337 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577805815

Capítulo 3 - O Projeto da Pele da Edificação

Niura M. Chivelet Grupo A PDF

C APÍTULO

3

O Projeto da Pele da Edificação

3.1 Vedação externa com painéis fotovoltaicos e painéis de terracota. Cobertura com beirais de painéis fotovoltaicos integrados. Foto: cortesia da

Oskomera.

O projeto do sistema fotovoltaico

Até muito recentemente, os módulos fotovoltaicos eram projetados com um único objetivo: a geração de eletricidade a partir da energia solar. O sistema de módulos ou painéis fotovoltaicos era um novo apetrecho que não era bem-vindo e costumava terminar na cobertura do prédio, totalmente desvinculado do conceito de projeto do arquiteto. Além disso, os custos duplicavam: primeiramente se terminava o revestimento da fachada por completo, e depois se instalava o sistema fotovoltaico como uma pele sobreposta.

Foi apenas em meados da década de 1990 que os arquitetos e a indústria fotovoltaica encontraram uma base comum para integrar de maneira efetiva os módulos fotovoltaicos aos sistemas de vedação de fachada. O primeiro passo para a integração efetiva é dar-se conta de que quase todas as edificações usam suas janelas como uma fonte de energia solar passiva (que proporciona luz todo o ano e ganhos térmicos durante o inverno). Converter as superfícies opacas do prédio (fachadas, coberturas ou elementos de proteção solar) em geradores ativos de eletricidade, integrando painéis fotovoltaicos a eles, é parte do mesmo processo de projeto de criação de aberturas em uma fachada, para conseguir iluminação e ventilação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837767

Capítulo 6. O Aproveitamento das Coisas Preexistentes

Simon Unwin Grupo A PDF

Uma caverna empregada como moradia

é arquitetura tanto quanto uma casa construída, uma vez que ambas são escolhidas como um lugar.

O ap roveitam ento das co isas p reexistentes

“...os templos e as construções de apoio de seus santuários eram individualmente formados e distribuídos em relação à paisagem e entre si de modo a realçar, desenvolver, complementar e, às vezes, até contradizer o significado essencial que era sentido no terreno. Como consequência, templos e outras edificações são somente uma parte do que pode ser chamado de “arquitetura” de um terreno qualquer, e o templo por si só se desenvolveu na sua forma mais estrita como a melhor construção para atuar neste tipo de relação.”

Vincent Scully – The Earth, the Temple, and the

Gods, 1962, p. 3.

O ap rovei t a m en to d as cois as preex i s t ente s

N

esta pequena fenda, na face de um enorme rochedo (à direita, no Desfiladeiro

Carnarvon, em Queensland, Austrália), uma família aborígene depositou o cadáver de uma criança pequena, enrolado em uma casca de árvore. Marcaram o lugar com os contornos de suas mãos, feitos com pigmentos. Esse túmulo é uma obra de arquitetura tanto quanto a Grande Pirâmide de Gisé (só que muito mais comovente). Trata-se de arquitetura por opção. Embora a arquitetura seja sempre uma atividade da mente, isso não significa que ela sempre envolva a construção física de algo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604304

Capítulo 31 - Escolas

Pamela Buxton Grupo A PDF

Escolas

31

Anthony Langan

Anthony Langan é líder do Setor de Educação da AHR Architects (antiga Aedas)

PONTOS-CHAVE:

• Este capítulo alia as boas práticas às normas britânicas recentes. Recomenda-se a consulta das normas brasileiras da

ABNT, do código de edificações de sua cidade e de outras diretrizes legais

• O projeto de escolas é um campo de estudo extremamente político e que está em constante evolução.

• A ênfase atual é em formas compactas, mas eficientes, que sejam fáceis de expandir

• As escolas devem ser projetadas como ambientes com baixas emissões de carbono e boa iluminação e ventilação naturais, exceto em situações muito excepcionais, que impeçam tais características

Conteúdo

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

Introdução

Tipos de escola

Informações importantes e normas para o projeto

Projetos ecológicos, sustentáveis e com baixas emissões de carbono

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837767

Capítulo 13. Epílogo

Simon Unwin Grupo A PDF

Ep ílog o

“Hesíodo parece estar no caminho certo ao colocar o Abismo em primeiro lugar no seu sistema. De qualquer modo, a razão de ele dizer “Primeiro veio o

Abismo, e depois a Terra de ombros largos” provavelmente é porque a primeira exigência é a de que deveria haver espaço para as coisas. Em outras palavras, ele compartilha a crença comum de que todas as coisas estão em algum local – ou seja, em algum lugar. E se os lugares são assim, então eles seriam realmente notáveis e importantes, já que esse é um pré-requisito para as outras coisas existirem, mas cuja existência de quem não depende de outras coisas, tem de ser principal. O que queremos dizer

é que o lugar não é destruído quando os objetos que ele contém o são.”

Aristóteles, traduzido por Waterfield– Physics

(cerca de 340 a.C.), 1996, p. 79.

Ep íl ogo

A

estrutura oferecida neste livro para a análise da arquitetura não é completa.

São muitas as estratégias que ainda precisam ser identificadas e exploradas; e muitas mais a serem inventadas. A arquitetura é uma atividade criativa, depende das mentes que tentam entender seus contextos e desenvolvem ideias sobre como o mundo pode ser mudado, organizado de maneira diferente de acordo com vários critérios e posturas. Em qualquer atividade criativa, há um jogo entre a originalidade e a adoção e reinterpretação de ideias que já foram utilizadas. Mesmo os arquitetos mais originais exploram ideias usadas por outros antes deles.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604281

Capítulo 17 - Cronogramas, sequências e viabilidade financeira

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

17

Cronogramas, sequências e viabilidade financeira

Cronogramas e sequências

Projetar de fora para dentro de uma edificação é um processo que acompanha a sequência típica dos eventos de uma construção. A execução da obra começa no terreno, passa para as vedações da edificação (o “fechamento”) e termina nos interiores.

Projeto

Terreno

Vedações

Interiores

Construção

17.01 Projetar de fora para dentro de uma edificação (terreno, vedações e interiores) é um processo que acompanha a sequência típica dos eventos de uma construção.

228

Edificações Sustentáveis Ilustradas

Vários tipos de aprovação também acompanham esta sequência do exterior para o interior. A aprovação de um projeto para o início da execução evidentemente deverá ocorrer antes de quaisquer inspeções legais no canteiro de obras, e a obra já deverá estar pronta para que se emita o “habite-se”.

Aprovação dos projetos por parte de todos os envolvidos, inclusive os proprietários

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604304

Capítulo 15 - Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

Pamela Buxton Grupo A PDF

Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

15

Michael Bowman

Incluindo uma seção sobre corpos de bombeiros escrita por

Michael Bowman MA (Cantab) Dip. Arch. Dip. Cons (AA) RIBA.

Michael Bowman é o gerente de projetos sênior do Corpo de Bombeiros de Londres

PONTOS-CHAVE:

• Muitas das funções abordadas neste capítulo são rigidamente controladas por regulamentos municipais ou estaduais

• A necessidade de segurança contra o ataque de pessoas, tanto interna quanto externamente, junto com a garantia de acesso livre aos indivíduos autorizados, torna o projeto cada vez mais difícil

• A autoridade responsável pelo corpo de bombeiro local possui um programa de necessidades detalhado para o projeto de novas unidades, inclusive daquelas que são de bombeiros voluntários (que não ficam na estação)

• As estações dos corpos de bombeiros são edifícios únicos, sui generis em termos de planejamento. Sua localização será determinada pelo número de vezes que os serviços de combate a incêndios e resgate são requisitados dentro de sua área de cobertura. Às vezes, é preciso atenuar a poluição sonora e luminosa gerada, seja pelo projeto do local, seja pela gestão das atividades desenvolvidas

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701908

Capítulo 2 - Tons e Texturas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

2

Tons e Texturas

Ainda que as linhas sejam essenciais para delinear contornos e formatos, certas características visuais de superfície e volume não podem ser totalmente descritas apenas por meio de linhas. Mesmo quando variamos o peso de uma linha para sugerir alguma mudança na direção de uma superfície ou a sobreposição de formatos, o efeito é sutil. Para acentuar formatos e modelar suas superfícies, contamos com a representação dos valores tonais. Por meio da interação de tons, podemos comunicar uma sensação mais intensa de luz, massa e espaço. E, por meio da combinação de linhas e tonalidades, criamos a aparência e a sensação tátil que denominamos textura.

40

VALORES TONAIS

A visão resulta do estímulo das células nervosas na retina do olho, assinalando padrões de intensidade de luz e cor. Nosso sistema visual processa estes padrões de claro e escuro e extrai características específicas do nosso ambiente – arestas, contornos, tamanho, movimento e cor. Esse julgamento eleva nossa percepção de objetos dispersos no espaço.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582601013

Capítulo 5 - Os Fundamentos da Arquitetura - O Espaço

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF

5

Os Fundamentos da

Arquitetura

O Espaço

Templo de Kailasnath, em Ellora, próximo a Aurangabad, Índia, 600–1000 d.C.

Ching_Introducao_05.indd 79

19/08/13 14:06

80

OS FUNDAMENTOS DA ARQUITETURA

Por que o espaço é importante para a arquitetura?

O espaço é o vazio existente entre as formas. Ele é o principal meio da arquitetura, por poder ser habitado. Além disso, na arquitetura, o espaço é cuidadosamente configurado para acomodar várias funções – ele confere propósito a uma edificação. Ele é determinado pelo programa de necessidades de uma obra de arquitetura, e é responsabilidade do arquiteto configurar espaços que possam acomodar as diversas funções de uma edificação.

Isso ocorre de diversas maneiras ao longo do processo de projeto.

A função de um espaço é facilitada por variáveis que podem ser manipuladas pelo arquiteto:

• O tamanho e a proporção de um espaço determinam as funções que ele pode acomodar ou não.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604304

Capítulo 32 - Espaços esportivos: ginásios e esportes ao ar livre

Pamela Buxton Grupo A PDF

Espaços esportivos: ginásios e esportes ao ar livre

32

Philip Johnson e Tom Jones

Philip Johnson e Tom Jones são arquitetos da Populous

PONTOS-CHAVE:

• Todos os esportes são praticados em uma área demarcada, que pode ser um campo, uma pista, uma quadra, um rinque, uma piscina, entre outras. O órgão fiscalizador ou regulamentador de cada modalidade esportiva é quem, em geral, definirá as exigências dimensionais

• Existem quadras ou campos de esportes que, dentro de certa variação nas dimensões, podem atender a várias modalidades esportivas

• No planejamento de espaços fechados, o arquiteto deverá levar em conta a altura do ambiente exigida para a prática de cada esporte. Às vezes, essa altura varia conforme o nível das competições feitas no local, assim é preciso consultar o

órgão fiscalizador em questão

• Para o cálculo das linhas de visão dos espectadores, o arquiteto deverá determinar o que deve ser visto, que pode ser as linhas laterais de um campo, a altura provável na qual uma bola de rúgbi seria chutada para o alto, ou a posição do árbitro sentado em uma cadeira elevada. Também devemos nos recordar de que nem sempre é possível que se veja todo um campo ou quadra em quaisquer posições assumidas pelos espectadores

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604304

Capítulo 27 - Agências bancárias, dos correios e similares

Pamela Buxton Grupo A PDF

Agências bancárias, dos correios e similares

27

Richard Napier

Richard Napier é sócio da Aedas Architects Ltd

PONTOS-CHAVE:

• Este capítulo cobre as pequenas instalações nas quais a segurança é uma das principais considerações, por geralmente lidarem com dinheiro em espécie

Conteúdo

1

2

3

4

Introdução

Leiaute geral e projeto

Componentes principais

Contratação de arquitetos, instaladores e fornecedores

1 INTRODUÇÃO

1.1 Considerações gerais

Este capítulo cobre principalmente pequenas agências e postos bancários, agências dos correios, pontos de venda de ingressos e pontos de atendimento governamentais que, via de regra, têm as seguintes características: necessidade de segurança para os funcionários, as instalações e o público devido ao risco de ataques criminosos nos locais em que grandes quantidades de dinheiro são armazenadas, trocadas ou recebidas em balcões; necessidade de privacidade por parte dos clientes e de uma interação discreta com os atendentes; ou troca de informações pessoais ou sigilosas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 11 - Secagem

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

11

Secagem

Furtado[011].indd 247

11/12/2013 10:10:18 AM

Furtado[011].indd 248

11/12/2013 10:10:22 AM

Secagem | 249

11.1 Introdução

Imediatamente após a aplicação da tinta, tem início o processo de transformação da película úmida em película seca. Os mecanismos dessa transformação foram analisados na Seção 3.3.3. O dispersante

− água nas tintas à base de emulsão (PVA e acrílicas) e mistura de solventes com resinas (tintas a óleo e alquídicas) − começa a se evaporar de maneira mais ou menos lenta. A evaporação acarreta uma redução substancial da massa, do volume e da espessura da película úmida da tinta. Restará sobre a superfície pintada apenas o material não volátil da tinta, que irá se agregar para manter a continuidade da película, podendo ou não sofrer reações químicas para se transformar na película sólida com suas características.

Na aplicação, a massa líquida da tinta é fragmentada pelo esforço cortante (do pincel, trincha, rolo e mesmo do fluxo de ar comprimido de uma pistola de pintura), que reduz a tinta a uma miríade de gotículas sobre a superfície. Logo após a aplicação, cessa o esforço cortante e a tinta gelatiniza, aglomerando as partículas/gotículas dispersas para formar a película úmida. Esta não vai mais escorrer e não permite mudanças na distribuição dos sólidos no interior da película líquida resultante.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521622550

CAPÍTULO 8 - Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 8

Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

Lineu Castello

A

pós um período de rápido desenvolvimento industrial e de acelerada urbanização na última metade do século XX, a virada para o século XXI encontrou a sociedade brasileira já plenamente consciente das consequências negativas que costumam acompanhar esses processos, e devidamente alertada quanto

à natureza finita dos recursos ambientais do país. Ainda assim, mesmo que o ritmo do crescimento tenha experimentado uma desaceleração em comparação com décadas anteriores, as cidades continuaram a crescer e, de modo centrífugo, espalhando-se em direção dos bairros da periferia – muitos dos quais marcados por acentuados níveis de pobreza. Ao mesmo tempo, a transição à democracia plena que marcou o final do século anterior trouxe em seu bojo uma preocupação mais incisiva em relação à qualidade de vida que as cidades deveriam oferecer aos seus cidadãos, dentro de um cenário econômico em que o comportamento social nas grandes cidades passou a se guiar por um consumismo cada vez mais acentuado.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604304

Capítulo 11 - Projeto para prevenção de enchentes

Pamela Buxton Grupo A PDF

Projeto para prevenção de enchentes

11

Robert Barker e Richard Coutts

Robert Barker e Richard Coutts são diretores de Baca Architects

ATENÇÃO

As informações contidas neste capítulo são apenas uma introdução ao problema de como lidar com o risco de enchentes nas edificações. Os autores não se responsabilizam pelo uso subsequente dessas informações nem por qualquer erro ou omissão que as páginas seguintes possam conter. A assessoria de um profissional especializado sempre deve ser solicitada em todo empreendimento imobiliário, particularmente quando houver o risco real de alagamentos na região ou no terreno.

PONTOS-CHAVE:

• O aumento da urbanização e as mudanças nos padrões climáticos estão aumentando a frequência de enchentes

• As enchentes nem sempre podem ser prevenidas, assim, as inovações de projeto que incluem corpos de água e buscam lidar com eles estão se tornando cada vez mais importantes

• A solução ideal para reduzir e gerenciar o risco de enchentes pode exigir uma combinação de diferentes estratégias de projeto

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701908

Introdução

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

Introdução

Desenhar é o processo ou a técnica de representação de alguma coisa – um objeto, uma cena ou uma ideia – por meio de linhas, em uma superfície. Deste conceito, infere-se que definir contornos é diferente de pintar ou de colorir superfícies. Embora o desenho geralmente apresente uma natureza linear, ele pode incluir outros elementos pictóricos, como pontos e pinceladas, que também podem ser interpretados como linhas. Qualquer que seja a forma que um desenho assuma, ele

é o principal meio pelo qual organizamos e expressamos pensamentos e percepções visuais. Portanto, devemos considerar o desenho não só como uma expressão artística, mas também como uma ferramenta prática para formular e trabalhar problemas de projeto.

2

REPRESENTAÇÃO GRÁFICA

O termo representação gráfica traz à mente os desenhos de apresentação utilizados para persuadir o observador com relação aos méritos da proposta do projeto. Também são familiares os desenhos executivos ou de detalhamento, que oferecem instruções gráficas para produção ou execução de um projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582603246

Capítulo 1 - Estruturas de Edificações

Francis D. K. Ching; Barry S. Onouye; Douglas Zuberbuhler Grupo A PDF

1

Estruturas de Edificações

ESTRUTURAS DE EDIFICAÇÕES

As edificações (ou seja, as construções relativamente permanentes que construímos sobre um terreno para

fins habitáveis) se desenvolveram ao longo da história, partindo de abrigos rudimentares feitos com galhos de

árvores, adobe e pedra até chegar às construções sofisticadas atuais, construídas em concreto, aço e vidro.

No decorrer da evolução da tecnologia da construção, algo que tem permanecido constante é a presença permanente de algum tipo de sistema estrutural capaz de suportar as forças da gravidade, do vento e, com frequência, dos terremotos.

6.500 a.C.: Mehrgarh (Paquistão).

Casas de adobe compartimentadas.

Os sistemas estruturais podem ser definidos como conjuntos estáveis de elementos projetados e construídos para agir como um todo no suporte e na transmissão seguros de cargas aplicadas ao solo, sem exceder os esforços permissíveis dos componentes. Ainda que as formas e os materiais dos sistemas estruturais tenham evoluído conforme os avanços tecnológicos e culturais, sem falar nas lições aprendidas a partir dos inúmeros colapsos estruturais, eles ainda são fundamentais para a existência de todas as edificações, independentemente de sua escala, contexto ou uso.

Ver todos os capítulos

Carregar mais