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Medium 9788521630180

Capítulo 5 - Cálculo de Propriedades

MATSOUKAS, Themis Grupo Gen PDF

Capítulo 5

Cálculo de Propriedades

Até aqui, nos defrontamos com várias propriedades termodinâmicas: volume molar, energia interna, entalpia, entropia, capacidades caloríficas. Todas são funções de estado, o que significa que são determinadas uma vez que o estado seja especificado. Uma consequência imediata de importância prática é que as propriedades termodinâmicas podem ser tabeladas definitivamente. Tabulações, no entanto, têm suas limitações.

Tabelas não são práticas para cálculos de balanços como aqueles envolvidos em projetos de larga escala e, evidentemente, não é prático tabelar propriedades de todas as subs‑ tâncias concebíveis em todos os estados concebíveis. Daí a necessidade de desenvolver metodologias para o cálculo numérico de propriedades termodinâmicas. Neste capí‑ tulo, temos dois objetivos principais: (a) desenvolver relações entre as várias proprie‑ dades termodinâmicas e (b) desenvolver metodologias para o cálculo de entalpia e entropia em função de pressão e temperatura. Nosso foco continua sobre fluidos puros.

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Medium 9788577806577

17. Microprocessadores

Bolton, William Grupo A - Bookman PDF

17

Microprocessadores

OBJETIVOS

Ao final do estudo deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Descrever a estrutura básica de um sistema microprocessado.

• Descrever a arquitetura de microprocessadores comuns e como eles podem ser incorporados em sistemas microprocessados.

• Descrever a estrutura básica de microcontroladores e como os seus registradores podem ser configurados para executar tarefas.

• Explicar como os programas podem ser desenvolvidos usando-se fluxogramas e pseudocódigo.

17.1 Controle

Se analisarmos um simples problema de controle, como, por exemplo, o sequenciamento das luzes vermelha, amarela e verde de um semáforo em um cruzamento, é possível que resolvamos o problema usando um sistema de controle eletrônico que envolve circuitos integrados de lógica combinacional e sequencial. Entretanto, para uma situação mais complexa haverá muito mais variáveis para controlar em uma sequência de controle mais complexa. A solução mais simples neste caso não seria a construção de um sistema baseado em conexões de circuitos integrados de lógica combinacional e sequencial, mas o uso de um microprocessador associado a um software para fazer as “interconexões”.

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Medium 9788521615361

CAPÍTULO 4 - TRABALHO, POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA

SILVA FILHO, Matheus Teodoro da Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

4

TRABALHO, POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA

4.1 TRABALHO ELÉTRICO

A definição física de trabalho é:

Trabalho = Força × Deslocamento

Quando os elétrons livres estão em movimento, sob a ação de uma força eletromotriz, o trabalho elétrico realizado sobre eles é dado por:

W = V · q,

(4.1)

I=

(3.1)

sendo:

W: trabalho elétrico, em joules (J);

V: força eletromotriz ou tensão, em volts (V); q: carga elétrica, em coulombs (C).

Da definição de corrente elétrica, temos:

ou q=I·t

(3.1a)

Substituindo a Equação 3.1a na Equação 4.1, temos:

W=V·I·t

(4.2)

V = R · I,

(3.3a)

W = R . I2 · t

(4.3)

Como, pela lei de Ohm,

temos também:

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16  

Capítulo Quatro

4.2 ENERGIA ELÉTRICA

Energia é a capacidade de produzir trabalho. A energia tem a mesma unidade física de trabalho, o joule (J), e utilizam-se as mesmas equações para se calcular o trabalho realizado e a energia consumida.

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Medium 9788521628170

6 - VIGAS DE ALMA CHEIA

PFEIL, Walter; PFEIL, Michèle Grupo Gen PDF

Capítulo 6

Vigas de Alma Cheia

6.1

INTRODUÇÃO

6.1.1

Conceitos Gerais

No projeto no estado limite último de vigas sujeitas à flexão simples calculam-se, para as seções críticas, o momento e o esforço cortante resistentes de projeto para compará-los aos respectivos esforços solicitantes de projeto. Além disso, devem-se verificar os deslocamentos no estado limite de utilização.

A resistência à flexão das vigas pode ser afetada pela flambagem local e pela flambagem lateral. A flambagem local é a perda de estabilidade das chapas comprimidas componentes do perfil (ver Seção 5.5), a qual reduz o momento resistente da seção.

Na flambagem lateral a viga perde seu equilíbrio no plano principal de flexão (em geral vertical) e passa a apresentar deslocamentos laterais e rotações de torção (Fig. 6.1b). Para evitar a flambagem de uma viga I, cuja rigidez à torção é muito pequena, é preciso prover contenção lateral à viga.

A resistência ao esforço cortante de uma viga pode ser reduzida pela ocorrência de flambagem da chapa de alma sujeita às tensões cisalhantes.

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Medium 9788521624752

Tópico XIV - 66 - Eletricidade Trifásica

LINDEBURG, Michael R. Grupo Gen PDF

Circuitos

66

  Eletricidade Trifásica

2.  GERAÇÃO DA TENSÃO TRIFÁSICA

  1. Benefícios da Potência Trifásica

  2. Geração da Tensão Trifásica

  3. Sistemas de Distribuição

  4. Cargas Equilibradas

  5. Cargas Conectadas em Delta

  6. Cargas Conectadas em Estrela

  7. Conversões Delta-Estrela

  8. Cálculos por Unidade

  9. Cargas Desequilibradas

10. Transformadores Trifásicos

11. Método dos Dois Wattímetros

12. Falhas e Corrente de Falha

A Fig. 66.1(a) mostra a representação simbólica de um gerador AC que produz três tensões senoidais iguais. A tensão gerada em cada bobina é conhecida como tensão de fase, Vp, ou tensão de enrolamento. (Tensões trifásicas são quase sempre especificadas como valores eficazes.)

Devido primariamente à localização dos enrolamentos, as três senoides são deslocadas de 120° em fase, conforme mostrado na Fig. 66.1(b). Se Va é escolhida como a tensão de referência, então as Eqs. 66.1 a 66.3 representam as formas fasoriais das três senoides. A qualquer momento, a soma vetorial dessas três tensões é zero.

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Medium 9788521625780

5 Motores Elétricos: Seleção, Características Operacionais e Problemas

MILLER, Rex; MILLER, Mark Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

5

Motores Elétricos:

Seleção,

Características

Operacionais e

Problemas

Miller 05PDFG.indd 95

10.12.13 20:11:12:10

96  Capítulo 5

OBJETIVOS DE DESEMPENHO

Após estudar este capítulo, você deverá:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

8.

9.

10.

11.

12.

13.

Conhecer o princípio de operação de motores CC.

Conhecer como os motores operam.

Saber como dar partida em um motor.

Conhecer os diferentes tipos de motores.

Conhecer as diferenças entre os motores CC e CA.

Conhecer como selecionar o tipo e o tamanho adequado de um motor para uma dada tarefa.

Conhecer como diagnosticar defeitos nos motores, analisando a tabela de possíveis causas/medidas corretivas.

Conhecer como se usa um multímetro para testar a refrigeração do circuito motor.

Conhecer como operam contatores, chaves de partida e relés.

Conhecer como operam os dispositivos de proteção contra sobrecarga de motores.

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Medium 9788521620686

Capítulo Três - Química

MIHELCIC, James R.; ZIMMERMAN, Julie Grupo Gen PDF

capítulo/Três Química

James R. Mihelcic, Noel R.

Urban, Judith A. Perlinger

Este capítulo apresenta diversos processos químicos importantes que descrevem o comportamento de compostos químicos tanto em sistemas naturais quanto em sistemas artificiais. O capítulo inicia-se com uma discussão das diferenças entre atividade e concentração. Ele então cobre a estequiometria das reações e as leis da termodinâmica seguindo-se pela aplicação desses princípios a uma variedade de processos em equilíbrio. As bases da cinética química são explicadas assim como as leis de velocidade de reação encontradas comumente em problemas ambientais.

Seções Principais

3.1

Enfoques na Química Ambiental

3.2

Atividade e Concentração

3.3

Estequiometria das Reações

3.4

Leis da Termodinâmica

3.5

Volatilização

3.6

Equilíbrio Ar-Água

3.7

Química Ácido-Base

3.8

Oxidação e Redução

3.9

Precipitação e Dissolução

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Medium 9788521621614

18. O Potencial Eólico Brasileiro

PINTO, Milton de Oliveira Grupo Gen PDF

18

O Potencial Eólico

Brasileiro

Abandonei-me ao vento.

Quem sou, pode explicar-te o vento que me invade

Carlos Nejar

Oliveira Pinto 18.indd 277

5/10/2012 18:37:22

Parque eólico em Rio do Fogo, Rio Grande do Norte.

Foto: Hillary Lucena, 2009, Creative Commons.

Oliveira Pinto 18.indd 278

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18.1 O Atlas Eólico do Ceará

Em 1998 foi lançado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) o Atlas Eólico da Região Nordeste, com o apoio da Aneel e do Ministério de Ciência e Tecnologia. Assim, em 2001, impulsionada pela repercussão eólica do momento, a Secretaria da Infraestrutura do Governo do Estado do Ceará publicou o Atlas do Potencial Eólico do Estado do Ceará. Foram considerados os dados anemométricos de 33 estações no Ceará e Região Nordeste, com medições da velocidade do vento na faixa de altura entre 10 e 50 m em intervalos de 30 a 60 min, cobrindo boa parte do estado, exceção feita apenas para as áreas serranas. As estações mais representativas foram inspecionadas em seu próprio local.

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Medium 9788521615538

Capítulo 14 - Tópicos em Equilíbrios de Fases

SMITH, Joe Mauk; VAN NESS, Hendrick C.; ABBOTT, Michael M. Grupo Gen PDF

Capítulo 14

Tópicos em Equilíbrios de Fases

O Capítulo 10 apresenta os modelos mais simples para o equilíbrio líquido/vapor, baseados nas leis de Raoult e de Henry, a partir de um ponto de vista empírico. Os cálculos usando a lei de Raoult modificada, descritos na

Seção 10.5, são adequados para muitos objetivos, mas estão limitados às baixas pressões. Conseqüentemente, as seções iniciais do presente capítulo apresentam dois procedimentos de cálculo gerais para o ELV, o primeiro através de uma extensão da lei de Raoult modificada e o segundo através de equações de estado. O fundamento teórico de ambos os procedimentos é apresentado no Capítulo 11. O restante desse capítulo lida, de uma forma mais geral, com equilíbrio de fases, com considerações feitas em seções separadas sobre equilíbrios líquido/ vapor, líquido/líquido/vapor, sólido/líquido, sólido/vapor, equilíbrio na adsorção e equilíbrio osmótico.

14.1

A FORMULAÇÃO GAMMA/PHI DO ELV

A lei de Raoult modificada inclui o coeficiente de atividade para levar em conta as não-idealidades na fase líquida, mas é limitada pela consideração de fase vapor ideal. Isso é superado pela introdução do coeficiente de fugacidade da fase vapor. Para a espécie i em uma mistura vapor, a Eq. (11.52) é escrita:

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Medium 9788563308191

Síntese gráfica de mec anismos

Norton, Robert Grupo A - AMGH PDF

Capítulo

3

3

sÍntese GRáfiCa de meCanismos

O gênio é 1% inspiração e 99% transpiração. thomAs A. edison

3.0

intRodUção

Muitas  práticas  de  projeto  em  engenharia  envolvem  uma  combinação  de  síntese  e  análise. Muitas áreas da engenharia lidam primeiro com análises técnicas para várias situações. Contudo, um engenheiro não pode analisar nada até que seja sintetizado na realidade. 

Muitos problemas de projeto de máquinas requerem a criação de mecanismos com características de movimentos particulares. Talvez você precise mover uma peça de uma posição A  para uma posição B em um intervalo de tempo preestabelecido. Talvez você precise identificar  uma trajetória particular no espaço a fim de inserir uma parte dela em um conjunto. As possibilidades são infinitas, mas um denominador comum é sempre a necessidade de um mecanismo,  com a intenção de gerar o movimento desejado. Assim, exploraremos agora algumas técnicas  simples para habilitá -lo a criar soluções potenciais de projeto de mecanismos para algumas   típicas aplicações cinemáticas.

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Medium 9788521613930

Capítulo 23. Balanços Macroscópicos para Sistemas Multicomponentes

LIGHTFOOT, Neil R.; BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 23

BALANÇOS MACROSCÓPICOS PARA

SISTEMAS MULTICOMPONENTES

23.1

BALANÇOS

23.2 BALANÇOS

MACROSCÓPICOS DE MASSA

23.5

USO

MACROSCÓPICOS DE MOMENTO E DE

23.6 USO

MOMENTO ANGULAR

23.3 BALANÇO

MACROSCÓPICO DE ENERGIA

23.4 BALANÇO

MACROSCÓPICO DE ENERGIA

DOS BALANÇOS MACROSCÓPICOS PARA

RESOLVER PROBLEMAS EM REGIME PERMANENTE

DOS BALANÇOS MACROSCÓPICOS PARA

RESOLVER PROBLEMAS EM REGIME TRANSIENTE

MECÂNICA

As aplicações das leis de conservação de massa, de momento e de energia a sistemas de engenharia em escoamento foram discutidas no Cap. 7 (sistemas isotérmicos) e no Cap. 15 (sistemas não-isotérmicos). Neste capítulo, continuaremos a discussão introduzindo três fatores adicionais não encontrados nos capítulos anteriores: (a) o fluido no sistema é composto de mais de uma espécie química; (b) reações químicas podem estar ocorrendo, juntamente com variações de composição e produção ou consumo de calor e (c) massa pode estar entrando no sistema através das superfícies de contorno (isto é, através das superfícies diferentes dos planos 1 e 2). Vários mecanismos pelos quais a massa pode entrar ou sair através das superfícies de contorno do sistema são mostradas na Fig. 23.0-1.

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Medium 9788521630098

Capítulo 13. Lubrificação e Mancais Deslizantes

JUVINALL, Robert C.; MARSHEK, Kurt M. Grupo Gen PDF

13

13.1

Lubrificação e Mancais

Deslizantes

13.2 Tipos de Mancais Deslizantes

Tipos de Lubrificantes

A palavra mancal, aplicada a uma máquina ou estrutura, referese a superfícies em contato através das quais uma carga é transmitida. Quando ocorre um movimento relativo entre as superfícies, é normalmente desejável minimizar-se o atrito e o desgaste. Qualquer substância interposta às superfícies que reduza o atrito e o desgaste é um lubrificante. Os lubrificantes geralmente são líquidos, mas podem ser sólidos, como o grafite, TFE1 ou o bissulfeto de molibdênio, ou gasosos, como ar pressurizado.

Os lubrificantes líquidos que são óleos são caracterizados por sua viscosidade (veja a Seção 13.5), porém outras propriedades também são importantes. Os óleos lubrificantes possuem nomes que caracterizam estas propriedades. Os óleos modernos, em geral, contêm um ou mais aditivos elaborados de modo a propiciar ao óleo fluidez a baixas temperaturas — os baixos pontos de fluidez; apresentam uma menor variação da viscosidade com a temperatura — o índice de viscosidade aumenta; resistem à formação de espuma quando agitados por máquinas de alta velocidade — os antiespumantes; resistem à oxidação a altas temperaturas — os inibidores de oxidação; previnem a corrosão de superfícies metálicas — os inibidores de corrosão; e minimizam a formação de borra nos motores e reduzem a taxa com a qual esta borra se deposita nas superfícies metálicas — os detergentes e os dispersantes; e reduzem o atrito e o desgaste quando uma camada completa do filme lubrificante não puder ser mantida — os aditivos antidesgaste.

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Medium 9788521630296

16 - ESTIMATIVA DOS PARÂMETROS DA LINHA DE TRANSMISSÃO EM TEMPO REAL

BERGER, Lars Torsten; INIEWSKI, Krzysztof Grupo Gen PDF

16

ESTIMATIVA DOS PARÂMETROS

DA LINHA DE TRANSMISSÃO

EM TEMPO REAL

Wenyuan Li, Paul Choudhury e Jun Sun

16.1 INTRODUÇÃO

Parâmetros de linha de transmissão incluem resistência, reatância e admitância para a terra, que são dados de entrada importantes para a modelagem dos sistemas de energia, para os cálculos de fluxo de potência, avaliação da estabilidade, projeto de proteção de linha e outras aplicações relevantes [1]. Na atual prática da concessionária, os parâmetros de uma linha de transmissão são calculados usando teoricamente fórmulas derivadas, baseadas nas informações de tamanho, comprimento, estrutura e tipo da linha

[2], assumindo-se que tais informações são constantes na modelagem do fluxo de potência. É obvio que existe uma diferença entre os parâmetros calculados e os reais, porque a resistência, reatância e admitância das linhas variam na vida real de acordo com as condições ambientais e climáticas (como temperatura e velocidade do vento) [2, 3]. Alguns métodos têm sido desenvolvidos para medir a resistência e a reatância de uma linha [4, 5]. No entanto, a admitância equivalente para a terra, que representa a carga de potência reativa, não é diretamente mensurável. Além disso, uma medição off-line instantânea dos parâmetros de resistência e de reatância não é boa o suficiente para aplicações em tempo real, já que ambiente e clima variam de tempos em tempos. A suposição de parâmetros constantes pode criar um erro inaceitável, em especial quando o ambiente ou o clima em torno da linha passam por mudança relativamente grande.

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Medium 9788521625254

3 - Geração de Eletricidade

PINTO, Milton de Oliveira Grupo Gen PDF

Geração de Eletricidade

21

3

Geração de

Eletricidade

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11/10/13sexta-feira 18:30

3.1 As Formas de Geração

Basicamente, há três fontes naturais de energia para geração de eletricidade em grande escala: fóssil, aquática (ou hídrica) e nuclear. A Figura 3.1 mostra a geração de eletricidade mundial, pela origem dessa geração, no período de 1971 a 2010.

Há, obviamente, uma conexão entre o nível de consumo energético de um país e o seu próprio desenvolvimento. No mundo moderno, a melhora das condições de vida está intrinsecamente ligada ao acesso direto à energia elétrica. Na verdade, o consumo de energia elétrica per capita é tomado como índice de desenvolvimento de um país. Desse modo, é incongruente pensar em uma nação desenvolvida sem acesso à energia.

O consumo de energia elétrica tem aumentado em todos os ramos, seja ele residencial, comercial ou industrial. O fato de os combustíveis fósseis serem recursos limitados, aliado ao impacto ambiental que proporcionam, fez com que vários países explorassem fontes alternativas de energia. Energia alternativa é, geralmente, definida como qualquer fonte de energia que não seja baseada em combustíveis fósseis ou em reações nucleares. A eletricidade gerada por meio da ação do vento, dos raios do

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Medium 9788577802364

15 Circuitos Monofásicos

Gussow, Milton Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 15 • CIRCUITOS MONOFÁSICOS

345

onde VR = queda de tensão na resistência, V

VL = queda de tensão na indutância, V

VC = queda de tensão na capacitância, V

A queda de tensão através da resistência está em fase com a corrente que passa pela resistência (Figura 15-1b).

A tensão através da indutância está adiantada em relação à corrente na indutância em 90º. A tensão através da capacitância está atrasada em relação à corrente na capacitância em 90º (Figura 15-1b). Como VL e VC estão exatamente

180º fora de fase e agem exatamente em sentidos opostos, se somam algebricamente. Quando XL é maior do que XC, o circuito é indutivo, VL é maior do que VC e I está atrasada em relação a VT (Figura 15-1c).

Quando XC é maior do que XL, o circuito é capacitivo. Agora VC é maior do que VL, de forma que I está adiantada em relação a VT (Figura 15-2).

I, referência

arctg

(a) Diagrama de fasores, VC > VL

(b) Triângulo dos fasores de tensão, VC > VL

Figura 15-2 R, XL e XC em série; XC > XL para um circuito capacitivo.

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