705 capítulos
Medium 9788522490264

9 Paráfrase e Citações Diretas e Indiretas (NBR 10520:2002)

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF

9

Como Fazer Citações Diretas e

Indiretas: NBR 10520:2002

À pergunta por que ler vamos associar, a partir de agora, um novo elemento: trata-se do como ler. Se ler é uma forma de viver, se leitura do mundo e leitura da palavra estão umbilicalmente ligadas, uma complementando a outra, o como fazê-lo é uma forma de dar sentido à vida, ou melhor, de procurar os sentidos, ao invés de aceitá-los prontos (AMARAL et al., 1994, p. 303).

1 Conceito de paráfrase

Greimas e Courtés (1989, p. 325) afirmam que a paráfrase “consiste em produzir, no interior de um mesmo discurso, uma unidade discursiva que seja semanticamente equivalente a uma outra unidade produzida anteriormente”. Embora as palavras sejam diferentes, o sentido continua o mesmo, equivalente ao do texto original. Dessa forma, a paráfrase reduz-se a uma questão formal.

Por que parafrasear?

Décio Pignatari, citado por Neide Rodrigues de Souza Mendonça (1987, p.

IX), ensina:

Informações de primeiro grau são informações complexas a que poucos têm acesso; para que cheguem a um número maior de pessoas, é preciso diluí-las, trocá-las em miúdo, embora com alguma perda. É uma forma de tradução, é uma forma de degrau para a informação superior.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536316864

2. CONHECENDO O HOMO ZAPPIENS

Veen, Wim Grupo A - Artmed PDF

2

CONHECENDO O

HOMO ZAPPIENS

A curto prazo, sempre superestimamos os efeitos das novas tecnologias, mas, a longo prazo, sempre os subestimamos.

Richard Thieme

“Repentinamente, as crianças que chegavam à nossa escola demonstravam um comportamento bastante diferente: direto, ativo, impaciente, incontrolável e, de certa forma, indisciplinado; parecia-me que algo havia acontecido no verão. Isso me assustava e empolgava ao mesmo tempo.”

Foi assim que uma professora sueca descreveu o que sentiu quando começou o novo ano letivo em um bairro de Estocolmo na metade da década de

1990, quando crianças de 6 anos voltaram à escola depois das férias de verão. A professora teve a sensação de que de um ano para o outro uma nova geração surgira e que ela tinha de lidar com elas, ainda não sabendo, mas percebendo, que precisaria empregar estratégias e abordagens diferentes.

Desde que essa professora teve tal impressão sobre seus alunos, muitos colegas na Europa inteira experimentaram o fato de que os alunos de hoje demandam novas abordagens e métodos de ensino para que se consiga manter a atenção e a motivação na escola. Ouvimos muitos deles dizerem que os alunos dedicam atenção às coisas por um período curto de tempo, que não conseguem ouvir alguém falar por mais de cinco minutos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630869

Capítulo 9 - Conclusão

BERGMANN, Jonathan; SAMS, Aaron Grupo Gen PDF

Capítulo

9

Conclusão

Embora a preleção não seja a melhor maneira de transmitir informações aos alunos, às vezes a instrução direta tem lugar.

Esse lugar, entretanto, não é na sala de aula, muito menos envolvendo toda a turma. Também aprendemos que a oferta de instruções por meio de vídeos pode ser muito eficaz para alguns assuntos, mas não para todos. Alguns conceitos devem ser descobertos, de maneira independente, pelo próprio aluno, enquanto outros precisam ser ensinados diretamente ou por um diálogo socrático. Embora não constituam a panaceia da educação, esses vídeos nos permitiram explorar melhor diferentes modelos de ensino, mais adequados a nossos alunos. Sugerimos insistentemente que você explore e mescle o que aprendeu conosco, conjugando nossa experiência com as suas melhores práticas do bom magistério.

Sala de Aula Invertida

Editoração Eletrônica –> UNA | www.editorauna.com.br

009-bergmann

pág. 101

101

11.02.16 09:53:38

Ver todos os capítulos
Medium 9788521624714

Capítulo 3 - Gestão e Educação

MONTEIRO, Eduardo; MOTTA, Artur; RAMAL, Andrea Cecilia (org.) Grupo Gen PDF

Capítulo 3

Gestão e Educação

As relações entre as formas de organização produtiva, social e educacional

Para estudar a gestão educacional em termos realistas, devemos tratar daquilo que nos contextos sociais se pensa sobre o ser humano e a sociedade, além do modelo econômico e produtivo gerador de riqueza e das relações de poder. A Educação se liga a todos esses fatores, e observar esse conjunto nos ajuda a identificar como atuam os aparatos por meio dos quais são formadas as mentalidades e as habilidades que geram e mantêm essas estruturas funcionando. E, dialeticamente, como produzem suas transformações ao longo do tempo.

Fica um pouco mais difícil tratar do tema da gestão educacional no mundo contemporâneo porque estamos experimentando um momento de mudança de paradigmas. Um determinado modo de pensar e fazer as coisas está expirando diante de fortes impactos das mudanças sociais, culturais e produtivas, enquanto outro modo vem surgindo e se firmando na experiência das pessoas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521630463

PARTE I – 8 - DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DE UMA PESQUISA E DISSEMINAÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO

BAPTISTA, Makilim Nunes; CAMPOS, Dinael Corrêa de Grupo Gen PDF

8

C apítulo

Divulgação dos resultados de uma pesquisa e disseminação do conhecimento científico

PAULO ROGÉRIO MORAIS E MAKILIM NUNES BAPTISTA

O fazer científico é uma das muitas atividades humanas que se caracteriza por reuniões, associações e publicações que permitem que um conhecimento específico seja compartilhado por um número maior de indivíduos. Os avanços técnicos alcançados pela espécie humana só foram possíveis a partir da atividade intrinsecamente interdependente de indivíduos que, em diversos locais do planeta e ao longo de toda a história humana, buscaram compreender os diferentes aspectos da realidade e foram capazes de comunicar os seus achados de maneira clara, objetiva, imparcial e honesta aos outros indivíduos com interesses semelhantes.

Realizar um rigoroso planejamento, fazer uma exaustiva revisão de literatura e empregar métodos adequados para a coleta dos dados e análise dos resultados são etapas importantíssimas para a realização de uma pesquisa científica. No entanto, não é exagero afirmar que o trabalho científico só está realmente ‘pronto’ quando os pesquisadores compartilham o conhecimento produzido e dispõem seus dados e métodos à rigorosa apreciação cética dos outros pesquisadores.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos