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Medium 9788521620679

7. Ensaio de Fluência

GARCIA, Amauri; SPIM, Jaime Alvares; SANTOS, Carlos Alexandre dos Grupo Gen PDF

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Ensaio de Fluência

  �Frequentemente materiais são submetidos a operações por longos períodos sob condições de elevada temperatura e tensão mecânica estática. Essas condições são favoráveis a mudanças de comportamento dos materiais em função do processo de difusão dos átomos, do movimento de discordâncias, do escorregamento de contornos de grão e da recristalização.

Para a análise desse comportamento, é utilizado o ensaio de fluência, que consiste na aplicação de uma carga inicial e constante em um material durante um período de tempo, quando submetido a temperaturas elevadas (Fig. 7.1). O objetivo do ensaio é a determinação da vida útil do material nessas condições. Entre os principais materiais ensaiados em fluência, podem ser citados os empregados em instalações de refinarias petroquímicas, usinas nucleares, indústria aeroespacial, tubulações, turbinas etc. Esse ensaio não constitui um ensaio de rotina devido ao grande tempo necessário para a sua realização, motivo pelo qual foram desenvolvidas técnicas de extrapolação de resultados para longos períodos e ensaios alternativos em condições severas.

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Medium 9788521618843

1 - ELEMENTOS DA PROTEÇÃO

MAMEDE FILHO, João; MAMEDE, Daniel Ribeiro Grupo Gen PDF

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ELEMENTOS DA PROTEÇÃO

1.1 INTRODUÇÃO

Na operação dos sistemas elétricos de potência surgem, com certa frequência, falhas nos seus componentes que resultam em interrupções no fornecimento de energia aos consumidores conectados a esses sistemas, com a consequente redução da qualidade do serviço prestado.

A falha mais comum em qualquer sistema de potência é o curto-circuito, que dá origem a correntes elevadas circulando em todos os elementos energizados, tendo como resultado severos distúrbios de tensão ao longo de todo o sistema elétrico, ocasionando, muitas vezes, danos irreparáveis ao sistema e às instalações das unidades consumidoras.

Além do curto-circuito, a sobrecarga é outro fator de anormalidade nos sistemas de potência que pode originar danos materiais significativos.

Além desses, existem outros dois eventos, não menos severos, que podem ocorrer nos sistemas elétricos: as sub e sobretensões com diferentes origens, de descargas atmosféricas e manobras, entre outras. Algumas vezes estão associadas aos curtos-circuitos.

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Medium 9788521634362

11 - Projeto através da Resposta em Frequência

NISE, Norman S. Grupo Gen PDF

Projeto através da

Resposta em Frequência

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Resultados de Aprendizagem do Capítulo

Após completar este capítulo, o estudante estará apto a: zz

Utilizar técnicas de resposta em frequência para ajustar o ganho para atender a uma especificação de resposta transitória (Seções 11.1-11.2) zz

Utilizar técnicas de resposta em frequência para projetar compensadores em cascata para melhorar o erro em regime permanente (Seção 11.3) zz

Utilizar técnicas de resposta em frequência para projetar compensadores em cascata para melhorar a resposta transitória (Seção 11.4) zz

Utilizar técnicas de resposta em frequência para projetar compensadores em cascata para melhorar ambos, o erro em regime permanente e a resposta transitória (Seção 11.5)

Resultados de Aprendizagem do Estudo de Caso

Você será capaz de demonstrar seu conhecimento dos objetivos do capítulo com os estudos de caso como a seguir: zz

Dado o sistema de controle de posição de azimute de antena mostrado nas guardas dianteiras, você será capaz de utilizar técnicas de resposta em frequência para projetar o ganho para atender a uma especificação de resposta transitória. zz

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Medium 9788521626312

Capítulo 20 – Questões Econômicas, Ambientais e Sociais na Ciência e Engenharia de Materiais

CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF

Capítulo

20

Questões Econômicas,

Ambientais e Sociais na Ciência e Engenharia de Materiais

(a) Fotografia que mostra latas de bebidas feitas de uma liga de alumínio (à esquerda) e de uma liga de aço (à direita). A lata de bebidas em aço corroeu significativamente e, portanto, é biodegradável e não reciclável. De maneira contrária, a lata de alumínio não é biodegradável e é reciclável, uma vez que sofreu muito pouca corrosão.

(a)

(b) Fotografias mostrando um garfo feito do polímero biodegradável ácido polilático em vários estados de degradação. Como pode ser observado, o processo total de degradação levou aproximadamente 45 dias.

(b)

(c)

(c) Fotografia que mostra itens familiares de piquenique, alguns dos quais são recicláveis e/ ou possivelmente não biodegradáveis (um deles é comestível).

[A Figura (b) é uma cortesia de Roger Ressmeyer/© Corbis; a Figura (c) é uma cortesia de Jennifer Welter.]

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Callister Cap 20.indd 712

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Medium 9788521613329

7 - DEFLEXÃO DE VIGAS

CRAIG Jr., Roy R. Grupo Gen PDF

DEFLEXÃO DE VIGAS

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7.1 INTRODUÇÃO

Momentos e forças transversais aplicadas a vigas fazem com que elas sofram deflexão lateral, como ilustrado na Fig. 6.1 e na Fig.

7.1. No Cap. 6, determinamos uma relação entre a curvatura da curva de deflexão de uma viga e o momento fletor em uma seção transversal. Neste capítulo vamos relacionar a curvatura e a inclinação de vigas ao seu carregamento e suporte. Como indicado na Fig. 7.1a, a curva de deflexão é caracterizada por uma função v(x) que dá o deslocamento transversal (i.e., deslocamento na direção y) dos pontos que se situam ao longo do eixo da viga. A inclinação da curva de deflexão é denominada ␪(x).

Existem diversas razões para se considerar a deflexão de vigas. Por exemplo, podemos precisar conhecer a deflexão máxima de uma dada viga sob um certo conjunto de cargas. Como ilustrado na Fig. 7.2, a deflexão máxima pode ocorrer em uma extremidade não apoiada da viga, (␦C), ou ela pode ocorrer em uma seção interior onde a inclinação vai a zero, (␦D). Por exemplo, as vigas da carreta na Fig. 7.3a não devem defletir muito sob uma carga a ponto de o vão entre a carroceria e o chão se tornar inaceitavelmente pequeno. Da mesma forma, as vigas que apóiam o pavimento de uma ponte devem ser projetadas para ter, inicialmente, uma determinada curvatura para cima (deflexão) (Fig. 7.3b), de forma que se tornem retas quando carregadas (Fig. 7.3c).

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