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Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 14 - Gestão de Projetos e Programas

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

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Capítulo 14

Capítulo

14

Gestão de Projetos e Programas

Uma jornada de mil milhas começa com um único passo.

Provérbio chinês

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 14.1 Introdução

Seção 14.2 Estágios na Gestão de Projetos

Desenvolvimento de estratégias para executar o projeto

Gestão da construção

Gestão da transição da construção para a operação

Conclusão do projeto

Avaliação ou auditoria do projeto

Seção 14.3 Técnicas de Gestão de Projetos

Termo de referência

Estrutura de divisão do trabalho

Diagramas de rede

Cronogramas e o caminho crítico

Gráficos de responsabilidade linear

Estimativa das necessidades de recursos

Orçamentos e estimativa de custos

Seção 14.4 Organização de Projetos

Principais abordagens para a gestão de projetos, incluindo concepção/construção, concepção/construção/ope­ ração e concepção/construção/operação/transferência

Seção 14.5 Gestão de Projetos Muito Grandes

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Medium 9788521622550

INTRODUÇÃO - O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

INTRODUÇÃO

O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

Vicente del Rio

O

objetivo desta introdução é prover um entendimento básico sobre a evolução do desenho urbano no Brasil como prática profissional sistemática, do surgimento do modernismo aos nossos dias, com a ampliação da noção de intervenção urbana, passando pelo período militar e pelos movimentos de redemocratização do país. Nesse sentido, deve ser vista apenas como um brevíssimo ensaio, uma visão particular que não pretende análise exaustiva ou muito menos conclusiva, tarefa por demais pretensiosa e que demandaria – com a imensidão e a história tão complexa do Brasil ‑ pelo menos uma obra própria com vários volumes! A ideia, portanto, é expor os fundamentos históricos das diferentes abordagens que lidam com a cidade brasileira contemporânea, auxiliando na compreensão dos conteúdos e das implica‑

ções dos casos discutidos nos capítulos posteriores.

Esta introdução foi particularmente importante na edição original deste livro nos EUA, pois praticamente não há publicações disponíveis em língua inglesa que discutam o mesmo período evolutivo do urbanismo e do desenho urbano brasileiro, embora várias – particularmente aquelas que tratam da arquitetura modernista brasileira – abordem projetos ou questões específicas. Na medida do possível, fizemos uma revisão dos principais trabalhos publicados, apresentados nas referências bibliográficas, de modo a pos‑ sibilitar aos leitores estudos mais aprofundados. Notamos que essa é uma tarefa cada vez mais difícil no

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 1 - Brasília: Permanência e Metamorfoses

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 1

Brasília:

Permanência e Metamorfoses

Maria Elaine Kohlsdorf, Gunter Kohlsdorf e Frederico de Holanda

C

apital do Brasil desde 1960, Brasília originou-se de projeto escolhido em concurso público e de autoria de Lucio Costa. O concurso buscava um Plano Piloto para a capital do país, e, conforme apreciação do júri, a proposta vencedora possuía as feições de uma civitas.1 Ela partia do cruzamento de dois eixos, evocando rituais da posse representada pela nova capital, que possibilitaria a ocupação do interior brasileiro através da Região Centro-Oeste. Seu crescimento seria controlado: uma vez alcançado o teto de 500.000 habitantes, nasceriam cidades-satélites orbitando ao redor de Brasília, capital do novo Distrito Federal.

Porém, esse Distrito configurou-se como um “mosaico morfológico” (Kohlsdorf, 1985, 1996b), pois

Brasília não foi construída em território virgem. Seu modernismo clássico de imediato contrastou com o vernáculo de núcleos urbanos (Planaltina, do século XIX, e Brazlândia, do início do século XX) e de sedes de fazendas existentes naquele. Essa realidade geralmente não permeia a imagem divulgada de Brasília, assim como outros traços que discutiremos neste capítulo.

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Medium 9788521625278

Apêndice B - Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e Sequências Geométricas

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

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Apêndice B

Apêndice

B

Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e

Sequências Geométricas

B.1 O PAPEL DOS FATORES DE EQUIVALÊNCIA NA AVALIAÇÃO

DAS PROPOSTAS DE INFRAESTRUTURA: REVISÃO

O Capítulo 7, “Equivalência dos Fluxos de Caixa”, apresentou as relações básicas da engenharia econômica utilizadas repetidamente na avaliação e custeio dos projetos. Dada uma taxa de desconto adequada, essas relações podem ser utilizadas para converter qualquer série arbitrária de fluxos de caixa em um valor presente líquido P, valor futuro F ou valor de anuidade A. Foram derivadas equações para seis fatores de equivalência:

1. [P/F,i,N] Valor presente P, dado o valor futuro F, a taxa de desconto i e a quantidade de períodos de tempo

N. Este fator pode ser utilizado repetidamente para converter qualquer série de fluxos de caixa em um valor presente.

2. [F/P,i,N] Valor futuro F no final do período de tempo N, dado o valor presente P e a taxa de desconto i.

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Medium 9788521632511

9 - INTRODUÇÃO À CRIAÇÃO DO PORTFÓLIO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

9

Introdução à

Criação do Portfólio

FUNDAMENTOS ................................ 453

APLICAÇÕES...................................... 464

Os desenhos e modelos são produtos de um processo de projeto criativo na busca de uma solução para um problema. Eles servem como meio para o diálogo interno e também para a comunicação externa entre projetistas, clientes e comunidade. Esse processo, se documentado adequadamente e arquivado de modo sistemático, habilita o projetista a usar a sua evolução na busca por respostas. Ao longo do curso de criação de um projeto, é possível comunicar as ideias do projeto através de instantâneos de materiais selecionados da coleção de um projetista. Essa coleção também informa o crescimento, a evolução e a maturidade de um projetista, refletidos pela sua obra.

Um portfólio pode ser a documentação de um determinado projeto, ilustrando a metodologia de um processo. Também pode ser a apresentação de um registro do trabalho em uma coleção de projetos. Os alunos usam portfólios para conseguir promoções, se candidatar a escolas de pós-graduação ou entrar no mercado de trabalho. Nos dias de hoje, é uma prática comum os profissionais usarem portfólios criados na Internet para se apresentarem a possíveis clientes. Desse modo, o portfólio é um documento de autoexpressão único e acessível, que

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PARTE II - Capítulo 10 - Regras do Jogo: Impostos, Depreciação e Regulamentação

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

208

Capítulo 10

Capítulo

10

Regras do Jogo: Impostos,

Depreciação e Regulamentação

A lei de zoneamento de 1916 – a primeira do país – regulamentou a maior parte das edificações, sua altura e suas utilizações. Ela dividiu a cidade em três zonas – residencial, comercial e irrestrita – e conferiu poderes ao Board of

Estimate* para regulamentar a sua utilização, altura e a maioria das edificações em todas as ruas na cidade, dependendo da zona em que o quarteirão se encontrava.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 10.1 Introdução

Seção 10.2 Depreciação e Impostos

Como o imposto sobre a renda afeta os fluxos de caixa e as decisões sobre investimentos

A importância da depreciação

Métodos comuns para calcular a depreciação

Como a política pública afeta os impostos e como a depreciação pode influenciar as decisões sobre investimentos

Ajuste dos impostos sobre a propriedade para promover o desenvolvimento

Seção 10.3 Normas de Uso do Terreno

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PARTE I - Capítulo 3 - Conceitos Básicos de Economia

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

3

Conceitos Básicos de Economia

A qualidade da infraestrutura de uma nação é um indicador crítico da sua vitalidade econômica. O transporte confiável, a água limpa e o descarte seguro dos resíduos são elementos básicos de uma sociedade civilizada e de uma economia produtiva. Sua ausência ou falha introduz uma dimensão intolerável de risco e privações na vida diária e um obstáculo importante para o crescimento e a competitividade.

Conselho Nacional de Melhoria das Obras Públicas

Fragile Foundations: A Report on America’s Public Works,

Relatório Final para o Presidente e o Congresso (Fevereiro, 1988), p. 1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 3.1 Introdução

Seção 3.2 Oferta e Demanda

Funções da oferta e funções da demanda

Equilíbrio entre oferta e demanda

Elasticidade da demanda

Ganhos para os consumidores

Seção 3.3 Precificação

Precificação pelo custo marginal em um ambiente competitivo

Economias de escala, escopo e densidade

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2 - DIAGRAMAS E CROQUIS CONCEITUAIS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

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Diagramas e

Croquis Conceituais

FUNDAMENTOS .................................. 37

APLICAÇÕES........................................ 52

Diagramas e croquis conceituais são partes integrantes do processo pensamentoprojeto. São os meios através dos quais o projetista gera, organiza e formaliza as alternativas para suas ideias. Esses desenhos servem para esclarecer e proporcionar uma âncora filosófica para o projeto.

Diagramas conceituais constituem uma linguagem abstrata que deve ser compreendida e empregada adequadamente na comunidade dos projetistas. É por meio da diagramação gráfica que se desenvolve um vocabulário de projeto e é possível transmitir o entendimento dos conceitos gerais do projeto. Elementos como setas, nós, linhas e outros símbolos ajudam o iniciante a utilizar técnicas gráficas para explorar ideias.

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36    C A P Í T U L O

2: DIAGRAMAS E CROQUIS CONCEITUAIS

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PARTE I - Capítulo 2 - Desempenho do Sistema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

2

Desempenho do Sistema

Como é sempre mais fácil e, no final, mais barato ser preciso do que impreciso, o bom engenheiro sempre será exato em todos os fundamentos, mas ele não perderá tempo tentando alcançar uma acurácia desnecessária que não agrega sensivelmente ao valor final do seu trabalho.

Arthur M. Wellington, The Economic Location of Railways

(John Wiley & Sons, 1911)

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 2.1 Introdução ao Desempenho dos Sistemas Baseados em Infraestrutura

O desempenho não pode ser capturado por um único indicador

O desempenho depende de questões sociais, políticas e empresariais, bem como das questões de engenharia

O desempenho pode ser documentado, modelado e gerido

Seção 2.2 Custo do Sistema

Custos totais, médios, marginais e incrementais

Custos fixos e variáveis

Volume de ponto de equilíbrio para dar preferência a uma opção com custos fixos mais elevados

Utilização de recursos: custos econômicos versus custos financeiros

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PARTE III - Capítulo 16 - Considerações Finais e Outras Informações

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

16

Considerações Finais e Outras

Informações

Os engenheiros civis são solucionadores de problemas, mas precisamos ampliar o escopo dos nossos serviços para incluir a definição do problema. Os engenheiros civis devem ir além, raciocinando em termos dos limites específicos do projeto e dos escopos do trabalho, e passarem a se envolver nas decisões relacionadas ao problema e nas políticas em nível de sistema para obter soluções sustentáveis de longo prazo. Devemos ser os facilitadores da colaboração entre as várias agências/proprietários e entre as fronteiras jurisdicionais. Também devemos assumir um papel de liderança no desenvolvimento de métodos aceitáveis e sustentáveis de financiar o desenvolvimento da infraestrutura e a gestão de recursos.

Katty J. Caldwell, ASCE News, junho de 2009

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 16.1 Introdução

Seção 16.2 Lições Fundamentais na Parte I: Construir Infraestrutura para Atender às Necessidades da

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Capítulo 1 - Introdução

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

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Introdução

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Introdução | 3

1.1 Sobre as necessidades humanas

Os locais onde o homem e a mulher passam a maior parte de suas vidas é a sua moradia, a escola, o escritório, a oficina ou a fábrica.

São locais onde eles buscam abrigo, proteção, conforto e ocupação vivencial, indispensáveis à sua realização pessoal.

Todo homem vem ao mundo completamente nu. E totalmente desprotegido. Seu primeiro abrigo é a sua moradia (seja casa, apartamento ou barracão). Nela encontra a proteção contra as inclemências do tempo: calor, frio, sol, chuva, granizo, neve e ventos. Sua construção exige vários e diferentes materiais. Assim são usados:

O concreto empregado em fundações, lajes, pilares e vigas;

Os cerâmicos usados em alvenarias, pisos, revestimentos etc.;

As madeiras usadas em portas, janelas, móveis etc.;

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1 - DESENHO DE REPRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

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Desenho de

Representação

FUNDAMENTOS .................................... 3

APLICAÇÕES........................................ 16

Croquis do ambiente construído são desenhos analíticos que de forma geral transmitem uma ideia do conjunto. Fazemos esses croquis para adquirir maior compreensão da natureza da paisagem urbana. Para capturar e transmitir a essência de um lugar, os croquis devem ser executados com segurança e de modo rápido e preciso.

Esses desenhos são nossas experiências pictóricas do espírito e do sentido do lugar conforme documentamos o que vemos.

Formas geométricas constituem o fundamento para todas as formas derivadas.

A forma do ambiente e da composição é um conjunto de formas simples e complexas. Tanto nos desenhos a partir da realidade quanto naqueles a partir da sua imaginação, essas formas devem ser expressas e transmitidas graficamente em uma composição bidimensional para transmitir a percepção da terceira dimensão.

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PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

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Capítulo 1 - Introdução

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

1

Introdução

Concentre-se, primeiramente, nos aspectos da infraestrutura que fornecem serviços essenciais, ou seja, nos que envolvem água potável, águas servidas, transportes, energia e comunicações... O crescimento dos negócios e da população já ultrapassou a capacidade dos sistemas atuais. Para satisfazer as expectativas do usuário, os planejadores, em um primeiro momento, devem determinar as demandas do público em relação aos níveis e à resiliência* de tais serviços e à quantidade de recursos que deve ser gasta para mantê-los e depois determinar quais alternativas existem e que atitudes precisam ser tomadas para satisfazer essas expectativas.1

1.1 PARA UMA INFRAESTRUTURA MAIS SUSTENTÁVEL: PROJETOS E PROGRAMAS MELHORES

As sociedades modernas dependem de sistemas baseados em uma vasta infraestrutura que deem suporte ao transporte e à comunicação eficientes, proporcionem amplos suprimentos de água limpa e energia, e permitam o tratamento e descarte eficazes dos resíduos. O desempenho desses sistemas pode ser medido em relação a muitos fatores, incluindo custo, consumo de energia, recursos necessários, capacidade, qualidade dos serviços, segurança, impactos sobre a sociedade e impactos sobre o meio ambiente. O desempenho também pode ser medido em termos de sustentabilidade, um conceito amplo que se refere à capacidade de um sistema para ter um bom desempenho ao longo de um período de tempo muito vasto.

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CAPÍTULO 11 - O Território Metropolitano em Mutação: Intervenções Urbanas Contemporâneas em São Paulo

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 11

O Território Metropolitano em Mutação:

Intervenções Urbanas Contemporâneas em São Paulo

Carlos Leite

S

ão Paulo, a maior e economicamente mais importante área urbana do Brasil, é uma cidade de incríveis contradições. Embora a área metropolitana da Grande São Paulo produza mais de 25% do produto interno bruto brasileiro, pouco se tem feito em termos do necessário resgate das áreas urbanas em processo de deterioração. Tendo isso em mente, este capítulo busca responder a um conjunto de questões abrangentes: o território em transformação acelerada pode ser enfrentado com ações locais? O desenho urbano pode ainda subsidiar o processo de resgate de imensas áreas históricas degradadas sem criar simulacros cênicos? Podem os projetos urbanos de maior porte se configurar como instrumentos de rearticulação do território fragmentado, de escala imensurável? Pode a reabilitação do território informal ser planejada e manejada sem impor-lhe a condição de formalização? Finalmente, como o projeto urbano deve se posicionar diante do vazio urbano – terrain vague1– sem se configurar como instrumento de opressão e poder, mas, antes, como possibilidade de costura e articulação do território?

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