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Parte V - 13 A Sociedade de Consumo

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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PARTE IV - 6. A Ideologia como Sistema Cultural

GEERTZ, Clifford Grupo Gen PDF

Capítulo 6

A Ideologia como Sistema Cultural

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A Ideologia como Sistema Cultural

Constitui, sem dúvida, uma das pequenas ironias da história intelectual moderna o fato de o termo “ideologia” se ter tornado, ele próprio, totalmente ideológico. Um conceito que significava anteriormente apenas uma coleção de propostas políticas, talvez um tanto intelectualizadas e impraticáveis, mas, de qualquer forma, idealistas — “romances sociais” como alguém, talvez Napoleão, as chamou — tornou-se agora, para citar o

Webster, “as afirmações, teorias e objetivos integrados que constituem um programa político-social, muitas vezes com uma implicação de propaganda convencional; como o fascismo, que foi alterado na Alemanha para servir à ideologia nazista” — uma proposição muito mais formidável. Mesmo nas obras que, em nome da ciência, professam utilizar o sentido neutro do termo, o resultado de seu emprego tende a ser distintamente polêmico: em Sutton, Harris, Kaysen e no The American Business Creed de Tobin, sob muitos aspectos excelente, por exemplo, a garantia de que “ninguém deve sentir-se consternado ou ofendido pelo fato de suas opiniões serem descritas como ‘ideologias’ da mesma forma que o famoso personagem de Molière quando descobriu que durante toda a sua vida só estava falando em prosa” é seguida, imediatamente, por uma relação das principais características da ideologia como tendência, supersimplificação, linguagem emotiva e adaptação ao preconceito público.1 Ninguém, pelo menos fora do bloco comunista, onde é institucionalizada uma concepção um tanto diferente do papel do pensamento na sociedade, chamar-se-ia um ideólogo ou consentiria, sem protesto, em assim ser chamado por outrem. Aplica-se agora, quase que universalmente, o familiar paradigma da paródia:

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Medium 9788522474967

13 Viabilidade Econômica

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda  •  Públio

Existem casos também em que parte do projeto é financiado pelo próprio projeto. Por exemplo, na confecção de brindes, parte do custo dos mesmos é dividida com o consumidor quando ele junta algumas embalagens, mais um montante em dinheiro. Portanto, o fato de estimular as vendas mais um montante em dinheiro faz com que o custo da campanha seja diluído com o aumento do consumo do produto e com o montante em dinheiro que o cliente disponibiliza ao adquirir o brinde. Esse tipo de autofinanciamento é mais comum em ações promocionais do que em ações de reforço de marca institucionais.

Tudo isso deve entrar no estudo de viabilidade econômica para demonstrar que, mesmo que seja uma campanha fictícia – como no caso da maioria dos projetos experimentais acadêmicos –, trata-se de uma campanha viável do ponto de vista financeiro.

Portanto, no item viabilidade econômica deve constar novamente uma tabela resumida do orçamento, constando os descontos e doações conseguidos em prol do cliente, fazendo um comparativo do custo da campanha sem descontos e do custo da campanha depois dos descontos. Se possível, dedique também uma tabela para apresentar o montante que o anunciante economizará depois dos descontos conseguidos pela agência. Além de deixar a relação agência-anunciante mais transparente, essa apresentação funciona como um excelente argumento de convencimento do anunciante a investir na campanha criada pela agência.

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Medium 9788522474967

3 Ambiente Interno

PÚBLIO, Marcelo Abilio Grupo Gen PDF

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Como Planejar e Executar uma Campanha de Propaganda  •  Públio

com um grande número de pessoas na sua área de atuação e, consequentemente, transmitem a imagem da organização.

A maioria das informações sobre o ambiente interno da organização que são descritas no projeto derivam diretamente do briefing coletado junto ao anunciante, por isso é fundamental que este seja bem-feito e consiga abranger a maior parte possível das informações estratégicas.

Os primeiros dados que devem constar na análise interna da organização:

• o nome da mesma;

• seu nome fantasia;

• área de atuação;

• endereço de seu site na Internet;

• descrição de seus principais produtos.

Outros dados que podem ser interessantes são:

• número de firmas;

• localização das principais firmas;

• número de funcionários;

• pessoa de contato;

• cargo e forma de contato com a mesma.

O próximo item que deve constar na análise interna de uma organização é seu histórico. Este pode ser apresentado em forma de diagrama do tipo linha do tempo, onde destacam-se apenas os principais eventos relacionados à organização.

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Medium 9788522478415

12 O Indígena Brasileiro

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

O Indígena Brasileiro

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12.1 O índio e a Realidade Brasileira

Este capítulo aborda aspectos de uma parcela da população brasileira que coexiste com a sociedade nacional, embora seja demograficamente pouco representativa. Trata-se da população indígena brasileira, constituída por grande diversidade de grupos tribais, distribuídos irregularmente pelo território nacional, mas constituindo uma realidade que não pode ser ignorada.

Os grupos que integram o Brasil indígena contemporâneo são os que restaram do longo processo a que foi submetida a população ameríndia ou pré-cabralina, a partir do Descobrimento do Brasil, no século XVI. Nas fases da conquista e colonização, foi inevitável o contato entre europeus e os grupos indígenas litorâneos, dando origem ao processo aculturativo, que resultou na subordinação ou dizimação de muitos deles, enquanto outros foram empurrados para áreas distantes.

Nas fases subseqüentes, Império e República, os contatos entre índios e brancos prosseguem. Dos grupos tribais atingidos, poucos sobreviveram, muitos se destribalizaram com tendências ao desaparecimento, em decorrência da perda parcial ou total da própria cultura e da redução do seu efetivo populacional.

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