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Medium 9788580550771

2. Nutrição e Suplementos

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

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Nutrição e Suplementos

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Distinguir as seis classes de nutrientes e descrever as suas principais funções.

• Explicar a importância de uma boa nutrição no desempenho e na prevenção de lesões.

• Avaliar as vantagens e desvantagens dos suplementos alimentares.

• Discutir as práticas populares de ingestão de alimentos sólidos e líquidos.

■ Sumário

• Discutir as vantagens e desvantagens de fazer uma refeição antes do evento.

• Distinguir peso corporal e composição corporal.

• Explicar o princípio do saldo calórico e o modo de sua avaliação.

• Avaliar a composição corporal por meio do compasso de dobras cutâneas.

• Avaliar os métodos de perda e ganho de peso.

• Reconhecer os sinais de bulimia e anorexia nervosas.

■ Palavras-chave

Princípios da nutrição 63

aminoácidos

obesidade

Fontes de energia 64

osteoporose

célula adiposa

Nutrientes reguladores 66

deficiência de lactose

composição corporal

Necessidades e recomendações de nutrientes 69

anemia

Suplementos alimentares 71

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Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

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Medium 9788527708869

2 Propriedades Mecânicas e Desempenho nos Músculos Esqueléticos

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 2

Propriedades Mecânicas e Desempenho nos Músculos Esqueléticos

W. HERZOG

Introdução

As propriedades mecânicas do músculo esquelético determinam seu desempenho. Propriedades mecânicas são definidas aqui como aquelas propriedades do músculo esquelético que podem ser medidas por parâmetros derivados da mecânica: força, comprimento, velocidade, trabalho e potência. O desempenho alcançado em muitos esportes depende, em grande parte, destes parâmetros, por exemplo, da força que um atleta consegue produzir ou da velocidade que consegue alcançar ou imprimir em um equipamento. As articulações humanas são tipicamente cruzadas por muitos músculos; portanto, o desempenho atlético depende, tipicamente, das propriedades de muitos músculos, bem como de sua exata coordenação. A coordenação é definida aqui como a interação de força-tempo dos músculos que contribuem para um movimento e, conseqüentemente, em razão da geometria do sistema musculoesquelético, do momento-tempo destes músculos relacionados às articulações. A coordenação dos músculos é extremamente importante para atingir movimentos precisos ou movimentos que maximizem o trabalho executado ou a força produzida, características que são de significância primária para o desempenho ótimo em muitos esportes. Entretanto, a coordenação dos músculos é mais um tópico de controle motor do que mecânico; somente será incluído neste capítulo quando necessário para esclarecimento.

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Medium 9788577800728

3 Como os fãs se conectam

Rein, Irving Grupo A - Bookman PDF

3

Como os fãs se conectam

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Como os fãs se conectam

Hal precisa tomar uma decisão. Ao elaborar seu orçamento anual, fixou em 2 mil dólares o investimento em esporte. No ano anterior, gastou esse valor em uma viagem de Miami a Londres só para assistir a um jogo do Chelsea Football Club, no estádio

Stamford Bridge. Hal gostou demais da experiência, mas ficou sem verba para gastos com esportes pelo restante do ano. Precisou contentar-se com ficar em casa, sentado à frente da televisão. Neste ano ele procura distribuir melhor os seus dólares, a fim de obter deles o maior rendimento possível em matéria de esportes. As opções são comprar ingressos para a arquibancada superior nos jogos do Florida Marlins ou um pacote de 20 jogos do Miami Heat. Um folder publicitário que recebeu do Miami

Hurricanes informa não apenas que ele teria direito a ingressos para os jogos da temporada mas igualmente que, na condição de egresso da Universidade da Florida, poderia comparecer a eventos especiais. Ultimamente ele passou a se interessar pelos eventos da NASCAR e gostaria de assistir a provas regulares da temporada e da

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Medium 9788536309071

4. Variante Sveshnikov

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

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John Emms

década de 1970, quando o jovem jogador russo Evgeny Sveshnikov depurou o sistema, utilizando-o com grande sucesso. Jogadores de todos os níveis começaram a apreciar seu potencial e, nos dias atuais, dificilmente há algum torneio internacional importante sem uma ou duas batalhas Sveshnikov.

Uma ou duas palavras sobre o nome: em sua época, a variante era conhecida como Pelikan ou mesmo Lasker-Pelikan, embora a maioria dos jogadores a conheça atualmente como Sveshnikov (pelo menos a variante que inicia com

8...b5).

OS LANCES DE ABERTURA

A seqüência de lances apresentada a seguir foi repetida milhares de vezes em partidas de xadrez realizadas em clubes ou torneios. Entretanto, vale a pena gastar algum tempo e espaço para explicar o que cada lado está tentando fazer.

1 e4 c5 2 Cf3 Cc6

Até agora, nos concentramos apenas em 2...d6, embora 2...Cc6 seja um lance bastante popular, capaz de introduzir algumas variantes Sicilianas, por exemplo, a Clássica (veja o Capítulo 5), a Taimanov e o Dragão Acelerado (Capítulo 6).

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Medium 9788536327136

16. Outros Métodos de Pesquisa Descritiva

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 16

OUTROS MÉTODOS DE

PESQUISA DESCRITIVA

É melhor saber algumas das perguntas do que todas as respostas.

James Thurber

D

iferentes formas do método de levantamento de pesquisa descritiva foram abordadas no Capítulo 15. Neste capítulo, tratamos de várias outras técnicas de pesquisa descritiva. Uma delas é a pesquisa desenvolvimental. Mediante estudos transversais e longitudinais, pesquisadores investigam a interação das variáveis crescimento e maturação, além de aprendizagem e desempenho. O estudo de caso, em que o pesquisador reúne uma grande quantidade de informações sobre um ou poucos participantes, é amplamente utilizado em várias áreas. Já a análise de cargo

é uma técnica utilizada para descrever as condições de trabalho, as exigências e a preparação necessárias para determinado cargo. Mediante pesquisa observacional, o pesquisador obtém dados quantitativos e qualitativos sobre pessoas e situações observando seu comportamento. Alguns estudos de pesquisa empregam métodos discretos, em que o participante não é informado de que está sendo estudado. Os estudos correlacionais determinam e analisam relações entre variáveis e fazem predições.

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Medium 9788536327136

9. Diferenças entre Grupos

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 9

DIFERENÇAS ENTRE GRUPOS

Lembre-se: metade dos seus conhecidos está abaixo da média!

C

onforme abordado nos Capítulos 6 e 8, as técnicas estatísticas são usadas para encontrar e descrever relações entre variáveis. Também são usadas para detectar diferenças entre grupos.

São muito frequentes na análise de dados de pesquisas experimentais e quase experimentais. Elas permitem avaliar efeitos de uma variável independente (causa ou tratamento) ou categórica (sexo, idade, raça, etc.) sobre outra dependente (efeito, resultado). Lembre-se, no entanto, de que as técnicas descritas neste capítulo não são usadas de modo isolado para estabelecer relações de causa e efeito, mas apenas para avaliar a influência da variável independente. Relações de causa e efeito não são estabelecidas por estatísticas, mas pela teoria, pela lógica e pela natureza total da situação experimental.

Como a estatística testa diferenças

Na pesquisa experimental, os níveis da variável independente podem ser estabelecidos pelo experimentador. Pode ser, por exemplo, que o experimento envolva a investigação dos efeitos da intensidade do treinamento sobre a resistência cardiorrespiratória. Portanto, a intensidade do treinamento é a variável independente (ou o fator de tratamento), enquanto alguma medida da resistência cardiorrespiratória é a variável dependente. A intensidade do treinamento pode ter

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Medium 9788527708869

15 Salto na Patinação Artística

Zatsiorsky, Vladimir M. Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

Capítulo 15

Salto na Patinação Artística

D.L. KING

Introdução

A patinação artística como esporte é uma combinação complexa de talento artístico e atletismo. Entre as várias habilidades atléticas, talvez os saltos sejam as mais espetaculares realizadas por patinadores individuais. A primeira seção deste capítulo tornará o leitor familiarizado com diversos saltos realizados na patinação artística. Em seguida, serão introduzidos os princípios biomecânicos mais importantes para o salto na patinação e depois as técnicas por meio das quais os patinadores utilizam estes princípios durante o salto. Por último, será apresentada uma discussão de técnicas hipotéticas que poderiam maximizar o uso dos princípios.

Revisão dos saltos na patinação

No momento, existem seis tipos de salto padrão que os patinadores artísticos realizam regularmente durante a competição.

Estes saltos são o Salchow, Loop, Toe Loop, Lutz, Flip e Axel.

As diferenças entre eles são mais aparentes na fase de propulsão, e podem ser descritas como:

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Medium 9788536306643

12. Zwischenzug

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

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Zwischenzug

S

empre me disseram que o xadrez é um esporte difícil para os americanos porque sua linguagem é muito “européia”. Além da luta com termos do tipo zugzwang, en passant e en prise, é preciso enfrentar os nomes dos jogadores, que são verdadeiros trava-línguas. Nomes como Dzindzihashvili, Nimzovich e Ljubojevic dificultam ainda mais a compreensão do jogo. Como qualquer outro esporte, o xadrez exige prática. No tempo certo, termos antes muito estranhos parecerão absolutamente naturais, e os nomes serão pronunciados tão facilmente quanto os de velhos amigos. Logo você vai acrescentar seu próprio jargão ao corpo clássico dos termos do xadrez.

Tomemos a tática zwischenzug como exemplo. Essa é uma palavra alemã que significa lance intermediário. No linguajar norte-americano, transformou-se em intermezzo (intermediário), zwischy e assim por diante.

A idéia embutida nesse termo é simples. Imagine que você esteja pensando em iniciar uma seqüência de trocas que seguem mais ou menos assim: “Eu capturo, ele captura, eu capturo, ele captura e, então, eu ganho um peão”. Parece uma boa idéia, não parece? Você coloca sua idéia em prática, mas o resultado é o seguinte: “Eu capturo, ele captura, eu capturo, ele dá um xeque? O.k., não tem problema, eu simplesmente movo meu Rei. Oh, não. Agora ele captura com um xeque! Xiiii.” O que aconteceu? Você foi vítima de um zwischenzug. Seu adversário usou um lance furtivo antes da recaptura prevista. Os advogados dizem que não se deve nunca fazer à vítima uma pergunta cuja resposta não se sabe. Bem, zwischenzugs são as réplicas inesperadas do xadrez. Em geral (mas não sempre) são xeques.

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Medium 9788536327136

22. Formas de Relatar a Pesquisa

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 22

FORMAS DE RELATAR A

PESQUISA

Ele consegue comprimir o máximo de palavras na menor ideia melhor do que qualquer homem que já conheci.

Abraham Lincoln

N

osso autor favorito, Day (1983), fornece uma introdução apropriada a este capítulo sobre formas de relatar a pesquisa, na seguinte citação:

A pesquisa científica não está completa até que os resultados tenham sido publicados. Então, um artigo científico é uma parte essencial do processo de pesquisa. Então, a redação de um artigo preciso e compreensível é tão importante quanto a própria pesquisa. Então, as palavras no artigo deveriam ser pesadas tão cuidadosamente quanto os reagentes no laboratório. Então, os cientistas devem saber como usar as palavras. Então, a educação de um cientista não está completa até que a capacidade de publicar tenha sido estabelecida (p. 158).

No Capítulo 21, tratamos do projeto de pesquisa: como escrever a introdução, a revisão da literatura, o enunciado do problema e a metodologia da dissertação ou tese. Depois, explicamos como organizar e escrever as seções dos resultados e da discussão. Coordenar de modo eficaz todas essas informações na dissertação ou tese é o tópico central deste capítulo. Apresentamos tanto o estilo organizacional de periódico, que defendemos (Thomas, Nelson e Magill, 1986), quanto o estilo tradicional de capítulos. Além disso, incluímos informações sobre a redação de artigos para periódicos científicos, preparação de resumos e apresentação de comunicações (inclusive no formato de pôsteres).

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Medium 9788580551815

Capítulo 18 - Desenvolvimento fisiológico e psicossocial em adultos

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

C A P Í T U L O 18

Desenvolvimento Fisiológico e

Psicossocial em Adultos

PALAVRAS-CHAVE

Especificidade da tarefa

Variabilidade interindividual

Variabilidade intraindividual

Gerontologia

Senescência

Teoria do desligamento genético

Teoria da mutação genética

Teoria dos radicais livres

Homeostase

Antioxidantes

Osteoporose

Osteopenia

Sarcopenia

Plasticidade cerebral

Marcadores da idade

Hipoxia

Arteriosclerose

Aterosclerose

Miose senil

Presbiacusia

Teoria da atividade

Teoria do desengajamento

Aposentadoria

Discriminação do idoso

Envelhecer bem

COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS NESTE CAPÍTULO

Ao finalizar este capítulo, você será capaz de:

• Discutir as limitações da generalização sobre declínios durante os anos da vida adulta

• Descrever como a interação entre características do indivíduo, a natureza da tarefa e as condições ambientais afetam a performance motora dos adultos

• Discutir como os conceitos de especificidade da tarefa, variabilidade entre indivíduos e variabilidade intraindivíduo influenciam os níveis de êxito da performance motora do adulto

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Medium 9788536317687

3 Métodos de ensino e destrezas de comunicação no ensino do tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

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Carlos Balbinotti e cols.

3

MÉTODOS DE ENSINO E DESTREZAS DE

COMUNICAÇÃO NO ENSINO DO TÊNIS

Juan Pedro Fuentes García

O presente capítulo está estruturado em duas grandes seções. A primeira, destinada a apresentar o variado cenário metodológico com que conta o treinador de tênis na hora de projetar as atividades de treinamento, detalha as diferentes opções metodológicas por meio das quais o treinador pode aprimorar-se em função de seus objetivos de ensino. Além disso, oferece um percurso pelos diferentes estilos de ensino que o treinador pode adotar, iniciando por aqueles em que o treinador toma todas as decisões, para chegar, finalmente, àqueles em que o jogador é o protagonista do processo de ensino-treinamento.

A segunda seção, dedicada às destrezas de comunicação, mostra as competências docentes do treinador de tênis quanto à informação inicial e ao feedback.

Expõem-se sistematicamente a forma como deve ser realizada a apresentação de atividades aos jogadores e as diferentes opções que o treinador de tênis tem à sua disposição para corrigi-los durante a realização dessas atividades.

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Medium 9788580550771

14. Farmacologia, Fármacos e Esportes

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

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Farmacologia, Fármacos e Esportes

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Definir o termo fármaco.

• Identificar os vários métodos pelos quais os fármacos podem ser administrados.

• Analisar a farmacocinética relativa a absorção, dispensação, metabolismo e excreção.

• Explicar a diferença entre administrar e dispensar medicamentos.

• Manifestar preocupações jurídicas relativas à administração de medicamentos à população de atletas.

• Aplicar os vários protocolos que o fisioterapeuta esportivo deve seguir para administrar medicamentos de venda livre aos pacientes.

■ Sumário

O que é um fármaco? 382

Farmacocinética 382

Aspectos legais na administração versus dispensação de fármacos 384

Fármacos terapêuticos de uso restrito 388

Fármacos que podem aumentar a frequência de doenças causadas pelo calor 401

Protocolos para o uso de medicamentos de venda livre 402

Abuso de substâncias entre os atletas 402

Exame antidoping em atletas 414

Resumo 417

• Categorizar os vários medicamentos que podem ser usados para tratar infecções, reduzir dor e inflamação, relaxar músculos, tratar distúrbios gastrintestinais, tratar sintomas de resfriados e congestões nasais e controlar sangramentos.

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Medium 9788536309064

6. Vamos em frente!

Sadler, Matthew Grupo A - Artmed PDF

6

Vamos em frente!

O que os grandes mestres jogam

O equilíbrio das partidas

Aplicando pressão

Os dois bispos

Adiando o roque

Finalmente, estamos prontos para seguir em frente! O objetivo dos próximos quatro capítulos é demonstrar como combinar os fatores específicos que surgem nas partidas práticas com os princípios gerais apresentados nos cinco capítulos anteriores. Os comentários sobre as partidas se concentrarão em fatores específicos. As explicações de caráter geral podem ser encontradas nos cinco primeiros capítulos. As partidas se estenderão por vários capítulos, sendo que cada um deles irá tratar de fases diferentes:

Sadler

K. Ellis

King’s Head Quickplay 1986

Sistema Londres

1 d4 Cf6 2 Cf3 d5 3 Bf4 (ver o Diagrama 1)

Qual é o objetivo deste lance? É simplesmente promover um desenvolvimento satisfatório. A intenção das brancas é terminar o desenvolvimento das peças na ala do rei jogando e2-e3, abrindo a diagonal f1-a6 para o bispo das casas brancas e, em seguida, jogar Bd3. Entretanto, se fizerem isso imediatamente com

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Medium 9788536305271

Cadeira adutora

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

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