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Medium 9788521618805

19. Classificação Hierárquica

CARVALHO, André Carlos Ponce de Leon Ferreira de; FACELI, Katti; LORENA, Ana Carolina; GAMA, João Grupo Gen PDF

“aprendizagem” — 2011/7/12 — 11:51 — page 297 — #297

Cap´ıtulo 19

Classifica¸ c˜ ao Hier´ arquica

Nos problemas de classifica¸c˜ao hier´arquica, as classes podem apresentar uma rela¸c˜ao de taxonomia ou dependˆencia, formando subclasses e superclasses. A classifica¸c˜ao plana, em que n˜ao se tem uma rela¸c˜ao hier´arquica entre as classes, ´e o tipo mais comum de classifica¸c˜ao. Contudo, se a hierarquia das classes ´e conhecida ou pode ser constru´ıda, sua considera¸c˜ao pode levar `a indu¸c˜ao de classificadores com maior acur´acia preditiva.

Como exemplo de aplica¸c˜ao, as fun¸c˜oes exercidas por uma prote´ına no meio celular podem ser organizadas hierarquicamente. A indu¸c˜ao de um classificador para a previs˜ao da fun¸c˜ao de uma nova prote´ına, dadas suas caracter´ısticas, configura assim um problema de classifica¸c˜ao hier´arquica (Clare e King, 2003). Outro exemplo s˜ao os problemas de categoriza¸c˜ao de textos. Classes de textos correlatos s˜ao comumente agrupadas em t´opicos, os quais, por sua vez, tamb´em podem ser agrupados em temas principais (Sun e Lim,

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 12 – TRANSIÇãO PARA A IMPLEMENTAÇÃO

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 12

Transição para a implementação

Q

uando a fase de design for concluída, os analistas de sistemas começam a voltar sua atenção para as tarefas associadas à construção do sistema, assegurando que ele se comporte conforme o planejado e desenvolvendo documentação do sistema.

Os programadores desempenharão a tarefa trabalhosa e cara de escrever programas, enquanto o analista de sistema prepara os planos com o objetivo de realizar vários testes, que verificarão se o sistema se comporta de acordo com o esperado. Muitos tipos diferentes de documentação também serão desenvolvidos e escritos durante essa parte do ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas.

OBJETIVOS

■ Familiarizar-se com o processo de construção do sistema.

■ Explicar os diferentes tipos de testes e quando usá-los.

■ Descrever como desenvolver a documentação do usuário.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

Introdução

Gerenciando o Processo de Programação

Atribuir Tarefas de Programação

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Medium 9788521624356

7 - Camada de Transporte

MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF

7

7.1

Camada de Transporte

Introdução

A principal função da camada de transporte é a comunicação fim a fim entre os processos transmissor e receptor, ou seja, permitir a comunicação entre a origem e o destino como se não existisse a rede de interconexão. O capítulo apresenta os dois tipos de serviços oferecidos pela camada de transporte e os protocolos TCP e UDP, responsáveis pela comunicação fim a fim no modelo Internet.

Para que ocorra a comunicação fim a fim é necessária a implementação de algum mecanismo de endereçamento na camada de transporte. Nesse caso, serão apresentados os conceitos de portas e sockets utilizados no modelo Internet para endereçamento de transporte. Dependendo do tipo de serviço oferecido, são necessários outros mecanismos, como controle de erro fim a fim, estabelecimento e término de conexões e o controle de fluxo fim a fim.

Finalmente, o capítulo aborda a interface de programação utilizada para o desenvolvimento de aplicações em rede baseada em sockets, apresentando dois programas: um cliente e outro servidor.

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Medium 9788577803828

4 abordagem relacional

Heuser, Carlos Alberto Grupo A - Bookman PDF

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Projeto de Banco de Dados

Especificamente, o capítulo detalha como um banco de dados relacional

é organizado (que estruturas de dados são usadas, como elas estão relacionadas), mas não discute como um banco de dados relacional pode ser modificado ou acessado, ou seja, não apresenta as linguagens de manipulação de dados, como SQL. Para maiores detalhes sobre sistemas de BD relacionais, o leitor deve procurar livros específicos (ver leituras recomendadas deste capítulo).

Além dos SGBDs relacionais, existem outros tipos de sistemas no mercado.

Entretanto, hoje, há um claro predomínio dos SGBDs relacionais, principalmente fora das plataformas de grande porte. Mesmo nestes ambientes, os

SGBD relacionais estão gradativamente substituindo os SGBDs de outras abordagens (hierárquica, rede, sistemas proprietários). Além disso, muitos conceitos usados no projeto de BD, como o conceito de normalização, foram criados em combinação com a abordagem relacional. Por esses motivos, vamos considerar unicamente a abordagem relacional neste livro.

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 1: Guia de introdução ao Word

MOAC - Microsoft Official Academic Course Grupo A - Bookman PDF

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Microsoft® Official Academic Course: Microsoft® Office Word 2003 Básico

O Microsoft Office Word 2003 é um desses programas. Com a ajuda do Microsoft

Word, você pode criar memorandos, faxes, relatórios, cartas, gráficos e boletins informativos de modo rápido e fácil. Também pode, entre outras coisas, acrescentar elementos gráficos a documentos e usar outros programas do Microsoft Office para importar dados para um documento do Word. Além de economizar tempo, o

Word também permite que você verifique a grafia, edite documentos e visualize seu trabalho antes de imprimir. Relatórios, cartas e outros documentos não terão que ser totalmente redigitados só por causa de um erro ou dois. O Word permite que você edite rapidamente e produza documentos limpos e com aparência profissional

(e evita ter que esvaziar sua lixeira com tanta freqüência).

Nesta lição, você aprenderá como iniciar e sair do Word e como identificar os diversos componentes da janela do Word, como a barra de menu e as barras de ferramentas. Você usará menus para executar várias ações, explorará o painel de tarefas, praticará inserção de texto em um documento e, em seguida, salvará um documento. Também praticará o uso dos recursos Digite uma Pergunta e Assistente do Office encontrados na Ajuda.

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Medium 9788521614661

Capítulo 4 Como Representar? Linguagens para Representação de Ontologias

BREITMAN, Karin Koogan Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

4

Como Representar?

Linguagens para Representação de Ontologias

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Capítulo Quatro

Na última década foram propostas várias linguagens para a criação de ontologias. Linguagens de representação do conhecimento, apesar de não terem sido criadas para esse propósito, também vêm sendo utilizadas na confecção de ontologias para a Web Semântica.

Na década de 1990 foi criada uma série de linguagens baseadas em princípios de inteligência artificial. A maior parte delas era baseada em lógica de primeira ordem. KIF (Knowledge Interchange Format) apareceu em 1992 como uma linguagem para facilitar o intercâmbio de informações. KIF é baseada em lógica de primeira ordem e serviu de base para a criação de uma segunda linguagem, Ontolingua, pois escrever ontologias diretamente em KIF é muito trabalhoso. Ontolingua é uma linguagem baseada em

Lisp, e foi implementada como uma camada sobre a linguagem KIF. Os paradigmas de representação do conhecimento que suportam a linguagem são lógica de primeira ordem e frames.

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Medium 9788521629351

Capítulo 4 - Metodologias de Busca

COPPIN, Ben Grupo Gen PDF

CAPÍTULO

4

Metodologias de Busca

Pesquisa é o processo de percorrer vielas para ver se elas são sem saída.

–Marston Bates

Quando uma coisa é engraçada, busque-a cuidadosamente por uma verdade escondida.

–George Bernard Shaw

Se não acharmos qualquer coisa agradável, pelo menos acharemos algo novo.

–Voltaire, Candide

Aquele que pede, recebe; e, o que procura, encontra.

–O Evangelho segundo São Mateus, Capítulo 7, Versículo 8

4.1 Introdução

No Capítulo 3 foram apresentados árvores de busca e outros métodos e representações que são utilizados para solucionar problemas por meio de técnicas de Inteligência Artificial, tais como busca. No Capítulo 4 apresentamos diversos métodos que podem ser utilizados para busca e discutimos quão efetivos eles são em diferentes situações. Busca em profundidade e busca em largura são os métodos de busca mais conhecidos e amplamente utilizados e, neste capítulo, examinamos porque e como eles são implementados. Também veremos diversas propriedades dos métodos de busca, incluindo o ser ótimo e a completude, que podem ser utilizados para determinar quão útil um método de busca será ao solucionar um determinado problema.

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Medium 9788521613954

CAPÍTULO 12 - FERRAMENTAS DE ANÁLISE: APLICAÇÕES DA FFT

BLOCH, Sylvan Charles Grupo Gen PDF

Capítulo 12

FERRAMENTAS DE ANÁLISE:

APLICAÇÕES DA FFT

DE QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

Agora que você sabe como usar a ferramenta Análise de Fourier do EXCEL, vejamos como aplicá-la a cinco operações úteis com dados do mundo real. Este capítulo irá capacitá-lo a executar proezas de análise no computador com as quais poderia apenas sonhar antes da invenção da Transformada Rápida de Fourier

(FFT).

Em primeiro lugar, vamos revisar de forma resumida alguns conceitos analíticos por trás dos métodos numéricos. As principais operações que iremos realizar com a FFT são:

• convolução (filtragem linear de dados);

• deconvolução (remoção de distorções de sistemas e restauração de um conjunto de dados para sua forma original, aproximadamente);

• correlação (medida de similaridade e de atraso no tempo, detecção da presença de sinais conhecidos no ruído);

• identificação de sistemas (medição de propriedades de um sistema desconhecido, como a quebra de códigos de segurança);

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Medium 9788521621782

5 - Back-End: Escalonamento de Instruções, Instruções de Acesso à Memória e Clusters

BAER, Jean-Loup Grupo Gen PDF

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Back-End: Escalonamento de

Instruções, Instruções de Acesso

à Memória e Clusters

Quando uma instrução tiver passado por todos os estágios do front-end de um superescalar fora de ordem, ela estará residindo em uma janela de instruções ou será despachada para uma estação de reserva. Neste capítulo, primeiro examinamos vários esquemas para segurar a instrução antes que ela seja emitida para uma das unidades funcionais. Não consideramos o projeto desta última; portanto, este capítulo será relativamente curto. Alguns recursos menos frequentes relacionados a instruções de multimídia serão descritos no Capítulo 7.

Em determinado ciclo, várias instruções esperando o resultado de uma instrução anterior se tornarão prontas para serem emitidas. A detecção da prontidão é a etapa de despertar (wakeup). Com sorte, haverá até m instruções em um superescalar de m vias, mas talvez mais, que foram despertadas neste ou em ciclos anteriores. Como vários deles poderiam disputar a mesma unidade funcional, algum algoritmo de escalonamento precisa ser aplicado. A maior parte dos algoritmos de escalonamento é uma variação de “primeiro a chegar, primeiro a ser atendido” (FCFS ou FIFO). A determinação de quais instruções devem prosseguir ocorre durante a etapa de seleção. Quando uma instrução tiver sido selecionada para determinada unidade funcional, os operandos de entrada precisam ser fornecidos. O encaminhamento, também chamado de contorno (bypassing), precisa ser implementado, como já mostram nos pipelines simples do Capítulo 2 e nos exemplos do Capítulo 3.

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Medium 9788521622871

Parte II - Capítulo 6 - Thread

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF

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Thread ff 6.1 Introdução

Até o final da década de 1970, sistemas operacionais, como Tops-10 (DEC), MVS (IBM) e

Unix (Bell Labs), suportavam apenas processos com um único thread (monothread), ou seja, um processo com apenas um único programa fazendo parte do seu contexto. Em 1979, durante o desenvolvimento do sistema operacional Toth, foi introduzido o conceito de processos lightweight (peso leve), onde o espaço de endereçamento de um processo era compartilhado por vários programas. Apesar do conceito revolucionário, a ideia não foi utilizada comercialmente e somente em meados de 1980, com o desenvolvimento do sistema operacional Mach, na Universidade de Carnegie Mellon, ficou clara a separação entre o conceito de processo e thread.

A partir do conceito de múltiplos threads (multithread) é possível projetar e implementar aplicações concorrentes de forma eficiente, pois um processo pode ter partes diferentes do seu código sendo executadas concorrentemente, com um menor overhead do que utilizando múltiplos processos.

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Medium 9788521617723

11 - Componentes de Negócio

MOLINARO, Carneiro Ramos Grupo Gen PDF

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Componentes de Negócio

Introdução

Neste capítulo será abordada a era da especialização e o modelo da IBM® – Component Business Model – CBM® que vem sendo utilizado pelas organizações como forma de se adequarem a essa nova realidade.

A era da especialização faz com que as organizações tenham de ampliar seus escopos para um contexto mais amplo do que o de configuração de valor, uma vez que a produção de determinado produto pode contar com os serviços de empresas distintas. Sendo assim, o que passa a interessar mais para as organizações são os serviços que elas prestam e a forma com que se organizam para gerar valor.

A componentização dos serviços e a forma como eles são organizados para atender às necessidades da era da especialização são um dos assuntos tratados pelo CBM®. O CBM® promove o alcance da excelência por meio do encapsulamento dos serviços em componentes específicos de negócio.

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Medium 9788521608714

Capítulo 1 - Arquitetura da informação

CARMARGO, Liriane Soares de Araujo de; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borseti Gregório Grupo Gen PDF

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Capítulo 1

Arquitetura da informação

1.1 A importância da arquitetura da informação

1.2 História e origem da arquitetura da informação

1.3 Conceitos e definição da arquitetura da informação

1.4 Relação da arquitetura da informação com outras áreas do conhecimento

1.5 O papel do arquiteto da informação

1.6 Características e princípios da arquitetura da informação

1.7 Exercícios propostos

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A arquitetura é a arte/técnica para projetar e construir ambientes. A arquitetura da informação também!

A arquitetura da informação (AI) é um campo ainda em consolidação, e entre os autores da área há aspectos convergentes e divergentes. Como aspectos convergentes podemos destacar:

᭿ O consenso de que a AI oferece informações para auxiliar o arquiteto da informação no desenvolvimento de ambientes digitais.

᭿ O conceito de que a AI permite elaborar uma estrutura que visa à organização das informações para que os usuários possam acessá-las mais facilmente e encontrar seus caminhos para a construção de conhecimentos.

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Medium 9788521624639

1 - Introdução

BARGER, Robert N. Grupo Gen PDF

1

Introdução

1.1 Uma breve história dos computadores e da Internet

No início de um estudo sobre ética na computação, precisamos ter algum conhecimento de como a computação se desenvolveu na sociedade. Por um lado, os computadores já existem há muito tempo e, por outro, eles são um fenômeno razoavelmente recente. Historicamente, os primeiros computadores eram simplesmente os dedos – computadores digitais, no sentido literal. Eram ferramentas simples, utilizadas para contar. Quando o cálculo se tornou mais complexo, outras ferramentas começaram a ser utilizadas para elevar a capacidade de cálculo. Essa tecnologia foi desenvolvida utilizando-se fileiras de varas e pedras, em seguida o ábaco, por volta de 1000 a.C. na China, e finalmente as máquinas produzidas durante o período da mecânica formal.

Assim como a estrada de ferro, os computadores mecânicos foram inventados no Reino Unido. O inventor do primeiro computador mecânico foi Charles Babbage (17911871). No início da década de 1820, ele começou a trabalhar em um modelo de máquina a que chamou Máquina Diferencial. A finalidade dessa máquina era calcular números para uso em tabelas matemáticas. No início da década de 1830, ele voltou sua atenção para o trabalho em uma Máquina Analítica programável, elaborada para uso com cartões perfurados. Essa máquina, tal como a Máquina Diferencial, nunca entrou em produção.

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Medium 9788577805594

6. ADICIONANDO INTERATIVIDADE

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

142 ADOBE DREAMWEAVER CS4

Classroom in a Book

Entenda os comportamentos do

Dreamweaver

Um comportamento do Dreamweaver é um código JavaScript que realiza uma ação, como abrir uma janela de navegador, quando ela é desencadeada por um evento, por exemplo, um clique do mouse. Aplicar um comportamento é um processo de três passos:

1 Selecione o elemento de página com o qual você quer desencadear o comportamento.

2 Escolha o comportamento a ser aplicado.

3 Especifique as configurações ou os parâmetros do comportamento.

Tipicamente, o gatilho de ações é um link que pode ser anexado a um intervalo de texto ou a uma imagem. Em alguns casos, o comportamento não exige que uma nova página seja carregada, assim ele empregará um link fictício que é representado como um sinal numérico (#). Na Lição 5, você utilizou links fictícios para desencadear itens de submenu pop-up. O comportamento Spry Effect que será utilizado nesta lição não requer que um link funcione, mas tenha em mente a vinculação ao trabalhar com outros comportamentos. O Dreamweaver adicionará o código apropriado na maioria das instâncias; mas talvez você precise criar um link fictício como um gatilho para ativar alguns comportamentos do Dreamweaver. O

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Medium 9788521615439

12. Considerações sobre Outras Arquiteturas

MONTEIRO, Mario A. Grupo Gen PDF

12

Considerações sobre

Outras Arquiteturas

12.1 INTRODUÇÃO

Ao longo desse texto, especialmente nos Caps. 4 e 6, procurou-se apresentar a estrutura funcional e o modo de operar dos sistemas de computação considerando uma arquitetura simples, semelhante à de algumas máquinas antigas, visando proporcionar ao leitor uma explicação adequada, principalmente aos iniciantes, alunos da maioria dos cursos em que a disciplina Arquitetura de computadores é ministrada nos primeiros períodos. Como afirmamos mais de uma vez no texto e a experiência de tantos anos tem corroborado, as descrições e explicações, conquanto se baseando em aspectos e peculiaridades simples, caracterizam a base do conhecimento do leitor de modo que ele possa, sem muita dificuladade, compreender, quando for o caso, estruturas e organização mais avançadas.

Uma das grandes simplificações, assumidas com aquele objetivo, refere-se ao método de funcionamento das unidades de controle por conta da execução dos ciclos das instruções de máquina. Mostrou-se com detalhes apenas a execução de forma serial, uma etapa em seguida a outra e somente iniciando um novo ciclo (de outra instrução) após ter-se concluído totalmente o ciclo anterior. Esta visão é bastante simples de explicar, embora ineficaz, principalmente com a demanda por processadores cada vez mais rápidos e produtivos, e deixou de ser aplicada aos processadores fabricados após a família Intel 8080/8085, Motorola 6800 e outros processadores da época (década de 1970).

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