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Medium 9788521632900

Capítulo 2 - Escrevendo a parte pré-textual do TCC

BIRRIEL, Eliena Jonko; ARRUDA, Anna Celia Silva Grupo Gen PDF

2

Escrevendo a parte pré-textual do TCC

2.1  Introdução

O

aluno dos cursos das ciências exatas, assim como o de outras áreas, tem encontrado dificuldades ao escrever seus trabalhos acadêmicos quando se depara com as regras das Normas Brasileiras de Referência (NBR), preconizadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), nas quais é encontrado um modelo padronizado, mas falta objetividade para seu caso específico.

Com o objetivo de orientar os alunos de cursos das ciências exatas quanto aos princípios para a elaboração de trabalhos acadêmicos, com foco no TCC, foi elaborado um roteiro para guiá-los na apresentação e formatação de seu TCC segundo a

ABNT. Na apresentação de cada seção, são fornecidas orientações técnicas para sua redação, seguida de um esboço com a disposição dos elementos.

A estrutura do trabalho acadêmico segue as normas da ABNT NBR 14724 (apresentação), NBR

6023 (referências), NBR 10520 (citações), NBR

6024 (numeração progressiva), NBR 6027 (sumário), NBR 6028 (resumo) (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2011, 2002a,

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Medium 9788521615859

Capítulo 13. Simulação Dinâmica de Sistemas de Controle

SMITH, Carlos A.; CORRIPIO, Armando B. Grupo Gen PDF

Capítulo

13

Simulação Dinâmica de

Sistemas de Controle

A simulação dinâmica é um método muito conveniente para a análise do desempenho de sistemas de controle de processo. Este capítulo apresenta a base para o aprendizado de como desenvolver e utilizar as simulações dinâmicas de processos e instrumentos — controladores, válvulas, sensores, etc. A maior parte das simulações apresentadas aqui será baseada na técnica de modelagem dinâmica apresentada nos Capítulos 3 e 4, bem como nos modelos de instrumentação apresentados no Capítulo 5.

São apresentados dois métodos de simulação dinâmica:

• Simulação de sistemas lineares através da representação da função de transferência.

• Simulação de sistemas de controle a partir de modelos mecanísticos básicos.

O primeiro destes métodos tem a vantagem de não exigir preocupação com relação às condições iniciais, já que, como indicado no Capítulo 2, as funções de transferência consideram que as variáveis são desvios das condições iniciais de estado estacionário, isto é, as condições iniciais são iguais a zero. Entretanto, ele requer o desenvolvimento das funções de transferência e, no caso de sistemas não-lineares, a linearização das equações modelo.

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Medium 9788521632771

Parte A | Capítulo 6 | Clientes e Empreiteiros

MYERS, Danny Grupo Gen PDF

6

Clientes e Empreiteiros

Nos Capítulos 4 e 5 discutimos duas ideias centrais para explicar o mercado: demanda e oferta (consulte os Pontos-Chave desses capítulos). Em termos de economia das construções, é importante apreciar que aqueles que fazem a demanda são referidos como clientes, enquanto aqueles que respondem a suas instruções fornecendo os produtos são referidos como empreiteiros. Os dois grupos podem assumir muitas formas, e é comum enfatizar que cada projeto é único. A analogia com um set de filmagem

é algumas vezes empregada para ilustrar como os diversos empreiteiros se deslocam, realizam seu trabalho (concluem um projeto) e, então, seguem para outro local para realizar um trabalho ‘similar’ para outro cliente. Por isso, a indústria é caracterizada por uma abordagem fragmentada, com cada subgrupo se concentrando em sua própria especialidade.

Estendendo uma ideia de Ive e Gruneberg (2000: 151), a Tabela 6.1 tenta representar os inumeráveis projetos que os empreiteiros podem atender em resposta às demandas de seus clientes. A localização de determinado projeto, seu design e sua construção são algumas das razões pelas quais cada projeto é único. Na tabela, também enfatizamos o fato de que a etapa de construção é realizada por uma vasta combinação de empresas selecionadas entre as milhares que compreendem a indústria. Em cada projeto haverá várias equipes de trabalho no local, trabalhando com diferentes conjuntos de pessoas.

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Medium 9788521622130

17 - Unidades e Conversões de Unidades

NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph Grupo Gen PDF

17

Unidades e Conversões de Unidades

O

desenvolvimento e a consolidação da cultura metrológica vêm se constituindo em uma estratégia permanente das organizações, uma vez que resulta em ganhos de produtividade, qualidade dos produtos e serviços, redução de custos e eliminação de desperdícios. A construção de um senso de cultura metrológica não é tarefa simples, requer ações duradouras de longo prazo e depende não apenas de treinamentos especializados, mas de uma ampla difusão dos valores da qualidade em toda a sociedade.

Nesse sentido, este capítulo foi desenvolvido em consonância com o “Quadro Geral de Unidades de

Medida”, publicado em 2007 pelo INMETRO/SENAI, de acordo com a Resolução CONMETRO no 12/88.

17.1

UNIDADES BÁSICAS DO SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES – SI*

Comprimento:

Massa:

Tempo:

Corrente elétrica:

Temperatura termodinâmica:

Quantidade de matéria:

Intensidade luminosa:

17.2

metro (m) quilograma (kg) segundo (s) ampère (A) kelvin (K) mol (mol) candela (cd)

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Medium 9788521627210

ANEXO II - Glossário Anatel

CAVALCANTE, José Ranieri Ribeiro Grupo Gen PDF

Anexo II

G lossário An atel

STFC – SERVIÇO TELEFÔNICO FIXO COMUTADO

Área de Tarifa Básica (ATB): parte da área local definida pela

Agência, dentro da qual o serviço é prestado ao assinante, em contrapartida a tarifas ou preços do plano de serviço de sua escolha.

Área local: área geográfica contínua de prestação de serviços, definida pela Agência, segundo critérios técnicos e econômicos, onde é prestado o STFC na modalidade local.

Assinante: pessoa natural ou jurídica que firma contrato com a prestadora, para fruição do serviço.

Atendimento pessoal: atendimento presencial prestado por pessoa devidamente qualificada para receber, interagir, orientar, informar, esclarecer e solucionar qualquer solicitação de usuário que compareça à loja de atendimento ou Posto de Serviço de Telecomunicações, mediante protocolo de reclamação ou solicitação de serviço.

Central Privativa de Comutação Telefônica (CPCT): equipamento terminal de usuário, interligado ou não a uma central de comutação.

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Medium 9788521621676

2 - Dinâmica do Movimento

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF

2

Dinâmica do Movimento

Dinâ

2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

2.6

2.7

Equação do Movimento ...............................................15

Aceleração e Solavanco ...............................................20

Esforço Motor ..............................................................22

Esforço Resistente .......................................................26

Limitação do Esforço Motor: a Força de Aderência .......56

Ciclo de Tração ............................................................75

Consumo e Conservação de Energia durante o Ciclo de Tração .........................................................78

2.8 Característica do Esforço Motor em Função da

Velocidade ...................................................................85

Editoração Eletrônica – Diagrama Ação | www.diagramaacao.com.br

002-PIRES

pág. 13

23.11.12 12:41:36

Capítulo 2

14

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Medium 9788521625940

Apêndice C Dimensionamento de Circuitos em Anel

CREDER, Hélio Grupo Gen PDF

Creder — Prova 4 — 18/8/2015 — Maluhy&Co. — página 401

Dimensionamento de

Circuitos em Anel

C

Circuitos ligados em anel são aqueles em que as correntes seguem um circuito fechado, ou seja, ramificam-se em um nó a partir do ponto de alimentação.

Circuitos Monofásicos com Fator de Potência Unitário

Na Figura C., vemos uma linha monofásica ligada em anel, na qual, no ponto a, é recebida a alimentação da fonte, e, nos pontos b, c, d e e, são feitas ligações às cargas, cujos valores das correntes constam da figura. Estão registradas também as distâncias em metros de cada braço.

Supondo o fator de potência unitário, ou seja, somente cargas resistivas, temos as seguintes fórmulas:

I = I + I

I =

∑ Il l

em que:

I  e I  = correntes aparentes nos braços, em ampères;

ΣIl = somatório dos produtos das correntes pelas distâncias, em cada braço; l = distância total.

Circuito ligado em anel.

Figura C.

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Medium 9788521634188

27 - Difusão Molecular em Regime Não Estacionário

WELTY, James R.; RORRER, Gregory L.; FOSTER, David G. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

27

Difusão Molecular em Regime

Não Estacionário

No Capítulo 26, restringimos nossa atenção à descrição da difusão molecular em regime estacioná-

rio, no qual a concentração em um dado ponto foi constante com o tempo. Neste, vamos considerar problemas e suas soluções envolvendo a concentração variando com o tempo, resultando, assim, na difusão molecular em regime não estacionário ou difusão transiente. Muitos exemplos comuns de transferência em estado não estacionário serão citados. Em geral, esses problemas caem em duas categorias: um processo que está ocorrendo em estado não estacionário somente nos instantes iniciais e um processo em que a concentração está variando continuamente ao longo de toda a sua duração.

As equações diferenciais dependentes do tempo são simplesmente derivadas da equação diferencial geral para a transferência de massa. A equação da continuidade para o componente A, em termos de massa,

ou em termos de mols,

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Medium 9788521625940

Apêndice B Roteiro para Execução de Projetos de Instalações Elétricas para Prédios Residenciais

CREDER, Hélio Grupo Gen PDF

Creder — Prova 4 — 13/8/2015 — Maluhy&Co. — página 397

Roteiro para

Execução de Projetos de Instalações Elétricas para Prédios Residenciais

B

. Dimensionar e locar em planta pontos de luz e tomadas, quadro de distribuição,

.

.

.

.

.

.

.

.

.

interruptores e botões de campainhas (social e de serviço).

Desenhar a rede de eletrodutos.

Dividir a carga em circuitos.

Organizar o quadro de cargas e o diagrama unifilar dos apartamentos de acordo com o modelo da Figura A..

Organizar o quadro de cargas e o diagrama unifilar dos quadros de luz e força de serviço (luz dos corredores, garagem, jardins e todas as áreas do condomínio).

Colocar a fiação (fase, neutro, proteção – PE (T) e retorno) nos eletrodutos e dimensioná-los.

Locar a prumada de eletrodutos desde o quadro dos medidores (no térreo ou subsolo) até a parede ou o poço de subida aos apartamentos. Verificar, em cada andar, onde se localiza essa prumada. A alimentação dos quadros dos apartamentos é feita algumas vezes por caixas de passagens instaladas nos corredores de alguns dos andares.

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Medium 9788521632610

7 - Deformações em Barras Causadas por Força Axial

PINHEIRO, Antônio Carlos da Fonseca Bragança; CRIVELARO, Marcos Grupo Gen PDF

Deformações em

Barras Causadas por Força Axial

7

Habilidades e competências

▦▦

Compreender as características mecânicas dos materiais dúcteis e dos frágeis.

▦▦

Definir a força axial.

▦▦

Identificar as variáveis intervenientes na rigidez axial.

▦▦

Conceituar as deformações por carga axial.

▦▦

Interpretar os diagramas tensão versus deformação dos materiais dúcteis e frágeis.

▦▦

08Cap07.indd 147

Calcular a deformação em barras sujeitas a forças axiais.

9/2/16 11:13 AM

148

Capítulo 7

Contextualização

As barras quando estão sendo solicitadas por força normal (por exemplo, de tração) sofrem deformações, nesse caso de alongamento. Caso contrário, se a força normal é de compressão, a deformação causada será de encurtamento.

As deformações causadas nas barras poderão ser significativas e causar falhas em sistemas de precisão. Por exemplo, no caso de elevadores, uma deformação excessiva dos cabos de suspensão da cabine implicará uma correção sistemática do comprimento final do cabo deformado, realizada pelo sistema eletrônico, com o objetivo de nivelar a cabine em cada pavimento.

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Medium 9788521620389

Apêndice Patologia das Fundações

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF

Apêndice

Patologia das Fundações

A.1 Introdução

Inúmeros são os exemplos, ao longo do tempo e em todas as partes do mundo, de acidentes de construções. Dependendo da sua origem, for‑ ma e extensão das suas consequências, eles podem ser reparáveis ou irreparáveis (catastróficos) e muitas vezes lutuosos.

Ao estudo dessas ocorrências, denomina‑se Patologia das Construções.­

O primeiro a usar esse nome foi Henry Lossier em seu livro Pathologie et Therapeutique du Beton Armé, traduzido para o espanhol em

1956. Outros que usaram termos médicos em engenharia foram: Rus‑ so em La lesione dei fabricati e Felippe dos Santos Reis no artigo As moléstias dos nossos edifícios. Também em Matemática tais palavras já foram empregadas.

O capítulo das fundações é talvez o mais importante do ponto de vista da patologia das construções. Vários autores têm abordado este tema, procurando extrair das condições em que ocorreram os acidentes — os quais correspondem a ensaios em dimensões reais — lições para o apri‑ moramento do projeto e da construção de obras futuras. Limitando‑nos ao campo das fundações, cabe citar:

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Medium 9788521632818

Apêndices

STUTZMAN, Warren L.; THIELE, Gary A. Grupo Gen PDF

Apêndice

A

Bandas de Frequências

A.1  BANDAS DE RADIOFREQUÊNCIA

A.2  FREQUÊNCIAS DE CANAIS DE TELEVISÃO (NA AMÉRICA DO NORTE)*

(continua)

*A mesma alocação de canais é adotada no Brasil. (N.T.)

304

Bandas de Frequências  305

UHF (Continuação)

Número do Canal

41

42

43

44

45

46

Faixa de

Frequências (MHz)

Número do Canal

632–638

638–644

644–650

650–656

656–662

662–668

Faixa de

Frequências (MHz)

47

48

49

50

51

668–674

674–680

680–686

686–692

692–698

Nota: A frequência da portadora para a porção de vídeo é a frequência inferior mais 1,25 MHz. A frequência da portadora de áudio é a frequência superior menos 0,25 MHz. Todos os canais têm largura de banda de 6 MHz. Por exemplo, a portadora de vídeo do Canal 2 está em 55,25 MHz, e a portadora de áudio, em 59,75 MHz.

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Medium 9788521630296

3 - GERENCIAMENTO AUTÔNOMO PELO LADO DA DEMANDA

BERGER, Lars Torsten; INIEWSKI, Krzysztof Grupo Gen PDF

3

GERENCIAMENTO

AUTÔNOMO PELO

LADO DA DEMANDA

Hamed Mohsenian-Rad e Alberto Leon-Garcia

3.1 INTRODUÇÃO

A rede de energia da próxima geração, também conhecida como Rede Elétrica Inteligente, deve ser confiável, escalável e flexível, além de melhorar o consumo de energia eficiente entre os consumidores residenciais, comerciais e industriais [1–4]. Há discussões ativas sobre as funcionalidades certas e a arquitetura necessária para uma Rede Elétrica Inteligente. No entanto, é amplamente aceito que uma infraestrutura de energia modernizada será de forma essencial equipada com capacidade de comunicação digital de duas vias, permitindo intercâmbio de informação em ambos os sentidos entre geradores/centros de expedição e usuários finais. Isso permitirá o estabelecimento de preços e estratégias de gerenciamento, pelo lado da demanda, mais avançados para serem implementados no futuro das Redes Elétricas Inteligentes, que podem fornecer aos usuários finais a oportunidade para reduzir suas despesas com eletricidade.

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Medium 9788521624011

Tópico IV 21 - Higiene Industrial

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF

21

  Higiene Industrial

  1. Higiene Industrial

  2. Identificação de Riscos

  3. Limites de Exposição

  4. Gases, Vapores e Solventes

 5. Partículas

  6. Som e Ruído

 7. Radiação

  8. Estresse por Calor e Frio

 9. Ergonomia

10. Tipos de LTCs

11. Riscos Biológicos

Biologia

Nomenclatura a velocidade do som m/s

A atividade do metabolismo

W

A radioatividade

Bq

AM multiplicador assimétrico para elevação

B metabolismo basal

W

C concentração ppm, mg/m3

C constante para calcular a intensidade do som

C tempo de exposição sonora em um nível específico s

CL limite de calor máximo

ºC

CM multiplicador de acoplamento para elevação

DM multiplicador de distância para elevação

E exposição –

ECT temperatura de frio equivalente

ºC f frequência

Hz

FM multiplicador de frequência para elevação

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Medium 9788521620389

5 Condições de Estabilidade dos Muros de Arrimo

CAPUTO, Homero Pinto; CAPUTO, Armando Negreiros; RODRIGUES, J. Martinho de A. Grupo Gen PDF

Capítulo

Condições de Estabilidade dos Muros de Arrimo

5

5.1 Muros de Arrimo

A construção de muros de arrimo é o tipo de obra que, com frequência, se apresenta ao engenheiro, particularmente ao engenheiro rodoviário.

A Fig. 5.1 ilustra três exemplos de aplicação.

Figura 5.1

Os muros de sustentação podem ser de gravidade (construídos de alvenaria ou de concreto simples ou ciclópico), de flexão ou de contraforte (em concreto armado), ou, ainda, “muro de fogueira” (crib wall), formado por peças de madeira, de aço ou de concreto armado pré‑mol‑ dado, preenchidos com solos os espaços entre as peças.

Outro tipo de obra de contenção são as estruturas constituídas por uma rede metálica em forma de cesta, e cheia com pedras, chamadas de gabiões (Fig. 5.2).

A partir de 1966 passou a ser desenvolvida a técnica da terra armada, concebida pelo francês H. Vidal e que consiste em reforçar um terra‑ pleno com tiras de aço, capazes de suportar forças de tração importan‑ tes (Fig. 5.3). Algumas vezes esses elementos são corrugados, visando aumentar o atrito entre o solo e a armadura.

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