183 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536314389

9. Desenhos metodológicos (III) Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

133

9

Desenhos metodológicos III

Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

O método de procedimento experimental pode assumir diversos delineamentos. Da mesma forma, como referem Arnal,

Rincón e Latorre (1991), são diversos os modelos e os critérios de classificá-lo: técnicas de controle, número de grupos, validade interna ou externa e número de variáveis. Além disso, devemos considerar que a adoção de um ou outro critério gera taxionomias distintas, todas elas com sua lógica interna consistente.

Não obstante, sem desconsiderar a relevância de qualquer dessas taxionomias, vamos utilizar, neste guia introdutório, a seguinte classificação:

ponentes de uma população possam estar representados na amostra. Além disso, quando adotamos dois ou mais grupos em uma investigação experimental, é necessário que cada sujeito da amostra selecionada tenha, da mesma forma, igual probabilidade de ser designado para um ou outro grupo.

Por outro lado, no âmbito dos delineamentos de grupos aleatórios, conforme o número de níveis que assume a variável independente, podemos adotar delineamentos bivalentes, multivalentes e fatoriais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536314389

6. O Universo empírico: sujeitos da pesquisa, universo, população e amostra

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

Ciências do movimento humano

77

6

O universo empírico: sujeitos da pesquisa, universo, população e amostra

Adroaldo Gaya

Nas ciências do movimento humano, descrevemos, interpretamos, comparamos, associamos fenômenos biológicos, culturais e sociológicos diversos. São fenômenos que se manifestam no esporte, na dança, nos jogos, enfim, nas diversas expressões da corporalidade. São os corpos em movimento na amplitude de sua complexidade que tratamos de investigar.

São homens e mulheres que, na expressão plena de seus corpos em movimento, se constituem nos sujeitos reais de nossas pesquisas.

Os sujeitos da pesquisa representam o universo empírico de nossas investigações em ciências do movimento humano e, neste capítulo, vamos tratá-los a partir de duas perspectivas:

1. a das pesquisas ideográficas ou qualitativas, sob a denominação de sujeitos de pesquisa;

2. a das pesquisas nomotéticas ou quantitativas, sob a denominação de população e amostra.

OS SUJEITOS DA PESQUISA

Nas pesquisas ideográficas ou qualitativas, normalmente não há preocupações com a generalização dos resultados para além dos sujeitos investigados. Como referem Víctora, Knauth e Hassen (2000, p. 50),

Ver todos os capítulos
Medium 9788536309071

9. Outros Sistemas

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

184

John Emms

Um exemplo deste último caso é 2...e6 3 g3 d5 4 exd5 exd5 5 Bg2 Cf6 6 d3 d4 7

Ce4 Cxe4 8 dxe4, com uma posição equilibrada.

3...g6

O fianqueto do bispo-f8 é a abordagem mais usual das pretas.

4 Bg2 Bg7 5 d3 d6 6 Be3

Nos últimos anos, esse lance substituiu 6 f4 (veja a Partida 55) como linha principal. As brancas podem jogar no estilo “Ataque Iugoslavo” com Dd2 e, após o desenvolvimento do cavalo-g8, podem trocar bispos com Bh6.

6...Tb8

As pretas preparam ...b7-b5, iniciando o contra-jogo na ala da dama. Outra maneira de seguir em frente é desenvolver com 6...e6 7 Dd2 Cge7, quando as brancas devem tentar trocar os bispos. Uma das possíveis continuações é 8 Bh6

0-0 9 Bxg7 Rxg7 10 h4!?, preparando um ataque rápido com h4-h5.

7 Dd2 b5

Observem que as pretas postergam o desenvolvimento do cavalo-g8 para impedir que as brancas executem o plano fácil de Be3-h6.

8 Cge2 Cd4

As pretas plantam seu cavalo em um posto avançado conveniente e impedem que as brancas joguem d3-d4. No momento, as brancas não estão em boa posição para trocar o cavalo. 9 Bxd4 cxd4 10 Cd1 significa que as brancas têm de abandonar suas idéias de Bh6, enquanto 9 Cxd4?? cxd4 simplesmente perde uma peça para o garfo do peão.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536327136

11. Medidas de Variáveis de Pesquisa

Thomas, Jerry R. Grupo A - Artmed PDF

Capítulo 11

MEDIDAS DE VARIÁVEIS

DE PESQUISA

A vida média de uma bola de beisebol da liga principal é de sete arremessos.

U

m passo básico no método científico de solução de problemas consiste na coleta de dados; por isso, é necessário algum conhecimento sobre a teoria básica de medida. (Podemos destacar que, embora seja discutida aqui como ferramenta de pesquisa, a medida, por si só, é uma área de pesquisa.) Neste capítulo, evidenciamos os critérios fundamentais para julgar a qualidade das medidas usadas na coleta de dados de pesquisa: a validade e a fidedignidade. Explicamos diferentes tipos de validade e diferentes modos de estabelecer a validade e a fidedignidade. (A confiabilidade da pesquisa qualitativa é abordada no Cap. 19.) Concluímos com alguns temas relativos às medidas de movimento, de respostas escritas em instrumentos de papel e lápis, de comportamento afetivo e de conhecimento.

Validade

Ao reunir os dados que darão origem aos resultados, também nos preocupamos muito com a validade das medidas usadas. Vejamos um exemplo. Se o estudo busca comparar métodos de treinamento para produzir ganhos de força, o pesquisador deve obter escores capazes de gerar uma medida válida de força para avaliar os efeitos desses métodos. A validade da medida indica em que grau os escores do teste ou do instrumento medem o que se pretende medir. Portanto, ela se refere à solidez da interpretação dos escores de um teste, a consideração mais importante na medida.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536327303

6. Treinamento da capacidade muscular - Modele seu corpo

Sharkey, Brian Grupo A - Tekne PDF

Assim como

Maria na vinheta de abertura, você pode tomar medidas para modelar o corpo. Essas técnicas não permitem a superação de características genéticas ou efeitos inevitáveis do envelhecimento, mas possibilitam o aprimoramento da postura e da aparência e, assim, ficar melhor em uma roupa ou um traje de banho.

Eis algumas medidas a serem tomadas:

1.

2.

3.

4.

Perca o excesso de peso.

Aumente o tônus muscular.

Melhore a postura.

Aumente o tamanho muscular.

Perca o excesso de peso. Perder peso requer que você queime mais calorias do que acumula. Para queimar calorias, aumente sua atividade aeróbia (p. ex., por meio de caminhada ou ciclismo); ao mesmo tempo, coma menos – em especial, menos sobremesas, molhos e lanches altamente calóricos. Conforme sua aptidão física melhorar, você queimará mais calorias.

Consulte o Capítulo 8 para obter mais informações sobre perda de gordura e controle do peso corporal.

Aumente o tônus muscular.

Quando utilizado, um músculo fica tenso e firme, então é necessário praticar atividades variadas combinadas com treinamento da capacidade muscular para tonificar os músculos. Certifique-se de incorporar treinamento de estabilização central e alongamento em seu programa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550771

6. Mecanismos e Características do Trauma Musculoesquelético e Nervoso

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

6

Mecanismos e Características do Trauma Musculoesquelético e Nervoso

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Analisar as propriedades mecânicas dos tecidos, com base no modelo da curva de tensão-estiramento.

• Discutir os cinco tipos de cargas teciduais que podem produzir tensão e estiramento.

• Examinar as características anatômicas da unidade musculotendínea, da articulação sinovial, do osso e do nervo.

■ Sumário

• Avaliar como as cargas mecânicas aplicadas à unidade musculotendinosa, à articulação sinovial, ao osso e ao nervo produzem lesões nessas estruturas.

• Identificar as várias lesões que podem ocorrer na unidade musculotendinosa, na articulação sinovial, no osso e no nervo e estabelecer diferenças entre elas.

■ Palavras-chave

Lesão mecânica 179

trauma

tendinose

Lesões na unidade musculotendínea 181

carga

tenossinovite

Lesões na articulação sinovial 185

rigidez

contusão

Lesões no osso 189

estresse

equimose

Trauma no nervo 194

estiramento

miosite ossificante

Mecanismos corporais e suscetibilidade a lesões 195

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551815

Capítulo 8 - Capacidades de movimento rudimentar

Gallahue, David L. Grupo A - AMGH PDF

Compreendendo o Desenvolvimento Motor

CONCEITO-CHAVE

O domínio das capacidades de movimento rudimentar do bebê é reflexo do aumento do controle motor e da competência de movimento, estimulado por fatores da tarefa e do ambiente, assim como do indivíduo.

T

odos nós somos produtos de estruturas genéticas específicas e do total de experiências que acumulamos desde a concepção.

Desse modo, a criança não é uma folha em branco, pronta para ser preenchida de acordo com nossos caprichos ou com um padrão predefinido. Pesquisas têm deixado bem claro que os bebês são capazes de processar muito mais informações do que suspeitávamos. Eles pensam e usam o movimento como um modo propositado, embora inicialmente impreciso, de adquirir informações sobre os seus ambientes.

Cada criança é um indivíduo, e nenhum indivíduo responde exatamente igual a outro. A base hereditária e a experiência da criança, assim como as demandas específicas das tarefas de movimento, têm um efeito profundo sobre a taxa de aquisição das capacidades de movimento rudimentar do bebê.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536317687

10 Processos cognitivos: interação com o treinamento tático no tênis

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

O ensino do tênis

163

10

PROCESSOS COGNITIVOS: INTERAÇÃO COM

O TREINAMENTO TÁTICO NO TÊNIS

Pablo Juan Greco

Siomara Aparecida da Silva

Layla Campos Aburachid

Um dos objetivos das pesquisas na

área das ciências do treinamento esportivo consiste em esclarecer as complexas estruturas que compõem o rendimento esportivo, quais são seus parâmetros e principalmente compreender as interações entre eles. Entender as variáveis que se apresentam, por exemplo, em um jogo ou em uma competição, bem como as relações delas com as diferentes capacidades inerentes ao rendimento se constitui em desafio para treinadores e pesquisadores.

Uma das dificuldades para se responder a esse desafio centra-se em características próprias dos esportes, como a variabilidade da técnica, a imprevisibilidade do contexto ambiental, a riqueza, a aleatoriedade e a diversidade de situações táticas que se apresentam. Segundo Garganta

(1995), essa diversidade evidencia um

“apelo à inteligência, enquanto capacidade de adaptação a um contexto em permanente mudança” como habilidade para solução de problemas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432822

1. Introdução ao handebol

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF

I n t r od u ç ã o ao handebol

coletivo com bola, jogado com as mãos, cujo objetivo é marcar mais gols que o adversário numa baliza de 3 × 2 metros defendida por um goleiro. De acordo com Teixeira (2003), o handebol é muito parecido com o futebol, porém é jogado com as mãos e, por isso, recebe este nome em inglês (handball): hand = mão e ball = bola. É um esporte bastante dinâmico, divertido para quem joga e interessante para quem assiste devido, principalmente, à velocidade das jogadas, ao contato físico e às ações dos goleiros (Clanton e Dwight, 1997).

Atualmente o handebol pode ser praticado como handebol de quadra, handebol de areia, mini-handebol, handebol para terceira idade, handebol em cadeiras de rodas e handebol de campo. Porém, a Federação Internacional de Handebol (International Handball Federation – ihf) reconhece oficialmente apenas o handebol de quadra (indoor handball ou team handball) e o handebol de areia (beach handball), realizando atividades voltadas para a prática e o desenvolvimento dessas duas modalidades. Neste livro, abordaremos exclusivamente o handebol de quadra, utilizando o termo handebol para se referir à modalidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520432822

2. Elementos táticos

Alexandre Gomes de Almeida Manole PDF

elemen t o s tát ico s

O objetivo maior das equipes que disputam uma partida de handebol é

terminar o jogo em vantagem no placar, convertendo mais gols que a adversária e, portanto, também devem evitar que os jogadores adversários convertam gols. As tentativas de converter o gol significam atacar, e as tentativas de evitá-lo, defender. De acordo com Stein e Federhoff (1995), ataque

é toda atitude assumida por uma equipe que está com a posse da bola, sendo seus jogadores denominados atacantes. Já defesa é toda atitude assumida por uma equipe sem a posse da bola, sendo seus jogadores denominados defensores. A alternância entre ataque e defesa, as relações estabelecidas entre as equipes que se confrontam e a ação individual dos jogadores são as variáveis que definem o comportamento tático do jogo de handebol.

Conceito de tática

Segundo Greco (2000), tática é uma capacidade senso-cognitiva que se baseia em processos psicofisiológicos, ou seja, captação e transmissão das informações providas pelo meio, interpretação destas, elaboração de respostas tendo como base conhecimentos pré-adquiridos e execução da resposta mais adequada encontrada. A tática também indica aos jogadores as formas de organização, preparação e finalização das ações de ataque e defesa (Antón, 1998).

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550771

16. O Tornozelo e a Perna

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

460

William E. Prentice

A

por fortes ligamentos anteriores e posteriores. A principal função da fíbula é promover a fixação dos músculos.

ANATOMIA DO TORNOZELO E DA PERNA

Maléolos tibiais e fibulares As espessas extremidades distais tanto da tíbia quanto da fíbula são chamadas de maléolo lateral e medial, respectivamente. O maléolo lateral da fíbula estende-se bastante distalmente, de modo que a estabilidade criada pela disposição óssea na articulação do tornozelo é maior no aspecto lateral do que no medial (Fig. 16.1).

ssim como o pé, o tornozelo e a perna são locais comuns de lesão na população fisicamente ativa.4

As lesões no tornozelo, especialmente em ligamentos estabilizadores, são as mais frequentes na atividade física. Este capítulo foca as lesões traumáticas e por esforço repetitivo no tornozelo e na perna.

Ossos

A parte do membro inferior localizada entre o joelho e o tornozelo é definida como perna e contém dois ossos: a tíbia e a fíbula. Os ossos que formam a articulação do tornozelo são a porção distal da tíbia, a porção distal da fíbula e o tálus. O calcâneo também desempenha papel importante no funcionamento da articulação do tornozelo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536306643

13. Outros tipos de empates

Seirawan, Yasser Grupo A - Artmed PDF

XADREZ VITORIOSO: TÁTICAS

111

13

Outros tipos de empates

É

impossível vencer sempre e, algumas vezes, as coisas andam tão mal que um empate parece até um resultado excepcional, diante das circunstâncias. Além da possibilidade de um mate afogado ou de um xeque perpétuo (veja o Capítulo 5), há outras opções para salvar um jogo. Neste capítulo discutiremos duas dessas opções: as perseguições perpétuas e a construção de fortalezas. Examinaremos também posições que resultam num empate porque o lado mais forte não tem material suficiente para forçar uma vitória. Todas essas situações costumam ocorrer com facilidade e, caso o jogador esteja na defesa, com freqüência é possível alcançar o empate numa partida que, de outro modo, estaria perdida. O falecido

Grande Mestre americano Sammy Reshevsky deu esse conselho simples sobre a melhor atitude a ser tomada numa situação aparentemente irremediável:

Agüente firme e torça por um erro grave.

Também é útil colocar-se no lugar do adversário e descobrir o tipo de lance que ele menos gostaria de ver você jogar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550771

3. Considerações Ambientais

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

3

Considerações Ambientais

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Descrever a fisiologia da hipertermia.

• Reconhecer os sinais clínicos do estresse térmico e explicar como ele pode ser prevenido.

• Identificar as causas da hipotermia e os principais distúrbios causados pelo frio e explicar como eles podem ser prevenidos.

• Examinar os problemas que a altitude elevada pode causar ao atleta e explicar como eles podem ser administrados.

• Revisar o modo como o atleta deve se proteger da exposição ao sol.

■ Sumário

• Descrever as precauções que devem ser tomadas durante uma tempestade com raios.

• Listar os problemas que a poluição do ar pode causar ao atleta e explicar como eles devem ser evitados.

• Discutir que efeito a disritmia circadiana pode ter sobre os atletas e quais são os melhores procedimentos para lidar com esse problema.

• Comparar o efeito da grama sintética sobre a incidência de lesões em comparação com a grama natural.

■ Palavras-chave

Hipertermia 92

hipertermia

Ver todos os capítulos
Medium 9788536309071

4. Variante Sveshnikov

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

88

John Emms

década de 1970, quando o jovem jogador russo Evgeny Sveshnikov depurou o sistema, utilizando-o com grande sucesso. Jogadores de todos os níveis começaram a apreciar seu potencial e, nos dias atuais, dificilmente há algum torneio internacional importante sem uma ou duas batalhas Sveshnikov.

Uma ou duas palavras sobre o nome: em sua época, a variante era conhecida como Pelikan ou mesmo Lasker-Pelikan, embora a maioria dos jogadores a conheça atualmente como Sveshnikov (pelo menos a variante que inicia com

8...b5).

OS LANCES DE ABERTURA

A seqüência de lances apresentada a seguir foi repetida milhares de vezes em partidas de xadrez realizadas em clubes ou torneios. Entretanto, vale a pena gastar algum tempo e espaço para explicar o que cada lado está tentando fazer.

1 e4 c5 2 Cf3 Cc6

Até agora, nos concentramos apenas em 2...d6, embora 2...Cc6 seja um lance bastante popular, capaz de introduzir algumas variantes Sicilianas, por exemplo, a Clássica (veja o Capítulo 5), a Taimanov e o Dragão Acelerado (Capítulo 6).

Ver todos os capítulos
Medium 9788536314389

2. O conhecimento científico e outras formas de conhecimento

Gaya, Adroaldo Grupo A - Artmed PDF

2

O conhecimento científico e outras formas de conhecimento

Adroaldo Gaya

O CONHECIMENTO CIENTÍFICO E

O CONHECIMENTO DO SENSO COMUM

Diariamente nos preocupamos com as condições do tempo. Vai chover? Fará frio?

Teremos neve? O verão vai ser chuvoso?

Jornais, emissoras de rádio e televisão nos informam repetidamente a temperatura, a velocidade dos ventos, a altura das ondas do mar. Agricultores, pescadores, pecuaristas e esportistas, por exemplo, necessitam dessas informações para plantar sua cultura, sair para o alto-mar, recolher seu rebanho, tomar decisões sobre se vão ou não escalar a montanha, descer o rio, surfar, nadar ou jogar uma partida de futebol.

No Brasil, muitos nordestinos sofrem com o rigor das secas e necessitam de previsões de tempo fidedignas para plantar a cultura que garante a subsistência familiar.

No sul do país, por outro lado, as cheias, o granizo e os ventos requerem dos agricultores e pecuaristas cuidados especiais, que dependem da previsão do tempo.

Por muitos motivos, a previsão do tempo é uma prática histórica da humanidade, sendo diversas as formas de realizála. A meteorologia por análise de imagens enviadas por satélites permite compor um conjunto de informações que indica, por exemplo, a probabilidade de chuvas. Sabe-

Ver todos os capítulos

Carregar mais