1942 capítulos
Medium 9788527727365

4 - Estratégias de Replicação dos Vírus

SANTOS, Norma Suely de Oliveira; ROMANOS, Maria Teresa Villela; WIGG, Marcia Dutra Guanabara Koogan PDF

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Estratégias de Replicação dos Vírus

Luciana Jesus da Costa

CC

Evolutivamente, nos genomas virais, foram selecionadas combinações de se­quências sinalizadoras que fazem com que essas re­giões genômicas sejam mais eficientes do que as contrapartidas celulares. Além disso, proteí­nas virais que respondem de maneira específica e eficiente a esses sinais, seja sozinhas ou estabelecendo interações com fatores de transcrição/tradução celulares, foram adquiridas/selecionadas ao longo da evolução.

Essas “inovações” virais garantiram, na maioria das vezes, durante o ciclo replicativo viral, a eficiên­cia da síntese dos constituintes dos vírus em detrimento das funções metabólicas originais das células hospedeiras.

Uma das características mais marcantes com relação às estratégias de replicação dos diversos vírus presentes na natureza

é o modo como, na maioria dos casos, tamanhos tão reduzidos de informação genética (que variam de aproximadamente 1.800 bases nucleotídicas para os menores genomas, até 2,5 milhões de bases nos pandoravírus, que é o maior genoma viral já caracterizado (Figura 4.1) levam à expressão de um número significativo de genes que são suficientes para subverter a maquinaria de síntese celular para a execução de seus programas genéticos.

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Medium 9788521618935

Respostas dos Problemas Ímpares de Finais de Capítulos

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene LTC PDF

Respostas dos Problemas

Ímpares de Finais de Capítulos

Capítulo 21

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A carga resultante em objetos grandes sempre é muito próxima a zero. Então a força mais óbvia é a força gravitacional.

(a) A lei de Coulomb só é válida para partículas puntiformes. Os pedaços de papel não podem ser considerados como partículas puntiformes porque eles se tornam polarizados.

(b) Não, a atração não depende do sinal da carga no pente.

A carga induzida no papel que está mais próximo ao pente tem, sempre, sinal oposto ao da carga no pente e, portanto, a força resultante no papel é sempre atrativa.

(a)

(b) Quando as esferas são afastadas depois de removido o bastão, as cargas induzidas são distribuídas uniformemente em cada esfera. As distribuições são mostradas no diagrama.

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Medium 9788527720960

13 - Célula Vegetal

REZEK, Ângelo José Junqueira Guanabara Koogan PDF

13  |  Célula Vegetal

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Célula Vegetal

Berenice Quinzani Jordão

Celia Guadalupe T. J. Andrade

■■ A parede das células vegetais é um tipo de matriz extracelular rígida, 259

■■ Composição quí­mica: a parede celular é constituí­da por fibrilas de celulose embebidas em uma matriz de outros componentes,

■■ Estrutura da parede celular, 264

■■ Origem e crescimento da parede celular, 266

■■ As células vegetais também se interconectam e se comunicam como ocorre com as células animais, 269

■■ As células vegetais têm vacúo­los com características próprias, diferentes dos pequenos vacúo­los das células animais, 270

■■ Citoesqueleto: importância nas atividades das células vegetais, 271

■■ Os plastos, dos quais os mais importantes são os cloroplastos, são estruturas características das células vegetais, 272

Junqueira 13.indd 257

■■ A origem evolutiva dos cloroplastos e das mitocôndrias parece ter ocorrido por eventos simbió­ticos independentes, 273

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Medium 9788521618942

Capítulo 41 - Partículas Elementares e a Origem do Universo

TIPLER, Paul Allen; MOSCA, Gene LTC PDF

Partículas Elementares e a Origem do Universo

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C A P Í T U L O

Hádrons e Léptons

Spin e Antipartículas

As Leis de Conservação

Quarks

Partículas de Campo

A Teoria Eletrofraca

O Modelo-padrão

A Evolução do Universo

T

udo com o que nos deparamos na nossa vida diária é feito de átomos. De algum modo, os átomos são os blocos de construção da natureza. Entretanto, sabemos que os átomos não são os constituintes mais fundamentais da matéria. Com a descoberta do elétron por J. J. Thomson (1897), a teoria de Bohr do átomo (1913) e a descoberta do nêutron (1932) deixaram claro que os átomos, ou mesmo os núcleos, tinham uma estrutura considerável.

De fato, a descrição inicial da física de partículas, onde existiam apenas quatro partículas elementares — o próton, o nêutron, o elétron e o fóton — tornou-se muito mais complexa.

Desde 1950, imensas somas de dinheiro têm sido gastas para a construção de aceleradores com energias cada vez maiores, na esperança de encontrar partículas previstas por diversas teorias. Atualmente, conhecem-se várias centenas de partículas, que numa época ou noutra, foram consideradas elementares, e equipes de pesquisadores em laboratórios com aceleradores gigantescos, no mundo todo, estão pesquisando e encontrando novas partículas. Algumas destas partículas têm tempos de vida tão curtos (da ordem de 1023 s), que só podem ser detectadas indiretamente. Muitas partículas são observadas somente durante as reações nucleares usando aceleradores de alta energia. Além das propriedades comuns das partículas, como massa, carga e spin, descobriram-se novas propriedades, que receberam nomes extravagantes como estranheza, charme, cor, topness, e bottomness.

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Medium 9788521630418

CAPÍTULO 2 - CINEMÁTICA DE PARTÍCULAS

MERIAM, James L.; KRAIGE, L. Glenn LTC PDF

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Cinemática de

Partículas

DESCRIÇÃO DO CAPÍTULO

  2/1  Introdução

  2/6  Coordenadas Polares (r-q)

  2/2  Movimento Retilíneo

  2/7  Movimento Curvilíneo Espacial

  2/3  Movimento Curvilíneo Plano

  2/8  Movimento Relativo (Eixos com Translação)

  2/4  Coordenadas Retangulares (x-y)

  2/9  Movimento Restrito de Partículas Conectadas

  2/5  Coordenadas Normal e Tangencial (n-t)

2/10  Revisão do Capítulo

2/1  Introdução

Cinemática é o ramo da dinâmica que descreve o movimento dos corpos sem referência às forças que causam o movimento ou são geradas como resultado do movimento. A cinemática é muitas vezes descrita como a “geometria do movimento”. Algumas aplicações da cinemática em engenharia incluem o projeto de cames, engrenagens, mecanismos, e outros elementos de máquina para controlar ou produzir certos movimentos desejados, e o cálculo de trajetórias de voo para aviões, foguetes e naves espaciais. Um conhecimento prático aprofundado de cinemática é um pré-requisito para cinética — o estudo das relações entre o movimento e as forças correspondentes que causam ou acompanham o movimento.

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