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Medium 9788521618638

Capítulo 5 - Processos de Software

PADUA FILHO, Wilson de Paula Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 5

PROCESSOS DE SOFTWARE

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PROCESSOS DE

SOFTWARE

1 VISÃO GERAL

1.1 Processos em Geral

Este capítulo trata de processos de desenvolvimento de software. Um processo, segundo o IEEE, é uma “seqüência de passos executados com um determinado objetivo”; segundo o CMMI, é “um conjunto de ações e atividades inter-relacionadas realizadas para obter um conjunto especificado de produtos, resultados ou serviços”. A mesma palavra é usada pela UML para se referir a um conceito completamente diferente: “unidade pesada de execução concorrente”, em oposição a uma linha de execução (thread), que representa a implementação de um processo leve.

Compare-se a definição de processo com as de projeto e produto (Tabela 5.1). Um processo é uma receita que é seguida por um projeto; o projeto concretiza uma abstração, que é o processo. Não se deve confundir um processo (digamos, uma receita de risoto de camarão) com o respectivo produto (risoto de camarão) ou com a execução do processo através de um projeto (a confecção de um risoto de camarão por determinado cozinheiro, em determinado dia).

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Medium 9788577808243

6. máquinas universais e hipótese de Church

Diverio, Tiarajú Asmuz Grupo A - Bookman PDF

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Teoria da Computação: Máquinas Universais e Computabilidade

Máquinas universais podem ser entendidas de duas formas:

se é capaz de simular todas as outras máquinas; se toda função computável pode ser expressa como um programa nesta máquina.

Ambos os entendimentos não podem ser provados, pois:

não há como definir o conjunto de todas as máquinas possíveis e, portanto, uma prova exaustiva de simulação não seria possível; o conceito de função computável não é matematicamente preciso.

Como é impossível formalizar a demonstração de que uma máquina é universal, buscam-se evidências para tal comprovação analogamente ao desenvolvido nos capítulos referentes às máquinas Norma e Turing. Nesse caso, foram buscadas evidências internas, pois, nos referidos capítulos, foram exploradas variações nas definições das máquinas que não aumentaram o poder computacional das mesmas, ou seja, o conjunto das funções computadas por estas máquinas permaneceu o mesmo.

Neste capítulo, é mostrado que o conjunto das funções computadas por Norma e Turing é o mesmo, por meio da demonstração de equivalência entre essas máquinas, o que constitui uma evidência externa.

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Medium 9788536319278

1. TUDO O QUE VOCÊ SEMPRE QUIS SABER SOBRE ESTATÍSTICA (BEM, QUASE TUDO)

Field, Andy Grupo A - Bookman PDF

1

TUDO O QUE VOCÊ SEMPRE

QUIS SABER SOBRE ESTATÍSTICA

(BEM, QUASE TUDO)

1.1 O QUE VOCÊ VAI APRENDER NESTE

CAPÍTULO? ➀

Sei que muitas pessoas usarão este livro para consultar somente os capítulos que descrevem os testes estatísticos que elas descobriram de uma hora para outra que precisam utilizar. No entanto, para que esses capítulos façam sentido, talvez seja útil saber algumas coisas sobre estatística. Este capítulo é uma tentativa de fornecer um breve panorama de alguns conceitos estatísticos importantes, como o de utilizar modelos estatísticos para responder questões científicas.

1.2 CONSTRUINDO MODELOS

ESTATÍSTICOS ➀

Nas ciências sociais, normalmente estamos interessados em descobrir algo sobre um fenômeno que acreditamos que realmente exista (um fenômeno do mundo real). Esses fenômenos reais podem ser qualquer coisa desde o comportamento da taxa de juros no mercado econômico até comportamento de universitários numa festa de final de semestre.

Qualquer que seja o fenômeno que desejamos explicar, procuramos explicá-lo coletando dados do mundo real e então utilizando esses da-

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Medium 9788577807505

7. Armazenamento Conectado à Rede

Somasundaram, G. Grupo A - Bookman PDF

Capítulo

7

Armazenamento

Conectado à Rede

O NAS (Network-Attached Storage, armazenamento

CONCEITOS-CHAVE conectado à rede) é um dispositivo de compartilhaDispositivo NAS mento de arquivos baseado em IP e conectado a uma rede local. O NAS fornece as vantagens da

Compartilhamento de arquivos remotos consolidação de servidores com a eliminação da

Conectividade e protocolos NAS necessidade de múltiplos servidores de arquivo.

Ele apresenta consolidação do armazenamento

Desempenho e disponibilidade NAS através de acesso e compartilhamento de dados

MTU e quadros jumbo em nível de arquivo. NAS é uma solução de armazenamento preferida e permite aos clientes compartilhar arquivos de forma rápida e direta com um mínimo de despesas de gerenciamento de armazenamento. Também ajuda a eliminar gargalos com os quais os usuários se deparam ao acessar arquivos a partir de um servidor de propósito geral.

O NAS usa protocolos de rede e de compartilhamento de arquivos para executar funções de arquivamento e armazenamento. Estes protocolos incluem

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 6 – MODELAGEM DE DADOS

DENNIS, Alan; WIXOM, Barbara Haley; ROTH, Roberta M. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 6

MODELAGEM

DE DADOS

U

m modelo de dados descreve os dados que trafegam pelos processos de negócios de uma organização. Durante a fase de análise, esse modelo apresenta a organização lógica dos dados sem indicar como eles são armazenados, criados ou manipulados, para que o analista possa se dedicar ao negócio sem ter sua atenção desviada por detalhes técnicos. Posteriormente, na fase de design (projeto), o modelo de dados é alterado para refletir exatamente como os dados serão armazenados em bancos de dados ou arquivos.

Este capítulo descreve a diagramação entidade relacionamento, uma das técnicas de modelagem de dados mais comuns usadas na indústria.

OBJETIVOS

■ Explicar as regras e as diretrizes de estilo para criar diagramas de relacionamento de entidades.

■ Criar diagrama de relacionamento de entidades.

■ Descrever o uso de um dicionário de dados e de metadados.

■ Explicar como compatibilizar diagramas de relacionamento de entidades e diagramas de fluxos de dados.

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Medium 9788521634461

CAPÍTULO 6 - ÁRVORES, PONTES E ÁRVORES SPANNING

NICOLETTI, Maria do Carmo; HRUSCHKA Jr., Estevam R. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 6

Árvores, pontes e

árvores spanning

O conceito de árvore é provavelmente o mais importante em Teoria dos Grafos, em decorrência, principalmente, de seu emprego em muitas aplicações computacionais, razão pela qual árvores são investigadas detalhadamente em qualquer material sobre grafos.

Árvores, pontes e árvores spanning

Frequentemente, em aplicações computacionais, conjuntos de dados são organizados como

árvores. Um outro exemplo do uso de árvores é o referente à estrutura que representa um processo de busca binária. Em tal busca, cada interrogação tem duas possíveis respostas, sim ou não, e os dados são divididos de acordo, como mostra a Figura 6.1.

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Medium 9788521634461

CAPÍTULO 10 - GRAFOS PLANOS E PLANARES

NICOLETTI, Maria do Carmo; HRUSCHKA Jr., Estevam R. Grupo Gen PDF

CAPÍTULO 10

Grafos planos e planares

Como comentado no Capítulo 1, muitos grafos podem ser redesenhados de maneira a evitar que suas arestas se cruzem em lugares outros que não nos vértices. Um grafo que possa ser redesenhado dessa maneira é chamado de grafo planar.

O conceito de planaridade subsidia muitas aplicações do mundo real. Por exemplo, no projeto de placas de circuito impresso, é desejável que se tenha um mínimo de interseções possível. A situação ideal é a do projeto de um circuito que seja planar (Definição

10.1) e, portanto, não tenha interseções. Este capítulo apresenta os principais conceitos relacionados com a planaridade e discute vários critérios para caracterizá-la.

Grafos planares desempenham um papel importante no chamado problema de coloração, que também é discutido neste capítulo.

O problema consiste em tentar colorir os vértices de um grafo simples com um determinado número de cores, de tal maneira que cada aresta do grafo una vértices de cores diferentes. Se o grafo for planar, seus vértices sempre podem ser coloridos dessa maneira com apenas quatro cores, como estabelece o teorema das quatro cores.

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Medium 9788577807246

12. Adição, Finalmente

Beck, Kent Grupo A - Bookman PDF

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Parte I

O Exemplo Financeiro

(Em geral, começarei acelerando as implementações para salvar árvores e manter seu interesse. Onde o projeto não é óbvio, vou utilizar fazer de conta a implementação e refatorarei. Com isso espero que você veja como TDD dá a você controle sobre o tamanho dos passos.)

Tendo dito que estaria indo mais rápido, eu imediatamente irei mais devagar

– não em obter os testes funcionando, mas em escrever o teste em si. Há vezes e testes que clamam por uma reflexão cuidadosa. Como vamos representar aritmética multi-moeda? Essa é uma dessas vezes que requerem reflexão cuidadosa.

A mais difícil restrição de projeto é querermos que a maior parte do código no sistema esteja inconsciente de que está, potencialmente, lidando com múltiplas moedas. Uma estratégia possível é converter imediatamente todos os valores de dinheiro para uma moeda de referência. (Deixarei você imaginar qual moeda americana imperialista de referência os programadores geralmente escolhem.) Entretanto, isso não permite à taxa de câmbio variar facilmente.

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Medium 9788577803811

5.3 árvores implementadas por encadeamento

Edelweiss, Nina Grupo A - Bookman PDF

180

Estruturas de Dados

quando, excetuando a raiz, os demais nodos têm graus iguais ou muito semelhantes. Neste caso, a dificuldade de acesso à hierarquia é um pouco minorada pela simetria da árvore, pois os algoritmos que implementam as operações podem encontrar, com um pouco mais de facilidade, os descendentes de cada nodo. Além disso, não haverá desperdício de espaço ocupado para representar informações relativas à inexistência de nodos.

Esta forma de implementação constitui uma alternativa importante para o arquivamento permanente de árvores. Neste caso, a estrutura representada por encadeamento durante a manipulação é convertida para contigüidade física ao ser armazenada. A operação inversa é feita quando a estrutura é recuperada para manipulação.

árvores implementadas por encadeamento

5.3

Nesta forma de implementação, cada nodo da árvore é representado por uma variável que deve apresentar, além das informações relativas a este nodo, os endereços dos nodos que são seus descendentes diretos. O acesso aos nodos de uma árvore implementada por encadeamento se dá sempre através do endereço da raiz, sendo os demais nodos alcançados somente através dos endereços contidos nos campos de elo de cada nodo. Deste modo, a hierarquia de subordinação, implícita nas árvores, fica perfeitamente representada.

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Medium 9788521624356

2 - Modelo de Camadas

MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF

2

2.1

Modelo de Camadas

Introdução

Este capítulo apresenta um dos principais conceitos para a compreensão da arquitetura de redes de computadores: o modelo de camadas. Inicialmente são apresentadas as suas vantagens, com

ênfase no modelo adotado pelo livro, formado por cinco camadas: física, enlace, rede, transporte e aplicação. É apresentado o funcionamento do modelo, descrevendo a comunicação vertical e horizontal, os conceitos de encapsulamento, desencapsulamento, PDU e protocolos de rede.

As cinco camadas do modelo são apresentadas com suas respectivas funções. Em seguida são introduzidos o conceito de arquitetura de redes e exemplos dos modelos mais importantes, como o modelo OSI, Internet e IEEE 802.3. Finalmente são apresentados os diversos órgãos de padronização, responsáveis pelos padrões estudados no decorrer do livro.

2.2

Vantagens do Modelo de Camadas

O desenvolvimento de uma arquitetura de redes de computadores é uma tarefa complexa, pois envolve inúmeros aspectos de hardware e software, como interface com o meio de transmissão, especificação, verificação e implementação de protocolos, integração com o sistema operacional, controle de erros, segurança e desempenho. O modelo de camadas surgiu para reduzir a complexidade do projeto de arquitetura de redes, da mesma forma que a programação estruturada e modular veio ajudar no desenvolvimento de sistemas.

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Medium 9788521622871

Parte I - Capítulo 2 - Conceitos de Hardware e Software

MACHADO, Francis B.; MAIA, Luiz Paulo Grupo Gen PDF

2

Conceitos de

Hardware e Software ff 2.1 Introdução

Neste capítulo serão apresentados conceitos básicos de hardware e software relativos à arquitetura de computadores e necessários para a compreensão dos demais capítulos. Os assuntos não serão abordados com profundidade, porém podem ser consultadas referências como Patterson e

Hennesy (2012), Stallings (2012) e Tanenbaum (2007) para mais informações.

ff 2.2 Hardware

Um sistema computacional é um conjunto de circuitos eletrônicos interligados, formado por processadores, memórias, registradores, barramentos, monitores de vídeo, impressoras, mouse, discos magnéticos, além de outros dispositivos físicos (hardware). Todos esses dispositivos manipulam dados na forma digital, o que proporciona uma maneira confiável de representação e transmissão de dados.

Todos os componentes de um sistema computacional são agrupados em três subsistemas básicos, chamados unidades funcionais: processador ou unidade central de processamento, memória principal e dispositivos de entrada/saída (Fig. 2.1). Estes subsistemas estão presentes em qualquer tipo de computador digital, independentemente da arquitetura ou fabricante. Neste item serão descritos os conceitos básicos dos principais componentes desses subsistemas.

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Medium 9788577800674

APÊNDICE A Personalizando o PowerPoint

Coelho Corrêa da Silva, Aldir José Grupo A - Bookman PDF

APÊNDICE

A

Personalizando o PowerPoint

O Microsoft PowerPoint tem muitas configurações opcionais que podem afetar a exibição na tela ou a operação de certas funções. Você pode alterar as configurações opcionais do PowerPoint para personalizar a maneira de trabalhar e executar tarefas. Por exemplo, é possível alterar as barras de ferramentas para que as ferramentas que você usa com mais freqüência fiquem mais fáceis de achar. Ou você pode alterar o tipo de fonte e o estilo de texto iniciais que aparecem nas caixas de texto. Se executa com freqüência uma tarefa repetitiva no PowerPoint, também pode gravar a seqüência de etapas como uma macro para automatizar a tarefa e economizar tempo.

Neste apêndice, você aprende a personalizar a exibição na tela do PowerPoint de um modo que atenda as suas necessidades. Aprende a alterar suas barras de ferramentas para que as ferramentas que usa com mais freqüência fiquem fáceis de achar. Também descobre como personalizar seus atributos padrão de fonte e desenho. Para concluir, você cria macros que o ajudarão a automatizar uma tarefa repetitiva e aprende sobre os suplementos do PowerPoint.

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Medium 9788521624639

Apêndice: Tópicos para apresentações, discussões e trabalhos

BARGER, Robert N. Grupo Gen PDF

Apêndice

Tópicos para apresentações, discussões e trabalhos

Responsabilidade final dos bloggers – Um blog é um site da Web contendo análises, opiniões e, às vezes, hyperlinks. Qual é a responsabilidade final do proprietário do blog por esse material?

Uso do Carnivore pelo FBI – Carnivore é um dispositivo de investigação utilizado para monitorar e-mail e outras comunicações eletrônicas por meio de “detecção (sniffing) de pacotes”. Ele tem levantado questões de privacidade.

Vírus de computador – Programas que entram em um computador através de artifícios ou furtivamente, infectando-o e geralmente corrompendo seus dados e/ou afetando sua operação.

Fraude online de cartão de crédito – Frequentemente envolve “spoofing” (consulte a seção Spoofing na Web) para obter informações pessoais que permitirão o uso ilícito de um cartão de crédito.

Cybersquatting (pirataria de domínios) – Geralmente envolve o investimento em nomes de domínio que, por sua vez, podem ser vendidos a empresas por um preço mais alto do que foi pago originalmente.

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Medium 9788521615439

7. Representação de Dados

MONTEIRO, Mario A. Grupo Gen PDF

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Representação de Dados

7.1 INTRODUÇÃO

Já sabemos que um computador funciona através da execução sistemática de instruções que o orientam a realizar algum tipo de operação sobre valores (numéricos, alfabéticos ou lógicos). Estes valores são genericamente conhecidos como dados.

Quer desejemos calcular uma expressão matemática complexa, quer o objetivo seja colocar uma relação de nomes em ordem alfabética, como também a tarefa de acessar a Internet e até a manipulação do mouse, tarefas que requerem ou não a execução de operações matemáticas, todas elas necessitam do emprego de instruções1 que ativem operações com os dados. Estes dados podem ser valores numéricos (no cálculo de expressões matemáticas), valores alfabéticos (caracteres) ou ainda valores apenas binários (lógicos). De qualquer modo, tanto as instruções quanto os dados estão sempre armazenados internamente sob a forma de uma seqüência de 0s e

1s, os algarismos binários, que constituem a linguagem da máquina.

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Medium 9788577806188

9. APLICANDO FERRAMENTAS DE EDIÇÃO ESPECÍFICAS

Adobe Creative Team Grupo A - Bookman PDF

172 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Nesta lição, você vai testar três ferramentas de edição específicas – Rolling Edit,

Slide e Slip – e dois botões do Program Monitor – Lift e Extract, que podem simplificar certas tarefas. Com a ferramenta Track Select, você vai mover facilmente

Timelines inteiras ou partes das Timelines. Você também vai aprender a utilizar transições que exigem o uso de elementos gráficos.

Você vai conhecer novas maneiras de mover e substituir clipes na Timeline, e aprender a criar subclipes a partir de clipes longos para organizar melhor seu projeto.

Posteriormente será apresentada a edição multicâmera. Se houver uma tomada de vídeo multicâmera, esse recurso alternará entre ângulos de câmera durante o processo de edição, o que economizará tempo.

Explore as ferramentas de edição para economizar tempo

As ferramentas Rolling Edit, Slide e Slip serão utilizadas em várias situações, como quando você quer preservar o tamanho total do seu programa ao aparar e editar cenas dentro dele. Elas são úteis para projetos precisamente sincronizados, como comerciais de 30 segundos. A ferramenta Rolling Edit já foi vista em ação no Trim Monitor.

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