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14. Hospitalidade e acessibilidade

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14 Hospitalidade e acessibilidade

Diva de Mello Rossini

Introdução

As conquistas da ciência promoveram um significativo aumento da qualidade de vida da população mundial. Dessa forma, proporcionam maior longevidade para o homem, de modo que a expectativa de vida, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

2005, ultrapassa os 65 anos de idade. Boia (2000) verificou em seus es‑ tudos que a existência saudável e duradoura está muito mais relacionada com a qualidade do cotidiano das pessoas do que com a herança genética.

As atividades de lazer que estimulam a criatividade, a sensibilidade e o autoconhecimento também geram melhorias nas condições de vida, tan‑ to nos aspectos físicos quanto psíquicos da pessoa idosa (Fromer e Vieira,

2003). A aposentadoria deixa de ser um momento de recolhimento para transformar‑se em um período de atividades e comportamentos de uma vida ativa e plena de juventude (Rodrigues, 2003).

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12. Planejamento urbano e sua interface com o turismo para a terceira idade

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12 Planejamento urbano e sua interface com o turismo para a terceira idade

Edna Mello de Liz

Fernanda de Magalhães Trindade

Rodrigo Hakira Minohara

Rudinei Scaranto Dazzi

Introdução

O município de Balneário Camboriú é um dos destinos mais visitados pelos turistas da terceira idade durante a baixa temporada. Os meses de mar‑

ço, abril e maio são considerados os meses da felicidade pela Secretaria de

Turismo, pois são os meses em que os idosos mais visitam a cidade.

Esse público tem crescido muito nas últimas décadas, devido ao au‑ mento da longevidade, avanços da medicina, através da descoberta e pre‑ venção das doenças e de equipamentos de ponta para cirurgias, com a tecnologia da indústria desenvolvendo medicamentos de última geração.

Com todos esses fatores, a expectativa de vida aumentou, e com ela for‑ mou‑se um novo mercado de pessoas com mais de 60 anos, com tempo livre, permitindo um incremento substancial à atividade turística.

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8. A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

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8 A produção científica sobre turismo e idoso no Brasil

Karina Toledo Solha

Bruna de Castro Mendes

Lívia Morais Garcia Lima

Introdução

De acordo com a última projeção da população do Brasil realizada pelo

IBGE, o país está na quinta posição no ranking dos mais populosos (2008).

Nesse mesmo estudo estima‑se que uma queda ainda mais acentuada do número de filhos por mulher deve levar ao crescimento negativo e ao enve‑ lhecimento da população brasileira. Hoje, o país já faz parte do grupo dos dez países com maior percentual de idosos, junto da China, Índia, Estados

Unidos, Japão, Rússia, Alemanha, Itália, França e Espanha (Bacha et al.,

2006).

Certamente, a mudança na estrutura etária da população brasileira traz muitos desafios, mas também oportunidades, pois não se trata apenas do crescimento do número de pessoas idosas (Debert, 1999), mas de uma mu‑ dança no comportamento de todos os segmentos da sociedade.

Se por um lado as consequências inerentes ao processo de envelheci‑ mento da população, como as apontadas por Veras et al. ao estudar o cres‑ cimento da população idosa no Brasil alertando para “a potencial gravidade dessa situação a longo prazo”, indicavam a necessidade urgente de se en‑ contrar caminhos que gerassem uma melhor distribuição dos serviços pú‑

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9. Turismo religioso para pessoa idosa

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9 Turismo religioso para pessoa idosa

Ângelo Ricardo Christoffoli

Introdução

As notícias divulgadas recentemente pelo site do Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, revelam que, em 2008, o local recebeu mais de 9 milhões de visitantes. Por si, é uma ótima notícia para o turismo nos ambientes religiosos brasileiros, pois, para um único destino, esse número

é imenso. Porém, ao aprofundar-se nos detalhes da composição desse universo, depara‑se com a inexistência de dados específicos sobre os dife‑ rentes segmentos que o compõem, como no caso dos idosos, tema deste trabalho.

O número de locais de ocorrência de atividades religiosas, bem como sua diversidade organizacional decorrente dos muitos grupos religiosos que os construíram e os mantêm, faz o Brasil completamente diferente dos outros destinos mundiais de turismo religioso. Isso porque, se de um lado possui centenas de templos, santuários e igrejas, possui igual número de situações conflitantes em seus aspectos organizacionais, visto que boa par‑ te das congregações católicas e grupos religiosos não apresenta nenhuma preocupação com os aspectos do planejamento nos moldes que compõem o segmento turístico, como é o caso da segmentação por idade, que pres‑

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2. Dimensão de valor econômico

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2 Dimensão de valor econômico

Sônia Maria Kohler Dias

Introdução

Entre as tendências que podem transformar o mercado em âmbito mundial, algumas variáveis estão gradativamente em expansão, tais como: maior integração econômica, aperfeiçoamento dos processos de pro­dução em decorrência da tecnologia, redistribuição das unidades familiares e envelhecimento da população.

A dimensão de valor econômico, nesse contexto, contempla o sistema econômico composto pelas atribuições do governo, das unidades produti‑ vas e das unidades familiares, notadamente no que se refere ao mercado turístico e ao comportamento do consumidor idoso. Tais agentes públi‑ cos, privados e familiares, interagem entre si, impulsionando o fluxo cir‑ cular da renda, que é produto do fluxo real (as funções de famílias e em‑ presas), com o fluxo monetário (transações com a presença da moeda), remunerações inerentes ao ciclo do sistema econômico.

O processo de envelhecimento das pessoas não ocorre de um momen­ to para outro, porém, com o passar dos anos, o ser humano vai se adaptan‑ do a uma nova maneira de viver, ainda que com percalços da longa cami‑ nhada ou da saúde. Algumas pessoas têm elevado altruísmo e autoestima,

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13. Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

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13 Políticas públicas e direitos do idoso ao lazer

Evandro da Costa

Eduardo Alexandre Martins

Mariza Farias de Liz

Introdução

O rápido crescimento previsto para a população idosa no Brasil, que vem passando por transformações sociais e econômicas que influenciam suas vidas, indica a necessidade de estimular estudos a respeito dos direi‑ tos que assistem à terceira idade.

Buscando saber de que forma pode ser aplicado o Estatuto do Idoso, principalmente no que tange ao direito do lazer, surgiu a necessidade de procurar mais subsídios para complementar informações importantes a esse assunto. Dessa forma, foram analisados e inseridos dados de uma pesquisa mercadológica feita na cidade de Balneário Camboriú-SC, bem como de notícias veiculadas na imprensa a respeito de problemas familia‑ res e sociais encontrados por esse público.

Neste capítulo, duas temáticas serão abordadas. A primeira justifica-se pela falta de aplicabilidade dos direitos fundamentais previstos no Estatu‑ to do Idoso, dos quais se trata, dentre eles, do direito ao lazer, que vem de forma gradativa mobilizando a sociedade organizada e o poder público.

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7. Lazer e turismo como possibilidades educacionais no contexto da extensão universitária: a experiência da UnATI/Each/USP

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7 Lazer e turismo como possibilidades

educacionais no contexto da extensão universitária: a experiência da

UnATI/Each/USP

Marcelo Vilela de Almeida

Meire Cachioni

Introdução

Ao longo do século XX, em praticamente todo o mundo, o aumento da população idosa suscitou o aparecimento de novas maneiras de encarar a velhice. Sob a influência do progresso tecnológico e social que se refletiu no aumento da expectativa de vida e na melhoria da qualidade de vida, aos poucos foi sendo revisto o conceito clássico segundo o qual a velhice é algo negativo. Simultaneamente a essa revisão, a importância da educação ao longo da vida foi sendo intensificada, tendo em vista que o aprender não é um fim em si mesmo, mas um vínculo por meio do qual uma pessoa pode encontrar uma variedade de objetivos pessoais e de crescimento. Repre‑ senta para o ser humano uma construção contínua de seus conhecimen‑ tos e aptidões, da sua capacidade de discernir e agir. É uma condição que acompanha o indivíduo em todas as fases da sua vida e, em todas elas, mostra‑se igualmente importante para seu pleno desenvolvimento, ao corresponder às características e necessidades próprias de cada momento vivido.

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4. Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

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4 Turismo e grupos de convivência: uma abordagem metodológica

Doris van de Meene Ruschmann

Edna Mello de Liz

Introdução

A visibilidade alcançada pela terceira idade nas últimas décadas foi marcada pela criação de novos espaços voltados para a congregação da po‑ pulação de mais idade, como os grupos de convivência de idosos, as escolas abertas para a terceira idade e as universidades direcionadas.

Esses programas estimulam a busca de autoexpressão e a valorização de identidades, abrindo espaços para que uma experiência inovadora possa ser vivida coletivamente e indicam que a sociedade brasileira está mais sensível às necessidades e desejos da pessoa idosa.

Algumas das atividades empenhadas em promover um envelheci­ men­to bem‑sucedido surgiram nos anos de 1960, como é o caso dos programas do Serviço Social do Comércio (Sesc), que abriram um espa‑

ço para que associados de mais idade pudessem fazer uma série de ativi‑ dades, predominando aquelas com enfoque no lazer e no turismo. Mas foi nos anos de 1980 que essas iniciativas proliferaram. Conselhos, co‑ mitês e comissões de atendimento da população idosa têm sido criados em âmbito municipal, estadual e federal. Programas estatais e de orga‑ nizações privadas de atenção direta a idosos carentes ou com níveis mais

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3. Tendências e motivações turísticas

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3 Tendências e motivações turísticas

Marlene Huebes Novaes

Introdução

Estudos demográficos demonstram uma tendência de aumento da po‑ pulação idosa. Em 1999, estimava‑se que a população idosa mundial repre‑ sentava cerca de 600 milhões de indivíduos. Para 2050, a ONU projeta a existência de 2 bilhões de pessoas nessa faixa etária, o que mostra um nítido crescimento desse segmento da população (ONU e OMT, 2000). Destas, 335 milhões (60%) vivem nos países em desenvolvimento, países estes que terão a mais alta porcentagem do crescimento do número de idosos até 2050.

De acordo com a Divisão da População da ONU, estima‑se que a popu‑ lação com 60 anos ou mais atinja, na América Latina e Caribe, 180 milhões em 2050, representando uma elevação do percentual sobre a população to‑ tal de 8% para 22%; a quantidade de pessoas com 80 anos ou mais também terá significativo crescimento, passando a representar 18% do total com mais de 60 anos. No que se refere ao Brasil, Paschoal (1999) afirma que a concepção ainda vigente para muitos é que ele é um país de jovens, asso‑ ciando‑se o envelhecimento populacional aos países desenvolvidos da Eu‑ ropa e da América do Norte, o que não representa a realidade existente.

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10. A pessoa idosa no ambiente natural

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10 A pessoa idosa no ambiente natural

Paulo dos Santos Pires

Marcelo Valente Ramos

Introdução

No bojo da presente obra, a abordagem a seguir, basicamente, pretende mostrar de que forma esse segmento social, na condição de sujeito‑turista, pode apreciar, conhecer e interagir com o ambiente natural, representado pelos ecossistemas naturais do Brasil ainda não modificados ou com poucas alterações decorrentes das atividades humanas. Trata‑se de uma abordagem com viés técnico e operacional na perspectiva do planejamento do turismo, tendo como pano de fundo, de um lado, a natureza, seus atributos, ocorrên‑ cias e manifestações, e, de outro, o contato e a integração da pessoa idosa, na condição de turista, com esse cenário.

Uma vez identificada a abordagem do conteúdo deste texto e estabele‑ cidos os devidos recortes para seu alcance, deve-se reconhecer a sua inser‑

ção em um amplo contexto disciplinar, a partir do qual o próprio título que sugere, instiga, para que seja descortinado em distintas abordagens, no

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15. Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

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15 Idosos, turismo e gerontologia: diálogos possíveis

Lívia Morais Garcia Lima

Olga Rodrigues de Moraes von Simson

Introdução

Foi pensando no turismo enquanto meio propulsor de experiências no

âmbito do lazer e da cultura que decidimos desenvolver esta pesquisa, que buscou analisar as formas diversas utilizadas pelos espaços históricos e de visitação para criar e incentivar as atividades socioculturais voltadas para idosos.

A presente pesquisa propõe discutir perspectivas para melhorar a quali‑ dade de vida do cidadão idoso voltadas para o uso cultural do lazer, por meio de propostas de atividades de educação patrimonial não formal e turismo cultural, no contexto das fazendas históricas paulistas selecionadas pelo pro‑ jeto em políticas públicas em andamento denominado “Patrimônio Cultural

Rural Paulista: espaço privilegiado para pesquisa, educação e turismo” (Oita‑ va Chamada para o Programa de Pesquisa em Políticas Públicas – PPPP). O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São

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1. Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

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1 Educação para uma práxis solidária e um envelhecimento ativo

Kátia Simone Ploner

Introdução

A educação para pessoas de mais idade pode ter vários objetivos: ocupa‑

ção do tempo livre, suprimento de carências educacionais ou educação para transformação, tanto dos que desejam um envelhecimento saudável, quan‑ to da sociedade. Uma possibilidade real de transformação de idosos e so‑ ciedade se dá quando acontece a atuação voluntária, pois nessa interação há trocas de informações, valores, serviços, sentimentos, reconhecimentos que promovem uma nova perspectiva sobre o que é envelhecer.

A transformação nunca se realiza apenas em um sentido, de acordo com a Psicologia Social Crítica, pois o indivíduo é transformado pela so‑ ciedade e promove uma transformação por meio desse envolvimento. Para

Guareschi (2004), relação significa mutualidade, uma via de mão dupla.

Assim, os idosos e a sociedade estão sendo transformados pelo processo educacional.

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11. A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

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11 A pessoa idosa no turismo de praia: algumas considerações

Ailton dos Santos Júnior

Introdução

O crescimento do turismo, em termos de fluxos de pessoas e capitais, está diretamente atrelado ao desenvolvimento capitalista e é por este impulsionado.

Dito de outra forma, a lógica do capitalismo como modo de produção provocou transformações profundas nas relações sociais particularmente no que se refe‑ re ao uso do tempo social, que passou a ser dividido em tem­po de trabalho e tempo de não trabalho, ou tempo livre. Uma parcela do tempo livre metamor‑ foseou‑se em tempo de lazer, promovendo, entre outras coisas, mudanças no cotidiano de um número crescente de pessoas, que passaram a ver na viagem uma maneira de escapar da rotina do trabalho repetitivo, de recuperar‑se física e mentalmente do desgaste causado pelo meio urbano, de desfrutar momen‑ tos de liberdade, de entrar em contato com a natureza, enfim, de viver novas experiências em outros territórios diferentes do seu.

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6. Aspectos da alimentação – o ser humano social e viajante

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6 Aspectos da alimentação –

o ser humano social e viajante

Rodolfo Wendhausen Krause

Luciana Wendhausen Krause Bernardes

Introdução

A comida é para qualquer ser vivo uma necessidade a ser atendida para permitir a sobrevivência e a perpetuação da espécie. Para o ser huma‑ no, a alimentação tem um significado diferenciado da alimentação dos ou‑ tros animais. Franco (2001, p.37), em relação ao significado da alimentação para o homem, diz que:

O início das civilizações está intimamente relacionado com a pro‑ cura dos alimentos, com os rituais e costumes de seu cultivo e pre‑ paração, e com o prazer de comer. O prazer de comer é a sensação de satisfazer uma necessidade que temos em comum com os ani‑ mais. Comer, o instinto que mais cedo desperta, constitui a base da vida animal. Fome é a carência biológica de alimento que se mani‑ festa em ciclos regulares. Apetite é fundamentalmente um estado mental, uma sensação que tem muito mais de psicológico do que de fisiológico. É impossível precisar quando o alimento, necessidade humana sempre presente, se transformou em prazer da mesa. Os animais comem até se saciarem. O homem logo inventou o ritual

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5. Satisfação do consumidor de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

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5 Satisfação do consumidor

de terceira idade: um estudo em meios de hospedagem

Cláudia Gomes Carvalho

Anete Alberton

Introdução

O tema Satisfação do Consumidor é de relevante interesse e importân‑ cia para o sucesso em vendas de bens ou serviços, pois influencia na leal‑ dade à marca por meio da recompra e comunicação boca a boca, resultando em maior participação no mercado e aumento da lucratividade.

Diante do crescimento demográfico do público da terceira idade, tanto as universidades como as empresas têm procurado reconhecer, mensurar e con‑ trolar os processos para conquistar esses consumidores, em busca de solu‑

ções para reduzir os efeitos da sazonalidade no trade turístico e de estratégias para manter e gerenciar o fluxo de turistas nos meses de baixa temporada.

Os levantamentos estatísticos no Brasil e outros países evidenciam a importância do segmento, configurada nos projetos implementados pelo

Instituto Brasileiro de Turismo, a partir de 1994, que culminou na cria‑

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