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Medium 9788582710043

Capítulo 14 - Velocidades das Reações Enzimáticas

Donald Voet; Judith G. Voet Grupo A PDF

Velocidades das

Reações Enzimáticas

CAPÍTULO 14

1

Cinética química

A. Reações elementares

B. Velocidade de reação

C. Teoria do estado de transição

2

Cinética enzimática

A. A equação de Michaelis-Menten

B. Análise dos dados cinéticos

C. Reações reversíveis

3

Inibição

A. Inibição competitiva

B. Inibição incompetitiva

C. Inibição mista

4

5

Efeitos do pH

Reações de bissubstrato

A.

B.

C.

D.

Terminologia

Equações de velocidade

Diferenciação de mecanismos de bissubstrato

Troca isotópica

Apêndice: Dedução das variantes da equação de

Michaelis-Menten

A. A Equação de Michaelis-Menten para reações reversíveis

– Equação [14.30]

B. A equação de Michaelis-Menten para a inibição incompetitiva � Equação [14.41]

C. A equação de Michaelis-Menten para a inibição mista �

Equação [14.45]

D. A equação de Michaelis-Menten para enzimas ionizáveis

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Medium 9788527731461

7 - Lipoproteínas

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF

7

Lipoproteínas

Introdução

Os lipídios são moléculas apolares, ou seja, não interagem com a água e o plasma, compostos em sua maior parte por água

(cerca de 90%). Uma vez em um ambiente que é praticamente todo formado por água (o organismo humano), surge então o problema de como transportar essa substância altamente hidrofóbica (lipídios). A evolução resolveu esse impasse e encontrou uma saída para solucionar o problema de transporte de substâncias hidrofóbicas no organismo: as lipoproteínas.

Uma lipoproteína é uma estrutura esférica e similar a uma micela, uma partícula de alto peso molecular formada por uma monocamada de fosfolipídios na qual estão inseridas proteínas denominadas apolipoproteínas ou apoproteínas

(apo; Figura 7.1). Em seu núcleo, as lipoproteínas transportam diferentes tipos de lipídios, como triacilgliceróis, colesterol e

ésteres de colesterol. A monocamada de fosfolipídios possibilita que as lipoproteínas interajam com o plasma por meio das cabeças polares dos fosfolipídios, ao mesmo tempo que suas caudas apolares se relacionam com os lipídios em seu cerne

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Medium 9788522476831

Parte II – 14 Parte textual – componentes

ACEVEDO, Claudia Rosa Grupo Gen PDF

14

Parte textual – componentes

A parte textual das monografias abrange os itens (a) introdução, (b) desenvolvimento e (c) conclusão, que já foram tratados com maior abrangência na Parte I deste livro. Aqui apenas recuperaremos, de forma sucinta, as suas funções básicas: a) introdução é a parte inicial do texto que, ao delimitar o assunto, tem a função de situar o leitor em relação ao tema do estudo; b) desenvolvimento é a parte fundamental do texto. Dividida em seções e subseções, apresenta a exposição ordenada dos tópicos do assunto abordado no trabalho; c) conclusão é o término do texto. Ao recapitular sinteticamente a discussão dos principais elementos da pesquisa, expõe as deduções lógicas correspondentes aos objetivos do trabalho.

A elaboração pormenorizada da introdução, do desenvolvimento e da conclusão de um trabalho acadêmico encontra-se na Parte I deste livro.

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Medium 9788580555394

Capítulo 1 - O ar que respiramos

American Chemical Society Grupo A PDF

Capítulo

1

O ar que respiramos

Céu azul da Califórnia, região do Lago Tahoe.

“Os antigos gregos viam o ar como um dos elementos básicos da natureza, juntamente com a terra, o fogo e a água. Os californianos o veem... Ah! Talvez seja necessário explicar melhor essas palavras. Os californianos veem muito de algo que deveria ser menos visível. Eles também sentem seus efeitos quando respiram, o que muito frequentemente traz à atenção o ato rotineiro de respirar.”

David Carle, Introduction to Air in California, 2006, página xiii

Capítulo 1

O ar que respiramos

17

As pessoas sempre perceberam o ar que respiram e foram curiosas a respeito dele. Juntamente com a terra, o fogo e a água, os antigos gregos consideravam o ar como um elemento fundamental da natureza. Centenas de anos depois, os químicos fizeram experimentos para aprender mais sobre a composição do ar. Hoje, podemos ver a atmosfera da Terra do espaço sideral. E, diariamente, como os antigos, podemos perscrutar o ar noturno para entrever o brilho fugaz das estrelas cintilantes.

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Medium 9788565837026

As condições normais de temperatura e pressão

Jerome L. Rosenberg; Lawrence M. Epstein; Peter J. Krieger Grupo A PDF

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QUÍMICA GERAL

exercida por uma coluna de mercúrio com 760 mm de altura, a 0°C e ao nível no mar. A unidade mm Hg também

é conhecida como torr (1 mm Hg = 1 torr) e 1 atm de pressão é, portanto, 760 torr. A unidade bar e utilizada com frequência na mensuração de pressão (1 bar = 105 Pa = 1 atm).

1 atm = 760 mm Hg = 760 torr = 101 · 325 Pa e 1 bar = 105 Pa (valor exato)

Observe que há um pequeno erro de conversão quando igualamos 1 atm a 1 bar (1325 em 100.000 ou 1,3%).

A MENSURAÇÃO DA PRESSÃO

A pressão de um gás é medida instalando um manômetro no recipiente que o contém. Um manômetro é um tubo

(em forma de U, nos exemplos apresentados) contendo um líquido, normalmente o mercúrio. A altura do líquido é lida em mm Hg (isto é, torr).

O manômetro de ramo fechado, Figura 5-1 (a), é totalmente preenchido, para que a diferença em níveis de mercúrio represente o valor absoluto da pressão do gás. Por sua vez, um manômetro de ramo aberto mostra a diferença entre a pressão do gás no recipiente e a pressão barométrica – na Figura 5-1 (b), a pressão do gás é menor que a pressão atmosférica, mas, na Figura 5-1 (c), a pressão do gás é maior.

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