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Medium 9788521627104

CAPÍTULO 6 - BALANÇOS DE MASSA PARA SISTEMAS MULTIUNIDADES

HIMMELBLAU, David M.; RIGGS, James B. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 6

Balanços de Massa para

Sistemas Multiunidades

6.1

6.2

6.3

6.4

6.5

Conceitos Principais

Sistemas Sequenciais Multiunidades

Sistemas com Reciclos

By-pass e Purga

A Aplicação Industrial de Balanços de Massa

Ao estudar este capítulo, você deve ser capaz de

1. Escrever um conjunto de balanços de massa independentes para um processo envolvendo mais de uma unidade

2. Aplicar a estratégia de dez etapas para resolver os problemas de multiunidades (com e sem reações químicas), envolvendo correntes sequenciais, de reciclo, e/ou de by-pass e/ou de purga

3. Resolver problemas manualmente, em que um número modesto de unidades interconectadas está envolvido, fazendo os balanços apropriados

4. Usar os conceitos de conversão global e conversão de única passagem (sem recirculação) para resolver problemas de reciclo em reatores

5. Explicar a finalidade de uma corrente de reciclo, uma corrente de by-pass e uma corrente de purga

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Medium 9788577802906

7. Guias de onda

Wentworth, Stuart M. Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO

7

GUIAS DE ONDA

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Desenvolver equações que governem a propagação de onda em guias de onda retangulares

■ Descrever os modos de propagação, a freqüência de corte, a impedância e a propagação de ondas em guias de onda retangulares

■ Discutir os modos de propagação e a distribuição de campos em guias de onda dielétricos

■ Descrever os componentes de um sistema de comunicações por fibra óptica

■ Determinar a potência e o tempo de subida do sistema para o projeto de sistemas de fibra óptica

No Capítulo 2, vimos como um par de condutores era utilizado para guiar a propagação da onda eletromagnética. Essa propagação se dava pelo modo TEM, no qual ambas as componentes do campo elétrico e do campo magnético eram transversais, ou perpendiculares, à direção de propagação. Neste capítulo, investigaremos estruturas para guiar as ondas capazes de suportar a propagação em modos não-TEM, designados modos TE e TM.

O termo genérico guia de onda se refere a qualquer estrutura que suporte a propagação de uma onda. Apesar das LTs serem tecnicamente um subconjunto dos guias de onda, em geral, o uso do termo guia de onda se refere às construções que suportam apenas modos de propagação não-TEM. Tais construções compartilham um importante tratado: elas são incapazes de suportar a propagação de onda abaixo de uma determinada freqüência, denominada freqüência de corte. Os tipos de guias de onda mais comuns são apresentados na Figura 7.1.

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Medium 9788521634492

CAPÍTULO 4 - Engrenagens Cônicas de Dentes Retos

STIPKOVIC FILHO, Marco Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 4

Engrenagens Cônicas de

Dentes Retos

Stipkovic 04.indd 47

17/08/17 14:59

48  

CAPÍTULO 4

4.1  Características Geométricas (Formulário )

O Formulário refere-se às engrenagens cônicas de dentes retos. A Figura 4.1 mostra um par cônico engrenado.

Denominação

S ímbolo

F órmula

d0

Z1(2)

Z1 =

Módulo

m

m=

Módulo médio

mm

b d m Ra − 2

=

⋅ m ≅ 0,8 ⋅ m mm = z

Ra

t0 = t0

–t = m · p s

Número de dentes

Passo

1

m

t0

π

Diâmetro primitivo

d01(2)

t0 com folga de flanco nula

2 t

= 0 com folga de flanco nula

2 d01 = m · Z1

Diâmetro primitivo médio

dm1(2)

dm1 = d01 – b · sen d1 e dm2 = dm1· i

Distância entre centros

a0

Z1 + Z 2

⋅ ms

2

Altura comum do dente

Altura da cabeça do dente

Altura do pé do dente

h hk hf

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Medium 9788521626312

Capítulo 5 – Imperfeições nos Sólidos

CALLISTER, William D.; RETHWISCH, David G. Grupo Gen PDF

Capítulo

5

Imperfeições nos Sólidos

O

(a) Diagrama esquemático mostrando a localização do conversor catalítico no sistema de exaustão de um automóvel.

Corpo em Aço

Inoxidável

Invólucro do

Isolamento

Emissões pelo Cano de

Descarga: Água, Dióxido de

Carbono, Nitrogênio

(b) Diagrama esquemático de um conversor catalítico.

Substrato Catalítico

Gases de Exaustão:

Hidrocarbonetos,

Monóxido de Carbono,

Óxidos de Nitrogênio

s defeitos atômicos são responsáveis pelas reduções das emissões de gases poluentes pelos motores dos automóveis atuais. Um conversor catalítico é o dispositivo de redução de poluentes que está localizado no sistema de exaustão dos automóveis. As moléculas dos gases poluentes ficam presas a defeitos na superfície de materiais metálicos cristalinos encontrados no conversor catalítico. Enquanto presas a esses sítios, as moléculas sofrem reações químicas que as convertem em outras substâncias não poluentes ou menos poluentes. A seção

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Medium 9788521616863

CAPÍTULO 6 Introdução a Treliças Planas

McCORMAC, Jack C. Grupo Gen PDF

Capítulo 6

Introdução a Treliças Planas

6.1 INTRODUÇÃO

Imagina-se que o arquiteto italiano Andrea Palladio (1508-1580) tenha sido o primeiro a usar treliças modernas, embora a base de seus projetos seja desconhecida. Ele pode ter recuperado alguns antigos projetos romanos e provavelmente dimensionou os elementos das treliças utilizando algumas regras práticas (talvez antigas regras romanas).

Os muitos escritos de Palladio sobre arquitetura incluíam descrições detalhadas e desenhos de treliças de madeira muito semelhantes às usadas nos dias de hoje. Depois dessa época, as treliças foram esquecidas por 200 anos, até serem reintroduzidas pelo projetista suíço Ulric Grubermann.

Uma treliça é uma estrutura formada por um grupo de elementos dispostos na forma de um ou mais triângulos. Por ser admitido que os elementos estejam ligados entre si por meio de pinos lisos (sem atrito), o triângulo é a única forma estável.* A análise da treliça da Figura 6.1(a) mostra que é impossível o triângulo mudar de forma sob carregamento — exceto por meio da deformação de seus elementos —, a menos que um ou mais lados seja curvado ou quebrado. Figuras com quatro lados ou mais não são estáveis e podem ruir quando submetidas a algum carregamento, como se pode ver nas Figuras 6.1(b) e 6.1(c). Essas estruturas podem se deformar ainda que nenhum de seus elementos apresente alteração de comprimento. Veremos, entretanto, que muitas treliças estáveis podem incluir uma ou mais formas que não sejam triângulos. Estudos cuidadosos indicam que as treliças consistem em grupos isolados de triângulos conectados entre si segundo regras específicas, formando figuras não-triangulares, porém estáveis, nos intervalos entre elas.

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