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Medium 9788527721103

Capítulo 5 - Estrutura e função dos lipídeos e as membranas biológicas

NARDY, Mariane B. Compri; SANCHES, José A. Garcia; STELLA, Mercia Breda Guanabara Koogan PDF

5

Estrutura e função dos lipídeos e as membranas biológicas eSTruTura e Função doS liPídeoS introdução

Os lipídeos (do grego lípos, ‘gordura’) englobam todas as substâncias gordurosas existentes no reino animal e no vegetal. De grande importância na alimentação e na constituição das células vivas, deles são exemplos os óleos e as gorduras vegetais e animais. insolúveis em água e solúveis nos solventes orgânicos, como éter, clorofórmio, benzeno etc., os lipídeos constituem vários grupos de substâncias pertencentes a várias funções: a maioria é de ésteres (óleos, gorduras, ceras); outros são terpenos (caroteno, óleos essenciais); outros, ainda, são ácidos carboxílicos de cadeia longa.

Do ponto de vista químico, os ésteres lipídicos são resultantes da reação de ácidos graxos superiores com alcoóis variados, cuja equação geral é:

R1–C = O + HO–R2  R1–C–O–R2 + H2O

|

||

OH

O

ácido graxo álcool

éster

água

Os ácidos graxos são ácidos carboxílicos que, por via de regra, apresentam número par de

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Medium 9788521634300

Capítulo 3 - Vulcanismo e Terremotos – A Origem das Rochas Ígneas

POPP, José Henrique LTC PDF

3

Vulcanismo e Terremotos –

A Origem das Rochas Ígneas

3.1  Vulcanismo

Ao longo das zonas de ruptura da Terra, condicionadas ao movimento das placas litosféricas, concentram-se as atividades sísmicas e vulcânicas.

O estudo do vulcanismo abrange todas as manifestações de atividades internas da Terra que, em decorrência da alta temperatura e da pressão das rochas, culminam com a efusão de material fundido, o magma, rocha fluida e repleta de gases.

A ascensão do magma poderá se dar de maneira explosiva ou passiva. No primeiro caso, além do magma, fragmentos das rochas encaixantes, conhecidos como piroclastos, poderão ser lançados a centenas de metros de altura (Fig. 3.1).

Figura 3.2   Erupção vulcânica em 2006, Ilhas Aleutas, Alasca. (Foto: NASA.)

Figura 3.3 Lavas Pahoehoe, Havaí. (Foto: Steve Yong.)

Figura 3.1 Vulcão Soufriere Hills (Caribe) em erupção de cinzas e material

piroclástico (escuro). (Foto: IS – Johanson Space Center.)

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Medium 9788527718790

9- Teste de Tolerância à Glicose

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Guanabara Koogan PDF

9

Teste de Tolerância à

Glicose

X

Introdução, 72

Teste de tolerância à glicose (TTG/TTOG/curva glicêmica), 73

X

Atividade prática: teste de tolerância à glicose, 74

Objetivo, 74

Materiais e método, 74

Resultados e conclusão, 76

X

Questões, 76

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72

X

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

Os produtos finais da digestão dos carboidratos no trato digestório consistem em glicose, frutose e galactose — representando em média 80% de glicose. Após sua absorção no trato digestório, grande parte da frutose e quase toda a galactose são convertidas em glicose no fígado, portanto, esta constitui a via final comum para o transporte dos carboidratos até as células teciduais.

Logo após uma refeição, a concentração de glicose se eleva e dispara a liberação da insulina, sintetizada nas células β das ilhotas pancreáticas. O mecanismo de transporte de glicose por meio da membrana celular necessita de proteínas denominadas transportadores, que permitem a passagem da glicose do sangue para as células do organismo após um mecanismo de ligação da insulina a esses transportadores. Os transportadores (GLUT) são sistemas de transporte facilitado, pois levam a glicose para o seu gradiente de concentração.

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Medium 9788521620631

APÊNDICES

HARRIS, Daniel C. LTC PDF

APÊNDICE A

Logaritmos e Expoentes

Se a é o logaritmo de n na base 10 (a = log n), então n = 10a. Em uma calculadora, você determina o logaritmo de um número pressionando o botão “log”. Se você souber que a = log n e quiser determinar n, use o botão “antilog” ou eleve 10 à potência a:

Resolvendo uma equação logarítmica: Ao se trabalhar com as equações de Nernst e de Henderson-Hasselbalch, precisaremos resolver equações do tipo

a

a = log n

10a = 10log n = n(u n = antilog a)

d c log gx

b

para a variável, x. Primeiro, isolamos o termo logarítmico:

Os logaritmos naturais (ln) são baseados no número e (= 2,718 281…) em vez de 10:

(b

d log gx

a) c

b = ln n

A seguir, elevamos 10 ao valor de cada lado da equação:

b

e = eln n = n

Em uma calculadora, você determina o ln de n com o botão “ln”. Para determinar n quando você souber que b = ln n, use a tecla ex.

10log(d/gx)

10(b

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Medium 9788521623465

APÊNDICES - Tabelas, Figuras e Diagramas

MORAN, Michael J.; SHAPIRO, Howard N.; BOETTNER, Daisie D.; BAILEY, Margaret B. LTC PDF

Índice de Tabelas em Unidades SI

Tabela A-1

Tabela A-2

Tabela A-3

Tabela A-4

Tabela A-5

Tabela A-6

Tabela A-7

Tabela A-8

Tabela A-9

Tabela A-10

Tabela A-11

Tabela A-12

Tabela A-13

Tabela A-14

Tabela A-15

Tabela A-16

Tabela A-17

Tabela A-18

Tabela A-19

Tabela A-20

Tabela A-21

Tabela A-22

Tabela A-23

Tabela A-24

Tabela A-25

Tabela A-26

Tabela A-27

Peso Atômico ou Molecular e Propriedades Críticas de Elementos e Compostos Selecionados

Propriedades da Água Saturada (Líquido-Vapor): Tabela de Temperatura

Propriedades da Água Saturada (Líquido-Vapor): Tabela de Pressão

Propriedades do Vapor d’Água Superaquecido

Propriedades da Água Líquida Comprimida

Propriedades da Água Saturada (Sólido-Vapor): Tabela de Temperatura

Propriedades do Refrigerante 22 Saturado (Líquido-Vapor): Tabela de Temperatura

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Medium 9788521621591

Parte II - 5 - Mecânica

TAVARES, Armando Dias; OLIVEIRA, J. Umberto Cinelli L. de LTC PDF

Capítulo

5

Mecânica

A Mecânica estuda o equilíbrio e o movimento dos corpos, suas causas e leis. Divide-se1 em duas partes: Estática e Dinâmica. A Estática estuda as forças, sua composição, decomposição, redução e o equilíbrio dos corpos sob a ação das forças. A Dinâmica pode ser considerada a teoria do movimento e divide-se em duas partes: Cinemática e Cinética. A Cinemática estuda o movimento dos corpos, sem levar em conta as causas desses movimentos, isto é, as forças; é, por assim dizer, a geometria de movimento. A Cinética relaciona o movimento dos corpos com as forças que o causam.

Alguns livros dividem a mecânica em três partes: Estática, Cinemática e Dinâmica; a Dinâmica assumindo o posto da Cinética, e a Cinemática se desenvolvendo em um ramo independente2 (p. ex.,

Synge e Griffith [30]).

Na primeira parte deste curso estudamos elementos de Estática, o suficiente para podermos desenvolver o restante do estudo de Mecânica no nível elementar necessário para um primeiro estudo.

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Medium 9788521629313

17 Eletrostática II

KESTEN, Philip R.; TAUCK, David L. LTC PDF

17

Eletrostática II

Amostra

Injetor de fluido

Bocal

Convergência hidrodinâmica

Células manchadas

Fluorescência

Raio de luz disperso

Fonte de luz

Geração de gotículas

+

+

+

+

+ Gotículas defletidas

17-1  Potencial Elétrico

17-2  Superfícies Equipotenciais

17-3  Potencial Elétrico Devido a Certas Distribuições de Carga

17-4  Capacitância

17-5  Energia Armazenada em um Capacitor

17-6  Capacitores em Série e em Paralelo

17-7  Dielétricos

Os classificadores de células ativadas por fluorescência separam rapidamente células de diferentes tipos. Os anticorpos fixados a corantes fluorescentes somente se unem a tipos específicos de células. Quando as células suspensas em uma solução salina passam pela máquina, a solução forma pequenas gotas salinas, cada uma contendo uma única célula. As gotículas então passam através de um feixe de luz; aquelas que apresentam fluorescência possuem células ligadas a anticorpos. O classificador de células aplica uma carga elétrica às gotículas que contêm uma célula fluorescente. Quando o fluxo de gotículas flui entre duas placas carregadas com sinais opostos a alta-tensão, um forte campo elétrico criado pelas placas desvia as gotículas carregadas, que contêm as células de interesse, afastando-as da trajetória seguida pelas gotículas descarregadas que contêm as células não marcadas. As aplicações para as populações de células purificadas resultantes variam desde o diagnóstico e tratamento de doenças até a engenharia de novas proteínas para células de animais e células microbianas.

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Medium 9788527723879

29 - Síntese e Processamento do RNA

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Guanabara Koogan PDF

Síntese e Processamento do RNA

29

Íntron excisado

Precursor do mRNA

mRNA

A síntese de RNA constitui uma etapa essencial na expressão da informação genética. Para as células eucarió­ticas, o RNA transcrito inicial (o precursor do mRNA) frequentemente sofre splicing, removendo íntrons que não codificam se­quências de proteí­nas. Em geral, o mesmo pré-mRNA sofre splicing diferente em tipos distintos de células ou em diferentes estágios do desenvolvimento. Na imagem à esquerda, proteí­nas associadas ao splicing do RNA (coradas com um anticorpo fluorescente) destacam as re­giões do genoma do tritão que estão sendo ativamente transcritas.

[Imagem à esquerda, cortesia do Dr. Mark B. Roth e do Dr.

Joseph G. Gall.]

O

DNA armazena a informação genética de modo estável, passível de ser prontamente replicado. A expressão dessa informação genética exige que o seu fluxo ocorra do DNA para o RNA e, habitualmente, para a proteí­na, como foi documentado no Capítulo 4. Este capítulo irá exami­ nar a síntese ou transcrição do RNA, que consiste no processo de síntese de um transcrito de RNA com transferência da informação das se­quências a partir de um molde de DNA. Começaremos com uma discussão das RNA polimerases, as grandes e complexas enzimas que rea­li­zam o processo de síntese. Em seguida, trataremos da transcrição nas bactérias e abordaremos os três estágios da transcrição: ligação ao promotor e iniciação; alongamen­ to do transcrito de RNA nascente; e término. Em seguida, examinaremos a transcrição nos eucariotos, enfatizando as distinções entre a transcrição nas bactérias e nos eucariotos.

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Medium 9788527723879

15 - Metabolismo | Esboço e Conceitos Básicos

BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L.; STRYER, Lubert Guanabara Koogan PDF

Metabolismo | Esboço e Conceitos Básicos

15

Os beija-flores são capazes de prodígios de resistência. Por exemplo, o pequeno beija-flor-de-papo-vermelho consegue armazenar energia suficiente para voar através do Golfo do México, uma distância em torno de 800 quilômetros, sem repousar. Esta façanha é possível graças à sua capacidade de transformar fontes energéticas em ATP (forma de energia usada por todas as células), representado pelo modelo à direita [(Esquerda) William Leaman/Alamy.]

O

Sumário

1. Como a célula extrai energia e poder redutor de seu ambiente?

15.2 ATP é a forma universal de energia livre usada pelos sistemas biológicos

s conceitos de conformação e dinâmica desenvolvidos na Parte 1, especialmente aqueles aplicados à especificidade e ao poder catalítico das enzimas, à regulação de sua atividade catalítica e ao transporte de moléculas e de ío­ns através de membranas, possibilitam-nos agora formular questões fundamentais em bioquí­mica:

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Medium 9788521626275

4 - VARIAÇÕES DO “MÉTODO” - Teorias sem observações, eventos inesperados, experiências “fracassadas”, erros etc.

FENTANES, Enrique Galindo LTC PDF

4. VARIAÇÕES DO “MÉTODO”

Teorias sem observações, eventos inesperados, experiências “fracassadas”, erros etc.

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A história da descoberta está cheia de chegadas a destinos inesperados e chegadas ao destino esperado no barco errado.

Arthur Koestler*

Nos campos da observação, o acaso só favorece as mentes preparadas.

Louis Pasteur**

D

e acordo com o método, o processo de pesquisa pareceria ser totalmente planejado; entretanto, a realidade do trabalho experimental é mais humilde… e interessante.

Nem sempre se segue ou podem ser seguidos de forma rigorosa os passos e a ordem do método, tal como foram expostos no capítulo anterior. Exemplificaremos esta afirmação com fatos bem conhecidos da física e da astronomia, em que a teoria precede a observação do fenômeno, ou que as observações, as quais, na sua época, acreditavam ser objetivas, levaram a graves erros de interpretação. Apesar de a astronomia não ser uma ciência experimental no sentido estrito da palavra, é uma ciência empírica porque aplica as bases do método experimental.

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Medium 9788522490271

Introdução

MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

Introdução

O sentido está sempre no viés. Ou seja, para se compreender um discurso é importante se perguntar: o que ele não está querendo dizer ao dizer isto? Ou: o que ele não está falando, quando está falando disso? (ORLANDI, 1987, p. 275).

Ao ingressar num curso superior, frequentemente o aluno revela desconhecimento de normas de elaboração de trabalhos de grau, bem como despreparo para a leitura de textos científicos, literários ou teóricos de variadas modalidades.

Professores de todas as disciplinas salientam as dificuldades do alunado na elaboração de fichamentos, resumos, resenhas, monografias, e manifestam-se favoravelmente à leitura como base de toda criação de um texto, literário ou técnico. Ler, ler muito, ler bem, ler sempre para solidificar o estilo, ampliar o conhecimento, alterar comportamentos, dominar a articulação linguística.

Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas apresenta os mais variados instrumentos para a realização de trabalhos de pesquisa, objetivando levar ao conhecimento do leitor informações que possam favorecer-lhe no estudo, tornar sua leitura eficiente e eficaz, indicar-lhe caminhos para a pesquisa e a redação de trabalhos com embasamento científico, elaborados segundo técnicas de pesquisa bibliográfica.

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Medium 9788527718790

11- Dosagem de HDL-colesterol

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Guanabara Koogan PDF

11

Dosagem de

HDL-colesterol

X

Introdução, 84

X

Atividade prática: determinação de HDL-colesterol, 84

Objetivo, 84

Materiais e método, 85

Princípio, 85

Resultados e conclusão, 87

X

Questões, 88

Nardy.indd 83

8/1/2009 11:52:33

84

X

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

Os lipídios são transportados no plasma sanguíneo nos complexos macromoleculares conhecidos como lipoproteínas, como visto no capítulo 4 onde foi abordado a eletroforese de lipoproteínas.

As lipoproteínas têm propriedades físicas e químicas desiguais devido às diferenças de proporções de lipídios e proteínas nas suas constituições. As lipoproteínas foram classificadas por ultracentrifugação, com base nas diferenças de densidade. Esta classificação inclui: quilomícrons, lipoproteína de muito baixa densidade (VLDL), lipoproteína de densidade intermediária (IDL), lipoproteína de baixa densidade (LDL), lipoproteína de alta densidade (HDL).

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Medium 9788527727365

21 - Febres Hemorrágicas Virais

SANTOS, Norma Suely de Oliveira; ROMANOS, Maria Teresa Villela; WIGG, Marcia Dutra Guanabara Koogan PDF

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Febres Hemorrágicas Virais

Fernando Portela Câmara  Luiz Max Fagundes de Carvalho

CC

Introdução

As febres hemorrágicas virais (FHV) são infecções que geralmente apresentam coeficiente de mortalidade e potencial epidêmico elevados. Causam terror nas populações atingidas e, se não forem controladas a tempo, frequentemente se espalham com intensidade, levando os serviços assistenciais ao colapso.

Essas viroses são temidas desde a época das Guerras Púnicas, quando uma epidemia de grandes proporções, até hoje de causa desconhecida da medicina e que se assemelhava a uma espécie de sarampo hemorrágico, segundo a descrição de Tucídides, emergiu na península do Peloponeso no perío­do de 431 a 404 a.C., causando inúmeras mortes na cidade-estado de Atenas e suas cidades-satélites no Mediterrâneo.

O fim do Império Romano foi fustigado por uma febre hemorrágica, possivelmente a varío­la hemorrágica, incidindo frequentemente nas campanhas romanas e sendo confundida com a peste negra pelos historiadores. Na Idade Média, a partir do ano 348 d.C., quando o clima se tornou mais quente, a Europa foi castigada por terríveis ciclos epidêmicos da chamada peste negra (transmitida por pulgas infectadas pela bactéria Yersinia pestis). Não há evidências concretas de que essa epidemia tenha sido de etiologia bacteriana, e pode-se es­pecular, com base nas características epidemiológicas, ciclos e trajetória dessa doen­ça que mudaria o rumo da história econômica e política da Europa, que se tratava de uma febre hemorrágica de alta mortalidade. O que se chama de peste negra con­ti­nuaria grassando a

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Medium 9788521634300

Capítulo 20 - Recursos Energéticos

POPP, José Henrique LTC PDF

Recursos Energéticos

Nos primórdios da vida do homem, este dispunha ape‑ nas da energia mecânica gerada por seus próprios múscu‑ los. Com o passar dos tempos, passou a obter essa energia do atrelamento de animais e também das águas dos rios. Da

água, aprendeu a utilizar o vento para deslocar‑se mais rapi‑ damente sobre os mares e movimentar moinhos.

Nos últimos 500 anos, utilizou o fogo queimando madei‑ ras, depois carvão, gás de carvão, petróleo e gás de petróleo.

Entretanto, todas essas formas de energia utilizadas têm uma parte comum de irradiação: o Sol.

O conceito de energia surgiu recentemente, e inclui os recur‑ sos não renováveis, isto é, aqueles que uma vez esgotados não são reproduzidos, pelo menos dentro de um período de tem‑ po que possa ser estimado em nosso calendário. Os recursos energéticos naturais não renováveis e que são o sustentáculo do mundo moderno são o carvão mineral, o petróleo, o gás natural, os minerais radioativos e as fontes de exalações geotérmicas.

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Medium 9788536327136

9. Diferenças entre Grupos

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 9

DIFERENÇAS ENTRE GRUPOS

Lembre-se: metade dos seus conhecidos está abaixo da média!

C

onforme abordado nos Capítulos 6 e 8, as técnicas estatísticas são usadas para encontrar e descrever relações entre variáveis. Também são usadas para detectar diferenças entre grupos.

São muito frequentes na análise de dados de pesquisas experimentais e quase experimentais. Elas permitem avaliar efeitos de uma variável independente (causa ou tratamento) ou categórica (sexo, idade, raça, etc.) sobre outra dependente (efeito, resultado). Lembre-se, no entanto, de que as técnicas descritas neste capítulo não são usadas de modo isolado para estabelecer relações de causa e efeito, mas apenas para avaliar a influência da variável independente. Relações de causa e efeito não são estabelecidas por estatísticas, mas pela teoria, pela lógica e pela natureza total da situação experimental.

Como a estatística testa diferenças

Na pesquisa experimental, os níveis da variável independente podem ser estabelecidos pelo experimentador. Pode ser, por exemplo, que o experimento envolva a investigação dos efeitos da intensidade do treinamento sobre a resistência cardiorrespiratória. Portanto, a intensidade do treinamento é a variável independente (ou o fator de tratamento), enquanto alguma medida da resistência cardiorrespiratória é a variável dependente. A intensidade do treinamento pode ter

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