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Medium 9788527729208

38. Toxinologia de Invertebrados Perigosos no Trabalho de Campo

FRANSOZO, Adilson Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 38

Toxinologia de Invertebrados

Perigosos no Trabalho de Campo

Vidal Haddad Junior

Invertebrados terrestres |

Reconhecimento e prevenção de acidentes

Os invertebrados terrestres associados a acidentes humanos são principalmente do filo Arthropoda e dividem-se em várias classes, sendo as mais importantes as classes Insecta, que compreende cerca de 60% das espécies vivas, Arachnida (aranhas e escorpiões) e Chilopoda (lacraias e centopeias). Entre os insetos, temos algumas ordens que têm estreita relação com envenenamentos, como, por exemplo, Lepidoptera (borboletas e mariposas), Hymenoptera

(formigas, abelhas, vespas), Coleoptera (besouros) e Pentatomidae

(“marias-fedidas”, “fede-fede”). Devido ao fato de estes animais serem encontrados em ambientes naturais com grande fre­quência, o contato entre eles e os pesquisadores é comum, podendo ocorrer quando o artrópode é objeto de coleta ou estudo, ou ao ser capturado com outros invertebrados ou, ainda, em uma terceira situação, quando está presente em barracas ou no ambiente da coleta.

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Medium 9788527715386

20- Cromatografia

COMPRI-NARDY, Mariane B.; STELLA, Mércia Breda; OLIVEIRA, Carolina de Grupo Gen PDF

20

X

Cromatografia

Introdução, 144

Princípios e classificação dos métodos de purificação, 144

Cromatografia da adsorção, 145

Cromatografia de partição, 146

Cromatografia de afinidade, 147

Cromatografia de troca iônica, 148

X

Atividade prática: cromatografia em papel, 149

Objetivo, 149

Materiais e método, 149

Resultados e conclusão, 151

X

Questões, 152

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144

X

Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica

Introdução

Os métodos empregados para a purificação de substâncias de origem biológica foram desenvolvidos devido à freqüente inaplicabilidade dos métodos convencionais de química orgânica no isolamento da maioria dos componentes da matéria viva. Os problemas encontrados no isolamento de compostos bioquímicos puros tornar-se-ão aparentes no decorrer desse estudo. Cada substância deve ser separada dos demais componentes com os quais ocorre, ou seja, do material que contém vários milhares de diferentes espécies moleculares com peso molecular variando de 102 a 108, presentes em concentrações que oscilam entre 10–15 e 10–2 M. A substância desejada é freqüentemente muito lábil e não pode ser exposta a extremos de pH, temperatura ou pressão. Com exceção de alguns lipídios e um pequeno número de outras substâncias, a maioria dos compostos é pouco solúvel em solventes orgânicos e deve ser purificada em soluções aquosas. Além disso, em qualquer classe de compostos biológicos, existem geralmente numerosas espécies que só possuem ligeiras diferenças. Por exemplo, a glicina é um dos 20 aminoácidos encontrados em hidrolisados de proteínas, e as suas propriedades gerais assemelham-se

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Medium 9788536321158

29 Genética da conservação

Klug, William S. Grupo A - Artmed PDF

29.1

A DIVERSIDADE GENÉTICA É A META DA GENÉTICA DA CONSERVAÇÃO

763

À

medida que o século XXI avança, a diversidade de vida na Terra está sob pressão cada vez maior dos efeitos diretos e indiretos do explosivo crescimento da população humana. Há 10.000 anos, viviam no planeta cerca de 10 milhões de Homo sapiens. Há

2.000 anos, esse número crescera para 100 milhões, e para 2,5 bilhões por volta de 1950. No decorrer de uma única existência, a população humana mundial mais que dobrou para 5,5 bilhões em 1993 e projeta-se que em 2100 alcançará os 19 bilhões

(Figura 29-1).

O efeito do acelerado crescimento populacional humano sobre as outras espécies tem sido enorme. Dados de 2006, da

Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas, da União Mundial para a Conservação (IUCN), demonstram que, globalmente, 23% de todos os mamíferos, 12% das aves, 51% dos répteis, 31% dos anfíbios e 40% das espécies de peixes estão ameaçados. As plantas não vão melhor: a Lista Vermelha da IUCN de 2006 também inclui mais de 8.300 espécies de plantas vasculares no mundo todo. Nem só as plantas selvagens estão em risco. A diversidade genética em plantas e animais domesticados também está sendo perdida porque muitas variedades tradicionais de culturas e raças pecuárias desaparecem. A Organização para Alimentos e

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Medium 9788527730952

9 - INSETOS HABITANTES DO SOLO

GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Grupo Gen PDF

Capítulo 9

Insetos Habitantes do Solo

Uma paquinha. (Segundo Eisenbeis & Wichard, 1987.)

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186

Insetos | Fundamentos da Entomologia

O perfil de um solo típico apresenta uma camada superior de material vegetal recentemente depositado, chamada de folhiço, cobrindo o material mais decomposto que se integra com solos orgânicos ricos em húmus. Esses materiais orgânicos estão depositados sobre camadas de solo mineralizado, os quais variam de acordo com a geologia local bem como com fatores climáticos, como precipitação e temperatura presentes e passadas. O tamanho das partículas e a umidade do solo são influências importantes para as microdistribuições de organismos subterrâneos. O hábitat decompositor, incluindo madeira em decomposição, folhiço, carcaça e excrementos, é uma parte integral do sistema do solo.

Os processos de decomposição de matéria vegetal e animal e o retorno dos nutrientes para o solo envolvem muitos organismos.

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Medium 9788522499052

10 Grupos de Foco

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF

10

Grupos de Foco

Grupo de foco (Focus Group) é um método de coleta de dados que consiste na realização de entrevistas em grupo, conduzidas por um moderador. Tem como objetivo a discussão de um tópico específico. Este método é também chamado de entrevista focalizada de grupo, entrevista profunda em grupos, reuniões de grupos, pesquisa diagnóstica e pesquisa da motivação (MATTAR, 1996).

Pode-se dizer que as entrevistas em grupo, na área de ciências sociais, têm sido utilizadas desde a década de 1920. Inicialmente, pesquisadores como

Emory Bogardus e Walter Thurstone utilizaram várias formas de entrevistas em grupo, atendendo a propósitos diversos, como, por exemplo, a elaboração de instrumentos para a pesquisa do tipo survey (MORGAN, 1998). Entretanto, foi com Robert Merton e Paul Lazarsfeld que o método desenvolveu-se, antes da

Segunda Guerra Mundial. Entre os anos de 1950 e 1980 aproximadamente, o método foi utilizado basicamente em pesquisas na área de marketing. Recentemente, tornou-se também popular em outras áreas (MORGAN, 1998).

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Medium 9788527732925

CAPÍTULO 8 Geração de Energia | Glicólise

BROWN, T.A. Grupo Gen PDF

Capítulo 8

Geração de Energia | Glicólise

Objetivos do estudo

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

 Compreender o papel das moléculas carreadoras ativadas no armazenamento de energia e descrever os mais importantes desses carreadores

 Saber que a via para a geração de energia bioquímica envolve dois estágios e listar as quantidades de ATP,

NADH e FADH2 que são produzidas durante cada estágio

 Descrever as etapas da via glicolítica, citando os substratos, os produtos e as enzimas envolvidos em cada etapa

 Reconhecer que o ATP é utilizado em um estágio inicial da glicólise, mas que as etapas subsequentes levam a um ganho efetivo de ATP

 Saber como alguns organismos realizam a glicólise na ausência de oxigênio e descrever as maneiras pelas quais esses organismos reoxidam as moléculas de

NADH resultantes da glicólise

 Descrever como açúcares, além da glicose, entram na via glicolítica

 Entender a importância da etapa catalisada pela fosfofrutoquinase como ponto-chave de controle na glicólise e explicar como a atividade dessa enzima é regulada pelo ATP, pelo AMP, pelo citrato e por íons hidrogênio

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Medium 9788527732925

CAPÍTULO 15 Síntese de RNA

BROWN, T.A. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 15

Síntese de RNA

OBJETIVOS DO ESTUDO

Após a leitura deste capítulo, você será capaz de:

 Descrever os diferentes tipos de RNA e seus papéis na célula

 Entender o papel das estruturas em grampo no término da transcrição em E. coli

 Compreender o papel da sequência promotora na iniciação da transcrição

 Explicar a diferença entre o término intrínseco da transcrição e dependente de Rho em E. coli

 Reconhecer as diferenças entre as estruturas dos promotores bacterianos e eucarióticos

 Entender o papel da poliadenilação no término da transcrição do mRNA eucariótico

 Descrever como a transcrição é iniciada em Escherichia coli

 Descrever como os rRNAs e os tRNAs são processados por eventos de clivagem e corte

 Descrever as funções dos fatores de transcrição e de outras proteínas associadas durante a iniciação da transcrição nos eucariotos

 Identificar as características essenciais dos genes descontínuos e descrever a via de splicing para íntrons GU-AG

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Medium 9788521632726

RESPOSTAS

KLEIN, David Grupo Gen PDF

RESPOSTAS

CAPÍTULO 1

1.1)

H

c

a

Cl

1.2) Não

1.4) Sim

1.6)

d

b

O

b

e

a

a > d > b > e > c

1.7)

Cl

1.3) Não

1.5) Sim

O

O

O

c

O

a >

b >

c

Cl

1.8)  Considere a terceira estrutura de ressonância apresentada a seguir. Esta estrutura de ressonância tem uma carga positiva, indicando que o átomo de carbono em destaque é deficiente em elétrons. Como

—C possui um momento de dipolo excepcionalmente forte, levando a um sinal resultado, a ligação C— excepcionalmente forte na espectroscopia IV.

O

O

O

1.9) Álcool

1.10) Nenhum 1.11) Ácido carboxílico 1.12) Álcool

1.13) Ácido carboxílico 1.14) Nenhum 1.15) Álcool

1.16) Ácido carboxílico

1.17) Amina primária

1.18) Cetona (o pequeno pico em 3400 pode ser ignorado. Veja o exercício 1.21 para uma explicação)

1.19) Amina secundária

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Medium 9788522476831

Parte I – 3 A introdução

ACEVEDO, Claudia Rosa Grupo Gen PDF

3

A introdução

A parte textual de monografias é composta pelos seguintes capítulos: introdução, revisão da literatura, fundamentação teórica, hipóteses do trabalho, métodos, resultados, discussão e conclusão. Observa-se que os capítulos de revisão da literatura e de fundamentação teórica podem estar separados ou juntos em um capítulo intitulado de revisão bibliográfica.

Neste capítulo, será discutida a introdução. Os outros tópicos são discutidos nos capítulos subsequentes.

A introdução, como já diz o nome, tem a finalidade de introduzir o leitor no trabalho em questão. É no capítulo de introdução que se expõe ao leitor de que assunto trata a investigação.

Pode-se utilizar a seguinte estrutura para organizar o capítulo:

––

apresentação do assunto;

––

importância ou justificativa da escolha do assunto (por que é importante estudá-lo);

––

problema a ser investigado;

––

objetivo do estudo;

32 

Como fazer Monografias  •  acevedo e nohara

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Medium 9788521631989

1 - Introdução e Conceitos Matemáticos

CUTNELL, John D.; JOHNSON, Kenneth W. Grupo Gen PDF

Capítulo

1

Introdução e

Conceitos Matemáticos

As técnicas de animação e os efeitos especiais usados no filme

Avatar dependem de com­pu­ tadores e conceitos matemáti­ cos, como, por exem­plo, trigo­ nometria e vetores. Estes con­ ceitos matemáticos também serão úteis em todo este livro em nossa discussão sobre física.

(© 20th Century Fox Licensing/

Merch/Everett Collection, Inc.)

1.1 A Natureza da Física

A ciência da física desenvolveu-se a partir dos esforços de homens e mulheres para explicar nosso ambiente físico. Estes esforços foram tão bem-sucedidos que atualmente as leis da física englobam uma variedade extraordinária de fenômenos, incluindo órbitas planetárias, ondas de rádio e TV, magnetismo, lasers e muitos outros.

A característica mais impressionante da física é a sua capacidade de prever como a natureza se comportará em uma situação com base em dados experimentais obtidos em outra situação.

Tais predições colocam a física no cerne da tecnologia moderna e, portanto, podem ter um enorme impacto sobre nossas vidas. A indústria de foguetes e o desenvolvimento de viagens espaciais estão firmemente enraizados nas leis físicas de Galileu Galilei (1564-1642) e Isaac Newton

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Medium 9788521620457

CAPÍTULO 5 - ESTEREOQUÍMICA: MOLÉCULAS QUIRAIS

SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig Barton; JOHNSON, Robert G. Grupo Gen PDF

5

�ESTEREOQUÍMICA: MOLÉCULAS QUIRAIS

SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS

Problemas de Revisão

  5.1 (a)  Aquiral

(c)  Quiral

(e)  Quiral

(g)  Quiral

(d)  Quiral

(f)  Quiral

(h)  Aquiral

(b)  Não

(c)  Não

(b)  Aquiral

  5.2 (a)  Sim

  5.3 (a)  Elas são a mesma molécula.

(b)  Elas são enantiômeros.

  5.4 (a), (b), (e), (g) e (i) não possuem centros de quiralidade.

47

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48  Capítulo 5

  5.7

Os seguintes itens possuem um plano de simetria e são, consequentemente, aquirais.

(a) Uma chave de fenda

(b) Um taco de beisebol (ignorando quaisquer coisas nele escritas)

(c) Um martelo

  5.8 Em cada caso a seguir, o plano definido pela página é o plano de simetria.

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ESTEREOQUÍMICA: MOLÉCULAS QUIRAIS  49

5.10 (c) (1) é (S)

(2) é (R)

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Medium 9788582714508

Capítulo 17 - Leucemia linfoblástica aguda

A. V. Hoffbrand Grupo A PDF

CAPÍTULO 17

Leucemia linfoblástica aguda

Tópicos-chave

QQ

Incidência e patogênese

187

QQ

Classificação

188

QQ

Achados laboratoriais

188

QQ

Tratamento

192

QQ

Doença residual mínima

192

QQ

Tratamento específico para adultos

194

Capítulo 17: Leucemia linfoblástica aguda  /  187

A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é causada pelo acúmulo de linfoblastos na medula óssea e é a doença maligna mais comum na infância. A definição de leucemia aguda e a diferenciação entre LLA e leucemia mieloide aguda (LMA) estão descritas no Capítulo 13.

Incidência e patogênese

A incidência é máxima entre 3 e 7 anos, com 75% dos casos ocorrendo antes dos 6 anos; há uma elevação secundária de incidência após os 40 anos. Predominam os casos de linhagem de células B (LLA-B), 85%, com incidência igual em ambos os sexos; nos 15% de casos de linhagem de células T

(LLA-T) há predominância masculina.

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Medium 9788522499052

3 Analogias e Metáforas

vERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF

3

Analogias e Metáforas

Analogias e metáforas são recursos metodológicos utilizados para o tratamento de dados coletados. Inserem-se na lógica da argumentação.

A analogia é uma comparação entre dois conceitos diferentes por meio da descrição de um elemento e outro. Ocorre no plano concreto. É uma semelhança de relação. Trata-se do confronto entre um tema, conjunto dos termos A e

B, sobre os quais repousa uma conclusão, e um foro, conjunto dos termos C e

D, que servem para estribar o raciocínio (PERELMAN e OLBRECHTS-TYTECA,

1996).

Analogias podem ressaltar semelhanças, ou diferenças, como apresentado por Perelman e Olbrechts-Tyteca (1996), ao tratarem da similitude pelos contrários. Os autores mencionam o seguinte exemplo (PERELMAN e OLBRECHTSTYTECA, 1996, p. 441):

Não, para dizer a verdade, não é como na corrida, na qual aquele que recebe a tocha ardente está mais ágil na corrida de revezamento do que aquele de quem a recebe; o novo general, que recebe um exército, não é superior ao que se retira; pois é o corredor cansado que entrega a tocha a um corredor descansado; aqui é um general experiente que entrega seu exército a um general inexperiente.

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Medium 9788521634478

CAPÍTULO 10 A Dinâmica Linha Costeira

PINET, Paul R. Grupo Gen PDF

Vi o faminto oceano ganhar

Vantagem sobre o reino das encostas,

E a terra firme avançar sobre o braço de água,

Equilibrando-se entre as perdas e ganhos.

~William Shakespeare, Soneto LXIV

A Dinâmica

Linha Costeira

10

Apresentação

Uma visita ao litoral pode ser enriquecida por uma consciência das forças naturais que controlam e moldam as paisagens costeiras. O objetivo deste capítulo é descrever os balanços dinâmicos que existem entre essas forças governantes. Uma

ênfase é dada nos processos físicos e geológicos da zona costeira que operam em diferentes escalas de tempo e seus efeitos no formato das praias, dunas, ilhas barreiras e falésias. O capítulo termina com uma visão global das técnicas de engenharia usadas para estabilizar e proteger as linhas costeiras.

O oceano possui uma história de longa data de ser visto como um adversário, um oponente a ser subjugado e domesticado. É essa luta incessante entre homem e natureza que Shakespeare capturou na parte do seu Soneto LXIV citado na abertura deste texto. Assim é que este capítulo tem por objetivo mostrar que ao longo da praia “nada é permanente, exceto a transformação”, uma observação do filósofo grego Heraclitus (540-470 a.C.). Precisamos deter esse conhecimento à medida que tentamos entender e gerenciar a linha costeira.

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Medium 9788521626886

Capítulo 13 - Astrofísica e Cosmologia

TIPLER, Paul A.; LLEWELLYN, Ralph A. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 13

Astrofísica e Cosmologia

13-1

13-2

13-3

13-4

13-5

13-6

13-7

13-8

O Sol

As Estrelas

A Evolução das Estrelas

Eventos Cataclísmicos

Os Estados Finais das Estrelas

Galáxias

Cosmologia e Gravitação

Cosmologia e a Evolução do Universo

A

física é uma ciência experimental. Nossas teorias a respeito da natureza, desde as leis de Newton até a relatividade e a mecânica quântica, passando pelas equações de Maxwell, se baseiam em um número imenso de observações experimentais.

Neste capítulo, vamos esquecer a Terra e aplicar os princípios da física ao estudo dos astros, um ramo da física conhecido como astrofísica, e à investigação da estrutura do universo, um ramo que é chamado de cosmologia. No processo, temos que expandir a escala de nossa discussão das dimensões em femtômetros e nanômetros dos núcleos, átomos e moléculas para as dimensões em anos-luz das galáxias e do espaço sideral, uma variação de mais de 40 ordens de grandeza.

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