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Medium 9788521624431

CAPÍTULO 3 - CORRENTE ELÉTRICA E LEI DE OHM

SILVA FILHO, Matheus Teodoro da LTC PDF

CAPÍTULO

CORRENTE ELÉTRICA E LEI DE OHM

3.1 MATERIAIS CONDUTORES E MATERIAIS ISOLANTES

A força de atração entre o núcleo e os elétrons das órbitas mais externas de determinados átomos é muito fraca. Esses elétrons podem ser facilmente libertados dos átomos, e por isto são chamados de elétrons livres.

Um material condutor possui elétrons livres em grande quantidade, gastando-se pouca energia para colocá-los em movimento. A qualidade de um condutor é avaliada em função do número de elétrons livres que podem ser deslocados, para uma dada energia fornecida.

São exemplos de materiais condutores: ouro, prata, cobre, alumínio, zinco, ferro etc. Em sua maioria, os metais comuns são relativamente bons condutores. O carvão também é um bom condutor.

Os materiais que têm um número muito pequeno de elétrons livres são os isolantes. Nesses materiais, é necessário gastar muito mais energia para libertar os elétrons de suas órbitas externas nos átomos.

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Medium 9788502178014

1.2. Índices físicos

Pedroso de Andrade, Thiago Editora Saraiva PDF

Solução:

A afirmativa está correta. Tálus são os solos que são transportados e depositados em regiões mais baixas do relevo.

Possuem como características o fato de estarem não consolidados e, com isso, serem instáveis.

1.2. Índices físicos

Numa massa de solo, podem ocorrer três fases: a fase sólida, a fase gasosa e a fase líquida. A fase sólida é formada pelas partículas minerais do solo, a fase líquida por água, e a fase gasosa compreende todo o ar existente nos espaços entre as partículas. Portanto, o solo é um sistema trifásico em que a fase sólida é um conjunto discreto de partículas minerais dispostas a formarem uma estrutura porosa que conterá os elementos constituintes das fases líquida e gasosa. A Figura 3 apresenta um solo em que aparecem as três fases tal qual na natureza.

Na Figura 4 a amostra de solo aparece com suas fases separadas para atender a uma conveniência didática de definição dos índices físicos.

Partículas sólidas

SOLO

Água

Bolhas de ar

Figura 3: Solo conforme encontrado na natureza.

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Medium 9788521626411

14 - Robotica assistiva

ROMERO, Roseli Aparecida Francelin et al. (orgs.) LTC PDF

Romero — Prova  — // — Maluhy&Co. — página 



Robótica assistiva

Wanderley Cardoso Celeste, André Ferreira, Celso De La Cruz Casaño,

Daniel Cruz Cavalieri, Teodiano Freire Bastos Filho e Mário Sarcinelli Filho

O

progresso da ciência médica tem possibilitado o aumento da expectativa de vida da população mundial que apresenta um grave comprometimento orgânico. Alguns responsáveis por esse avanço são o desenvolvimento de novas drogas medicinais, métodos de investigação mais eficazes, equipamentos assistivos mais leves, de maior resistência e de menor custo, além de aparelhos hospitalares de elevada precisão e compatíveis com o orçamento de hospitais de pequeno porte. Percentuais cada vez maiores dessa população mundial desfrutam dessa nova medicina, tornando-se necessário elaborar e melhorar tecnologias que auxiliem pessoas com deficiência, como é o caso da tecnologia assistiva.

Denomina-se tecnologia assistiva a todo e qualquer produto, serviço ou equipamento que tem por objetivo melhorar a qualidade de vida de indivíduos com limitações funcionais, sejam elas físicas, sensoriais ou psicológicas [].

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Medium 9788521625759

3 - Modelagem Climática

RICHTER, Burton LTC PDF

3

Modelagem Climática

3.1

INTRODUÇÃO

Os esforços científicos para compreender as mudanças no clima da Terra remontam ao século dezenove.1 Os computadores não existiam e todos os cálculos tinham de ser feitos à mão. Sabia-se na época que o vapor d’água era um elemento essencial no balanço energético da Terra e precisava ser levado em consideração em qualquer tentativa de calcular o que o clima poderia fazer. O dióxido de carbono, um dos vários gases do efeito estufa, era reconhecido como particularmente importante devido à sua abundância e pelo fato de bloquear a radiação de saída em alguns comprimentos de onda que o vapor d’água não bloqueava.

Havia pouca preocupação com a mudança climática até a década de 1950, quando aconteceram duas coisas que nos acordaram. Roger Revelle, o então diretor do Scripps Institute of Oceanography em San Diego, Califórnia, calculou que a

água do mar só conseguia absorver dióxido de carbono a um décimo da taxa que os cientistas haviam pensado, e Charles David Keeling mostrou que o CO2 na atmosfera estava aumentando mais depressa do que qualquer pessoa imaginava ser possível, uma descoberta que coincidia com a análise de Revelle. Foram dois acertos: o CO2 ficava mais tempo na atmosfera e a sua concentração estava aumentando mais depressa do que os cientistas acreditavam ser possível. Vale a pena gastar um pouco de tempo contando a história sobre como algo tão importante para as discussões dos dias de hoje foi escondido por tanto tempo.

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Medium 9788521624677

CAPÍTULO 2 - CARGAS DE FUNDAÇÃO, TENSÕES E DEFORMAÇÕES EM SOLOS

BUDHU, Muni LTC PDF

C A P ÍT U L O

2

CARGAS DE FUNDAÇÃO, TENSÕES E

DEFORMAÇÕES EM SOLOS

2.0  INTRODUÇÃO

Neste capítulo, será dada ênfase às cargas que atuam sobre uma obra geotécnica e às tensões e deformações induzidas no solo. Uma obra geotécnica, ou uma estrutura geotécnica, é um componente simples, ou múltiplos componentes integrados, que transmite cargas de uma estrutura para o solo. Exemplos de obras geotécnicas são fundações de edifícios e pontes, túneis, muros de contenção e barragens.

Uma tarefa importante para um engenheiro geotécnico é determinar as tensões e deformações  impostas por cargas externas a uma massa de solo. Costuma-se supor que as deformações nos solos são pequenas e essa suposição  permite aplicar o conhecimento da mecânica dos corpos elásticos aos solos. Pequenas deformações significam deformações infinitesimais. Para uma descrição realista de solos, porém, a análise elástica não é satisfatória. São necessários modelos de solos, que permitam reproduzir a complexidade do comportamento dos mesmos. No entanto, mesmo para modelos de solos complexos, uma análise elástica é um primeiro passo. Neste capítulo, admite-se que os solos, com suas tensões e deformações, são materiais elásticos.

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Medium 9788521620693

Apêndices

GARCIA, Amauri; SPIM, Jaime Alvares; SANTOS, Carlos Alexandre dos LTC PDF

A

Apêndices

Apêndice A

Parâmetros Elásticos por Vibração Mecânica

U

ma técnica de grande importância industrial e também muito utilizada para materiais cerâmicos consiste em medir a frequência natural de ressonância de uma barra de seção transversal definida, excitada mecanicamente por meio de uma batida (impacto) aplicada em um ponto específico da barra utilizando-se uma ferramenta apropriada (martelo). O corpo de prova é suportado nas linhas nodais de vibração e submetido a uma leve pancada mecânica, a qual reage com a emissão de uma resposta acústica (um som), conforme esboço da Fig. A.1.

Esse método é descrito em detalhes nas normas ASTM E1875:2000 e ASTM E1876:2001 e possui a vantagem de permitir a determinação dos parâmetros elásticos em elevadas temperaturas e temperaturas criogênicas.

Figura A.1  Esboço do sistema para determinação de constantes elásticas utilizando-se a frequência natural de ressonância.

JJ

� ROCEDIMENTOS PARA A DETERMINAÇÃO DOS PARÂMETROS ELÁSTICOS

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Medium 9788521632771

Parte A | Capítulo 3 | Mecanismo de Mercado

MYERS, Danny LTC PDF

3

Mecanismo de Mercado

No Capítulo 2 enfatizamos que o princípio central de quase todos os sistemas econômicos modernos é uma forte confiança no mecanismo de mercado (consulte os PontosChave 2.1 e 2.3). Começamos também a reconhecer que as forças da oferta e da demanda estão intimamente associadas a este mecanismo. Isto foi destacado na Figura

2.2. Para interpretar os sinais de mercado perceptivamente — quer seja na indústria da construção, no setor de materiais de construção, no mercado imobiliário ou no que quer que seja — é necessário considerar o mecanismo de preços em mais detalhes.

Agora começamos a elaborar nosso entendimento do mecanismo de preços. Podemos defini-lo mais plenamente como: um sistema econômico no qual os preços relativos estão constantemente se alterando para refletir mudanças na oferta e na demanda por produtos e serviços diferentes.

O mecanismo de preços é um sinônimo do termo mecanismo de mercado.

As forças da oferta e da demanda são abrangentes dentro do mecanismo de mercado.

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Medium 9788521622130

11 - Sinalização, Comunicação e Comandos

NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph LTC PDF

11

Sinalização, Comunicação e Comandos

11.1 SINALIZAÇÃO

A forma mais simples de sinalização é a utilização de campainhas ou cigarras acionadas por botão ou botões localizados junto às portas de entrada ou em outros locais de onde se pretenda enviar um sinal de aviso.

A campainha, ou a cigarra, compõe-se essencialmente de um eletroímã e de uma lâmina metálica como se vê na Fig. 11.1. A corrente elétrica, ao percorrer o eletroímã, atrai a lâmina de aço, fazendo-a vibrar, o que produz um som característico.

A Fig. 11.2 mostra os diagramas representativos de uma instalação de cigarra comandada por um botão, e a Fig. 11.3, diagramas para o caso de serem três os botões de comando.

Em apartamentos, coloca-se um botão na entrada social e outro na de serviço, quando estas são separadas. Mas, no interior do apartamento, pode ser conveniente chamar a empregada a partir de botões de comando na sala ou nas salas, e em um ou mais quartos. Emprega-se, então, um quadro anunciador localizado na copa ou na cozinha, o qual conterá o mesmo número de sinais

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Medium 9788521628262

7 - Síntese de Antenas e Fontes Contínuas

BALANIS, Constantine A. LTC PDF

Capítulo

7

SÍNTESE DE ANTENAS E

FONTES CONTÍNUAS

7.1 INTRODUÇÃO

Este livro, até aqui, se concentrou basicamente na análise e no projeto de antenas. No problema de análise, um modelo de antena é escolhido e é analisado para se determinar suas características de radiação (diagrama, diretividade, impedância, largura de feixe, eficiência, polarização e largura de banda). Isso é feito a partir da especificação inicial da distribuição de corrente da antena, e a análise é, então, efetuada segundo procedimentos bem estabelecidos. Caso a corrente da antena não seja conhecida pode-se, em geral, determiná-la através de formulações de equações integrais. Técnicas numéricas, como o Método dos

Momentos, do Capítulo 8, podem ser usadas para resolver numericamente as equações integrais.

Na prática, é freqüentemente necessário projetar um sistema de antenas que tenha certas características de radiação desejadas. Por exemplo, uma especificação muito comum é o projeto de uma antena cujo diagrama de campo distante possua nulos em determinadas direções. Outras especificações comuns exigem que o diagrama exiba uma distribuição específica, pequena largura de feixe e baixo nível de lóbulos secundários, lóbulos secundários decrescentes e assim por diante. Em geral, a tarefa consiste em se determinar não somente a configuração da antena, mas também suas dimensões físicas e a distribuição da excitação. O sistema projetado deve fornecer, exata ou aproximadamente, um diagrama de radiação aceitável, e deve satisfazer outros requisitos de sistema. Este método de projeto é usualmente referido como síntese. Embora o termo síntese, em sua definição mais ampla, denomine a síntese do diagrama de antenas, ele é geralmente usado com o significado de projeto. Uma vez que métodos de projeto foram apresentados e ilustrados anteriormente, por exemplo, no Capítulo 6, neste capítulo queremos apresentar e ilustrar métodos de síntese de diagramas de antenas.

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Medium 9788521625780

17 Diversos Tipos de Aparelhos de Ar Condicionado e de Bombas de Calor

MILLER, Rex; MILLER, Mark LTC PDF

CAPÍTULO

17

Diversos Tipos de Aparelhos de Ar

Condicionado e de Bombas de Calor

Miller 17PDFG.indd 437

12.12.13 18:11:11:10

438  Capítulo 17

OBJETIVOS DE DESEMPENHO

Após estudar este capítulo, você deverá:

1. Conhecer como o gás é empregado no condicionamento de ar.

2. Saber como operam chillers acionados a gás.

3. Saber como utilizar anticongelante para evitar danos para a

água em um resfriador de água gelada.

4. Saber como operam máquinas de refrigeração por absorção.

5. Compreender como operam resfriadores do tipo absorção por solução de brometo de lítio–água.

6. Saber como opera um aparelho de ar condicionado solar.

7. Saber como opera uma bomba de calor.

8. Saber como diagnosticar defeitos em bombas de calor.

9. Saber por que é necessário um ciclo de degelo em um sistema do tipo bomba de calor.

absorvedora (tanque B) encontra-se conectado a um tanque de

água (tanque A). O ar no sistema está quase completamente evacuado. O vácuo parcial ajuda no processo de evaporação.

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Medium 9788580551143

2. Estrutura e Ligações Atômicas

Smith, William F. Grupo A - AMGH PDF

c ap í t u l o 2

Estrutura e Ligações Atômicas

Ligação cobre-oxigênio na cuprita

Átomo de cobre

(Cortesia da NASA)

Metas de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno será capaz de:

1. �Explicar a natureza e a estrutura de um átomo e de sua estrutura eletrônica.

2. �Explicar os vários tipos de ligações primárias incluindo-se ligações iônicas, covalentes e metálicas.

3.  Explicar a ligação covalente do carbono.

Orbitais atômicos representam a probabilidade estatística de que os elétrons ocuparão vários pontos no espaço. Exceto por aqueles localizados na porção mais interior dos átomos, as formas dos orbitais são do tipo não esféricas. Até pouco tempo atrás, era possível somente imaginar a existência e o formato destes, uma vez que não se dispunha de comprovação experimental. Recentemente, os cientistas conseguiram criar uma imagem tridimensional desses orbitais empregando uma combinação de difração de raios X e técnicas de mi-

4. �Explicar os vários tipos de ligações secundárias, bem como distingui-las das ligações primárias.

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Medium 9788521631293

APÊNDICE D - O Código de Cores dos Resistores

DORF, Richard C.; SVOBODA, James A. LTC PDF

O Código de

Cores dos

Resistores

APÊNDICE D

Os resistores comerciais de baixa potência estão disponíveis em uma série de valores padronizados. A resistência e a tolerância do resistor são indicadas por faixas coloridas. Os tipos mais comuns de resistor são os resistores de carbono e os resistores de filme de carbono.

O código de cores dos resistores utiliza dois dígitos e um multiplicador para indicar o valor da resistência, como mostra a Figura D.1. Uma quarta faixa indica a tolerância. Os valores padrão dos dois primeiros dígitos aparecem na Tabela D.1.

A resistência de um resistor com quatro faixas coloridas é dada por

R = (a × 10 + b)m ± tolerância em que a e b são os valores da primeira e da segunda faixa, respectivamente, e m é o valor do multiplicador. Esses valores de resistência são para resistores com tolerância de 2% ou 5%. O código de cores para os valores da resistência aparece na Tabela D.2 e os códigos de cores para os valores do multiplicador e da tolerância aparecem nas Tabelas D.3 e D.4, respectivamente. Considere, por exemplo, um resistor no qual as quatro faixas têm as cores amarela, violeta, laranja e dourada, nessa ordem. A resistência do resistor é

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Medium 9788521620686

Capítulo Quatorze - Ambiente Construído

MIHELCIC, James R.; ZIMMERMAN, Julie LTC PDF

capítulo/Quatorze Ambiente Construído

James R. Mihelcic, Julie Beth

Zimmerman, Qiong Zhang

Neste capítulo, os leitores aprenderão sobre o ambiente construído e como o planejamento, projeto, a construção, operação e manutenção, além das questões relacionadas ao fim da vida do ambiente construído, afetam a sociedade e o ambiente. O planejamento de comunidades sustentáveis é discutido com os impactos ambientais associados com o uso tradicional de materiais de engenharia. Os conceitos de balanço térmico são relacionados com o entendimento de projeto adequado de estruturas energeticamente eficientes e minimização de ilhas urbanas de calor.

São apresentadas soluções para planejamento, projeto e construção de um ambiente construído mais sustentável.

Seções Principais

14.1

Introdução

14.2

Projeto em Função do Contexto

14.3

Edifícios

14.4

Materiais

14.5

Final de Vida Útil: Desconstrução, Demolição, Disposição

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Medium 9788521625452

1. Introdução

NEWELL, James LTC PDF

1

001newl.indd 2

Introdução

6/21/10 19:29:9

S U M Á R I O

Por que Estudar Ciência dos Materiais?

1.1

Revisão de Ciência dos Materiais

Que Questões Impactam a Seleção e o Projeto de Materiais?

1.2

1.3

1.4

1.5

1.6

Considerações sobre as Propriedades para Aplicações Específicas

O Impacto das Ligações nas Propriedades dos Materiais

Mudanças das Propriedades com o Tempo

Impacto dos Aspectos Econômicos sobre a Tomada de Decisões

Sustentabilidade e Engenharia Verde

Que Escolhas Estão Disponíveis?

1.7

Classes de Materiais

Objetivos do Aprendizado

Ao final deste capítulo, um estudante deve ser capaz de:

• Explicar por que se deve estudar ciência dos materiais.

• Avaliar as propriedades desejadas para aplicações específicas.

• Explicar o emprego e as limitações de avaliações heurísticas, tais como os diagramas de Ashby.

• Descrever o papel dos aspectos econômicos na seleção de materiais.

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Medium 9788527718158

9 - Mel

Koblitz, Maria Gabriela Bello Grupo Gen - Guanabara Koogan PDF

9 Mel

Edna Doria Peralta

Maria Gabriela Bello Koblitz

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Introdução, 268

Principais características, 271

Produção e manejo, 277

Equipamentos e utensílios, 280

Conservação, 282

Legislação e controle de qualidade, 283

Bibliografia, 288

268

Matérias-primas Alimentícias

Introdução

O mel é um produto elaborado pelas abelhas melíferas a partir do néctar das flores (mel floral), de exsudados vegetais ou de excreções de insetos sugadores de partes vivas de plantas (mel de melato ou melato). Essa matéria precursora é transformada pela ação das enzimas das abelhas e armazenada em alvéolos de cera para maturação. É um alimento de fácil digestão e assimilação, altamente viscoso, com aroma característico e agradável e sabor geralmente doce, embora possam ser encontrados relatos de amostras de méis com sabor ácido ou amargo. Fonte de energia disponível em todo o mundo, contribui para o equilíbrio dos processos biológicos por conter, em proporções adequadas, principalmente açúcares, pequenas quantidades de proteínas, sais minerais, ácidos orgânicos e substâncias aromáticas que lhe conferem o odor característico, além de vitaminas, aminoácidos e substâncias antioxidantes.

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