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Medium 9788536317687

6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

O ensino do tênis

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6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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Medium 9788580550771

14. Farmacologia, Fármacos e Esportes

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

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Farmacologia, Fármacos e Esportes

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Definir o termo fármaco.

• Identificar os vários métodos pelos quais os fármacos podem ser administrados.

• Analisar a farmacocinética relativa a absorção, dispensação, metabolismo e excreção.

• Explicar a diferença entre administrar e dispensar medicamentos.

• Manifestar preocupações jurídicas relativas à administração de medicamentos à população de atletas.

• Aplicar os vários protocolos que o fisioterapeuta esportivo deve seguir para administrar medicamentos de venda livre aos pacientes.

■ Sumário

O que é um fármaco? 382

Farmacocinética 382

Aspectos legais na administração versus dispensação de fármacos 384

Fármacos terapêuticos de uso restrito 388

Fármacos que podem aumentar a frequência de doenças causadas pelo calor 401

Protocolos para o uso de medicamentos de venda livre 402

Abuso de substâncias entre os atletas 402

Exame antidoping em atletas 414

Resumo 417

• Categorizar os vários medicamentos que podem ser usados para tratar infecções, reduzir dor e inflamação, relaxar músculos, tratar distúrbios gastrintestinais, tratar sintomas de resfriados e congestões nasais e controlar sangramentos.

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Medium 9788536306643

13. Outros tipos de empates

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

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13

Outros tipos de empates

É

impossível vencer sempre e, algumas vezes, as coisas andam tão mal que um empate parece até um resultado excepcional, diante das circunstâncias. Além da possibilidade de um mate afogado ou de um xeque perpétuo (veja o Capítulo 5), há outras opções para salvar um jogo. Neste capítulo discutiremos duas dessas opções: as perseguições perpétuas e a construção de fortalezas. Examinaremos também posições que resultam num empate porque o lado mais forte não tem material suficiente para forçar uma vitória. Todas essas situações costumam ocorrer com facilidade e, caso o jogador esteja na defesa, com freqüência é possível alcançar o empate numa partida que, de outro modo, estaria perdida. O falecido

Grande Mestre americano Sammy Reshevsky deu esse conselho simples sobre a melhor atitude a ser tomada numa situação aparentemente irremediável:

Agüente firme e torça por um erro grave.

Também é útil colocar-se no lugar do adversário e descobrir o tipo de lance que ele menos gostaria de ver você jogar.

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Medium 9788536305271

Cadeira abdutora

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF
Medium 9788536327303

7. Programas de fortalecimento muscular - Planejado para você

Sharkey, Brian Grupo A - Tekne PDF

e sua aptidão física r o h l e

M

IIndependentemente n de sua idade, há muitas boas razões para você melhorar sua capacidade muscular, e elas resumem-se em dois aspectos: forma e função. Talvez você queira um físico mais atraente ou melhorar a postura; ou, quem sabe, deseja ficar mais forte ou desenvolver resistência muscular para usar sua força por períodos mais longos. Qualquer que seja o foco, você deve avaliar sua capacidade muscular antes de se decidir por um programa. Se estiver insatisfeito com seu nível atual de capacidade muscular – ou quiser melhorar seu desempenho no trabalho ou no esporte

–, selecione os grupos musculares que deseja aprimorar, use as prescrições de atividade deste capítulo e siga em frente!

Também é importante perceber agora, mesmo se você ainda for jovem, que, à medida que envelhece, a sua capacidade muscular contribuirá de forma crucial para a massa muscular, a mobilidade e a qualidade de vida. Você deve começar a treinar muito antes de se aposentar – em outras palavras, hoje – e continuar pelo resto da sua vida.

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Medium 9788536314389

10. Desenhos Metodológicos (IV) Métodos de procedimento: delineamentos semi e quase-experimentais de grupo

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

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Desenhos metodológicos IV

Métodos de procedimento: delineamentos semi-experimentais e quase-experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

Muitas situações no âmbito da pesquisa científica em relação à cultura do movimento humano não permitem que se possa exercer com rigor todo o controle exigido pelos métodos experimentais. Em situação de ensino, treino ou de competição, quando se observam ou se medem determinadas variáveis, outras tantas intervenientes não podem ser devidamente controladas, por exemplo, reações ao comportamento dos expectadores, mudanças climáticas bruscas, expectativas em relação

à possibilidade de vitória são passíveis de intervir no desempenho tanto positiva como negativamente. Nesses estudos de campo realizados em situação natural, é praticamente impossível cumprir exigências, como seleção aleatória dos sujeitos, composição aleatória dos grupos, controle da situação ambiental, etc., que são requisitos do modelo experimental. Não obstante, tais óbices não devem impedir que realizemos estudos científicos que certamente poderão colaborar em grande escala para o quadro teórico das ciências do movimento

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Medium 9788536314389

8. Desenhos metodológicos (II). Métodos de procedimentos nomotéticos e controle experimental

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

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Desenhos metodológicos II

Métodos de procedimento predominantemente nomotéticos

Controle experimental

Adroaldo Gaya

As abordagens metodológicas predominantemente quantitativas ou nomotéticas assumem, nas ciências do movimento humano, um papel relevante e indispensável. Os estudos que tratam as relações entre variáveis, sejam correlações, comparações, descrições ou predições, evidentemente atingem seu maior grau de controle e cientificidade ao tratarem seus dados a partir de técnicas estatísticas adequadas. Aspectos tão importantes, como a possibilidade de generalização de resultados de um pequeno grupo para populações maiores e o fato de podermos garantir índices sobre a probabilidade dos erros de medida, afirmam a relevância dessa metodologia na produção do conhecimento científico em nossa área de investigação.

Neste e nos próximos capítulos, vamos discorrer sobre os mais importantes aspectos da abordagem nomotética. Vamos iniciar com uma introdução genérica, identificando e classificando as técnicas em grupos conforme suas características principais e, posteriormente, vamos nos dedicar a analisar mais profundamente cada uma das técnicas mais freqüentes nas ciências do movimento humano.

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Medium 9788580551815

Capítulo 10 - Crescimento e desenvolvimento na infância

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

C A P Í T U L O 10

Crescimento e Desenvolvimento na Infância

PALAVRAS-CHAVE

Mielinização

Má nutrição crônica

Atraso no crescimento

Hipertrofia

Atrofia

Endomórfico

Mesomórfico

Ectomórfico

Lesões na placa de crescimento

Mineralização óssea

Tendência secular

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Descrever e interpretar a curva normal e os gráficos de velocidade e deslocamento da infância

• Discutir tendências seculares de tamanho físico e maturação biológica

• Discutir a influência do estado nutricional sobre os processos de desenvolvimento na infância

• Distinguir a má nutrição da subnutrição e discutir as causas e implicações de cada uma

• Descrever as influências relativas do exercício e das lesões sobre o processo de crescimento na infância

• Listar e descrever vários fatores associados que influenciam o processo de crescimento na infância

• Listar as características típicas do desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor da criança com idade de 2 a 6 anos e discutir as suas implicações no programa de movimento desenvolvimental

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Medium 9788536309071

3. Variante Scheveningen

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

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John Emms

Variante Najdorf, as pretas estão sempre em estado de alerta em relação à jogada favorável ...d6-d5, liberando sua posição. As brancas têm várias alternativas agressivas para tentar quebrar a estrutura supersólida das pretas. Neste capítulo, vamos analisar as mais importantes estruturas.

Uma das principais atrações da Variante Scheveningen é que as pretas não criam debilidades desnecessárias de peões e, em conseqüência, sua estrutura é basicamente sólida. Garry Kasparov utilizou a Scheveningen com bastante eficácia quando derrotou Karpov na Partida pelo Campeonato Mundial de 1985. Por mais que tenha tentado, Karpov não conseguiu atravessar a defesa das pretas e, no final, acabou desistindo de jogar 1 e4 contra Kasparov.

ATAQUE KERES

1 e4 c5 2 Cf3 d6 3 d4 cxd4 4 Cxd4 Cf6 5 Cc3 e6 6 g4 (Diagrama 2)

O Ataque Keres é, sem dúvida alguma, a maneira mais agressiva de enfrentar a Variante Scheveningen, além de também ser um teste crucial para a viabilidade de defesa. Já verificamos o valor da investida g2-g4 na Siciliana, sendo que a única diferença é que as brancas antecipam a jogada já no sexto lance. A idéia

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Medium 9788536327303

3. Treinamentoda capacidade aeróbia - Um passatempo moderado

Sharkey, Brian Grupo A - Tekne PDF

João

...percebeu que est ava dorm indo melhor

Na primeira noite, caminhou apenas algumas quadras. Mas como se sentiu melhor depois, começou então a aumentar a distância percorrida em suas sessões de caminhada. Em pouco tempo, ele estava andando por meia hora toda noite em um trajeto que combinava as ruas da cidade e uma trilha próxima a seu condomínio. Ao longo do tempo, ele percebeu que estava dormindo melhor e recebendo a atenção de potenciais “paqueras”. Agora, João incorpora um pouco de trote (jogging) em sua caminhada duas noites por semana. Aos sábados, ele faz uma caminhada mais longa, brinca com o cachorro em um campo próximo à trilha e até se encontra com colegas de trabalho para jogarem basquetebol – algo que nunca fizera antes. Ele está mais magro e encontra-se contente com sua aparência e a forma como se sente.

Durante uma caminhada recente, conheceu uma jovem ativa. Agora estão namorando e planejando, para o verão, uma viagem de caminhada pelas montanhas.

Aptidão Física

Física Ilustrada

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Medium 9788536327303

1. Atividade e aptidão física - Por que ficarem forma?

Sharkey, Brian Grupo A - Tekne PDF

Quais são os be nefícios

Imagine

acordar em um corpo recém-transformado por vários meses de treinamento de aptidão física – uma sensação não diferente de um estado de graça, que se dá interiormente em vez de ser observada no âmbito exterior. Você levantaria a cada dia com a capacidade de realizar tarefas diárias com vigor e prontidão, manter-se livre de fadiga excessiva, desfrutar seus momentos de lazer e atender emergências. Teria a energia e a capacidade muscular para cumprir as demandas do trabalho e de outras ocupações; a flexibilidade e o equilíbrio para ter um bom desempenho e evitar lesões; e a energia para lidar com a vida doméstica e profissional, o lazer e as inevitáveis demandas.

Se você fosse como muitos indivíduos ativos, seu primeiro pensamento ao acordar seria a atividade física planejada para aquele dia, bem como quando e onde ela seria praticada. Realmente, quando você se torna ativo e até mesmo adicto ao exercício, a atividade física regular passa a ser uma parte indispensável de sua vida.

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Medium 9788536309071

9. Outros Sistemas

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

184

John Emms

Um exemplo deste último caso é 2...e6 3 g3 d5 4 exd5 exd5 5 Bg2 Cf6 6 d3 d4 7

Ce4 Cxe4 8 dxe4, com uma posição equilibrada.

3...g6

O fianqueto do bispo-f8 é a abordagem mais usual das pretas.

4 Bg2 Bg7 5 d3 d6 6 Be3

Nos últimos anos, esse lance substituiu 6 f4 (veja a Partida 55) como linha principal. As brancas podem jogar no estilo “Ataque Iugoslavo” com Dd2 e, após o desenvolvimento do cavalo-g8, podem trocar bispos com Bh6.

6...Tb8

As pretas preparam ...b7-b5, iniciando o contra-jogo na ala da dama. Outra maneira de seguir em frente é desenvolver com 6...e6 7 Dd2 Cge7, quando as brancas devem tentar trocar os bispos. Uma das possíveis continuações é 8 Bh6

0-0 9 Bxg7 Rxg7 10 h4!?, preparando um ataque rápido com h4-h5.

7 Dd2 b5

Observem que as pretas postergam o desenvolvimento do cavalo-g8 para impedir que as brancas executem o plano fácil de Be3-h6.

8 Cge2 Cd4

As pretas plantam seu cavalo em um posto avançado conveniente e impedem que as brancas joguem d3-d4. No momento, as brancas não estão em boa posição para trocar o cavalo. 9 Bxd4 cxd4 10 Cd1 significa que as brancas têm de abandonar suas idéias de Bh6, enquanto 9 Cxd4?? cxd4 simplesmente perde uma peça para o garfo do peão.

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Medium 9788536314389

5. Procedimentos gerais da investigação científica

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

59

5

Procedimentos gerais da investigação científica

Escolha do tema, especificação dos objetivos, formulação do problema, construção das hipóteses e definição das variáveis

Adroaldo Gaya

Os principais aspectos referentes às condições da construção do conhecimento científico que decidem o status de uma disciplina acadêmica consideram a necessidade do desenvolvimento de métodos de investigação específicos. Obviamente não se pode conceber que, ao tratar de uma área científica em construção, como as ciências do movimento humano, se tenha a pretensão de delimitar alternativas metodológicas originais plenamente desvinculadas daquelas desenvolvidas pelas disciplinas científicas já tradicionalmente constituídas.

No estágio inicial em que nos encontramos, o desenvolvimento científico ocorrerá naturalmente com métodos provenientes das disciplinas de origem ou disciplinas-mães (biologia, psicologia, antropologia, sociologia, história, etc.) (Gaya,

1994), configurando-se as ciências do movimento humano muito mais como uma

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Medium 9788536314389

7. Desenhos metodológicos (I) Etnografia, estudo de caso(s) e pesquisa-ação

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

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Desenhos metodológicos I

Etnografia, estudo de caso(s) e pesquisa-ação

Adroaldo Gaya

Neste e nos seguintes capítulos, vamos nos dedicar a discorrer sobre os principais desenhos metodológicos para a pesquisa em ciências do movimento humano.

Trataremos inicialmente, neste capítulo, das principais abordagens relacionadas aos modelos de pesquisa predominantemente qualitativos: a etnografia, o estudo de caso e a pesquisa-ação. Posteriormente, no Capítulo 8, trataremos das pesquisas do tipo experimental e, no Capítulo 9, das pesquisas do tipo ex post facto.

ETNOGRAFIA

O interesse dos antropólogos em registrar os hábitos de vida e a cultura dos povos submetidos à colonização européia no final do século XIX e no início do século

XX deu origem à moderna etnografia. Antropólogos, principalmente ingleses, preocupados com a influência dos colonizadores europeus sobre as culturas locais, deslocavam-se para essas longínquas regiões e realizavam observação com a intenção de descrever e preservar a memória cultural desses povos.

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Medium 9788536305271

Cadeira adutora

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

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