953 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788560031528

25. GRASP: MAIS OBJETOS COM RESPONSABILIDADES

Larman, Craig Grupo A - Bookman PDF

422

PARTE IV • ELABORAÇÃO: ITERAÇÃO 2 – MAIS PADRÕES

Após eles serem explicados, teremos um vocabulário rico e compartilhado para discutir projetos. Além disso, à medida que alguns dos padrões de projeto da “gangue dos quatro” (GoF) – como Estratégia e Fábrica Abstrata – também forem apresentados (em capítulos subseqüentes), esse vocabulário aumentará. Uma frase breve, como “sugiro uma Estratégia gerada a partir de uma Fábrica para favorecer Variações

Protegidas e acoplamento baixo com relação a ”, comunica muitas informações sobre o projeto, pois os nomes de padrão transmitem sucintamente um conceito complexo de projeto.

Os capítulos subseqüentes introduzem outros padrões úteis e os aplicam no desenvolvimento da segunda iteração dos estudos de caso.

25.1 Polimorfismo

Problema

Como tratar alternativas com base no tipo? Como criar componentes de software interconectáveis?

Alternativas com base no tipo – a variação condicional é um tema fundamental em programação. Se um programa for projetado com a lógica condicional da estrutura ifthen-else ou com a instrução case, e se surgir uma nova variação, ela exigirá a modificação da lógica desses comandos – freqüentemente em vários lugares. Essa abordagem torna difícil estender um programa facilmente com novas variações, porque modificações tendem a ser necessárias em vários lugares – onde quer que a lógica condicional exista.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630920

4 - Dados de Texto, Arquivos e Exceções

PERKOVIC, Ljubomir LTC PDF

Capítulo

Dados de Texto,

Arquivos e Exceções

4

4.1 Revisão de Strings  96

4.2 Saída Formatada  102

4.3 Arquivos  110

4.4 Erros e Exceções  119

4.5 Estudo de Caso: Registrando o Acesso ao Arquivo  122

Resumo do Capítulo  127

Soluções dos Problemas Práticos  127

Exercícios  129

Problemas  131

NESTE CAPÍTULO, vamos nos concentrar nas ferramentas Python e nos padrões de solução de problemas para o processamento de texto e arquivos.

Vamos continuar a discussão sobre a classe string que iniciamos no

Capítulo 2. Discutimos, em particular, o extenso conjunto de métodos de string que dão ao Python capacidades poderosas para processamento de textos. Mais tarde, estudamos as ferramentas de processamento de textos que Python oferece para controlar o formato do texto de saída.

Depois de adquirir habilidade no processamento de textos, abordamos os arquivos e a entrada/saída (E/S ou I/O — Input/Output) de arquivo, ou seja, como ler e gravar em arquivos de dentro de um programa Python.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629351

Capítulo 14 - Algoritmos Genéticos

COPPIN, Ben LTC PDF

CAPÍTULO

14

Algoritmos Genéticos

Alguns chamam de evolução,

Outros chamam de Deus.

–William Herbert Carruth, Each in His Own Tongue

As primeiras descrições e definições técnicas de adaptação vêm da biologia. Naquele contexto, adaptação designa qualquer processo pelo qual uma estrutura seja modificada progressivamente para ter melhor desempenho no seu ambiente. As estruturas podem variar de uma molécula de proteína à pata de um cavalo ou a um cérebro humano ou mesmo a um grupo de organismos interagindo tal como a vida selvagem da selva Africana.

–John H. Holland, Adaptation in Natural and Artificial Systems

14.1 Introdução

A ideia de busca local foi introduzida no Capítulo 5. Métodos de busca local promovem pequenas alterações em soluções potenciais para um problema até que uma solução ótima seja identificada. Algoritmos genéticos são uma forma de busca local que usa métodos baseados em evolução para fazer pequenas alterações em uma população de cromossomos, na tentativa de identificar uma solução ótima.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521620143

Capítulo 1 - Arquitetura da informação

CARMARGO, Liriane Soares de Araujo de; VIDOTTI, Silvana Aparecida Borseti Gregório LTC PDF

2

Capítulo 1

Arquitetura da informação

1.1 A importância da arquitetura da informação

1.2 História e origem da arquitetura da informação

1.3 Conceitos e definição da arquitetura da informação

1.4 Relação da arquitetura da informação com outras áreas do conhecimento

1.5 O papel do arquiteto da informação

1.6 Características e princípios da arquitetura da informação

1.7 Exercícios propostos

Camargo_001.indd 02

3/7/2011 19:08:49

3

A arquitetura é a arte/técnica para projetar e construir ambientes. A arquitetura da informação também!

A arquitetura da informação (AI) é um campo ainda em consolidação, e entre os autores da área há aspectos convergentes e divergentes. Como aspectos convergentes podemos destacar:

᭿ O consenso de que a AI oferece informações para auxiliar o arquiteto da informação no desenvolvimento de ambientes digitais.

᭿ O conceito de que a AI permite elaborar uma estrutura que visa à organização das informações para que os usuários possam acessá-las mais facilmente e encontrar seus caminhos para a construção de conhecimentos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530956738

15 - PROTOCOLOS DE REDE

Idankas, Rodney Grupo Gen - Editora Método Ltda. PDF

PROTOCOLOS DE REDE

Sumário: 15.1 Noções gerais sobre protocolos – 15.2 Camada

OSI – 15.3 O modelo TCP/IP: 15.3.1 Protocolos de transporte de dados: TCP e UDP; 15.3.2 Protocolo TCP; 15.3.3 Protocolo

UDP; 15.3.4 Protocolos usados por e-mails; 15.3.5 Protocolo

POP3; 15.3.6 Protocolo SMTP; 15.3.7 Protocolo IMAP; 15.3.8

Protocolos usados em serviços de navegação na Internet/Intranet;

15.3.9 Protocolo HTTP; 15.3.10 Protocolo HTTPS; 15.3.11

Protocolo FTP; 15.3.12 Protocolo IP; 15.3.13 Protocolo IP

(IPv4); 15.3.14 Protocolo IPv6; 15.3.15 O endereço IP loopback; 15.3.16 Protocolo Telnet; 15.3.17 Protocolo DHCP – 15.4

Exercícios para fixação.

15.1 NOÇÕES GERAIS SOBRE PROTOCOLOS

Outro assunto muito abordado em provas de concurso são os protocolos usados em rede de computadores.

Devemos ter em mente que os protocolos são essenciais nas comunicações dos equipamentos de TI quando conectados em redes de computadores.

São eles que criam regras rígidas no transporte de dados nas conexões entre equipamentos, ou seja, é por meio de protocolos de rede que os equipamentos conseguem trocar dados e informações.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521633273

6. Revisão e Visão Geral

JANERT, Philipp K. LTC PDF

CAPÍTULO 6

Revisão e Visão Geral

Antes de prosseguirmos para as questões práticas que são relevantes às aplicações e implementações, vamos resumir as bases conceituais do controle com feedback conforme foram explicados até aqui.

A Ideia do Feedback

A ideia por trás do controle com feedback é simples:

Comparar constantemente a saída real com o setpoint; depois, aplicar uma correção na direção correta e aproximadamente do tamanho correto.

A comparação e as correções são realizadas em tempo de execução. Exatamente porque o feedback conta com observações e ajustes em tempo de execução, o controle com feedback

é capaz de responder a distúrbios não antecipados.

Iteração

Feedback é um esquema iterativo. Aquilo que torna o controle com feedback viável é que continuamos monitorando a saída e aplicando correções. Em vez de ter que “acertar” em uma única etapa, só precisamos tornar as coisas “melhores”, porque sempre existe outra chance de consertar quaisquer erros pendentes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521633273

24. Técnicas de Lugar das Raízes

JANERT, Philipp K. LTC PDF

CAPÍTULO 24

Técnicas de Lugar das Raízes

Como vimos no Capítulo 23, o local dos polos e zeros da função de transferência determina o comportamento dinâmico do sistema. Portanto, podemos alterar a dinâmica do sistema movendo os polos e zeros para posições mais desejáveis, um método conhecido como “posicionamento de polos”. A maneira mais fácil de fazer isso é ajustando os ganhos do controlador — ou seja, “ajustando” o controlador. (Veja, no Capítulo 9, outras técnicas práticas de ajuste do controlador.)

Visto que os ganhos do controlador são variados, os polos e os zeros da função de transferência em malha fechada traçam curvas no plano complexo, que são curvas de lugar das raízes. Um diagrama de lugar das raízes é um grá�co do plano complexo, mostrando as curvas de lugar das raízes1 à medida que o ganho aumenta de zero para o in�nito. Dado tal diagrama, podemos escolher o valor do ganho que move os polos dominantes para mais perto dos locais desejados.

Como a estrutura das funções de transferência não é arbitrária (elas costumam ser polinômios racionais), podemos fazer algumas a�rmações gerais sobre os recursos globais dos diagramas de lugar das raízes correspondentes. Essas regras são discutidas a seguir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617815

Capítulo 10 - Alinhamento dos Requisitos de Usabilidade com as Diretrizes de Acessibilidade

FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues LTC PDF

CAPÍTULO

10

ALINHAMENTO DOS REQUISITOS

DE USABILIDADE COM AS

DIRETRIZES DE ACESSIBILIDADE

10.1 INTRODUÇÃO

Com o avanço da Tecnologia da Informação, em especial da Internet, as pessoas e as organizações necessitam cada vez mais de sistemas capazes de fornecer informação com qualidade. Essa demanda torna a interface com o usuário (IU) uma parte fundamental dos Sistemas de Informação, já que ela constitui o meio pelo qual os usuários se comunicam com os aplicativos para executar suas tarefas. É, portanto, essencial que a interface seja fácil de usar, e para isso ela tem que atender às expectativas e necessidades de todos os seus usuários (Leal Ferreira, 2003).

Obter interfaces que satisfaçam muitos usuários não é simples, tendo em vista a diversidade das pessoas e suas distintas necessidades. As interfaces devem poder ser acessadas por qualquer pessoa, independentemente de suas capacidades físico-motoras, perceptivas, culturais e sociais (Nicholl, 2001). Ou seja, cumpre projetar as interfaces em conformidade com as diretrizes de acessibilidade e visando à usabilidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582601266

Capítulo 7 - Como apresentar conteúdo em tabelas

Cox, Joyce Grupo A - Bookman PDF

Como apresentar conteúdo em tabelas

7

NESTE CAPÍTULO, VOCÊ APRENDERÁ A:

Inserir tabelas.

Formatar tabelas.

Vincular e atualizar planilhas do Excel.

Muitas vezes, você vai querer embasar o argumento da sua apresentação no

Microsoft PowerPoint 2013 com fatos e dados que são mais bem representados em tabelas. As tabelas condensam informações em formato de grade, com linhas e colunas bem estruturadas, o que torna a identificação e a comparação de categorias ou itens individuais muito mais fáceis. É possível inserir uma tabela em qualquer slide do PowerPoint, tendo ou não um espaço reservado para conteúdo.

Se a informação tabulada já existe (na forma de planilha do Microsoft Excel, por exemplo), pode-se apenas copiá-la e colá-la em uma tabela do PowerPoint. Se você deseja preservar fórmulas, é melhor que a planilha seja inserida como um objeto no slide de PowerPoint.

Neste capítulo, você vai inserir e formatar uma tabela em um slide do PowerPoint e depois vincular e manipular uma planilha do Excel.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624202

CAPÍTULO 11 - FERRAMENTAS DE ANÁLISE: ANÁLISE DE FOURIER

BLOCH, Sylvan Charles LTC PDF

Capítulo 11

FERRAMENTAS DE ANÁLISE:

ANÁLISE DE FOURIER

DE QUE TRATA ESTE CAPÍTULO

A transformada de Fourier é uma das ferramentas mais importantes nas aplicações práticas de ciência e de engenharia. Apresentaremos agora um de seus algoritmos discretos de importância industrial e a ferramenta mais poderosa do EXCEL, a Transformada Rápida de Fourier (FFT — Fast Fourier Transform). É fácil usar uma planilha para realizar tarefas freqüentemente tidas como complicadas e sofisticadas. Prepare-se. Este capítulo mostrará como usar a FFT das Ferramentas de Análise do EXCEL.

Você aprenderá também alguns truques que não são abordados na Ajuda. Neste capítulo você aprenderá:

• como usar a caixa de diálogo FFT do EXCEL,

• quando aplicar a defasagem de Nyquist (mais-um-menos-um),

• uso (e abuso) do preenchimento de zeros de um conjunto de dados,

• limitações devidas à amostragem (freqüência de Nyquist e ambigüidade de freqüência [aliasing]), da FFT e da FFT inversa,

Ver todos os capítulos
Medium 9788521618638

Capítulo 4 - Capacitação em Processos

PADUA FILHO, Wilson de Paula LTC PDF

68

CAPÍTULO QUATRO

CAPÍTULO 4

CAPACITAÇÃO EM PROCESSOS

1 O MODELO CMMI

1.1 Bases

1.1.1 Modelos de maturidade de capacitação

Um programa de melhoria de processos não pode ser desenhado de maneira intuitiva. Ele deve refletir o acervo de experiência dos profissionais e organizações da área. Diversas organizações do mundo propuseram paradigmas para a melhoria dos processos dos setores produtivos; em particular, algumas desenvolveram modelos de referência para a melhoria dos processos de software.

Interessam aqui, especialmente, os paradigmas chamados de modelos de maturidade de capacitação (capability maturity model): modelos que contêm os elementos essenciais de processos eficazes para uma ou mais disciplinas e descrevem um caminho de melhoria evolutiva que parte de processos imaturos e ad hoc, até chegar a processos maduros e disciplinados, que melhoram de forma significativa a qualidade dos produtos e a eficácia do trabalho [CMMI06].

Um modelo de maturidade de capacitação serve de referência para avaliar a maturidade dos processos de uma organização.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617815

Capítulo 5 - O Uso de Cores em Sistemas Computacionais

FERREIRA, Simone Bacellar Leal; NUNES, Ricardo Rodrigues LTC PDF

CAPÍTULO

5

O USO DE CORES EM SISTEMAS

COMPUTACIONAIS

5.1 A IMPORTÂNCIA DA COR NAS INTERFACES DOS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

Devido ao extraordinário valor da informação, a interface com o usuário (IU) constitui parte fundamental da infra-estrutura dos sistemas de informação. A IU representa o componente visível do software, por meio da qual o usuário se comunica com o sistema, daí a sua importância no fluxo informacional das organizações. Como se viu, a cor merece especial atenção em qualquer processo de comunicação. A cor exerce forte influência no dia-a-dia das pessoas, pois afeta os sentidos e estimula emoções, pensamentos e o próprio intelecto (Marcus, 1987). Suas características lhe permitem atingir regiões muitas vezes inacessíveis à razão. Enfim, a cor é capaz de transformar a maneira como se vê o mundo.

Nos negócios, utilizam-se os sistemas de informação para a comunicação entre clientes, fornecedores, parceiros e funcionários das empresas. Como as cores ajudam a transmitir mensagens de modo mais eficiente, recomenda-se ao projetista de interface escolhê-las com critério a fim de obter os resultados desejados. O maior mérito da interface reside na sua facilidade de uso, ou seja, em que deixe tudo claro para o usuário e, portanto, lhe possibilite concentrar-se no problema que ele deseja resolver (Leal Ferreira, 2003b). O emprego inadequado de cores pode dificultar a captação de informações básicas, o que implica desperdício de tempo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577805594

11. PUBLICANDO PARA A WEB

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

262 ADOBE DREAMWEAVER CS4

Classroom in a Book

Defina um site remoto

O Dreamweaver é baseado em um sistema de dois sites. Um site está em uma pasta no disco rígido do seu computador e é conhecido como site local. Todo o trabalho nas lições anteriores foi realizado no seu site local. O segundo site, chamado site remoto, foi estabelecido em uma pasta de um servidor Web em execução em outro computador. Em geral, o site remoto está conectado à Internet e disponível publicamente.

O Dreamweaver suporta vários métodos para conexão a um site remoto:

· FTP (File Transfer Protocol) – O método padrão para conectar-se a sites

Web hospedados.

● Nota: Os dois exercícios a seguir são mutuamente exclusivos. Se você tiver um host Internet e os detalhes para estabelecer uma conexão FTP, siga os passos em “Configure um site FTP remoto”.

Se você tiver acesso direto a um servidor

Web, siga os passos em “Estabeleça um site remoto em um servidor local ou de rede”.

· Local/Rede – Uma conexão local ou de rede é mais frequentemente utilizada com um servidor Web intermediário, chamado servidor de teste. Os arquivos do servidor de teste são finalmente publicados em um servidor Web conectado à Internet.

Ver todos os capítulos
Medium 9788560031528

35. PROJETO DE PACOTES

Larman, Craig Grupo A - Bookman PDF

Capítulo

35

PROJETO DE PACOTES

Se você estivesse arando um campo, o que preferiria usar?

Dois bois fortes ou 1024 galinhas?

– Seymour Cray

Objetivos

• Organizar pacotes para reduzir o impacto das modificações.

• Conhecer a notação alternativa de estrutura de pacotes UML.

Introdução

Se um pacote X for muito dependente da equipe de desenvolvimento, não será bom que X seja muito instável (passe por muitas versões novas), pois isso aumentaria o impacto sobre a equipe, em termos do constante resincronismo a ser realizado entre as versões e da correção de software dependente que falha em resposta às modificações em X (excesso de problemas com versões).

Isso parece – e é – óbvio, mas às vezes a equipe não presta atenção na identificação e na estabilização dos pacotes mais necessários e acaba experimentando mais problemas com questões relacionadas à versão do que o necessário, ignorando a causa subjacente.

O que vem a seguir?

Análise

Arquitetural

Refinamento da Arquitetura

Lógica

Explorados mais tópicos do padrão Camadas, este capítulo introduz como projetar pacotes – um assunto de projeto que não recebe atenção suficiente. O capítulo seguinte explora a aplicação de mais padrões GoF e GRASP para as realizações de casos de uso dos estudos de caso.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629351

Capítulo 13 - Vida Artificial: Aprendizado por Comportamento Emergente

COPPIN, Ben LTC PDF

CAPÍTULO

13

Vida Artificial: Aprendizado por

Comportamento Emergente

Seleção natural é o relojoeiro cego, cego porque ele não vê à frente, não planeja consequências, não tem objetivo em vista. Ainda que os resultados da seleção natural surpreendentemente nos impressionem com a aparência de projeto como se por um relojoeiro mestre nos impressione com a ilusão de projeto e planejamento.

–Richard Dawkins, The Blind Watchmaker

Agentes podem tornar-se mais complexos de dois modos. Primeiro, um projetista pode identificar uma funcionalidade que o agente precise atingir e investigar possíveis comportamentos que realizem esta funcionalidade, introduzindo então vários mecanismos que deem origem a este comportamento.

Segundo, sistemas comportamentais existentes, interagindo um com os outros e com o ambiente, podem mostrar efeitos colaterais, em outras palavras, comportamento emergente.

–Luc Steels, The Artificial Life Roots of Artificial Intelligence

Ver todos os capítulos

Carregar mais