56 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 4 - Perspectiva Pública: Preocupações Econômicas, Ambientais e Sociais

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

4

Perspectiva Pública:

Preocupações Econômicas,

Ambientais e Sociais

A felicidade não reside na mera posse do dinheiro; ela reside na alegria da realização, na emoção do esforço criativo. A alegria e o estímulo do trabalho não devem ser esquecidos na perseguição louca dos lucros efêmeros. Esses dias negros valerão tudo o que nos custam se nos ensinarem que o nosso verdadeiro destino não é o de sermos servidos, mas o de servirmos a nós mesmos e aos nossos semelhantes... A nossa tarefa primordial é colocar as pessoas para trabalhar. Não se trata de um problema insolúvel, se o enfrentarmos com inteligência e coragem. Podemos consegui-lo em parte através do recrutamento direto do próprio governo, tratando a tarefa como trataríamos a emergência de uma guerra, mas, ao mesmo tempo, através desta geração de emprego, realizar projetos muito necessários para estimular e reorganizar o uso dos nossos recursos naturais.

Franklin D. Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 9 - Os Sistemas de Pintura

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

9

Os Sistemas de Pintura

Furtado[009].indd 207

11/12/2013 10:06:01 AM

Furtado[009].indd 208

11/12/2013 10:06:06 AM

Os Sistemas de Pintura | 209

9.1 Introdução

9.1.1 Visão geral do acabamento de uma superfície

Os melhores resultados da proteção e do acabamento são alcançados usando-se um sistema de pintura, que inclui geralmente três camadas de diferentes tipos de produtos ou tintas:

As composições de fundo, que são os isolantes ou selantes, os impermeabilizantes, os preparadores, ou simplesmente, as tintas de fundo. Podem ser “preparadores de parede” ou anticorrosivos, quando, em geral, são chamados primers.

As massas, usadas para regularizar as superfícies.

Os produtos de acabamento, que são as tintas propriamente ditas, com a qualidade e as cores pretendidas.

Ou simplesmente: fundo, massa e acabamento. Cada um desses produtos tem uma formulação específica para cada tipo de função.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624653

Capítulo 7 - Revitalização da Orla Fluvial na Amazônia – O Caso de Belém do Pará

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 7

Revitalização da Orla Fluvial na Amazônia

– O Caso de Belém do Pará

Alice da Silva Rodrigues Rosas e Simone Silene Dias Seabra

N

os últimos anos, as grandes cidades brasileiras vêm passando por processos de requalificação de sua paisagem construída, não apenas para restabelecer relações mais estreitas com peculiaridades históricas, geográficas e culturais em resposta às novas necessidades sociais e econômicas locais, mas também para se tornarem mais competitivas nos mercados regional, nacional e global. Muitos desses processos têm por base a recuperação da simbiose da malha urbana com corpos d’água de diversas naturezas – mar, baía, rio, lago, e outros – e também de antigas zonas portuárias, industriais, comerciais e residenciais. Na maioria das grandes cidades, as orlas contíguas a áreas centrais tiveram a princípio sua imagem vinculada à marginalidade, especialmente em consequência das atividades portuárias ali originalmente instaladas e mais tarde, à degradação causada pela obsolescência dessas atividades portuárias e ao seu deslocamento para instalações mais modernas em novos portos mais distantes. Esvaziadas de sua função e de seu lastro econômico, as estruturas urbanas e arquitetônicas remanescentes foram abandonadas ou negligenciadas pelas administrações públicas. Entretanto, nos últimos anos, essa realidade vem se modificando, com descoberta do seu grande potencial paisagístico, cultural, turístico e simbólico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 3 - Conceitos Básicos de Economia

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

3

Conceitos Básicos de Economia

A qualidade da infraestrutura de uma nação é um indicador crítico da sua vitalidade econômica. O transporte confiável, a água limpa e o descarte seguro dos resíduos são elementos básicos de uma sociedade civilizada e de uma economia produtiva. Sua ausência ou falha introduz uma dimensão intolerável de risco e privações na vida diária e um obstáculo importante para o crescimento e a competitividade.

Conselho Nacional de Melhoria das Obras Públicas

Fragile Foundations: A Report on America’s Public Works,

Relatório Final para o Presidente e o Congresso (Fevereiro, 1988), p. 1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 3.1 Introdução

Seção 3.2 Oferta e Demanda

Funções da oferta e funções da demanda

Equilíbrio entre oferta e demanda

Elasticidade da demanda

Ganhos para os consumidores

Seção 3.3 Precificação

Precificação pelo custo marginal em um ambiente competitivo

Economias de escala, escopo e densidade

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 12 - Repintura

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

12

Repintura

Furtado[012].indd 257

11/12/2013 10:11:19 AM

Furtado[012].indd 258

11/12/2013 10:11:23 AM

Repintura | 259

12.1 Introdução

Uma superfície já pintada, após certo uso, pode necessitar de reparos para atualizar e renovar seu aspecto. Os danos sofridos podem ser consertados e seu aspecto agradável, recuperado.

A pintura, melhor que todos os outros acabamentos, permite, a um custo reduzido, melhorar e dar nova aparência aos substratos da indústria imobiliária. Os defeitos podem ser corrigidos, e um novo visual obtido sem que se interfira na forma, dimensões e conceitos já aprovados pelo uso.

Com as técnicas e materiais já analisados nos capítulos anteriores, na repintura pode ser aproveitada a mão de obra usualmente empregada nos serviços normais de pintura.

12.2 Causas que indicam a necessidade da repintura

As superfícies, por inúmeras causas, sofrem alguns danos, tais como:

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624653

Capítulo 1 - Brasília: Permanência e Metamorfoses

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 1

Brasília:

Permanência e Metamorfoses

Maria Elaine Kohlsdorf, Gunter Kohlsdorf e Frederico de Holanda

C

apital do Brasil desde 1960, Brasília originou-se de projeto escolhido em concurso público e de autoria de Lucio Costa. O concurso buscava um Plano Piloto para a capital do país, e, conforme apreciação do júri, a proposta vencedora possuía as feições de uma civitas.1 Ela partia do cruzamento de dois eixos, evocando rituais da posse representada pela nova capital, que possibilitaria a ocupação do interior brasileiro através da Região Centro-Oeste. Seu crescimento seria controlado: uma vez alcançado o teto de 500.000 habitantes, nasceriam cidades-satélites orbitando ao redor de Brasília, capital do novo Distrito Federal.

Porém, esse Distrito configurou-se como um “mosaico morfológico” (Kohlsdorf, 1985, 1996b), pois

Brasília não foi construída em território virgem. Seu modernismo clássico de imediato contrastou com o vernáculo de núcleos urbanos (Planaltina, do século XIX, e Brazlândia, do início do século XX) e de sedes de fazendas existentes naquele. Essa realidade geralmente não permeia a imagem divulgada de Brasília, assim como outros traços que discutiremos neste capítulo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624653

Introdução - O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

INTRODUÇÃO

O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

Vicente del Rio

O

objetivo desta introdução é prover um entendimento básico sobre a evolução do desenho urbano no Brasil como prática profissional sistemática, do surgimento do modernismo aos nossos dias, com a ampliação da noção de intervenção urbana, passando pelo período militar e pelos movimentos de redemocratização do país. Nesse sentido, deve ser vista apenas como um brevíssimo ensaio, uma visão particular que não pretende análise exaustiva ou muito menos conclusiva, tarefa por demais pretensiosa e que demandaria – com a imensidão e a história tão complexa do Brasil - pelo menos uma obra própria com vários volumes! A ideia, portanto, é expor os fundamentos históricos das diferentes abordagens que lidam com a cidade brasileira contemporânea, auxiliando na compreensão dos conteúdos e das implicações dos casos discutidos nos capítulos posteriores.

Esta introdução foi particularmente importante na edição original deste livro nos EUA, pois praticamente não há publicações disponíveis em língua inglesa que discutam o mesmo período evolutivo do urbanismo e do desenho urbano brasileiro, embora várias – particularmente aquelas que tratam da arquitetura modernista brasileira – abordem projetos ou questões específicas. Na medida do possível, fizemos uma revisão dos principais trabalhos publicados, apresentados nas referências bibliográficas, de modo a possibilitar aos leitores estudos mais aprofundados. Notamos que essa é uma tarefa cada vez mais difícil no

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632511

3 - INTRODUÇÃO À INTERFACE DIGITAL-MANUAL

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 003

Págs.: 41

gráfica

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

ALGO+

3

Introdução à Interface

Digital-Manual

FUNDAMENTOS .................................. 93

APLICAÇÕES...................................... 100

Os softwares de modelagem de informações de construção (BIM*) e desenho para criação de croquis, como o Revit, ArchiCAD, AutoCAD e Bentley, se transformaram não só em ferramentas eficazes de desenho, mas também em facilitadores de precisão do processo de construção. Não é incomum que os documentos de construção tenham centenas de páginas de informações detalhadas sobre todos os aspectos de uma construção. A tecnologia BIM se mostrou indispensável na prática profissional atual graças à sua capacidade para armazenar e codificar todas essas informações em um modelo digital. Na fase de desenho, a tecnologia BIM habilita os profissionais a atualizarem automaticamente um conjunto inteiro de desenhos quando são feitas alterações no projeto. A utilidade do BIM, em termos de engenharia e gerenciamento de dados, vai além do projeto inicial e da construção, abrangendo a fase pós-ocupação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624653

Capítulo 4 - Shopping Centers e o Desenho Urbano no Brasil: Dois Estudos de Caso em São Paulo

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 4

Shopping Centers e o Desenho Urbano no

Brasil: Dois Estudos de Caso em São Paulo

Gilda Collet Bruna e Heliana Comin Vargas

D

esde a inauguração do primeiro shopping center no Brasil, em 1966, esses empreendimentos tornaram-se elemento dominante da paisagem urbana brasileira. Em seu início, foram moldados como grandes centros de varejo – normalmente com lojas-âncora – sob um teto único com estacionamento exclusivo. Atualmente, após mais de quatro décadas, já se pode fazer um balanço desse fenômeno e de seus impactos sobre o desenvolvimento e o desenho urbano. Neste capítulo, analisa-se a versão brasileira de shopping center tomando-se como exemplos significativos dois empreendimentos na cidade de

São Paulo, implantados com uma diferença temporal de mais de 30 anos. O Shopping Iguatemi (1966) e o Shopping Pátio Higienópolis (1999) são analisados sob a perspectiva de seu papel como vetores de expansão urbana e em relação à sua polarização, às mudanças de uso e ocupação do solo, à valorização do entorno, assim como aos impactos na forma e na vitalidade do espaço urbano.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632511

1 - DESENHO DE REPRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

1

Desenho de

Representação

FUNDAMENTOS .................................... 3

APLICAÇÕES........................................ 16

Croquis do ambiente construído são desenhos analíticos que de forma geral transmitem uma ideia do conjunto. Fazemos esses croquis para adquirir maior compreensão da natureza da paisagem urbana. Para capturar e transmitir a essência de um lugar, os croquis devem ser executados com segurança e de modo rápido e preciso.

Esses desenhos são nossas experiências pictóricas do espírito e do sentido do lugar conforme documentamos o que vemos.

Formas geométricas constituem o fundamento para todas as formas derivadas.

A forma do ambiente e da composição é um conjunto de formas simples e complexas. Tanto nos desenhos a partir da realidade quanto naqueles a partir da sua imaginação, essas formas devem ser expressas e transmitidas graficamente em uma composição bidimensional para transmitir a percepção da terceira dimensão.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632511

9 - INTRODUÇÃO À CRIAÇÃO DO PORTFÓLIO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

9

Introdução à

Criação do Portfólio

FUNDAMENTOS ................................ 453

APLICAÇÕES...................................... 464

Os desenhos e modelos são produtos de um processo de projeto criativo na busca de uma solução para um problema. Eles servem como meio para o diálogo interno e também para a comunicação externa entre projetistas, clientes e comunidade. Esse processo, se documentado adequadamente e arquivado de modo sistemático, habilita o projetista a usar a sua evolução na busca por respostas. Ao longo do curso de criação de um projeto, é possível comunicar as ideias do projeto através de instantâneos de materiais selecionados da coleção de um projetista. Essa coleção também informa o crescimento, a evolução e a maturidade de um projetista, refletidos pela sua obra.

Um portfólio pode ser a documentação de um determinado projeto, ilustrando a metodologia de um processo. Também pode ser a apresentação de um registro do trabalho em uma coleção de projetos. Os alunos usam portfólios para conseguir promoções, se candidatar a escolas de pós-graduação ou entrar no mercado de trabalho. Nos dias de hoje, é uma prática comum os profissionais usarem portfólios criados na Internet para se apresentarem a possíveis clientes. Desse modo, o portfólio é um documento de autoexpressão único e acessível, que

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 1 - Introdução

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

1

Introdução

Furtado[001].indd 1

1/23/2014 5:12:42 PM

Furtado[001].indd 2

1/23/2014 5:12:47 PM

Introdução | 3

1.1 Sobre as necessidades humanas

Os locais onde o homem e a mulher passam a maior parte de suas vidas é a sua moradia, a escola, o escritório, a oficina ou a fábrica.

São locais onde eles buscam abrigo, proteção, conforto e ocupação vivencial, indispensáveis à sua realização pessoal.

Todo homem vem ao mundo completamente nu. E totalmente desprotegido. Seu primeiro abrigo é a sua moradia (seja casa, apartamento ou barracão). Nela encontra a proteção contra as inclemências do tempo: calor, frio, sol, chuva, granizo, neve e ventos. Sua construção exige vários e diferentes materiais. Assim são usados:

O concreto empregado em fundações, lajes, pilares e vigas;

Os cerâmicos usados em alvenarias, pisos, revestimentos etc.;

As madeiras usadas em portas, janelas, móveis etc.;

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 11 - Secagem

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

11

Secagem

Furtado[011].indd 247

11/12/2013 10:10:18 AM

Furtado[011].indd 248

11/12/2013 10:10:22 AM

Secagem | 249

11.1 Introdução

Imediatamente após a aplicação da tinta, tem início o processo de transformação da película úmida em película seca. Os mecanismos dessa transformação foram analisados na Seção 3.3.3. O dispersante

− água nas tintas à base de emulsão (PVA e acrílicas) e mistura de solventes com resinas (tintas a óleo e alquídicas) − começa a se evaporar de maneira mais ou menos lenta. A evaporação acarreta uma redução substancial da massa, do volume e da espessura da película úmida da tinta. Restará sobre a superfície pintada apenas o material não volátil da tinta, que irá se agregar para manter a continuidade da película, podendo ou não sofrer reações químicas para se transformar na película sólida com suas características.

Na aplicação, a massa líquida da tinta é fragmentada pelo esforço cortante (do pincel, trincha, rolo e mesmo do fluxo de ar comprimido de uma pistola de pintura), que reduz a tinta a uma miríade de gotículas sobre a superfície. Logo após a aplicação, cessa o esforço cortante e a tinta gelatiniza, aglomerando as partículas/gotículas dispersas para formar a película úmida. Esta não vai mais escorrer e não permite mudanças na distribuição dos sólidos no interior da película líquida resultante.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 14 - Gestão de Projetos e Programas

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

308

Capítulo 14

Capítulo

14

Gestão de Projetos e Programas

Uma jornada de mil milhas começa com um único passo.

Provérbio chinês

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 14.1 Introdução

Seção 14.2 Estágios na Gestão de Projetos

Desenvolvimento de estratégias para executar o projeto

Gestão da construção

Gestão da transição da construção para a operação

Conclusão do projeto

Avaliação ou auditoria do projeto

Seção 14.3 Técnicas de Gestão de Projetos

Termo de referência

Estrutura de divisão do trabalho

Diagramas de rede

Cronogramas e o caminho crítico

Gráficos de responsabilidade linear

Estimativa das necessidades de recursos

Orçamentos e estimativa de custos

Seção 14.4 Organização de Projetos

Principais abordagens para a gestão de projetos, incluindo concepção/construção, concepção/construção/ope­ ração e concepção/construção/operação/transferência

Seção 14.5 Gestão de Projetos Muito Grandes

Ver todos os capítulos

Carregar mais