106 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788522474967

Parte 2 - 4 Análise Swot

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

4

Análise Swot

Forças, fraquezas, ameaças e oportunidades

“Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças ”

(Sun Tzu, 500 a.C.)

Este capítulo do livro pretende responder às seguintes dúvidas:

�� Como está o mercado?

�� Como está o seu anunciante em relação ao mercado?

�� Quais são as principais oportunidades do ambiente?

�� Quais são as principais ameaças do ambiente?

�� Quais são as forças de seu anunciante em relação aos concorrentes?

�� Quais são os pontos fracos de seu anunciante?

A análise Swot é uma ferramenta bastante útil para verificar qual é a atual situação da organização no momento estudado. Apesar de simples, esta ferramenta

é bastante polêmica. Diversos autores a utilizam de maneiras muito variadas, o que pode confundir a cabeça dos iniciantes na área do planejamento estratégico.

Apesar de polêmica, essa ferramenta é bastante eficiente no diagnóstico da situação atual de uma determinada organização, marca ou produto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522466023

12 Os Processos de Comunicação de Massa e a Sociedade Contemporânea

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

12

Os Processos de Comunicação de Massa e a Sociedade

Contemporânea

1 2.1 QUE É COMUNICAÇÃO: ORIGEM E

DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO

Já não existem controvérsias teóricas quanto ao fato de a comunicação e a informação constituírem uma das bases fundamentais de todos os contatos sociais.

Desde o tempo das inscrições rupestres pré-históricas até o das redes computacionais virtuais, os seres humanos comunicam seus sentidos, anseios e necessidades, construindo, assim, a teia relacional que sustenta os processos sociais. Não é novidade nenhuma, portanto, dizer que vivemos em uma sociedade da comunicação e da informação e que, devido a isso, a comunicação é crucial para o estabelecimento e continuidade da vida social. A questão que se coloca para os primeiros dias do século XXI, por meio desse título, vai além dessas constatações e é mais ampla: dada a profusão no século XX, sem precedentes na história humana, de meios para secomunicar, estes dois elementos, comunicação e informação, tornaram-se imprescindíveis para a compreensão dos problemas relativos à rede de complexidade, que boje envolve todos os âmbitos das relações sociais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629856

PARTE II - 2. O Impacto do Conceito de Cultura sobre o Conceito de Homem

GEERTZ, Clifford Grupo Gen PDF

Capítulo 2

O Impacto do Conceito de Cultura sobre o Conceito de Homem

O Impacto do Conceito de Cultura sobre o Conceito de Homem

25

I

Já no final de seu recente estudo sobre as ideias usadas pelos povos tribais, O Pensamento Selvagem, o antropólogo francês Lévi-Strauss observa que a explicação científica não consiste, como fomos levados a imaginar, na redução do complexo ao simples. Ao contrário, ela consiste, diz ele, na substituição de uma complexidade menos inteligível por outra mais inteligível. No que concerne ao estudo do homem, pode ir-se até mais adiante, penso eu, no argumento de que a explicação consiste, muitas vezes, em substituir quadros simples por outros complexos, enquanto se luta, de alguma forma, para conservar a clareza persuasiva que acompanha os quadros simples.

Suponho que a elegância permaneça como um ideal científico geral; mas nas ciências sociais muitas vezes

é no afastamento desse ideal que ocorrem desenvolvimentos verdadeiramente criativos. O avanço científico comumente consiste numa complicação progressiva do que alguma vez pareceu um conjunto de noções lindamente simples e que agora parece uma noção insuportavelmente simplista. É após ocorrer essa espécie de desencanto que a inteligibilidade e, dessa forma, o poder explanatório, chega à possibilidade de substituir o enredado, mas incompreensível, pelo enredado, mas compreensível, ao qual Lévi-Strauss se refere.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522466023

Parte IV - 9 Estratificação e Mobilidade Social

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

9· t::J

Estratificação e

Mobilidade Social

c:J

9 . 1 ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

A Sociologia deve a seus diversos tipos de concepções funcionalistas e estruturalistas a definição da maior parte de seus conceitos de estratificação social, destatus e papéis e de mobilidade social. Fazem parte do conteúdo clássico do pensamento sociológico os estudos sobre as diversas formas de estratificação pelas quais as sociedades vêm-se organizando e dividindo-se ao longo da História, bem como a elucidação da existência ou não de mobi.lidade social nessas mesmas sociedades.

Essas definições, em geral, descrevem e delimitam com precisão o conteúdo de seus conceitos, faltando-lhes, no entanto, o passo seguinte: explicar, à luz de uma compreensão crítica dos processos sociais, históricos e políticos, os motivos ou as determinações que levaram a tal ou qual tipo de estratificação social e a possibilidade ou não de real mobilidade no interior dessas estruturas.

No sentido sociológico do termo, o conceito de estratificação define-se com base na existência, nas sociedades, de diferenças, de desigualdades concretas entre pessoas e grupos, partindo-se do pressuposto da existência de segmentos organizados de indivíduos que ocupam posições sociais diferentes dentro da estrutura social, indicando também diferenças no tocante aos status que essas pessoas possuem. Estratificação, dessa maneira, refere-se a uma forma de organização que se dá por meio da divisão da sociedade em estratos ou camadas sociais distintas, de acordo com algum tipo de critério estabelecido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522466023

3 O Positivismo Sociológico

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

3

D

O

CJ

c::::l t::::J

O Positivismo Sociológico

CJ

3.1 A SOCIOLOGIA POSITIVISTA

O positivismo adotou parâmetros teóricos que pressupunham que os códigos reguladores dos âmbitos físico e social diferiam quanto a seu caráter: os primeiros seriam relativos a acontecimentos do mundo dos fenômenos exteriores aos homens; os segundos, aos fatos pertinentes à problemática das questões humanas ligadas à interação e à convivência social. A profissão de fé de que esses âmbitos possuíam urna origem comum, ou seja, natural, levou os pensadores positivistas a aproximá-los, apesar do reconhecimento de suas diferenças características. A evolução acelerada dos métodos de pesquisa das ciências naturais - Física, Química e Biologia- , que ocorria no século XIX, atraiu os cientistas sociais positivistas para a lógica dos procedimentos de investigação dessas ciências. Desse modo, a sociedade veio a ser concebida por eles como um organismo combinado de partes integradas e coesas que funcionavam harmoniosamente, conforme um modelo físico ou mecânico de organização. Devido à adoção desse paradigma, o positivismo foi denominado ainda de organicismo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522474967

Parte 3 - 6 Missão, Visão e Valores da Organização

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

6

Missão, Visão e Valores da Organização

Qual é sua razão de existir?

Todo tripulante deve saber onde fica o norte.

Conteúdo deste capítulo

�� Será que o objetivo das organizações é somente o lucro?

�� Para que serve a declaração de missão, visão e valores?

�� O que é missão?

�� O que é visão?

�� Como declarar os valores?

Uma das primeiras etapas de qualquer planejamento é indicar onde se pretende chegar. Este é o sentido mais comum da palavra objetivo e quando não há uma determinação clara de seu escopo é difícil analisar os resultados da empreitada.

A partir da delimitação de um objetivo, definem-se os meios, ou estratégias, a serem seguidos. É importante que o objetivo seja claro o suficiente para que todos os envolvidos possam vislumbrá-lo corretamente.

Diversos autores de planejamento estratégico apontam para o alinhamento dos objetivos empresariais cujo modelo é chamado de co-alignment model. Esse modelo consiste em alinhar os objetivos da empresa, de marketing, financeiros, de comunicação, entre outros, de forma que apontem para o mesmo lugar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522474967

Parte 3 - 9 Posicionamento: o que Comunicar

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

9

Posicionamento: o que Comunicar

Qual bandeira seu exército irá empunhar?

Todas as pessoas têm uma imagem de si mesmas, quase sempre diferente daquilo que os outros pensam sobre elas, quase sempre diferente daquilo que elas pensam que os outros pensam sobre elas.

Conteúdo deste capítulo

�� A origem e o significado da palavra posicionamento

�� Como montar uma estrutura para um posicionamento de comunicação?

�� O funcionamento da mente humana em relação a marcas e produtos

�� Qual é o significado de uma afirmação única?

�� O significado do termo afirmação básica

�� O que é justificativa da afirmação básica

�� O que são atributos complementares?

Posicionamento é um termo vastamente empregado em comunicação, e ao contrário de muitos termos originários da língua inglesa, encontrou uma tradução prontamente adaptada ao português. Posicionamento entrou com muita facilidade no vocabulário da comunicação no Brasil, em compensação o termo mercadologia jamais conseguiu se equiparar ao termo marketing.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478415

9 Cultura Material

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Cultura Material

9

Desde as suas origens, o homem vem, paulatinamente, criando um ambiente secundário com os materiais de seu habitat. Ele se adapta aos diferentes ambientes, mas também os modifica.

A cultura material, como já foi dito, consiste em coisas materiais, bens tangíveis, fruto da criação humana.

Etnólogos, arqueólogos, antropólogos culturais e outros estudiosos consideram os objetos materiais – ferramentas, utensílios, armas, construções etc. – como cultura material.

Os diversos aspectos da cultura material de um povo são importantes por si mesmos, por sua utilização, pelas informações que encerram as relações com muitas práticas rituais e como demonstração de um processo tecnológico.

Para Keesing (1961:307), a cultura material “tem a distinção especial de ligar o comportamento do indivíduo a coisas externas feitas artificialmente: os artefatos”. Engloba, portanto, uma infinidade de objetos e coisas, feitas de matérias-primas as mais diversas, encontradas nos diferentes hábitats da Terra, resultantes de inúmeras técnicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478415

1 Antropologia

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Antropologia

1

Etimologicamente, o termo antropologia (anthropos, homem; logos, estudo) significa o estudo do homem. Como ciência da humanidade, ela se preocupa em conhecer cientificamente o ser humano em sua totalidade, o que lhe confere um tríplice aspecto: a) Ciência Social: propõe conhecer o homem enquanto elemento integrante de grupos organizados. b) Ciência Humana: volta-se especificamente para o homem como um todo: sua história, suas crenças, usos e costumes, filosofia, linguagem etc. c) Ciência Natural: interessa-se pelo conhecimento psicossomático do homem e sua evolução.

Relaciona-se, assim, com as chamadas ciências biológicas e culturais; as primeiras visando ao ser físico e as segundas, ao ser cultural.

1.1 Conceituação

Hoebel e Frost (1981:3) definem a antropologia como “a ciência da humanidade e da cultura. Como tal, é uma ciência superior social e comportamental, e mais, na sua relação com as artes e no empenho do antropólogo de sentir e comunicar o modo de viver total de povos específicos, é também uma disciplina humanística”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522474967

Parte 1 - D Tudo Começa no Briefing

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

D

Tudo Começa no Briefing

Mas, depois de pronto, onde colocar o briefing?

Não há pão sem farinha, assim como não há projeto sem briefing. Mas, depois de pronto, onde está a farinha do pão?

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Qual é a origem do termo briefing?

�� Como desenvolver um briefing?

�� Quais itens deve conter um briefing?

�� Qual é a importância do briefing para o projeto?

�� Onde colocá-lo depois de pronto?

�� Como manter um bom relacionamento com o cliente?

�� Como o briefing pode ajudar no desenvolvimento do projeto?

O briefing é o documento que informa do ponto de vista do anunciante: seu mercado, seus concorrentes, seu produto/serviço, sua marca e seu público-alvo, além de indicar seu problema.

A palavra teve a sua origem na Segunda Guerra Mundial, sendo utilizada inicialmente pelo militares da aeronáutica. Para evitar o vazamento de informações e ainda assim informar o pessoal envolvido na missão, foram idealizadas reuniões

Ver todos os capítulos
Medium 9788522466023

15 Mídia, Opinião Pública e Política

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF
Medium 9788522474967

Parte 1 - C Estilo de Texto

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

C

Estilo de Texto

Qual tipo de linguagem devo utilizar num projeto de comunicação?

“Um psiquiatra que descreve a linguagem dos doentes mentais não se exprime como eles” (ECO, 1977).

Este capítulo aborda os seguintes tópicos:

�� Por que fazer citações?

�� Como fazer citações?

�� Por que eu fui treinado durante muito tempo para escrever textos curtos e agora tenho que escrever detalhadamente?

�� Qual estilo de texto eu devo ter?

�� Quantas citações e quantos autores meu texto deve ter?

�� Se for citar algum autor eu preciso explicar o que entendi da citação?

�� Posso copiar trechos da Internet?

O texto do projeto deve ser universal e, portanto, deve ser compreendido por você, pelo seu orientador, pelos professores que compõem a banca e também – e principalmente – pelo anunciante.

O comunicólogo italiano Umberto Eco (1977) desenvolveu um estudo bastante interessante sobre metodologia científica voltada principalmente à redação de teses científicas – isso fica evidente ao ler o título de seu livro. Entretanto ele

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478415

9 Cultura Material

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Cultura Material

9

Desde as suas origens, o homem vem, paulatinamente, criando um ambiente secundário com os materiais de seu habitat. Ele se adapta aos diferentes ambientes, mas também os modifica.

A cultura material, como já foi dito, consiste em coisas materiais, bens tangíveis, fruto da criação humana.

Etnólogos, arqueólogos, antropólogos culturais e outros estudiosos consideram os objetos materiais – ferramentas, utensílios, armas, construções etc. – como cultura material.

Os diversos aspectos da cultura material de um povo são importantes por si mesmos, por sua utilização, pelas informações que encerram as relações com muitas práticas rituais e como demonstração de um processo tecnológico.

Para Keesing (1961:307), a cultura material “tem a distinção especial de ligar o comportamento do indivíduo a coisas externas feitas artificialmente: os artefatos”. Engloba, portanto, uma infinidade de objetos e coisas, feitas de matérias-primas as mais diversas, encontradas nos diferentes hábitats da Terra, resultantes de inúmeras técnicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478415

6 Organização Econômica

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Organização Econômica

6

A organização econômica é um ramo da Antropologia que “trata do funcionamento e evolução dos sistemas econômicos das sociedades primitivas e rurais” (Godelier, In Copans, 1971:221). Refere-se ao modo como os indivíduos conseguem, utilizam e administram seus bens e recursos.

Faz parte da organização social e encontra-se em todas as sociedades, mesmo entre as mais simples. Todavia, os aspectos da produção e consumo variam muito de cultura para cultura, no tempo e no espaço.

Segundo Hoebel e Frost (1981:261), a organização econômica é tratada

“como um liame entre a base material da cultura e a estrutura social porque ela se ocupa, de um lado, com os produtos da tecnologia e, de outro, com sua distribuição diferencial através da estrutura social”.

Em princípio, procurava-se explicar as diferenças entre os sistemas econômicos pela evolução social, ou seja, através de diferentes níveis de estágios da cultura. Morgan foi o primeiro a tratar sistematicamente os dados, registrados pelos cronistas, sobre a atividade econômica das culturas primitivas. Segundo sua teoria evolucionista, a vida econômica teria passado por três estágios: a) bandos de coletores e caçadores: propriedade comum; b) aldeias fixas, com agricultura e pastoreio: propriedades familiares ou clãs; c) unidade política com tecnologia avançada: propriedades privadas ou estatais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522478415

15 Linguagem e Cultura: em um contexto antropológico

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Linguagem e Cultura: em um contexto antropológico

15

“Sem linguagem não há homem e sem homem não há linguagem”

(Ulmann, 1991:118).

A anterioridade da espécie humana, ou seja, sua condição primata, caracteriza-se pela ausência da fala. Quando ou como o homem se livra dessa condição, passando a expressar-se através da palavra, é uma indagação que a Arqueologia

Pré-Histórica se empenha no sentido de encontrar respostas. Não apenas em relação ao fato fundamental da aquisição dos padrões da fala, mas, sobretudo, na capacidade de transmissão oral e simbólica dos conhecimentos e experiências adquiridos que tornou possível o advento da cultura humana.

O homem sapiens nasceu melhor aparelhado para aprender sua língua e, ao mesmo tempo, aprender sua cultura. Linguagem e cultura estão íntima e mutuamente relacionadas.

A natureza humana se completou a partir do desenvolvimento cerebral que capacitou o homem a emitir sons específicos para expressar seus pensamentos, sentimentos, necessidades e meios protetores. É de supor que com essa evolução dos primeiros homens tenha surgido a reflexão, exteriorizada de formas diferenciadas, das quais se tem pouquíssimas evidências. Como saber, se não há fósseis de palavras!

Ver todos os capítulos

Carregar mais