2312 capítulos
Medium 9788536310367

8. Antipsicóticos na depressão bipolar

El-Mallakh, Rif S. Grupo A - Artmed PDF

Antipsicóticos na depressão bipolar

8

RIF S. EL-MALLAKH, M.D.

OS ANTIPSICÓTICOS ESTÃO ENTRE as medicações mais utilizadas na doença bipolar.

Em estudos com pacientes bipolares que receberam alta do hospital, 47 a 90% deles continuam tomando apenas antipsicóticos ou em combinação com estabilizadores do humor (Keck et al., 1996; Tohen et al., 2001). Os antipsicóticos são mantidos para 60 a 89% dos pacientes ambulatoriais por seis meses ou mais tempo (Keck et al., 1996; Ozerdem et al., 2001; Verdoux et al., 1996).

Até a introdução dos antipsicóticos de segunda geração, mais modernos, acreditava-se que os antipsicóticos não desempenhassem um papel terapêutico significativo na depressão bipolar, pois sempre se acreditou que os antipsicóticos de primeira geração produziam depressão ou um quadro clínico tipo depressivo.

ANTIPSICÓTICOS COMO PRÓ-DEPRESSORES

O efeito depressogênico de antipsicóticos de primeira geração é mais evidente em estudos de prevenção de recaída de longo prazo. Ahlfors e colaboradores

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Medium 9788536314969

7. ESTRATÉGIAS DETALHADAS PARA TRATAMENTO DE ESQUEMAS

Young, Jeffrey E. Grupo A - Artmed PDF

Terapia do esquema

185

7

ESTRATÉGIAS DETALHADAS

PARA TRATAMENTO DE ESQUEMAS

N

este capítulo, discutimos cada um dos

18 esquemas individualmente, incluindo a apresentação clínica do esquema, os objetivos do tratamento, as estratégias que destacamos e problemas especiais. Apresentamos, também, estratégias de tratamento específicas, incluindo as cognitivas, as vivenciais e as comportamentais, além de aspectos da relação terapêutica.

Não incluímos descrições de como implementar as estratégias, por exemplo, conduzir concretamente diálogos com imagens mentais ou formular exercícios de exposição. Partimos do pressuposto de que os leitores já aprenderam essas estratégias em capítulos anteriores. Neste, descrevemos maneiras de adaptar as estratégias de tratamento a cada esquema específico.

DOMÍNIO DA

DESCONEXÃO E REJEIÇÃO

Abandono

Apresentação típica do esquema

Esses pacientes possuem uma expectativa constante de que podem perder as pessoas mais próximas a eles. Acreditam que essas pessoas vão lhes abandonar, ficar doentes e morrer, trocá-los por outro,

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Medium 9788536324548

APÊNDICE - Recursos

Wilson, Barbara A. Grupo A - Artmed PDF

Apêndice

229

SOCIEDADES QUE OFERECEM ACONSELHAMENTO/INFORMAÇÕES

Reino Unido

Alzheimer’s Society (Sociedade Alzheimer)

Devon House, 58 St. Katharine’s Way, London E1W 1LB

Tel: 020 7423 3500

Fax: 020 7423 3501

Website: www.alzheimers.org.uk

E-mail: enquiries@alzheimers.org.uk

British Epilepsy Association (Associação Britânica para Epilepsia)

New Anstey House, Gate Way Drive, Yeadon, Leeds LS19 7XY

Tel: 0113 210 8800

Website: www.epilepsy.org.uk

Carers UK (Cuidadores no Reino Unido)

20 Great Dover Street, London SE1 4LX

Tel: 020 7378 4999

Fax: 020 7378 9781

Website: www.carersuk.org

E-mail: info@carersuk.org

Disabled Living Foundation (Fundação para pessoas vivendo com incapacidades)

380-384 Harrow Road, London W9 2HU

Tel: 020 7289 6111/Help line: 08451309177

Website: www.dlf.org.uk

E-mail: info@dlf.org.uk

Encephalitis Society (Sociedade Encefalite)

7b Saville Street, Malton, North Yorkshire YO17 7LL

Tel: 01653 692 583/Support line 01653 699 599

Website: www.encephalitis.info

E-mail: mail@encephalitis.info

Headway – the Brain Injuries Association

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Medium 9788536327402

19. Regulação do Fluxo de Informação

Cox, Michael M. Grupo A - Artmed PDF

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Regulação do Fluxo de Informação

Momento de descoberta

Um dos momentos mais emocionantes de minha carreira aconteceu quando eu trabalhava como pesquisadora de pós-doutorado com

Greg Hannon nos laboratórios da Cold Spring

Harbor. Queríamos saber se os microRNAs – pequenos RNAs regulatórios que controlam a expressão de alguns genes eucarióticos – também estariam envolvidos no desenvolvimento de câncer.

Na verdade, um grupo de microRNAs, o policístron miR17-92, está localizado em uma região de DNA que é amplificada em linfomas de células B humanas. Além disso, descobrimos

Lin He [Fonte: Cortesia de Lin He.] que amostras de tecido e células cultivadas de linfomas de células B continham níveis muito mais elevados de microRNAs primários ou maduros derivados do lócus miR17-92 em comparação com aqueles encontrados em tecidos normais, não cancerosos.

Para testar se a superexpressão de miR17-92 poderia de fato acelerar o desenvolvimento de tumores, usei um modelo murino no qual células-tronco hematopoiéticas, as precursoras das células B, foram infectadas com um retrovírus que codifica o grupo miR17-92 junto com o gene da proteína fluorescente verde (GFP), a qual serve como um marcador útil de células que expressam o vírus infectado, pois elas ficam verdes. Nossos primeiros experimentos geraram somente três camundongos que desenvolveram tumores. A próxima etapa foi determinar se os tumores provinham especificamente de células hematopoiéticas que superexpressavam o RNA de miR17-92. Até que eu dissecasse os tumores dos camundongos, preparasse uma suspensão das células e enviasse as amostras para análise por separação celular ativada por fluorescência (FACS), passou muito da meia-noite – e a separação por FACS não pôde ser concluída até o dia seguinte.

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Medium 9788536320403

CAPÍTULO 44 - CUIDADOS DE ENFERMAGEM A CRIANÇAS COM DISTÚRBIOS GASTRINTESTINAIS E METABÓLICOS

Soares, Maria Augusta Moraes Grupo A - Artmed PDF

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ENFERMAGEM: CUIDADOS BÁSICOS AO INDIVÍDUO HOSPITALIZADO

Esplenomegalia: aumento do baço

Esteatorreia: fezes pálidas, volumosas, oleosas e espumosas

Hepatomegalia: aumento do fígado

Náuseas: sensação prévia ao vômito

Pirose: ardência ou queimação, conhecida por azia

Polidipsia: aumento da sede

Polifagia: aumento do apetite

Poliúria: aumento do volume urinário

Ponderal: relativo a peso

Refluxo: retorno de conteúdo gástrico, geralmente sem ter sido iniciada a digestão

Vômito: exteriorização do conteúdo gástrico, já iniciada a digestão

VÔMITOS

É a expulsão violenta do conteúdo gástrico através da boca, precedida ou seguida de mal-estar e contrações musculares dolorosas. O que vale estudar aqui não é o vômito em si, mas os cuidados que essa disfunção pode exigir.

Na verdade, não nos interessa saber a etiologia do vômito, pois, em geral, os cuidados são os mesmos.

Alguns fatores influenciam o surgimento dos vômitos, como a idade da criança e a doença que se instalou previamente.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS

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