75 capítulos
Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 16 - Considerações Finais e Outras Informações

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF

Capítulo

16

Considerações Finais e Outras

Informações

Os engenheiros civis são solucionadores de problemas, mas precisamos ampliar o escopo dos nossos serviços para incluir a definição do problema. Os engenheiros civis devem ir além, raciocinando em termos dos limites específicos do projeto e dos escopos do trabalho, e passarem a se envolver nas decisões relacionadas ao problema e nas políticas em nível de sistema para obter soluções sustentáveis de longo prazo. Devemos ser os facilitadores da colaboração entre as várias agências/proprietários e entre as fronteiras jurisdicionais. Também devemos assumir um papel de liderança no desenvolvimento de métodos aceitáveis e sustentáveis de financiar o desenvolvimento da infraestrutura e a gestão de recursos.

Katty J. Caldwell, ASCE News, junho de 2009

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 16.1 Introdução

Seção 16.2 Lições Fundamentais na Parte I: Construir Infraestrutura para Atender às Necessidades da

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 2 - Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 2

Palmas: Desenho Urbano da Capital do Tocantins

Dirceu Trindade

A

o longo de sua história, o Estado brasileiro tem se utilizado do desenvolvimento urbano em sua busca pelo progresso e pela modernidade. Desde os tempos coloniais, a expansão da urbanização sempre foi vista como necessária para a conquista de territórios vazios e de regiões consideradas “atra‑ sadas”: o sertão, o cerrado, as grandes florestas e os campos gerais.

Com a Independência e a instituição da República no Brasil, a urbanização, a interiorização e a construção de cidades passaram a ser vistas como projetos modernizadores do país e transformadores da sociedade brasileira. Esse empenho construtor gerou primeiro a construção de Belo Horizonte, como nova capital do estado de Minas Gerais em 1897. Na década de 1930, o governo modernizador de Getúlio Vargas cons‑ truiu Goiânia, nova capital do estado de Goiás, resultado de sua Marcha para o Oeste, que, retomada pelo governo desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek (1956‑1960), teve sua expressão máxima na constru‑

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Medium 9788521632511

4 - MÉTODO E NOMENCLATURA DAS PROJEÇÕES ORTOGRÁFICAS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 004

Págs.: 27

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gárfica

4

Método e

Nomenclatura das

Projeções Ortográficas

FUNDAMENTOS ................................ 135

APLICAÇÕES...................................... 138

Plantas em escala, elevações e seções são convenções de desenho arquitetônico que permitem a representação das três dimensões em escalas reduzidas. Essas múltiplas visualizações dos desenhos são o resultado das projeções ortográficas e ajudam na representação de formas tridimensionais — como um prédio — em diversas vistas bidimensionais correlacionadas. Com tais projeções, as características do projeto vinculadas ao espaço, à escala e à configuração podem ser analisadas.

No capítulo anterior sobre interface digital/manual, você teve uma prévia da atual diversidade de formas no projeto de edificações que manifesta uma série de formas, algumas delas não retilíneas. O advento dos métodos sofisticados de projeto

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Medium 9788521625858

Capítulo 9 - Os Sistemas de Pintura

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

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Os Sistemas de Pintura

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Os Sistemas de Pintura | 209

9.1 Introdução

9.1.1 Visão geral do acabamento de uma superfície

Os melhores resultados da proteção e do acabamento são alcançados usando-se um sistema de pintura, que inclui geralmente três camadas de diferentes tipos de produtos ou tintas:

As composições de fundo, que são os isolantes ou selantes, os impermeabilizantes, os preparadores, ou simplesmente, as tintas de fundo. Podem ser “preparadores de parede” ou anticorrosivos, quando, em geral, são chamados primers.

As massas, usadas para regularizar as superfícies.

Os produtos de acabamento, que são as tintas propriamente ditas, com a qualidade e as cores pretendidas.

Ou simplesmente: fundo, massa e acabamento. Cada um desses produtos tem uma formulação específica para cada tipo de função.

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Medium 9788521625858

Capítulo 6 - A Influência do Meio Ambiente nas Edificações

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF

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A Influência do

Meio Ambiente nas

Edificações

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6.1 Introdução

A pintura está em contato direto com o meio que a circunda. E, por isso, exposta à sua ação, que, em muitos casos, pode ser deletéria para os diversos componentes das tintas. Essa ação do meio ambiente reduz a vida útil da tinta (danificando a pintura) ou interfere na sua beleza, modificando seu aspecto inicial, sempre para pior.

Analisaremos o meio ambiente separando sua composição (agentes) e os efeitos que causam sobre a pintura. Inúmeras ações do meio agressivo sobre a pintura (e sobre outros revestimentos usados nas edificações) podem ser evitadas não só por um projeto consciencioso, com detalhes e recomendações precisos, bem como pelos cuidados técnicos assumidos na construção de uma obra. É o que veremos no decorrer deste capítulo.

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