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Medium 9788577809752

Capítulo 10 - Elaboração de Questionários e Formulários

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF

Capítulo

10

O pré-teste de um questionário é absolutamente essencial para o sucesso. Todos os verdadeiros pesquisadores entendem isso e não ousam desperdiçar o tempo das pessoas ou seu próprio trabalho com um questionário que não tenha sido previamente testado.”

Diane Bowers, presidente, Council of American Survey Research

Organizations (CASRO), Port Jefferson, Nova York

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Explicar a finalidade de um questionário e seus objetivos ao formular perguntas que os entrevistados possam e queiram responder, incentivando-os e minimizando o erro de resposta.

2. Descrever o processo de elaboração de um questionário, suas etapas e as diretrizes a serem observadas em cada uma delas.

3. Discutir o formulário observacional da coleta de dados e especificar quem, o que, quando, onde, por que e como em relação ao comportamento a ser observado.

4. Discutir as circunstâncias a serem observadas na elaboração de questionários para uma pesquisa de marketing internacional.

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Medium 9788597011722

10 - Auditoria Contábil (Alberto Manoel Scherrer)

SCHERRER, Alberto Manoel Grupo Gen PDF

10

AUDITORIA CONTÁBIL

Alberto Manoel Scherrer

1 0.1 Co n c e i tos básic os d e aud itor ia: c on t e x t ua li z ação. Aud itor ia ex t er na.

Au di to r i a i n t er na

Contextualização

Buscando uma definição não técnica, encontra-se em vários dicionários o significado da expressão “auditoria” como sendo: a) processo de exame e validação de um sistema, atividade ou informação (conforme

Houaiss); b) exame minucioso analítico da contabilidade de uma empresa ou instituição (conforme

Michaelis); c) acompanhamento ou monitoramento externo de uma operação, um processo, um desempenho, uma informação etc. (conforme Aulete).

Como se nota, a definição de Auditoria não se distancia em momento algum da Contabilidade. Ao contrário, Auditoria e Contabilidade caminham sempre na mesma direção, com aquela responsável pelas verificações dos registros e atividades desenvolvidas por essa. Nesse sentido, corrobora a afirmativa de YOSHITAKE (2009, p. 11): “A expressão ‘auditoria contábil’ pressupõe que há relacionamento entre contabilidade e auditoria. A contabilidade produz informação que podem ser auditadas em razão de ser quantificável, verificável e haver um critério ou padrão que possa ser utilizado neste confronto. Isto significa, portanto, que o auditor precisa conhecer a contabilidade para poder, criticamente, avaliar a informação e comunicar o resultado de sua opinião para terceiros interessados na informação contábil de uma empresa específica (auditada).”

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Medium 9788547215781

o pensamento de designna educação

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Saraiva - UNI PDF

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

Assim, a chave para um “pensamento de design” é a cocriação, pela articulação de pessoas de diferentes áreas de atuação e competências, que geram os melhores resultados em qualquer tipo de atividade.

Adicionalmente, se pensarmos na própria evolução do design, veremos que, à medida que os princípios de design passam a transitar por diferentes áreas, o trabalho individual vai sendo complementado e até substituído pelo trabalho colaborativo. Por conseguinte, quando o design em geral e o design thinking como abordagem específica são aplicados a uma maior variedade e complexidade de problemas e contextos de inovação, é certo que profissionais de diversas áreas atuem em conjunto para o desenvolvimento de novas ideias, processos, estratégias,

O PENSAMENTO DE DESIGN TEM MUITO A CONTRIBUIR produtos e serviços.

o pensamento de design na educação

PARA O CAMPO DA EDUCAÇÃO POR ESTIMULAR

A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS, A INOVAÇÃO E A

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Medium 9788597015300

6. FORMALIZAÇÃO DO INÍCIO DO PROJETO

MENEZES, Luís César de Moura Grupo Gen PDF

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FORMALIZAÇÃO DO

INÍCIO DO PROJETO

Visão sobre a formalização do início do projeto

Agora, você já aprendeu a reconhecer um projeto e como ele afeta seu dia a dia. Depois de você reconhecê-lo em sua plenitude por meio de seus vários processos, durante todo o seu Ciclo de Vida, resta saber como fazer com que possamos iniciá-lo.

Uma das primeiras ações a serem desenvolvidas é a da identificação das premissas, restrições e dados de ambiente que envolve o projeto. Essas informações – obtidas com apoio dos especialistas sob a coordenação do gerente do projeto – devem ser registradas num documento. Aliás, você verá um documento típico para essa situação. Ele foi denominado genericamente “Documento de

Requisitos do Projeto”.

Você verá que a busca do preenchimento desse documento deve permitir tanto ao gestor quanto à equipe do projeto gerar perguntas, pesquisar, relacionar-se com o cliente e entre si e, com isso, identificar caminhos a serem seguidos.

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Medium 9788597007855

11. Teorias baseadas na cultura

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF

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Teorias baseadas na cultura

É cada vez mais reconhecida na literatura administrativa a existência da cultura organizacional, que é constituída por múltiplos fenômenos intangíveis, tais como valores, normas, crenças e padrões de comportamento. Embora a cultura seja uma entidade invisível, representa para as organizações o mesmo que a personalidade representa para os indivíduos: um tema escondido, mas unificador, que confere significado, direção e mobilização às organizações

(KILMANN; SAXTON; SERPA, 1985).

Durante muito tempo, os teóricos assumiam que as organizações seriam instituições de caráter racional e utilitário que têm como propósito fundamental o alcance dos objetivos que lhes foram atribuídos. Porém, com o advento da perspectiva cultural, passaram a admitir que muitos comportamentos e decisões organizacionais não são determinados por análises racionais, mas por padrões de pressupostos básicos mantidos pelos membros das organizações. Daí, então, a constituição de teorias organizacionais fundamentadas na cultura.

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Medium 9788522477586

2 COMUNICAÇÃO ESCRITA NAS EMPRESAS - Redação Básica

FRANÇA, Ana Shirley Grupo Gen PDF

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Comunicação Escrita nas Empresas  • França

Antes de se considerar o conceito, é importante ressaltar que a Redação, seja de qual modalidade ou tipologia for, é um veículo de comunicação que estabelece entre Remetente ou Emissor e Destinatário ou Receptor uma Mensagem. Assim, quem escreve ou fala deve adequar sua escrita ou oralidade ao contexto, em que as pessoas envolvidas no ato se inserem, a fim de que possam interagir com eficiência comunicativa. Nesta lógica, tão importante como dominar as técnicas da escrita, é saber adequar o texto às situações da realidade social.

A comunicação escrita nas empresas não foge à regra. Necessita-se entender que o ambiente empresarial exigirá seriedade e formalidade e, acima de tudo, dominar o nível culto da língua, principalmente, na produção textual escrita.

A Redação de que se vai tratar neste capítulo é chamada de Básica ou Criativa, e deter seu conhecimento é indispensável à produção de comunicações em geral, inclusive, as empresariais.

Qualquer Redação necessita ser estruturada num padrão lógico. Comumente a organização de ideias se estabelece numa leitura dedutiva: parte-se de uma ideia principal, onde se declara ou se afirma algo, para depois desenvolvê-la e prová-la, chegando a uma conclusão. É um pré-julgamento que antecede a comprovação da proposição, facilmente constatado na sua estrutura.

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Medium 9788597011708

4 - Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

PÊGAS, Paulo Henrique Grupo Gen PDF

4

Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar conceitos básicos de contabilidade, seu arcabouço teórico e prático, antes de entrar na integração da contabilidade brasileira com as normas internacionais. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender as terminologias utilizadas na contabilidade no dia a dia das entidades empresariais. b. Consolidar o entendimento sobre a equação básica da contabilidade e a importância da adequada aplicação do método das partidas dobradas. c. Entender bem a integração entre o balanço patrimonial e a demonstração do resultado.

PEGAS.indb 39

3/16/17 5:30 PM

40

4.1

Capítulo 4

A CONTABILIDADE E SEU OBJETIVO

PRINCIPAL

A contabilidade pode ser entendida como uma ciência que tem como objetivo principal fornecer informações de qualidade a seus usuários internos e externos.

É para isso que a contabilidade existe: PARA INFORMAR. Todas as suas demais funções assumem caráter secundário diante do seu objetivo principal.

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Medium 9788522475872

Parte IV - 15 Comunicação Gerencial

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen PDF

15

Comunicação Gerencial

Objetivos

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo e meios de comunicação entre pessoas e unidades das organizações.

• Dificuldades no processo de comunicação.

• Desenvolvimento das competências do processo de comunicação.

Introdução

Dois aspectos do processo de comunicação serão abordados neste capítulo: a comunicação entre pessoas e a comunicação como mecanismo de integração nas organizações.

Da qualidade do processo de comunicação depende a eficácia das relações interpes­soais nas organizações (e em todas as outras instâncias da vida social). Negociação, venda de ideias e de produtos, apresentação de projetos, liderança,

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Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

motivação, organização, delegação, orientação de funcionários e avaliação de desempenho, entre muitas outras funções gerenciais, exigem um alto nível de capacidade de comunicação. Relações entre o gerente e sua equipe e dentro das equipes, também.

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Medium 9788597011746

Parte III – 11 - Gestão de Custos no Setor de Construção Civil

SILVA, Raimundo Nonato Sousa; LINS, Luiz dos Santos Grupo Gen PDF

11

GESTÃO DE CUSTOS NO SETOR

DE CONSTRUÇÃO CIVIL

Objetivos do Capítulo

Este capítulo pretende demonstrar a aplicação das metodologias de custeio para apuração e controle de custos nas empresas do setor de construção civil. Serão discutidos também os conceitos e nomenclaturas de custos de acordo com o seu uso nas atividades de construção, bem como suas utilidades em termos de custeamento.

1 Introdução

O setor de construção civil representa um importante segmento da economia brasileira. Principalmente levando-se em conta o número de empresas de diferentes tamanhos em atividade, pelo número de empregos diretos e indiretos que gera, sem citar o volume de recursos que movimenta. As empresas que operam nesse setor, por sua vez, convivem com as mesmas dificuldades que outras empresas, como preocupação com uma gestão eficiente de seus recursos, em especial de capital de giro, procura e uso de tecnologias que visem aumentar a qualidade e competitividade de seus produtos e serviços, aperfeiçoamento dos processos de produção, de forma a obter maior competitividade no ramo de negócios em que atuam.

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Medium 9788565837866

Capítulo 3

Rogério Garcia Bañolas Grupo A PDF

M U DA N Ç A

13

ção a Jorge passou rapidamente. Sorriu e buscou rapidamente outro tema para fugir da discussão:

– Quando não conseguimos nos comunicar de forma simples, Sr. Jorge, é porque não pensamos que a mensagem só faz sentido se for entendida. Aliás, se é possível resolver o problema de forma simples e não o fazemos, complicamos a solução e aí sai mais caro, demora mais e talvez não se resolva o problema. Lembra o caso da inflação brasileira da década de 1980? Todas aquelas teorias econômicas para explicar o fenômeno.

Havia muitas explicações, mas era só o Banco Central fazer o que tinha de fazer (parar de emitir moeda para cobrir os gastos exagerados do governo) que a inflação diminuiria.

– É – concordou Jorge, pensando por um minuto. – Mas voltemos ao que interessa. Os resultados apareceram, e quero que o progresso continue. Você quer continuar colaborando?

– Claro! Isso é o que mais quero.

– Então, tenho um convite a fazer, que acho que você vai aceitar.

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Medium 9788547208158

1.7 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS

PMI Saraiva - UNI PDF

sinergia entre gerentes de projetos e analistas de negócios, ocorrem ineficiências de projeto, assim como o trabalho crítico é esquecido ou torna-se duplicado, as partes interessadas ficam confusas e a eficiência do trabalho da equipe de projeto é prejudicada. As medidas práticas a serem tomadas para preencher as lacunas entre os papéis devem gerar impactos positivos para o desempenho do projeto, e, em última instância, para o sucesso organizacional.

1 .7 D E FI NI ÇÃO D E R EQ U I SI TO S

No Guia PMBOK®, quinta edição,5 o termo requisito é definido como “uma condição ou capacidade cuja presença em um produto, serviço ou resultado é exigida para satisfazer um contrato ou outra especificação formalmente imposta”.

O requisito representa algo que pode ser preenchido por um produto ou serviço e, ainda, atender a uma necessidade do negócio, da pessoa ou de um grupo de pessoas. Ele deve ser independente da solução idealizada para resolvê-la. Ademais, o requisito pode explicar um recurso que deve ser atendido por um produto ou componente de software. Quando um requisito específico está em discussão, o termo é acompanhado por um qualificador, como: de parte interessada, de negócio ou de solução.

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Medium 9788522489954

Parte II – 13 Organizações de Outros Ramos de Negócios

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen PDF

13

Organizações de Outros Ramos de Negócios

Segundo a Gazeta Mercantil (2004), as atividades empresariais podem ser classificadas em setores como: agricultura; alimentos; autopeças e material de transportes; bebida e fumo; cana, açúcar e álcool; carne e pecuária; comércio atacadista; comércio exterior; comércio varejista; comunicação-agência; comunicação-veículo; construção; distribuidores de veículos e peças; eletroeletrônica; farmacêuticos e higiene; finanças; holdings; informática; madeira, móveis e papel; mecânica; metalurgia; mineração; não metálicos; plásticos e borrachas; química e petroquímica; seguros e previdência; serviços; telecomunicações; têxtil e couros; transportes e armazenagem.

Tais setores, agrupados em categorias maiores, ainda segundo a publicação

Panorama Setorial da Gazeta Mercantil (2004), podem conter segmentos na forma relacionada a seguir.

Alimentos e Rações: Fruticultura; Indústria de Conservas; Mercado de Refeições; Mercado de Rações; Biotecnologia-Alimentos; Transgênicos.

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Medium 9788547208158

1 .1 OBJETIVOS DESTE GUIA

PMI Saraiva - UNI PDF

CAPÍTULO 1

Introdução ao guia de práticas

1 .1 O B J E TI VO S D ESTE GU I A

Este guia de práticas descreve o trabalho de análise de negócios com base na identificação de tarefas, que serão executadas em adição aos conhecimentos essenciais e

às habilidades requeridas para que as análises de negócios em programas e projetos sejam eficientemente cumpridas. Assim, este guia é aplicável a todos os programas e projetos, não importa o foco (produtos, serviços ou melhoria de processos). As técnicas e os conceitos descritos independem da natureza da implementação e podem ser usados para desenvolver soluções manuais ou automatizadas, em qualquer tipo de ciclo de vida do projeto.

O objetivo deste guia de práticas é definir a análise de negócios e demonstrar a aplicação prática dessa disciplina. Para isso:

■ fornece uma discussão prática do trabalho de análise de negócios;

■ explica em que consiste o trabalho de análise de negócios e como ele se relaciona com programas e projetos;

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Medium 9788597013771

14 - Teoria das Restrições em Redes de Operações

CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A. Grupo Gen PDF

Capítulo 14

Teoria das Restrições em

Redes de Operações

Objetivos de aprendizagem

■■ Conhecer os conceitos da Teoria da Restrições e seu possível impacto na gestão de capacidade e desempenho das operações

■■ Entender como a Teoria das Restrições altera o ponto de vista segundo o qual tradicionalmente se analisavam operações e quais as implicações disso para a gestão de operações

■■ Entender os princípios da Teoria das Restrições e como podem ser usados na gestão de operações de bens físicos e de serviços

■■ Entender o funcionamento e o processo decisório da Teoria das

Restrições em relação à programação e ao controle de operações

Correa-Correa.indb 357

8/22/17 10:38 AM

[ 358 ]  Capítulo 14

14.1 Introdução

Este capítulo vai mudar a forma com que você enxerga as operações, a gestão de capacidade de sistemas de operações e o tornará um observador muito mais crítico de sistemas de filas e fluxos de pessoas, materiais e informações. Será apresentado o conceito da “Teoria das Restrições” (TdR), que prega que a gestão de qualquer sistema de agregação de valor deveria prestar especial atenção aos recursos “gargalos” ou os recursos de menor capacidade. Serão apresentados os princípios da TdR e se discutirá como aplicá-los a situações práticas. Mas é importante que você inicie por tentar resolver um problema. Imagine-se na seguinte situação: você tem de apoiar uma tomada de decisão sobre a compra ou não da fábrica de produtos Lucrando Ltda. Os produtos feitos pela

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Medium 9788522445707

1 Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições, especificidades e correntes metodológicas (Mário Otávio Batalha e Andrea Lago da Silva)

BATALHA, Mário Otávio (Coord.) Grupo Gen PDF

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Gerenciamento de sistemas agroindustriais: definições, especificidades e correntes metodológicas

Mário Otávio Batalha

Andrea Lago da Silva

Neste capítulo, são discutidos os dois principais conjuntos de idéias que impulsionaram os estudos dos problemas agroindustriais: as noções de commodity system approach (CSA) e de cadeia de produção agroindustrial (CPA) – ou analyse de filière. O capítulo discute ainda o caráter sistêmico e mesoanalítico de uma cadeia de produção agroindustrial. Os vários níveis de análise do sistema agroindustrial

(SAI) também são definidos e discutidos quanto a sua aplicabilidade. As principais aplicações do conceito de cadeia de produção agroindustrial para estudos relacionados ao agronegócio são identificadas e discutidas em uma seção específica. Em sua última parte, este capítulo faz uma crítica aos conceitos e idéias apresentados para situar a análise dos sistemas agroindustriais no cenário do novo paradigma competitivo que está se estabelecendo no agronegócio nacional e internacional. A parte final do capítulo serve ainda para indicar uma possível agenda de pesquisa para o tema nos próximos anos.

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