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Medium 9788522474967

Parte 3 - 11 Meios Planejados para a Difusão da Comunicação

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Meios Planejados para a

Difusão da Comunicação

Mídia, no media e digital media: a dimensão da campanha

De nada adianta um conceito genial se ninguém ficar sabendo dele.

Conteúdo deste capítulo:

�� A amplitude do termo mídia

�� O que são objetivos de mídia?

�� O que é cobertura e frequência?

�� O que é GRP e Tarp e onde se aplicam?

�� Como apresentar um cronograma de veiculação?

�� Como justificar os meios escolhidos?

A estratégia de mídia é um dos aspectos mais importantes de um planejamento de comunicação, entretanto dificilmente é valorizada pela maioria dos publicitários e aspirantes a publicitários. É verdade que o grande glamour da publicidade parece estar em criações geniais, mas poucos se lembram de que a maior parte da verba de comunicação do cliente é destinada à mídia. É exatamente a mídia que irá definir o tamanho da campanha, a visibilidade da mesma.

O retorno do cliente provavelmente será proporcional ao montante do investimento e às escolhas certas. Uma campanha que não é vista nem comentada pelo

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Medium 9788521629856

PARTE I - 1. Uma Descrição Densa: Por uma Teoria Interpretativa da Cultura

GEERTZ, Clifford Grupo Gen PDF

Capítulo 1

Uma Descrição Densa: Por uma Teoria Interpretativa da Cultura

3

Uma Descrição Densa:

Por uma Teoria Interpretativa da Cultura

I

Em seu livro Philosophy in a New Key, Susanne Langer observa que certas ideias surgem com tremendo

ímpeto no panorama intelectual. Elas solucionam imediatamente tantos problemas fundamentais que parecem prometer também resolver todos os problemas fundamentais, esclarecer todos os pontos obscuros. Todos se agarram a elas como um “abre-te sésamo” de alguma nova ciência positiva, o ponto central em termos conceituais em torno do qual pode ser construído um sistema de análise abrangente. A moda repentina de tal grande idée, que exclui praticamente tudo o mais por um momento, deve-se, diz ela, “ao fato de todas as mentes sensíveis e ativas se voltarem logo para explorá-la. Utilizamo-la em cada conexão, para todos os propósitos, experimentamos cada extensão possível de seu significado preciso, com generalizações e derivativos.”

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Medium 9788565848961

Capítulo 9 - Representação e avaliação

Robert V. Kozinets Grupo A PDF

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Representação e avaliação

Resumo

As normas de avaliação para pesquisa qualitativa e etnografia não são claras e isso pode causar considerável confusão. Neste capítulo, você vai aprender sobre as questões de representação que confrontam o netnógrafo pronto para apresentar ou publicar descobertas. Dez normas de avaliação são recomendadas para a avaliação da qualidade de uma netnografia.

Palavras-chave: confiabilidade, autoridade etnográfica, interpretação etnográfica, etnografia experimental, práxis, avaliação de pesquisa qualitativa, reflexividade, ressonância, confiabilidade, validade

NORMAS, AVALIAÇÃO

E NETNOGRAFIA

A netnografia é um tipo especializado de etnografia. Ele usa e incorpora métodos diferentes em uma única abordagem focada no

estudo de comunidades e culturas na era da internet. A pesquisa qualitativa online, como a netnografia, é “essencial na formação da nossa compreensão da internet, seu impacto na cultura e os impactos da cultura na internet” (Baym, 2006, p. 79). No entanto, a

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Medium 9788536317113

3. Pesquisa qualitativa e quantitativa

Uwe Flick Grupo A PDF

Introdução à pesquisa qualitativa

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Pesquisa qualitativa e quantitativa

As discussões atuais sobre pesquisa qualitativa e quantitativa, 39

As relações entre pesquisa qualitativa e quantitativa, 40

Associando pesquisa qualitativa e quantitativa em um único plano, 42

A combinação de dados qualitativos e quantitativos, 45

A combinação de métodos qualitativos e quantitativos, 46

A associação de resultados qualitativos e quantitativos, 46

A avaliação da pesquisa e a generalização, 47

A apropriabilidade dos métodos como ponto de referência, 47

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após a leitura deste capítulo, você deverá ser capaz de:

✓ compreender a distinção entre pesquisa qualitativa e quantitativa.

✓ reconhecer o que precisa ser considerado ao combinarem-se métodos de pesquisa alternativos.

AS DISCUSSÕES ATUAIS

SOBRE PESQUISA QUALITATIVA

E QUANTITATIVA

Na produção dos últimos anos, encontra-se um grande número de publicações que tratam das relações, das combinações e das distinções da pesquisa qualitativa. Antes de nos concentrarmos sobre os aspectos peculiares da pesquisa e dos métodos qualitativos nos capítulos seguintes, quero apresentar aqui uma breve visão geral do debate qualitativo-quantitativo e das versões combinadas de ambos. Isto deverá ajudar o leitor a situar a pesquisa qualitativa neste contexto mais amplo e, assim, obter

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Medium 9788522478415

13 Teorias da Cultura

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Teorias da Cultura

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13.1 Evolucionismo Cultural

Evolucionismo cultural é uma das grandes linhas de pensamento ou “escolas” teóricas sobre a origem da cultura que surgiram no século XIX, tendo sido a primeira delas, numa seqüência histórica.

Para Winick (1969:258), evolucionismo é a “teoria segundo a qual toda a vida e o universo se desenvolveram graças ao crescimento e às mudanças”.

O termo, que se insere no conceito de evolução, não é novo, pois os antigos gregos já o haviam empregado em suas enunciações.

Evolução cultural designa, segundo Leslie A. White (In Silva, 1982:443),

“um processo temporal-formal, contínuo e geralmente acumulativo e progressivo, por meio do qual os fenômenos culturais sistematicamente organizados sofrem mudanças, uma forma ou estágio sucedendo ao outro”.

Evolucionismo cultural seria, portanto, a aplicação da teoria geral da evolução ao fenômeno cultural. Nas Ciências Sociais, foi um princípio que norteou a interpretação dos fatos sociais, tendo-se expandido no meio científico através de inúmeras obras publicadas no final do século XIX.

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Medium 9788522466023

4 O Pensamento Marxista

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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O Pensamento Marxista

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4.1 O PENSAMENTO DIALÉTICO: O MATERIALISMO

HISTÓRICO

Karl Marx (Trier, 1818- Londres, 1883) foi filósofo, historiador, sociólogo e economista. Sua formação intelectual se deu na Alemanha, seu país natal, tendo estudado Direito nas universidades de Bonn e Berlim. Defendeu seu doutorado no ano de 1841, na cidade de lena, com uma tese de filosofia sobre As diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro, versando sobre o materialismo na antigüidade grega. Antes de dedicar-se ao que ele mesmo chamou de "estudos de gabinete", foi redator-chefe de umjornalliberalde Colônia. Deixando a Gazeta Renana, estabeleceu intenso ritmo de estudos e de militância política e intelectual, que aconteceu no eixo Paris-Bruxelas-Londres, locais onde realizou a parcela mais importante de sua produção escrita. Ao lado de

Friedrich Engels (1820-1903), foi responsável pela construção de uma obra monumental voltada para a análise, a crítica e a luta para a transformação radical da sociedade capitalista.

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Medium 9788522474967

Parte 1 - D Tudo Começa no Briefing

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

D

Tudo Começa no Briefing

Mas, depois de pronto, onde colocar o briefing?

Não há pão sem farinha, assim como não há projeto sem briefing. Mas, depois de pronto, onde está a farinha do pão?

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Qual é a origem do termo briefing?

�� Como desenvolver um briefing?

�� Quais itens deve conter um briefing?

�� Qual é a importância do briefing para o projeto?

�� Onde colocá-lo depois de pronto?

�� Como manter um bom relacionamento com o cliente?

�� Como o briefing pode ajudar no desenvolvimento do projeto?

O briefing é o documento que informa do ponto de vista do anunciante: seu mercado, seus concorrentes, seu produto/serviço, sua marca e seu público-alvo, além de indicar seu problema.

A palavra teve a sua origem na Segunda Guerra Mundial, sendo utilizada inicialmente pelo militares da aeronáutica. Para evitar o vazamento de informações e ainda assim informar o pessoal envolvido na missão, foram idealizadas reuniões

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Medium 9788522474967

Parte 2 - 2 Ambiente Externo

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Ambiente Externo

Por que eu tenho que olhar em volta? Não basta analisar a empresa?

Uma residência agradável num ambiente hostil vale menos do que uma residência hostil num ambiente agradável.

Este capítulo do livro pretende responder às seguintes dúvidas:

�� Qual é a diferença entre ambiente externo e interno?

�� Por que eu devo analisar o ambiente externo?

�� Por que o ambiente externo divide-se em macroambiente e microambiente?

O ambiente externo à empresa é tudo aquilo que acontece fora das portas da mesma e que influencia seu funcionamento. Ele pode ser dividido de diversas formas. A maneira mais conveniente para seu estudo em comunicação é dividi-lo em macroambiente e microambiente.

O macroambiente influencia diretamente as atividades da organização, por outro lado a empresa dificilmente influencia diretamente seu macroambiente.1 A análise do macroambiente é fundamental para o diagnóstico da situação da em1 

A influência da empresa no macroambiente depende da situação concorrencial do setor. O ambiente concorrencial mede o nível de concentração do setor, assim o setor pode ser classificado desde pouco concentrado, com grande número de empresas atuantes, até mercado altamente concentrado, o que caracteriza monopólios e oligopólios. Nestes casos extremos, a influência da empresa no seu macroambiente é mais percebida do que em mercados pouco concentrados.

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Medium 9788522474967

6 Missão, Visão e Valores da Organização

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda  •  Públio

O conjunto ótico de uma arma de fogo funciona de modo equivalente. Para atingir determinado alvo, é necessário um alinhamento do olho de mira7 do atirador com o alvo a ser atingido. Entre o atirador e o alvo existem a alça de mira8 da arma e a massa de mira,9 que também devem ser alinhadas para que o alvo seja atingido eficientemente.

Figura 6.1   Conjunto ótico para se atingir um alvo.

Assim, o plano de comunicação de marketing deve estar alinhado com os objetivos da empresa e por isso estes devem ser bem conhecidos pelos envolvidos na implementação do plano. A definição de um objetivo estratégico deve seguir as características próprias de cada organização: sua natureza, porte, estilo de gestão, cultura e clima influenciam na determinação das estratégias.

O caminho mais utilizado para se conhecerem os objetivos da empresa é verificar a descrição de sua missão, sua visão e seus valores. Esses tópicos descrevem coerentemente o perfil da empresa.

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Medium 9788522466023

2 Sociologia: História e Desenvolvimento

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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Sociologia; História e

Desenvolvimento

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2.1 A SOCIOLOGIA E O DIA-A-DIA: AS RELAÇÕES SOCIAIS

Os indivíduos, dos primeiros momentos da História aos dias de hoje, estabelecem relações entre si que fazem parte de suas rotinas cotidianas. Voltadas para a resolução de problemas práticos ou abstratos, que vão da satisfação das necessidades vitais básicas à solução de intrincadas questões científicas ou filosóficas, essas relações fundam-se em interações que ora começam por impulsos originados no indivíduo, ora iniciam por influências oriundas do grupo ou da sociedade.

Constituindo um dos parâmetros fundamentais que definem a vida social, há uma tensão permanente entre os impulsos que partem das necessidades do indivíduo e as demandas que provêm da sociedade. Não é difícil confirmar essa afirmação. Nas conversas do dia-a-dia entre as pessoas, é comum o seguinte diálogo:

- ''Você agiu por impulso pessoal ou por pressão do grupo?"

- "Eu agi por minha conta e risco, não dou importância ao que os outros pensam!" Ou,

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Medium 9788521635406

Capítulo 5 - Como se forma a mais valia

MARX, Karl Grupo Gen PDF

capítulo

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Como se Forma a Mais‑Valia*

A utilização da força de trabalho é o trabalho. O comprador da força de trabalho consome fazendo o vendedor trabalhar. Com uma olhada sagaz de conhecedor, o fabricante escolheu os meios de pro‑ dução apropriados para certos serviços especiais: a fiação, a sapata‑ ria etc. Ele se apressa, pois, em consumir a mercadoria comprada, a força de trabalho, fazendo que os próprios meios de produção sejam consumidos pelo detentor da força de trabalho, pelo operário com seu trabalho. O capitalista é forçado a aceitar de início a força de trabalho, tal como ele a encontra no mercado, e o trabalho, tal como ele nasceu em uma época em que não havia ainda capitalistas. A transformação do modo de produção em virtude da subordinação do trabalho ao capital não pode operar‑se senão mais tarde.

O processo de trabalho, enquanto processo de consumo da força de trabalho pelo capitalista, apresenta dois fenômenos particulares.

O operário trabalha sob o controle do capitalista, a quem pertence seu trabalho. O capitalista zela para que o trabalho se processe como

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Medium 9788522478415

14 Culturas Negras no Brasil

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Culturas Negras no Brasil

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14.1 Introdução

O negro, como grupo étnico integrante da população brasileira, vem exigindo dos estudiosos tratamento, se não especial, pelo menos cuidadoso e profundo, dada sua significativa presença desde o início de nossa história. Genética e culturalmente, vem imprimindo no povo e na cultura brasileira suas marcas, especificidades físicas e traços culturais, que até hoje persistem como herança formadora da nossa sociedade. Em se tratando de contatos interétnicos, talvez não haja país como o Brasil, onde se mesclaram tantas etnias e culturas diferentes. Não apenas o negro, mas também o indígena, o elemento europeu e, mais tarde, o asiático, diversificados, determinaram a formação étnica do brasileiro, fornecendo elementos que plasmaram sua cultura.

Concorreram para isso os processos de mestiçagem e aculturação que se iniciaram no começo do período colonial e se desenrolaram através dos mais de cinco séculos de nossa história.

É fundamental ressaltar que esses grupos étnicos diversificados – indígena, africano, europeu e asiático – não constituíram “raças na verdadeira acepção da palavra”. Eram grupos heterogêneos, com diversidade de valores, resultantes de longa formação étnica e cultural, secularmente miscigenados, que, portadores de origens diversas, legaram uns aos outros, a partir dos primeiros contatos, traços e valores de suas culturas.

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Medium 9788522478415

6 Organização Econômica

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Organização Econômica

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A organização econômica é um ramo da Antropologia que “trata do funcionamento e evolução dos sistemas econômicos das sociedades primitivas e rurais” (Godelier, In Copans, 1971:221). Refere-se ao modo como os indivíduos conseguem, utilizam e administram seus bens e recursos.

Faz parte da organização social e encontra-se em todas as sociedades, mesmo entre as mais simples. Todavia, os aspectos da produção e consumo variam muito de cultura para cultura, no tempo e no espaço.

Segundo Hoebel e Frost (1981:261), a organização econômica é tratada

“como um liame entre a base material da cultura e a estrutura social porque ela se ocupa, de um lado, com os produtos da tecnologia e, de outro, com sua distribuição diferencial através da estrutura social”.

Em princípio, procurava-se explicar as diferenças entre os sistemas econômicos pela evolução social, ou seja, através de diferentes níveis de estágios da cultura. Morgan foi o primeiro a tratar sistematicamente os dados, registrados pelos cronistas, sobre a atividade econômica das culturas primitivas. Segundo sua teoria evolucionista, a vida econômica teria passado por três estágios: a) bandos de coletores e caçadores: propriedade comum; b) aldeias fixas, com agricultura e pastoreio: propriedades familiares ou clãs; c) unidade política com tecnologia avançada: propriedades privadas ou estatais.

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Medium 9788522478415

16 Línguas Indígenas Brasileiras

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Línguas Indígenas

Brasileiras

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16.1 Introdução: a Língua é a Raiz da Cultura

No âmbito das ciências antropológicas, o capítulo referente às línguas indígenas em geral e brasileiras em particular é de grande relevância, dada a evidente pluralidade cultural e lingüística observada desde os primeiros contatos dos colonizadores com os grupos tribais e acentuada no decorrer do processo civilizatório.

A população indígena do Brasil tem como característica primordial a multiplicidade de povos com diferenças acentuadas entre si. Cada grupo tribal tem sua específica configuração cultural e, conseqüentemente, sua própria língua.

Os indivíduos comunicam-se entre si por intermédio da língua falada, da linguagem, e é por meio dela que se integram com o universo cultural de que fazem parte, associando o símbolo lingüístico ao que ele representa.

A língua é o microcosmo da cultura, já afirmava J. Mattoso Câmara Jr.

(1964:129), e constitui-se numa representação da cultura material e espiritual de um povo e é por si só o veículo de comunicação entre os homens.

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Medium 9788521635406

Capítulo 21 - As crises

MARX, Karl Grupo Gen PDF

capítulo

21

As Crises*

Para simplificar a questão, suporemos que a produtividade do trabalho permanece a mesma, que, em consequência, o aumento de capital custa o mesmo trabalho que, no ano precedente, a produção de capital da mesma grandeza. Uma fração da mais-valia deve ser convertida em capital, parte em capital constante, parte em capital variável. E a proporção em que esta fração da mais-valia se reparte entre estes dois elementos do capital depende da composição orgânica** deste. Quanto mais elevado o nível de desenvolvimento da produção, tanto maior a parte da mais-valia que se converteu em capital constante, relativamente àquela que se converteu em capital variável.

Primeiramente, uma parte da mais-valia e do sobreproduto em meios de subsistência, correspondendo a esta parte, deve ser convertida em capital variável, isto é, deve servir para adquirir trabalho novo. Isto só é possível se o número de operários aumenta ou se

* Passagens retiradas das Teorias sobre a mais-valia, vol. II, 2a parte, n. 3: “A

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