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Medium 9788536701554

7. DIFICULDADE RESPIRATÓRIA

Dias de Andrade, Eduardo Grupo A - Artmed PDF

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DIFICULDADE RESPIRATÓRIA

Rogério Heládio Lopes Motta

Cristiane de Cássia Bergamaschi

Juliana Cama Ramacciato

Eduardo Dias de Andrade

CONSIDERAÇÕES GERAIS

A dificuldade respiratória se constitui no principal sinal de algumas das situações de emergência na clínica odontológica. Uma das mais comuns é a síndrome de hiperventilação, gerada essencialmente pelo estado de ansiedade aguda do paciente, com incidência maior em jovens e adultos. Na clínica odontopediátrica, ao contrário, a dificuldade respiratória raramente é atribuída à hiperventilação, sendo mais comum o broncoespasmo decorrente das crises de asma brônquica ou até mesmo a obstrução aguda das vias aéreas por corpos estranhos.

De qualquer forma, o cirurgião-dentista deve estar apto a reconhecer prontamente o sinal de dificuldade respiratória, tentar estabelecer o diagnóstico diferencial e instituir as manobras de atendimento para cada caso específico, de forma que tais ocorrências não se tornem um risco à vida do paciente.

Também é primordial que o profissional saiba observar a respiração adequada de seu paciente, ou seja, quando ele respira sem dificuldades ou esforço adicional, ou, ainda, quando consegue falar frases inteiras sem ter de interrompê-las para inspirar mais ar.

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Medium 9788536323541

1. Liderando rumo ao sucesso

Brighouse, Tim Grupo A - Artmed PDF

Liderando rumo ao sucesso

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A liderança é, para a década atual, o que os padrões eram para a década de 1990 àqueles interessados em reforma em larga escala.

Os padrões, mesmo quando bem implementados, podem nos con­ duzir apenas até uma parte do caminho para a reforma em larga es­ cala. Somente a liderança pode nos conduzir por todo o caminho.

Michael Fullan (2003)

A liderança e o aprendizado são indispensáveis um ao outro.

Atribuído a John F. Kennedy

Há uma diferença entre liderança e gerenciamento. A liderança é do espí­ rito, composta de personalidade e visão; sua prática é uma arte. O geren­ ciamento é da mente, uma questão de cálculo preciso... sua prática é uma ciência. Os gerentes são necessários; os líderes são essenciais.

Marechal de Campo Lord Slim, citado em Van Maurik (2001)

A liderança é ambígua

As qualidades dos líderes escolares, particularmente dos diretores, e o modo como eles distribuem suas competências são amplamente reconhecidos como sendo os principais ingredientes para o sucesso da escola.

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Medium 9788536311104

9. DISFUNÇÃO PERCEPTIVO-MOTORA E DISFUNÇÃO CEREBRAL MÍNIMA: INTRODUÇÃO À OBRA DE CRUICKSHANK

Fonseca, Vitor da Grupo A - Artmed PDF

Vitor da Fonseca 307

DISFUNÇÃO PERCEPTIVO-MOTORA E

DISFUNÇÃO CEREBRAL MÍNIMA: introdução à obra de Cruickshank

DISFUNÇÕES PERCEPTIVAS

William Cruickshank é um das figuras pioneiras da teoria perceptivo-motora norte-americana. Foi colaborador íntimo ao longo de vários anos de duas figuras de primeira grandeza no campo da deficiência mental e das dificuldades de aprendizagem: A. Strauss e H. Werner (Fonseca, 1984, 199b), cientistas alemães, um psiquiatra e outro psicólogo, ambos perseguidos pelo regime nazista nos anos de 1930 e emigrados para os Estados Unidos.

Cruickshank (1957, 1961, 1966, 1967, 1979,

1989) destaca-se fundamentalmente pelos seus estudos em crianças com paralisia cerebral e com lesões ou disfunções cerebrais mínimas (DCM), além de ter um papel inovador, seja no campo da educação especial, seja no das dificuldades de aprendizagem (Seguin, 1850; Rutter et al.,

1970; Rosenthal, 1970; Kirk, 1972; Smith e

Neisworth, 1975).

Partindo de uma concepção patológico-funcional com raízes nos dois autores acima já referidos, além da integração das contribuições clássicas de grandes neurologistas, como Head e Goldstein, com seus célebres estudos em soldados lesionados cerebralmente, Cruickshank procurou enquadrar a sua experiência com crianças portadoras de paralisia cerebral, revelando quocientes intelectuais (QI) próximos e acima da média, no contexto das crianças e jovens com dificuldades de aprendizagem e intelectualmente normais (Werner e Strauss, 1939; Terman, 1942; Stuart, 1963;

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Medium 9788536321325

7 T DAH e gênero

Louzã Neto, Mário Rodrigues Grupo A - Artmed PDF

TDAH ao longo da vida

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estudada e da fonte dos dados das amostras. Nas primeiras avaliações a respeito do diagnóstico de TDAH, esse número variava entre 1 e

20% (Farone et al., 2003).

Os estudos publicados apontam que a porcentagem de meninos com TDAH é maior que a de meninas, em uma proporção que varia de 2:1 a 9:1 (Bauermeister, 1992). Além de as crianças do sexo masculino terem maior probabilidade de ter TDAH, os meninos têm de 5 a 9 vezes mais chances de serem encaminhados e atendidos em um tratamento clínico, pois apresentam mais comportamentos externalizantes, tais como comportamento desafiador de oposição, agressividade, confrontos, brigas e problemas de conduta (Bierderman et al., 2002).

Os critérios diagnósticos têm sido baseados predominantemente em sintomas dos portadores do sexo masculino, o que acaba dificultando o diagnóstico das portadoras do sexo feminino, em especial de meninas com menor gravidade do quadro e com poucos sintomas comportamentais (Hudziak et al., 1998).

Polanczyk e Jensen (2008) revisaram os estudos de prevalência de TDAH e encontraram uma variabilidade grande na proporção entre sexo masculino e feminino, chegando a uma proporção média de aproximadamente 2,5:1 (Tabela 7.1). Esse dado é corroborado por uma metanálise de estudos de prevalência de TDAH em crianças e adolescentes realizados entre 1978 e 2005, que encontrou uma frequência 2,4 vezes maior no sexo masculino em comparação com o feminino (Figura 7.1)

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Medium 9788536701554

15. ADMINISTRAÇÃO DE INJETÁVEIS

Dias de Andrade, Eduardo Grupo A - Artmed PDF

ADMINISTRAÇÃO DE INJETÁVEIS

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MATERIAL UTILIZADO E

CONDIÇÕES DE USO

Nas situações de emergência, os principais materiais utilizados para a administração de injetáveis são as seringas e agulhas (mais o garrote no caso da injeção intravenosa). Para que esse material possa ser utilizado com segurança, devem-se observar as seguintes condições:

Esterilidade: o medicamento e o material de aplicação têm de estar estéreis até o momento da administração no indivíduo. As embalagens das seringas e agulhas devem estar

íntegras, sem umidade ou sinais de violação e dentro do prazo de validade para uso, o que garante suas condições de esterilidade.

Agulha: deve se apresentar com o bisel (ponta cortada obliquamente) afiado. O tamanho e calibre da agulha devem ser adequados à via de administração e ao medicamento utilizado.

Medicamento: verifique o rótulo, a data de validade e a concentração ou fator de diluição, se necessário. Quando a medicação estiver na forma de solução (sistema homogêneo), a presença de partículas no interior da ampola ou do frasco-ampola pode ser um indício de contaminação, devendo o produto ser rejeitado para aplicação. Verificar também se a ampola ou o frasco-ampola não apresentam trincas ou fraturas na superfície, as quais são indicativos de violação do seu conteúdo.

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