2035 capítulos
Medium 9788527731461

9 - Imunoglobulinas

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF

9

Imunoglobulinas

Introdução

O termo “imune” deriva do latim immunitas, que se refere

às isenções de impostos a que os senadores romanos tinham direito. A função do sistema imune é proporcionar proteção contra infecções provocadas por bactérias, fungos, vírus e parasitas. Para tanto, apresenta alto nível de especificidade e versatilidade, já que possibilita que o organismo reconheça entre o próprio e o não próprio no nível celular e molecular. O sistema imune é formado por dois componentes celulares principais: os linfócitos T (assim chamados porque se originam no timo), que formam o ramo celular do sistema imune (imunidade mediada por células); e os linfócitos B (oriundos da medula óssea – bone marrow em inglês, embora alguns autores atribuam a designação B em virtude de sua origem na bolsa de Fabricius, estrutura presente em aves), que formam o ramo molecular do sistema imune (imunidade mediada por anticorpos ou humoral).

A relação entre linfócitos T e B é de 3:1. De fato, as células

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Medium 9788521630371

28 Campos Magnéticos

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl Grupo Gen PDF

C

A

P

Í

T

U

L

O

2

8

Campos Magnéticos

28-1

CAMPOS MAGNÉTICOS E A DEFINIÇÃO DE B

Objetivos do Aprendizado

Depois de ler este módulo, você será capaz de ...

28.01 Saber a diferença entre um eletroímã e um ímã permanente.

28.02 Saber que o campo magnético é uma grandeza vetorial e que, portanto, tem um módulo e uma orientação.

28.03 Saber que um campo magnético pode ser definido em termos

conhecer a direção do vetor v→ H B e (2) usando o sinal da carga q para conhecer o sentido do vetor.

28.06 Determinar a força magnética FB que age sobre uma partícula

→ carregada em movimento calculando o produto vetorial v→ H B .

do que acontece com uma partícula carregada que se move na presença do campo.

28.07 Saber que o vetor força magnética FB é perpendicular ao vetor

28.04 No caso de uma partícula carregada que se move na presença

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Medium 9788521620686

Capítulo Quatorze - Ambiente Construído

MIHELCIC, James R.; ZIMMERMAN, Julie Grupo Gen PDF

capítulo/Quatorze Ambiente Construído

James R. Mihelcic, Julie Beth

Zimmerman, Qiong Zhang

Neste capítulo, os leitores aprenderão sobre o ambiente construído e como o planejamento, projeto, a construção, operação e manutenção, além das questões relacionadas ao fim da vida do ambiente construído, afetam a sociedade e o ambiente. O planejamento de comunidades sustentáveis é discutido com os impactos ambientais associados com o uso tradicional de materiais de engenharia. Os conceitos de balanço térmico são relacionados com o entendimento de projeto adequado de estruturas energeticamente eficientes e minimização de ilhas urbanas de calor.

São apresentadas soluções para planejamento, projeto e construção de um ambiente construído mais sustentável.

Seções Principais

14.1

Introdução

14.2

Projeto em Função do Contexto

14.3

Edifícios

14.4

Materiais

14.5

Final de Vida Útil: Desconstrução, Demolição, Disposição

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Medium 9788527731461

15 - Fosforilação Oxidativa

PINTO, Wagner de Jesus Grupo Gen PDF

Fosforilação Oxidativa

15

Introdução

Mitocôndria | Sítio da fosforilação oxidativa

A fosforilação oxidativa é a via final do metabolismo originador de energia em células aeróbias. A oxidação de unidades de carbono (carboidratos, lipídios e aminoácidos) converge para a fosforilação oxidativa. Esses três macronutrientes são convertidos em acetil-CoA ou em um dos intermediários do ciclo do ácido cítrico, em que a energia presente em suas ligações químicas é removida na forma de elétrons durante as sucessivas etapas do ciclo. Esses elétrons com alto potencial de transferência são captados por nucleotídeos de nicotinamida

(NAD+ ou NADP+) ou nucleotídeos de flavina (FMN ou FAD) e encaminhados para a cadeia transportadora de elétrons formada por quatro complexos proteicos.

Assim, à medida que os elétrons deslocam-se pelos elementos da cadeia respiratória, prótons são bombeados da matriz mitocondrial para o espaço intermembranar (formado pela membrana mitocondrial externa e interna), dando origem à força próton motriz, que, finalmente, criará um potencial de transferência de grupos fosforila. Assim, do momento em que o núcleo ventromedial do hipotálamo originou o impulso da fome, induzindo a busca de unidades de carbono, o organismo organiza uma sequência de operações e etapas bioquímicas, que, ao final, convertem substâncias químicas nos elétrons que serão utilizados para incorporar grupos fosforila na molécula de ADP, convertendo-a em ATP. De fato, a fosforilação oxidativa é responsável por 26 das cerca de 30 moléculas de ATP formadas da completa oxidação da molécula de glicose.

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Medium 9788521634515

22 - Espectrometria de Massa

HARRIS, Daniel C. Grupo Gen PDF

22

Espectrometria de Massa

ELECTROSPRAY DE GOTÍCULAS

Deflexão e desintegração de gotículas de líquido que caem próximas a um eletrodo mantido em um potencial de +6000 V. [Dados de D. B. Hager e N. J. Dovichi, “Behavior of Microscopic

Liquid Droplets Near a Strong Electrostatic Field: Droplet Electrospray”, Anal.

Chem. 1994, 66, 1593. Reproduzido sob permissão © 2004, American Chemical

Society. Veja também D. B. Hager, N. J.

Dovichi, J. Klassen e P. Kebarle, “Droplet

Electrospray Mass Spectrometry”, Anal.

Chem. 1994, 66, 3944.]

+ 6000 V

Gotícula de acetona

Jato

Fio de Pt

Um dos métodos para a liberação de moléculas de proteínas eletricamente carregadas para a fase gasosa em espectrometria de massa é a técnica denominada electrospray ou eletronebulização.

No experimento visto na figura deste boxe, gotículas de acetona com um diâmetro de 16 μm caem próximas a um eletrodo de platina mantido em um potencial de +6000 V em relação à ponta por onde saem as gotículas. O campo elétrico de alta-tensão cria ao redor do eletrodo uma descarga elétrica contínua (efeito corona, um plasma constituído de elétrons e íons positivos), que não se encontra visível na figura. As gotículas, caindo através da descarga, tornam-se carregadas positivamente e são repelidas pelo eletrodo, deslocando sua trajetória para a direita. Quando as gotículas carregadas positivamente se aproximam do eletrodo, vemos um fluxo fino de líquido, na forma de um jato, em direção oposta ao eletrodo carregado positivamente. As gotículas microscópicas, que constituem o fino spray, evaporam rapidamente. Se o líquido for uma solução aquosa de proteína, a água evaporará, deixando as moléculas de proteína carregadas na fase gasosa.

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