32 capítulos
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10. Terminal Ferroviário

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF

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Terminal Ferroviário

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Terminal Ferroviário

10.1 Definição

O terminal ferroviário é um pátio dedicado ao carregamento e à descarga de produtos.

Essa denominação vem do fato de que os pátios que efetuavam carregamento e descarga de produtos estavam nas pontas das linhas ferroviárias, ou seja, nos terminais da linha.

Por exemplo, a EFVM tem seus pontos de carregamento nas minas e descarregamento no Porto de Tubarão, justamente os pontos terminais da ferrovia. Essa mesma situação ocorre com a EFC onde em uma extremidade da via está a mina de Carajás e na outra o

Porto de Ponta da Madeira. Atualmente, os terminais ferroviários estão posicionados ao longo da ferrovia, mas a denominação permanece.

Aos terminais ferroviários, usualmente, está acoplado um pátio de manobra, pois um trem, que não seja um trem unitário, ao chegar, deve ser desmembrado e os lotes devem ser enviados aos terminais ferroviários específicos. De maneira geral, os lotes são encaminhados aos terminais após passarem pelo pátio de recepção e pelo pátio de classificação.

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8. Pátios Ferroviários

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF

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Pátios Ferroviários

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Pátios Ferroviários

8.1 Definição

Define-se pátio ferroviário como uma área plana em que um conjunto de vias é preparado para desmembramento e formação de trens, estacionamento de carro e vagões, operações de carregamento e descarga de produtos, manutenção de material rodante e outras atividades.

Nos pátios, o tráfego opera mediante regras, instruções e sinais próprios e, em regra geral, com velocidade reduzida. Cada pátio possui pessoal e equipamento próprios que são usados da melhor maneira, visando reduzir, principalmente, o tempo de permanência dos vagões.

8.2 Importância dos Pátios Ferroviários

Os pátios ferroviários são locais de grande complexidade e um dos maiores gargalos da operação ferroviária. Nos terminais de cargas diversas, estima-se que 70% da frota de uma ferrovia esteja parada realizando alguma operação. Nos terminais especializados, esse número gira em torno de 40%.

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Medium 9788521621676

2 - Dinâmica do Movimento

PIRES, Cassiano Lobo Grupo Gen PDF

2

Dinâmica do Movimento

Dinâ

2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

2.6

2.7

Equação do Movimento ...............................................15

Aceleração e Solavanco ...............................................20

Esforço Motor ..............................................................22

Esforço Resistente .......................................................26

Limitação do Esforço Motor: a Força de Aderência .......56

Ciclo de Tração ............................................................75

Consumo e Conservação de Energia durante o Ciclo de Tração .........................................................78

2.8 Característica do Esforço Motor em Função da

Velocidade ...................................................................85

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23.11.12 12:41:36

Capítulo 2

14

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Medium 9788521621928

Capítulo 9 - Contato Roda-Trilho

STEFFLER, Fábio Grupo Gen PDF

Capítulo

9

Contato Roda-Trilho

 9.1  ESFORÇOS DE L/V

 9.2  CONTATOS RODA-TRILHO

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260 Capítulo 9

O contato roda-trilho compreende o conjunto de estudos que analisam a interação entre esses dois componentes. Apesar de já ser tópico entre os estudiosos há décadas, seu estudo somente foi encarado como prioridade à medida que as cargas por eixos e as velocidades das composições atingiram altos valores. Nessas circunstâncias, mesmo pequenos defeitos na superfície do rolamento do trilho ou da roda podem ser cruciais para a determinação da sua vida útil, trazendo grandes ganhos de segurança e disponibilidade ou enormes perdas, principalmente em custos.

A seguir trataremos cada um dos principais tópicos envolvendo a base dessa interação, cujo conhecimento, sobretudo devido ao desenvolvimento tecnológico, já foi bastante aprofundado.

9.1 ESFORÇOS DE L/V

Diz-se que o francês M. J. Nadal, mesmo não tendo estudado diretamente a interação roda-trilho em ferrovias, foi um dos pioneiros no assunto quando, em 1908, realizou os primeiros estudos de esforços laterais e verticais em um corpo. Sua conclusão foi uma das fórmulas mais importantes para a engenharia de contato ferroviário e serviu de base para todos os estudos de interação roda-trilho feitos a partir daquele momento.

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Medium 9788521630777

9. Pátio de Manobra

ROSA, Rodrigo de Alvarenga Grupo Gen PDF

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Pátio de Manobra

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Capítulo 9

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9.1  Definição

Pátios de manobra são aqueles destinados a realizar todo tipo de manobra de veículos ferroviários. São formados por diversas linhas, agrupadas em feixes, que formam os subpátios. Têm por objetivo otimizar as manobras ferroviárias visando ao desmembramento e

à formação de trens.

9.2  Tipos de Pátios de Manobra

Em função do número de vagões atendidos, os pátios de manobra podem ou não ter as três áreas bem definidas. Assim, em função do arranjo das áreas do pátio de manobra, ele pode ser classificado como:

1. combinado;

2. progressivo.

9.2.1  Pátios combinados

Os pátios de manobra combinados não possuem todas as três áreas bem definidas, podendo usar todas as linhas para todas as funções citadas.

Nos pátios combinados ocorre uma maior possibilidade de bloqueios. O bloqueio ocorre quando uma operação interfere na outra, e o responsável pelo pátio se vê forçado a parar uma das operações até liberar as linhas de manobra que estão sendo usadas em outra manobra.

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