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Medium 9788527726993

23 Princípios e Regras da Dietoterapia Chinesa

ARANTES, Andrea Maciel Roca PDF

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Princípios e Regras da Dietoterapia

Chinesa

Em geral, nos tratamentos da medicina tradicional chinesa, a fitoterapia tem grande destaque e, obviamente, o uso de ervas é muito mais efetivo do que o consumo de alimentos (por isso as ervas são mais utilizadas para tratamento do que para prevenção). Assim, a dietoterapia chinesa atua na promoção de saúde, mas de maneira mais branda em relação à fitoterapia, devendo ser utilizada como complemento às demais terapias chinesas ou qualquer outra terapêutica.

Nesse sentido, o objetivo não é apenas curar, mas também corrigir hábitos alimentares que sustentam diversas doenças, tornando esta ferramenta mais acessível à população do que os demais recursos da medicina tradicional chinesa.

Assim, além dos sabores e da natureza de cada alimento, é importante saber quando e como utilizá-los, para aproveitá-los de modo terapêutico.

Antes de entender as oito regras terapêuticas (Zhong Yi Ba Fa), é necessário identificar os sinais de desequilíbrio dentro da teoria de diferenciação dos oito princípios (Ba Gang Bian Zheng).

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Medium 9788527726481

Capítulo 29 - Apodiformes (Beija flores)

CUBAS, Zalmir Silvino; SILVA, Jean Carlos Ramos; CATÃO-DIAS, José Luiz Roca PDF

Capítulo 29

Apodiformes (Beija‑flores)

Mathias Dislich

CC

Introdução

Beija‑flores são aves comuns na região Neotrópica, sendo facilmente reconhecidas mesmo por quem não se interessa por aves1. Causam fascínio nos apreciadores da ornitofauna, por sua incrível habilidade de voo. É um dos poucos grupos de aves que tem a capacidade de parar em pleno voo e de voar para trás. Podem ser vistas facilmente em parques e jardins em suas

­áreas de ocorrência, onde são atraí­das por flores e alimentado‑ res artificiais.

Não são muitos os zoológicos, tanto no Brasil como em outros paí­ses, que mantêm estas aves. No entanto, beija‑flores são frequentemente levados às clínicas veterinárias e aos zoo‑ lógicos por terem sofrido traumas ou por estarem em estado de estupor. Casos de filhotes abandonados pelos pais são mais raros, mas, por vezes, pode ser necessária a intervenção do médico veterinário na criação de filhotes.

A literatura médica-veterinária sobre estas aves é escassa, em razão de uma série de limitações que serão abordadas neste capítulo. Este texto trata prioritariamente dos cuidados na reabilitação de beija‑flores e dá recomendações gerais de manutenção em cativeiro, ba­sea­das nos aspectos biológicos e fisiológicos peculiares a esta ordem.

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Medium 9788527727242

Capítulo 7 - Infecções Não Respiratórias por Vírus em Cães

GREENE, Craig E. Roca PDF

Capítulo 7 | Infecções Não Respiratórias por Vírus em Cães 67

clínicos em cães submetidos ao desafio e reduzir o tempo de elimi‑ nação viral após a exposição, seu uso não impede a infecção nem a eliminação (p. ex., imunidade “não estéril”). Embora não completa‑ mente evitada, a doen­ça clínica é menos grave em animais vacina‑ dos, em comparação com cães não vacinados.35 A maioria dos casos clínicos foi relatada em cães que viviam em canis, mas é improvável que abrigos onde os cães não ficam por mais de 2 semanas tenham algum benefício da vacinação disseminada. Ver, nos Capítulos 23 e

100, mais informações sobre essa vacina.

Tratamento de surtos

Ambientes em que os cães ficam por algum tempo apenas em canis conjuntos favorecem a transmissão eficiente e rápida dos agentes capazes de causar DRIC. Embora seja importante na prevenção de infecções, a vacinação pode não garantir proteção contra o surgi‑ mento dos sinais, em par­ticular quando há alta densidade popula‑ cional. Como a transmissão pelo ar é comum, os cães suspeitos de serem portadores de doen­ça respiratória contagiosa devem ser iso‑ lados quando surgirem os primeiros sinais, na tentativa de limitar a exposição de cães suscetíveis. A limpeza completa rotineira das instalações, de preferência com hipoclorito de sódio, clorexidina ou solução de benzalcônio, pode facilitar a disseminação de DRIC via aerossolização dos organismos em um canil. Recomenda‑se a ventila‑

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Medium 9788527726481

Capítulo 38 - Carnivora – Mustelidae (Ariranha, Lontra e Irara)

CUBAS, Zalmir Silvino; SILVA, Jean Carlos Ramos; CATÃO-DIAS, José Luiz Roca PDF

Capítulo 38

Carnivora –

Mustelidae (Ariranha,

Lontra e Irara)

Manoel Lucas Javorouski

Ana Sílvia Miranda Passerino

CC

Introdução

A relação entre humanos e mustelídeos ocorre há milha‑ res de anos. Esses animais foram tanto criados para combater roedores, quanto caçados para retirada da pele. Muitos foram abatidos sob a alegação de que destruí­am criações de animais domésticos. Na Europa, na Ásia e nos EUA, algumas espécies de mustelídeos são criadas em fazendas para a produção de pele. Além disso, são utilizados em pesquisas de laboratórios, na indústria de perfumes e, com grande fre­quência, como ani‑ mais de estimação.

As ações dos humanos têm contribuí­do para a diminui‑

ção das populações de muitas espécies, inclusive de mustelí‑ deos. Entre as causas mais comuns, encontram‑se a destrui‑

ção e contaminação de habitat (desmatamento, construção de hidrelétricas, mineração, agricultura, exploração de gás e

óleo), a caça e, entre os mustelídeos aquá­ticos, a pesca comer‑ cial e a intensa navegação.

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Medium 9788527726481

Capítulo 127 - Implicações Genéticas, Ecológicas e Sanitárias nos Processos de Movimentação de Fauna

CUBAS, Zalmir Silvino; SILVA, Jean Carlos Ramos; CATÃO-DIAS, José Luiz Roca PDF

Capítulo 127

Implicações Genéticas,

Ecológicas e Sanitárias nos Processos de

Movimentação de Fauna

José Maurício Barbanti Duarte

CC

Introdução

Em um mundo com profundas alterações em seus ambientes naturais, muitas populações de animais selvagens vêm enfren‑ tando declínio acentuado e problemas muitas vezes impossíveis de serem resolvidos sem a interferência humana1. Nesse con‑ texto, o manejo de fauna tem se tornado cada vez mais impor‑ tante na resolução de problemas e a criação de perspectivas de conservação para várias espécies ameaçadas de extinção2.

Dentre os problemas que necessitam de manejo de fauna como técnica de conservação de espécies/populações estão a perda massiva da diversidade genética somada à depressão endo‑ gâmica, ou ainda as grandes perdas demográficas, que levam ao vórtice de extinção se não forem realizadas iniciativas de manejo.

Casos assim são expostos na literatura mundial como grandes exemplos de “salvamento” de espécies3. A própria extinção local só poderia ser revertida por medidas de manejo populacional.

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