2009 capítulos
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Medium 9788527729208

9. Ctenophora

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 9

Ctenophora

Alvaro Esteves Migotto e Otto Müller Patrão de Oliveira

Apresentação geral do grupo

O filo Ctenophora é composto por cerca de 120 espécies de animais exclusivamente marinhos ou estuarinos que são formados por oito fileiras meridionais de cílios longos e fundidos, denominados ctenos, utilizados para locomoção. Além disso, os ctenóforos têm como características básicas a simetria corpórea birradial e a existência de estruturas adesivas nos tentáculos, chamados de coloblastos.

Classificação e características diagnósticas de cada subfilo ou classe

Tradicionalmente, o filo é dividido em duas classes: Tentaculata, que inclui os ctenóforos com tentáculos, e Nuda, que agrupa os não tentaculados. Uma proposta recente divide o filo nas classes

Typhlocoela e Cyclocoela, sendo a existência de um canal circular ao redor da boca a característica distintiva das espécies presentes na segunda classe. Como existem evidências de que ambas as classificações não são naturais, além da ausência de uma proposta robusta de filogenia do grupo, adotamos aqui o modelo tradicional

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Medium 9788521630371

32 Equações de Maxwell; Magnetismo da Matéria

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF

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Equações de Maxwell;

Magnetismo da Matéria

32-1

LEI DE GAUSS PARA CAMPOS MAGNÉTICOS

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

32.01 Saber que a estrutura magnética mais simples é o dipolo

32.03 Saber que o fluxo magnético através de uma superfície gaus-

magnético.

siana (que é uma superfície fechada) é zero.

32.02 Calcular o fluxo magnético F através de uma superfície

 integrando o produto escalar do vetor campo magnético B pelo

 vetor área dA ao longo de toda a superfície.

Ideias-Chave zz A estrutura magnética mais simples é o dipolo magnético. Não existem (até onde sabemos) monopolos magnéticos. De acordo com a lei de Gauss para campos magnéticos,

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B

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o fluxo magnético através de uma superfície gaussiana (que é uma superfície fechada) é zero. Uma das consequências da lei de Gauss é o fato de que os monopolos magnéticos não existem.

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Medium 9788521626633

16 Os elementos do grupo 16

HOUSECROFT, Catherine E.; SHARPE, Alan G. Grupo Gen PDF

492  capítulo 16

Tópicos

Ocorrência e extração

Aplicações

Propriedades físicas

Ligação

Reatividade dos metais

Hidretos

Sulfetos e polissulfetos metálicos

Selenetos e teluretos

Haletos e oxialetos

Óxidos e oxiácidos

Compostos com nitrogênio

Química das soluções aquosas

16.1 Introdução

Os elementos do grupo 16 – oxigênio, enxofre, selênio, telúrio e polônio – são denominados calcogênios.

O oxigênio ocupa uma posição tão central em qualquer tra‑ tamento na química inorgânica que a discussão de muitos de seus compostos é tratada quando do estudo de outros elemen‑ tos. A diminuição do caráter não metálico à medida que se desce no grupo é facilmente identificada nos elementos desse grupo:

OO

OO

OO

OO

o oxigênio existe apenas como dois alótropos gasosos (O2 e O3); o enxofre tem muitos alótropos, todos eles isolantes; as formas estáveis do selênio e telúrio são semicondutores; o polônio é um condutor metálico.

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Medium 9788521617778

5 - Equilíbrio

SOUZA, Samuel de Grupo Gen PDF

Equilíbrio

5.1 DEFINIÇÕES OBSERVACIONAIS E CAUSAIS

DO EQUILÍBRIO

5.2 EQUILÍBRIO EM DUAS DIMENSÕES

5.3 EQUILÍBRIO EM TRÊS DIMENSÕES (ESPAÇO)

5.4 RESUMO DO CAPÍTULO

5.5 EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

5.6 EXERCÍCIOS PROPOSTOS

5

“Talento é 1% de inspiração e 99% de transpiração.”

Thomas Edison

5.1 Definições Observacionais e Causais do

Equilíbrio

Definição

Equilíbrio de uma partícula (ou ponto material)

Definição através das causas do movimento

“Uma partícula está em equilíbrio quando está livre da ação de forças, ou seja, a soma das forças que atuam sobre ela

é nula.”

Definição através dos efeitos do movimento

“Uma partícula está em equilíbrio quando seu vetor velocidade é constante, ou seja, sua aceleração é nula.”

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Definição

Equilíbrio de um corpo rígido

Definição através das causas ou dinâmica do movimento

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Medium 9788522466061

6 - Critérios sobre a Qualidade do Projeto e da Pesquisa Orientados por um Estudo de Caso

MARTINS, Gilberto de Andrade Grupo Gen PDF

6

Critérios sobre a Qualidade do Projeto e da Pesquisa Orientados por um Estudo de Caso

6.1 Introdução

Neste capítulo pretende-se apresentar, explicar, exemplificar e discutir critérios de exigências para se poder avaliar a qualidade do planejamento e execução de uma pesquisa direcionada pela estratégia de um Estudo de Caso. Quando um trabalho científico apresenta como abordagem metodológica o estudo de um único caso, os critérios para torná-lo digno de expressividade, significância, enfim, qualidade, são extremamente rigorosos, já que é enorme o risco, nestas condições, de se elaborar um relatório impressionista, orientado por achismos, que em muito se afasta de um trabalho científico. A comunidade acadêmica ainda expressa preconceitos em relação à estratégia de se estudar um

único caso, provavelmente devido ao pouco tempo decorrido desde a publicação dos primeiros trabalhos dessa natureza, aliado à baixa qualidade de muitos “Estudos de Caso” que estão sendo realizados no campo das Ciências Sociais Aplicadas.

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Medium 9788521634225

Fundamentos

ATKINS, Peter Grupo Gen PDF

Fundamentos

A físico-química estabelece uma ligação entre as propriedades da matéria macroscópica e o comportamento das partículas –

átomos, moléculas ou íons – das quais a matéria é constituída.

Os físico-químicos interessam-se pela estrutura da matéria e como e por que sofre transformações. Formulam teorias para entender e explicar fenômenos químicos. Essas teorias resultam normalmente em modelos matemáticos que podem ser testados por comparação com dados experimentais.

A físico-química baseia-se em dois dos grandes pilares da ciência física moderna: a termodinâmica e a teoria quântica.

Na termodinâmica, o foco está nas propriedades macroscópicas de um sistema; a teoria quântica geralmente é aplicada ao estudo de átomos e moléculas individuais. Os dois pilares estão intimamente ligados, pois as propriedades macroscópicas dos sistemas são determinadas e explicadas pelos efeitos da mecânica quântica.

Este capítulo é o alicerce para tudo que se segue. Nele descrevemos os princípios fundamentais que sustentam a físico-química. Também abrangemos muitos desses princípios nos boxes intitulados Ferramentas do químico, no interior dos capítulos individuais. No entanto, esses fundamentos são partes integrantes de um entendimento da físico-química e é útil apresentá-los antes de seguirmos adiante. Começamos pela descrição das propriedades físicas que caracterizam os estados da matéria. Embora o termo “energia” seja amplamente empregado na linguagem do dia a dia, em ciência esse termo tem um significado preciso que iremos descrever na Seção 0.9. Ao final, discutiremos a radiação eletromagnética, que é essencial para muitos dos fenômenos que observamos e interpretamos.

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Medium 9788522476831

3 A introdução

ACEVEDO, Claudia Rosa Grupo Gen PDF

32 

Como fazer Monografias  •  acevedo e nohara

––

definição dos termos utilizados; e

––

organização do trabalho.

3.1 Apresentação do assunto

Inicia-se um texto científico com uma breve apresentação do assunto no qual a investigação está inserida. Exemplo: o presente trabalho trata das atitudes de adolescentes em relação a propagandas ou do envolvimento do consumidor com a marca.

É muito comum o iniciante confundir o assunto com o problema. O primeiro

(o assunto) é mais amplo que o segundo, pois representa determinada área de estudo em que infinitas investigações podem ser realizadas.

Alguns exemplos de assuntos são:

• processo de busca de informação do consumidor;

• responsabilidade social das empresas;

• desenvolvimento sustentável;

• marcas;

• propaganda;

• satisfação do consumidor;

• qualidade de serviços; e

• reclamações.

No assunto marcas, por exemplo, podem-se encontrar os seguintes problemas: (1) qual é a relação entre marca e atributos intrínsecos do produto na decisão de escolha do consumidor? (2) Qual é a influência das lembranças infantis na escolha da marca? (3) Qual é a influência da marca na demanda das crianças para a compra de produtos? Dessa forma, verifica-se que, dentro de um mesmo assunto, podem existir infinitos problemas. Assim, o assunto é mais amplo que o problema.

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Medium 9788521630906

CAPÍTULO 24 - SUBLIMAÇÃO

ZUBRICK, James W. Grupo Gen PDF

SUBLIMAÇÃO

capítulo

1  2  3  4  5  6  7  8  9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23  24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35

Você tem de usar um trap de água.

Sublimação ocorre quando você aquece um sólido e ele passa diretamente para o estado de vapor.

Ele não passa POR, nem se torna um líquido. Se você inverte o processo — resfria o vapor de modo que ele volte a ser um sólido —, você condensou o vapor. Utilize a palavra sublimar para a conversão direta de sólido em vapor. Condensar pode referir-se ou a conversões vapor em sólido ou vapor em líquido.

A Fig. 24.1 mostra três dispositivos de sublimação (sublimadores). Observe todas as similaridades. A água fria entra e desce em um dedo frio, no qual se condensam os vapores originários do sólido bruto. As diferenças consistem em que um é maior e tem uma junta de vidro esmerilhado.

O tubo de ensaio com saída lateral tendo um condensador de dedo frio é muito menor. Para utilizá-los,

1. Coloque o sólido bruto no fundo do sublimador. Quanto de sólido bruto? É bastante complicado. Certamente você não quer iniciar com tanto que chegue a tocar o dedo frio. E considerando que, como o sólido purificado se condensa no dedo frio crescendo para baixo até tocar o sólido bruto, tem de haver bastante espaço. Sugiro que você consulte seu professor, que pode querer apenas uma pequena quantidade purificada.

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Medium 9788521625872

APÊNDICE E - As Equações de Transferência da Convecção

BERGMAN, Theodore L.; LAVINE, Adrienne S.; INCROPERA, Frank P.; DEWITT, David P. Grupo Gen PDF

APÊNDICE

E

As Equações de

Transferência da Convecção

No Capítulo 2 consideramos uma substância estacionária na qual o calor é transferido por condução e desenvolvemos meios para a determinação da distribuição de temperaturas no interior da substância. Fizemos isso aplicando a conservação de energia em um volume de controle diferencial (Figura 2.11) e deduzindo uma equação diferencial que foi chamada de equação do calor.

Para uma geometria e condições de contorno especificadas, a equação pode ser resolvida para determinar a distribuição de temperaturas correspondente.

Se a substância não for estacionária, as condições se tornam mais complexas. Por exemplo, se a conservação de energia for aplicada em um volume de controle diferencial em um fluido em movimento, os efeitos do movimento do fluido (advecção) na transferência de energia através das superfícies do volume de controle devem ser considerados, juntamente com os da condução. A equação diferencial resultante, que fornece a base para a previsão da distribuição de temperaturas, requer agora o conhecimento das equações da velocidade, deduzidas da aplicação da conservação de massa e da segunda lei de Newton do movimento em um volume de controle diferencial.

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Medium 9788521634300

Capítulo 12 - Deformações Estruturais nas Rochas: Falhamentos e Dobramentos

POPP, José Henrique Grupo Gen PDF

12

12.1  Generalidades

Deformações Estruturais nas Rochas: Falhamentos e

Dobramentos

Os sistemas de forças que atuam em nosso planeta de modo contínuo modificam sua configuração com o deslocamento de massas continentais, formação de bacias oceânicas e outras características fisiográficas, podendo também produzir grandes deformações e alterações em todos os tipos de rochas e minerais. O estudo dessas deformações estruturais que se encontram nas rochas sob a forma e a designação de falhas e dobras constituem os registros que evidenciam os movimentos e as direções dos esforços produzidos pelas placas litosféricas.

Dois tipos de forças atuam e deformam os corpos rochosos: as forças de volume e as forças de contato ou de superfície.

As primeiras atuam sobre a massa como um todo; são as forças gravitacionais e eletromagnéticas. As segundas, as forças de contato, atuam ao longo de uma superfície fraturada, provocando os deslocamentos e as deformações de partes de um corpo rochoso que é submetido aos mencionados esforços.

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Medium 9788521626138

CAPÍTULO 7 - SISTEMAS SOLVENTES E COMPORTAMENTO ÁCIDO–BASE

RAYNER-CANHAM, Geoff; OVERTON, Tina Grupo Gen PDF

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Sistemas Solventes e

Comportamento Ácido–Base

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Medium 9788521617822

PARTE I - CAPÍTULO 1 - ORIGEM DA ÁGUA

LENZI, Ervim; FAVERO, Luzia Otilia Bortotti; LUCHESE, Eduardo Bernardi Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 1

ORIGEM DA ÁGUA

1.1

1.2

1.1

Introdução

Origem da Água na Terra

1.2.1

Hipótese do bombardeio do planeta Terra com cometas de gelo

1.2.2

Hipótese da condensação do envelope gasoso da Terra

1.2.3

Excessos voláteis

1.3

1.4

1.5

Composição Salina da Água do Mar —

Comprovação da Hipótese

Origem e Estrutura da Matéria

Referências Bibliográficas e Sugestões para

Leitura

Introdução

A

água é encontrada em vários pontos do universo, na Terra, nos “espaços” interestelares, nos satélites, nos cometas, planetas e na atmosfera de algumas estrelas. Sabe-se também que ela é formada em diferentes partes do universo. Conforme literatura, aproximadamente 70% da massa do universo é hidrogênio, mas o oxigênio chega apenas a 1%. Para a formação da água exigem-se condições apropriadas, como alta densidade e temperatura não muito alta, não passando de alguns milhares de graus Celsius (°C). Altas temperaturas, bem como, a radiação ultravioleta, provocam a dissociação da molécula de água (R-1.1). alta temperatura e ou radiação ultravvioleta

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Medium 9788527729208

37. Sistemas de Manutenção de Organismos Aquáticos

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 37

Sistemas de Manutenção de

Organismos Aquá­ticos

Patrícia Moraes Valenti, Rafael Augusto Gregati e Wagner Cotroni Valenti

Introdução

O uso de animais saudáveis em plena rea­li­zação de suas funções vitais é de grande importância para a obtenção de dados fidedignos em qualquer experimento com organismos vivos. Há um consenso de que os animais utilizados em experimentos devem ter o bem-estar garantido e sofrimento reduzido ao mínimo. Assim, os sistemas de manutenção de organismos aquá­ticos vivos para fins didático-científicos precisam manter as va­riá­veis ambientais semelhantes ao ambiente natural em que a espécie estudada ocorre. Adicionalmente, a alimentação deve fornecer os nutrientes necessários para o animal rea­li­zar os processos fisiológicos dele.

Existem várias técnicas de manutenção e criação de organismos aquá­ticos, desenvolvidas pela aquicultura e aquariofilia, disponíveis na literatura (Timmons e Ebeling, 2007; Calado et al., 2007;

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Medium 9788527729604

Capítulo 7 - O Processo Reprodutivo

HICKMAN Jr., Cleveland P.; ROBERTS, Larry S.; KEEN, Susan L.; EISENHOUR, David J.; LARSON, Allan; I’ Grupo Gen PDF

CAPÍT ULO

7

O Processo

Reprodutivo

O óvulo e o espermatozoide humanos no momento da fecundação.

“Omne vivum ex ovo”

Em 1651, nos últimos anos de uma longa vida, William Harvey, o fisiologista inglês que havia fundado a fisiologia experimental ao explicar o circuito sanguíneo, publicou um tratado sobre a reprodução.

Ele afirmou que toda a vida se desenvolve a partir do ovo – omne vivum ex ovo. Harvey foi engenhoso, uma vez que não tinha meios para visualizar os ovos de muitos animais, especialmente o ovo microscópico dos mamíferos, que, a olho nu, não é maior do que um grão de poeira. E mais ainda, Harvey afirmou que os ovos são lançados em seu curso de desenvolvimento por alguma influência do sêmen, uma conclusão que foi ou extraordinariamente perceptiva, ou então uma conjetura afortunada, uma vez que o espermatozoide também era invisível para Harvey. Tais ideias diferiam nitidamente das noções de biogênese então existentes, que viam a vida surgindo de muitas fontes, das quais os ovos eram apenas uma dentre elas. Harvey descreveu

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Medium 9788521630142

CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO À DINÂMICA

MERIAM, James L.; KRAIGE, L. Glenn Grupo Gen PDF

1

Introdução à

Dinâmica

DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO

1/1  História e Aplicações Modernas

1/5  Gravitação

1/2  Conceitos Básicos

1/6  Dimensões

1/3  Leis de Newton

1/7  Resolução de Problemas de Dinâmica

1/4  Unidades

1/8  Revisão do Capítulo

1/1  História e Aplicações Modernas

conhecido como uma das maiores entre todas as contribuições registradas para o conhecimento. Além de enunciar as leis que governam o movimento de uma partícula, Newton foi o primeiro a formular corretamente a lei da gravitação universal. Apesar de sua descrição matemática estar correta, ele achava que o conceito de transmissão remota da força gravitacional sem o auxílio de um meio era uma ideia absurda. Após a época de Newton, contribuições importantes para a mecânica foram feitas por Euler, D’Alembert,

Lagrange, Laplace, Poinsot, Coriolis, Einstein e outros.

Dinâmica é o ramo da mecânica que trata do movimento dos corpos sob a ação de forças. O estudo da dinâmica na engenharia usualmente segue o estudo da estática, que trata dos efeitos das forças sobre os corpos em repouso. A dinâmica tem duas partes distintas: cinemática, que é o estudo do movimento sem referência às forças que causam o movimento, e cinética, que relaciona a ação das forças sobre os corpos aos movimentos resultantes. Uma compreensão aprofundada de dinâmica irá fornecer uma das ferramentas mais úteis e poderosas para análise em engenharia.

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