF

APÊNDICE

G

Uma Solução Integral da

Camada-Limite Laminar para o

Escoamento Paralelo sobre uma

Placa Plana

Uma abordagem alternativa para a solução das equações de camada-limite envolve o uso de um método integral aproximado. A abordagem foi proposta originalmente por von Kárman [1] em 1921 e aplicada pela primeira vez por

Pohlhausen [2]. Ela não possui as complicações matemáticas inerentes do método exato (similaridade) da Seção 7.2.1, porém ela pode ser utilizada para obter resultados razoavelmente precisos para os principais parâmetros da camada-limite

(␦, ␦t, ␦c, Cf, h e hm). Embora o método tenha sido utilizado com algum sucesso para uma variedade de condições de escoamento, nós restringimos nossa atenção ao escoamento paralelo sobre uma placa plana, submetido às mesmas restrições enumeradas na Seção 7.2.1, isto é, escoamento laminar incompressível com propriedades constantes do fluido e dissipação viscosa desprezível.

Para usar o método, as equações de camada-limite, Equações 7.4 a 7.7, devem ser colocadas na forma integral. Essas formas são obtidas pela integração das equações na direção y cruzando a camada-limite. Por exemplo, integrando a Equação

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Medium 9788597010763

11 - Trabalhos científicos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF

11

Trabalhos científicos

1

TRABALHOS CIENTÍFICOS

Trabalho científico é uma expressão genérica para trabalhos acadêmico-científicos, como: artigo científico, comunicação científica, dissertação de mestrado, ensaio científico, fichamento, informe científico, inventário acadêmico, mapa conceitual, memorial, monografia, paper, plano de pesquisa, pôster, pré-projeto de pesquisa, projeto de pesquisa, relatório, resenha, resumo, tese de doutorado, trabalho de conclusão de grupo (cf. BRASILEIRO, 2013, p. 69-167). Neste livro, tratamos alguns desses trabalhos neste capítulo e outros no Capítulo 12, que trata de publicações científicas.

Os trabalhos científicos devem ser elaborados de acordo com normas preestabelecidas e com os fins a que se destinam, bem como ser inéditos ou originais e contribuir não só para a ampliação de conhecimentos, ou a compreensão de certos problemas, mas também servir de modelo ou oferecer subsídios para outros trabalhos.

Para Salvador (1980, p. 11), os trabalhos científicos originais devem permitir a outro pesquisador, baseado nas informações dadas:

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Medium 9788521632740

Respostas

KLEIN, David Grupo Gen PDF

RESPOSTAS

Capítulo 1

1.2)

1.3)

1.4)

1.5)

1.6)

1.7)

1.8)

1.9)

1.10)

1.11)

6

6

5

7

6

8

4

10

 9

10

1.25) Substituição de um Cl por um OH

1.26) Adição de dois grupos OH a uma ligação dupla

1.27) Eliminação do H e do Cl formando uma ligação dupla

1.28) Adição de Br e Br a uma ligação dupla

1.29) Eliminação de H e H formando uma ligação dupla

1.30) Substituição de um I por um SH

1.31) Eliminação de H e H formando uma ligação tripla

1.32) Adição de H e H a uma ligação tripla

1.34) Sem carga

1.35) Positiva

1.36) Negativa

1.37) Sem carga

1.38) Positiva

1.39) Negativa

1.40) Positiva

1.41) Negativa

1.42) Sem carga

348  

KLEIN - Cap. AK.indd 348

25/08/2016 15:11:38

R e s p o s ta s    349

1.43) Positiva

1.44) Sem carga

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Medium 9788527729208

16. Brachiopoda

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 16

Brachiopoda

Juliana de Moraes Leme, Juliana Machado David, Suzana Aparecida Matos,

Jacqueline Peixoto Neves e Marcello Guimarães Simões

Apresentação geral do grupo

Brachiopoda (do latim, brachion = “braço”; podos = “pé”) é um filo de invertebrados exclusivamente marinhos, que, junto com Bryozoa e Phoronida, constitui o grupo dos lofoforados. Os braquiópodes são animais bentônicos suspensívoros e solitários. Têm o corpo protegido por uma concha de natureza carbonática ou fosfática composta por duas valvas, à semelhança dos moluscos bivalves, embora os dois grupos sejam bastante distintos morfologicamente

(Figura 16.1).

Nos moluscos bivalves as valvas são direita e esquerda, enquanto, nos braquiópodes, são dorsal e ventral. A valva dorsal ou braquial está associada ao lofóforo, uma estrutura característica do filo usada na alimentação por filtração. A valva ventral ou pedicular apresenta uma abertura semicircular, o forame, de onde sai um pedículo que fixa o animal ao substrato. As valvas dos braquiópodes são desiguais, isto é, inequivalves, mas simétricas em relação a um plano médio paralelo ao comprimento do corpo do animal (Figura

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Medium 9788521621836

Capítulo 7. Movimento de uma Partícula sob a Ação de um Campo Central

OLIVEIRA, J. Umberto Cinelli L. de Grupo Gen PDF

“Oliveira-V-Final”

Capítulo

2012/9/17

12:52

page 173

#173

7

Movimento de uma Partícula sob a Ação de um Campo Central

(Fonte de campo fixa em referencial inercial)

7.1

Introdução

Neste capítulo, estudaremos o movimento de uma partícula de massa m sob a ação de um campo resultante central devido a uma fonte pontual fixa em relação a dado referencial inercial. Este problema possui características de grande importância, cujo conhecimento é imprescindível para qualquer profissional de áreas relacionadas com a Física. Listaremos alguns aspectos:1

Importância histórica A solução do movimento sob a ação de um campo central foi o primeiro grande feito da mecânica newtoniana. O uso das leis de movimento e a lei de gravitação (de Newton), permitiu demonstrar teoricamente as (já conhecidas empiricamente) leis de Kepler, leis matemáticas propostas por Kepler2 (1609) a partir de dados compilados de observações astronômicas diretas por

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Medium 9788536327136

4. Formulação do Método

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 4

FORMULAÇÃO DO MÉTODO

A diferença entre o fracasso e o sucesso está em fazer a coisa quase ou inteiramente certa.

Edward Simmons

O

capítulo anterior forneceu uma visão geral da introdução da tese ou dissertação. Como já indicamos, no formato de artigo, a revisão da literatura (ver Cap. 2) costuma integrar a introdução.

(Quando se adota o formato de capítulos, a revisão da literatura pode constituir um capítulo separado ou uma parte da introdução.) De qualquer modo, após completar a introdução, o pesquisador tem de descrever a metodologia da pesquisa. Tipicamente, essa seção é intitulada “Método”. A seguir, apresentamos uma visão geral das quatro partes da seção de método:

1.

2.

3.

4.

Participantes

Instrumentos ou equipamentos

Procedimentos

Delineamento e análise

Para nosso propósito, vamos assumir a utilização do formato de artigo, estando a revisão da literatura incluída na introdução da tese ou dissertação, seguida da seção método. Muito do restante deste livro enfoca o método:

Aspectos importantes do estudo: quem são os participantes, quais são os instrumentos e procedimentos e como são o delineamento e a análise (descritos neste capítulo).

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Medium 9788521634515

22 - Espectrometria de Massa

HARRIS, Daniel C. Grupo Gen PDF

22

Espectrometria de Massa

ELECTROSPRAY DE GOTÍCULAS

Deflexão e desintegração de gotículas de líquido que caem próximas a um eletrodo mantido em um potencial de +6000 V. [Dados de D. B. Hager e N. J. Dovichi, “Behavior of Microscopic

Liquid Droplets Near a Strong Electrostatic Field: Droplet Electrospray”, Anal.

Chem. 1994, 66, 1593. Reproduzido sob permissão © 2004, American Chemical

Society. Veja também D. B. Hager, N. J.

Dovichi, J. Klassen e P. Kebarle, “Droplet

Electrospray Mass Spectrometry”, Anal.

Chem. 1994, 66, 3944.]

+ 6000 V

Gotícula de acetona

Jato

Fio de Pt

Um dos métodos para a liberação de moléculas de proteínas eletricamente carregadas para a fase gasosa em espectrometria de massa é a técnica denominada electrospray ou eletronebulização.

No experimento visto na figura deste boxe, gotículas de acetona com um diâmetro de 16 μm caem próximas a um eletrodo de platina mantido em um potencial de +6000 V em relação à ponta por onde saem as gotículas. O campo elétrico de alta-tensão cria ao redor do eletrodo uma descarga elétrica contínua (efeito corona, um plasma constituído de elétrons e íons positivos), que não se encontra visível na figura. As gotículas, caindo através da descarga, tornam-se carregadas positivamente e são repelidas pelo eletrodo, deslocando sua trajetória para a direita. Quando as gotículas carregadas positivamente se aproximam do eletrodo, vemos um fluxo fino de líquido, na forma de um jato, em direção oposta ao eletrodo carregado positivamente. As gotículas microscópicas, que constituem o fino spray, evaporam rapidamente. Se o líquido for uma solução aquosa de proteína, a água evaporará, deixando as moléculas de proteína carregadas na fase gasosa.

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Medium 9788521632573

5 - Reações de Oxidação-Redução

JESPERSEN, Neil D.; HYSLOP, Alison Grupo Gen PDF

Reações de

Oxidação-Redução

5

Tópicos do Capítulo

5.1 | Reações de Oxidação-Redução

5.2 | Balanceamento de Equações Redox

5.3 | Ácidos como Agentes Oxidantes

5.4 | Reações Redox de Metais

5.5 | Oxigênio Molecular como

Agente Oxidante

James A Isbell/Shutterstock

5.6 | Estequiometria das Reações Redox

211

Jespersen - Capítulo 5.indd 211

23/03/2017 11:32:46

212   Capítulo

Capítulo 55

212

Contexto

Deste

Capítulo

E

ssa pegada, provavelmente deixada próxima a uma cena de crime, brilha intensamente devido à reação de traços de sangue com uma solução de luminol. O brilho azul é um processo quimiluminescente (uma reação química emissora de luz) que é realçado pelo ferro na hemoglobina. Os programas populares de TV focados em investigações de cenas de crime tornaram essa visão um conhecimento comum. Veremos como essa reação efetivamente funciona, uma vez que ela é uma das muitas reações de oxidação-redução estudadas neste capítulo. Você já aprendeu no Capítulo 4 a respeito de algumas reações importantes que ocorrem em soluções aquosas. Este capítulo expande esse conhecimento por meio de uma discussão de uma classe de reações que envolvem a transferência de um ou mais elétrons de um reagente para outro. Na reação do luminol, de modo geral, o oxigênio reage com o luminol em uma reação de oxidação-redução que produz luz e que envolve muita energia. Em sistemas biológicos, reações de oxidação-redução estão envolvidas no metabolismo de alimentos e em muitas outras reações que são necessárias à vida. Além das reações bioquímicas, existem muitas outras reações de oxidação-redução que encontramos diariamente. Essas reações incluem muitos exemplos práticos que vão desde a combustão de combustíveis até o cozimento de alimentos e desde o funcionamento de cortadores de grama até o lançamento dos ônibus espaciais. As reações de oxidação-redução são encontradas em baterias, células solares, desinfetantes, produtos de limpeza e na purificação de água. Embora algumas dessas reações sejam apresentadas a você neste capítulo, esperaremos até o Capítulo 19 para discutir algumas outras.

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Medium 9788521634515

APÊNDICES

HARRIS, Daniel C. Grupo Gen PDF

APÊNDICE A  Logaritmos, Expoentes e Gráficos de Retas

Se a é o logaritmo de n na base 10 (a = log n), então n = 10a. Em uma calculadora, você determina o logaritmo de um número pressionando o botão “log”.

Se você souber que a = log n e quiser determinar n, use o botão “antilog” ou eleve 10 à potência a:

Resolvendo uma equação logarítmica: Ao se trabalhar com as equações de Nernst e de Henderson-Hasselbalch, precisaremos resolver equações do tipo

a

a = log n log n

a

10 = 10

= n( n = antilog a)

para a variável, x. Primeiro, isolamos o termo logarítmico:

Os logaritmos naturais (ln) são baseados no número e (= 2,718 281…) em vez de 10: b = ln n ln n

b

e =e

A seguir, elevamos 10 ao valor de cada lado da equação:

a log b

log a

b

log (a )

log 10a

log b

b

log b

10log(d/gx)

a

ab ac

b log a

log(d/gx)

Porém, 10

a

(b

a

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Medium 9788521630463

PARTE II – 14 - DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF

14

C apítulo

Delineamento experimental

MAKILIM NUNES BAPTISTA E PAULO ROGÉRIO MORAIS

Neste capítulo os autores tentarão explicar, de forma simples, como desenvolver um delineamento experimental, definindo e utilizando primeiramente exemplos simples por pontos de explicação para depois criar um exemplo completo do que se deve pensar para o desenvolvimento de uma pesquisa experimental. Diversos conceitos precisam ser explorados antes da exemplificação para que o profissional ou aluno possam ir criando intimidade com os conceitos ou fixá-los de forma mais efetiva. Mesmo que você já tenha certa familiaridade com o delineamento em questão, não custa testar seus conhecimentos, para verificar se não esqueceu de nada no planejamento de uma pesquisa. Os termos mais importantes, no decorrer do capítulo, estão em negrito para que você se lembre deles na execução de qualquer planejamento de pesquisa.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO DELINEAMENTO EXPERIMENTAL

Delineamentos experimentais não precisam necessariamente ocorrer dentro de um laboratório; eles podem ocorrer também em situações do cotidiano. A pesquisa experimental, também chamada de ensaio clínico randomizado nas ciências médicas (clinical trial), tem a pretensão de estabelecer relações de causa-efeito, geralmente em condições ideais. Isso quer dizer que é o único delineamento que realmente pode demonstrar que uma mudança em uma variável X provocou uma mudança previsível e pré-planejada em outra variável Y, podendo-se considerar o delineamento mais complexo e minucioso de ser planejado, exigindo do pesquisador uma vasta experiência em pesquisa, bem como um profundo conhecimento do problema a ser pesquisado. Os ensaios clínicos controlados randomizados podem ser considerados um dos métodos de pesquisa mais avançados, com maior desenvolvimento no século XX, considerado um estudo de intervenção prospectivo.

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Medium 9788521629610

Capítulo 18 - Estudo de caso: EPVA do planeta Terra

KOHN, Ricardo Grupo Gen PDF

18

Estudo de caso: EPVA do planeta Terra

D

ados os conceitos e processos apresentados, conclui-se esta obra com a formulação do sumário de um estudo preliminar de viabilidade ambiental (EPVA) para o planeta Terra, finalizado em novembro de 2010. Focaliza seu cenário atual, discute seu cenário-alvo e os eventos ambientais de base identificados e previstos, considerando um tempo gerencial estabelecido em 100 anos.

Foi elaborado por uma equipe de especialistas em gestão. De fato, é um pouco arriscado em seus prognósticos e cenários previstos, sobretudo pela dubiedade de dados e informações. Mas se considera que constitui uma boa prática ambiental, relevante para o momento em que se vive. Serve como um teste das metodologias da gestão ambiental e da sustentabilidade.

De início, apresenta-se o cenário atual, baseado em três variáveis críticas: economia internacional, efeito estufa e gestão da sustentabilidade. Sempre que possível, estão registradas as macrotendências da qualidade ambiental do planeta, vista sob a ótica do comportamento ocorrente e provável dessas variáveis.

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