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Capítulo 1 – Teoria da contabilidade: em busca dos fundamentos do fenômeno contábil

FLORES, Eduardo; BRAUNBECK, Guillermo; CARVALHO, Nelson Grupo Gen PDF

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Teoria da contabilidade: em busca dos fundamentos do fenômeno contábil

EDUARDO FLORES

GUILLERMO OSCAR BRAUNBECK

NELSON CARVALHO

Toda a teoria deve ser feita para poder ser posta em prática, e toda a prática deve obedecer a uma teoria. Só os espíritos superficiais desligam a teoria da prática, não olhando a que a teoria não é senão uma teoria da prática, e a prática não é senão a prática de uma teoria...

(PESSOA, 1926).

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Capítulo 1

1.1 Introdução

O propósito desta seção inicial é o de delimitar e explorar o que nesta obra se denomina teoria da contabilidade. O que é teoria da contabilidade? Qual sua importância? Qual o objetivo da contabilidade? Quais os desafios para atingir esse objetivo dentro do processo contábil? Temos os fundamentos teóricos de que precisamos para o desenvolvimento profícuo dessa área do conhecimento humano?

Sem a pretensão de oferecer respostas definitivas ou terminais a essas inquietações, pretende-se aqui organizar alguns conceitos e ideias que eventualmente contribuirão à reflexão que esta obra pretende provocar.

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Capítulo 2 – Características, utilidade e objetivo da contabilidade

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Características, utilidade e objetivo da contabilidade

ARTHUR JOSÉ CUNHA BANDEIRA DE MELLO JOIA

EDUARDO FLORES

LUCIANO NURNBERG PERES

LUDMILA DE MELO SOUZA

MARTHA REGINA MEIRA BIANCHI

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Capítulo 2

2.1 Introdução

O estudo da contabilidade em sua forma mais complexa e abrangente remete a importantes fatores, características e motivações desse importante campo de pesquisa. A discussão acerca da sua conceituação como ciência ou técnica, sua evolução ao longo dos séculos e o seu papel na sociedade são assuntos abordados neste capítulo.

Independentemente da discussão conceitual acerca do seu status como ciência, a contabilidade acima de tudo advém das atividades sociais. Sua utilidade não é estática, sujeitando-se às necessidades da sociedade ou organizações em que está inserida. Os fenômenos econômicos capturados pela contabilidade podem e são traduzidos de diversas formas; relatórios e informações contábeis são resultado de processos ideológicos, políticos e em certo grau matemáticos. O objetivo nasce da necessidade dos diversos usuários envolvidos nesse processo.

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Capítulo 4 – Teoria da contabilidade financeira e estruturas conceituais

FLORES, Eduardo; BRAUNBECK, Guillermo; CARVALHO, Nelson Grupo Gen PDF

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Teoria da contabilidade financeira e estruturas conceituais

CAIO PONARA RUSSO

EDUARDO FLORES

ELISE SOERGER ZARO

FERNANDO LIMA TRAMBACOS

FLÁVIA FONTE DE SOUZA MACIEL

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Capítulo 4

4.1 Introdução

A edição dos Capítulos 1 e 3 de uma estrutura conceitual conjunta pelo International Accounting Standards Board (IASB) e pelo Financial

Accounting Standards Board (FASB) em 2010 é um marco na contabilidade contemporânea, refletindo uma consolidação de abordagem no que diz respeito à estruturação das normas contábeis e um esforço internacional pela harmonização das práticas contábeis. Muito se discute, contudo, sobre o futuro dessa cooperação internacional, que envolve a complementação e permanente revisão da própria estrutura conceitual em vigor.

Partindo das considerações trazidas pelos capítulos anteriores, que se dedicaram a debater a definição, a utilidade e o objeto da contabilidade e da teoria da contabilidade, o objetivo deste capítulo é se debruçar sobre o estudo das estruturas conceituais. Sem qualquer ambição de exaurir o tema e analisar tecnicamente cada disposição da estrutura conceitual em vigor, este capítulo traz um breve resumo da evolução histórica que culminou com a elaboração de estruturas conceituais, passando pela discussão sobre princípios contábeis e debatendo as inter-relações e embates entre as estruturas conceituais e a teoria da contabilidade.

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Capítulo 5 – O ativo e sua mensuração

FLORES, Eduardo; BRAUNBECK, Guillermo; CARVALHO, Nelson Grupo Gen PDF

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O ativo e sua mensuração

ADRIANA LOTZE MARTINEZ

DENIS LIMA E ALVES

EDUARDO FLORES

FLÁVIA FONTE DE SOUZA MACIEL

NÁDIA ALVES DE SOUZA

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Capítulo 5

5.1 Introdução

Poder-se-ia dizer não ser necessário gastar tempo para definir o que é ativo, por talvez parecer uma discussão demasiadamente simples. Afinal, que estudante ou profissional da área contábil não sabe o que é ativo? Até no cotidiano de cidadãos em geral percebe-se haver uma boa noção de ativo – algo que pertence a você, que tem algum valor, seja financeiro ou sentimental.

Mas será que na contabilidade esse conceito está alinhado com o popular? Ou a confusão dos conceitos de débito e crédito do cotidiano, que pode conflitar com o mecanismo das partidas dobradas, também se aplica ao conceito de ativo? Vide a seguir trecho da reportagem do jornal Valor

Econômico, datada de 20 de outubro de 2014:

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Capítulo 6 – Passivo, patrimônio líquido e conservadorismo

FLORES, Eduardo; BRAUNBECK, Guillermo; CARVALHO, Nelson Grupo Gen PDF

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Passivo, patrimônio líquido e conservadorismo

EDUARDO FLORES

HELEN CRISTINA SILVA OLIVEIRA

LEIDE VÂNIA MIRANDA MOREIRA

WILLIAM MARTINS DE GOUVEIA

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Capítulo 6

6.1 Introdução

No Capítulo 5 estudamos sobre o conceito, a mensuração e o reconhecimento dos ativos. Neste capítulo, estudaremos sobre o passivo e o patrimônio líquido com o objetivo de:

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apresentar as principais definições, características e formas de mensuração do passivo e do patrimônio líquido; compreender as principais abordagens do patrimônio líquido; explorar a relação de passivo versus patrimônio líquido; e entender o conceito de conservadorismo.

6.2 Passivo

Cap. 6, Fig. 01

O balanço patrimonial, classificado entre ativo, passivo e patrimônio líquido, contempla os elementos relacionados com a mensuração dos efeitos patrimoniais e financeiros de uma empresa.

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