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Medium 9788521633662

13 - Circuitos Integrados Reguladores de Tensão

DUARTE, Marcelo de Almeida LTC PDF

13

Circuitos Integrados

Reguladores de

Tensão

Outro circuito capaz de realizar a regulação de tensão de uma fonte de alimentação, com excelentes resultados práticos e poucas limitações de uso, pode ser realizado com circuitos integrados eletrônicos, fabricados especificamente para essa função.

Antes da análise dos circuitos reguladores, que será realizada no próximo capítulo, serão definidos os circuitos integrados eletrônicos propriamente ditos, além do estudo de algumas características dos circuitos integrados mais utilizados na prática para regulação de tensão: os reguladores das famílias 78XX, 79XX e suas variações.

Algumas ideias sobre os reguladores LM 317 e LM 337, que permitem o ajuste das tensões de saída das fontes, também serão brevemente descritas neste capítulo.

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Capítulo 13

13.1  Circuitos Integrados Eletrônicos

Os circuitos integrados são componentes eletrônicos constituídos por diversos componentes discretos, elétricos e eletrônicos (resistores, transistores, diodos etc.), construídos em um único invólucro e interligados entre si, de modo a desempenhar uma determinada função.

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Medium 9788521630708

Capítulo 18. Embreagens e Freios

JUVINALL, Robert C.; MARSHEK, Kurt M. LTC PDF

18

Embreagens e Freios

18.1 Introdução

Com o deslizamento entre superfícies encontrado em grande parte dos componentes de máquinas — em mancais, em engrenagens, em cames e em muitos outros — torna-se desejável a minimização do atrito nas interfaces, de modo a reduzir a perda de energia e o desgaste. Por outro lado, as embreagens e os freios dependem do atrito para funcionar. Nesses elementos, um dos objetivos é maximizar o coeficiente de atrito, mantendoo uniforme em uma ampla faixa de condições de operação e, ao mesmo tempo, minimizar o desgaste.

A função de uma embreagem é permitir, de forma suave e gradual, o acoplamento e o desacoplamento de dois componentes tendo um eixo de rotação em comum. Um freio atua de forma análoga, a única diferença é que um dos componentes é

fixo. Todas as embreagens e os freios considerados neste texto são do tipo de atrito, dependendo do atrito de deslizamento entre superfícies sólidas. Outros tipos utilizam forças magnéticas, corrente de Foucault e forças hidrodinâmicas. Os acoplamentos fluidos e os conversores de torque, que são tratados no Capítulo 19, são exemplos.

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Medium 9788521625780

8 Condensadores, Resfriadores de Líquido e Torres de Resfriamento

MILLER, Rex; MILLER, Mark LTC PDF

CAPÍTULO

8

Condensadores,

Resfriadores de Líquido e Torres de

Resfriamento

Miller 08PDFG.indd 231

10.12.13 21:58:52:10

232  Capítulo 8

OBJETIVOS DE DESEMPENHO

Após estudar este capítulo, você deverá:

1. Compreender a função e a operação dos vários tipos de condensadores.

2. Conhecer os diferentes tipos de condensadores.

3. Conhecer o propósito e os princípios de operação dos resfriadores de líquido (chillers).

4. Saber como as torres de resfriamento operam e por que elas são empregadas.

5. Conhecer os diferentes tipos de torres de resfriamento e como limpá-las adequadamente.

Alguns sistemas de resfriamento são projetados especificamente para aplicações de grande porte em escolas, lojas e plantas industriais. Esses sistemas utilizam diversas técnicas e tecnologias bem consolidadas para atingir seus objetivos. Dois desses sistemas são discutidos a seguir: resfriamento radiante e resfriamento evaporativo.

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Medium 9788521625759

6 - Entrando em Guerra Contra Esse Mar de Problemas

RICHTER, Burton LTC PDF

6

Entrando em Guerra Contra Esse

Mar de Problemas

6.1

INTRODUÇÃO

Este capítulo começa a discussão sobre como podemos sair da armadilha da mudança climática na qual o mundo se encontra em decorrência do crescimento econômico, do crescimento populacional e da falta de compreensão sobre como as nossas ações afetam o nosso ambiente. Embora os mais pobres estejam melhores do que estavam um século atrás, o aquecimento global irá reverter a melhoria nas vidas de todos, a menos que façamos algo a respeito. A origem do problema está no uso da energia para alimentar a economia mundial e nas práticas agrícolas que empregamos para alimentar a população mundial. O problema é solucionável, mas a solução exige uma ação global.

Todos os grandes emissores de gases do efeito estufa agora concordam que o problema é real, mas não chegaram a um acordo sobre como dividir o ônus de limpar as coisas. Será difícil conceber um sistema de ação que permita às nações em desenvolvimento continuar a melhorar o bem-estar dos seus cidadãos enquanto também reduzem as emissões. As consequências estão no futuro, enquanto a ação tem de começar no presente, e isso cria problemas políticos difíceis para todas as nações porque os custos existem agora, enquanto os benefícios virão mais tarde

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Medium 9788563308191

Transmissões por engrenag ens

Norton, Robert Grupo A - AMGH PDF

Capítulo

9

tRansmissões PoR enGRenaGens

Cíclico ou epicíclico, orbe em orbe.

John milton, pArAíso perdido

9.0

intRodUção

A referência mais antiga conhecida sobre a transmissão por engrenagens remete a um ensaio de Hero de Alexandria (século 100 a.C.). Transmissões por engrenagens são amplamente  aplicadas em máquinas e mecanismos, desde abridores de latas até navios porta-aviões. Quando é necessária a mudança da velocidade ou do torque de um dispositivo rotativo, uma transmissão por engrenagens ou outra similar, como a por correias ou correntes, provavelmente será  utilizada. Este capítulo irá abordar a teoria do funcionamento de dentes das engrenagens e o  projeto destes dispositivos de controle de movimentos. Os cálculos envolvidos neste processo  são considerados triviais quando comparados com os de cames e mecanismos de barras. O formato de dentes das engrenagens se tornou bastante normatizado devido a questões cinemáticas  que iremos explorar.

Engrenagens de diversos tamanhos e tipos são produzidas por muitas empresas. Transmissões prontas de diversas relações de redução também são encontradas para venda. O projeto cinemático de transmissões por engrenagens inclui a escolha de relações de redução apropriadas  e diâmetros de engrenagens. Um projeto de redutor por engrenagens completo deve levar em  consideração o cálculo de esforços e também de fadiga aos quais os dentes das engrenagens  estarão sujeitos. Este texto não irá abordar aspectos de análise de fadiga do projeto de engrenagens, existem muitos outros que têm como foco este tema. Alguns deles estão listados na  bibliografia ao final deste capítulo. Nele é abordada a cinemática da teoria de dentes de engrenagens, tipos de engrenagens e projeto cinemático do conjunto de engrenagens e transmissões  por engrenagens simples, compostas, reversas e epicicloidais. Transmissões por correntes e  correias também serão discutidas. Exemplos do uso destes dispositivos também serão apresentados.

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