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Medium 9788521613930

Capítulo 2. Balanços de Momento em Cascas e Distribuição de Velocidades em Regime Laminar

LIGHTFOOT, Neil R.; BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 2

BALANÇOS DE MOMENTO EM CASCAS E

DISTRIBUIÇÃO DE VELOCIDADES EM

REGIME LAMINAR

2.1 BALANÇOS

DE MOMENTO EM CASCAS E CONDIÇÕES

DE CONTORNO

2.2 ESCOAMENTO

2.3 ESCOAMENTO

DE UM FILME DESCENDENTE

ATRAVÉS DE UM TUBO CIRCULAR

2.4 ESCOAMENTO

2.5 ESCOAMENTO

ATRAVÉS DE UM ÂNULO

DE DOIS FLUIDOS IMISCÍVEIS E

ADJACENTES

2.6 ESCOAMENTO

LENTO EM TORNO DE UMA ESFERA

Neste capítulo mostramos como obter os perfis de velocidades para escoamentos laminares de fluidos em sistemas simples de escoamento. Tais deduções fazem uso da definição de viscosidade, das expressões para os fluxos molecular e convectivo de momento e do conceito de balanço de momento. Uma vez conhecidos os perfis de velocidades, podemos obter outras grandezas tais como a velocidade máxima, a velocidade média ou a tensão cisalhante em uma superfície. Freqüentemente são essas últimas grandezas que são de interesse nos problemas de engenharia.

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Medium 9788521626312

Respostas dos Problemas Selecionados

CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF

Respostas dos Problemas

Selecionados

Capítulo 2

2.3 (a) 1,66 H 10–24 g/uma; (b) 2,73 H 1026 átomos/lb . mol

2.14

2.15 (c) r0 = 0,279 nm; E0 = –4,57 eV

2.19 63,2% para TiO2; 1,0% para InSb

Capítulo 3

3.2 VC = 6,62 H 10–29 m3

3.8 R = 0,136 nm

3.11 (a) VC = 1,40 H 10–28 m3; (b) a = 0,323 nm, c = 0,515 nm

3.14 Metal B: cúbico de faces centradas

3.16 (a) n = 8 átomos/célula unitária; (b) ρ = 4,96 g/cm3

3.19 VC = 8,63 H 10–2 nm3

3.24 (a) Cloreto de césio; (c) cloreto de sódio

3.26 FEA = 0,79

3.27 FEA = 0,755

3.28 FEA = 0,684

3.30 (a) a = 0,421 nm; (b) a = 0,424 nm

3.32 (a) ρ = 4,21 g/cm3

3.34 Cloreto de césio

3.39 (a) ρ(calculada) = 4,11 g/cm3; (b) ρ(medida) = 4,10 g/cm3

3.43 000, 100, 110, 010, 001, 101, 111, 011, ½½0, ½½1, 1½½,

0½½, ½0½ e ½1½

3.51 Direção 1: [012]

3.53 Direção A: [011]; direção C: [112]

3.54 Direção B: [232]; direção D: [136]

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Medium 9788536327778

2 > NORMA ISO 14001

Bertolino, Marco Túlio Grupo A - Artmed PDF

A

s normas da série ISO 14000 foram estabelecidas quando foi percebida uma crescente necessidade de se ter um controle e acompanhamento das atividades industriais quanto à proteção ambiental. Essa série de normas foi desenvolvida pela Comissão Técnica 207 da ISO1 (TC 207) como resposta à demanda mundial por uma gestão ambiental mais confiável, na qual o meio ambiente foi introduzido como uma variável importante na estratégia dos negócios.

Porém, a história das certificações ambientais começa um pouco antes, com o desenvolvimento da norma britânica BS 7.750,2 que tratava do gerenciamento ambiental visando atender às exigências daquele país.

A série de normas ISO 14000 estabelece diretrizes para gestão ambiental, e, ainda que existam as normas relativas aos produtos, como a família ISO 14040,3 que trata da avaliação do ciclo de vida do produto, ou a família 14020,4 que trata sobre rotulagem ambiental, a grande divulgação no Brasil ainda é relativa ao gerenciamento ambiental, isto é, à Norma ISO 14001.

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Medium 9788521624752

Introdução

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF

Introdução

COMO USAR ESTE LIVRO

Fundamentos de Engenharia – Teoria e Prática tem por objetivo servir como uma ferramenta de referências para complementar seu estudo de engenharia e prática profissional. Você pode usá-lo como uma referência quando necessitar refrescar sua memória sobre um assunto específico ou pode lê-lo e estudá-lo desde o início, na ordem dos capítulos, para uma revisão direta dessa área de conhecimento. A menos que você esteja em um curso ou se preparando para um concurso, provavelmente o utilizará do primeiro modo. Tal como em um dicionário, no qual se busca a definição de palavras desconhecidas, os assuntos podem ser pesquisados de acordo com a necessidade.

Você pode usar os quatro volumes desta obra e seus respectivos índices detalhados para rapidamente encontrar respostas.

Esta obra não é muito diferente de usar qualquer outra referência bem conceituada. Você procura um tópico, lê a explicação, consulta a nomenclatura no início do capítulo para esclarecer o significado das variáveis e a escolha das unidades e faz uso dos dados relevantes contidos nas tabelas e nos apêndices anexos. Algumas dessas etapas podem requerer uma explicação para a qual forneço os tópicos a seguir.

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Medium 9788521632818

Capítulo 10 • Síntese de Antenas

STUTZMAN, Warren L.; THIELE, Gary A. Grupo Gen PDF

Capítulo

10

Síntese de Antenas

10.1

PROBLEMA DE SÍNTESE DE ANTENAS

O estudo de antenas, até aqui, foi de análise, em que o desempenho da antena é determinado, dados o tipo de antena e valores de parâmetros físicos. Além do problema de análise, a engenharia de antenas, como a maioria dos campos da engenharia, também inclui o problema de síntese. A análise de antenas usa formulação analítica, simulação e/ou medidas para entender o funcionamento de uma antena e determinar suas características de desempenho. A síntese de antenas é o reverso da análise: uma estrutura de antena é determinada para alcançar um dado conjunto de especificações de desempenho, em geral um dado diagrama de radiação. O projeto de antenas poderia incorporar análise e síntese, mas, usualmente, aplica julgamento de engenharia às seguintes áreas: formulação das especificações elétricas e mecânicas, seleção do tipo de antena e análise iterativa de desempenho para chegar a uma antena que atenda às especificações.

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Medium 9788521623496

Capítulo 16 - Materiais, Elementos e Manutenção de Esgotos

SHAMMAS, Nazih K.; WANG, Lawrence K. Grupo Gen PDF

Capítulo

16

Materiais, Elementos e

Manutenção de Esgotos

16.1

MATERIAL DA TUBULAÇÃO DE ESGOTO POR GRAVIDADE

Existem vários materiais de tubulação diferentes para sistemas de coleta de águas servidas, cada um com uma característica única aplicável às diferentes condições. As tubulações têm vida útil que variam de 15 a mais de 100 anos, dependendo do tipo de material e do ambiente. Ao examinar uma tubulação, o material utilizado pode ser um indicador de falha mais importante do que a idade. Os quatro materiais de tubulação mais utilizados são o ferro dúctil, o concreto, o plástico e a argila vitrificada.

As considerações de escolha do material da tubulação incluem as condições da vala (condições geológicas), a corrosão, a temperatura, os requisitos de segurança e o custo. As características fundamentais da tubulação são a resistência à corrosão (interior e exterior), fator de lavagem, estanqueidade e características hidráulicas.

Os fabricantes de tubos seguem as exigências da American Society of Testing Materials (ASTM) ou da American Water Works Association (AWWA) quanto aos materiais específicos das tubulações. A especificação de padrões abrange a fabricação dos tubos e determina parâmetros como o diâmetro interno, carga (classes) e espessura da parede (schedule). Os métodos de construção da tubulação variam bastante de acordo com os materiais destas tubulações.

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Medium 9788521624011

Tópico IV 22 - Bioprocessamento

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF

22

 Bioprocessamento

Nomenclatura

A

área de superfície m2

Aplan

área da seção transversal de um leito embalado (packed bed) m2

F fração de DBOs influentes consistindo em esgoto bruto primário

– k taxa constante d-1

Kd razão de morte microbiana, constante cinética

– coeficiente da taxa de reação digestiva –

Kd

L

DBO final (DBO restante no tempo

t = ∞) mg/L

MLSS sólidos em suspensão em líquidos mistos mg/L coeficiente de característica média

– n

P população pessoas fração volátil de sólidos em suspensão –

Pv q carregamento hidráulico m3/m2⋅min

Q taxa de fluxo volumétrico m3/s

R razão de reciclagem

S

DBO mg/L

S concentração mg/L

DBO máxima inicial na zona de

S0 mistura mg/L

SVI

índice de volume de lodo mL/L t tempo s meia-vida d t1/2

V volume m3

V1 entrada de lodo bruto m3/d

V2 acumulação de lodo digerido m3/d

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Medium 9788521622130

8 - Luminotécnica

NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph Grupo Gen PDF

8

Luminotécnica

8.1

CONCEITOS E GRANDEZAS FUNDAMENTAIS

No Cap. 3, vimos como, numa primeira aproximação, podemos indicar os pontos de luz em recintos convencionais. Existem, porém, muitos ambientes interiores e locais exteriores que pedem uma iluminação compatível com a utilização dos pontos de luz. Isso exige do projetista a elaboração de um estudo para o qual são necessários conhecimentos básicos de luminotécnica. A escolha da modalidade de iluminação, dos tipos de lâmpadas e luminárias, sua potência, quantidade, localização, distribuição, comando e controle acham-se indiscutivelmente unidos ao projeto de instalações elétricas, o que justifica a ênfase dada ao assunto neste livro.

Nas considerações teóricas básicas e preliminares, serão definidas grandezas e estabelecidos conceitos, utilizando ao máximo o que se encontra na NBR 5461:1991 – Iluminação – Terminologia, e NBR 5413:1992 – Iluminação de Interiores (em fase de revisão pela ABNT), além do

Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade, no que se refere às unidades empregadas.

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Medium 9788521630098

Capítulo 18. Embreagens e Freios

JUVINALL, Robert C.; MARSHEK, Kurt M. Grupo Gen PDF

18

Embreagens e Freios

18.1 Introdução

Com o deslizamento entre superfícies encontrado em grande parte dos componentes de máquinas — em mancais, em engrenagens, em cames e em muitos outros — torna-se desejável a minimização do atrito nas interfaces, de modo a reduzir a perda de energia e o desgaste. Por outro lado, as embreagens e os freios dependem do atrito para funcionar. Nesses elementos, um dos objetivos é maximizar o coeficiente de atrito, mantendoo uniforme em uma ampla faixa de condições de operação e, ao mesmo tempo, minimizar o desgaste.

A função de uma embreagem é permitir, de forma suave e gradual, o acoplamento e o desacoplamento de dois componentes tendo um eixo de rotação em comum. Um freio atua de forma análoga, a única diferença é que um dos componentes é

fixo. Todas as embreagens e os freios considerados neste texto são do tipo de atrito, dependendo do atrito de deslizamento entre superfícies sólidas. Outros tipos utilizam forças magnéticas, corrente de Foucault e forças hidrodinâmicas. Os acoplamentos fluidos e os conversores de torque, que são tratados no Capítulo 19, são exemplos.

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Medium 9788582604557

Capítulo 9 - Redes celulares de terceira geração

Juergen Rochol Grupo A PDF

capítulo

9

redes celulares de terceira geração

■  ■ 

As redes celulares de terceira geração surgiram com estrondoso sucesso tecnológico e comercial, no começo deste milênio. A rápida popularização desse novo paradigma de acesso à Internet abriu um vasto cenário de serviços e aplicações que podem ser disponibilizados aos usuários, de forma simples e barata. A rede de telecomunicações mundial passou de rede de telefonia a rede de dados, integrando todos os serviços: voz, vídeo e dados. Este capítulo trata dos principais impactos tecnológicos associados às redes celulares de terceira geração que dão suporte a este novo paradigma.

374  

9.1

  Redes de comunicação sem fio

 �introdução

No final da década de 1990, os sistemas celulares 2G, 2,5G e 2,75G se alastraram pelo mundo, tendo um sucesso sem precedentes tanto comercial como tecnicamente. Os smartphones se tornaram uma poderosa ferramenta cada vez mais indispensável na vida cotidiana do cidadão comum. Os novos sistemas celulares oferecem conexão permanente à Internet, além de um leque de aplicações que cresce dia a dia (BEREZDIVI;

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Medium 9788521618782

Capítulo 22 - Poluição e Tratamento da Água

BOTKIN, Daniel B.; KELLER, Edward ª Grupo Gen PDF

Capítulo 22

Poluição e

Tratamento da Água

OBJETIVOS DE

APRENDIZADO

A degradação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos é um problema sério, cujos efeitos não são totalmente conhecidos. Há uma série de medidas que podem ser tomadas para tratar a água e minimizar a poluição. Após a leitura deste capítulo, deve-se saber:

Destruição a leste de Burgaw, Carolina do Norte, durante uma inundação causada pelo furacão Floyd em 1999. A enchente inundou fazendas de suínos, matando milhares de animais. Suas carcaças, fezes e urina fluíram por casas, igrejas e escolas, causando um importante evento de poluição.

022botkin7ed.indd 450

• Qual a constituição da água poluída e quais as principais categorias de poluentes existentes.

• Por que a falta de água potável livre de doença é o principal problema de poluição da água em muitas localidades ao redor do mundo.

• Como diferem as fontes pontuais e difusas de poluição da água.

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Medium 9788521621676

4 - Alimentação da Rede de Tração Elétrica

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF

4

Alimentação da Rede de Tração Elétrica

4.1 Funções da Rede de Alimentação ............................186

4.2 Sistemas de Alimentação: Classificação e Histórico ...............................................................187

4.3 Escolha do Sistema de Alimentação .........................191

4.4 Estrutura Básica da Rede Elétrica de Tração ............194

4.5 Circuito de Tração ....................................................211

4.6 Alimentadores, Cabines de Paralelismo e Cross

Bonds ......................................................................233

4.7 Resistência e Impedância do Circuito de Tração .......234

4.8 Cálculo das Quedas de Tensão no Circuito de Tração.................................................................244

4.9 Rendimento do Circuito de Tração............................258

4.10 Influência do Circuito de Tração na Potência que

Pode Ser Desenvolvida pelos Trens ..........................259

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Medium 9788521617556

16 - MISTURA

CANEDO, Eduardo Luis Grupo Gen PDF

488

C APÍTULO 16

16

MISTURA

16.1 INTRODUÇÃO

16.4 DISPERSÃO DE LÍQUIDOS IMISCÍVEIS

16.2 MISTURA LAMINAR

16.5 MISTURADORES

16.3 TEMPO DE RESIDÊNCIA

16.1

INTRODUÇÃO

O processo de mistura consiste na obtenção de um material mais ou menos homogêneo e de propriedades uniformes, a partir de dois ou mais materiais com propriedades diferentes. O processo de mistura envolve geralmente sistemas multicomponentes, frequentemente sistemas multifásicos (heterogêneos). Vamos considerar somente o processo de mistura física, sem a participação de reações químicas entre as componentes do sistema. O processo de mistura é uma das operações básicas no processamento de materiais. Está presente em praticamente todos os processos de todo tipo de materiais (polímeros, cerâmicos, metais). O processo de mistura é certamente o mais comum e difundido, e talvez o mais importante dos estágios elementares (ou “operações unitárias”) do processamento de materiais.

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Medium 9788521626374

Capítulo 11 - Projeto de Reator Não Isotérmico — O Balanço de Energia em Regime Estacionário e Aplicações de PFR Adiabático

FOGLER, H. Scott Grupo Gen PDF

Projeto de Reator

Não Isotérmico —

O Balanço de

Energia em Regime

Estacionário e

Aplicações de PFR

Adiabático

11

Se você não pode aguentar o calor, saia da cozinha.

Harry S. Truman

Visão Geral. Como a maioria das reações não são conduzidas isotermicamente, focalizaremos agora nossa atenção nos efeitos térmicos sobre os reatores químicos. As equações básicas de balanço molar, leis de velocidade e relações estequiométricas derivadas e utilizadas nos Capítulos 5 e 6 para o projeto de reator isotérmico ainda são válidas para o projeto de reatores não isotérmicos, assim como o algoritmo de ERQ. A diferença principal está no método de avaliação da equação dos balanços molares quando a temperatura varia ao longo do comprimento de um PFR ou quando calor é removido de um CSTR. Este capítulo está estruturado como segue:

•• A Seção 11.1 mostra por que precisamos do balanço de energia e como ele será utilizado para resolver problemas de projeto de reatores.

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Medium 9788521632368

21. Propriedades ópticas

CALLISTER Jr., William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF

21 �Propriedades Ópticas

(a) Diagrama esquemático ilustrando a operação de uma célula solar fotovoltaica. A célula, propriamente dita, é feita de silício policristalino fabricado para formar uma junção p-n (veja as Seções 18.11 e 18.15). Os fótons de luz do Sol excitam os elétrons para dentro da banda de condução no lado n da junção e criam buracos no lado p.

Esses elétrons e buracos são conduzidos para longe da junção em direções opostas e tornam-se parte de uma corrente externa.

Cortesia do Research Institute for Sustainable Energy (Instituto de Pesquisas para

Energia Sustentável) (www.rise.org.au) e Murdoch University

Capítulo

Carga

Luz do Sol

Corrente

silício do tipo n

Junção silício do tipo p

Fótons

Fluxo de elétrons

+

+

Fluxo de

“buracos”

(a)

© Brainstorm1962/iStockphoto

© Gabor Izso/iStockphoto

(c) Uma casa com vários painéis solares.

(b)

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