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Medium 9788521628217

PARTE I - CAPÍTULO 4 - CAPITAL DE GIRO

CHEROBIM, Ana Paula Mussi Szabo; LEMES Jr., Antonio Barbosa; RIGO, Claudio Miessa Grupo Gen PDF

Capítulo

4

Capital de Giro

4.1

4.2

4.3

4.4

4.5

4.6

4.7

4.8

4.9

4.10

4.11

4.1

Introdução, 85

Caixa, 86

Contas a Receber, 91

Contas a Pagar, 98

Estoques, 99

Capital Circulante, 106

Capital Circulante e Ciclo Operacional, 108

Fontes de Financiamento de Curto Prazo, 113

Elaboração e Acompanhamento do Fluxo de Caixa, 119

Questões e Exercícios, 122

Sugestões de Consulta, 126

Introdução

Os pagamentos e recebimentos diários constituem o início dos aspectos financeiros essenciais à empresa. A programação das entradas e saídas, o acompanhamento das contas a receber, das contas a pagar e o controle dos saldos do caixa da empresa e das contas bancárias são atividades financeiras básicas, indispensáveis para a sobrevivência dos negócios. Essa movimentação de recursos ocorre diariamente e é denominada Gestão Financeira de Curto Prazo; os recursos envolvidos constituem o Capital Circulante, mais conhecido como Capital de Giro.

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Medium 9788521626015

5 Objetivos Centrados nos Relacionamentos para o Crescimento da Receita

NOUR, David Grupo Gen PDF

5

Objetivos Centrados nos Relacionamentos para o

Crescimento da Receita

N

o Capítulo 1, mencionei que o networking mais tradicional muitas vezes é considerado ineficiente devido à falta de objetivos centrados nos relacionamentos.

Trata-se de objetivos de negócios que uma equipe, um indivíduo ou uma organização simplesmente não podem alcançar sem um foco sistemático e disciplinado em seus relacionamentos mais valiosos. Neste capítulo, examino a área mais predominante para obter resultados quantificáveis dos relacionamentos: o crescimento da receita.

O crescimento estratégico, intencional e lucrativo da receita precisa ao mesmo tempo de uma infantaria para as interações do dia a dia (desenvolver relacionamentos não é esporte para espectadores), do grupo de elite da Marinha para os esforços mais cirúrgicos e da força aérea para dar cobertura de cima. Os objetivos centrados nos relacionamentos devem também reduzir os custos de aquisição de clientes, ajudar a segmentar seu atual alcance de mercado ou ajudar a segmentar mais profunda e amplamente seu acesso aos mercados atuais. Abordo aqui como definir objetivos centrados nos relacionamentos para o desenvolvimento de negócios, especialmente para os fomentadores não comerciais.

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Medium 9788522476848

1 Noções básicas

CARDOSO, Ricardo Lopes; SZUSTER, Natan; SZUSTER, Fortunée Rechtman; Szuster, Fernanda Rechtman , Szuster, Flávia Rechtman Grupo Gen PDF

1

Noções básicas

Objetivo do Capítulo

Ao final deste capítulo o aluno deverá saber o que é a Contabilidade, seu objeto de estudo e seu objetivo. Com esse propósito são apresentados pontos para reflexão, a começar por como seria o mundo sem a sua existência. Na sequência, a

Contabilidade é ensinada como a “linguagem dos negócios”. Deve, ainda, saber as formas como a Contabilidade é classificada (Financeira ou Societária, Gerencial, de

Custos, Tributária ou Fiscal, Pública etc.); as características e as necessidades informacionais dos usuários típicos; além das limitações da informação contábil.

1.1  O mundo sem Contabilidade

Pare por alguns segundos e pense... O que seria do mundo sem a existência da Contabilidade?

1.1.1  Finanças pessoais

Para que possamos desenvolver este raciocínio, devemos pensar em nosso cotidiano. O que

você faz com o seu salário? Quando paga suas contas, decide comprar algum bem – uma casa, um carro, uma roupa – ou investir o seu dinheiro

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Medium 9788577260669

14. Coca-Cola versus Pepsi, 2001

Bruner, Robert F. Grupo A - AMGH PDF

14

CasO

Coca-Cola versus Pepsi, 2001

Em 4 de dezembro de 2000, a PepsiCo, Inc. e a Quaker Oats Company expediram um comunicado anunciando a fusão das duas empresas. Os termos do documento de fusão afirmam que a PepsiCo adquiriria a Quaker Oats em um acordo de “ação por ação”, que avaliava a Quaker em cerca de US$ 14 bilhões.

A julgar pelas reações que o anúncio provocou no preço das ações, analistas viram o acordo como uma vantagem a mais sobre a Coca-Cola. Adquirindo a Quaker Oats, a PepsiCo obteve controle sobre a Gatorade e passou a deter 83,6% do mercado de bebidas esportivas.

A PepsiCo já detinha marcas extremamente fortes no segmento de bebidas não-gaseificadas, como Aquafina, Tropicana e Lipton. Assumindo a Gatorade, a PepsiCo consolidaria ainda mais sua condição de lider de mercado. Analistas previram que a PepsiCo controlaria cerca

Reações provocadas no preço das ações pelo anúncio da fusão

1,10

Anúncio da fusão

OAT

1,05

PEP

1,00

KO

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29

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Medium 9788522479191

8 Planejamento, Programação e Controle dos Sistemas de Serviços

GIANESI, Irineu G. N.; CORRÊA, Henrique Luiz Grupo Gen PDF

Planejamento,

Programação e Controle dos Sistemas de Serviços

GESTÃO DA CAPACIDADE E DA DEMANDA

Capacidade é o potencial produtivo de um sistema. Em geral, capacidade é expressa em termos de volume de saídas do sistema por unidade de tempo. O adminis­ trador de serviços preocupa-se com decisões sobre capacidade por várias razões. Primei­ ro, porque é necessário ter capacidade suficiente para atender clientes quando neces­ sário. Depois, porque questões de capacidade afetam o d esempenho dos custos (tanto em investimento como em manutenção de instalações) dos sistemas de operações, afe tam a maior ou menor facilidade de programar a produção de serviços e também afetam o desempenho em termos de tempos (velocidade da prestação do serviço e capacidade de cumprir prazos) que o sistema apresenta.

As decisões sobre capacidade normalmente incluem as seguintes atividades:

• avaliação da capacidade existente;

• previsões de necessidades futuras de capacidade;

• identificação de diferentes formas de alterar a capacidade no curto, médio e longo prazo;

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Medium 9788547215125

6.7 Instabilidade do sistema financeiro internacional e taxa Tobin

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Saraiva - UNI PDF

capítulo 6 — sistema financeiro internacional  

 79

Grande Depressão. Mais tarde, passou a financiar programas de governos e de empresas voltadas para o comércio exterior na compra exclusiva de equipamentos e serviços norte-americanos. Em suma, esse banco foi criado para ajudar a promover o aumento das exportações de produtos ou serviços norte-americanos nas seguintes modalidades:

 empréstimos diretos ao importador estrangeiro, em dólares, com base no

valor da exportação (até 42,5% do valor), com facilitação no pagamento

à vista e prazo de 5 a 15 anos;

 realização de operações de desconto, em que o Eximbank poderá descontar títulos representativos de financiamentos concedidos por entidades financeiras privadas no caso de inadimplência;

 financiamento consorciado, que é uma linha de crédito colocada à disposição de uma instituição financeira não norte-americana para ser utilizada pelas empresas do exterior no pagamento de exportações norte-americanas;

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Medium 9788597008265

PARTE III – 10 - Negociações com Ações na BM&FBovespa

PINHEIRO, Juliano Lima Grupo Gen PDF

10

Negociações com Ações na BM&FBovespa

Conteúdo

Prova_Final_Pinheiro_Mercado_Capitais.indb 395

10.1 Introdução

10.1.1 Negociações

10.1.2 Produtos negociados

10.1.3 Mercados disponíveis na Bovespa

10.1.4 Classificação das ações para investimento

10.2 Operações na BM&FBovespa

10.2.1 Participantes

10.2.2 Acesso aos sistemas de negociação e processamento de operações

10.2.3 PUMA Trading System

10.2.4 A câmara de ações

10.2.5 O funcionamento do pregão e after-market

10.2.6 Leilões no pregão eletrônico

10.2.7 Liquidação das operações

10.2.8 Custódia das ações

10.3 Formador de mercado

10.4 Operação day trade

10.5 Aluguel de ações − BTC

10.6 Custos e tributação das operações

Questões para consolidação

Teste de verificação

07/19/2016 3:25:10 PM

396 

Mercado de Capitais  • Pinheiro

10.1 Introdução

10.1.1 Negociações

As negociações com ações no mercado brasileiro são realizadas através de mercado eletrônico, cujo principal objetivo é viabilizar a realização de operação de compra e venda de ações em mercado livre e aberto.

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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 3 - Mídia digital e política no Estado democrático liberal

WHITE, Andrew Saraiva - UNI PDF

CAPÍTULO 3

Mídia digital e política no

Estado democrático liberal

Introdução

OS DOIS CAPÍTULOS ANTERIORES

consideraram as implicações do cresci‑

mento da mídia digital para o modo como buscamos informação para perceber o sentido do mundo que nos cerca e conceber identidade. As questões que essa investigação suscita são profundamente políticas em sua orientação. A menos que empreguemos uma forma grosseira de determinismo tecnológico, não po‑ demos discutir essas questões sem analisar a relação entre a mídia digital e a sociedade em seu sentido mais amplo. Um elemento crucial desse tipo de aná‑ lise envolve determinar até que ponto essas mudanças no comportamento dos usuários de tal tecnologia são determinadas pelas propriedades intrínsecas da própria tecnologia, por tendências sociais mais amplas ou por uma combinação das duas. Envolverá também avaliar até que ponto mudanças no modo como interagimos com a mídia digital são política ou socialmente significativas, ou se são marginais a esses assuntos. À guisa de exemplo, poderíamos considerar o conceito de identidade on­‑line. O capítulo anterior identificou mudanças signi‑ ficativas no modo como nossa identidade contemporânea é construída a partir da nossa interação com a mídia digital. Em última análise, a mídia digital é responsável por essas mudanças ou elas são, mais provavelmente, um resultado

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Medium 9788521627500

PARTE I - CAPÍTULO 3 - Escola clássica da administração

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 3

Escola clássica da administração

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao terminar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender, explicar e utilizar os seguintes conceitos:

•• Escola clássica da administração.

•• Movimento da administração científica e seus princípios.

•• Definição da administração segundo Fayol.

•• Tipo ideal de burocracia segundo Max Weber.

•• Origem e desenvolvimento da estrutura organizacional das grandes empresas.

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Capítulo 3

INTRODUÇÃO

Agora, mais uma vez na máquina do tempo, apertamos o botão de avanço rápido para chegar ao início do século XX. Atravessaremos rapidamente o século XX em direção ao Terceiro Milênio. Neste capítulo, faremos essa travessia para estudar uma síntese das ideias retratadas na Figura 1. Ideias – ou devemos dizer teorias? Tanto faz.

Ideias • Enfoques

• Teorias

1900-1925

1925-1950

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Medium 9788597009019

Parte III – 13 - Layout

CURY, Antonio Grupo Gen PDF

Layout

13

13.1 Conceituação

O layout corresponde ao arranjo dos diversos postos de trabalho nos espaços existentes na organização, envolvendo, além da preocupação de melhor adaptar as pessoas ao ambiente de trabalho, segundo a natureza da atividade desempenhada, a arrumação dos móveis, máquinas, equipamentos e matérias-primas.

Portanto, devem ser objetivos de um projeto de layout: otimizar as condições de trabalho do pessoal nas diversas unidades organizacionais;

�� racionalizar os fluxos de fabricação ou de tramitação de processos;

�� racionalizar a disposição física dos postos de trabalho, aproveitando todo o espaço

útil disponível;

�� minimizar a movimentação de pessoas, produtos, materiais e documentos dentro da ambiência organizacional.

��

Assim, são pontos de interesse, no desenvolvimento de um estudo de layout, no caso de unidades industriais, seus produtos e o regime de produção, e, no de organizações burocráticas, a natureza do trabalho, seu volume e o fluxo de papéis.

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Medium 9788521620075

PARTE V -

CHINELATO FILHO, João Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

24

OS NOVOS PARADIGMAS

ORGANIZACIONAIS

A

segurança da rotina não existe mais no cenário organizacional de hoje. Rever os rumos e enfrentar desafios são os novos requisitos para o profissional. Mas como separar o joio do trigo e avaliar os resultados?

Este capítulo mostra a evolução dos paradigmas organizacionais ao longo das três últimas décadas, os conceitos de cultura organizacional, as propostas da Reengenharia, as megatendências organizacionais, a substituição da burocracia pela adhocracia e as características dos profissionais das organizações do terceiro milênio.

A mudança dos paradigmas organizacionais vem incomodando aqueles que buscavam segurança na rotina. Tornou-se condição de sobrevivência retroagir, rever os rumos e o novo cenário dos desafios do final do século.

Diante dos desafios, se nos apegarmos à primeira ideia do problema, criaremos outro problema ainda maior. São necessários ajustes, definições claras e abrangentes, redefinições de métodos.

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Medium 9788522466436

10 Proposição de Modelo de Balanço Social. Relatório de Sustentabilidade e de Indicadores de Desempenho

TINOCO, João Eduardo Prudêncio Grupo Gen PDF

10

Proposição de Modelo de Balanço

Social. Relatório de Sustentabilidade e de Indicadores de Desempenho

10.1 Introdução ao modelo

O modelo proposto de elaboração e divulgação do Balanço Social Relatório de Sustentabilidade está estruturado de forma inédita em cinco braços, como já evidenciado ao longo do livro, ou seja:

• as atividades exercidas pelas entidades (empresas, governos e ONGs);

• balanço de pessoas – recursos humanos;

• Demonstração do Valor Adicionado (DVA);

• indicadores ambientais do balanço ambiental;

• a responsabilidade social e pública das organizações.

Entendemos que as informações divulgadas aos stakeholders (os parceiros sociais), relativas ao BSRS, devem contemplar um horizonte temporal de no mínimo três anos, ou seja, os dois anos anteriores e o atual, em que as informações estão sendo evidenciadas.

10.2 As atividades exercidas pelas entidades e seus indicadores básicos de desempenho

A elaboração e divulgação desse tópico inédito no contexto do BSRS surge da necessidade de identificar as atividades geradoras de valor em que as empresas e

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Medium 9788597013306

Capítulo 8 - Gestão municipal

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru; NOHARA, Irene Patrícia Grupo Gen PDF

C APÍ TU LO 8

Gestão municipal

PERCURSO DO CAPÍTULO

DESAFIOS

PRÓPRIOS DO

MUNICÍPIO

ESTATUTO

DA CIDADE

CONSELHOS

MUNICIPAIS

MOBILIDADE

URBANA

DISCIPLINA

URBANÍSTICA

CONTROLADORIA

MUNICIPAL

FUNÇÃO SOCIAL

DA CIDADE

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Os desafios próprios da gestão municipal em função das competências constitucionais.

■■ O Estatuto da Cidade e seus principais instrumentos e inovações.

■■ A Lei da Mobilidade e a prioridade dada ao transporte público coletivo.

■■ A disciplina urbanística exigida pelo ordenamento jurídico.

■■ As múltiplas dimensões de realização da função social da cidade.

■■ A controladoria municipal.

■■ Os conselhos municipais, como instâncias de promoção da gestão democrática.

Gestao_Publica.indb 144

12/09/2017 14:57:29

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Medium 9788522468171

8 Orientação Profissional

DUTRA, Joel Souza (Org.) Grupo Gen PDF

8

Orientação Profissional

Marcos Aurélio de Araújo Ferreira e Joel Souza Dutra

Introdução

As discussões e reflexões sobre a orientação profissional não são recentes, tendo sido sempre foco de atenção e preocupação ao longo do desenvolvimento das organizações e das relações entre os respectivos atores sociais nela envolvidos. Nas últimas décadas, mais especificamente, a partir dos anos 80 nos Estados

Unidos e dos anos 90 no Brasil, o enfoque na orientação de carreira passou a ser priorizado na agenda dos executivos, seja em razão das atribuições de sua função na organização, seja em razão de seu interesse pessoal. Nesse período, pôde-se observar a emergência e concorrência de três diferentes práticas de orientação profissional: o mentoring, o aconselhamento de carreira (career counseling) e o coaching executivo (executive coaching). Essas práticas contribuem para as reflexões em diferentes fases da carreira: (i) para jovens ingressantes do mercado de trabalho em fase de construção de sua identidade profissional; (ii) para profissionais experientes, preocupados com o desenvolvimento ou transição de suas carreiras;

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Medium 9788597013791

1 - Introdução

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF

Capítulo 1

Introdução

1.1  Origem da auditoria externa

A auditoria externa ou auditoria independente surgiu como parte da evolução do sistema capitalista. No início, as empresas eram fechadas e pertenciam a grupos familiares. Com a expansão do mercado e o acirramento da concorrência, houve a necessidade de a empresa ampliar suas instalações fabris e administrativas, investir no desenvolvimento tecnológico e aprimorar os controles e procedimentos internos em geral, principalmente visando à redução de custos e, portanto, tornando mais competitivos seus produtos e serviços no mercado.

Entretanto, para processar todas essas mudanças seria necessário um volume de recursos impossível de ser obtido por meio das operações lucrativas da empresa ou do patrimônio de seus proprietários. Por conseguinte, a empresa teve de captar esses recursos junto a terceiros, principalmente mediante empréstimos bancários a longo prazo, emissão de debêntures e abrindo seu capital social para novos acionistas.

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