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RESOLUÇÃO NORMATIVA N. 83, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2008

Mafei Rabelo Queiroz, Rafael; Editora Saraiva PDF

224 Migração de Trabalhadores para o Brasil

PAULO SÉRGIO DE ALMEIDA

Presidente do Conselho Nacional de Imigração

Publicada no DOU n. 31, de 13 de fevereiro de 2009.

RESOLUÇÃO NORMATIVA N. 83, DE 3 DE DEZEMBRO DE 2008

Disciplina a concessão de visto a profissional estrangeiro empregado a bordo de embarcação de turismo estrangeira que venha ao Brasil em viagem de longo curso.

O CONSELHO NACIONAL DE IMIGRAÇÃO, instituído pela

Lei n. 6.815, de 19 de agosto de 1980, e organizado pela Lei n. 10.683, de 28 de maio de 2003, no uso das atribuições que lhe confere o Decreto n. 840, de 22 de junho de 1993, resolve:

Art. 1º O profissional estrangeiro que trabalhar a bordo de embarcação de turismo estrangeira que venha ao Brasil em viagem de longo curso, sem vínculo empregatício no Brasil, estará sujeito às normas desta Resolução Normativa de caráter transitório e excepcional.

Parágrafo único. Considera-se viagem de longo curso, para os efeitos desta Resolução Normativa, aquela oriunda de porto estrangeiro, com estada nas águas jurisdicionais brasileiras por até trinta dias contínuos, dentro de um período de noventa dias, na qual a embarcação não proceda ao embarque de turistas em território nacional.

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Medium 9788522466023

Parte I - 2 Sociologia: História e Desenvolvimento

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

2 t::J

Sociologia; História e

Desenvolvimento

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2.1 A SOCIOLOGIA E O DIA-A-DIA: AS RELAÇÕES SOCIAIS

Os indivíduos, dos primeiros momentos da História aos dias de hoje, estabelecem relações entre si que fazem parte de suas rotinas cotidianas. Voltadas para a resolução de problemas práticos ou abstratos, que vão da satisfação das necessidades vitais básicas à solução de intrincadas questões científicas ou filosóficas, essas relações fundam-se em interações que ora começam por impulsos originados no indivíduo, ora iniciam por influências oriundas do grupo ou da sociedade.

Constituindo um dos parâmetros fundamentais que definem a vida social, há uma tensão permanente entre os impulsos que partem das necessidades do indivíduo e as demandas que provêm da sociedade. Não é difícil confirmar essa afirmação. Nas conversas do dia-a-dia entre as pessoas, é comum o seguinte diálogo:

- ''Você agiu por impulso pessoal ou por pressão do grupo?"

- "Eu agi por minha conta e risco, não dou importância ao que os outros pensam!" Ou,

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Medium 9788522478415

13 Teorias da Cultura

MARCONI, Marina de Andrade; PRESOTTO, Zelia Maria Neves Grupo Gen PDF

Teorias da Cultura

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13.1 Evolucionismo Cultural

Evolucionismo cultural é uma das grandes linhas de pensamento ou “escolas” teóricas sobre a origem da cultura que surgiram no século XIX, tendo sido a primeira delas, numa seqüência histórica.

Para Winick (1969:258), evolucionismo é a “teoria segundo a qual toda a vida e o universo se desenvolveram graças ao crescimento e às mudanças”.

O termo, que se insere no conceito de evolução, não é novo, pois os antigos gregos já o haviam empregado em suas enunciações.

Evolução cultural designa, segundo Leslie A. White (In Silva, 1982:443),

“um processo temporal-formal, contínuo e geralmente acumulativo e progressivo, por meio do qual os fenômenos culturais sistematicamente organizados sofrem mudanças, uma forma ou estágio sucedendo ao outro”.

Evolucionismo cultural seria, portanto, a aplicação da teoria geral da evolução ao fenômeno cultural. Nas Ciências Sociais, foi um princípio que norteou a interpretação dos fatos sociais, tendo-se expandido no meio científico através de inúmeras obras publicadas no final do século XIX.

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Medium 9788521629856

PARTE III - 5. “Ethos”, Visão do Mundo e a Análise de Símbolos Sagrados

GEERTZ, Clifford Grupo Gen PDF

Capítulo 5

“Ethos”, Visão de Mundo e a Análise de Símbolos Sagrados

“Ethos”, Visão de Mundo e a Análise de Símbolos Sagrados

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I

A religião nunca é apenas metafísica. Em todos os povos as formas, os veículos e os objetos de culto são rodeados por uma aura de profunda seriedade moral. Em todo lugar, o sagrado contém em si mesmo um sentido de obrigação intrínseca: ele não apenas encoraja a devoção como a exige; não apenas induz a aceitação intelectual como reforça o compromisso emocional. Formulado como mana, como Brahma ou como a

Santíssima Trindade, aquilo que é colocado à parte, como além do mundano, é considerado, inevitavelmente, como tendo implicações de grande alcance para a orientação da conduta humana. Não sendo meramente metafísica, a religião também nunca é meramente ética. Concebe-se que a fonte de sua vitalidade moral repousa na fidelidade com que ela expressa a natureza fundamental da realidade. Sente-se que o “deve” poderosamente coercivo cresce a partir de um “é” fatual abrangente e, dessa forma, a religião fundamenta as exigências mais específicas da ação humana nos contextos mais gerais da existência humana.

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14 As Instituições Sociais e os Meios de Comunicação de Massa

FERREIRA, Delson Grupo Gen PDF

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