1257 capítulos
Medium 9788536314709

1 - Os jogos nas aulas de matemática do ensino médio

Smole, Kátia Stocco Grupo A PDF

Ensino Médio – Jogos de Matemática

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Os Jogos nas Aulas de

Matemática do Ensino Médio

A

utilização de jogos na escola não é algo novo, assim como é bastante conhecido o seu potencial para o ensino e a aprendizagem em muitas áreas do conhecimento.

Em se tratando de aulas de matemática, o uso de jogos implica uma mudança significativa nos processos de ensino e aprendizagem que permite alterar o modelo tradicional de ensino, que muitas vezes tem no livro e em exercícios padronizados seu principal recurso didático. O trabalho com jogos nas aulas de matemática, quando bem planejado e orientado, auxilia o desenvolvimento de habilidades como observação, análise, levantamento de hipóteses, busca de suposições, reflexão, tomada de decisão, argumentação e organização, as quais são estreitamente relacionadas ao assim chamado raciocínio lógico.

As habilidades desenvolvem-se porque, ao jogar, os alunos têm a oportunidade de resolver problemas, investigar e descobrir a melhor jogada; refletir e analisar as regras, estabelecendo relações entre os elementos do jogo e os conceitos matemáticos. Podemos dizer que o jogo possibilita uma situação de prazer e aprendizagem significativa nas aulas de matemática.

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Medium 9788565848992

Capítulo 2 - Geometria: Percebendo Espaços, Figuras e Formas

Katia Stocco Smole; Maria Ignez Diniz; Patrícia Cândido Grupo A PDF

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Geometria: Percebendo

Espaços, Figuras e Formas

N

a Educação Infantil, é preciso caracterizar o que entendemos por trabalho com geometria ou, mais especificamente, com o desenvolvimento dos conceitos de espaço e de forma.

Ao falarmos de geometria, é muito comum imaginarmos atividades nas quais as crianças precisem apenas reconhecer formas geométricas, tais como quadrado, retângulo, círculo e triângulo, através de atividades que se baseiam no desenho e na pintura dessas figuras e na nomeação de cada uma delas. Acreditamos ser possível ir além.

A criança vive inserida em um contexto social que se encarrega de lhe emitir diversas informações que, em sua maioria, são geradas e percebidas pela exploração do espaço ao seu redor.

Quando ela chega à escola, traz muitas noções de espaço, porque suas primeiras experiências no mundo são, em grande parte, de caráter espacial. Podemos dizer, sem correr o risco de cometer um exagero, que o desenvolvimento infantil é, em um determinado período da infância, essencialmente espacial. A criança primeiro se encontra com o mundo e dele faz explorações para, posterior e progressivamente, ir criando formas de representação desse mundo: imagens, desenhos, linguagem verbal.

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Medium 9788584290567

Capítulo 9. A voz do profissional prático

Steve Ingle; Vicky Duckworth Grupo A PDF

capítulo 9

A voz do profissional prático

Neste capítulo, reunimos todos os temas abordados nos capítulos anteriores e os apresentamos na forma de estudos de caso de profissionais de excelência, tanto novatos quanto experientes, da educação vocacional. Esses profissionais dão dicas preciosas sobre a educação vocacional e contam sobre estratégias que utilizam para moldar ricas experiências de aprendizagem experiencial. Nós o convidamos a se envolver com as histórias deles e a pensar no que você poderia tirar de cada uma delas.

Objetivo de aprendizagem

  Desenvolver boas práticas no setor de FE e Habilidades.

Em cada capítulo, esmiuçamos e exploramos diferentes aspectos da educação vocacional dentro do contexto do setor de FE e Habilidades. Esperamos que os capítulos o tenham feito refletir e o ajudem a repensar e aperfeiçoar sua prática.

Nós apoiamos muito programas vocacionais de excelência, que ofereçam a todos os alunos futuros melhores.

Por meio dos estudos de caso a seguir, convidamos você a refletir sobre cada capítulo deste livro e a pensar sobre seus próximos passos como professor da educação vocacional. Esperemos que eles o inspirem a promover mudanças no setor da educação vocacional do seu país, a começar pelos seus alunos, incentivando-os a cultivar uma mentalidade de crescimento e promovendo experiências de aprendizado inclusivas, desafiadoras e envolventes.

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Medium 9788563899958

Estratégia 12 - Arranjo de palavras

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF

Estratégia 12

Arranjo de palavras

3a série do ensino fundamental – 3o ano do ensino médio

Começando

Ganhando prática

Vocabulário

Compreensão

Escrita

O QUE É ISSO?

Arranjos de Palavras (Gillet e Mita, 1979) são uma forma de ajudar os estudantes a compreenderem o vocabulário relacionado ao conteúdo encontrado em um texto. Arranjos de Palavras ajudam os alunos a des­cobrir relações entre palavras e categorizá-las com base nessas relações. Arranjos de Palavras diferem da estratégia Liste-Agrupe-Nomeie (Estratégia 11). Com

Liste-Agrupe-Nomeie, eram os próprios alunos que geravam palavras relacionadas a um assunto. Com Arranjos de Palavras, os professores identificam primeiro as palavras-chave do tópico e envolvem os alunos na tarefa de organizá-las logicamente. Há dois tipos de Arranjos de Palavras – os abertos e os fechados. Arranjos abertos requerem que os alunos determinem suas próprias categorias para palavras semelhantes agrupadas juntas. Nenhum aluno gerará categorias iguais às de outros estudantes em um Arranjo de

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Medium 9788536305080

7. A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam essa questão

Charlot, Bernard Grupo A PDF

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A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam essa questão*

A questão da violência na escola é abordada insistentemente hoje na França, seja pela mídia, seja pelos próprios estabelecimentos escolares – em particular nos bairros “problemáticos”, em geral situados no subúrbio. Em função disso, ela se tornou um objeto de pesquisa para os sociólogos cuja dificuldade principal é, sem dúvida, saber como falar com rigor desta noção de “violência” que compreende coisas muito diferentes.

A VIOLÊNCIA NA ESCOLA: UM FENÔMENO NOVO?

Os professores e a opinião pública se referem à violência como um fenômeno novo que teria surgido nos anos 1980 e se teria desenvolvido nos anos 90. Na verdade, historicamente a questão da violência na escola não é tão nova. No século XIX, houve, em certas escolas do ensino médio, algumas explosões violentas, sancionadas com prisão. Da mesma forma, as relações entre alunos dos estabelecimentos de ensino profissional1 dos anos 50 ou 60 eram freqüentemente bastante grosseiras. Todavia, se a violência na escola não é um fenômeno radicalmente novo, ela assume formas que, estas sim, são novas.

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