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Medium 9788536304632

Capítulo 4 - Tangran: da simplicidade domaterial à complexidade da reflexão

Macedo, Lino de Grupo A - Artmed PDF

OS JOGOS E O LÚDICO NA APRENDIZAGEM ESCOLAR

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LENDA 1: “Há muito tempo, na China, um mestre vivia com seu aprendiz, ensinando-lhe muitas coisas sobre a vida. Um dia, o mestre disse ao rapaz que já estava preparado para sair pelo mundo e fazer suas próprias descobertas. Para registrar tudo o que aprendesse ao longo de sua viagem, deveria levar consigo um maço de folhas de arroz, um pedaço de carvão e uma cerâmica quadrada. Sem saber muito bem o que fazer com aqueles objetos, o aprendiz partiu para sua caminhada.

Um dia, deixou a cerâmica cair e esta se partiu em sete pedaços. Tentando remontá-la, percebeu que com apenas aqueles cacos podia formar muitas figuras diferentes e foi assim que conseguiu cumprir sua missão de registrar suas descobertas”.

LENDA 2: “Era uma vez, uma linda princesa que tinha um espelho quadrado. Ela adorava esse espelho e olhava-se nele todos os dias. Certo dia, ele caiu no chão e quebrou-se em sete pedaços. A princesa ficou muito triste, mas ninguém no castelo conseguia consertá-lo. Seu pai, o rei, lançou um desafio: quem conseguisse montar o espelho igual ao original poderia casar-se com sua filha. Então, um jovem viajante aceitou o desafio e foi capaz de reconstruir o espelho para a princesa. Assim, casaram-se e viveram felizes”.

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Medium 9788573076387

2. ENSINANDO O TALENTO ARTÍSTICO ATRAVÉS DA REFLEXÃO-NA-AÇÃO

Schön, Donald Grupo A - Penso PDF

CAPÍTULO 2

ENSINANDO O TALENTO ARTÍSTICO

ATRAVÉS DA REFLEXÃO-NA-AÇÃO

CONHECER-NA-AÇÃO

Tenho usado o termo talento artístico profissional para referir-me aos tipos de competência que os profissionais demonstram em certas situações da prática que são únicas, incertas e conflituosas. Observe, no entanto, que o talento artístico é uma variante poderosa e esotérica do tipo mais familiar de competência que todos nós exibimos no dia-a-dia, em um sem-número de atos de reconhecimento, julgamento e performance habilidosa. O que chega a ser surpreendente sobre esses tipos de competência é que eles não dependem de nossa capacidade de descrever o que sabemos fazer ou mesmo considerar, conscientemente, o conhecimento que nossa ações revelam. Como já observou

Gilbert Ryle, “O que distingue a operação sensata daquela sem sentido não é a sua origem, mas os seus procedimentos, e isso não é menos verdadeiro para as performances intelectuais do que para as práticas. ‘Inteligente’ não pode ser definido em termos como ‘intelectual’, ou o ‘saber como fazer’ em termos de

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Medium 9788521624714

Capítulo 2 - Funções Sociais da Educação e da Escola

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) Grupo Gen PDF

Capítulo 2

Funções Sociais da Educação e da Escola

Entendendo a história para entender as transformações de hoje

As formas pelas quais a informação circula, e o conhecimento e a riqueza são construídos, são fundamentais para a organização das sociedades. São também fatores dinâmicos e relacionados entre si e, frequentemente, levam as pessoas a se confrontarem com dilemas e desafios cuja superação resulta em transformações sociais. A educação, como processo formador dos indivíduos para a vida social e produtiva, não pode ser compreendida fora dessas relações de vínculo e das mentalidades que as sustentam no cotidiano.

Neste capítulo, vamos procurar compreender como as transformações no espaço social, político e econômico ao longo do tempo influíram sobre o desenvolvimento das concepções e sistemas educativos e modelos escolares que temos hoje. Essas transformações podem ser mais bem compreendidas se colocadas na perspectiva histórica, permitindo perceber no presente aquilo que representa continuidade ou ruptura com os momentos anteriores.

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Medium 9788521620105

Capítulo 8 - Analisando Dados Quantitativos

MALHEIROS, Bruno Taranto Grupo Gen PDF

Capítulo 8

Analisando Dados

Quantitativos

Estudo de caso

Censo escolar 2008

Em 2009 o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP divulgou o censo escolar. Dentro deste censo é prevista a contagem de professores que atuam na educação básica. Para levantar esta informação, que faz parte de uma pesquisa quantitativa, o INEP utiliza questionários enviados aos estados e municípios, normalmente em meio digital, para que eles identifiquem esses professores. Os dados encontrados foram os seguintes:

Educação Infantil

Total

1.977.978

Educação

Infantil

369.698

Ensino Fundamental

Creche

Pré-Escola

Ensino

Fundamental

Anos

Iniciais

Anos

Finais

127.657

258.225

1.377.483

721.513

783.194

Como foi visto no capítulo anterior, o uso de questionários é uma das formas mais comuns para se levantar dados em uma pesquisa quantitativa. Com base nos dados do censo escolar aqui apresentado, responda:

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Medium 9788502171749

CAPÍTULO II - DAS COMPETÊNCIAS

Caminha, Uinie Editora Saraiva PDF

CAPÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS 

1. INTRODUÇÃO

A “competência”, aqui estabelecida, certamente não se pode confundir com o instituto jurídico-legal denominado “competência jurisdicional”, pois, na verdade, trata-se do estabelecimento de atribuições legais exclusivas – e, por vezes, concorrentes – a cada um dos entes jurídicos de

Direito Público interno.

A “competência”, estabelecida de forma exclusiva ou concorrente pela Lei n. 12.594/2012, refere-se a deveres legais destinados à União,

Estados, Distrito Federal e Municípios, em virtude mesmo das funções

(atividades e atribuições) que desenvolverão para a implementação dos programas, planos e sistemas de atendimento socioeducativo.

2. ATRIBUIÇÕES LEGAIS DA UNIÃO (“COMPETÊNCIA”)

As atribuições legais (“competências”) exclusivamente determinadas

à União contemplam a obrigatoriedade de formular e coordenar a efetivação da política nacional de atendimento socioeducativo.

As atribuições legais, assim, constituem-se antes de tudo mais num dever legal, para além do poder (“competência”) reconhecido à União – e, também, especificamente, a cada um dos Estados-membros, Distrito Federal e Municípios – para a efetivação das determinações legais de que se encontra incumbida na atenção socioeducativa do adolescente.

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Medium 9788536316864

4. APRENDENDO DE MANEIRA DIVERTIDA

Veen, Wim Grupo A - Artmed PDF

Homo Zappiens

73

4

APRENDENDO DE

MANEIRA DIVERTIDA

Trate as pessoas como se elas fossem o que deveriam ser e con“tribuirá para que elas se tornem o que são capazes de ser.

Johann Wolfgang von Goethe

Nos capítulos anteriores, descrevemos a nova geração de crianças, que cresce em meio à tecnologia da informação e da comunicação. Descrevemos tais crianças como pensadores digitais e tentamos lhes dar uma visão geral sobre a tecnologia, que, para elas, não é novidade. Para você, contudo, talvez o assunto seja inédito e até mesmo revolucionário. Tentamos nomear as habilidades mais importantes e distintivas que essas crianças parecem desenvolver, o que as coloca à parte de nós e que nos faz chamá-las de Homo zappiens – uma nova espécie de ser humano. Também abordamos as similaridades entre jogar e aprender.

Neste capítulo, refletiremos sobre os aspectos de aprendizagem do comportamento do Homo zappiens. Tentaremos traduzir as habilidades que foram descritas no Capítulo 3 acerca de nossa visão atual da sociedade, para demonstrar como elas podem ser consideradas úteis na aprendizagem. A principal questão a responder neste capítulo é se, e como, a aprendizagem mudou por causa da tecnologia. Para fazê-lo, devemos primeiramente observar mais de perto a própria aprendizagem – o que ela é e como pode ser definida.

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Medium 9788522478392

Parte II - 13 O relatório de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF

13

O relatório de pesquisa

13.1 Partes que compõem um relatório

A apresentação escrita do Relatório de Pesquisa obedece, de modo geral, às mesmas normas de apresentação dos trabalhos científicos.

As partes que compõem um Relatório são: folha de rosto, sumário, índice, introdução, desenvolvimento e conclusão. Caso sejam necessários, apêndices e anexos; no final, bibliografia.

A folha de rosto deve conter as informações essenciais, como já foi especificado. O sumário é o resumo das etapas da pesquisa. O índice é utilizado para indicar as páginas que contêm ilustrações, como fotografias, desenhos, figuras etc.

13.2 Introdução

A introdução do Relatório compõe-se dos seguintes elementos: a) título

(tema); b) delimitação do assunto; c) objetivos; d) hipóteses; e) variáveis; f) universo da pesquisa (amostragem); g) justificativa; h) procedimentos metodológicos. a) O título, geralmente, corresponde ao tema da pesquisa. Devem ser evitados os títulos longos demais, optando-se pelo que melhor corresponde ao conteúdo do trabalho.

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Medium 9788522478392

1 A importância da leitura

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF

1

A importância da leitura

Apesar de todo o avanço tecnológico observado na área de comunicações, principalmente audiovisuais, nos últimos tempos, ainda é, fundamentalmente, através da leitura que se realiza o processo de transmissão/aquisição da cultura. Daí a importância capital que se atribui ao ato de ler, enquanto habilidade indispensável, nos cursos de graduação.

Entre os professores universitários é generalizada a queixa: os alunos não sabem ler! O que pode parecer um exagero tem sua explicação. Os alunos, de modo geral, confundem leitura com a simples decodificação de sinais gráficos, isto é, não estão habituados a encarar a leitura como processo mais abrangente, que envolve o leitor com o autor, não se empenham em prestar atenção, em entender e analisar o que leem. Tal afirmativa comprova-se com um exemplo simples:

é muito comum, em provas e avaliações, os alunos responderem uma questão, com acerto, mas sem correspondência com o que foi solicitado. Pergunta-se, por exemplo, – quais as influências observadas... – esperando-se, obviamente, a enumeração das influências; a resposta, muitas vezes, aponta a que se referem essas influências e não – quais são –. Ora, por mais correta que seja a resposta, não responde ao que foi solicitado.

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Medium 9788502171749

CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS

Caminha, Uinie Editora Saraiva PDF

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS 

1. INTRODUÇÃO

A Lei n. 12.594/2012 cuida da criação, manutenção e operacionalização do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – SINASE.

O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo regulamenta os procedimentos destinados ao acompanhamento do cumprimento das medidas legais – protetivas e socioeducativas – que se destinam à responsabilização diferenciada do adolescente a quem se atribui a prática de ação conflitante com a lei (art. 1º).

Contudo, o que se espera é que a nova legislação não determine o esquecimento das Leis de Regência – Constituição da República de 1988 e Estatuto da Criança e do Adolescente –, e, por consequência, enseje a relativização das importantes conquistas civilizatórias e humanitárias alcançadas.

2. CONCEITUAÇÃO LEGAL

A nova legislação que modificou recentemente o Estatuto da Criança e do Adolescente conceitua o que se deve entender por Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE), identificando-o, assim, como o “conjunto ordenado de princípios, regras e critérios que envolvem a execução de medidas socioeducativas”.

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Medium 9788573077704

11. Práticas Musicais na Escola Infantil

Craidy, Carmem Maria Grupo A - Artmed PDF

capítulo

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Práticas Musicais na Escola Infantil

Leda de Albuquerque Maffioletti

O cotidiano da Educação Infantil é repleto de atividades musicais, algumas tão conhecidas que já fazem parte do repertório usual das escolas. Devido à ampla divulgação da canção ‘De olhos vermelhos...’ gostaria de fazer alguns comentários.

De olhos vermelhos

De pêlo branquinho

De pulo bem leve

Eu sou o coelhinho

Sou muito assustado

Porém sou guloso

Por uma cenoura

Já fico manhoso

Eu pulo pro lado

Eu pulo pra atrás

Dou mil cambalhotas

Sou forte demais

Comi uma cenoura

Com casca e tudo

Tão grande era ela....

Fiquei barrigudo!

Certa ocasião cantei essa música, com todos os gestos que fazem parte de sua coreografia, e perguntei a um grupo de professoras qual seria o objetivo de tal tarefa para a formação das crianças. Fizemos uma lista enorme: esquema corporal, coordenação motora, lateralidade, expressividade e criatividade. Além disso, disseram que com essa canção poderíamos trabalhar os animais, as cores, a noção de número, a alimentação e a Páscoa – é claro!

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Medium 9788597011906

7 - O estudo é dirigido, mas o aluno é o piloto!

LEAL, Edvalda Araújo; MIRANDA, Gilberto José; NOVA, Silvia Pereira de Castro Casa Grupo Gen PDF

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O estudo é dirigido, mas o aluno é o piloto!

ALINE BARBOSA DE MIRANDA

O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma “cantiga de ninar”. Seus alunos cansam, não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento, surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas.

PAULO FREIRE

leal miranda_MIOLO.indd 77

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Capítulo 7

1. Introdução

O ambiente acadêmico está repleto de teorias e experiências didático-pedagógicas bem-sucedidas. Com o passar do tempo, algumas teorias se tornam obsoletas, outras são renovadas e outras ainda são criadas e aperfeiçoadas, constituindo-se o campo do ensino em uma área extremamente fértil no que concerne às experiências didáticas inovadoras.

As técnicas de ensino vêm acompanhando a evolução tecnológica e se tornando cada vez mais importantes no contexto da sala de aula. A literatura nessa área é rica e contempla os mais variados públicos: salas de aula cheias, salas com menos alunos, laboratórios, espaços abertos, entre outros. Mas a melhor técnica dependerá

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Medium 9798536304778

11. Tornar-se verdadeiramente centrado no aluno

Palloff, Rena Grupo A - Artmed PDF

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O ALUNO VIRTUAL

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Tornar-se verdadeiramente centrado no aluno

As melhores práticas no ensino on-line

Este livro começou com uma questão. O que, de fato, significa estar centrado

no aluno no ambiente on-line? Como já demonstramos em nossa discussão de todas as questões e inquietações do ensino on-line, há muitas respostas a essa pergunta. Trata-se de uma resposta complexa. Para sermos de fato centrados no aluno, precisamos:

• Entender quem nossos alunos são.

• Entender como eles aprendem.

• Estar cientes das questões que afetam suas vidas e sua aprendizagem, bem como da maneira pela qual trazem tais questões para a sala de aula.

• Entender o que eles precisam para que possamos apoiá-los em sua aprendizagem.

• Entender como ajudá-los em seu desenvolvimento como agentes reflexivos.

• Encontrar uma maneira de envolvê-los na elaboração do curso e na avaliação.

• Respeitar seus direitos como alunos e seu papel no processo de aprendizagem.

• Entender como desenvolver cursos e programas sem deixar de dar atenção a um melhoramento contínuo da qualidade, para que nossos alunos continuem seu processo de aprendizagem e avancem suavemente em direção a suas metas, seus objetivos e seus sonhos.

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Medium 9788573076646

3. Pedagogia crítica como projeto de profecia exemplar: cultura e política no novo milênio

Imbernón, F Grupo A - Artmed PDF

3

Pedagogia crítica como projeto de profecia exemplar: cultura e política no novo milênio

Henry Giroux

State University of Pennsilvania

Estes são tempos difíceis para educadores e educadoras e defensores e defensoras da educação democrática nos Estados Unidos. Pressionados pelas crescentes forças do profissionalismo e pelas guerras culturais, os futuros professores e professoras encontram-se em uma encruzilhada ideológica quanto às responsabilidades cívicas e políticas que assumem ao se considerarem não só professores críticos comprometidos, mas também teóricos culturais. Quanto mais é pedido a eles que se definam, por meio de uma linguagem corporativa ou de um discurso que tire a política do domínio da cultura ou da esfera do social, mais e mais estão sendo pressionados para que se tornem ou escravos de um poder corporativo, ou especialistas não-comprometidos irmanados com a essência de um profissionalismo acadêmico renascente e degradante. Essas duas posturas requerem maior explicação.

Conforme a defesa direitista das associações de escolas profissionais, estas deveriam ser entendidas como um bem privado mais do que como um bem público; estarem unidas aos ditames do mercado e serem dirigidas como qualquer outro negócio. Para muitas pessoas partidárias de tal opinião, as escolas deveriam ser entregues a corporações com capacidade de gerar benefícios (exercendo controle absoluto sobre sua organização, seu currículo e suas práticas escolares), ou organizar-se por meio de estratégias que favorecessem a escolha escolar, as provas e as escolas privadas.

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Medium 9788536314709

4 - Jogos envolvendo números ou funções

Smole, Kátia Stocco Grupo A - Artmed PDF

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Jogos Envolvendo

Números ou Funções

O

enfrentamento de diferentes situações-problema requer dos alunos mais do que a simples aplicação de informações: exige a mobilização de conhecimentos, conceitos e procedimentos.

Assim, dominar os códigos e as nomenclaturas da linguagem matemática, compreender e interpretar diferentes representações de uma dada situação e decidir sobre a melhor estratégia para resolvê-la e registrá-la são essenciais para o desenvolvimento de competências e habilidades específicas em matemática e um conhecimento sobre as funções, sua linguagem e representação auxilia nesse sentido, o mesmo valendo para os números que se estuda de forma mais aprofundada no ensino médio.

O conjunto de jogos apresentados neste bloco aborda as diferentes representações dos números reais, as diversas propriedades relacionadas às operações com esses números e as funções, suas propriedades em relação às operações e a interpretação de seus gráficos.

Os três primeiros jogos tratam especificamente das diversas maneiras de representar números e de como se pode operar com eles. São jogos destinados a levar os alunos à revisão de conceitos e procedimentos com números racionais.

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Medium 9788536303338

4. Eventos Escolares: Como Organizá-los

Artmed Pitágoras Grupo A - Artmed PDF

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Coleção Escola em Ação

Eventos Escolares:

Como Organizá-los

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Aída Linhares Barboza

INTRODUÇÃO

A escola, preocupada com o cidadão que está formando e em oferecer a seus alunos um projeto educativo global, vem propondo atividades que levem educadores e educandos a ultrapassarem os muros da escola, para lançar desafios na busca do conhecimento.

Essa atitude evita que a educação se reduza apenas às atividades do dia-a-dia da sala de aula, embora importantes na função educativa, para formar o indivíduo multidimensional.

A proposta deste capítulo é sugerir uma série de atividades escolares que possibilitem o desenvolvimento do trabalho coletivo, da autonomia moral, dos valores referenciados no princípio ético do ser humano e da integração do cidadão.

Por meio de algumas atividades escolares, aqui denominadas eventos, pretende-se sensibilizar os envolvidos no processo, já que o ser humano não é só um corpo em sua dimensão físico-biológica, mas que transcende para o afetivo, o social, o cultural, fazendo com que o homem se complete em sua totalidade.

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