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Medium 9788597005592

Parte II - 5 Planejamento em Marketing

KANAANE, Roberto; RODRIGUES, Carlos Eduardo Grupo Gen PDF

Prova Final

Planejamento em

Marketing

Prof. Mário Henrique de Miranda

“O marketing tem por principal responsabilidade o alcance do crescimento em receitas lucrativas para a empresa. Ele deve identificar, avaliar, selecionar oportunidades de mercado e estabelecer as estratégias para alcançar proeminência, senão domínio, nos mercados-alvo.” Philip Kotler

5

Objetivos

��Proporcionar

uma visão clara e encadeada da importância da gestão estratégica, seus desdobramentos em marketing, vendas e no papel das pessoas, quando estas ocupam diferentes posições no ambiente empresarial.

��Melhorar

o entendimento das empresas e profissionais de marketing quanto ao seu papel ante os seus clientes, passando de um processo de interação para um processo de relacionamentos de longo prazo.

��Apresentar

a importância do processo de planejamento, implantação e monitoramento de estratégias, conforme objetivos predefinidos, que visem os resultados financeiros lucrativos a partir do claro entendimento de todos os aspectos internos e externos à organização.

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Medium 9788597013306

Capítulo 17 - Contratos administrativos

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru; NOHARA, Irene Patrícia Grupo Gen PDF

C AP ÍTU LO 17

Contratos administrativos

PERCURSO DO CAPÍTULO

CONTRATOS

ADMINISTRATIVOS

TRATAMENTO

LEGAL

CARACTERÍSTICAS

EXTINÇÃO

GESTÃO DE

CONTRATO

CLÁUSULAS

EXORBITANTES

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Conceito e natureza jurídica.

■■ Tratamento legal.

■■ Características.

■■ Cláusulas exorbitantes.

■■ Sistema de gestão de contratos.

■■ Extinção do contrato administrativo.

Gestao_Publica.indb 299

12/09/2017 14:58:20

300 

C A P Í T U LO 1 7

17.1 Definição e natureza jurídica

Um dos assuntos essenciais à gestão pública é a gestão dos contratos administrativos. As Administrações Públicas precisam contratar para desenvolver suas atividades cotidianas.

Existem contratos que suprem a Administração de serviços e bens necessários ao desempenho de suas atividades; e também há as contratualizações, para delegar à iniciativa privada o exercício de serviços públicos, cuja titularidade é estatal, conforme dispõe o art. 175 da Constituição.

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Medium 9788521606338

Capítulo 7 - A Ameaça da Contração Cíclica Americana

CARNEIRO, Dionisio Dias; WU, Thomas Grupo Gen PDF

C a p í t u l o

7

A Ameaça da Contração Cíclica

Americana

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A

o iniciar-se o ano de 2001, havia uma considerável margem de erro nas projeções dos resultados do balanço de pagamentos no Brasil. A dificuldade era causada por dois fatores: as defasagens do efeito corretivo da taxa de câmbio (que se mostravam mais longas que inicialmente esperado) e as incertezas em torno da demanda internacional. Estas imprecisões levariam a embaraçosas revisões do saldo comercial esperado ao longo do ano. Mesmo considerando-se que, nos anos anteriores, as revisões sempre haviam sido para pior, até 2001 elas não tinham tido repercussão séria sobre as necessidades de financiamento externo. Projetava-se, no ano, um déficit em transações correntes entre US$

25 bilhões e US$ 27 bilhões que, combinado com um fluxo de investimentos diretos externos esperado entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões,1 de acordo com um pior, ou melhor, cenário, resultaria em uma probabilidade razoável de que a economia brasileira pudesse vencer o ano, como havia acontecido nos dois anos anteriores, com o balanço de pagamentos financiado.

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Medium 9788597011722

7 - Matemática Financeira e Estatística (Wiliam Retamiro)

SCHERRER, Alberto Manoel Grupo Gen PDF

7

MATEMÁTICA FINANCEIRA

E ESTATÍSTICA

Wiliam Retamiro

7.1 J u ros s i m p le s e c om p ostos

Juros simples: é uma forma de remunerar o capital original (Co) que fora aplicado ou emprestado por uma determinada taxa (i) durante um período (n). Tal taxa é o valor relativo (%) no qual Co deverá ser corrigido. Ao valor do capital adicionado ao valor dos juros chamamos de montante (M). Neste caso, somente o valor principal (Co) renderá juros.

3

3

4

4

75

75

= 75%

100

25

25

25

100

MANUAL EXAME CFC.indb 187

25

75

=

4 100

3

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1 8 8  C A P Í T U LO 7

Exemplo:

Calcular o juros simples fornecido por uma aplicação/capital (Co) de 40.000,00 a 5% ao mês

(a. m.) por um período de 3 meses:

40.000 × 0,05 = 2.000

40.000 × 0,05 = 2.000

40.000 × 0,05 = 2.000

J = Co . i . n

J = 40.000 . 0,05 . 3

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Medium 9788547209582

Um tema de muitas faces ede importância central

VELOSO, Renato Saraiva - UNI PDF

Introdução

Um tema de muitas faces e de importância central

Pense rapidamente. O que lhe vem à mente quando você se refere a direitos humanos? O que costuma ouvir em sua vida cotidiana, no transporte para o trabalho, para a escola, para o lazer, quando está na academia, no mercado, na praça, nas reuniões entre família e amigos?

Quando nos questionamos sobre isso, em geral as respostas que recebemos são diversas. Aqueles que participaram de manifestações de rua em junho de 2013 poderiam pensar em Amarildo, morador do bairro da Rocinha, no Rio de Janeiro, que

“desapareceu” após abordagens policiais — legítima e corajosa lembrança de um fato que mobilizou o Brasil e o mundo naquele momento. Talvez, contudo, se surpreendessem ao saber que desaparecimentos como o de Amarildo se contam aos milhares ao ano no Brasil.

Outras pessoas poderiam se lembrar de alguns de seus livros de história e falar das comissões da verdade que buscam, no momento em que este texto é escrito, reconstituir violações de direitos humanos ocorridas no Brasil. Assim como na

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Medium 9788597010657

8 - Formação do Preço: Estruturação

BERNARDI, Luiz Antonio Grupo Gen PDF

8

FORMAÇÃO DO PREÇO:

ESTRUTURAÇÃO

Prova_Final_Bernardi_Formacao_Precos.indb 139

13/02/2017 15:34:28

Eixo Orientador do Livro

Capítulo 8

Proposta de valor

Avaliação e diagnóstico do desempenho da política de preços

Gestão da política e da estratégia de preços

Proposições de valor

Objetivos de preços e estratégias

Valor para o cliente e o que está disposto a pagar

Custos e despesas: formação e administração

Tributos

Custos e despesas

Finanças

Estrutura e formação de preços

Planejamento e avaliação das decisões

Resultados

Prova_Final_Bernardi_Formacao_Precos.indb 140

13/02/2017 15:34:28

Formação do preço: estruturação

Decidir o quanto atribuir de preço aos bens e serviços no mercado envolve uma série de variáveis. Entretanto, a decisão da estratégia dos preços, além das considerações e objetivos mercadológicos (Capítulo 3), deve orientar-se economicamente e do ponto de vista interno, por três caminhos:

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Medium 9788597006384

8 - Restos a Pagar

KOHAMA, Heilio Grupo Gen PDF

1a Prova

8

Restos a Pagar

1 Conceito

A despesa orçamentária é executada pelo regime de competência, consoante o disposto no artigo 35 da Lei Federal nº 4.320/64 e inciso II, onde estabelece que “pertencem ao exercício financeiro, as despesas nele legalmente empenhadas”.

Consequentemente, houve necessidade de a própria lei determinar os procedimentos a serem adotados para encerramento do exercício, o que foi feito através do artigo seguinte, ou seja, pelo artigo 36, a seguir transcrito:

“Artigo 36. Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro, distinguindo-se as processadas das não processadas.”

Portanto, uma vez empenhada a despesa e não sendo paga até o dia 31 de dezembro, será considerada como Restos a Pagar, para efeito do encerramento do exercício financeiro. Em outras palavras, uma vez empenhada a despesa, ela pertence ao exercício financeiro, onerando as dotações orçamentárias daquele exercício.

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Medium 9788597013863

10 - Planejamento e Controle

LAS CASAS, Alexandre Luzzi Grupo Gen PDF

10

PLANEJAMENTO E CONTROLE

Nos capítulos anteriores, vimos as aplicações dos vários instrumentos mercadológicos para a comercialização de produtos ou serviços. É necessária, no entanto, uma integração de todos esses instrumentos e atividades mencionados e comentados que visam ao consumidor-alvo. Este propósito é obtido geralmente através de um esforço de planejamento. O planejamento pode ser considerado uma forma de garantir que todos os fatores que influenciam os elementos do composto de marketing se combinem da melhor maneira possível para atingir determinados objetivos, considerando um meio ambiente qualquer.

“O planejamento de marketing inclui a previsão do futuro e o desenvolvimento de objetivos e estratégias que determinam quais atividades de marketing, quando, como e onde devem ser desenvolvidas. É um processo contínuo, devido às modificações do ambiente”.1

O planejamento pode ser feito formalmente ou informalmente. Os executivos de uma grande empresa podem dedicar muitas horas de trabalho às atividades deste tipo. Além de envolverem vários profissionais no desenvolvimento de planos estratégicos cuidadosamente elaborados e orçados, podem contar com uma completa estrutura para controle. Por sua vez, um pequeno administrador pode não se dedicar a um planejamento formal, mas terá como base de atuação um quadro mental formado sobre as várias atividades que deverá desempenhar em determinado período. No momento que algum administrador estiver pensando naquilo que deve fazer e nas formas de fazê-lo, ele estará planejando. Portanto, um planejamento de marketing tanto pode ser informal, como formal, mas evidentemente este último é o mais recomendado, pois, entre vários benefícios, possibilita otimização na aplicação de recursos disponíveis. Além disso, a necessidade de planejar formalmente força o administrador a preparar-se para lidar com a situação prevista. Com isto, é possível determinar, ou pressupor ameaças e oportunidades do ambiente. O planejamento formal também fornece uma

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Medium 9788522487677

Parte II – 8 Coerência

TOMASI, Carolina; MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

8

Coerência

Objetivos

• Aprimorar a preocupação do estudante com a necessidade de coerência textual.

• Discutir a relevância da coerência textual para conscientizar o aluno sobre a necessidade de produzir textos que tenham sentido.

• Aprimorar a prática de expressões em que as ideias se relacionam harmoniosamente.

• Praticar com o estudante a coerência textual, alertando-o sobre os perigos da incoerência.

• Conscientizar o aluno de que coesão e coerência andam de mãos dadas.

Coerência 

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1 Reflexão e debates

1. Na vida, de uma pessoa que fala uma coisa e faz outra dizemos que é incoerente. Você poderia dar alguns exemplos de comportamento incoerente (na política, nos clubes de futebol, nas empresas)?

2. Que é um argumento incoerente?

3. Você poderia apresentar exemplos de texto incoerente?

4. Há argumentos que são aparentemente incoerentes, como em: “Jogamos na defesa para podermos atacar mais.” Comente essa frase.

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Medium 9788522481675

20 Aplicações do Excel: Uso sem Custos e Preços

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen PDF

20

Aplicações do Excel: Usos em Custos e Preços

“Quando perguntaram a Albert Einstein qual havia sido o evento que mais contribuíra para o desenvolvimento da teoria da relatividade, ele respondeu: ‘Descobrir como eu deveria pensar sobre o problema’”

Jack Trout in Diferenciar ou morrer, p. 86

20.1  Objetivos do capítulo

As aplicações possíveis da planilha Microsoft Excel nos processos de gestão empresarial são variadas, conforme apresentado no Capítulo 19. Dessas aplicações possíveis, muitas podem ser usadas em custos e preços.

O objetivo deste capítulo consiste em ilustrar algumas aplicações possíveis do

Excel no processo de análise de custos e preços. Para facilitar as aplicações dos modelos, o CD que acompanha este livro traz a planilha CUSTOS.XLS, onde, por meio de menus de fácil navegabilidade, é possível executar diversas aplicações do Excel.

Outro recurso disponível no CD, e brevemente apresentado no final deste capítulo, é o arquivo CUSTOS.PPT, um conjunto de transparências elaboradas especialmente para o docente que deseje adotar o livro como referência básica em seus cursos ou para o leitor, ou usuário, que deseje fazer rápida leitura dos conteúdos expostos nos textos, ou na planilha CUSTOS.XLS.

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Medium 9788547209582

Capítulo 2 - Os sistemas de proteção dosdireitos humanos

VELOSO, Renato Saraiva - UNI PDF

Capítulo 2

Os sistemas de proteção dos direitos humanos

Introdução

O debate sobre os direitos humanos adquiriu nova configuração, sobretudo a partir da segunda metade do século XX. As duas grandes guerras mundiais constituíram-se em um componente conjuntural que levou os países reunidos em torno da Organização das Nações Unidas (ONU) a buscar formas de evitar que os horrores ocorridos em ambas se repetissem.

A forma encontrada no âmbito das Nações Unidas acabou sendo a edificação de um regime jurídico pretensamente universal para a proteção de direitos humanos. Nele, uma das principais estratégias foi a aprovação de cartas internacionais que foram elaboradas especialmente a partir da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 1948.

2.1 Precedentes históricos

Embora a referida Declaração de 1948 se constitua como um importante marco histórico na luta por direitos, sobretudo no cenário mundial,

é preciso ressaltar que o pleito por direitos universais é secular. Portanto, em tempos anteriores já haviam sido elaborados documentos que buscaram alimentar a luta por direitos para os seres constituintes da espécie humana. Como exemplos, temos a Declaração Inglesa de Direitos (1689);

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Medium 9788521618089

Capítulo 6. Livrando-se do Passado

SWAIM, Robert W. Grupo Gen PDF

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Livrando-se do Passado

Parte Um: O Conceito de Abandono Planejado de Peter Drucker

Introdução

Este capítulo amplia o conceito de Abandono Planejado de Drucker, introduzindo um elemento adicional e uma ferramenta prática para a aplicação do conceito.

Livrando-se do Passado: O Primeiro Passo do Pensamento e

Planejamento Estratégicos

Em muitos de seus livros, Peter Drucker enfatiza que o primeiro passo para o pensamento e planejamento estratégicos bem como para o desenvolvimento de uma visão para o futuro de uma organização é “livrar-se do passado”.1 Muitas organizações, segundo Drucker, continuam investindo recursos organizacionais – dinheiro e pessoas – à “preservação do passado”, quando deveriam alocá-los à “criação do futuro”. A primeira parte deste capítulo descreve o conceito de Abandono Planejado de Drucker e explica como aplicá-lo a sua organização. A segunda parte do capítulo apresenta uma ferramenta útil para a aplicação do conceito. Tanto o conceito de Drucker quanto sua aplicação serão exemplificados em um estudo de caso composto de duas partes, “Shanghai Industrial Lubricants”.

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Medium 9788522466535

1 Introdução ao Ambiente da Contabilidade

TINOCO, Eduardo Prudêncio Tinoco; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira Grupo Gen PDF

1

Introdução ao Ambiente da

Contabilidade

“Não há senão um mestre, a natureza.”

Leonardo da Vinci

Neste capítulo, apresentaremos uma breve digressão histórica da Contabilidade, desde os tempos em que o homem primitivo necessitou de registros e de informações para conhecer seu patrimônio, que sempre foi o objeto central da

Contabilidade. O surgimento do comércio, que floresceu em cidades italianas das Idades Média e Moderna, contribuiu sobremaneira para o surgimento da

Contabilidade, em base científica, passando pelos descobrimentos marítimos, empreendimentos nos quais navegadores portugueses e espanhóis se envolveram, desembocando na Revolução Industrial.

Empreendida por ingleses, alemães e franceses nos séculos XVIII e XIX, a Revolução Industrial abriu novos horizontes para a humanidade, com a implantação da indústria em larga escala, bem como da ferrovia, inicialmente, e posteriormente outros meios de transporte. Integrou países e continentes (Europa), além de outros empreendimentos de porte, que por sua complexidade, pelos capitais investidos, e pela demanda de informação exigiram e exigem uma Contabilidade que atenda basicamente aos interesses decisoriais de seus usuários, os stakeholders.

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Medium 9788522497379

Parte II - 10 Pronunciamento CPC 17: Concepção Contábil para a Construção Civil – Conceitos e Aplicabilidade

SCHERRER, Alberto Manoel Grupo Gen PDF

10

Pronunciamento CPC 17: Concepção

Contábil para a Construção Civil –

Conceitos e Aplicabilidade

10.1 COMPREENDENDO O CPC 17: CONCEITOS

FUNDAMENTAIS E APLICAÇÃO

O ponto de partida das alterações, no âmbito contábil em geral, ocorreu por meio do advento da Lei no 11.638, de 28 de dezembro de 2007, que teve, dentre outras abordagens, o que se pode denominar como a introdução dos conceitos do

International Financial Reporting Standards (IFRS) no contexto da contabilidade brasileira. Em face da adoção dos padrões internacionais por parte do Brasil, os

órgãos normativos da contabilidade brasileira têm emitido pareceres, resoluções e outras comunicações oficiais, figurando dentre tais, o Comitê de Pronunciamentos

Contábeis (CPC), que tem a seu encargo orientar e regulamentar os procedimentos apropriados à cada atividade contábil aplicável aos diversos segmentos econômicos.

Em relação às alterações contábeis relacionadas com as empresas incorporadoras do ramo da construção civil, os ditames específicos estão contidos no Pronunciamento conhecido como CPC 17. O texto original deste Pronunciamento, ao explicitar seu objetivo, cita textualmente: “[...] é estabelecer o tratamento contábil das receitas e despesas associadas a contrato de construção...”. Dessa forma, a compreensão exata do alcance do CPC 17 é a de que sua aplicação está adstrita aos registros contábeis específicos das empresas do ramo de atividade aqui tratadas, o que se conclui pela expressão literal do item 1 deste Pronunciamento, que esclarece: “Este Pronunciamento deve ser aplicado na contabilização dos contratos de construção nas demonstrações contábeis das contratadas.” Ademais, o CPC 17 deixa evidente que, caso haja algum outro Pronunciamento que trate de tema similar e

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Medium 9788522484157

2. O e-mail corporativo – comunicação formal e responsável (Ana Shirley França)

FRANÇA, Ana Shirley (Org.) Grupo Gen PDF

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O e-mail corporativo – comunicação formal e responsável

Ana Shirley França1

  Ana Shirley França. Administradora, com formação em Letras, mestre em Administração e Política da Educação

Superior – UERJ. Mestre em Psicopedagogia – Havana. Prof. Titular da Universidade Estácio de Sá, RJ.

Editora Científica – Autora de livros na área de Comunicação Empresarial e Formação Profissional.

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Comunicação empresarial  •   França

Introdução

O e-mail foi um veículo de mensagem criado aproximadamente no ano de 1960, devido ao desenvolvimento da microinformática e ao avanço da tecnologia, tendo na Internet o grande espaço de circulação virtual. Assim, atualmente, o e-mail passou a ser uma ferramenta essencial de comunicação da geração atual, principalmente, no ambiente corporativo, para encurtar espaços e diminuir tempo.

Deve-se mencionar que, apesar de o e-mail estar no ambiente virtual, quando usado no espaço das corporações, como veículo de mensagem corporativa, ele se torna obrigatório na linguagem formal, em que a correção e clareza de sentido e a objetividade sejam respeitadas e utilizadas por todos. É importante revelar os níveis da língua em que o e-mail deve ser redigido, dependendo da situação social e do contexto em que será veiculado.

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