3030 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521634942

20 - Controle de Supervisão

MITCHELL, John W.; BRAUN, James E. Grupo Gen PDF

Capítulo

Controle de Supervisão

20

20.1 INTRODUÇÃO

O sistema de controle é um elemento essencial no projeto e na operação de um sistema de AVAC. Cada componente do sistema de AVAC precisa ser controlado para proporcionar os níveis desejados de conforto e de desempenho, sendo que os métodos empregados para controlar os componentes individuais foram descritos no

Capítulo 19. Aqui, serão analisados os conceitos que fundamentam o sistema de controle global e as estratégias usadas para controlar todo o sistema de AVAC.

Os sistemas de controle de supervisão sofreram mudanças rápidas em suas estruturas e funções nos últimos anos. Os primeiros sistemas eram constituídos por uma única unidade central de processamento (UCP),1 que recebia as entradas dos sensores instalados em diferentes componentes do sistema, processava os dados para determinar as ações de controle e, na sequência, enviava os sinais de controle para a instalação do sistema de

AVAC. O termostato de uma zona, por exemplo, enviaria um sinal para a UCP onde a temperatura seria comparada ao valor desejado e um sinal de controle seria enviado para a unidade de tratamento de ar para aumentar ou diminuir o fluxo de ar conforme a necessidade. O valor desejado seria determinado com base nas regras de controle programadas na UCP.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308191

Projeto de Cames

Norton, Robert Grupo A PDF

Capítulo

7

anáLise de aCeLeRações

Vamos de dobra espacial cinco, Sr. Sulu. cApitão KirK

7

7.0

intRodUção

Uma vez que a análise de velocidade tenha sido feita, o próximo passo é determinar a aceleração de todos os elos e pontos de interesse do mecanismo ou máquina. Precisamos conhecer  as acelerações para calcular as forças dinâmicas a partir de F = ma. As forças dinâmicas contribuem para as tensões atuantes nos elos e nos outros componentes. Existem muitos métodos  e abordagens para a determinação da aceleração em mecanismos. Examinaremos aqui apenas  alguns desses métodos. Inicialmente, iremos desenvolver um método gráfico manual, que é  geralmente  útil  para  a  verificação  da  solução  mais  completa  e  analiticamente  exata.  Então,  deduziremos a solução analítica para a aceleração em mecanismos biela-manivela de quatro  barras invertidos como exemplos da solução da equação geral de malha fechada (para problemas de análise de aceleração).

7.1

definição de aCeLeRação

A aceleração  é  definida  como  a  taxa de variação (derivada em função do tempo) da velocidade. Velocidade (V, ω) é uma grandeza vetorial, assim como a aceleração, a qual pode  ser angular ou linear. A aceleração angular será denotada como α e a aceleração linear,  como A.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625780

10 Evaporadores

MILLER, Rex; MILLER, Mark Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

10

Evaporadores

Miller 10PDFG.indd 261

11.12.13 19:27:59:10

262  Capítulo 10

OBJETIVOS DE DESEMPENHO

Após estudar este capítulo, você deverá:

1. Identificar os vários tipos de evaporadores.

2. Saber como funciona um resfriador de líquido (chiller) do tipo casco e tubo.

3. Saber como funcionam os controles para degelo por gás quente dos evaporadores de amônia.

4. Saber como funcionam os vários tipos de evaporadores.

5. Reconhecer a importância das válvulas de controle na operação adequada dos evaporadores.

6. Saber como diagnosticar defeitos em um regulador de pressão diferencial.

7. Saber como trabalha o regulador de alívio de pressão diferencial.

O EVAPORADOR

O evaporador remove calor do espaço que está sendo resfriado. Conforme o ar é resfriado, ele condensa vapor d’água, que deve ser drenado. Se a água que condensa na serpentina do evaporador congelar quando a temperatura estiver abaixo de

Ver todos os capítulos
Medium 9788573071696

Capítulo 5 - Os Princípios do Sistema Toyota de Produção

Shigeo Shingo Grupo A PDF

5

Os Princípios do Sistema

Toyota de Produção

O QUE É O SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO?

A resposta mais comum a essa pergunta (80% das pessoas) irá reproduzir a visão do consumidor médio e dirá: “É um sistema Kanban”; outras, 15% talvez, venham a saber, de fato, como ele funciona na fábrica e responderão:

“É um sistema de produção”; somente algumas poucas compreendem realmente o objetivo desse sistema e dirão: “É um sistema que visa a eliminação total das perdas”.

Algumas pessoas imaginam que a Toyota veste agora um novo modelo de roupa, o sistema Kanban. Elas então saem de casa, compram e experimentam o mesmo modelo. Descobrem rapidamente que são muito gordas para vesti-lo! Elas devem eliminar as perdas e efetivar as melhorias fundamentais em seu sistema de produção antes que técnicas como o Kanban possam ser de alguma utilidade. O Sistema Toyota de Produção é 80% eliminação das perdas, 15% um sistema de produção e apenas 5% o Kanban .

A confusão provém de uma má compreensão da relação entre os princípios básicos de produção na Toyota e o Kanban como uma técnica para ajudar a implementar esses princípios. No prefácio do seu livro, The Toyota

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630111

Parte I - 5. Filtro Rejeita-faixa

CAMPOS, Antonio Luiz Pereira de Siqueira Grupo Gen PDF

PRÁTICA 5

FILTRO REJEITA-FAIXA

OBJETIVOS

◗ Entender o comportamento de um filtro rejeita-faixa.

◗ Verificar experimentalmente o funcionamento de um filtro rejeita-faixa de segunda ordem.

TEORIA

Um filtro rejeita-faixa é aquele em que, praticamente, sinais de todas as frequências passam inalterados por ele, mas atenua fortemente sinais dentro de uma faixa específica de frequências. Ele é o oposto de um filtro passa-faixa.

A Figura 5.1 ilustra o módulo da resposta em frequência para um filtro rejeitafaixa.

1

0,8

BW

Av

0,6

0,4

0,2

0 fc1

100

102

fc2

104

106

108

1010

Frequência (Hz)

Figura 5.1 Módulo da resposta em frequência de um filtro rejeita-faixa.

29

Siqueira Campos 005.indd 29

29/04/15 09:12

30

PR Á T IC A 5

A Figura 5.2 ilustra o bloco que simboliza um filtro rejeita-faixa.

Existem diversas formas de implementar filtros rejeita-faixa. Uma delas é conectar em paralelo um filtro passa-altas e um filtro passa-baixas, como ilustrado na Figura 5.3.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521615118

CAPÍTULO 9: Conversão de Unidades

HOLTZAPPLE, Mark Thomas; REECE, W. Dan Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 9

Conversão de Unidades

Os equívocos nas conversões de unidades são a mais freqüente causa de erros em cálculos de engenharia. Isso é particularmente verdadeiro nos Estados Unidos, onde sistemas de unidades habituais e científicos são utilizados. O engenheiro deve, portanto, ser bem versado em todos os sistemas e ser capaz de fazer conversões entre eles com facilidade.

9.1 O QUE SIGNIFICA “MEDIR” ALGO?

Toda vez que fazemos uma medida, esta é sempre feita em relação a um padrão. Por exemplo, suponhamos que desejássemos medir o comprimento do bastão na Figura 9.1. Poderíamos abordar esse problema emendando três réguas de um metro, uma na ponta da outra. Como o comprimento do bastão é equivalente ao das três réguas, registraríamos: “o bastão desconhecido tem comprimento de 3 metros”.

Nos Estados Unidos, provavelmente seria possível medir o comprimento do bastão desconhecido usando réguas graduadas em jardas. O comprimento do bastão desconhecido é equivalente a 3 ϩ 0,28 réguas de uma jarda. Assim, poderia ser registrado: “o comprimento do bastão desconhecido é de 3,28 jardas”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521623762

CAPÍTULO 16 - ESFORÇOS SOBRE BOCAIS DE EQUIPAMENTOS

FRANÇA FILHO, José Luiz de Grupo Gen PDF

150

PARTE I I I — F L E XI BILIDADE DAS TU BU LAÇÕES

16

PARTE

III

ESFORÇOS

SOBRE BOCAIS DE

EQUIPAMENTOS

Vencidas as etapas para fundamentar e executar os cálculos dos deslocamentos, tensões e esforços decorrentes da expansão/ contração térmica das tubulações industriais, vamos nos dedicar neste capítulo à verificação dos bocais dos equipamentos, com base nos critérios estabelecidos pelas principais normas que tratam do projeto e construção de cada um deles.

Ao contrário das tensões resultantes nas tubulações em consequência da deformação gerada pela expansão/contração térmica restringida pelos pontos de fixação extremos e restrições intermediárias, os esforços introduzidos nesses pontos, entre os quais se destacam os bocais dos equipamentos, são normalmente considerados

na condição inicial correspondente ao primeiro ciclo, quando atingem seus valores máximos. Para isso, são calculados com a utilização do Módulo de Elasticidade do

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603659

Capítulo 14 - Dosagem de concretos

Adam M. Neville Grupo A PDF

14

Dosagem de concretos

Pode-se dizer que as propriedades do concreto são estudadas principalmente para fins de seleção adequada dos componentes da mistura. É por essa perspectiva que as diversas propriedades do concreto serão analisadas neste capítulo.

No linguajar britânico, o processo de seleção dos componentes da mistura e de suas proporções é denominado projeto da mistura. Esse termo, embora comum, sugere que essa seleção é parte do projeto estrutural, o que não é correto, já que o projeto estrutural está relacionado ao desempenho necessário do concreto e não ao detalhamento das proporções dos materiais que atenderão a esse desempenho. O termo americano proporcionamento da mistura é excelente, mas não é utilizado de forma difundida no mundo. Por essa razão, será utilizada neste livro a expressão adotada para o título do capítulo, dosagem de concretos, algumas vezes abreviada como dosagem.*

Embora o projeto estrutural normalmente não leve a dosagem em consideração, o projeto impõe dois parâmetros para a dosagem: resistência e durabilidade do concreto. É importante mencionar que a trabalhabilidade deve ser adequada às condições de lançamento. As exigências de trabalhabilidade não se aplicam somente ao abatimento no momento da descarga da betoneira, mas também ao limite de perda de abatimento conforme a duração do lançamento do concreto. Como a trabalhabilidade necessária depende das condições da obra, ela não deve ser estabelecida antes da análise dos procedimentos de execução.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630791

10. Medição de Ângulos e Direções com Estações

McCORMAC, Jack; SARASUA, Wayne; DAVIS, William Grupo Gen PDF

Capítulo

10

Medição de Ângulos e Direções com

Estações Totais

10.1  TRÂNSITOS E TEODOLITOS

Por muitas décadas, os instrumentos usados para medição de ângulos horizontais e verticais eram divididos em dois grupos — trânsitos e teodolitos —, mas a distinção entre os dois não era clara. Originalmente, ambos os instrumentos eram chamados de teodolitos. A origem do termo teodolito não é totalmente conhecida. Em qualquer caso, trânsitos e teodolitos eram ambos usados para medir ângulos horizontais e verticais. No início, os instrumentos fabricados com lunetas longas e que não podiam ter as suas extremidades invertidas eram chamados de teodolitos. À medida que o tempo passou, no entanto, alguns instrumentos foram fabricados com lunetas mais curtas que podiam ser invertidas ou transitadas. Passaram a ser chamados de trânsitos. A Figura 10-1 mostra um antigo trânsito americano.

Eventualmente, a maioria dos instrumentos (sejam trânsitos ou teodolitos) era fabricada com lunetas que poderiam ser invertidas; então, a distinção original entre os dois não podia mais ser aplicada e, de forma geral, eles eram nomeados conforme o uso local. Por convenção, os instrumentos

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629610

Capítulo 17 - Aprendizado com a consultoria

KOHN, Ricardo Grupo Gen PDF

17

Aprendizado com a consultoria

C

onclui-se a parte teórica deste trabalho ofere-

cendo aos leitores experiências e aprendizados adquiridos pelo autor ao longo de 42 anos de trabalho dedicados à consultoria empresarial, de engenharia e ambiental. Nele, são tratados de forma pragmática diversos tipos de relações profissionais que foram realizadas em jornadas de trabalho.

A título de contribuição e sempre aberto à crítica, o capítulo é dedicado a empresários iniciantes,1 sobretudo na consultoria ambiental. Não significa que se conseguiu realizar todas as melhorias de posturas e comportamentos apresentadas, mas apenas que se continua a persegui-las.

As informações que se seguem são operacionais e apresentadas coloquialmente. Apesar de serem simples, podem gerar resultados estratégicos positivos.

Jovens empresários ou jovens profissionais não significam obrigatoriamente que sejam jovens na idade. Podem ser profissionais com 60, 70 ou 80 anos, apenas iniciantes na área ambiental.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521615859

Apêndice E. Estudos de Casos Operacionais

SMITH, Carlos A.; CORRIPIO, Armando B. Grupo Gen PDF

Apêndice

E

Estudos de Casos Operacionais

Este apêndice apresenta cinco casos que integram o material apresentado nos Capítulos 5, 6 e 7. Eles foram escritos para assemelhar-se a uma possível situação industrial com que um engenheiro júnior pode se defrontar. Estes casos foram uma contribuição do Dr. Marco E.

Sanjuan, da Universidad del Norte em Barranquilla, Colômbia.

ESTUDO DE CASO OPERACIONAL 1: DEPURADOR DE HCL GASOSO

Você foi contratado como consultor para otimizar o sistema de controle de uma unidade de tratamento de ar. A unidade é um depurador onde a concentração de HCl no ar deve ser reduzida antes de ventilar o ar para o ambiente; a Fig. E-1 mostra o depurador. Uma solução de NaOH é utilizada como um meio depurador. O principal distúrbio no processo é o fluxo de ar para dentro do depurador; três ventiladores fornecem este fluxo. Quando o fluxo de ar aumenta, a concentração de HCl no fluxo de saída também aumenta. O sistema de controle deve responder a este distúrbio e às variações de ponto fixo. Geralmente o ponto fixo é

Ver todos os capítulos
Medium 9788521627913

Capítulo 11 - Riscos Ambientais e Ocupacionais

SOLURI, Daniela; NETO, Joaquim Grupo Gen PDF

Riscos

Ambientais e

Ocupacionais

Este capítulo aborda os riscos importantes na operacionalização do PPRA e seu desdobramento nos demais programas. A identificação dos riscos ocupacionais relacionados com o exercício do trabalho constitui um passo importante dentro do campo da gestão em SMS.

Neto&Soluri_011.indd 129

11

21/01/15 11:24

Capítulo 11

11.1 Ruído e Poluição Sonora

Substâncias, resíduos ou sons são considerados poluentes quando em excesso no ambiente, causando desconforto, doenças, estresse, diminuição da qualidade de vida, do ar, das águas, ou seja, do ambiente em geral.

Nas empresas, o ruído é provocado pelo som excessivo de máquinas industriais e veículos, por exemplo. Estes ruídos provocam não só efeitos negativos para o sistema auditivo das pessoas, como também alterações comportamentais e orgânicas.

Os efeitos do ruído no organismo são muitos e dependem do tempo de exposição, da intensidade sonora e da suscetibilidade de cada indivíduo. Pode ocorrer perda auditiva temporária ou permanente, zumbido, intolerância a sons, estresse, ansiedade, dores de cabeça, redução da capacidade de comunicação e de memorização, problemas neurológicos, cardíacos, circulatórios e gástricos, tonturas, alterações do sono e apetite, liberação de hormônios, insônia, envelhecimento prematuro, entre outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629214

Capítulo 8 Tensões de Flexão e de Cisalhamento em Vigas

ONOUYE, Barry; KANE, Kevin Grupo Gen PDF

8

Tensões de Flexão e de

Cisalhamento em Vigas

Introdução

Um dos primeiros estudos a respeito da resistência e do deslocamento transversal de vigas foi realizado por Galileu Galilei. Galileu foi o primeiro a analisar a resistência à flexão de uma viga.

Assim, ele se tornou o fundador de um ramo da ciência inteiramente novo: a teoria da resistência dos materiais, que desempenhou uma parte vital da ciência da engenharia moderna.

Galileu começou com a observação de uma viga em balanço, ou cantiléver (Figura 8.1) sujeita a uma carga na extremidade livre.

Ele igualou os momentos estáticos da carga externa ao da resultante das forças de tração na viga (admitidas uniformemente distribuídas ao longo de toda a seção transversal da viga, conforme mostra a Figura 8.2) em relação ao eixo de rotação (admitido estar localizado na borda inferior da seção transversal engastada). Galileu concluiu que a resistência ao cisalhamento de uma viga não era diretamente proporcional à sua largura, mas, em vez disso, era proporcional ao quadrado de sua altura. Entretanto, como ele baseou sua proposição simplesmente em considerações de estática, sem ter ainda introduzido a noção de elasticidade — uma ideia proposta por Robert Hooke, meio século mais tarde —, Galileu errou na avaliação do valor absoluto da resistência à flexão em relação à tensão de tração na viga.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521622284

Introdução

NALON, José Alexandre Grupo Gen PDF

Introdução

Sistemas em engenharia processam informações que são captadas no mundo real com o objetivo de se obter algum resultado útil sobre o processo estudado. É possível associar a qualquer instante de tempo uma informação relativa a esse processo. A variação dessas informações conforme a passagem do tempo recebe o nome de sinal, e processamento de sinais é a disciplina que estuda como os sinais se relacionam e, principalmente, como manipular os sinais de forma a se obter um resultado desejado.

Em um sistema de comunicações, o objetivo é transmitir informações de um ponto a outro ponto remoto. Em sistemas de controle, o objetivo é manter uma determinada grandeza em uma planta em níveis predeterminados; em sistemas de análise, obter características sobre um produto ou um processo. O sinal pode ser tratado de várias maneiras diferentes. Até meados dos anos 1960, o método típico era convertê-los em formas de onda de corrente ou tensão, e tratá-los por elementos de circuito. Hoje em dia, com o avanço das tecnologias digitais, os sinais são convertidos para uma representação que possa ser facilmente compreendida e manipulada por um processador — um sinal discreto, ou digital. Um sinal dessa natureza pode ser processado não por elementos de circuito, mas por um programa que trata cada uma das informações como dado relativo ao processo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806577

7. Sistemas de Acionamento Pneumático e Hidráulico

Bolton, William Grupo A PDF

7

Sistemas de Acionamento

Pneumático e Hidráulico

OBJETIVOS

Ao final do estudo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Interpretar os desenhos de sistemas hidráulicos/pneumáticos e projetar sistemas simples para controle sequencial usando válvulas de controle direcional e cilindros.

• Explicar os princípios das válvulas de controle de processos, suas características e dimensões.

7.1 Sistemas de acionamento

Os sistemas de acionamento são elementos dos sistemas de controle responsáveis pela transformação da saída de um microprocessador ou sistema de controle em uma ação de controle para uma máquina ou dispositivo. Portanto, por exemplo, podemos ter uma saída elétrica a partir de um controlador que tem que ser transformada em um movimento linear para deslocar uma carga. Outro exemplo pode ser a transformação de uma saída elétrica de um controlador em uma ação que controla a quantidade de líquido que passa em uma tubulação.

Neste capítulo estudaremos os sistemas de potência baseado em fluidos denominados sistemas de acionamento pneumático e hidráulico. O termo pneumático é usado em aplicações de ar comprimido, e o termo hidráulico em aplicações de líquido, tipicamente óleo. No Capítulo 8 estudaremos os sistemas mecânicos de acionamento, e no Capítulo 9, os sistemas elétricos de acionamento.

Ver todos os capítulos

Carregar mais