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Medium 9788521621829

Capítulo 1 - A Avaliação Tradicional nas Décadas de 1960 e de 1970

ALVES, Júlia Falivene Grupo Gen PDF

Capítulo 1

A Avaliação Tradicional nas

Décadas de 1960 e de 1970

Contextualização

Até a década de 1970, o tema avaliação não despertava a atenção de educadores, alunos e pais como agora acontece. Ele só começou a ser mais discutido depois que foram criados os conselhos de classe, embora tais discussões se baseassem muito menos em princípios e métodos pedagógicos e muito mais em divergências entre professores sobre os méritos ou deméritos dos alunos e dos próprios professores, enquanto os pais se concentravam mais nas “injustiças” ocorridas durante as avaliações.

Isso porque a avaliação e as discussões que suscitavam eram feitas com base em pesos e medidas – o “peso da responsabilidade”, que recaía unicamente sobre os alunos, e a “medida dos seus conhecimentos”, representada pelos pontos conseguidos por eles em provas e trabalhos escolares, que eram considerados representativos do quanto conheciam ou desconheciam o conteúdo avaliado.

Em outras palavras, aqueles pontos eram o resultado do conjunto de informações que se pressupunha que os alunos haviam ou, pelo menos, deveriam ter acumulado, registrado, rememorado e apresentado durante a avaliação.

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Medium 9788521621829

Capítulo 7 - Avaliando em Educação: O Porquê, o Para quê, o Quê e o Como Avaliamos

ALVES, Júlia Falivene Grupo Gen PDF

Capítulo 7

Avaliando em Educação:

O Porquê, o Para quê, o Quê e o Como Avaliamos

Contextualização

No Capítulo 6 vimos como avaliar é um ato comum em nosso dia a dia, e você foi solicitado a fazer uma atividade que consistia em identificar as qualidades que os integrantes de sua equipe deveriam ter para trabalhar em um determinado projeto e, além disso, observar e analisar seus colegas de modo a escolher aqueles que apresentassem tais qualidades, conforme o seu julgamento de valor, com base em capacidades e desempenhos demonstrados.

Veja que essa atividade demandou de você o desenvolvimento de um processo de avaliação que supunha um objetivo a alcançar, ou seja, o de apresentar um bom trabalho que demonstrasse desempenho competente da sua equipe.

Em outras palavras, você fez uma avaliação de competências. Então, antes de tratarmos com mais ênfase da avaliação de competências, que é a proposta para o nosso tempo, vamos relembrar como era o processo de ensino-aprendizagem até pouco tempo atrás (e continua sendo em muitas escolas ainda hoje) e qual era o papel da avaliação nesse processo.

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Medium 9788522466061

6 - Critérios sobre a Qualidade do Projeto e da Pesquisa Orientados por um Estudo de Caso

MARTINS, Gilberto de Andrade Grupo Gen PDF

6

Critérios sobre a Qualidade do Projeto e da Pesquisa Orientados por um Estudo de Caso

6.1 Introdução

Neste capítulo pretende-se apresentar, explicar, exemplificar e discutir critérios de exigências para se poder avaliar a qualidade do planejamento e execução de uma pesquisa direcionada pela estratégia de um Estudo de Caso. Quando um trabalho científico apresenta como abordagem metodológica o estudo de um único caso, os critérios para torná-lo digno de expressividade, significância, enfim, qualidade, são extremamente rigorosos, já que é enorme o risco, nestas condições, de se elaborar um relatório impressionista, orientado por achismos, que em muito se afasta de um trabalho científico. A comunidade acadêmica ainda expressa preconceitos em relação à estratégia de se estudar um

único caso, provavelmente devido ao pouco tempo decorrido desde a publicação dos primeiros trabalhos dessa natureza, aliado à baixa qualidade de muitos “Estudos de Caso” que estão sendo realizados no campo das Ciências Sociais Aplicadas.

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Medium 9788522466030

2 A CONSTRUCÃO CIENTÍFICA

DEMO, Pedro Grupo Gen PDF

2

A CONSTRUCÃO CIENTÍFICA

I

2.1. OBSERVAÇOES INICIAIS

Trataremos de alguns momentos importantes da construção científica, particularmente da demarcação científica, através da qual buscamos alguma forma de definir o que é ciência; do objeto construído, que constitui propriamente o resultado da construção científica; do trabalho científico como tal, em cima de hipóteses capazes de conduzir seu desdobrament o, e assim por diante. São inúmeras e inevitáveis as divergências nesta parte. São inúmeras, porque as ideologias por definição são diversificadas, múltiplas; são inevitáveis, porque as ciências sociais possuem ideologia no seu íntimo.

Não se pode, pois, emitir um conceito tranqüilo de ciência, como se fosse possível partir de algo evidente e inquestionável e chegar a algo também evidente e inquestionável. O que podemos fazer é apresentar uma proposta de definição da ciência, na consciência de que é uma entre outras. Apenas, devemos evitar dois extremos: de um lado o extremo do dogmatismo, que admite coisas indiscutíveis; de outro, o relativismo , que subjetiviza tudo ao nível de veleidades particulares.

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Medium 9788536324555

Manifestações culturais como instrumento de interação e de aprendizagem

Saraiva, Juracy Assmann Grupo A - Artmed PDF

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MANIFESTAÇÕES CULTURAIS COMO

INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM

A aproximação entre professor e aluno por meio da cultura oral

A leitura na escola pode ser um momento de encontro, de trocas de experiências afetivas e cognitivas que enriquecem não somente o aluno, mas também o professor. Ao recuperar a criança que já foi um dia, o professor estabelece uma via de mão dupla com seus alunos, acolhendo o conhecimento que eles trazem para a escola e com eles dividindo sua experiência de aprendiz.

Tanto os educadores quanto seus alunos têm uma história pessoal em que se entrelaçam muitas histórias. Entre elas, inclui-se a do modo como tiveram acesso ao mundo da ficção e da poesia, o qual, certamente, não se iniciou na escola. Muitos ouviram, nos serões familiares, histórias de assombração, “causos”, lendas e outras narrativas folclóricas; aprenderam com avós e pais, ou com outras pessoas que povoaram sua infância, quadras, trava-línguas, adivinhas, brincos. Para a maioria das pessoas, o primeiro contato com o mundo da cultura ocorreu por meio das canções de ninar que se inscreveram em sua memória como uma mensagem de ternura e de poeticidade.

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Medium 9788521620105

Capítulo 6 - Construção do Referencial Teórico

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen PDF

Capítulo 6

Construção do Referencial Teórico

Contextualizando

O Enfermeiro (Machado de Assis)

(...) Chegando à vila, tive más notícias do coronel. Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios. A dous deles quebrou a cara.

Respondi que não tinha medo de gente sã, menos ainda de doentes; e depois de entender-me com o vigário, que me confirmou as notícias recebidas, e me recomendou mansidão e caridade, segui para a residência do coronel.

Achei-o na varanda da casa estirado numa cadeira, bufando muito. Não me recebeu mal. Começou por não dizer nada; pôs em mim dous olhos de gato que observa; depois, uma espécie de riso maligno alumiou-lhe as feições, que eram duras. Afinal, disse-me que nenhum dos enfermeiros que tivera, prestava para nada, dormiam muito, eram respondões e andavam ao faro das escravas; dous eram até gatunos!

— Você é gatuno?

— Não, senhor.

Em seguida, perguntou-me pelo nome: disse-lho e ele fez um gesto de espanto. Colombo? Não, senhor:

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Medium 9788573076387

5. O DIÁLOGO ENTRE INSTRUTOR E ESTUDANTE

Schön, Donald Grupo A - Penso PDF

CAPÍTULO 5

O DIÁLOGO ENTRE

INSTRUTOR E ESTUDANTE

Nas fases iniciais da educação em arquitetura, muitos estudantes que se dispuseram a dar o salto começam tentativas de design, mesmo que ainda não saibam o que significa e não possam reconhecê-lo quando o vêem. No princípio, seus instrutores não podem tornar as coisas mais fáceis. Eles não sabem dizer o que é design, porque têm uma habilidade limitada de dizer o que sabem, porque algumas características essenciais do processo de design escapam de regras claramente enunciáveis e porque muito do que eles sabem dizer é compreensível por um estudante apenas à medida que o instrutor começa a produzir o design. Mesmo que os instrutores pudessem produzir boas descrições, claras e estimulantes do processo de design, os estudantes, com seus sistemas de compreensão muito diferentes, provavelmente as considerariam confusas e misteriosas.

Nessa etapa, a comunicação entre estudante e instrutor parece quase impossível. Ainda assim, em uma questão de poucos anos ou mesmo meses, eles começam a falar um com o outro elipticamente, usando mensagens codificadas em palavra e gesto para transmitir idéias que pareceriam totalmente complexas e obscuras a um estranho. Eles comunicam-se facilmente, terminando as frases um do outro e deixando frases inacabadas, confiantes de que o ouvinte captou seu significado essencial.

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Medium 9788536322865

16 Ensino e aprendizagem de competências comunicacionais em ambientes virtuais

Coll,César Grupo A - Artmed PDF

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Ensino e aprendizagem de competências comunicacionais em ambientes virtuais

José Luis Rodríguez Illera e Anna Escofet Roig

Abordar a comunicação humana na era dos computadores e da internet é aproximar-se de um território em que as fronteiras são difusas e onde cada pessoa pode tomar um caminho diferente para chegar a um lugar determinado, podendo perder-se uma ou várias vezes ou decidir por uma mudança – de itinerário, de destino final – em qualquer momento de seu percurso.

A metáfora serve para mostrar o dinamismo e a flexibilidade com que é necessário pensar este novo cenário comunicacional que surgiu. Cada um de nós pode usar a internet com fins comunicacionais completamente diferentes: para estar em contato com os amigos, para jogar, trocar informação, trabalhar, etc. Mas, ao mesmo tempo, tudo aquilo que nos define como indivíduos (idade, sexo, experiência, etc.) também influencia nos modos como nos comunicamos pela internet. Assim, por exemplo, o uso que um adolescente faz de um chat e o que um adulto faz são completamente diferentes, tanto na forma – uso de emoticons, adaptações inverossímeis da ortografia, manejo dos tempos de conexão e resposta – quanto nos conteúdos e finalidades. Além disso, a comunicação mediada pelas TIC toma a forma de diversos aplicativos e suportes tecnológi-

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Medium 9788522474400

21 - Leitura e análise da imagem

DUARTE, Jorge; BARROS, Antonio (orgs.) Grupo Gen PDF

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Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação

Leitura e análise da imagem

Iluska Coutinho

... Alguém viu Nasrudin procurando alguma coisa no chão. �O que é que você perdeu, Mullá�?, perguntoulhe. �Minha chave�, respondeu o Mullá.

G

enérica, a expressão análise da imagem aponta em muitas direções: da medicina ao elogio da arte, passando pela leitura de exames marcados pela alta tecnologia, e custo. Assim, antes de refletir sobre os procedimentos, dificuldades, características, enfim, desse tipo de análise bastante presente nos estudos de Comunicação, nosso ponto de partida é a definição, ou melhor, a conceituação que esse instrumento metodológico recebe neste capítulo.

O termo imagem remete ao latim imago, cujo sentido é o de toda e qualquer visualização gerada pelo ser humano, seja em forma de objeto, de obra de arte, de registro foto-mecânico, de construção pictórica (pintura, desenho, gravura) ou até de pensamento (imagens mentais). Nas ciências exatas e biomédicas o conceito de imagem equivale à representação de um dado, natural. Mas, para os estudiosos da comunicação, e qualquer pesquisador que se proponha a realizar análise de imagens é necessária uma concepção mais precisa do objeto a ser investigado, �fechar o foco�, expressão que faz referência a um dos elementos definidores de toda e qualquer imagem.

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Medium 9788536305080

8. Educação e culturas

Charlot, Bernard Grupo A - Bookman PDF

Relação com o saber, formação dos professores e globalização

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8

Educação e culturas*

Gostaria, primeiramente, para definir bem o lugar do qual estou falando em minha intervenção, de destacar a situação paradoxal em que nos encontramos neste momento: estamos participando de um Fórum Mundial contra a globalização. Para resolver esse paradoxo, é preciso compreender que hoje não há apenas duas opções – contra ou favor à globalização –, mas três:

– Defender o mundo atual, ou recente, aquele no qual cada um se organiza em si mesmo, defende seus interesses, sem se preocupar demais com o que ocorre lá fora.

– Aceitar a globalização neoliberal, que não é uma mundialização, ao contrário do que se diz com freqüência. De uma certa maneira, é o inverso mesmo da mundialização. O que se apresenta atualmente não

é um espaço-mundo; é um conjunto de redes percorridas por fluxos

(de capitais, de informações, de populações). Os lugares que não encontram uma função nessas redes articuladas são pilhados ou abandonados à sua própria sorte – sendo o símbolo atual desse abandono o continente africano. A globalização não mundializa; ela constrói redes de força e abandona as partes do mundo que não são úteis a essas redes.

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Medium 9788522484959

16 RELATÓRIO DA PESQUISA

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF

RELATÓRIO DA PESQUISA

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16.1 Redação do relatório

A última etapa do processo de pesquisa é a redação do relatório. Embora algumas vezes desconsiderado, mesmo nos meios científicos, o relatório é absolutamente indispensável, posto que nenhum resultado obtido na pesquisa tem valor se não puder ser comunicado aos outros. É bem verdade que as habilidades para o desenvolvimento desta etapa diferem daquelas requeridas nas etapas anteriores. Entretanto, a comunicação dos resultados da pesquisa é de responsabilidade do pesquisador e como tal deve receber atenção semelhante a das demais etapas da pesquisa.

Como todo e qualquer instrumento destinado à comunicação, o relatório de pesquisa deve considerar o público a ser atingido. Muitos pesquisadores elaboram relatórios como se fossem destinados a si próprios. Nestes casos, o relatório apresenta pouco valor como instrumento de comunicação.

O pesquisador precisa ter em mente as características do público a que se destina o relatório. Um relatório destinado a pesquisadores deverá ser bastante diferente de outro destinado ao público em geral. Ambos deverão ainda ser diferentes de um relatório apresentado a autoridades governamentais, que podem dirigir sua ação de acordo com os resultados apresentados. Qualquer que seja, no entanto, o público a que é dirigido o relatório, alguns aspectos devem ser necessariamente considerados pelo pesquisador, ou seja, certas normas referentes à estrutura do texto, ao seu estilo e à sua apresentação gráfica.

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Medium 9788597011906

2 - Visita técnica: uma viagem pela teoria-prática-ensino-aprendizagem

LEAL, Edvalda Araújo; MIRANDA, Gilberto José; NOVA, Silvia Pereira de Castro Casa Grupo Gen PDF

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Visita técnica: uma viagem pela teoria-prática-ensino-aprendizagem

EDILEUSA GODÓI DE SOUSA

E D VA L D A A R A Ú J O L E A L

O mundo da educação passa a acontecer, cada vez mais, fora de sala.

(MONEZI; ALMEIDA FILHO, 2005)

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Capítulo 2

1. Visita técnica – o porquê da viagem

As atividades pedagógicas realizadas fora do ambiente da sala de aula podem constituir-se como um importante instrumento de aprendizagem, na medida em que se mostram como alternativas para o ensino.

No contexto da educação fundamental, são utilizadas algumas expressões para se referir às aulas desenvolvidas fora do espaço escolar. Destacam-se: excursões, atividades extraclasse, trabalhos de campo, visitas guiadas, visitas técnicas e outras. O termo visita técnica é o mais utilizado nos cursos de graduação para se referir à observação das atividades práticas e situações reais de uma organização em pleno funcionamento.

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Medium 9788536307039

11. Batalha de Operações

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A - Artmed PDF

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fetuar subtrações, adições e multiplicações mentalmente, construir os fatos fundamentais da subtração, da adição ou da multiplicação a partir de situações-problema.

Este jogo auxilia o aluno a desenvolver agilidade no cálculo mental, o que consideramos muito importante, visto que os procedimentos de cálculo mental apoiam-se nas propriedades do sistema de numeração decimal e nas propriedades das operações.

Organização da classe: em duplas

Recursos necessários: um jogo de 20 cartas (duas de cada valor), com as cartas sendo múltiplos de 2, 5 ou 10.

Meta: conseguir o maior número de cartas no final do jogo.

ORIENTE SEUS ALUNOS QUANTO ÀS REGRAS

1. Ao iniciar o jogo, combina-se com a classe, ou entre as duplas de jogadores, a operação que será utilizada durante a partida (adição, subtração ou multiplicação).

2. As cartas são embaralhadas e distribuídas aos jogadores, sendo 10 para cada um.

3. Sem olhar, cada jogador forma à sua frente uma pilha com as suas cartas viradas para baixo.

4. A um sinal combinado, os dois jogadores simultaneamente viram as primeiras cartas de suas respectivas pilhas. O jogador que primeiro disser o resultado da subtração, da adição ou da multiplicação entre os números mostrados nas duas cartas fica com elas.

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Medium 9788521620105

Capítulo 12 - Resumo das Principais Normas da ABNT

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen PDF

Capítulo 12

Resumo das Principais

Normas da ABNT

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é a entidade responsável por normatizar a forma a ser empregada para a construção de trabalhos científicos. Ela faz isso por meio das

Normas Brasileiras de Regulamentação (NBRs) 6023/10520/14724. Mas não é a única. Nas universidades brasileiras suas orientações são seguidas com frequência, mas cada instituição tem liberdade de optar por outro modelo.

Como no Brasil a maioria das pesquisas segue as orientações da ABNT, serão apresentados aqui os principais tópicos que compõem a pesquisa acadêmica.

Definição do tipo de trabalho

Cada tipo de trabalho acadêmico recebe uma nomenclatura. As principais espécies são:

>> �Monografia: também chamada de trabalho de conclusão de curso (TCC), constitui-se em um relatório de pesquisa comumente exigido dos alunos que concluem cursos de bacharelado, licenciatura ou especializações lato sensu. Caracteriza-se pela delimitação do tema, breve análise de literatura e pouco aprofundamento. Isso não significa que não seja um trabalho científico e que, portanto, deva seguir os rigores dos métodos.

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Medium 9788522476831

Parte I – 1 Conceitos preliminares

ACEVEDO, Claudia Rosa Grupo Gen PDF

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Conceitos preliminares

Este capítulo apresenta alguns conceitos preliminares para se entender a pesquisa científica. Apresentam-se os seguintes conceitos: monografia, pesquisa científica, ciência e seu objetivo, teoria, problemas e hipóteses, leis, método científico, o processo de pesquisa científica e diferença entre projeto de pesquisa e relatório final de pesquisa.

1.1 Monografia

Monografia refere-se a um trabalho escrito sobre um único assunto e que

é fruto de pesquisa científica. Assim, a unicidade do tema é a característica primordial da monografia. No seu sentido etimológico, a palavra significa: mónos = um só e graphein = escrever. A delimitação de um único assunto permite que se alcance a profundidade necessária de acordo com o grau acadêmico do trabalho. Por outro lado, por ser definida como o resultado de uma pesquisa científica, a monografia obedece à estrutura de um trabalho científico.

É importante ressaltar que a monografia não se caracteriza por sua extensão, mas pela profundidade com que trata um tema específico, pela utilização

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