347 capítulos
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Capítulo 17 - Dados para o projeto de luminotécnica

Peter Tregenza; David Loe Grupo A PDF

17

Dados para o projeto de luminotécnica

1 Carta solar para 51° norte

A trajetória aparente do sol foi registrada com base no horário solar da latitude de Londres. Levando-se em consideração os padrões normais de precisão no registro de obstruções, o diagrama pode ser utilizado em terrenos entre 48° e 54° de latitude.

Carta solar

Latitude 51° N

Projeção estereográfica

Jun.

Mar. Set.

Dez.

196

APLIC AÇÕE S

2 Carta de horas de insolação provável para Londres

Cada ponto representa 0,2 hora de luz diurna, mas o diagrama pode ser aplicado para fins de projeto de edifícios em terrenos da Inglaterra e do País de Gales em geral.

Horas de insolação provável

Projeção estereográfica

Cada ponto representa 0,2% a metade do ano que inclui o verão está em vermelho a metade do ano que inclui o inverno está em azul

1° nov. – 28 fev.

51° N

DA D O S PA R A O P RO J E TO D E L UMI N O T É CN I C A

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Capítulo 3 - A descrição das cores

Peter Tregenza; David Loe Grupo A PDF

3

A descrição das cores

3.1

E

ste capítulo apresenta maneiras pelas quais as cores da luz e as cores das superfícies podem ser descritas sistematicamente. “Cor” e “luz” não são duas coisas separadas: a primeira é a sensação gerada no processo de percepção visual. O Capítulo 2 explica por que percebemos as cores de modo

diferente de acordo com o comprimento de onda da luz a que estamos expostos. Porém, isso não é tudo: em geral, não existe uma correspondência absoluta entre as combinações de comprimentos de onda e as cores que enxergamos.

Se avaliarmos de forma analítica a Figura 3.1, descobriremos que as cores se diferenciam umas das outras levando em conta três fatores: o matiz (vermelho, verde), a saturação (a intensidade do pigmento) e o valor tonal (claros e escuros). Quando queremos especificar uma cor, seja de luz ou de superfície, três informações são necessárias – em termos matemáticos, diríamos que a cor é “tridimensional”. O que vem a seguir é a base dos sistemas que utilizamos para descrever as cores.

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Medium 9788565837767

Capítulo 11. A Geometria Ideal

Simon Unwin Grupo A PDF

A geometria ideal não pertence totalmente a esse mundo. Ela oferece a sedutora, porém inalcançável, promessa de perfeição.

A g eometria ideal

“Mas ao decidir a forma do fechamento, a forma da cabana, a implantação do altar e de seus acessórios, ele seguiu por instinto os ângulos retos, os eixos, o quadrado, o círculo. Afinal, ele não podia criar coisa alguma de outro modo, que lhe desse a impressão que criava. Afinal, todas essas coisas – eixos, círculos, ângulos retos – são as verdades da geometria e são efeitos que nosso olho pode medir e reconhecer; enquanto que, de outro modo, seria acaso, anomalia, arbitrariedade. A geometria é a linguagem do homem.”

Le Corbusier, – Towards a New Architecture

(1923), 1927, p. 72.

A g e om et r i a i d eal

U

m dos maiores arquitetos e teóricos da arquitetura na Itália do século XV foi

Leon Battista Alberti, que iniciou o primeiro de seus Dez Livros Sobre Arquitetura afirmando que a geometria, no projeto da aparência das edificações, independe dos materiais usados na construção. Ao fazê-lo, ele chamou atenção para o fato de que um outro tipo de geometria se aplica na arquitetura, e precisa ser distinguido daquilo que chamamos, no capítulo anterior, de “geometrias reais”:

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 6 - Casa de Hamamatsu

Sue Roaf Grupo A PDF

ESTUDO DE CASO 6

CASA DE HAMAMATSU

ARQUITETO

Touichi Akiyama, Land Architects Inc.,

OM Solar, 1991

PROPRIETÁRIO

Syounai

LOCALIZAÇÃO

Hamamatsu, Japão; 34° N, 137° L;

31,7 m acima do nível do mar

CLIMA

Tropical

ÁREA

201,6 m²

EC 6.1

A casa de Hamamatsu.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Sistema Solar OM • Isolamento térmico • Estanqueidade ao ar • Chaminé de aquecimento por radiação

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

As casas japonesas típicas têm grandes telhados, beirais amplos, aberturas generosas, divisores de ambientes e pisos elevados em relação ao solo. Essas também são características dos sistemas residenciais tropicais. Tais tradições estão intimamente associadas ao clima japonês de altas temperaturas e grande umidade. No entanto, o inverno no Japão nem sempre é quente. Até mesmo as partes localizadas no sul da ilha principal estão sujeitas à neve e a temperaturas negativas. O Sistema Solar OM e a construção em madeira da casa permitem regular o clima interno para um nível confortável com o passar das estações.

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Medium 9788582604304

Capítulo 5 - Estruturas

Pamela Buxton Grupo A PDF

Estruturas

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David Adler, Norman Seward e Andrew Peters

Este capítulo, originalmente escrito por David Adler e Norman Seward, foi revisado por Andrew Peters em 2011. Andrew Peters é arquiteto e Professor Sênior do Departamento de Planejamento e Arquitetura da

University of the West of England

PONTOS-CHAVE:

• As normas atuais exigem especialistas para analisar e projetar tipos específicos de estruturas e materiais

• Existem análises e métodos de projeto genéricos e simplificados, assim como “regras práticas”, mas nada deve substituir uma análise final rigorosa

Conteúdo

1

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5

6

7

8

9

10

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Introdução

Teoria básica das estruturas

Materiais estruturais

Alvenaria

Madeira

Concreto armado

Estruturas de aço e outros metais

Vidro

Outros materiais

Fundações

Análise intuitiva de sistemas estruturais básicos: o que o arquiteto deve considerar

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