56 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521625278

Capítulo 1 - Introdução

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

1

Introdução

Concentre-se, primeiramente, nos aspectos da infraestrutura que fornecem serviços essenciais, ou seja, nos que envolvem água potável, águas servidas, transportes, energia e comunicações... O crescimento dos negócios e da população já ultrapassou a capacidade dos sistemas atuais. Para satisfazer as expectativas do usuário, os planejadores, em um primeiro momento, devem determinar as demandas do público em relação aos níveis e à resiliência* de tais serviços e à quantidade de recursos que deve ser gasta para mantê-los e depois determinar quais alternativas existem e que atitudes precisam ser tomadas para satisfazer essas expectativas.1

1.1 PARA UMA INFRAESTRUTURA MAIS SUSTENTÁVEL: PROJETOS E PROGRAMAS MELHORES

As sociedades modernas dependem de sistemas baseados em uma vasta infraestrutura que deem suporte ao transporte e à comunicação eficientes, proporcionem amplos suprimentos de água limpa e energia, e permitam o tratamento e descarte eficazes dos resíduos. O desempenho desses sistemas pode ser medido em relação a muitos fatores, incluindo custo, consumo de energia, recursos necessários, capacidade, qualidade dos serviços, segurança, impactos sobre a sociedade e impactos sobre o meio ambiente. O desempenho também pode ser medido em termos de sustentabilidade, um conceito amplo que se refere à capacidade de um sistema para ter um bom desempenho ao longo de um período de tempo muito vasto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 9 - Os Sistemas de Pintura

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

9

Os Sistemas de Pintura

Furtado[009].indd 207

11/12/2013 10:06:01 AM

Furtado[009].indd 208

11/12/2013 10:06:06 AM

Os Sistemas de Pintura | 209

9.1 Introdução

9.1.1 Visão geral do acabamento de uma superfície

Os melhores resultados da proteção e do acabamento são alcançados usando-se um sistema de pintura, que inclui geralmente três camadas de diferentes tipos de produtos ou tintas:

As composições de fundo, que são os isolantes ou selantes, os impermeabilizantes, os preparadores, ou simplesmente, as tintas de fundo. Podem ser “preparadores de parede” ou anticorrosivos, quando, em geral, são chamados primers.

As massas, usadas para regularizar as superfícies.

Os produtos de acabamento, que são as tintas propriamente ditas, com a qualidade e as cores pretendidas.

Ou simplesmente: fundo, massa e acabamento. Cada um desses produtos tem uma formulação específica para cada tipo de função.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 5 - Cores nas Tintas

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

5

Cores nas Tintas

Furtado[005].indd 105

11/12/2013 9:47:17 AM

Furtado[005].indd 106

11/12/2013 9:47:22 AM

Cores nas Tintas | 107

5.1 Introdução

5.1.1 As cores na nossa vida

Desde a mais remota antiguidade, o homem se depara constantemente com as cores do mundo mineral, animal e vegetal, sempre fortemente atraído por elas. E, usando materiais coloridos, começou a expressar seus anseios e estabelecer a comunicação com seus semelhantes. Com o uso desses materiais coloridos, fez escritas e desenhos rudimentares bem conhecidos, como os desenhos das cavernas pré-históricas (Lascaux, na França, e Altamira, na Espanha).

Povos de diferentes culturas, diferentes épocas e diferentes áreas geográficas da Terra há milênios fazem uso de materiais coloridos, misturados com diversos “veículos”, que constituem os protótipos das tintas, permitindo a representação tosca (e mais tarde bem elaborada) das ideias, inspirações e desejos que até hoje nos encantam.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632511

7 - LUZES E SOMBRAS

YEE, Rendow LTC PDF

7

Luzes e Sombras

FUNDAMENTOS ................................ 331

APLICAÇÕES...................................... 350

A luz nos permite a visão. Com a luz, podemos estruturar e estabelecer ordem ao ambiente. Ela amplia nossa noção de percepção da arquitetura à medida que nos deslocamos no espaço em um intervalo de tempo. A percepção da tridimensionalidade ou a definição escultural de uma construção dependem muito da direção com que os raios solares incidem em suas superfícies. Uma construção ou espaço ganha vida quando a luz natural ilumina sua arquitetura, em resposta às sempre mutáveis qualidades da luz do sol. Sua consciência desse fato irá auxiliar nas decisões de projeto. Um completo conhecimento e a compreensão da luz, bem como das aplicações de sombras nas apresentações do ambiente construído, ajudam nas relações cliente-arquiteto durante a fase de projeto. Sombras realçam as vistas ortogonais (especialmente as fachadas e as plantas de implantação), as projeções paralelas e as perspectivas, adicionando uma noção de clareza e materialidade às formas representadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624653

Capítulo 11 - Território Metropolitano em Mutação: Intervenções Urbanas Contemporâneas em São Paulo

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. LTC PDF

CAPÍTULO 11

O Território Metropolitano em Mutação:

Intervenções Urbanas Contemporâneas em São Paulo

Carlos Leite

S

ão Paulo, a maior e economicamente mais importante área urbana do Brasil, é uma cidade de incríveis contradições. Embora a área metropolitana da Grande São Paulo produza mais de 25% do produto interno bruto brasileiro, pouco se tem feito em termos do necessário resgate das áreas urbanas em processo de deterioração. Tendo isso em mente, este capítulo busca responder a um conjunto de questões abrangentes: o território em transformação acelerada pode ser enfrentado com ações locais? O desenho urbano pode ainda subsidiar o processo de resgate de imensas áreas históricas degradadas sem criar simulacros cênicos? Podem os projetos urbanos de maior porte se configurar como instrumentos de rearticulação do território fragmentado, de escala imensurável? Pode a reabilitação do território informal ser planejada e manejada sem impor-lhe a condição de formalização? Finalmente, como o projeto urbano deve se posicionar diante do vazio urbano – terrain vague1– sem se configurar como instrumento de opressão e poder, mas, antes, como possibilidade de costura e articulação do território?

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 11 - Desenvolvimento de uma Estratégia para Lidar com um Problema

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

11

Desenvolvimento de uma

Estratégia para Lidar com um

Problema

Espero que, no fim das contas, venha a se comprovar a viabilidade de construir um canal no nível do mar.

Indubitavelmente, no fim esse canal seria melhor, se for viável, e acho que uma das principais vantagens da Rota do

Panamá é que, no fim das contas, um canal no nível do mar será uma possibilidade. Mas, enquanto prestar atenção à perfectibilidade ideal do esquema pela perspectiva de um engenheiro, lembre-se da necessidade de ter um plano que vá proporcionar a construção imediata do canal nos termos mais seguros e no menor tempo possível.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 11.1 Introdução

Seção 11.2 Identificação das Necessidades e Objetivos

Preparação de uma declaração das necessidades para evitar a limitação do projeto

Utilização da declaração das necessidades para preparar os objetivos de um projeto

Necessidade de interação no desenvolvimento de uma boa declaração das necessidades

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 4 - Perspectiva Pública: Preocupações Econômicas, Ambientais e Sociais

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

4

Perspectiva Pública:

Preocupações Econômicas,

Ambientais e Sociais

A felicidade não reside na mera posse do dinheiro; ela reside na alegria da realização, na emoção do esforço criativo. A alegria e o estímulo do trabalho não devem ser esquecidos na perseguição louca dos lucros efêmeros. Esses dias negros valerão tudo o que nos custam se nos ensinarem que o nosso verdadeiro destino não é o de sermos servidos, mas o de servirmos a nós mesmos e aos nossos semelhantes... A nossa tarefa primordial é colocar as pessoas para trabalhar. Não se trata de um problema insolúvel, se o enfrentarmos com inteligência e coragem. Podemos consegui-lo em parte através do recrutamento direto do próprio governo, tratando a tarefa como trataríamos a emergência de uma guerra, mas, ao mesmo tempo, através desta geração de emprego, realizar projetos muito necessários para estimular e reorganizar o uso dos nossos recursos naturais.

Franklin D. Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 14 - Gestão de Projetos e Programas

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

308

Capítulo 14

Capítulo

14

Gestão de Projetos e Programas

Uma jornada de mil milhas começa com um único passo.

Provérbio chinês

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 14.1 Introdução

Seção 14.2 Estágios na Gestão de Projetos

Desenvolvimento de estratégias para executar o projeto

Gestão da construção

Gestão da transição da construção para a operação

Conclusão do projeto

Avaliação ou auditoria do projeto

Seção 14.3 Técnicas de Gestão de Projetos

Termo de referência

Estrutura de divisão do trabalho

Diagramas de rede

Cronogramas e o caminho crítico

Gráficos de responsabilidade linear

Estimativa das necessidades de recursos

Orçamentos e estimativa de custos

Seção 14.4 Organização de Projetos

Principais abordagens para a gestão de projetos, incluindo concepção/construção, concepção/construção/ope­ ração e concepção/construção/operação/transferência

Seção 14.5 Gestão de Projetos Muito Grandes

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624653

Capítulo 4 - Shopping Centers e o Desenho Urbano no Brasil: Dois Estudos de Caso em São Paulo

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. LTC PDF

CAPÍTULO 4

Shopping Centers e o Desenho Urbano no

Brasil: Dois Estudos de Caso em São Paulo

Gilda Collet Bruna e Heliana Comin Vargas

D

esde a inauguração do primeiro shopping center no Brasil, em 1966, esses empreendimentos tornaram-se elemento dominante da paisagem urbana brasileira. Em seu início, foram moldados como grandes centros de varejo – normalmente com lojas-âncora – sob um teto único com estacionamento exclusivo. Atualmente, após mais de quatro décadas, já se pode fazer um balanço desse fenômeno e de seus impactos sobre o desenvolvimento e o desenho urbano. Neste capítulo, analisa-se a versão brasileira de shopping center tomando-se como exemplos significativos dois empreendimentos na cidade de

São Paulo, implantados com uma diferença temporal de mais de 30 anos. O Shopping Iguatemi (1966) e o Shopping Pátio Higienópolis (1999) são analisados sob a perspectiva de seu papel como vetores de expansão urbana e em relação à sua polarização, às mudanças de uso e ocupação do solo, à valorização do entorno, assim como aos impactos na forma e na vitalidade do espaço urbano.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 14 - Produtos Especiais

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

14

Produtos Especiais

Furtado[014].indd 295

11/12/2013 10:17:32 AM

Furtado[014].indd 296

11/12/2013 10:17:37 AM

Produtos Especiais | 297

14.1 Introdução

Alguns produtos muito usados na pintura imobiliária, embora não enquadrados nos conceitos anteriores, merecem ser aqui abordados.

Apresentaremos agora os selantes, fundos, impermeabilizantes, massas e solventes e produtos para usos específicos, portanto, especiais.

Nos últimos anos, os fabricantes de tintas têm elaborado diversos produtos para atender determinadas exigências. Esses produtos especiais têm mercado limitado, mas são de grande importância.

Os fabricantes oferecem serviços gratuitos de informações sobre seus produtos, seja por telefone (0800), seja pela internet. Os SACs

(Serviço de Atendimento ao Cliente) prestam informações detalhadas ao consumidor, ajudando muitas vezes na escolha da melhor solução para eventuais problemas em sua linha de produtos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632511

3 - INTRODUÇÃO À INTERFACE DIGITAL-MANUAL

YEE, Rendow LTC PDF

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 003

Págs.: 41

gráfica

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

ALGO+

3

Introdução à Interface

Digital-Manual

FUNDAMENTOS .................................. 93

APLICAÇÕES...................................... 100

Os softwares de modelagem de informações de construção (BIM*) e desenho para criação de croquis, como o Revit, ArchiCAD, AutoCAD e Bentley, se transformaram não só em ferramentas eficazes de desenho, mas também em facilitadores de precisão do processo de construção. Não é incomum que os documentos de construção tenham centenas de páginas de informações detalhadas sobre todos os aspectos de uma construção. A tecnologia BIM se mostrou indispensável na prática profissional atual graças à sua capacidade para armazenar e codificar todas essas informações em um modelo digital. Na fase de desenho, a tecnologia BIM habilita os profissionais a atualizarem automaticamente um conjunto inteiro de desenhos quando são feitas alterações no projeto. A utilidade do BIM, em termos de engenharia e gerenciamento de dados, vai além do projeto inicial e da construção, abrangendo a fase pós-ocupação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 2 - Pintura

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

2

Pintura

Furtado[002].indd 13

1/23/2014 5:18:49 PM

a a

-

Furtado[002].indd 14

1/23/2014 5:18:54 PM

Pintura | 15

2.1 Introdução

2.1.1 Primeiros conceitos

Vulgarmente chama-se de pintura qualquer aplicação de uma tinta sobre uma superfície, seja uma parede, um papel, uma tela etc.

Como a tinta é o material básico da pintura, muitas vezes os significados de tinta ou de pintura se identificam ou se entrelaçam, embora sem causar nenhuma confusão.

Não existe pintura sem tinta. Daí a razão desta estreita correspondência.

O campo de aplicação das tintas é muito amplo. Por isso nem sempre a aplicação de uma tinta sobre uma superfície resulta em uma pintura. Por exemplo, a tinta aplicada sobre papel pode ser uma simples impressão, como no caso dos jornais. Sobre um tecido, pode ser simplesmente uma estampagem. Sobre uma tela, pode significar uma obra de arte com fins estéticos, decorativos e conceituais.

2.1.2 Histórico

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 13 - Problemas e Defeitos nas Pinturas

SILVA, Paulo Furtado da LTC PDF

13

Problemas e Defeitos nas Pinturas

Furtado[013].indd 265

11/12/2013 10:16:08 AM

Furtado[013].indd 266

11/12/2013 10:16:12 AM

Problemas e Defeitos nas Pinturas | 267

13.1 Introdução

Veremos agora a relação dos problemas mais comuns antes, durante e após a execução dos serviços de pintura. Ainda que de forma sumária, daremos a descrição e a identificação destes problemas, relacionando as causas mais frequentes e os modos de prevenir ou corrigir tais danos.

Em geral, são causas de fácil identificação, cuja prevenção e correção demandam medidas simples, pequenos acertos e práticas corretas.

Embora a pintura de ambientes domésticos não apresente maiores complicações e exigências, a indústria de tintas imobiliárias apresenta esta tarefa como uma atividade simples e sem sofisticação. Algumas vezes, chega a afirmar que uma dona de casa, com limitados conhecimentos e habilidades técnicas, é capaz de executar a pintura de um cômodo com desembaraço, sem muito esforço e com tintas comuns, e os resultados ainda assim serem satisfatórios e compensadores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

Apêndice A - Tabelas de Equivalência

MARTLAND, Carl D. LTC PDF

Apêndice

A

Tabelas de Equivalência

Resumo

Martland Apêndice A.indd 389

10/9/2013 14:54:45

Martland Apêndice A.indd 390

0,9851

0,9705

0,9561

0,9418

0,9278

0,9140

0,9004

0,8871

0,9420

0,8874

0,8360

0,7876

0,7419

0,6989

0,6584

0,6203

6

12

18

24

30

36

42

48

0,9011

0,8121

0,7318

0,6594

0,5942

0,5355

0,4826

0,4349

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

6

12

18

24

30

36

42

48

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

6

12

18

24

30

36

42

48

Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

0,1770

0,0931

0,0652

0,0514

0,0431

0,0377

0,0338

0,0310

1,75%

[A/P,i%,N]

0,1725

0,0888

0,0610

0,0471

0,0387

Ver todos os capítulos

Carregar mais