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Medium 9788536327136

9. Diferenças entre Grupos

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 9

DIFERENÇAS ENTRE GRUPOS

Lembre-se: metade dos seus conhecidos está abaixo da média!

C

onforme abordado nos Capítulos 6 e 8, as técnicas estatísticas são usadas para encontrar e descrever relações entre variáveis. Também são usadas para detectar diferenças entre grupos.

São muito frequentes na análise de dados de pesquisas experimentais e quase experimentais. Elas permitem avaliar efeitos de uma variável independente (causa ou tratamento) ou categórica (sexo, idade, raça, etc.) sobre outra dependente (efeito, resultado). Lembre-se, no entanto, de que as técnicas descritas neste capítulo não são usadas de modo isolado para estabelecer relações de causa e efeito, mas apenas para avaliar a influência da variável independente. Relações de causa e efeito não são estabelecidas por estatísticas, mas pela teoria, pela lógica e pela natureza total da situação experimental.

Como a estatística testa diferenças

Na pesquisa experimental, os níveis da variável independente podem ser estabelecidos pelo experimentador. Pode ser, por exemplo, que o experimento envolva a investigação dos efeitos da intensidade do treinamento sobre a resistência cardiorrespiratória. Portanto, a intensidade do treinamento é a variável independente (ou o fator de tratamento), enquanto alguma medida da resistência cardiorrespiratória é a variável dependente. A intensidade do treinamento pode ter

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Medium 9788536306643

10. O sacrifício de desobstrução

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

97

10

O sacrifício de desobstrução

I

magine esta situação: você tem a oportunidade de fazer um grande lance – um lance forte o bastante para ganhar material ou talvez chegar ao xeque-mate.

O problema é que uma de suas peças está no caminho e, se tiver de gastar tempo removendo o obstáculo para uma casa segura, seu adversário terá a chance de preparar a defesa.

A solução para esse dilema é sacrificar a peça que está obstruindo o caminho. Conhecida como sacrifício de desobstrução, essa tática força o adversário a capturar o obstáculo, deixando livre a casa de seus sonhos e impedindo quaisquer medidas defensivas.

Como se pode forçar o adversário a fazer uma captura que levará a sua própria ruína? O melhor meio é dar um xeque no Rei inimigo com essa peça e assim forçar uma resposta. O segundo melhor meio é capturar alguma coisa com essa peça. Se o adversário não fizer a recaptura, você sairá com uma vantagem material.

Obviamente, um lance que envolve o xeque é o método mais atrativo. Apresentamos um exemplo no Diagrama 99, em que as brancas estão montando um

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Medium 9788536317687

13 O desenvolvimento físico dos tenistas infanto-juvenis: possibilidades e riscos

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

O ensino do tênis

221

13

O DESENVOLVIMENTO FÍSICO DOS

TENISTAS INFANTO-JUVENIS:

POSSIBILIDADES E RISCOS

Daniel Pacheco Simões

Carlos Balbinotti

A preparação física exerce um papel determinante na performance no tênis. Trata-se de uma composição formada por aspectos gerais e específicos do rendimento esportivo. Ao longo da carreira do tenista, a interação entre tais aspectos determinará as possibilidades e os riscos relativos, respectivamente, quanto à otimização do desempenho e às possíveis lesões oriundas dos desequilíbrios e encurtamentos da musculatura implicada na prática do tênis. Este capítulo apresenta uma reflexão acerca das bases teóricas da preparação física do tenista, considerando que o tênis é um esporte de natureza assimétrica.

A preparação física ocupa lugar de destaque no incremento da capacidade de rendimento do atleta. Trata-se do desenvolvimento geral das qualidades físicas direta ou indiretamente envolvidas na prática de uma modalidade esportiva específica. Esse conceito de preparação física se diferencia fundamentalmente da expressão treinamento físico, que significa uma atividade mais especificamente orientada para a máxima performance do atleta.

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Medium 9788536317687

3 Métodos de ensino e destrezas de comunicação no ensino do tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

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Carlos Balbinotti e cols.

3

MÉTODOS DE ENSINO E DESTREZAS DE

COMUNICAÇÃO NO ENSINO DO TÊNIS

Juan Pedro Fuentes García

O presente capítulo está estruturado em duas grandes seções. A primeira, destinada a apresentar o variado cenário metodológico com que conta o treinador de tênis na hora de projetar as atividades de treinamento, detalha as diferentes opções metodológicas por meio das quais o treinador pode aprimorar-se em função de seus objetivos de ensino. Além disso, oferece um percurso pelos diferentes estilos de ensino que o treinador pode adotar, iniciando por aqueles em que o treinador toma todas as decisões, para chegar, finalmente, àqueles em que o jogador é o protagonista do processo de ensino-treinamento.

A segunda seção, dedicada às destrezas de comunicação, mostra as competências docentes do treinador de tênis quanto à informação inicial e ao feedback.

Expõem-se sistematicamente a forma como deve ser realizada a apresentação de atividades aos jogadores e as diferentes opções que o treinador de tênis tem à sua disposição para corrigi-los durante a realização dessas atividades.

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Medium 9788536317687

9 A bola em jogo no tênis: o domínio das técnicas avançadas

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

9

A BOLA EM JOGO NO TÊNIS:

O DOMÍNIO DAS TÉCNICAS AVANÇADAS

Carlos Balbinotti

Marcelo Meirelles da Motta

As técnicas avançadas cumprem a funmodelos estratégico-táticos. As técnicas avanção de articulação dos fundamentos técniçadas permitem encontrar os caminhos mais cos básicos do tênis já consolidados com os eficientes para a otimização da performance modelos estratégico-táticos desse esporte. esportiva (Schönborn, 1999). No entanto,

Essa fase da especialização esportiva requer cabe ressaltar a importância da experiência a estabilidade e a consistência dos fundamotora adquirida durante o desenvolvimento mentos técnicos básidos fundamentos básicos. A partir disso, o tecos do esporte.

As técnicas avançadas renista deverá desenvolpresentam uma fase da especialiver a capacidade de zação esportiva na qual o tenista

A RELEVÂNCIA aplicação da técnica deve executar os golpes básicos e

DA EXPERIÊNCIA desportiva de acordo suas variações com uma ótima reMOTORA com as diferentes situalação entre controle, precisão e

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Medium 9788536309064

5. Criando um repertório de aberturas

Sadler, Matthew Grupo A - Artmed PDF

Xadrez: dicas para iniciantes

57

5

Criando um repertório de aberturas

Tantas aberturas e tão pouco tempo!

Criando um repertório

Macetes e armadilhas

Uma idéia agressiva de ataque

Uma idéia estrutural

Nos primeiros capítulos deste livro, foram analisados os princípios gerais que norteiam as aberturas, o meio-jogo e os finais. Antes de testar as habilidades em partidas reais, há uma dúvida prática que precisa ser dirimida: que aberturas desejo jogar?

TANTAS ABERTURAS E TÃO POUCO TEMPO!

A última pergunta sobre xadrez a ser respondida é a seguinte: qual é o melhor primeiro lance das brancas? Quando isso for conhecido, todos os segredos do xadrez terão sido revelados! Não há um único lance que seja melhor para as brancas (ou para as pretas) sob o ponto de vista da posição inicial. Entretanto, há lances melhores e piores. 1 d4, 1 e4, 1 Cf3 e 1 c4 são os quatro lances de abertura mais comuns, pois exercem algum controle central desde o início. No entanto, lances como 1 h4? não têm nenhum sentido e significam apenas o desperdício de um lance.

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Medium 9788536314389

14. Estatística – Principais testes não-paramétricos (distribuição livre) e tópicos avançados

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

14

Estatística

Principais testes não-paramétricos

(distribuição livre). Tópicos avançados

Marcelo Faria Silva

Adroaldo Gaya

Todo fenômeno merece ser investigado. Essa afirmação sugere que se deve interpretar a expressão “fenômeno” como um despertar de enigmas e que todo pesquisador é o responsável por decifrá-lo.

É bem verdade que observamos retratos da forma em que os fenômenos são interpretados. Atualmente, vemos cientistas que dominam determinadas técnicas, a partir das quais decifram seus enigmas com grande competência. Determinados ramos da comunidade científica, por exemplo, estabelecem critérios para aceitar artigos para a publicação em periódicos. Muitas vezes são normas que reduzem as expressões do saber à exigência de determinado olhar limitado a determinado método (p. ex., só são aceitos trabalhos predominantemente quantitativos). Essa exigência pode ser considerada válida em certos campos da atividade científica. Porém, o que deve ficar claro é que, em nosso entender, tais procedimentos não podem ser vistos como a única forma de estabelecermos as regras da compreensão de fenômenos complexos. Assim, como foi referido anterior-

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Medium 9788580551815

Capítulo 17 - Mudanças na aptidão física durante a adolescência

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

354

Gallahue, Ozmun & Goodway

CONCEITO-CHAVE

Embora existam, entre os sexos e também entre indivíduos de um mesmo sexo, diferenças nas medidas da aptidão física relacionada à saúde e da aptidão física relacionada à performance, os adolescentes do sexo masculino e do feminino têm potencial para melhoras significativas ao longo de toda a participação regular na atividade física.

A

aptidão relacionada à saúde e a aptidão relacionada à performance mudam rapidamente durante a adolescência. Tanto homens como mulheres são capazes de obter incrementos significativos em todas as medidas da aptidão física. Este capítulo examina essas mudanças. A primeira seção é dedicada aos componentes da aptidão física relacionada à saúde.

Os resultados do National Children and Youth

Fitness Study (NCYFS, 1985) são a fonte primária dos dados em função da validade da amostra e da confiabilidade dos dados. Embora tenham sido coletados vários anos atrás, os dados apresentados aqui continuam relevantes até hoje por diversas razões. Em primeiro lugar, as técnicas de amostragem usadas garantiram uma amostra randomizada estratificada de participantes oriundos de todo os Estados Unidos. Em segundo lugar, essa técnica de amostragem é vista pelos pesquisadores como a que mais serve à geração de uma amostra representativa de como é a população toda. Em terceiro lugar, o conjunto de dados é altamente confiável, pois na sua coleta foram usados apenas examinadores treinados.

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Medium 9788536306643

15. Paul Morphy (1837-1884)

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

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15

Paul Morphy

(1837-1884)

N

ascido em New Orleans, na Louisiana, de pai irlandês-espanhol e mãe francesa, Paul Morphy mostrou-se um jogador excepcionalmente forte logo aos 12 anos.

Mais tarde estudou direito e ganhou a fama de ser capaz de recitar a maior parte do código civil da Louisiana de cor; passou no exame de ordem aos 19 anos, mas teve de esperar um ano para poder exercer a profissão. Decidiu dedicar esse intervalo de tempo ao xadrez. Nesse ano – 1857 – realizou-se em Nova York o

Congresso de Xadrez dos EUA. A vitória impressionante de Morphy nesse congresso foi seguida de uma turnê triunfal na Europa, que culminou na vitória contra Anderssen.

Ele voltou aos EUA em 1859, aclamado no mundo inteiro como o melhor jogador de xadrez. Desafortunadamente não jogou mais a sério pelo resto da vida e, no final de seus dias, sofreu de problemas mentais.

Por que Morphy era um enxadrista tão melhor do que todos os outros? Ele era um grande tático, mas não mais que Adolf Anderssen. O que o tornou invencível foi o fato de compreender alguns princípios do xadrez moderno. Ele atacava apenas depois de desenvolver todas as suas forças e lutava como um leão para controlar o centro.

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Medium 9788580550771

8. Intervenção Psicossocial nas Lesões e Doenças Esportivas

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

8

Intervenção Psicossocial nas

Lesões e Doenças Esportivas

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Analisar a resposta psicológica do paciente à lesão.

• Reconhecer a importância do apoio social ao atleta lesionado.

• Explicar a relação entre estresse e overtraining no risco de lesões.

• Descrever o papel do fisioterapeuta esportivo como conselheiro do atleta lesionado.

• Identificar os fatores psicológicos importantes na reabilitação do atleta lesionado.

■ Sumário

• Comparar e contrastar as técnicas de treinamento mental usadas para controlar aspectos psicológicos relacionados à lesão.

• Reconhecer os diferentes transtornos mentais e as técnicas de tratamento e encaminhamento apropriadas.

■ Palavras-chave

A resposta psicológica à lesão 221

estresse

O atleta e a resposta sociológica à lesão 222

ansiedade

Indicadores de lesão 225

Como lidar com atletas lesionados 227

Fatores psicológicos no processo de reabilitação 228

Técnicas de treinamento mental 231

Transtornos mentais 235

Resumo 237

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Medium 9788536327303

7. Programas de fortalecimento muscular - Planejado para você

Sharkey, Brian Grupo A - Tekne PDF

e sua aptidão física r o h l e

M

IIndependentemente n de sua idade, há muitas boas razões para você melhorar sua capacidade muscular, e elas resumem-se em dois aspectos: forma e função. Talvez você queira um físico mais atraente ou melhorar a postura; ou, quem sabe, deseja ficar mais forte ou desenvolver resistência muscular para usar sua força por períodos mais longos. Qualquer que seja o foco, você deve avaliar sua capacidade muscular antes de se decidir por um programa. Se estiver insatisfeito com seu nível atual de capacidade muscular – ou quiser melhorar seu desempenho no trabalho ou no esporte

–, selecione os grupos musculares que deseja aprimorar, use as prescrições de atividade deste capítulo e siga em frente!

Também é importante perceber agora, mesmo se você ainda for jovem, que, à medida que envelhece, a sua capacidade muscular contribuirá de forma crucial para a massa muscular, a mobilidade e a qualidade de vida. Você deve começar a treinar muito antes de se aposentar – em outras palavras, hoje – e continuar pelo resto da sua vida.

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Medium 9788536317687

16 A história do tênis na Era Moderna

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

O ensino do tênis

267

16

A HISTÓRIA DO TÊNIS

NA ERA MODERNA

Janice Mazo

Carlos Balbinotti

As obras que tratam da história do tênis destacam vários momentos que marcaram a construção cultural do esporte na

Era Moderna. Este capítulo apresenta alguns dos principais acontecimentos que permitem compreender o desenvolvimento desse esporte a partir de meados do séc.

XIX. A trajetória percorrida inicia na Inglaterra em 1874, quando foi criado o jogo considerado o antecedente direto do tênis: sphairistike. A partir de então, o esporte segue pelos caminhos da popularização e dos torneios internacionais, até chegar e se desenvolver no Brasil.

O TÊNIS PELO MUNDO

Os primórdios do tênis

A paternidade do tênis da Era Moderna foi atribuída ao Major inglês Walter

Clopton Wingfield, que entrou para a história do tênis ao registrar na oficina de patentes de Londres um jogo batizado de sphairistike. O fato ocorreu em 23 de fevereiro de 1874. O sphairistike estabelecia algumas regras importantes. A quadra tinha a forma de um relógio de arena, duas vezes mais larga no fundo em relação à

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Medium 9788536305271

Glúteo

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

membros inferiores

155

Extensão mais rotação externa do quadril

GLÚTEO MÁXIMO

6,7 mV

BÍCEPS FEMORAL – CABEÇA LONGA

0,4 mV

SEMITENDÍNEO

0,3 mV

SEMIMEMBRANÁCEO

0,7 mV

Existe diferença entre o joelho flexionado e o joelho estendido?

A execução do exercício de extensão do quadril com o joelho flexionado intensifica a ação do glúteo máximo. Mesmo com a redução do braço de resistência que ocorre com a flexão do joelho, o glúteo máximo aumenta sua ativação. Isso ocorre porque, nessa posição, não há torque de resistência em relação à extensão do joelho, e, portanto, os isquiotibiais não precisam ser ativados para evitar este movimento. Além disso, esses músculos se encontram em uma posição inadequada para produzir força, ou seja, em encurtamento quase máximo.

Obs.: O sinal eletromiográfico foi registrado utilizando o mesmo torque de resistência para ambas as situações.

Joelho flexionado

GLÚTEO MÁXIMO

3 mV

BÍCEPS FEMORAL – CABEÇA LONGA

0,7 mV

SEMITENDÍNEO

0,8 mV

SEMIMEMBRANÁCEO

1,3 mV

GLÚTEO MÁXIMO

2,5 mV

BÍCEPS FEMORAL – CABEÇA LONGA

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Medium 9788580550771

21. Antebraço, Punho, Mão e Dedos

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

Fisioterapia na Prática Esportiva

641

ANATOMIA DO ANTEBRAÇO

Musculatura do antebraço

Ossos

Os músculos do antebraço consistem em flexores e pronadores, que estão em posição anterior, e extensores e supinadores, que se encontram posteriormente. Os flexores de punho e dedos são separados em músculos superficiais e profundos (Fig. 21.2). Os flexores profundos têm origem na ulna, no rádio e na membrana interóssea anteriormente; os flexores superficiais se originam no côndilo medial do úmero. Os extensores de punho e dedos se originam no aspecto posterior do côndilo lateral do úmero

(Tab. 21.1).

Os ossos do antebraço são a ulna e o rádio (Fig. 21.1).

A ulna, que se acredita que seja uma extensão direta do

úmero, é um osso longo, reto e maior proximalmente do que distalmente. O rádio, considerado uma extensão da mão, é mais espesso distalmente do que proximalmente.

Articulações

O antebraço possui três articulações: radioulnar proximal, média e distal. A articulação radioulnar proximal é uma articulação em pivô, que se move em um anel formado pela ulna, pelo ligamento anular.

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Medium 9788580550771

14. Farmacologia, Fármacos e Esportes

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

14

Farmacologia, Fármacos e Esportes

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Definir o termo fármaco.

• Identificar os vários métodos pelos quais os fármacos podem ser administrados.

• Analisar a farmacocinética relativa a absorção, dispensação, metabolismo e excreção.

• Explicar a diferença entre administrar e dispensar medicamentos.

• Manifestar preocupações jurídicas relativas à administração de medicamentos à população de atletas.

• Aplicar os vários protocolos que o fisioterapeuta esportivo deve seguir para administrar medicamentos de venda livre aos pacientes.

■ Sumário

O que é um fármaco? 382

Farmacocinética 382

Aspectos legais na administração versus dispensação de fármacos 384

Fármacos terapêuticos de uso restrito 388

Fármacos que podem aumentar a frequência de doenças causadas pelo calor 401

Protocolos para o uso de medicamentos de venda livre 402

Abuso de substâncias entre os atletas 402

Exame antidoping em atletas 414

Resumo 417

• Categorizar os vários medicamentos que podem ser usados para tratar infecções, reduzir dor e inflamação, relaxar músculos, tratar distúrbios gastrintestinais, tratar sintomas de resfriados e congestões nasais e controlar sangramentos.

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