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Medium 9788521617488

CAPÍTULO 5 - CIRCUITOS BÁSICOS

HETEM Jr., Annibal Grupo Gen PDF

Capítulo

5

Circuitos básicos

5.1 Introdução

De posse das portas lógicas e das técnicas de síntese de circuitos digitais, pode ser dado o próximo passo: a análise de pequenos circuitos que, apesar de sua inocente simplicidade, são a base para a construção dos grandes sistemas digitais. Esses circuitos básicos estão presentes em todos os sistemas que utilizam a Eletrônica Digital como base de funcionamento: desde um pequeno relógio até os grandes computadores de telefonia e controle de tráfego.

Neste capítulo, subimos mais um nível na hierarquia dos circuitos digitais, atingindo o que pode até ser classificado como uma linguagem de construção desses dispositivos.

5.2 Circuito somador

Os circuitos somadores são muito simples, uma vez que trabalham na aritmética binária e usam poucas portas lógicas. É natural que o primeiro exemplo deste capítulo seja o circuito somador, que, além de uma passagem didática, oferece a oportunidade de utilizar as técnicas vistas nos capítulos anteriores, e em seguida usar os resultados intermediários para a construção de circuitos mais complexos. Serão apresentados primeiro os circuitos meio somador e depois os somadores completos. Estes, por fim, serão usados em paralelo para construir circuitos de somar com o número de bits que for necessário.

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Medium 9788521605843

2- As plataformas

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF

00:02

As

Plataformas

Padua_cap2.indd 15

7/10/2010 13:06:34

Multimídia: Conceitos e Aplicações

16

AMBIENTES PARA MULTIMÍDIA

Tipos de Plataformas

Chamamos de plataformas os computadores utilizados para a criação e reprodução de títulos em multimídia. Existem diferentes tipos de plataforma. A principal distinção é baseada no papel que o computador desempenhará.

Plataforma de entrega É a estação do usuário final do produto multimídia, onde este será executado.

Plataforma de desenvolvimento É a estação do desenvolvedor, usada para a criação dos títulos e aplicativos multimídia, podendo-se distinguir especializações:

■ Plataformas de autoria, nas quais o produto multimídia é programado e integrado;

■ Plataformas de criação do material, nas quais são criados materiais de som, imagem e animação, a partir de material em mídia convencional ou por síntese digital.

Famílias de Plataformas

As plataformas para aplicações multimídia podem ser agrupadas em famílias, de acordo com seu ambiente operacional. Grosso modo, podem-se considerar as seguintes famílias:

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Medium 9788577804962

8 segurança

Carissimi, Alexandre da Silva Grupo A - Bookman PDF

344

Redes de Computadores

As diferentes maneiras de garantir segurança da informação e proteger redes de computadores estão baseadas na aplicação de técnicas de criptografia. Este capítulo é dedicado justamente a esse assunto, abordando inicialmente os principais conceitos de criptografia para posteriormente discutir o seu emprego em protocolos seguros na

Internet (IPsec, SSL e TLS).

Nos últimos anos, é possível observar um crescimento no uso de meios de comunicação, em especial da Internet, para acessar os mais diferentes serviços dos mais distintos locais. Hoje em dia, é possível consultar extratos bancários, realizar depósitos e transferências de dinheiro, efetuar compras com cartões de créditos a partir de um computador, ou mesmo de um telefone celular conectado a Internet.

Da mesma forma, em busca de agilidade e de economia, as empresas utilizam a

Internet como uma ferramenta fundamental para o envio e recebimento de informações, comunicação entre filiais etc. A consequência imediata disso é que, cada vez mais, informações sensíveis e confidenciais são armazenadas em computadores e transmitidas pela Internet, o que os torna um alvo em potencial para uma nova modalidade de crime, o cibernético.

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Medium 9788577805617

3. CRIANDO E EDITANDO SÍMBOLOS

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

LIÇÃO 3

Criando e Editando Símbolos

Importe arquivos do Illustrator

Como vimos na Lição 2, você pode desenhar objetos no Flash utilizando as ferramentas Rectangle, Oval, Line entre outras. Entretanto, para desenhos complexos, talvez seja melhor criar a ilustração em outro aplicativo. O Adobe Flash

CS4 suporta arquivos Adobe Illustrator nativos, de modo que você pode criar arte-final no Illustrator e depois importá-la para o Flash.

Ao importar um arquivo do Illustrator, você pode escolher quais camadas do arquivo importar e como o Flash deve tratá-las. Você vai importar um arquivo do

Illustrator que contém todos os caracteres do cartum.

1 Escolha File > Import > Import to Stage.

2 Selecione o arquivo characters.ai na pasta Lesson03/03Start.

3 Clique em Open (Windows) ou Import (Mac OS).

4 Na caixa de diálogo Import to Stage, confira se todas as camadas estão selecionadas. Uma marca de seleção deve aparecer na caixa de seleção ao lado de cada camada.

Se quiser que apenas algumas camadas sejam importadas, desmarque as camadas que você não quer.

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Medium 9788521627234

Apêndice: Ferramentas para Avaliação de Processadores

FLYNN, Michael J.; LUK, Wayne Grupo Gen PDF

apêndice

Ferramentas para Avaliação de Processadores

Dada a complexidade de muitas configurações de processadores, nem sempre é possível prever o desempenho ou a área necessária para muitos projetos sem a ajuda de ferramentas de simulação ou previsão. Neste texto, fornecemos ferramentas simples que podem gerar estimativas razoáveis de muitos parâmetros de projeto.

O conjunto de ferramentas SimpleScalar é utilizado para explorar o espaço de projeto dos processadores de instrução. Seu backend foi compilado para suportar quatro arquiteturas:

Alfa, ARM, PISA (uma variante da MIPS) e x86.

A Figura A.1 mostra a configuração da interface web da SimpleScalar. As Figuras A.2 e

A.3 apresentam dois resultados simulados utilizando diferentes configurações de cache L1 e diferentes configurações de translation lookaside buffer (TLB).

Essa interface web fornece os seguintes recursos fundamentais para os usuários:

• permite diferentes arquiteturas de conjunto de instrução (ISAs) como a PISA, ARM e x86;

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Medium 9788577803811

4.1 pilhas

Edelweiss, Nina Grupo A - Bookman PDF

126

Estruturas de Dados

As duas principais restrições apresentadas para listas são:

LIFO (Last In First Out) – dentre os nodos da lista, o primeiro nodo a ser retirado deve ser o último nodo que foi inserido;

FIFO (First In First Out) – primeiro nodo a ser retirado deve ser o primeiro que foi inserido.

As listas que respeitam a restrição LIFO são denominadas Pilhas; já aquelas que obedecem a restrição FIFO, são denominadas Filas. Essas estruturas de dados, embora simples, se sobressaem devido à grande utilidade que apresentam, modelando diversas aplicações práticas, tanto em computação quanto em outros domínios. O critério LIFO, por exemplo, corresponde a uma pilha de pratos, onde um novo prato é sempre colocado no topo da pilha, devendo o primeiro prato a ser retirado ser o do topo da pilha. Um exemplo do critério FIFO é o funcionamento de uma fila de banco, onde as pessoas são atendidas na ordem que entram na fila: o primeiro a chegar será o primeiro a ser atendido. Pilhas e Filas estão, portanto, entre as estruturas de dados que são freqüentemente implementadas e fazem parte de um vasto conjunto de aplicações que também incluem outras estruturas de dados mais sofisticadas.

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Medium 9788560031528

31. MAIS SOBRE DSSS E CONTRATOS

Larman, Craig Grupo A - Bookman PDF

CAPÍTULO 31 • MAIS SOBRE DSSS E CONTRATOS

507

pria para ilustrar colaborações entre os sistemas, tratando cada um como uma caixa preta. É útil ilustrar os novos eventos do sistema em DSSs para esclarecer:

᭿

As novas operações de sistema que o PDV ProxGer precisará apoiar.

᭿

As chamadas para outros sistemas e as respostas esperadas dessas chamadas.

Início comum do cenário processar venda

O DSS para a parte inicial de um cenário básico inclui os eventos de sistema iniciarNovaVenda, entrarItem e terminarVenda; isso é comum, independente do método de pagamento (ver Figura 31.1).

Cenário de Processar Venda

:SistemaPDV

ProxGer

: Caixa

«ator»

:CalculadorDeImpostos

iniciarNovaVenda loop

[ mais itens ] entrarItem(idItem, qtdade)

descrição, total

finalizarVenda

linhasDeItemDeImposto = obterImpostos(venda)

total com impostos

Figura 31.1

Início comum do DSS.

Pagamento com cartão de crédito

Esse DSS para o cenário de pagamento com cartão de crédito começa depois do início comum (ver Figura 31.2).

Nos casos de pagamentos com cartão de crédito e com cheque, para simplificar, (para esta iteração) supõe-se que o pagamento é exatamente igual ao total da venda e, assim, uma quantia “fornecida” diferente não precisa ser um parâmetro de entrada.

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Medium 9788521622871

Parte II - Capítulo 6 - Thread

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF

6

Thread ff 6.1 Introdução

Até o final da década de 1970, sistemas operacionais, como Tops-10 (DEC), MVS (IBM) e

Unix (Bell Labs), suportavam apenas processos com um único thread (monothread), ou seja, um processo com apenas um único programa fazendo parte do seu contexto. Em 1979, durante o desenvolvimento do sistema operacional Toth, foi introduzido o conceito de processos lightweight (peso leve), onde o espaço de endereçamento de um processo era compartilhado por vários programas. Apesar do conceito revolucionário, a ideia não foi utilizada comercialmente e somente em meados de 1980, com o desenvolvimento do sistema operacional Mach, na Universidade de Carnegie Mellon, ficou clara a separação entre o conceito de processo e thread.

A partir do conceito de múltiplos threads (multithread) é possível projetar e implementar aplicações concorrentes de forma eficiente, pois um processo pode ter partes diferentes do seu código sendo executadas concorrentemente, com um menor overhead do que utilizando múltiplos processos.

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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 3 - GRÁFICOS DO EXCEL

BLOCH, Sylvan Charles Grupo Gen PDF

Capítulo 3

GRÁFICOS DO EXCEL

DE QUÊ TRATA ESTE CAPÍTULO

Inicie o EXCEL agora e utilize-o à medida que for lendo este capítulo. O EXCEL é constituído de um conjunto poderoso de ferramentas gráficas. Há 14 tipos de gráficos padrão e mais 20 tipos personalizados, que permitem visualizar e apresentar dados de modo que você e outras pessoas possam entendê-los. Vamos fazer uma introdução antecipada sobre os gráficos, pois isto o ajudará a visualizar melhor o que está sendo feito. Um gráfico dá a você uma visão geral e rápida dos dados que não pode ser obtida utilizando a planilha numérica em si.

No EXCEL e em outros programas da Microsoft, as representações visuais dos dados são chamadas genericamente de gráficos e os gráficos polares são chamados de gráficos do tipo ra-

dar.1 Neste capítulo você aprenderá os fundamentos para construir:

• gráficos xy (de dispersão), incluindo dois eixos y logarítmicos e em dB,

• gráficos de colunas e de barras,

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Medium 9788577801480

11. Aplicando Efeitos

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

11 Aplicando Efeitos

Nesta lição, você aprenderá o seguinte:

• Entender as diferenças entre filtros e efeitos

• Utilizar efeitos de distorção para criar o logotipo em banner

• Utilizar os efeitos Pathfinder e Distort & Transform

• Utilizar os efeitos do Photoshop para adicionar textura a objetos

• Criar objetos 3D na arte-final 2D

• Mapear a arte-final para as faces dos objetos de 3D

Introdução

Nesta lição, você criará vários objetos utilizando os recursos Texture,

Warp, 3D Effects e outros no Illustrator CS3. Antes de começar, é necessário restaurar as preferências padrão do Adobe Illustrator. A seguir, você irá abrir um arquivo contendo a arte-final para ver o que você vai criar.

1 Para assegurar que as ferramentas e os painéis funcionem exatamente

como descritos nesta lição, exclua ou desative (renomeando) o arquivo de preferências do Adobe Illustrator CS3. Consulte “Restaurando as preferências padrão”, na página 19.

2 Inicie o Adobe Illustrator.

Nota: Se você ainda não copiou os arquivos desta lição para o seu disco rígido a partir da pasta Lesson11 do CD que acompanha este livro, faça isso agora. Veja “Copiando os arquivos do Classroom in a Book”, na página 18.

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Medium 9788536304489

7 - Implementação de sistemas de informação

Nicolas Audy, Jorge Luis Grupo A - Bookman PDF

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

135

7

Implementação de sistemas de informação

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

1.

caracterizar as etapas do ciclo de vida dos sistemas de informação;

2.

conceituar implementação de sistemas de informação;

3.

caracterizar as abordagens de implementação de sistemas de informação adotadas pelas organizações;

4.

mostrar o sucesso da implementação de sistemas de informação;

5.

caracterizar as medidas de avaliação do sucesso de sistemas de informação;

6.

assinalar as principais áreas de problemas dos sistemas de informação;

7.

caracterizar um modelo de avaliação da efetividade dos sistemas de informação.

O CICLO DE VIDA DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

A necessidade de informações faz com que a organização implemente sistemas de informação que, com o passar do tempo, podem não mais atender às necessidades organizacionais, fazendo com que novas soluções tenham de ser buscadas, num processo denominado “ciclo de vida”. O ciclo de vida do sistema é o processo evolucionário constituído de fases pelas quais um sistema passa desde seu planejamento até sua obsolescência e conseqüente necessidade de replanejamento, originando um novo sistema.

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Medium 9788521623908

Capítulo 8 - Sistemas para Suporte e Coordenação da Gestão

GORDON, Steven R.; GORDON, Judith R. Grupo Gen PDF

8

Sistemas para Suporte e

Coordenação da Gestão

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Após completar o Capítulo 8, você estará apto a:

• Descrever os processos que as organizações usam para construir seu BI (Business Intelligence) ou Inteligência de

Negócio.

• Identificar e descrever três práticas que compõem a gestão do conhecimento.

• Explicar a importância da memória institucional e descrever as ferramentas que suportam seu desenvolvimento.

• Listar três tipos de relatórios de gestão e descrever as informações que eles fornecem.

• Descrever programações alternativas para a produção de relatórios.

008-gorn

250

• Discutir os componentes e os usos de um sistema de apoio à decisão.

• Identificar e descrever sete ferramentas analíticas encontradas freqüentemente nos sistemas de apoio à decisão.

• Comparar e estabelecer as diferenças entre o OLAP e o software de planilhas eletrônicas.

• Explicar como os sistemas de apoio à decisão podem suportar o processo da tomada de decisão em grupo.

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Medium 9788521623908

Capítulo 2 - A Organização e a Gestão da Informação

GORDON, Steven R.; GORDON, Judith R. Grupo Gen PDF

2

A Organização e a

Gestão da Informação

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Após completar o Capítulo 2, você estará apto a:

• Descrever o contexto de negócios no qual operam as organizações contemporâneas.

• Discutir os cinco requisitos de informações das organizações de hoje.

• Descrever as novas formas organizacionais que surgiram e seus requisitos de informação.

002-gorn

30

• Identificar as necessidades de informações da gestão em equipe.

• Ilustrar os tipos de informações requeridas para tomar e implementar decisões estratégicas em uma organização.

• Comentar acerca do relacionamento entre informações e o projeto e implementação de estruturas organizacionais.

• Oferecer maneiras de utilizar a informação para a obtenção de vantagem competitiva.

11/7/05, 2:25 PM

A Kodak Enfrenta Desafios

᭿

Q

uando Daniel Carp, chairman (presidente do conselho de administração), presidente e

CEO da Eastman Kodak Company, examinou os dados de vendas para a temporada do

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Medium 9788521633532

APÊNDICE E - CODIFICAÇÃO DE CARACTERES EM ASCII

DELGADO, José; RIBEIRO, Carlos Grupo Gen PDF

Apêndice E

Codificação de caracteres em ASCII

A Tabela E.1 especifica a codificação ASCII (American Standard Code for Information Interchange), em hexadecimal, de cada um dos caracteres usados em textos (letras, dígitos, sinais de pontuação). É uma representação de 7 bits, considerando-se que o bit mais significativo do byte está com 0. A primeira extensão do ASCII básico foi o Latin-1, que ocupou as 128 codificações, basicamente com letras com acentos, tendo o bit mais significativo com 1. As codificações de 00H a 1FH correspondem a caracteres de controle de escrita e de comunicação, muitos agora apenas com interesse histórico, que não têm representação para imprimir.

Destes, os mais importantes são NUL (null, 00H), CR (carriage return, 0DH) e LF (line feed, 0AH), em que os dois últimos são usados para mudança de linha.

Tabela E.1 - Codificação ASCII

Delgado Apendice E.indd 535

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Medium 9788502179516

CAPíTULO 2 - SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Araujo, Danilo Borges dos Santos Gomes de Editora Saraiva PDF

Capítulo 2

SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

1

INTRODUÇÃO

NO FINAL DA DÉCADA DE 1960 SURGIA A INTERNET. INICIALMENTE ELA FOI CRIADA E DESENVOLVIDA para ser utilizada pelo exército americano, a fim de não centralizar todas as informações registradas em computadores em um único local do país. Desta forma, ficaria muito vulnerável quanto à destruição dos servidores por forças militares inimigas. Como solução, resolveram distribuir os dados em vários servidores espalhados por todo o território nacional, todos interligados compartilhando as informações. Para a comunicação entre os servidores foram criados protocolos, entre os quais está o protocolo IP1, que hoje é o principal protocolo usado na Internet. O protocolo IP foi criado somente para a transmissão de informações entre os servidores do exército, não se preocupando com a segurança contra a captação de informações entre os servidores.

Com o crescimento e a popularização da Internet, englobando não só computadores militares americanos, mas muitos outros pelo mundo, com transmissão de vários tipos de informações e acessados por vários perfis de pessoas, surge a necessidade de assegurar que as informações trafegadas na rede estarão seguras. Transações bancárias e e-commerce (comércio via Internet) necessitam de muita segurança, pois trafegam informações dos usuários de suma importância e sigilo, tais como números de cartão de crédito e senhas. Estas informações devem ser protegidas tanto para a transmissão quanto para o armazenamento e acesso posterior. Informações corporativas e documentos confidenciais também devem ser protegidos.

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