1373 capítulos
Medium 9788530959197

APÊNDICE B – ESTUDO DIRIGIDO – PERGUNTAS

IDANKAS, Rodney Grupo Gen PDF

APÊNDICE B –

ESTUDO DIRIGIDO – PERGUNTAS

Criamos este apêndice nesta edição com o objetivo de apresentar

185 perguntas cuidadosamente selecionadas que constituem um verdadeiro estudo dirigido profundo por meio dos capítulos desta obra, colaborando para a fixação dos principais conceitos cobrados em provas.

Por isso, procure responder todas as questões usando como fonte de consulta somente este livro, pois teremos certeza de um aprendizado extremamente eficiente para a disciplina informática.

Nossa dica é ler o livro, respondendo as questões de cada capítulo e, no término da leitura, exercitar-se neste capítulo respondendo as questões mentalmente. Faça isso sempre, tenho certeza que seu estudo vai surtir grandes efeitos positivos.

Mãos à obra!

Capítulo 1

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10.

Quais são elementos principais de um computador moderno?

Quantas e quais são as gerações dos computadores modernos?

Ver todos os capítulos
Medium 9788530975371

Capítulo 5 – TÍTULOS DE CRÉDITO

RAMOS, André Luiz Santa Cruz Grupo Gen PDF

5

TÍTULOS DE CRÉDITO

“Então o senhor acha que o dinheiro é a origem de todo o mal? O senhor já se perguntou qual é a origem do dinheiro? O dinheiro é um instrumento de troca, que só pode existir quando há bens produzidos e homens capazes de produzi-los. O dinheiro é a forma material do princípio de que os homens que querem negociar uns com os outros precisam trocar um valor por outro. O dinheiro não é o instrumento dos pidões, que pedem produtos por meio de lágrimas, nem dos saqueadores, que os levam à força. O dinheiro só se torna possível através dos homens que produzem. É isto que o senhor considera mau? Quem aceita dinheiro como pagamento por seu esforço só o faz por saber que ele será trocado pelo produto de esforço de outrem. Não são os pidões nem os saqueadores que dão ao dinheiro o seu valor. Nem um oceano de lágrimas nem todas as armas do mundo podem transformar aqueles pedaços de papel no seu bolso no pão de que você precisa para sobreviver. Aqueles pedaços de papel, que deveriam ser ouro, são penhores de honra; por meio deles você se apropria da energia dos homens que produzem. A sua carteira afirma a esperança de que em algum lugar no mundo a seu redor existem homens que não traem aquele princípio moral que é a origem da produção? Olhe para um gerador de eletricidade e ouse dizer que ele foi criado pelo esforço muscular de criaturas irracionais. Tente plantar um grão de trigo sem os conhecimentos que lhe foram legados pelos homens que foram os primeiros a plantar trigo. Tente obter

Ver todos os capítulos
Medium 9788530964504

Unidade 3 - Capítulo 2 • Arrendamento Mercantil (Leasing)

NEWLANDS Jr., Carlos Arthur Grupo Gen PDF

Capítulo 2

Arrendamento Mercantil (Leasing)

2.1. Histórico

As primeiras operações de leasing, referentes ao arrendamento de máquinas de escrever, foram realizadas no Brasil em 1967, por grupos industriais. O setor ganhou impulso durante a década de 1970, quando grupos financeiros internacionais – e, posteriormente nacionais

– decidiram concentrar-se na expansão das operações e começaram a divulgar os contratos por meio da rede de agências bancárias.

Com a promulgação da Lei nº 6.099/1974, alterada pela Lei nº 7.132/1983, este tipo de operação foi regulamentado e denominado “Arrendamento Mercantil”, obedecendo às normas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional, com controle e fiscalização exercidos pelo

Banco Central do Brasil. A partir deste momento passou a ser praticado oficialmente no mercado financeiro, tornando-se uma excelente alternativa para financiamentos de longo prazo e de alta flexibilidade, adequando-se ao fluxo de caixa e de investimentos, inclusive com carência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530974336

PARTE IV - Capítulo XIX – Dissídio Coletivo

STUCHI, Victor Hugo Nazário Grupo Gen PDF

Capítulo XIX

Dissídio Coletivo

1. Definição. É uma espécie de ação coletiva conferida aos sindicatos, para a defesa de interesses de grupos ou categorias econômicas, profissionais ou diferenciadas, visando à criação ou interpretação de normas que irão incidir no âmbito dessas mesmas categorias (Carlos Henrique Bezerra Leite, Direito Processual do

Trabalho, 2009, p. 965).

2. Fundamentos legais. Artigo 114, § 2.º, da Constituição Federal, concomitantemente com artigo 856 da Consolidação das Leis do Trabalho.

3. Natureza. a) Econômica – ação constitutiva; b) Jurídica – ação declaratória; c) Mista – exemplo é o dissídio de greve;

4. Pressupostos. a) Negociação coletiva prévia; b) Inexistência de norma coletiva; c) Comum acordo;

5. Documentos. a) Edital de convocação de assembleia-geral; b) Ata de assembleia-geral; c) Lista de assembleia-geral; d) Registro da frustração da negociação; e) Norma anterior; f) Instrumento de mandato; g) Comprovação do mútuo consentimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530972240

Capítulo 23 - Direito Coletivo do Trabalho

RENZETTI FILHO, Rogério Nascimento Grupo Gen PDF

Capítulo 23

Direito Coletivo do Trabalho

Caros alunos, antes de começarmos a estudar a matéria de Direito Coletivo do Trabalho precisamos conversar. Este tema é mais complexo do que possa parecer, ou seja, existem importantes discussões doutrinárias e jurisprudenciais que envolvem a matéria. Não iremos abordá-las nesta obra, mas tão somente sinalizar. Iremos selecionar apenas os aspectos que nos parecem ser mais pertinentes e prováveis de serem exigidos nas provas objetivas para os concursos de tribunais.

As discussões mais profundas deixaremos para um momento mais adequado, focados nas provas discursivas que exigem do candidato mais conhecimento das matérias e das questões controvertidas que as cercam.

Feito este esclarecimento, vamos começar.

23.1. Art. 8o da CF/1988

A análise do art. 8o da CF/1988 é de suma importância no estudo do Direito Coletivo do Trabalho.

ATENÇÃO!

Veremos que o art. 8o da CF/1988 compreende mais de um princípio específico aplicável ao Direito Coletivo do Trabalho, além de ser fonte de muitos dos direitos assegurados aos sindicatos e às suas categorias.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos