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Medium 9788522478392

Parte I - 1 A importância da leitura

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF

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A importância da leitura

Apesar de todo o avanço tecnológico observado na área de comunicações, principalmente audiovisuais, nos últimos tempos, ainda é, fundamentalmente, através da leitura que se realiza o processo de transmissão/aquisição da cultura. Daí a importância capital que se atribui ao ato de ler, enquanto habilidade indispensável, nos cursos de graduação.

Entre os professores universitários é generalizada a queixa: os alunos não sabem ler! O que pode parecer um exagero tem sua explicação. Os alunos, de modo geral, confundem leitura com a simples decodificação de sinais gráficos, isto é, não estão habituados a encarar a leitura como processo mais abrangente, que envolve o leitor com o autor, não se empenham em prestar atenção, em entender e analisar o que leem. Tal afirmativa comprova-se com um exemplo simples:

é muito comum, em provas e avaliações, os alunos responderem uma questão, com acerto, mas sem correspondência com o que foi solicitado. Pergunta-se, por exemplo, – quais as influências observadas... – esperando-se, obviamente, a enumeração das influências; a resposta, muitas vezes, aponta a que se referem essas influências e não – quais são –. Ora, por mais correta que seja a resposta, não responde ao que foi solicitado.

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Medium 9788536322865

2 As tecnologias da informação e da comunicação e os processos de desenvolvimento e socialização

Coll,César Grupo A - Artmed PDF

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As tecnologias da informação e da comunicação e os processos de desenvolvimento e socialização

José Luis Lalueza, Isabel Crespo e Silvia Camps

Tecnologia e desenvolvimento humano

Entender o desenvolvimento como uma exibição predeterminada de capacidades e habilidades pessoais, como simples atualização de potencialidades genéticas, levaria-nos a considerar as tecnologias como meros elementos contextuais que acompanham o amadurecimento do indivíduo. Pelo contrário, visto a partir de uma perspectiva construtivista que entende o desenvolvimento como a transformação por meio do processo de troca entre organismo e ambiente físico e social, as tecnologias desempenham um papel essencial na definição dos processos evolutivos.

Neste capítulo, vamos adotar esta última perspectiva, de modo que entenderemos o desenvolvimento, conforme Rogoff

(2003), como a “participação mutável nas atividades socioculturais da própria comunidade, que também está em processo de mudança”. Essa aproximação supõe entender o desenvolvimento como função da ação do indivíduo sobre seu meio, através das práticas próprias da sua comunidade. Cultura e cognição estariam, então, mutuamente constituídas por meio das atividades concretas que são realizadas na vida diária.

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Medium 9788536303666

CAPÍTULO 4 - PARA A APRENDIZAGEM DOS QUE ENSINAM

Macedo, Lino de Grupo A - Artmed PDF

Ensaios pedagógicos

45

4

PARA A APRENDIZAGEM

DOS QUE ENSINAM

O objetivo deste capítulo é discutir um assunto fundamental, encerrado na pergunta: como aprendem os que ensinam? Apesar de todas as idas e vindas de meus comentários, o propósito é defender que, em uma escola que se quer para todos, a formação do professor, no sentido de recuperar ou aprofundar as relações com o processo de sua aprendizagem, é um requisito fundamental.

Conforme já mencionei no capítulo anterior, o jornal O Estado de São

Paulo publicou, em 2002 (21/09/2002, p. A16), uma pesquisa feita com professores da rede pública do Estado de São Paulo. O jornal referia-se aos resultados de um questionário que responderam sobre uma série de assuntos a respeito de sua vida profissional, desafios, etc. Nessa pesquisa, os professores indicaram o aprender como sua demanda mais importante de realização.

Dar prioridade à sua aprendizagem, e não à dos alunos, que sempre foi uma tarefa do professor, é algo muito relevante e justifica, creio, nossa reflexão.

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Medium 9788536311135

9. Defi ciências Físicas e Necessidades de Cuidados Especiais de Saúde

Smith, Deborah Deutsch Grupo A - Artmed PDF

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Deficiências Físicas e

Necessidades de

Cuidados Especiais de Saúde

VISÃO PESSOAL

Três saudações para Bethany

Bethany A. Hoppe organizou a primeira torcida organizada e o grupo de dança em cadeiras de rodas. Essa equipe é patrocinada pelo Easter Seals of Middle Tennesee e afiliada ao ABLE

(Athletes Building Life Experience). O grupo que anima o time,

Music City Wheelchair Basketball, é formado de indivíduos de 5 a 17 anos que se locomovem com cadeiras de rodas pelo menos

50% do tempo. Lizzy B., cuja história foi contada no Capítulo 5,

é um membro do grupo. A deficiência da torcida varia entre paralisia cerebral, lesão na espinha e problemas de desenvolvimento ortopédico da espinha bífida, uma condição vivida por Bethany.

Sua história e a de “suas garotas” devem ser repetidas por toda a América. E poderia – se pessoas conhecidamente talentosas e dedicadas, como Bethany, decidissem devotar seu espírito e sua energia para promover equipes como o Music City Lightning Wheelcheerleaders. Eis o depoimento de Bethany:

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Medium 9788522476831

7 Resultado

ACEVEDO, Claudia Rosa Grupo Gen PDF

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Como fazer Monografias  •  acevedo e nohara

––

descrever quais foram os comportamentos observados. Selltiz, Wrightsman e Cook (1987, p. 25) apresentam um exemplo bastante interessante para este item: “Se na sua pesquisa há crianças que batem em um João Bobo você deveria dizer-nos quantas vezes elas batem ou a porcentagem de crianças que o fazem”;

––

apresentar tabelas, gráficos ou figuras com os dados relevantes;

––

elaborar um resumo para situar o leitor.

Se a monografia não possui trabalho de campo, ou seja, se ela consiste apenas em uma revisão bibliográfica sobre o assunto, o trabalho não apresentará um capítulo de resultados. O capítulo de revisão da literatura será seguido pela discussão.

A seguir, proporciona-se um exemplo de um capítulo de resultado, retirado de uma tese de doutorado. Ressalta-se que apenas algumas partes do capítulo foram apresentadas neste livro. O objetivo é dar uma ideia ao iniciante em pesquisa de como ele pode redigir esse capítulo.

Exemplo:

ANÁLISE DOS RESULTADOS

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Medium 9788522478392

Parte II - 13 O relatório de pesquisa

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF

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O relatório de pesquisa

13.1 Partes que compõem um relatório

A apresentação escrita do Relatório de Pesquisa obedece, de modo geral, às mesmas normas de apresentação dos trabalhos científicos.

As partes que compõem um Relatório são: folha de rosto, sumário, índice, introdução, desenvolvimento e conclusão. Caso sejam necessários, apêndices e anexos; no final, bibliografia.

A folha de rosto deve conter as informações essenciais, como já foi especificado. O sumário é o resumo das etapas da pesquisa. O índice é utilizado para indicar as páginas que contêm ilustrações, como fotografias, desenhos, figuras etc.

13.2 Introdução

A introdução do Relatório compõe-se dos seguintes elementos: a) título

(tema); b) delimitação do assunto; c) objetivos; d) hipóteses; e) variáveis; f) universo da pesquisa (amostragem); g) justificativa; h) procedimentos metodológicos. a) O título, geralmente, corresponde ao tema da pesquisa. Devem ser evitados os títulos longos demais, optando-se pelo que melhor corresponde ao conteúdo do trabalho.

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Medium 9788536308524

Apêndice 4 - Critérios diagnósticos para transtorno desafiador de oposição

O’Regan, Fintan Grupo A - Artmed PDF

Sobrevivendo e vencendo com necessidades educacionais especiais

Apêndice

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4

Critérios diagnósticos para transtorno desafiador de oposição

(com permissão do DSM-IV, 1994)

A. Um padrão de comportamento negativista, hostil e desafiador com duração mínima de seis meses, durante os quais quatro (ou mais) das seguintes características estiveram presentes:

1. Freqüentemente perde a calma.

2. Freqüentemente discute com adultos.

3. Com freqüência desacata ou se recusa ativamente a obedecer às solicitações ou às regras dos adultos.

4. Freqüentemente adota um comportamento deliberadamente incomodativo.

5. Freqüentemente responsabiliza os outros por seus erros ou mau comportamento.

6. Mostra-se freqüentemente suscetível ou se irrita com facilidade.

7. Freqüentemente mostra-se enraivecido e ressentido.

8. Freqüentemente mostra-se rancoroso ou vingativo.

Obs.: Considerar o critério satisfeito apenas se o comportamento ocorre com maior freqüência do que se observa tipicamente em indivíduos de idade e nível de desenvolvimento comparáveis.

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Medium 9788536307039

11. Batalha de Operações

Stocco Smole, Kátia Cristina Grupo A - Artmed PDF

E

fetuar subtrações, adições e multiplicações mentalmente, construir os fatos fundamentais da subtração, da adição ou da multiplicação a partir de situações-problema.

Este jogo auxilia o aluno a desenvolver agilidade no cálculo mental, o que consideramos muito importante, visto que os procedimentos de cálculo mental apoiam-se nas propriedades do sistema de numeração decimal e nas propriedades das operações.

Organização da classe: em duplas

Recursos necessários: um jogo de 20 cartas (duas de cada valor), com as cartas sendo múltiplos de 2, 5 ou 10.

Meta: conseguir o maior número de cartas no final do jogo.

ORIENTE SEUS ALUNOS QUANTO ÀS REGRAS

1. Ao iniciar o jogo, combina-se com a classe, ou entre as duplas de jogadores, a operação que será utilizada durante a partida (adição, subtração ou multiplicação).

2. As cartas são embaralhadas e distribuídas aos jogadores, sendo 10 para cada um.

3. Sem olhar, cada jogador forma à sua frente uma pilha com as suas cartas viradas para baixo.

4. A um sinal combinado, os dois jogadores simultaneamente viram as primeiras cartas de suas respectivas pilhas. O jogador que primeiro disser o resultado da subtração, da adição ou da multiplicação entre os números mostrados nas duas cartas fica com elas.

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Medium 9788536317687

6 Aspectos motivacionais do tenista: prazer versus competitividade

Balbinotti, Carlos Grupo A - Artmed PDF

O ensino do tênis

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6

ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO TENISTA:

PRAZER VERSUS COMPETITIVIDADE

Marcos Alencar Abaide Balbinotti

Marcus Levi Lopes Barbosa

Luciano Juchem

A importância da motivação é amplamente aceita por atletas, pais, dirigentes e treinadores de tênis. Ainda assim, treinadores freqüentemente se questionam quanto a como proceder para manter os atletas motivados durante as sessões de treinamento diárias e, o que parece mais difícil, ao longo dos vários anos de sua formação como tenistas. Dirigentes esportivos, ansiosos para que os atletas de seu clube obtenham resultados competitivos, muitas vezes “sugerem” que a sua equipe não está sendo suficientemente “motivada” pelos treinadores. Na prática, o que se observa é que alguns treinadores parecem um pouco confusos a respeito de quais procedimentos devem ser adotados para motivar os atletas.

A motivação tem sido considerada uma variável chave para a prática do esporte em diferentes níveis: aprendizado, lazer, treinamento e desempenho. A variedade de definições e de contextos em que ela se aplica faz com que o termo seja entendido com significados diferentes e contraditórios (Martinez; Chirivella, 1995).

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Medium 9788521630463

PARTE I – 2 - INICIANDO UMA PESQUISA: DICAS PARTE I – DE PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF

2

C apítulo

Iniciando uma pesquisa: dicas de planejamento e execução

MAKILIM NUNES BAPTISTA, PAULO ROGÉRIO MORAIS E DINAEL CORRÊA DE CAMPOS

Este capítulo reunirá as experiências de três profissionais que trabalham diretamente com orientação de Trabalhos de Conclusão de Curso, os tão temidos, amados e/ou odiados TCCs, e fornecerá dicas e alguns “macetes” que poderão ser úteis para aqueles que estão iniciando sua vida como pesquisadores.

Quase todos os alunos de graduação em Psicologia, e também de outras áreas, têm seu primeiro contato com a produção de uma pesquisa segundo o rigor científico quando fazem o seu primeiro TCC. Para alguns, tal atividade é realizada com entusiasmo e satisfação, mas para uma parte dos alunos o TCC é motivo de insônia, discussões com colegas e com o orientador, e é realizado somente como mais uma das muitas exigências da vida acadêmica. A crítica que os autores fazem

é que muitos acadêmicos veem a realização do TCC como mais uma “matéria” que eles têm de cumprir para tirar nota, não dando a si mesmos a oportunidade de aprender e estudar com prazer.

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Medium 9788521630463

PARTE III – 23 - A ANÁLISE DE CONTEÚDO NA PESQUISA QUALITATIVA

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF

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C apítulo

A Análise de Conteúdo na pesquisa qualitativa

DINAEL CORRÊA DE CAMPOS

Sentenças e palavras possuem somente os significados que possuem.

John R. Searle

INTRODUÇÃO

Significado: o conceito em si. Segundo Lacan, a linguagem determina o sentido e gera as estruturas da mente, a linguagem não está constituída por palavras, mas sim por imagens, como se fossem hieróglifos a serem decifrados.

De fato, a pesquisa com o método de Análise de Conteúdo exigirá do pesquisador o trabalho arqueológico de desconstrução para a construção. Explicando melhor: analisar o conteúdo de uma entrevista, de uma fala, de uma observação realizada exigirá que o pesquisador esteja aberto para a compreensão de que as palavras têm muito mais a dizer do que dizem. Não se trata de adivinhar, ou mesmo de criar observações de estudo, mas, sim, de ver no conteúdo apresentado ao pesquisador, o que de fato o fenômeno observado apresenta, tornando visível o oculto.

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Medium 9798536304778

9. As questões legais e o aluno virtual

Palloff, Rena Grupo A - Artmed PDF

O ALUNO VIRTUAL

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As questões legais e o aluno virtual

Embora muito tenha sido escrito, e continue a ser, sobre as questões da pro-

priedade intelectual e do direito autoral, pouca ou nenhuma atenção tem sido dada a como tais questões afetam o aluno virtual. Quando os alunos participam de um curso on-line, estão, na verdade, criando, em conjunto com seus colegas e o professor, um texto sobre o assunto. Apesar disso, raramente se pede permissão aos alunos para que suas contribuições sejam arquivadas no servidor da universidade. Além disso, os alunos podem fazer contribuições originais ao curso sob a forma de artigos, projetos ou material de referência que podem ser incorporados às revisões futuras do curso. Como dissemos, raramente se pede aos alunos autorização para isso e nem se faz nenhum acerto para compensá-los por sua contribuição – assume-se que isso é uma parte, uma parcela, da participação no curso on-line. Neste capítulo, daremos atenção a essas questões e discutiremos o seguinte:

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Medium 9788536311135

5. Distúrbios da Comunicação

Smith, Deborah Deutsch Grupo A - Artmed PDF

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Distúrbios da

Comunicação

VISÃO PESSOAL

Falando sobre Lizzy B

Amy Harris-Soloman é mãe de duas filhas, Skye e Lizzy B. Já antes de Lizzy nascer e10 meses após seu nascimento, quando foi diagnosticada como tendo paralisia cerebral, Amy trabalhava com crianças com deficiências. Skye, durante seus anos pré-escolares, serviu como um “modelo típico para os colegas” em uma intervenção precoce da pré-escola e em uma clínica de fonoaudiologia. Amy agora é diretora da escola Suzan Gray, no centro John F. Kennedy para Pesquisas, Educação e Desenvolvimento Humano, a mesma pré-escola inclusiva que sua filha freqüentou. Ela é uma mãe que realmente faz a diferença na vida de muitas crianças e de suas famílias. Amy divide conosco o desenrolar da história de Lizzy B.

Minha filha mais nova, Lizzy B, aos 10 meses de idade recebeu diagnóstico de paralisia cerebral quadriplégica espástica.

Embora trabalhando no campo da educação especial por mais de

15 anos, quando soube desse parecer, o impacto de ter a minha própria filha com deficiência bateu à minha porta. Senti como se estivesse enfrentando as palavras paralisia cerebral pela primeira vez. Meus estudos de doutorado enfocaram estratégias de comunicação na primeira infância. Eu nem imaginava que utilizaria todos os meus recursos profissionais para ajudar a ensinar minha própria filha. Contudo, eu sabia da importância de ter um sistema de comunicação que funcionasse para um indivíduo. Presenciei, muitas vezes, a frustração que as crianças podem vivenciar quando não são capazes de comunicar suas vontades, suas necessidades e seus desejos. Imediatamente comecei a verificar quais estratégias facilitariam a comunicação de Lizzy B.

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Medium 9798536304778

4. Gênero, cultura, estilo de vida e geografia

Palloff, Rena Grupo A - Artmed PDF

O ALUNO VIRTUAL

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Gênero, cultura, estilo de vida e geografia

A

aprendizagem on-line atrai tanto homens quanto mulheres, pessoas de todas as idades, de todas as culturas e de todos os lugares do mundo. Com freqüência, em nossa experiência de ensino on-line, trabalhamos simultaneamente com alunos que vivem na Ásia, na Europa e em toda a América, do

Norte e do Sul. Porém, embora seja considerado um grande nivelador, o ambiente on-line não transforma todos os alunos em um tipo apenas – em outras palavras, os alunos virtuais são diferentes. Suas necessidades individuais, criadas por cultura, gênero, expectativa de vida, estilo de vida e geografia, requerem a atenção do professor. Neste capítulo, exploraremos as questões envolvidas em todas essas categorias e ofereceremos sugestões para abordá-las na sala de aula on-line.

QUESTÕES CULTURAIS

O uso da internet na aprendizagem e no ensino aumentou a gama de práticas educacionais disponíveis aos professores. Eles podem oferecer instrução de qualidade para alunos distantes, atingir populações que têm pouco acesso a recursos educacionais, responder a diversos estilos e ritmos de aprendizagem pelos quais os alunos aprendem, quebrar barreiras de tempo e espaço e dar acesso a alunos de culturas e línguas diferentes (Joo, 1999). Ainda assim, e apesar de tudo isso, há questões culturais em jogo que podem afetar as aulas on-line. McLoughlin (1999) observa que a tecnologia não é neutra e que, quando a cultura interage com a tecnologia, o resultado pode ser tanto a harmonia quanto a tensão.

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Medium 9788536327501

7. Cnidários (hidras, medusas, anêmonas e corais)

Ghilardi-Lopes, Natalia Pirani Grupo A - Artmed PDF

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Ghilardi-Lopes//Hadel//Berchez

epiderme e outra na base da gastroderme, unidas por neurônios que atravessam a mesogleia. Os neurônios sensoriais são ligados aos neurônios motores, os quais ativam músculos ou cnidócitos. Cnidaria é considerado um grupo monofilético que apresenta como uma sinapomorfia o cnidócito, que é uma célula preenchida por fluido e que contém uma longa invaginação tubular de sua parede, a qual everte quando excitada, podendo ferir ou paralisar uma presa a partir da liberação de toxinas em seus tecidos ou apenas aderir à sua superfície. Além disso, apresenta larva do tipo plânula, musculatura longitudinal na ectoderme e circular na endoderme, gônadas endodérmicas, entre outras.

IAlimentação

A maioria é carnívora. As presas são capturadas pelos tentáculos – que contêm cnidócitos –, levadas até a boca e, finalmente, ao celêntero, onde enzimas são liberadas pelas células enzimáticas da gastroderme e promovem a digestão extracelular. O material digerido é absorvido por células da gastroderme, e fragmentos grandes de alimento são fagocitados e digeridos intracelularmente. O material não digerível é misturado com muco em uma massa fecal e é eliminado pela boca. Os cnidários associados a algas mutualísticas (zooxantelas) recebem até 90% de seus nutrientes a partir dos produtos fotossintéticos dessas algas.

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