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Medium 9788522498857

2 Dimensionamento e Controle de Estoques

DIAS, Marco Aurélio P. Grupo Gen PDF

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Dimensionamento e Controle de Estoques

2.1 Objetivos de estoque

2.1.1 Funções

A função da Administração de Estoques é maximizar o efeito lubrificante do feedback de vendas e o ajuste do planejamento e programação da produção. Deve minimizar o capital investido em estoques, pois ele é de alto custo, e aumenta de acordo com o custo financeiro. Sem estoque é impossível uma empresa trabalhar, pois ele é o amortecedor entre os vários estágios da produção até a venda final do produto.

Quanto maior o investimento em estoque, tanto maior será o comprometimento e a responsabilidade de cada departamento. Para a Gerência Financeira, a minimização dos estoques é uma das metas prioritárias. O objetivo, portanto,

é otimizar esse investimento, aumentando o uso eficiente dos meios financeiros, reduzindo as necessidades de capital investido.

Se o Gerente da Produção é também o responsável pelos estoques, como algumas vezes é o caso, então esse estoque será encarado por ele como um meio de apoio para sua meta principal: a produção. Sem dúvida, deve-se pressionar o Gerente da Produção para minimizar o investimento em estoque de matéria-prima, embalagens, produtos em processo. Existe uma situação conflitante entre a disponibilidade de estoque e a vinculação do capital, que pode ser vista no Quadro

2.1. Sob o enfoque de Vendas, deseja-se um estoque elevado para atender aos

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Medium 9788547210915

Raízes profundas: estabilidade

ALMEIDA, Emerson de Saraiva - UNI PDF

Introdução

Raízes profundas: estabilidade

Os exemplos de alta rotatividade na cadeira de presidente e a instabilidade gerada pela sucessão intempestiva destacados nos capítulos anteriores podem ter deixado na mente de alguns leitores a dúvida sobre se não haveria antídoto para tais situações. Minha convicção é de que existe, mas não pode ser prescrito como uma receita médica, uma vez que cada processo de sucessão tem sua própria dinâmica e está associada ao caráter de cada organização, sua origem, sua história e seu setor de atuação, bem como ao momento da economia e ao momento que ela própria está vivendo, além de outros elementos.

Procurarei relatar a seguir casos de empresas que, cada uma a seu feitio, escolheram caminhos com resultados opostos aos descritos anteriormente. Ou seja, foram processos que se converteram em mandatos de presidentes com prolongada duração dentro de um quadro de estabilidade e crescimento considerável.

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Apresso-me em sublinhar que o exame segue o propósito do livro de abordar a questão da sucessão sob o único prisma da gestão do processo, sem julgamento sobre algum outro aspecto que envolve as organizações citadas.

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Medium 9788522483129

8 Técnicas de Vendas

LAS CASAS, Alexandre Luzzi Grupo Gen PDF

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Técnicas de Vendas

A gerência de vendas deve preocupar-se com o desenvolvimento de habilidades de seus vendedores. Esta afirmativa justifica-se por várias razões. Em primeiro lugar, como vimos no Capítulo 7, vendedores treinados e conhecedores do ramo de negócios em que atuam produzem mais eficientemente, proporcionando maior retorno para a empresa. Conseqüentemente, obtendo melhores resultados, os vendedores sentem-se mais motivados, diminuindo o índice de rotatividade.

A técnica de vendas é determinante na formação de imagem da empresa. Vimos em capítulos anteriores que treinando os vendedores se consegue impor certo controle; daí monitorar o impacto das relações com o mercado. O treinamento é, pois, fundamental para orientar as atividades destes profissionais.

A necessidade desse controle é ainda maior quando se avalia a importância do trabalho de vendas para a sociedade. Os vendedores, além de prestarem serviços aos clientes, são portadores de informações, estimulam o consumo e melhoram as condições de vida da sociedade pela oferta de produtos diferenciados.

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Medium 9788597011173

3 - Planejamento do negócio

MENDES, Jerônimo Grupo Gen PDF

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PLANEJAMENTO DO

NEGÓCIO

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08/05/2017 13:30:41

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Planejamento do negócio

Objetivos de aprendizagem

Depois de ler este capítulo, o futuro empreendedor será capaz de:

as condições mínimas necessárias para empreender no mercado cada

• Avaliar vez mais competitivo. o posicionamento estratégico da sua empresa por meio de um modelo

• Definir básico de negócio. a importância da criação das diretrizes estratégicas desde no início

• Entender do empreendimento. os pontos essenciais para estruturar o plano operacional do seu negócio.

• Conhecer o plano básico de marketing e vendas para qualquer segmento de

• Estruturar negócio. os indicadores financeiros essenciais levados em consideração por

• Analisar investidores e agentes de financiamento. os ensinamentos obtidos no capítulo por meio de um estudo de caso

• Praticar real de empreendedorismo e outras ferramentas de análise.

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Medium 9788521618775

18 - INTERNACIONALIZAÇÃO DO VAREJO

MERLO, Edgard Monforte Grupo Gen PDF

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INTERNACIONALIZAÇÃO

DO VAREJO

Dalton S. P. Marques • Edgard M. Merlo • Harrison B. Ceribeli

INTRODUÇÃO

Com a globalização e consequente queda das barreiras entre os diferentes países, tornou-se crescente o movimento de internacionalização das empresas.

Este capítulo propõe-se a analisar e debater o processo de internacionalização especificamente no segmento varejista, no qual, apesar de crescente, o processo em questão ainda não se encontra tão difundido.

Inicialmente, na primeira seção, discute-se o contexto em que a internacionalização do varejo tem ocorrido, assim como os principais conceitos relacionados ao tema. Em seguida, aborda-se a questão dos tipos de internacionalização do varejo, analisando-se como se dá cada um deles.

Na terceira seção são apresentadas as principais formas utilizadas pelas empresas varejistas para entrarem em novos mercados internacionais, abordando-se as vantagens e desvantagens de cada uma. Já na seção seguinte passa-se para uma discussão acerca dos motivos ou fatores que levam as empresas varejistas a iniciar o processo de internacionalização. Finalmente, a quinta seção, trata da questão da internacionalização das franquias, os principais mecanismos utilizados e as principais barreiras ou obstáculos ao processo.

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Medium 9788597008111

4 - Polo Metodológico

MARTINS, Gilberto de Andrade; THEÓPHILO, Carlos Renato Grupo Gen PDF

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Polo Metodológico

4.1  Método e Metodologia

O termo metodologia é empregado com significados diversos. Assim como ocorre com os vocábulos história e lógica, utiliza-se a palavra metodologia para fazer referência a uma disciplina e ao seu objeto, identificando tanto o estudo dos métodos, quanto o método ou métodos empregados por uma dada ciên­cia.1 Embora se considere que a ambiguidade não leva a maiores equívocos, a primeira das referidas acepções é mais amplamente aceita. O objetivo da metodologia é o aperfeiçoamento dos procedimentos e critérios utilizados na pesquisa. Por sua vez, método (do grego méthodos) é o caminho para se chegar a determinado fim ou objetivo. A metodologia é equiparada a uma preocupação instrumental:2 a ciência busca captar a realidade; a metodologia trata de como isso pode ser alcançado. A metodologia pode ser vista em duas vertentes mais típicas: numa concepção mais usual, origina-se da teoria do conhecimento (epistemologia) e está voltada a transmitir os procedimentos lógicos e epistemológicos do saber.

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Medium 9788521627487

Parte IV - Capítulo 12 - Demanda Agregada II: Aplicando o Modelo IS LM

MANKIW, N. Gregory Grupo Gen PDF

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CAPÍTULO

Demanda Agregada II:

Aplicando o

Modelo IS‑LM

A ciência é um parasita: quanto maior a população de pacientes, maiores os avanços na fisiologia e na patologia; e da patologia surge a terapia.

O ano de 1932 representou o fundo do poço da grande depressão, e de seu solo podre nasceu tardiamente uma nova disciplina que hoje chamamos de macroeconomia.

N

—Paul Samuelson

o Capítulo 11, reunimos as peças do modelo

IS‑LM como um passo rumo à compreensão das flutuações econômicas de curto prazo.Vimos que a curva IS representa o equilíbrio no mercado de bens e serviços, que a curva LM representa o equilíbrio no mer‑ cado de encaixes monetários reais e que, juntas, as curvas

IS e LM determinam a taxa de juros e a renda nacional no curto prazo quando o nível de preços é fixo. Vamos vol‑ tar nossa atenção agora à aplicação do modelo IS‑LM para analisar três questões.

Em primeiro lugar, examinamos as possíveis causas das flutuações na renda nacional. Utilizamos o modelo IS‑LM para analisar de que maneira as variáveis exógenas (compras do governo, impostos e oferta monetária) influenciam as variáveis endógenas (a taxa de juros e a renda nacional) para um determinado nível de preços. Examinamos, também, de que maneira vários choques no mercado de bens (a curva

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Medium 9788597003444

7 - Testes em Auditoria

CREPALDI, Silvio Aparecido; CREPALDI, Guilherme Simões Grupo Gen PDF

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Testes em Auditoria

7.1 Introdução

O objetivo do auditor externo ou independente é emitir opinião sobre as demonstrações financeiras examinadas, cujas peças básicas são as seguintes:

• balanço patrimonial;

• demonstração do resultado do exercício;

• demonstração de lucros ou prejuízos acumulados ou demonstração das mutações do patrimônio líquido;

• demonstração do fluxo de caixa;

• demonstração do valor adicionado;

• notas explicativas.

Para atingir esse objetivo, o auditor independente necessita planejar adequadamente seu trabalho, avaliar o sistema de controle interno relacionado com a parte contábil e proceder à revisão analítica das contas do ativo, passivo, despesa e receita, a fim de estabelecer a natureza, datas e extensão dos procedimentos de auditoria, colher as evidências comprobatórias das informações das demonstrações financeiras e avaliar essas evidências.

Os testes em auditoria constituem o processo pelo qual o auditor reúne elementos comprobatórios. Podem-se aplicar os testes a todas as transações ou a uma amostra representativa adequada. Por ser a última opção a mais comum, o teste converteu-se em sinônimo de amostragem, procedimento por meio do qual

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Medium 9788597013528

1 - Pesquisa

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria Grupo Gen PDF

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Pesquisa

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CONCEITOS E FINALIDADES

1.1 Conceitos

São inúmeros os conceitos sobre pesquisa; os estudiosos ainda não chegaram a um consenso sobre o assunto.

Segundo Asti Vera (1979, p. 9, 12), o “significado da palavra não parece ser muito claro ou, pelo menos, não é unívoco”, pois há vários conceitos sobre pesquisa, nos diferentes campos do conhecimento humano. Entende ainda que o ponto de partida da pesquisa encontra-se no “problema que se deverá definir, examinar, avaliar, analisar criticamente, para depois ser tentada uma solução”.

De acordo com o Webster’s International Dictionary, pesquisa é uma indagação minuciosa ou exame crítico e exaustivo na procura de fatos e princípios; uma diligente busca para averiguar algo. Pesquisar não é apenas procurar a verdade; é encontrar respostas para questões propostas, utilizando métodos científicos.

Ander-Egg (1978, p. 28) vai além: para ele, a pesquisa é um “procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo do conhecimento”. A pesquisa, portanto, é um procedimento formal, com método de pensamento reflexivo, que requer tratamento científico e se constitui no caminho para se conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais.

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Medium 9788522479252

4 Sistema de Gestão da Qualidade

MELLO, Carlos Henrique Pereira et al. Grupo Gen PDF

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Sistema de Gestão da Qualidade

Objetivo

Esta seção da norma ISO 9001 explicita a necessidade de implementação de um sistema de gestão da qualidade para apoiar os processos de realização da organização. Assim, fornece diretrizes gerais para que sistematicamente se conduza e se opere uma organização que melhora continuamente seu desempenho, indicando ainda as informações e evidências necessárias para a eficácia e eficiência do sistema de gestão da qualidade.

4.1 Requisitos gerais

Requisito

Esse requisito da norma ISO 9001:2008 define claramente quais são as etapas necessárias para a implementação de um sistema de gestão da qualidade.

A alínea 4.1.a da norma ISO 9001 enfatiza a necessidade de a organização determinar os processos necessários para a operacionalização de seu sistema de gestão da qualidade, tarefa que deve ser feita de forma seletiva pela organização, de modo a buscar o foco em seu negócio. Esse requisito pode ser atendido por meio da definição da unidade de negócio da organização, ou seja, definindo para cada unidade de negócio (por exemplo, compras, qualidade, engenharia, produção etc.) quem são os fornecedores, quais são os insumos, qual seu macroprocesso, quais são os produtos, quem são seus clientes e qual sua missão. Isso

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Medium 9788521630159

4. Inovação: um imperativo organizacional

DORNELAS, José Grupo Gen PDF

C A P Í T U L O

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Inovação: um imperativo organizacional

O conceito de inovação, bem como sua prática, não é novo. Desde que a teoria das organizações foi sendo elaborada e os conceitos administrativos foram sendo desenvolvidos, a inovação sempre esteve presente. A inovação pode estar relacionada à criação de um novo produto, um serviço diferente que passa a ser oferecido a um determinado mercado, ou até mesmo à inovação dos processos, da forma com que a organização é estruturada etc. Mas o que leva as organizações a buscarem de forma incessante a inovação nos dias atuais? Por que a inovação se tornou um imperativo organizacional?

Para responder a essas questões é interessante entender um pouco melhor o fenômeno da inovação e como ele ocorre, para então se discutir como ela se tornou algo vital e estratégico para que as empresas tenham condições de se manterem competitivas em seus mercados.

Inovação tem a ver com a mudança, fazer as coisas de forma diferente, de criar algo novo, de transformar o ambiente onde se está inserido. É algo mais abrangente que apenas a comum relação que se faz com a criação de novos produtos ou serviços. É um termo econômico ou social mais do que técnico.1 O ato de criar algo novo está bastante relacionado a invenções, ideias geniais, lampejos repentinos que acabam por trazer à luz algo inédito. Quando se analisa a inovação apenas através dessa perspectiva, muito pouco se pode fazer em relação à prática da inovação nas organizações, pois, neste caso, dependeria de fatos isolados, ocasionais, de “sorte” etc. No entanto, quando

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Medium 9788522484645

Parte I – 4 Fontes de Financiamento e Modalidades de Seguro para Capital de Giro

MATIAS, Alberto Borges (Coord.) Grupo Gen PDF

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Fontes de Financiamento e Modalidades de Seguro para Capital de Giro

Objetivos do capítulo

O objetivo deste capítulo é apresentar as possibilidades existentes para se financiar o capital de giro das empresas, além de identificar as modalidades de seguros responsáveis por auxiliar na sua gestão.

parcela de recursos de longo prazo, de terceiros e próprios. Tais obrigações surgem:

das atividades normais da empresa, quando são denominadas fontes operacionais;

de empréstimos e financiamentos obtidos junto a instituições de crédito, aqui denominadas fontes financeiras de capital de giro;

de recursos de longo prazo, aqui denominados de recursos de longo prazo em giro.

A apresentação das fontes de financiamento são apresentadas por meio:

• das atividades operacionais da empresa;

• da obtenção de recursos financeiros de terceiros de curto prazo;.

• de recursos de longo prazo.

Já as modalidades de seguro são apresentadas por meio:

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Medium 9788522498864

Parte II – 9 Contabilidade por Balanços Sucessivos

MARION, José Carlos Grupo Gen PDF

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Contabilidade por Balanços Sucessivos

Metodologia do ensino da contabilidade

Aspectos da constituição de uma empresa

Operações

Constituição do capital

Aquisição de bens a vista

Aquisição de bens a prazo

Financiamento a longo prazo

Aquisição de bens (metade a prazo + metade a vista)

Contabilidade por balanços sucessivos

Uma empresa sobrevive sem a Contabilidade de Custos?

“Muitas empresas refinaram seus processos produtivos na última década, mas ainda há oportunidade de economia em partes mais obscuras dos negócios”, afirmou a revista inglesa The Economist, no final do ano passado. Essa tese foi reforçada numa reportagem publicada pela Business Week. A revista, uma das mais conceituadas publicações de negócios dos Estados

Unidos, mostrou que, isoladamente, o crescimento da produtividade das empresas americanas – 25% na

última década – já não é capaz de garantir lucros ascendentes. Manter os custos sob controle não é mais questão de opção. É questão de sobrevivência” (CORREA,

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Medium 9788521616696

Capítulo 12. Fechando a Reunião

FUERTH, Leonardo Ribeiro Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

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Fechando a Reunião

Antes de encerrar, certifique-se de que o ambiente foi de total cooperação e proatividade. Caso positivo, e em situações em que o grupo está “fechado” em torno de propósitos comuns – e ainda se o tempo não estiver se transformando de aliado em inimigo –, dê espaço para que se avalie a reunião em termos de objetivos propostos e atingidos, além de comentários e sugestões adicionais.

Porém, se a reunião foi de certa forma “pesada”, muito cuidado com o chavão “alguém deseja acrescentar algo ?...” Pronto, é a senha para mais falatório, perda de tempo e chateação, e o risco de sua reunião não fechar. Portanto, chamamos a atenção para se ter muito cuidado. Na dúvida, se todos os assuntos foram discutidos, houve um certo consenso em torno das soluções encontradas, o plano de ação foi bem definido e você tem a convicção de que a reunião não produzirá nada mais além do que já se obteve até então, agradeça a presença e a colaboração de todos e encerre a reunião peremptoriamente!

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Medium 9788597013689

4 - Profissões regulamentadas e informática/Internet (TI)

OLIVEIRA, Aristeu de Grupo Gen PDF

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Profissões Regulamentadas e

Informática/Internet (TI)

Profissões regulamentadas

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Administrador, 51

Aeronauta, 54

Aeroviário, 55

Agente autônomo de investimento,

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Agente comunitário da saúde, 56

Agrimensor, 57

Analista clínico-laboratorial, 61

Árbitro de futebol, 87

Arquiteto, 87

Arquivista, 88

Arrumador, 89

Artesão, 90

Artista (ator, locutor, narrador, declamador, cantor, coreógrafo, bailarino, músico etc.), 91

Ascensorista, 112

Assessor de comunicação, 112

Assistente social, 126

Atleta de futebol, 130

Atuário, 130

Auditor, 131

Auditor interno, 131

Auxiliar em saúde bucal, 147

Barbeiro, 149

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