2009 capítulos
Medium 9788521626633

3 Introdução à simetria molecular

HOUSECROFT, Catherine E.; SHARPE, Alan G. Grupo Gen PDF

Tópicos

Operadores de simetria

Elementos de simetria

Grupos de pontos

Tabelas de caracteres

Modos vibracionais em moléculas

Moléculas quirais

3.1 Introdução

Em química, a simetria é importante tanto em nível molecu‑ lar quanto dentro dos sistemas cristalinos. Um entendimento de simetria é essencial na discussão de espectroscopia mole‑ cular e cálculos de propriedades moleculares. Uma discussão de simetria dos cristais não está incluída no presente livro, e apresentamos apenas simetria molecular. Para fins quali‑ tativos, é suficiente nos referirmos à forma de uma molécu‑ la usando termos como tetraédrica, octaédrica ou plana qua‑ drada. No entanto, o emprego comum desses descritores nem sempre é preciso, por exemplo, considere as estruturas do BF3,

3.1, e do BF2H, 3.2, ambas planas. Uma molécula de BF3 é descrita de maneira correta como plana triangular, pois suas propriedades de simetria são inteiramente consistentes com essa descrição; todos os ângulos de ligação F–B–F são de

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Medium 9788597010763

1 - Procedimentos didáticos

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF

1

Procedimentos didáticos

1 LEITURA

1.1 Elementos

Antes de abordarmos a leitura de modo prático, alguns esclarecimentos conceituais são necessários, como o de texto e o de leitura.

Guimarães (2013, p. 11) alerta para o fato de que são muitas as possibilidades de resposta para a questão “o que é texto?”. Qualquer que seja ela, depende da vertente teórica a que nos apoiamos: se o consideramos do ponto de vista microestrutural, “é o conjunto articulado de frases, resultante da conexão dos mecanismos léxico-gramaticais que integram a superfície textual”. O texto assim visto manifesta-se como um produto que apresenta unidade temática, cujo significado é resultado da relação entre seus constituintes. Todavia, nas abordagens mais modernas ele é visto como um processo em que se focaliza a textualidade e não um conjunto de propriedades do texto. Interessamos, então, pela coesão, coerência, aceitabilidade, informatividade, situacionalidade e intertextualidade do texto.

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Medium 9788536321158

21 Genômica, bioinformática e proteômica

Klug, William S. Grupo A - Artmed PDF

PARTE

IV

A G GCCCA A CA A G CACA GCCGGGGA A G G A A A A T GCG T T G T GG A CCT CT G T GCCGA T T CCTG

A GG CCCA A G A AG C– C A T CC T GGGA A G GA A A A T G CA T T G GGG A A CCCT G T G CGGA T TCTT G

T G G CT T T G GCCCT AT C T G T CCT G T G T T G A A G CT G T G CCA A T CCG AAAA G T CCAGGATGAC

T G G CT T T G GCCCT A T C T T T T C T A T G T CCA A G CT G T G CCCA T CCA A A AA G T CCAAGA TGAC

Alinhamento comparando a sequência de DNA do gene da leptina de cães (superior) e humanos (inferior). As linhas verticais e as caixas sombreadas indicam bases idênticas. O LEP codifica um hormônio que funciona na supressão do apetite.

Esse tipo de análise é uma aplicação comum da bioinformática e uma boa demonstração da genômica comparativa.

A CCA A A A CCCT C A T CA A G A CG AT T G T CG CCAGG AT C A A T G A CA T T T CACACACGCAGTCT

A C C A A A A C C C T C A T C A A G A C A AT T G T C A C C AGG A T C A A T G A C A T T T C A C A C A C G C A G T C A

G T C T CC T CC A A A CA GA GGG T CGCT G G T CT GG A C T T C A T T CC T G GGCT CCA ACCAGTCCTG

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Medium 9788527723831

31 - Dinâmica de Comunidades e Ecossistemas

EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E.; VIEIRA, Claudia M. Grupo Gen PDF

730   Biologia Vegetal

CAPÍTULO

31

Dinâmica de

Comunidades e

Ecossistemas

Ecossistemas variam em tamanho.  A folha desta planta

de-jarro suporta uma complexa comunidade, um pequeno ecossistema, de organismos coevoluiu, entre eles bactérias, protistas e invertebrados, todos alimentados pelos insetos em decomposição que caíram no líquido na folha e se afogaram. A planta cresce em um pântano, um ecossistema maior, que consiste em animais e outras plantas, como as gramíneas e Dionaea muscipula visto aqui.

SUMÁRIO

Ecologia energética | Níveis tróficos

Ciclagem de nutrientes e de outros materiais

Interações entre os organismos | Outras relações além das tróficas

Desenvolvimento de comunidades e ecossistemas

A ecologia é tradicionalmente definida como o estudo das in‑ terações dos organismos vivos e não vivos uns com os outros e com o seu ambiente físico, mas é mais bem definida como o estudo dos ecossistemas. A presença da palavra “sistema” res‑ salta nosso objetivo de entender que a ecologia é composta por partes que interagem entre si. Um ecossistema é o conjunto de todos os organismos que ocorrem em um determinado local, juntamente ao ambiente com o qual eles interagem – a água, os elementos quí­micos, as rochas, os minerais e o ar.

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Medium 9788527731461

31 - Biotransformação de Xenobióticos

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF

Biotransformação de Xenobióticos

Introdução

Xenobióticos (do grego xenos, estranho) são compostos químicos normalmente não produzidos pelo organismo, portanto, são estranhos ao sistema biológico. O ser humano está constantemente exposto a xenobióticos, como medicamentos, poluentes, aditivos alimentares, agentes inseticidas, defensivos agrícolas, entre muitos outros. O principal sítio responsável pela metabolização de xenobióticos é o fígado, por meio de seu sistema enzimático cujos representantes principais são a flavoproteína-NADPH, o citocromo P450-oxidorredutase e o citocromo P450. Essas enzimas pertencem a uma família de hemoproteínas responsáveis por cerca de 50% da metabolização de todos os xenobióticos e foram assim nominadas porque apresentam absorbância máxima em 450 nm.

Sistema citocromo P450

Nomenclatura das enzimas

O repertório de enzimas do sistema citocromo P450 (CYP450) está presente na maioria dos tecidos, com destaque para o fígado. As enzimas do sistema P450 são as mais relevantes monooxigenases do retículo endoplasmático hepático e designadas por três letras CYP (indicando citocromo P450), seguidas por um numeral que indica a família à qual a enzima pertence (Figura 31.1). Após o numeral, outra letra pode estar presente, indicando uma subfamília e, finalmente, depois desta última letra, pode vir outro numeral representando o gene que transcreve a proteína, por exemplo, CYP2D2.

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