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Medium 9788582713822

Capítulo 19 - Estabelecendo linhas de base funcionais e treinamento apropriado para condicionamento e prevenção de lesões fora da temporada

Craig Liebenson Grupo A PDF

PARTE III Considerações de força e condicionamento

CAPÍTULO

19

Kyle B. Kiesel e Phillip J. Plisky

Estabelecendo linhas de base funcionais e treinamento apropriado para condicionamento e prevenção de lesões fora da temporada

TESTES: POR QUÊ?

O objetivo é manter atletas em campo com desempenho no nível mais alto possível. Porém, precisamos dar um passo para trás e reconhecer algo óbvio: se os atletas se lesionam ou jogam lesionados, eles não podem ter seu melhor desempenho. Por isso, é preciso pensar em testes para avaliar o desempenho e a prevenção de lesões como dois lados diferentes da mesma moeda. Felizmente, com atletas temos múltiplas oportunidades para melhorar o desempenho e diminuir o risco de lesões. Lutamos por um sistema contínuo de avaliações visando a prevenção de lesões (Figura 19-1) e, neste capítulo, focalizamos o período fora de estação.

Como especialistas em reabilitação, sabemos que

é preciso estabelecer a dimensão do problema, identificar os fatores de risco, implantar medidas preventivas e, então, reavaliar sua efetividade. Este capítulo toma o modelo vigente de pesquisa em prevenção de lesões e o aplica a atletas individuais. Há, atualmente, numerosos programas de prevenção, contudo, não temos visto uma diminuição concomitante das taxas de lesões (1). Pesquisadores têm considerado que, embora programas de prevenção em grupo sejam efetivos, eles não reduzem o risco de todos, e esta redução do risco não diminui o risco de lesão de cada atleta para níveis aceitáveis (2).

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Medium 9788536317687

4 O tênis nas escolas: uma prática apropriada à cultura escolar

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF

O ensino do tênis

61

4

O TÊNIS NAS ESCOLAS: UMA PRÁTICA

APROPRIADA À CULTURA ESCOLAR

Juarez Müller Dias

Osvaldo André Furlaneto Rodrigues

Este capítulo trata de uma prática social apropriada à cultura escolar do Ensino Fundamental desenvolvida por estratégias e uso de tecnologias e metodologias simplificadas em projeto voltado ao ensino-aprendizagem do tênis como modalidade de iniciação esportiva no âmbito da rede escolar do estado de Santa Catarina.

A idéia central se pauta no trabalho do professor de educação física com crianças de 7 a 15 anos em aprendizagem do jogo básico do tênis na escola. Esse trabalho é desenvolvido por meio da utilização de materiais de baixo custo como parte de um processo de inclusão social, com vistas

à iniciação de alunos nessa modalidade esportiva em ambientes organizados de acordo com a cultura escolar vigente.

A CULTURA ESCOLAR NO

ENSINO FUNDAMENTAL

A dimensão das práticas escolares se faz fundamental para se estudar a cultura escolar. A aproximação com o estudo da cultura escolar como objeto de investigação vem se dando sob a tônica da atenção

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Medium 9788536306643

11. Raios X e moinhos de vento

Seirawan, Yasser Grupo A PDF

104

YASSER SEIRAWAN & JEREMY SILMAN

seguro porque a Torre em c5 o protege; mas, nesse caso, essa segurança transforma-se em ilusão. Com 1...Txa5!, a Torre-a8 captura o peão, enquanto a Torre preta em d5 aplica um raio X. (O peão, na verdade, estava sendo atacado pelas duas Torres pretas, e a Torre-c5 branca não podia fazer nada para detê-las.)

A tática do raio X é particularmente forte diante de uma fraqueza na primeira fileira, pois, nesse caso, ameaças de xeque ou xeque-mate acrescentam combustível ao fogo. No Diagrama 105, as brancas têm consciência de que o Rei enfrenta o perigo de um xeque-mate na primeira fileira, mas, como a casa-e1 e a casa-f1 parecem bem defendidas, elas se sentem seguras e esperam 1...Txe2 2.Dxe2 para fazer uma troca equilibrada em termos de material. Elas não percebem que um raio X paira sobre suas cabeças e que a casa-e1 está sendo atacada não apenas pela Dama preta, mas também pela Torre. A morte das brancas é rápida e certa: 1...De1+! 2.Txe1 Txe1+ 3.Cf1 Txf1 xeque-mate.

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Medium 9788582713471

Capítulo 4. Ativação, estresse e ansiedade

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF

Ativação, estresse e ansiedade

4

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

Discutir a natureza do estresse e da ansiedade (o que são e como são medidos)

Identificar as principais fontes de ansiedade e estresse

Explicar como e por que as emoções relacionadas à ativação e à ansiedade afetam o desempenho

Comparar e diferenciar formas de regular ativação, estresse e ansiedade

Jason chega para rebater no final do último

tempo com duas bolas fora e dois homens na base. Com uma rebatida, seu time vencerá o campeonato esta­dual; com uma bola fora, o time perderá o maior jogo da temporada. Jason posiciona-se no lugar do batedor; seu coração está aos saltos, ele sente algo estranho no estômago e não consegue manter a concentração. Pensa, então, no que uma vitória significará para seu time e no que as pessoas pensarão dele se não rebater. Cravando as travas da chuteira na terra, Jason aperta o bastão, faz uma pequena oração e aguarda o primeiro arremesso.

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Medium 9788536327303

4. Programas aeróbios - Faça do seu jeito

Sharkey, Brian Grupo A PDF

Programa de iniciação (caminhada-trote)

O programa de iniciação, que inclui os programas de caminhada e trote vermelho, branco e azul, foi elaborado pelo President’s

Council on Physical Fitness and Sports (Conselho Federal de

Aptidão Física e Esporte). Para determinar seu nível de exercício, realize o teste de caminhada.

Teste de caminhada

Utilize o teste de caminhada para determinar quantos minutos (até 10) você pode caminhar em cadência rápida, superfície plana, sem dificuldade ou desconforto em excesso. Experimente o seguinte: use tênis de caminhada e procure uma superfície plana e segura por onde caminhar, pode ser uma calçada ou passeio próximo de casa ou do local de trabalho, ou uma pista de atletismo em uma escola ou centro comunitário no seu bairro.

Comece caminhando em cadência rápida e pare após 10 minutos – ou antes, se não conseguir continuar.

➤ Se não conseguir caminhar por 5 minutos, comece com o programa de caminhada vermelho.

➤ Se conseguir caminhar por mais de 5 minutos mas por menos de 10, comece na terceira semana do programa de caminhada vermelho.

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Medium 9788536317687

6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

Balbinotti, Carlos Grupo A PDF

O ensino do tênis

99

6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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Medium 9788536309064

9. Finais

Sadler, Matthew Grupo A PDF

110

Matthew Sadler

preciso assumir uma atitude completamente diferente. Deve-se pensar nos planos de longo prazo, em vez de calcular febrilmente inúmeras variantes ou tentar atacar o rei adversário. Em geral, eu pego uma bebida e algo para comer, justamente para gastar um pouco mais de tempo, o que eu não faria em condições normais.

Às vezes, pode até parecer injusto chegar no final “apenas” com um peão extra, depois de ter jogado tão bem durante toda a partida. Por que, depois de jogar tantos lances bons, você ainda tem coisas a fazer? Eu sei como é, mas, ao enfrentar um adversário duro, você tem de trabalhar bastante!

NOTA: No final, se estiver com um peão a mais, você deve apreciar essa posição mais do que seu adversário.

Estar com vantagem de material pode ser divertido! Obter uma boa posição também pode ser divertido! Por isso, mesmo que você tenha de dar duro, lembrese apenas que a vida no seu lado do tabuleiro é muito melhor do que no lado do adversário. Se você duvida, dê uma passada de olhos pelo outro lado do tabuleiro. Você voltará correndo para seu lado!

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Medium 9788582713822

Capítulo 16 - Natação

Craig Liebenson Grupo A PDF

CAPÍTULO

16

Brett J. Lemire

Natação

VISÃO GERAL: DADOS DEMOGRÁFICOS DE

NADADORES COMPETITIVOS POR FAIXA

ETÁRIA

Não importando a faixa etária, a natação competitiva é um esporte de alta habilidade. Ela requer atenção constante para o desenvolvimento motor desde a entrada no esporte (no início da infância), durante a adolescência e, mais tarde, em níveis de competição de elite. Há quatro braçadas diferentes, usadas em distâncias variáveis, que correspondem à idade de desenvolvimento. Elas vão desde arrancadas curtas, em faixas etárias mais jovens, a eventos de curta, média e longa distância, quando os nadadores amadurecem. O medley individual (todas as quatro braçadas nadadas em sucessão), bem como revezamentos curtos e longos, também faz parte da natação competitiva.

Na natação competitiva, as faixas etárias variam entre “6 anos e menos” e “19 anos e mais”, tanto para atletas do sexo masculino como feminino. Há 286.095 nadadores competitivos registrados na USA Swimming, que é a principal agência que regula a natação nos Estados Unidos (1).

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Medium 9788536309071

9. Outros Sistemas

Emms, John Grupo A PDF

184

John Emms

Um exemplo deste último caso é 2...e6 3 g3 d5 4 exd5 exd5 5 Bg2 Cf6 6 d3 d4 7

Ce4 Cxe4 8 dxe4, com uma posição equilibrada.

3...g6

O fianqueto do bispo-f8 é a abordagem mais usual das pretas.

4 Bg2 Bg7 5 d3 d6 6 Be3

Nos últimos anos, esse lance substituiu 6 f4 (veja a Partida 55) como linha principal. As brancas podem jogar no estilo “Ataque Iugoslavo” com Dd2 e, após o desenvolvimento do cavalo-g8, podem trocar bispos com Bh6.

6...Tb8

As pretas preparam ...b7-b5, iniciando o contra-jogo na ala da dama. Outra maneira de seguir em frente é desenvolver com 6...e6 7 Dd2 Cge7, quando as brancas devem tentar trocar os bispos. Uma das possíveis continuações é 8 Bh6

0-0 9 Bxg7 Rxg7 10 h4!?, preparando um ataque rápido com h4-h5.

7 Dd2 b5

Observem que as pretas postergam o desenvolvimento do cavalo-g8 para impedir que as brancas executem o plano fácil de Be3-h6.

8 Cge2 Cd4

As pretas plantam seu cavalo em um posto avançado conveniente e impedem que as brancas joguem d3-d4. No momento, as brancas não estão em boa posição para trocar o cavalo. 9 Bxd4 cxd4 10 Cd1 significa que as brancas têm de abandonar suas idéias de Bh6, enquanto 9 Cxd4?? cxd4 simplesmente perde uma peça para o garfo do peão.

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Medium 9788582713471

Capítulo 22. Crianças e a psicologia do esporte

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF

22

Crianças e a psicologia do esporte

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

Discutir a importância de estudar a psicologia do atleta jovem

Explicar as principais razões que levam as crianças a praticar e a deixar de praticar esportes

Discutir a importância das relações entre pares no esporte infantojuvenil

Descrever os efeitos de estresse e burnout em atletas jovens

Identificar e explicar como aplicar práticas efetivas de treinamento de crianças

Discutir o papel da participação dos pais no esporte infantojuvenil

Cerca de 45 milhões de crianças praticam esportes

nos Estados Unidos. O que as motiva? O esporte competitivo é muito estressante para elas? Por que tantas crianças abandonam o esporte após os 12 anos de idade?

Há algo errado com a forma como elas estão sendo treinadas? Essas perguntas estão entre as mais importantes que tentaremos responder neste capítulo.

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Medium 9788536314389

12. A preparação de um artigo científico. As fases da redação

Gaya, Adroaldo Grupo A PDF

Ciências do movimento humano

173

12

A preparação de um artigo científico: as fases da redação

Adroaldo Gaya

A elaboração de um artigo originado de um trabalho de investigação científica requer uma série de informações que forneça ao leitor todas as condições de que necessita para um adequado julgamento crítico da investigação. O artigo deve ser apresentado de tal forma que, inclusive, permita a replicação do estudo por outro pesquisador.

No caso de estudos empíricos, como os que foram enfatizados ao longo deste livro, as normas de redação costumam ser uniformes, o que, de certa forma, facilita sobremaneira o processo de elaboração do artigo científico. Como afirma Pinto (1990, p. 157),

Há um conjunto de normas gerais estabelecido para a redação de um estudo de caráter científico, que é seguido pelos investigadores e que tem por objetivo melhorar a compreensão dos estudos publicados. A adoção de tais normas é, aliás, uma condição importante para que um estudo venha a ser publicado pelas principais revistas científicas internacionais.

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Medium 9788582713471

Capítulo 13. Mentalização

Robert S. Weinberg; Daniel Gould Grupo A PDF

13

Mentalização

Após ler este capítulo, você deverá ser capaz de:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

Definir mentalização

Discutir a eficácia da mentalização para melhorar o desempenho no esporte

Discutir onde, quando, por que e o que da mentalização por atletas

Discutir os fatores que influenciam a eficácia da mentalização

Descrever como a mentalização funciona

Discutir os usos da mentalização

Explicar como desenvolver um programa de treinamento de mentalização

Explicar quando usar a mentalização

Há muitos anos, atletas praticam mentalmente

suas habilidades motoras. Na verdade, o treinamento mental – assim chamado para diferenciar do treinamento físico – tem uma longa tradição na psicologia do esporte e do exercício, e a grande quantidade de bibliografia sobre o assunto foi revisada em vários momentos (veja Cumming e Williams, 2012; Richardson, 1967a, b;

Weinberg, 1981, 2008). Nas duas décadas passadas, esse foco geral no treino mental deu lugar ao estudo sistemático dos possíveis usos e da eficácia da mentalização em contextos esportivos e de exercício. A citação a seguir por um dos maiores jogadores de golfe de todos os tempos, Jack Nicklaus (1974, p. 19), demonstra o uso que ele fazia da mentalização:

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Medium 9788582714010

Capítulo 1. Conceitos fundamentais

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 1

Conceitos fundamentais

O treinamento de força é praticado por um grande número de pessoas e com diversas finalidades. Muitas delas estão interessadas em ganhos de força e massa muscular, com concomitante perda de gordura corporal; além disso, esperam que essas adaptações proporcionem melhora no desempenho físico e nas atividades da vida diária.

O treinamento de força pode promover essas adaptações desde que se sigam certos princípios, aqui discutidos a fim de ajudá-lo a atingir seus objetivos de treino. Esses princípios são importantes para compreender como o treinamento de força funciona, como ele pode ser individualizado conforme as necessidades e os objetivos de cada pessoa e como alterá-lo para que novas adaptações ocorram de acordo com o seu progresso.

Além de compreender os conceitos do treinamento de força, você deve estar familiarizado com a terminologia frequentemente utilizada em discussões relacionadas a essa modalidade, pois o seu entendimento e a sua utilização irão ajudá-lo na compreensão dos fundamentos desse tipo de treinamento e na comunicação com outros praticantes. Para familiarizar-se com esse vocabulário, veja o glossário no final deste livro.

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Medium 9788536309071

2. Variante Najdorf

Emms, John Grupo A PDF

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John Emms

Após 5...a6, lances convencionais das brancas serão respondidos com ...e7-e5, seguido de desenvolvimento consistente. Essa estratégia inclui ...Be7, 0-0, ...Cc6

(ou ...Cbd7), ...Be6 (ou ...b7-b5 e ...Bb7). De maneira geral, as pretas procuram explorar seu peão central extra com o avanço libertador ...d7-d5. Avanços bemsucedidos normalmente garantem pelo menos que as pretas ganhem igualdade.

Assim, cabe às brancas impedir ou dissuadir as pretas de levarem avante esse plano.

A Najdorf foi usada pela primeira vez por jogadores como o Mestre Internacional checo Karel Opocensky, na década de 1940, e posteriormente refinada pelo Grande Mestre Miguel Najdorf, que deu seu nome a essa variante. Nos níveis mais elevados, a Variante Najdorf é a mais popular de todas as Defesas Sicilianas e, na opinião dos especialistas, é 100% segura. É a favorita dos campeões mundiais Bobby Fisher e Garry Kasparov, fazendo parte atualmente do arsenal de muitos jogadores de estirpe. Os jogadores das brancas estão buscando constantemente estilos novos e mais produtivos para a batalha contra a Variante Najdorf.

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Medium 9788582714010

Capítulo 27. Nutrição para maximizar a massa e a força musculares

Jim Stoppani Grupo A PDF

CAPÍTULO 27

Nutrição para maximizar a massa e a força musculares

Quando falamos em maximizar a massa muscular e os ganhos de força, as regras gerais sobre nutrição são essencialmente as mesmas. Afinal, essas são metas que, em algum grau, andam lado a lado. Por isso, se a ideia é maximizar a hipertrofia e a força muscular (muitas vezes, as duas coisas ao mesmo tempo), os nutrientes necessários e o timing são muito semelhantes.

Conforme mencionado na introdução desta parte, não há espaço suficiente neste livro para fornecer toda a base sobre nutrição necessária. Entretanto, as orientações aqui contidas servirão para que se possa alcançar os objetivos estabelecidos.

Essas orientações são as mais efetivas, observadas durante décadas de trabalho com pessoas que maximizam o crescimento e a força muscular naturalmente. Elas estão baseadas na ciência de laboratório, mas – mais importante – estão embasadas pelas evidências do mundo real da academia e em, literalmente, milhões de ­pessoas que as utilizam ao longo dos anos. Pode-se dividi-las em

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