183 capítulos
Medium 9788580550771

10. Avaliação da Lesão Fora do Campo

Prentice, William E. Grupo A - AMGH PDF

10

Avaliação da Lesão Fora do Campo

■ Objetivos

Ao terminar este capítulo, você deverá ser capaz de

• Discutir sobre a importância do fisioterapeuta esportivo na determinação de um diagnóstico clínico preciso.

• Revisar a terminologia usada na avaliação de lesões.

• Aplicar o esquema de avaliação fora do campo

HOPTE.

• Organizar o processo de registro dos resultados da avaliação fora do campo ou progressiva.

■ Sumário

• Reconhecer as técnicas de diagnóstico adicionais que podem ser colocadas à disposição do fisioterapeuta esportivo pelo médico da equipe.

• Discutir como se pode realizar uma avaliação de risco ergonômico para reduzir lesões relacionadas ao local de trabalho.

■ Palavras-chave

Diagnóstico e avaliação clínica 277

biomecânica

sequela

Conhecimentos básicos 277

patomecânica

síndrome

Avaliações do progresso 289

etiologia

Como registrar a avaliação da lesão 291

mecanismo

amplitude de movimento ativa

Notas SOAP 291

patologia

Exames e testes diagnósticos adicionais usados pelo médico 292

sintomas clínicos

Avaliação de risco ergonômico 297

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Medium 9788536327709

4. Planejamento da massagem pré-evento

McGillicuddy, Michael Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO

4

Planejamento da massagem pré-evento

O principal objetivo da massagem pré-evento é ajudar o atleta a se preparar para a competição ou para o exercício no local do evento. Essa massagem nunca é feita como substituição do aquecimento do atleta. É sempre animada e rítmica, não ultrapassando 15 minutos, e deve focar os músculos que o atleta utiliza em seu esporte.

A ênfase deve ser dada ao aquecimento do tecido superficial, ao aumento do fluxo sanguíneo nos músculos utilizados no esporte, à movimentação das articulações ao longo de sua amplitude de movimentos adequada e ao alívio da tensão excessiva do corpo do atleta, bem como ao fornecimento de entusiasmo antes da competição. Em uma cena do filme Rocky: o Lutador, Rocky sobe os 72 degraus em frente à entrada do Museu de Arte da Filadélfia durante uma de suas sessões de exercício enquanto o tema musical é tocado em volume alto ao fundo. Alguns espectadores têm arrepios ao assistir a essa cena. Aquela emoção é um exemplo do entusiasmo que uma massagem deve fornecer ao atleta.

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Medium 9788536317687

8 Tênis nas escolas: a capacitação de professores por meio da educação a distância

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

124

Carlos Balbinotti e cols.

8

TÊNIS NAS ESCOLAS: A CAPACITAÇÃO

DE PROFESSORES POR MEIO

DA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Luciano da Rosa dos Santos

Maria Isabel Timm

Carlos Balbinotti

A educação a distância apresenta recursos capazes de suprir as necessidades encontradas para a formação continuada de professores da educação básica, principalmente no que se refere a conteúdos pouco trabalhados durante a sua formação inicial. O presente capítulo apresenta uma proposta de utilização da educação a distância na estruturação de um curso de tênis em escolas, voltado a um público de professores da educação básica.

Alguns estudos demonstram que estudantes estariam apresentando um desenvolvimento motor muito empobrecido, principalmente em relação às habilidades manipulativas e, conseqüentemente, à rebatida (Valentini, 2002; Isayama; Gallardo,

1998). Para esses autores, esse quadro deve-se, entre outros fatores, à falta de oportunidades e estímulo; ou seja, faltam atividades que promovam o desenvolvimento dessas habilidades. Isso acaba gerando conseqüências para toda a vida, uma vez que a infância é a fase mais importan-

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Medium 9788536309071

6. Outras Sicilianas Abertas

Emms, John Grupo A - Artmed PDF

124

John Emms

qüência mantêm um sabor Taimanov, deixando o peão-d na casa original, de maneira que o bispo-f8 possa ser desenvolvido ativamente na diagonal f8-a3. Às vezes, as pretas desenvolvem o outro bispo em b7, após um ...a7-a6 e ...b7-b5 introdutório.

5 Cc3

As brancas se desenvolvem no estilo normal. Outra grande possibilidade para as brancas é 5 Cb5 (veja a Partida 37).

5...Dc7

Esse pequeno lance de dama é uma característica dessa variante. Em c7, a dama controla a grande diagonal b8-h2, podendo também influenciar eventos na coluna-c meio-aberta.

6 Be2

Embora esse lance seja a linha principal da Taimanov, as brancas têm outras opções, incluindo 6 Be3, 6 f4 e 6 g3. O lance 6 Cdb5, atacando a dama preta, não

é tão perigoso como parece. As pretas replicam com 6...Db8! e, mais tarde, ganham tempo no cavalo, com o avanço ...a7-a6.

6...a6

Apesar de tudo o que foi dito anteriormente, as pretas fazem um bom negócio em eliminar quaisquer possibilidades futuras de Cb5. É claro que esse lance também pode ser uma preliminar ao contra-jogo na ala da dama com ...b7-b5.

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Medium 9788536305271

Voador direto (frontal)

Lima, Cláudia Silveira Grupo A - Artmed PDF

44

voador direto (frontal)

Apoio

Alto

Baixo

Apoio alto

Em comparação com o apoio baixo:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↓.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↑.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↑.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↑.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

9,7 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

4,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

7,2 mV

DELTÓIDE – PARTE CLAVICULAR

4,3 mV

BÍCEPS BRAQUIAL

3,7mV

Apoio baixo

Em comparação com o apoio alto:

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do peitoral maior (parte esternocostal) é ↑.

A intensidade do trabalho do deltóide (parte clavicular) é ↓.

A intensidade do trabalho do serrátil anterior é ↓.

A intensidade do trabalho do bíceps braquial (cabeça curta) é ↓.

PEITORAL MAIOR – PARTE CLAVICULAR

8,9 mV

PEITORAL MAIOR – PARTE ESTERNOCOSTAL

5,4 mV

SERRÁTIL ANTERIOR

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