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Medium 9788597011128

2 - TIPOLOGIA TEXTUAL

MEDEIROS, João Bosco; TOMASI, Carolina Atlas PDF

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Tipologia textual

Um usuário competente de língua é aquele capaz de produzir os mais diversos tipos de textos, exigidos nas mais variadas situações comunicativas, e utilizando a “estrutura” própria de cada categoria de textos (FERREIRA In: TRAVAGLIA; FINOTTI;

MESQUITA, 2008, p. 349).

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CONCEITO DE LÍNGUA, TEXTO, DISCURSO

1.1 Língua

Para Travaglia (2009, p. 21-23), três seriam as concepções de língua: (1) como expressão do pensamento; (2) como instrumento de comunicação; (3) como forma ou processo de interação (cf. PEREIRA, 2016).

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Capítulo 2

Como expressão do pensamento, entende-se que, se uma pessoa não se expressa bem, isso se dá porque não pensa: “a expressão se constrói no interior da mente, sendo sua exteriorização apenas uma tradução”. A enunciação não seria afetada pelo outro nem pelas circunstâncias constituidoras da situação social em que acontece a enunciação. Haveria regras que garantem a organização lógica do pensamento e da linguagem, e elas se confundem com as regras gramaticais e têm por objetivo garantir o “bem falar” e o “bem escrever”. Continua Travaglia: “para essa concepção, o modo como o texto, que se usa em cada situação de interação comunicativa, está constituído não depende em nada de para quem se fala, em que situação se fala (onde, como, quando), para que se fala” (p. 22).

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Medium 9788577260690

8 O Supervisor Como Líder

Certo, Samuel C. Grupo A - AMGH PDF

Capítulo Oito

O Supervisor Como Líder

Tópicos Gerais do Capítulo

Objetivos de Aprendizado

Características do Líder de Sucesso

Depois de estudar o capítulo, o aluno estará apto a:

Estilos de Liderança

Grau de Autoridade Retida

Orientação para as Tarefas versus

Orientação para as Pessoas

Atitudes do Líder

Teorias Contingenciais de Liderança

Escolha do Estilo de Liderança

Orientando

Relações Humanas

Auto-imagem do Supervisor

Relacionamento entre Supervisor e seus

Funcionários

Relacionamento entre Supervisor e seus

Gestores

Relacionamento entre Supervisor e seus

Pares

8.1 Discutir a possível relação entre traços pessoais e capacidade de liderança.

8.2 Comparar os estilos de liderança que o supervisor pode adotar.

8.3 Explicar as teorias contingenciais de liderança.

8.4 Identificar os critérios para a escolha de um estilo de liderança.

8.5 Descrever as diretrizes para orientação dos funcionários.

8.6 Indicar por que o supervisor deve se entender e tornar positiva a visão que tem de si próprio.

8.7 Explicar como o supervisor pode criar e manter boas relações com seus funcionários, gestores e pares.

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Medium 9788597011623

1 - A EVOLUÇÃO DA CONTABILIDADE

IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARION, José Carlos; FARIA, Ana Cristina de Atlas PDF

1

A EVOLUÇÃO DA

CONTABILIDADE

1.1 A Contabilidade na época em que não existiam moeda, escrita e números

Imagine um homem, na antiguidade, sem conhecer números e, muito menos, a escrita, exercendo a atividade de pastoreio. O inverno está chegando. O homem prepara toda a provisão para o sustento do seu rebanho de ovelhas olhando para um período longo de muito frio que está se aproximando. Ainda que ele nunca tenha aprendido sobre os meses do ano, ele sabe que a neve está se aproximando, pois as folhas das árvores ficaram amarelas, e caíram, e assim ocorreu no passado por inúmeras vezes. Ele não sabia o que eram as estações do ano, mas tinha experiência: árvores secando, frio chegando.

A Contabilidade no início de tudo

Antes que caísse a primeira neve ele recolhia seu rebanho num aprisco para protegê-lo do frio que matava. Era um período de monotonia, de ociosidade. Depois de tosquiar as ovelhas, não se tinha nada para fazer a não ser olhar pelas frestas a neve caindo. O que fazer nesse período?

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Medium 9788577260669

41. Chrysler Corporation: negociações entre a Daimler e a Chrysler

Bruner, Robert F. Grupo A - AMGH PDF

CasO

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Chrysler Corporation: negociações entre a Daimler e a

Chrysler

Em janeiro de 1998, Jürgen Schrempp, CEO da Daimler-Benz A.G., entrou em contato com o presidente e CEO da Chrysler Corporation, Robert Eaton, para tratar de uma possível fusão, aquisição ou aliança estratégica entre as duas empresas. Schrempp argumentou:

As duas empresas são uma combinação perfeita de duas líderes nos seus respectivos mercados.

­Ambas têm quadros de funcionários dedicados e qualificados e produtos bem-sucedidos, porém em mercados diversos e em partes do mundo diferentes. Ao combinar e utilizar as forças uma da outra, teremos uma posição estratégica proeminente no mercado global para o benefício de nossos consumidores. Seremos capazes de explorar novos mercados e alcançar melhores retornos e valores para os nossos acionistas.1

Schrempp disse mais tarde:

Apenas apresentei o caso e me retirei novamente. A reunião durou cerca de 17 minutos. Eu não quero criar a impressão de que ele ficou surpreso. Quando a reunião acabou, eu disse, “Se você acha que sou ingênuo e o que estou dizendo não faz sentido algum, é só falar”. Ele sorriu e disse: “Apenas me dê um tempinho. Nós fizemos uma avaliação também e eu ligo para você nas próximas duas semanas”. Acho que ele me ligou em uma semana ou algo assim.2

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Medium 9788522497591

Parte IV - 17 Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido

MARION, José Carlos Atlas PDF

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Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados e Demonstração das Mutações do

Patrimônio Líquido

Após a abordagem mais aprofundada do Balanço Patrimonial, passemos ao estudo da Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados e da Demonstração das

Mutações do PL.

De acordo com o CPC 26 (e Res. CFC nº 1.185/09) a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPAc) deixa de existir, sendo substituída pela Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).

Todavia, a DLPAc está prevista na Lei nº 11.638/07 e, para elaborar a DMPL precisamos da Conta Lucros (ou Prejuízos) Acumulados. Além disso, a DLPAc está contida dentro da DMPL. Estes são bons motivos para estudarmos a DLPAc.

17.1 LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS

Lucros Acumulados significam lucros retidos remanescentes: não distribuídos para os proprietários e sem um destino certo (em suspenso), isto é, não canalizados para Reservas, Aumento de Capital etc.

Dentro do grupo Patrimônio Líquido, encontramos a conta Lucros Acumulados

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Medium 9788522487677

Parte I – 3 Comunicação externa e interna e estratégia de relações humanas

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Atlas PDF

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Comunicação externa e interna e estratégia de relações humanas

Objetivos

• Refletir sobre conceitos de comunicação empresarial e necessidade de clareza e transparência da comunicação.

• Discutir com o estudante como a linguagem pode tornar a comunicação eficaz.

• Desenvolver habilidades para a comunicação entre os empregados da empresa e mostrar como a comunicação interna é tão importante quanto a externa.

• Desmistificar o silêncio. Aprender que todos podem comunicar-se dentro de uma empresa e que a comunicação de todos é importante para uma organização.

• Mostrar que a comunicação é tornar comum uma ideia, um pensamento, uma informação. Não é necessário ser um papagramática para se comunicar com uma pessoa de grau hierárquico superior.

Comunicação externa e interna e estratégia de relações humanas 

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1 Reflexão e debates

1. Por que será que o profissional de comunicação é visto dentro das empresas como alguém a ser chamado para apagar incêndio e não como alguém a participar de decisões ou dar pareceres que possam antecipar futuros problemas de imagem da organização?

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Medium 9788597009910

1 - Princípios e Conceitos de Logística

DIAS, Marco Aurélio Atlas PDF

Princípios e Conceitos de Logística

DIAS.indb 1

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Síntese do Capítulo

Neste capítulo, vamos abordar as definições de logística, como sua utilização foi aplicada desde o início do comércio entre países; como o crescimento do comércio entre os povos tornou importante a consolidação e o desenvolvimento da logística, sempre dentro do fundamento inicial e primário de comprar × trazer × vender.

Objetivos

•• Entender como a logística passou a atender à necessidade dos povos na troca de mercadorias.

•• Compreender a necessidade de criação de meios de transporte para alcançar o mercado comprador, assim como a forma bem rudimentar como surgiu um tipo de logística integrada e como o início da navegação e o descobrimento dos caminhos marítimos impulsionaram o crescimento e a consolidação da logística no comércio entre países.

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Princípios e Conceitos de Logística

1.1 Introdução – O que é logística

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Medium 9788522470297

6 MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO DE UMA TRANSPORTADORA A UM OPERADOR LOGÍSTICO

WANKE, Peter F. Atlas PDF

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MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE

LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO

DE UMA TRANSPORTADORA A

UM OPERADOR LOGÍSTICO

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INTRODUÇÃO

No Brasil, existem atualmente cinco milhões de MPEs, que representam 98% do total de empresas no país e que respondem por aproximadamente 20% do

Produto Interno Bruto (PIB) (SEBRAE-SP, 2006). Juridicamente, microempresa é a entidade econômica legalmente constituída que aufere receita bruta anual inferior a R$ 240.000,00. Pequena empresa, por outro lado, é definida como a entidade econômica que fatura anualmente entre R$ 240.000,00 e R$ 2.400.000,00.

Desse universo de microempresas, 56% atuam no comércio, 14% na indústria e os 30% restantes no setor de serviços (RAIS/TEM, 2004).

Especificamente no setor de serviços, destacam-se a logística e, mais particularmente, a atividade de transporte de cargas, como molas propulsoras da atividade econômica nacional e dos negócios empresariais. No Brasil, de modo geral, os custos logísticos oscilam ao redor de 11,7% do PIB (CEL/COPPEAD,

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Medium 9788577800148

CAPÍTULO 18 - APLICAÇÕES DE MARKETING MIX

Cooper, Chris Grupo A - Bookman PDF

INTRODUÇÃO

Qualquer pessoa que adquira um produto turístico provavelmente foi influenciada por uma campanha promocional, avaliou a oferta, refletiu se estava disposta a pagar o preço e, por fim, pensou se seria fácil comprá-lo. Cada um desses aspectos da aquisição é planejado pelos profissionais do marketing do turismo com cuidado em uma tentativa de convencer os turistas em potencial a comprar seus produtos. Eles são os ingredientes básicos do marketing mix, o aspecto do marketing que examinamos em detalhe neste capítulo.

Na verdade, grande parte deste livro poderia ter sido escrita sobre o marketing mix, já que ele envolve muitos tópicos diferentes. Cada uma das áreas que o formam envolve um conjunto complexo de decisões de gestão que devem levar em conta tanto a estratégia de mix individual quanto os seus efeitos combinados como um todo sobre os grupos-alvo. Assim sendo, este capítulo irá apresentar algumas das mais importantes considerações para o planejamento do marketing mix.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

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Medium 9788521625582

Parte Dois - Capítulo 5 - Dimensões globais da gestão

SCHERMERHORN Jr., John R. LTC PDF

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Dimensões globais da gestão

CAPÍTULO 5 Questões de Estudo

1. Quais são os desafios da gestão internacional no ambiente globalizado?

Planejamento Prévio

Após ler o Capítulo 5, você deve ser capaz de responder a estas perguntas com suas próprias palavras.

2. Quais as modalidades e oportunidades de negócios internacionais?

3. O que são corporações multinacionais e o que fazem?

4. O que é cultura e qual a sua relação com a diversidade global?

5. Como ocorre a transferência das práticas e da aprendizagem de gestão entre uma cultura e outra?

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LIMITED BRANDS — A MODA FLORESCE EM UM MUNDO DE

OPORTUNIDADES

O que há de comum entre Victoria’s Secret, Express, Bath & Body Works, The

Limited, The White Barn Candle Co., Aura Science e Henri Bendel? Todas elas têm suas raízes em 1963 em uma pequena loja de confecções em Columbus, Ohio, EUA. Aquela única loja cresceu e transformou-se em mais de 4.000 lojas; hoje todas elas fazem parte de uma companhia conhecida globalmente por criar uma família das melhores marcas de moda do mundo — a Limited Brands.

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Medium 9788522459308

4 COMO A SOFISTICAÇÃO LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS AFETA AS MOTIVAÇÕES PARA TERCEIRIZAR

WANKE, Peter F. Atlas PDF

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COMO A SOFISTICAÇÃO

LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS

AFETA AS MOTIVAÇÕES

PARA TERCEIRIZAR

1

INTRODUÇÃO

O gerenciamento de cadeias de suprimento inclui um conjunto de processos de negócio que em muito ultrapassa as atividades diretamente relacionadas com a logística (LAMBERT; STOCK, 1998). No entanto, a logística é um dos principais processos para o gerenciamento de cadeias de suprimento, pois existe uma clara e definitiva necessidade de integração dos fluxos de produto, de informação e dos fluxos financeiros (BOWERSOX; CLOSS; STANK, 1999). O desenvolvimento de novos produtos é talvez o exemplo mais óbvio dessa necessidade, pois vários aspectos do negócio devem ser incluídos nessa atividade: o marketing para estabelecer o conceito; pesquisa e desenvolvimento para o projeto do produto; produção e logística para executar as operações e finanças para a estruturação do projeto de investimento.

Para melhor compreender o conceito de gerenciamento de cadeias de suprimento, é fundamental entender o conceito de canal de distribuição já bastante consolidado e há muito utilizado por marketing. O canal de distribuição pode ser definido como o conjunto de unidades organizacionais, instituições e agentes que dão apoio à comercialização de produtos e de serviços de uma determinada empresa (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2003).

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Medium 9788522498352

51 Contratos de Concessão

SANTOS, José Luiz dos; SCHMIDT, Paulo; FERNANDES, Luciane Alves; GOMES, José Mário Matsumura Atlas PDF

51

Contratos de Concessão

51.1 Aspectos gerais

A norma contábil relativa aos contratos de concessão é a interpretação técnica ICPC 01 (R1), a qual estabelece os princípios gerais sobre o reconhecimento e a mensuração das obrigações e os respectivos direitos dos contratos de concessão.

Segundo o item 1 da interpretação técnica ICPC

01 (R1), a infraestrutura de serviços públicos – tais como estradas, pontes, túneis, prisões, hospitais, aeroportos, redes de distribuição de água, redes de distribuição de energia, telecomunicações, redes de distribuição de gás – historicamente foi construída, operada e mantida pelo setor público e financiada por meio de dotações orçamentárias.

Ao longo do tempo os governos introduziram contratos de prestação de serviços para atrair a participação do setor privado no desenvolvimento, financiamento, operação e manutenção dessa infraestrutura. A infraestrutura pode já existir ou ser construída durante a vigência do contrato de serviço. Os contratos dentro da interpretação técnica ICPC 01 (R1), geralmente, envolvem uma entidade privada (concessionário) que constrói a infraestrutura usada para prestar os serviços públicos ou melhorá-la (por exemplo, aumento da capacidade), além de operá-la e mantê-la durante prazo específico.

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Medium 9788577808663

1 APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL E AS RAÍZES DE SUA POLISSEMIA

Antonello, Claudia Simone Grupo A - Bookman PDF

Claudia Simone Antonello

Arilda Schmidt Godoy

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APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

E AS RAÍZES DE SUA POLISSEMIA

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Apresentar as perspectivas de Aprendizagem Organizacional para estabelecer uma reflexão crítica sobre os estudos desenvolvidos nesta área de conhecimento.

• Discutir as principais questões envolvidas na literatura e na investigação dos processos de aprendizagem nas organizações.

• Reconhecer, refletir e discutir sobre a necessidade de se repensar a forma de abordar e pesquisar o fenômeno Aprendizagem Organizacional.

RESUMO

A literatura sobre Aprendizagem Organizacional (AO) tem avançado nos últimos tempos não somente no volume de publicações, mas também apontando outras dimensões do tema. No

Brasil, os conceitos predominantes recebem forte influência da abordagem da administração científica tradicional. Nesse contexto, pela própria abrangência, o debate abarca diversos campos teóricos: psicológico, sociológico, cultural, histórico e metodológico, além da gestão propriamente. Estas considerações instigam um importante questionamento: quais questões e características básicas fazem a AO peculiar e a separam de outros conceitos relacionados?

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Medium 9788547215811

4- Logística

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Saraiva - UNI PDF

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Coleção Marketing em Tempos Modernos  Canais de Distribuição & Geomarketing

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Logística

apresentação

A liberalização dos mercados tem levado muitas empresas a modifi-

carem suas rotinas. Efetivamente a entrada de empresas estrangeiras no mercado brasileiro, sobretudo as provenientes da China, aumenta

a competitividade e tem instigado fabricantes e varejistas a procurarem soluções que garantam sua sobrevivência. Processos produtivos

tornam-se mais eficientes e a distribuição de produtos ganha novas formas. O consumidor está cada vez mais bem informado e atualizado,

exigindo produtos na quantidade, no prazo e nas condições desejadas, o que leva a distribuição física a ter um papel preponderante na diferenciação empresarial.

Capítulo 4 ◆ Logística

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Medium 9788597011869

Parte II – 19 - Arbitramento das Contribuições para Previdência Social na Construção Civil

CHAVES, Francisco Coutinho Atlas PDF

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Arbitramento das

Contribuições para

Previdência Social na

Construção Civil

Regra geral, a contribuição para a previdência devida pelos contribuintes pessoas jurídicas é sobre a remuneração paga, devida ou creditada, a qualquer título, ao segurado empregado e trabalhadores avulsos, conforme determina o artigo 22 da Lei no 8.212/1991; assim determina o diploma legal:

Art. 22. A contribuição a cargo da empresa, destinada à Seguridade

Social, além do disposto no art. 23, é de:

I – vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, devidas ou creditadas a qualquer título, durante o mês, aos segurados empregados e trabalhadores avulsos que lhe prestem serviços, destinadas a retribuir o trabalho, qualquer que seja a sua forma, inclusive as gorjetas, os ganhos habituais sob a forma de utilidades e os adiantamentos decorrentes de reajuste salarial, quer pelos serviços efetivamente prestados, quer pelo tempo à disposição do empregador ou tomador de serviços, nos termos da lei ou do contrato ou, ainda, de convenção ou acordo coletivo de trabalho ou sentença normativa.

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