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PARTE III - Capítulo 12 - Parcerias Público-Privadas

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

252

Capítulo 12

Capítulo

12

Parcerias Público-Privadas

As PPP bem estruturadas e bem implementadas oferecem a perspectiva de ganhos eficientes na construção de ativos de infraestrutura e no provisionamento de serviços baseados em infraestrutura e, portanto, também diminuem os custos governamentais na disponibilização destes serviços.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 12.1 Introdução

Motivação para as parcerias público-privadas

Pontos fortes e fracos relativos às abordagens do setor público e privado para lidar com as necessidades do público

Situações em que as agências públicas e o setor privado poderiam trabalhar juntos nos projetos

Seção 12.2 Princípios das Parcerias Público-Privadas

Cada parceiro tem de estar satisfeito com a sua parcela nos custos previstos e também nos benefícios e riscos

Cada projeto é um caso à parte

A parceria deve ser concebida para lidar com uma determinada situação

Seção 12.3 Criação de um Arcabouço para uma Parceria

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Apêndice B - Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e Sequências Geométricas

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

396

Apêndice B

Apêndice

B

Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e

Sequências Geométricas

B.1 O PAPEL DOS FATORES DE EQUIVALÊNCIA NA AVALIAÇÃO

DAS PROPOSTAS DE INFRAESTRUTURA: REVISÃO

O Capítulo 7, “Equivalência dos Fluxos de Caixa”, apresentou as relações básicas da engenharia econômica utilizadas repetidamente na avaliação e custeio dos projetos. Dada uma taxa de desconto adequada, essas relações podem ser utilizadas para converter qualquer série arbitrária de fluxos de caixa em um valor presente líquido P, valor futuro F ou valor de anuidade A. Foram derivadas equações para seis fatores de equivalência:

1. [P/F,i,N] Valor presente P, dado o valor futuro F, a taxa de desconto i e a quantidade de períodos de tempo

N. Este fator pode ser utilizado repetidamente para converter qualquer série de fluxos de caixa em um valor presente.

2. [F/P,i,N] Valor futuro F no final do período de tempo N, dado o valor presente P e a taxa de desconto i.

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 10 - Resgatando a Imagem da Cidade e o Prazer das Ruas: Projeto Rio Cidade, Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 10

Resgatando a Imagem da Cidade e o Prazer das Ruas: Projeto Rio Cidade, Rio de Janeiro

Vicente del Rio

Implementado entre 1993 e 2000, o Projeto Rio Cidade foi um programa da prefeitura do Rio de Janeiro para recuperar áreas comerciais e centros de bairros, assim como a imagem da cidade em nível nacional e internacional, através de intervenções de desenho urbano. Os projetos objetivaram a melhoria do desempenho dessas áreas tanto funcional quanto socialmente e, particularmente, a requalificação de espaços públicos. Implementado em duas fases, que corresponderam a duas administrações municipais sucessivas, o Rio Cidade foi notável não apenas por seus resultados, mas também porque representou, até aquele momento, a mais ampla e intensa coleção de intervenções de desenho urbano no Rio desde as obras sanitaristas e de embelezamento durante a gestão de Pereira Passos no início do século XX.

Os projetos Rio Cidade lidaram com o redesenho de vias e áreas públicas, circulação viária, sinalização, paisagismo e arborização, iluminação pública e mobiliário urbano. Apesar da magnitude dos problemas enfrentados, os resultados foram muito positivos. Em 2001, quando o Rio Cidade foi oficialmente encerrado, contabilizava-se um total de quase 60 áreas de intervenção em diversos bairros da cidade, inclusive o Centro.1 Mesmo sofrendo mudanças de cunho técnico e político e que o nome “Rio Cidade” tenha sido extinto, pode-se dizer que a sua missão original sobreviveu, uma vez que suscitou um debate sobre a cidade como nunca antes e levou as administrações municipais posteriores a atentar para a melhoria de aspectos urbanísticos que afetam o cotidiano das comunidades e a imagem da cidade. Além disso, a ideia do programa influenciou outras cidades brasileiras nesse sentido.

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Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 7 - Equivalência dos Fluxos de Caixa

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

7

Equivalência dos Fluxos de Caixa

Se resume a pedaços de papel, números, taxa interna de retorno, valor presente líquido, fluxos de caixa descontados – é disso que se trata... Com certeza, queremos criar qualidade e queremos criar algo que será uma declaração, mas se você não consegue fazer isso e ainda tem financiamento e retorno, então por que estamos fazendo?”

Terry Soderberg1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 7.1 Introdução

Seção 7.2 Valor Temporal do Dinheiro

Razões para descontar os fluxos de caixa futuros: potencial para o crescimento, inflação e risco

Seção 7.3 Relações de Equivalência

Valor presente de uma cadeia arbitrária de fluxos de caixa

Valores futuros e anuidades equivalentes ao valor presente

Notação para descrever as relações de equivalência

Utilização de tabelas que exibem estas relações de equivalência

Seção 7.4 Composição Contínua: Taxas de Juros Nominais versus Efetivas

Juros compostos: taxas de juros nominais e efetivas

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CAPÍTULO 2 - Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 2

Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

Dirceu Trindade

A

o longo de sua história, o Estado brasileiro tem se utilizado do desenvolvimento urbano em sua busca pelo progresso e pela modernidade. Desde os tempos coloniais, a expansão da urbanização sempre foi vista como necessária para a conquista de territórios vazios e de regiões consideradas “atra‑ sadas”: o sertão, o cerrado, as grandes florestas e os campos gerais.

Com a Independência e a instituição da República no Brasil, a urbanização, a interiorização e a construção de cidades passaram a ser vistas como projetos modernizadores do país e transformadores da sociedade brasileira. Esse empenho construtor gerou primeiro a construção de Belo Horizonte, como nova capital do estado de Minas Gerais em 1897. Na década de 1930, o governo modernizador de Getúlio Vargas cons‑ truiu Goiânia, nova capital do estado de Goiás, resultado de sua Marcha para o Oeste, que, retomada pelo governo desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek (1956‑1960), teve sua expressão máxima na constru‑

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Medium 9788521632511

8 - FORMATOS DE APRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 008

Págs.: 75

Operador: algo +

Revisor:

Data: 11/07/2016

8

Formatos de

Apresentação

FUNDAMENTOS ................................ 377

APLICAÇÕES...................................... 388

Um conjunto bem montado de desenhos de apresentação com o objetivo de comunicação gráfica possui valor inestimável nas relações arquiteto-cliente ou projetista-cliente. Uma apresentação de desenhos arquitetônicos normalmente inclui diagramas ou croquis conceituais, uma planta de implantação, plantas baixas, fachadas externas, cortes do terreno, cortes da construção, desenhos em projeção axonométrica, desenhos em projeção oblíqua e perspectivas. O estágio inicial do processo desenho-projeto envolve diagramas e desenhos conceituais. À medida que o conceito do projeto evolui, mais métodos formais de apresentação se tornam necessários. Esses formatos de apresentação, com abordagens convencionais ou avançadas, devem transmitir as ideias de modo eficiente para o público-alvo.

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Medium 9788582604281

Capítulo 5 - Formato das edificações

Francis D. K. Ching Grupo A PDF

5

Formato das edificações

Ao tratarmos do formato de uma edificação, estamos falando de sua planta baixa – a

área em que a edificação é instalada –, de seu tamanho, altura, número de pavimentos e configuração geral. Tradicionalmente, o foco de tais discussões é a orientação – como ela fica em relação ao sol, à rua ou às suas vistas. Examinaremos a orientação, mas também duas características geométricas: a área de piso e a superfície das vedações externas.

Essas duas características podem causar impactos importantes na eficiência energética, na conservação de materiais e na viabilidade financeira do prédio.

58

Edificações Sustentáveis Ilustradas

Área de piso

A área de piso de um prédio, em suma, impactará no consumo de material e de energia, porque quanto maior ela for, não só aumentará a necessidade de material para construí-lo, como mais energia será necessária para calefação e resfriamento, iluminação, ventilação e outras cargas energéticas que variam com o tamanho.

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Medium 9788521632511

1 - DESENHO DE REPRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

1

Desenho de

Representação

FUNDAMENTOS .................................... 3

APLICAÇÕES........................................ 16

Croquis do ambiente construído são desenhos analíticos que de forma geral transmitem uma ideia do conjunto. Fazemos esses croquis para adquirir maior compreensão da natureza da paisagem urbana. Para capturar e transmitir a essência de um lugar, os croquis devem ser executados com segurança e de modo rápido e preciso.

Esses desenhos são nossas experiências pictóricas do espírito e do sentido do lugar conforme documentamos o que vemos.

Formas geométricas constituem o fundamento para todas as formas derivadas.

A forma do ambiente e da composição é um conjunto de formas simples e complexas. Tanto nos desenhos a partir da realidade quanto naqueles a partir da sua imaginação, essas formas devem ser expressas e transmitidas graficamente em uma composição bidimensional para transmitir a percepção da terceira dimensão.

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Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 14 - Gestão de Projetos e Programas

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

308

Capítulo 14

Capítulo

14

Gestão de Projetos e Programas

Uma jornada de mil milhas começa com um único passo.

Provérbio chinês

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 14.1 Introdução

Seção 14.2 Estágios na Gestão de Projetos

Desenvolvimento de estratégias para executar o projeto

Gestão da construção

Gestão da transição da construção para a operação

Conclusão do projeto

Avaliação ou auditoria do projeto

Seção 14.3 Técnicas de Gestão de Projetos

Termo de referência

Estrutura de divisão do trabalho

Diagramas de rede

Cronogramas e o caminho crítico

Gráficos de responsabilidade linear

Estimativa das necessidades de recursos

Orçamentos e estimativa de custos

Seção 14.4 Organização de Projetos

Principais abordagens para a gestão de projetos, incluindo concepção/construção, concepção/construção/ope­ ração e concepção/construção/operação/transferência

Seção 14.5 Gestão de Projetos Muito Grandes

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Medium 9788521632511

3 - INTRODUÇÃO À INTERFACE DIGITAL-MANUAL

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 003

Págs.: 41

gráfica

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

ALGO+

3

Introdução à Interface

Digital-Manual

FUNDAMENTOS .................................. 93

APLICAÇÕES...................................... 100

Os softwares de modelagem de informações de construção (BIM*) e desenho para criação de croquis, como o Revit, ArchiCAD, AutoCAD e Bentley, se transformaram não só em ferramentas eficazes de desenho, mas também em facilitadores de precisão do processo de construção. Não é incomum que os documentos de construção tenham centenas de páginas de informações detalhadas sobre todos os aspectos de uma construção. A tecnologia BIM se mostrou indispensável na prática profissional atual graças à sua capacidade para armazenar e codificar todas essas informações em um modelo digital. Na fase de desenho, a tecnologia BIM habilita os profissionais a atualizarem automaticamente um conjunto inteiro de desenhos quando são feitas alterações no projeto. A utilidade do BIM, em termos de engenharia e gerenciamento de dados, vai além do projeto inicial e da construção, abrangendo a fase pós-ocupação.

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 6 - Revisitando o Pelourinho: Preservação, Cidade-Mercadoria, Direito à Cidade

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 6

Revisitando o Pelourinho: Preservação,

Cidade-Mercadoria, Direito à Cidade

Ana Fernandes e Marco Aurélio A. de Filgueiras Gomes

N

a década de 1960, começa a delinear-se no Brasil uma política de preservação do patrimônio histórico diretamente articulada a uma política de desenvolvimento turístico. Seu objetivo era o de vencer a estagnação econômica e reverter a degradação urbana que caracterizava várias cidades brasileiras, sobretudo aquelas mais diretamente ligadas aos ciclos da economia colonial. A criação, em 1973, do

PCH – Programa de Cidades Históricas – reforça essa perspectiva, ao buscar recuperar cidades e conjuntos antigos dotados de potencial turístico, começando pelas centenárias cidades da Região Nordeste.

Nesse contexto, Salvador detinha posição excepcional, aliando a seu rico acervo arquitetônico e urbanístico o potencial fornecido por seu extenso litoral – o maior dentre os estados brasileiros – e por sua pujante complexidade cultural (práticas religiosas, festividades, música, culinária etc.). Aliás, de forma precoce, desde 1959, o turismo havia sido incorporado como meta ao plano de desenvolvimento da

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PARTE III - Capítulo 11 - Desenvolvimento de uma Estratégia para Lidar com um Problema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

11

Desenvolvimento de uma

Estratégia para Lidar com um

Problema

Espero que, no fim das contas, venha a se comprovar a viabilidade de construir um canal no nível do mar.

Indubitavelmente, no fim esse canal seria melhor, se for viável, e acho que uma das principais vantagens da Rota do

Panamá é que, no fim das contas, um canal no nível do mar será uma possibilidade. Mas, enquanto prestar atenção à perfectibilidade ideal do esquema pela perspectiva de um engenheiro, lembre-se da necessidade de ter um plano que vá proporcionar a construção imediata do canal nos termos mais seguros e no menor tempo possível.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 11.1 Introdução

Seção 11.2 Identificação das Necessidades e Objetivos

Preparação de uma declaração das necessidades para evitar a limitação do projeto

Utilização da declaração das necessidades para preparar os objetivos de um projeto

Necessidade de interação no desenvolvimento de uma boa declaração das necessidades

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Medium 9788521632511

7 - LUZES E SOMBRAS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

7

Luzes e Sombras

FUNDAMENTOS ................................ 331

APLICAÇÕES...................................... 350

A luz nos permite a visão. Com a luz, podemos estruturar e estabelecer ordem ao ambiente. Ela amplia nossa noção de percepção da arquitetura à medida que nos deslocamos no espaço em um intervalo de tempo. A percepção da tridimensionalidade ou a definição escultural de uma construção dependem muito da direção com que os raios solares incidem em suas superfícies. Uma construção ou espaço ganha vida quando a luz natural ilumina sua arquitetura, em resposta às sempre mutáveis qualidades da luz do sol. Sua consciência desse fato irá auxiliar nas decisões de projeto. Um completo conhecimento e a compreensão da luz, bem como das aplicações de sombras nas apresentações do ambiente construído, ajudam nas relações cliente-arquiteto durante a fase de projeto. Sombras realçam as vistas ortogonais (especialmente as fachadas e as plantas de implantação), as projeções paralelas e as perspectivas, adicionando uma noção de clareza e materialidade às formas representadas.

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Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 10 - Regras do Jogo: Impostos, Depreciação e Regulamentação

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

208

Capítulo 10

Capítulo

10

Regras do Jogo: Impostos,

Depreciação e Regulamentação

A lei de zoneamento de 1916 – a primeira do país – regulamentou a maior parte das edificações, sua altura e suas utilizações. Ela dividiu a cidade em três zonas – residencial, comercial e irrestrita – e conferiu poderes ao Board of

Estimate* para regulamentar a sua utilização, altura e a maioria das edificações em todas as ruas na cidade, dependendo da zona em que o quarteirão se encontrava.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 10.1 Introdução

Seção 10.2 Depreciação e Impostos

Como o imposto sobre a renda afeta os fluxos de caixa e as decisões sobre investimentos

A importância da depreciação

Métodos comuns para calcular a depreciação

Como a política pública afeta os impostos e como a depreciação pode influenciar as decisões sobre investimentos

Ajuste dos impostos sobre a propriedade para promover o desenvolvimento

Seção 10.3 Normas de Uso do Terreno

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Medium 9788521625858

Capítulo 3 - As Tintas

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

3

As Tintas

Furtado[003].indd 33

10/4/2013 3:14:30 PM

Furtado[003].indd 34

10/4/2013 3:14:35 PM

As Tintas | 35

3.1 Introdução e conceitos

Toda pintura é feita com tintas, mas a palavra tinta aceita vários significados tecnicamente distintos. Por esta complexidade, teremos que admitir diferentes definições para as tintas, de acordo com o setor que se quer atingir.

Há inúmeras tintas (produtos completamente diferentes entre si), para diversas finalidades, quais sejam:

Tintas

Tintas

Tintas

Tintas

Tintas

para impressão para pintura artística para tingir fios têxteis, couros etc. anticorrosivas para metais imobiliárias

As tintas devem exercer funções definidas e específicas, dependendo das superfícies sobre as quais serão aplicadas. Também variam com seu estado físico. São fabricadas tintas líquidas (a maioria), pastosas e sólidas (em pó).

Ante o exposto, formulamos aqui uma definição que melhor se adapte à pintura imobiliária, aceitando sua limitação.

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